TV Assembleia exibe programa especial com histórias de paraibanos curados da Covid-19

Portal WSCOM



A TV da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) exibirá, na noite desta terça-feira (20), às 20h, a série especial do Programa Viva Saúde, que vem mostrando a história de superação de paraibanos que foram contaminados pelo novo coronavírus (Covid-19), mas que se curaram. A programação tem como objetivo orientar a população e faz parte das ações adotas pela ALPB para combater a propagação do vírus e, consequentemente, o avanço pandemia.

Embora viva uma fase delicada de aceleração dos casos de infecção pelo novo coronavírus, milhares de pessoas têm se curado da infecção. “Vamos mostrar histórias emocionantes de pessoas que lutaram para vencer o vírus”, destacou o diretor de Comunicação da Assembleia, Marcos Wéric. O programa de hoje é o terceiro da série. O objetivo da produção é contar histórias positivas, de superação, como é o caso da maquiadora Luciana Ribeiro.

Ela contraiu a Covid-19 no momento em que precisou interromper o isolamento social para trabalhar. “Eu segui a quarentena da melhor forma, porém precisei trabalhar para ajudar o meu esposo. Com poucos dias eu já senti alguns sintomas. Fui ao hospital, fiz os exames, fui medicada, mas senti muita fadiga e um pouco de falta de ar. Consegui enfrentar os sintomas com apoio da minha família e não precisei ficar internada em uma unidade hospitalar. Fiquei totalmente curada”, disse a maquiadora.

A fisioterapeuta Leyde Alves também vai contar a sua experiência. Ela e a mãe foram contaminadas pela Covid-19. “Eu fui a primeira a testar positivo. Tive diversos sintomas horríveis, como tosse, dores, febre, entre outros. O caso da minha mãe foi o mais grave, pois ela pertence ao grupo de risco. Mas, nos curamos. O isolamento entre a nossa família foi complicado, porque vivemos juntos e não tínhamos como sair de casa. Me preocupei demais em acontecer algo grave comigo ou com alguém da minha casa, mas deu tudo certo”, ressaltou.

O Programa Viva Saúde na TV Assembleia é exibido nos canais 40.2 (TV aberta); 14.2 (Patos e Região – TV aberta); 15.2 (Campina Grande e Região – TV aberta ); 11 na net e 340.2 na Sky, GVT e Claro.


Cachorro adotado por família Bolsonaro já tinha dono e será devolvido

Brasil 247



O cachorro que tinha sido resgatado nos fundos do Palácio do Planalto no dia 18 de junho e adotado já no dia seguinte pela família Bolsonaro, voltará para a casa do antigo dono. O reencontro só foi possível após o grande sucesso do animal nas redes sociais, que já tem quase cinco mil seguidores no Instagram. A informação é do portal O Globo.

O cachorro, que segundo a descrição no Instagram é da raça pastor-maremano, oriunda da região central da Itália, estava com uma coleira quando foi resgatado. Antes de chegar aos jardins do Palácio do Alvorada, passou um dia em um lar temporário e foram feitos anúncios nas redes sociais procurando os antigos donos, que na época não foram localizados.

No início da tarde desta terça-feira (30) a #BolsonaroLadrãoDeCachorro era um dos assuntos mais comentados no Twitter.


Irmãs do jogador Hulk, que são empresárias, aparecem entre os nomes que receberam o auxílio emergencial


Conforme dados do Portal da Transparência do Governo Federal, Givanilda Vieira de Sousa, recebeu R$ 1.200 e Gilvânia Vieira de Sousa recebeu R$ 600.

Gilvânia Vieira foi uma das irmãs que recebeu o emergencial na Paraíba (Foto: Reprodução/Instagram)
Duas irmãs do jogador paraibano, Hulk, que são empresárias no município de Campina Grande, no Agreste paraibano, aparecem na lista das pessoas que receberam o auxílio emergencial do Governo Federal. Esse benefício é concedido a pessoas de baixa renda e trabalhadores informais que ficaram prejudicados por conta da suspensão de algumas atividades presenciais durante a pandemia.

Conforme dados do Portal da Transparência do Governo Federal, Givanilda Vieira de Sousa, recebeu R$ 1.200 – valor cedido para quem se apresenta como chefe de família. Enquanto Gilvânia Vieira de Sousa recebeu R$ 600. O valor se refere a primeira parcela do pagamento do benefício. Todas as duas fazem parte do grupo Extra CadÚnico – que são aquelas pessoas que solicitaram o benefício.

As duas irmãs são empresárias de imóveis na Rainha da Borborema e sócias de empresa de modas, o que não daria o direito de receberem o auxílio emergencial.

Clickpb.com.br

 


Caixa paga hoje três pagamentos diferentes do auxílio emergencial

Será pago nesta quarta-feira (1º), a Caixa credita pagamentos diferentes do auxílio emergencial. Nascidos em maio e junho recebem pela poupança digital a 3ª, a 2ª ou a 1ª parcela, conforme a data em que tiveram o benefício aprovado.

O saque da 3ª parcela dos R$ 600 está liberada para todos os inscritos no Bolsa Família. Apenas quem é do Bolsa Família pode sacar o valor.

Os demais beneficiários, por enquanto, só podem movimentar a poupança pelo aplicativo Caixa Tem (Android e iOS), que permite pagamento de contas e boletos e compras por meio de cartão virtual.

Veja o calendário:

Depósito na poupança digital da Caixa

Mês de aniversário

Dia do depósito

Janeiro e fevereiro 27 de junho
Março e abril 30 de junho
Maio e junho 1º de julho
Julho e agosto 2 de julho
Setembro e outubro 3 de julho
Novembro e dezembro 4 de julho

O período para saques obedece outro calendário, veja:

Autorização para saques e transferências

Mês de aniversário

Dia da liberação

Janeiro 18 de julho
Fevereiro 25 de julho
Março 1º de agosto
Abril 8 de agosto
Maio 15 de agosto
Junho 29 de agosto
Julho 1º de setembro
Agosto 8 de setembro
Setembro 10 de setembro
Outubro 12 de setembro
Novembro 15 de setembro
Dezembro 19 de setembro

PBagora.com.br

 


Há dez anos, o Brasil perdia o seu primeiro doutor em trombone: o paraibano Radegundis Feitosa

 Há exatos 10 anos, no dia 1º de julho de 2010, a Paraíba perdia um dos seus expoentes mais destacados da música, sobretudo da música erudita: Radegundis Feitosa, o primeiro doutor em trombone do Brasil, nascido num celeiro de grandes músicos que é a cidade de Itaporanga.

Naquela data, num acidente de carro que chocou sobretudo o mundo da música, além de Radegundis, mais três outros músicos também considerados diferenciados, perderam a vida: Roberto Ângelo, apelidado de Cabelo; Adenilton que era um menino brilhante; e Antônio de Benedito, que era um grande cantor de seresta e de carnaval, que também era tio de Sandoval Moreno. Eles estavam fazendo um CD de Antônio de Benedito, produzido por Radegundis e, provavelmente, iam ouvindo esse material durante a viagem.


Radegundis Feitosa pertence a uma galeria minúscula de grandes nomes da música erudita paraibana e brasileira, como o maestro José Siqueira, de Conceição, que chegou a reger a Sinfônica de Moscou; o internacional Antônio Guedes Barbosa, considerado um dos maiores pianistas do Século XX e dos mais destacados interprete de Chopin do mundo.

Para lembrar o trágico acontecimento de 10 anos atrás, a Associação de Trombonistas da Paraíba promove neste 1º de julho uma webconferência pelo Google Meet, com a participação dos convidados Renato Farias, Jemmie Robertson, Nathan Dishmain e Alciomar Oliveira, a partir das 8h até às 17h.

A coluna transcreve a seguir depoimentos de importantes músicos paraibanos que foram parceiros de Radegundis Feitosa em sua bem sucedida trajetória de músico erudito:

Depoimentos

Sandoval Moreno – trombonista
Bom dia meu cara Wellington, então, falar de Radegundis nessa situação é complicada porque foi uma grande perda para a música no mundo. Meu amigo e irmão Radegundis foi uma pessoa fantástica e um grande músico(trombonista).

omo pessoa posso falar muito dele porque desde 1974 que o conheci quando tocávamos na Banda de Música do Ginásio Diocesano D. João da Mata na cidade de Itaporanga até 1980 e depois entramos no curso de bacharelado em música na ufpb, nesse sentido convivi com ele de 1974 até 2010 todo santo dia, só não estávamos juntos quando ele casou (lógico) e quando ele foi estudar nos USA. Mas quando voltou continuamos sempre fazendo projetos juntos. Como pessoa nunca vi qualquer situação que prejudicasse ou humilhasse outra pessoa. Radegundis foi meu irmão que não tive até porque sou filho único. Como profissional também nunca o vi relaxar no seu dia a dia, estava sempre na frente com as ideias não só pra ele, mas, para o próximo. Esse comportamento dele foi e é, ainda hoje, respeitado no mundo todo. Quando falo no mundo todo é verdadeiro mesmo, ele tinha muitos amigos no Brasil, nos USA, Europa, toda América. Enfim, Radegundis foi e será sempre o cara.

 

Sérgio Galo
Radegundis além de ser um grande músico, doutor em trombone, tinha uma luz de irmandade com todos seus colegas de profissão em vários projetos que participamos com ele: alegria, confiança, musicalidade e profissionalismo. Esse era o nosso Radegundis Feitosa. A falta dele deixou tudo mais difícil. Essa lacuna nunca será preenchida.

Gilvando Pereira (Azeitona)
Eu gostaria de falar um pouco sobre a pessoa de Radegundis, até porque eu o conheci bem na minha infância. Eu era bem novo, sete ou oito anos de idade quando ele já fazia música aqui em João Pessoa. Eu morava na cidade dele, em Itaporanga, no interior da Paraíba, e a gente se via quando ele ia de férias para lá.

u era vizinho dele. Radegundis sempre foi aquele cara aconselhador, falava muito da questão da carreira profissional. Sempre direcionou nesse sentido. Eu tendo essa referência, pude conhecer Radegundis melhor em João Pessoa, na minha graduação, que fiz com ele. Aí o contato foi maior porque eu pude acompanhar a sua história; ele realmente foi um dos defensores fiéis da música, não só da música brasileira popular, como especialmente a música brasileira para trombone, tanto trombone solo, como trombone e piano. Enfim, todo o cenário da música brasileira.

tanto que ele conquistou algumas coisas: ganhou bolsa para estudar no exterior, através de concursos, representando a música brasileira no Rio de Janeiro, em São Paulo; ganhou o primeiro concurso brasileiro de jovem solista e ganhou uma bolsa para fazer a sua pós-graduação. A partir daí Radegundis foi conquistando espaços e se tornou o primeiro doutor em trombone do Brasil. Até então, no final dos anos 80, era uma novidade alguém ser doutor em trombone. Antes do doutorado começou um movimento no Departamento de Música, com professores convidados do Brasil e do exterior, para ensinar trombone. Assim que Radegundis concluiu a graduação, já assumiu a função de professor da Universidade Federal da Paraíba e posteriormente, Sandoval Moreno. Mas Radegundis foi o primeiro professor de trombone. Aí começa o ciclo da música da Paraíba com Radegundis. Até então a Paraíba só tinha grupos de música de cordas. Radegundis começou a criar grupos de Câmera com Metais, com Nailson Simões, Sandoval Moreno. Em 1984, consolidou o então Quinteto Brassil. A primeira gravação que eles fizeram foi na Inglaterra. Isso já foi um marco importante da música brasileira com Radegundis Feitosa, que conseguiu essa façanha de levar a nossa música brasileira a vários lugares do Brasil e do mundo. Em 2002, eu tive a felicidade de estar no Quarteto de Trombones da Paraíba da UFPB. Depois, ele teve a ideia de formar um sexteto de trombone, que foi um grupo que estreou em eventos internacionais. Fomos aos Estados Unidos (na Filadélfia), à Inglaterra e à Finlândia, tudo isso teendo Radegundis a frente.

Maestro Chiquito
Aquela história que acontece nos colégios, nos grupos e escolas secundaristas, quando tem uma pessoa acima da média, os colegas começam com inveja daquela pessoa, com Radegundis foi diferente. A gente convivia muito bem. Ele era um sujeito leve. Houve um tempo em que passávamos o dia todo estudando no Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba, a gente só saía para ir ao ensaio da Orquestra Jovem. Essa era basicamente a nossa rotina. A gente só começou a perceber que Radegundis era diferenciado quando ele começou a viajar para fazer o Mestrado, o Doutorado, a fazer torneios com o Quinteto de Metais, aí foi que começamos perceber a grande diferença que Radegundis tinha ao fazer as coisas. Nas aulas mesmo de percepção, ele era muito brincalhão, relaxado, mas não tinha dificuldade e não tinha frase difícil para ele. A princípio achamos normal, depois começamos a perceber que ele era mais na frente. Quando eu chegava ao Departamento, às 5h, 6h, ele já estava lá com Sandoval estudando.

 

Wellington Farias

PB Agora


Manaíra Shopping e prefeitura de Cabedelo mais uma vez “juntos”, agora em novo caso judicial

Quando o matemático italiano Arquimedes formulou sua assertiva acerca da teoria da impenetrabilidade sobre a impossibilidade de dois corpos ocuparem o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo, certamente ele não conhecia a Covid-19, muito menos os artifícios dos proprietários do Shopping Manaíra e donos de lojas daquele estabelecimento comercial.

Eles buscaram, de certa forma, tentar “burlar” o decreto que vigora na Capital e que proíbe a abertura do comércio, exceto serviços considerados essenciais, pondo vários corpos humanos em um só lugar, e de grande risco. Há também um decreto estadual baseado na mesma linha. E esses expedientes visam proteger, em termos gerais, a população da pandemia causada pelo novo coronavírus e evitar um colapso no sistema de saúde do Estado e da própria cidade de João Pessoa.

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E nessa discussão, prefeitos e governadores de todo o país têm autonomia para decidir o que pode ou não abrir nos municípios e estados, exceto em casos excepcionais, como Cabedelo.

O que o STF decidiu?
Retornando ao assunto vigente, a ação respaldada pelo entendimento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), tal impasse foi provocado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

Em derrota imposta a Bolsonaro pelo STF, foi decidido no mês de abril passado que estados e municípios podem executar as medidas que avaliarem necessárias para conter o avanço do novo coronavírus. Inclusive flexibilizar ou não as ações impostas à sociedade.

Prefeito de Cabedelo busca se valer de decisão que não se aplica no município portuário

Acontece que o prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (DEM), município da região metropolitana de João Pessoa, resolveu por decreto “abrir” a economia da cidade. Inclusive bares, academias, casas de show, tudo em nome, segundo ele, para salvar o município que governa e a saúde dos cofres públicos.

Mas há vários estorvos nessa (estória). Em Cabedelo há, apenas, três leitos de UTI para casos da Covid-19 destinados a uma população de quase 60 mil habitantes, segundo despacho do Ministério Público da Paraíba, fato lógico que sobrecarrega o sistema de saúde da Capital, pois os pacientes em estado grave certamente serão encaminhados para João Pessoa.

Vitor Hugo não se conformou com a decisão judicial
Não satisfeito e entendendo que sua falta de razão tem “razão”, pois o único culpado é justamente ele que não preparou o município que governa para a pandemia, preferindo investir o dinheiro público e shows, por exemplo, buscará o alcaide recorrer da decisão imposta pela Justiça, destoando com as recomendações da não flexibilização na cidade portuária.

Segundo Vitor Hugo, “Nós vamos cumprir (a decisão) por que respeitamos a Justiça, como também temos direito de recorrer ao Tribunal por que acreditamos na Justiça. Baseado em números científicos e dados, nós acreditamos em nossa autonomia para governar. Alguns governantes já admitem que Cabedelo está na bandeira amarela. Só continua na bandeira laranja por que participa da Grande João Pessoa”, disse.

De onde vêm os dados relatados por Vitor Hugo?
Mas qual a procedência dos supostos dados que serão apresentados pelo prefeito à Justiça? Ainda é um mistério o local. Quem assina tais laudos médicos e científicos? O Manaíra Shopping? Os lojistas?

 

Dados e informações do Ministério Público da Paraíba
O que é sabido, conforme a Secretaria Estadual de Saúde, é que Cabedelo ostenta a bandeira laranja. Ou seja: são permitidas apenas as atividades essenciais. E nesse puro quadro de caos, segundo o Governo do Estado, no dia 29 de julho era Cabedelo o quarto município com maior número contágio na Paraíba.

Foram registrados em Cabedelo 1.771 casos de contágios e 14 mortes. O que fragiliza ainda mais a defesa do prefeito Vitor Hugo para a flexibilização do comércio daquele município, que busca uma taxa de ocupação, em alguns casos, de 50% do espaço existente. Um crime, no mínimo, contra o povo.

Vitor Hugo é conhecido como o prefeito fake pela população de Cabedelo
Conhecido por afirmar algumas inverdades nas redes sociais e indiciado na operação Xeque Mate, a mesma que implica o proprietário do Manaíra Shopping, Roberto Santiago, em escândalo divulgado na mídia nacional, envolvendo a compra do cargo eletivo do ex-prefeito chamado “carinhosamente” por seus ex-partidários de Luceninha, estando aí outros tipos de atos curruptos, Vitor Hugo é conhecido pela oposição como “prefeke”. Uma mistura de prefeito e fake. Mas isso vem dos seus opositores.

 

A alcunha de “prefeke”

Ela vem pelo fato de Vitor Hugo assumir um mandato “tampão” em 2018, havendo a observação que era vereador pouco votado, mas em decorrência das adversidades políticas da cidade, os envolvidos no caso da Xeque Mate, em sua maioria vereadores e empresários, foram presos na época da investigação. Agora mais uma vez o povo assiste estarrecido o forte poder econômico de políticos e empresários. Importante observar que o proprietário do Manaíra Shopping foi preso na operação que o prefeito de Cabedelo aparece na condição de indiciado.

Roberto Santiago e Cabedelo novamente juntos?

É sabido que o grupo que administra o Manaíra Shopping, Roberto Santiago é (ou era) detentor acionista majoritário do estabelecimento. E não é motivo para segredos. A Paraíba inteira sabe de tal fato.

O dono real do empreendimento é Santiago, que, segundo o Ministério Público da Paraíba, supostamente participou de forma indireta da compra do mandato de Luceninha para colocar seu apadrinhado, Leto Viana, à frente da prefeitura de Cabedelo além de outros procedimentos ilícitos. Após a primeira fase da operação, Viana que ficou atrás das grades por mais de um ano.

Curiosidades geográficas do Manaíra Shopping

Mas voltando ao Manaíra Shopping, digo uma curiosidade. Parte do estabelecimento está situado no município que faz divisa com João Pessoa. E no decreto barrado pela Justiça, por solicitação do ágil e competente Ministério Público da Paraíba, nenhuma loja daquele imenso estabelecimento poderá abrir.

Derrota de Santiago e Vitor Hugo
O MPPB conseguiu uma liminar na Justiça relacionada à manutenção do isolamento social. Desta vez, a decisão judicial atende a Ação Civil Pública 0834075-54.2020.8.15.2001, contra Portal Administradora de Bens para que se abstenha de reabrir parcialmente o Manaíra Shopping.

A Ação Civil Pública (ACP) foi ajuizada pela promotora de Justiça que atua em defesa da saúde em João Pessoa, Jovana Maria Silva Tabosa, na segunda-feira (29) e a tutela antecipada de urgência foi concedida na manhã dessa terça-feira (30).

Ainda houve outra manifestação por parte do Ministério Público, desta vez do promotor Francisco Bergson Gomes Formiga Barros, que ajuizou ação civil pública após tentativa de solução extrajudicial recomendando ao prefeito Vítor Hugo Castelliano que observasse as restrições impostas por decreto estadual às atividades econômicas na cidade.

Diante da resistência do gestor, o MPPB requereu na Justiça a antecipação da tutela, garantindo a suspensão imediata do Decreto Municipal 38/2020 e o respeito ao teor do Decreto Estadual 40.304/2020 (e suas prorrogações). Agora, por determinação judicial, o Município deve adequar suas atividades aos critérios estabelecidos pela sua classificação na “bandeira laranja”.

Promotora explica a decisão judicial

Em resumo geral, as normas de isolamento emergencial devem ser mantidas, e aqui muito bem esclarecidas pela promotora de Justiça que atua em defesa da saúde em João Pessoa, Jovana Tabosa. Ela considerou “descabida” a decisão dos empresários em dividir o empreendimento (Manaíra Shopping), que tem sede na Capital, para fins de funcionamento e pediu a tutela antecipada de urgência para evitar sua concretização.

“A obrigação da pessoa jurídica é indivisível”, justificou. Além disso, segundo ela, “o coronavírus não conhece e nem respeita barreiras geográficas, sendo certo que a circulação de pessoas dentro do shopping acarretará a disseminação do vírus em todas as áreas comuns e em frequentadores de todas as localidades”.

E continua a promotora: “Independente das lojas e quiosques com programação de reabertura pertencerem à circunscrição de Cabedelo, diversas áreas do empreendimento são comuns e indivisíveis em sua fruição. É o que se dá, por exemplo, com as ruas de acesso ao shopping, as portas de entrada, o acesso aos corredores e aos locais de estacionamento de veículos, que estão localizados tanto no município de Cabedelo quanto no município de João Pessoa”, diz trecho da ACP.

Diz ainda Maria Tabosa: “No processo, o Ministério Público alerta para o risco de aglomeração de pessoas, sejam elas funcionários, lojistas ou frequentadores. A disseminação e transmissibilidade do coronavírus é real e iminente, principalmente considerando que se trata de local fechado, com pouca circulação e renovação do ar natural. Com isso, os efeitos nefastos da medida certamente serão sentidos pelos moradores desta Capital, tendo em vista que parte do estabelecimento fica localizado em João Pessoa e que a maioria dos seus frequentadores são aqui (na Capital) residentes”.

A medida “afeta” o faturamento de 83 lojas. Mas o que significa essa melhoria econômica diante de um possível colapso na saúde de João Pessoa, que seria obrigada a reservar leitos de UTIs para os moradores de Cabedelo e, ainda mais, toda a região metropolitana, pondo a vida de centenas de vidas em risco por caprichos de empresários e um prefeito que não tem o menor respeito à sociedade?

Eliabe Castor
PB Agora


Porque eu continuo acreditando em Ricardo Coutinho

 Tião Lucena


Um amigo me questionou dia desses: – Por que você continua defendendo Ricardo Coutinho?

E eu lhe respondi:

-Porque até agora ninguém provou que ele é culpado.

Disseram que ele desviou dinheiro, mas ninguém descobre onde esse dinheiro está escondido.

E pego a me perguntar: Se esse homem passou pelo governo roubando, como se explica a administração que fez?

Revolucionou o Estado, fez estradas asfaltadas de Cabedelo a Cachoeira dos Índios, fez adutoras para levar água aos rincões mais distantes, fez escolas a perder de vista, fez hospitais, abriu leitos nos hospitais já existentes, criou o condomínio Cidade Madura, construiu barragens e açudes, construiu com recursos próprios o fabuloso Trevo das Mangabeiras, presenteou João Pessoa com o monumental Centro de Convenções e, dentro do Centro, construiu um dos mais modernos e espaçosos teatros do Nordeste. O Espaço Cultural estava caindo e Ricardo o recuperou, o Viaduto do Geisel não saía do papel e Ricardo o construiu, tudo que é bom e grande e importante na Paraíba foi feito por Ricardo Coutinho, funcionários deixaram de tomar o salário emprestado e receberam religiosamente em dia. O Trauma deixou de passar vergonha com macas apreendidas por faltar leito aos pacientes e, aumentado, passou atender a demanda. Ele também fez o Hospital Metropolitano de Santa Rita e o Hospital do Câncer em Patos.

Achando pouco, deixou para o seu sucessor um saldo bancário de 300 milhões de reais.

Se esse homem roubou fazendo tanto, o que poderemos dizer dos que passaram pelo Governo e nada fizeram?

E onde está o dinheiro roubado?

Ninguém encontra. Já procuraram, buscaram, vasculharam, reviraram suas contas bancárias, a dos familiares, a de possíveis guardadores do dinheiro, teve quem desarquivasse das estantes do passado as velhas botijas para dizer que o dinheiro estaria enterrado, mas não houve cão farejador ou equipamento tecnológico capaz de detectar o tão propalado esconderijo.

Paralelo a isso, a mídia criada para combate-lo faz a festa, massacra sua reputação, debocha da sua honra, faz gato e sapato de um homem que ainda não teve culpa formada, não foi julgado pela justiça, não teve nem mesmo a oportunidade de mostrar a sua verdade.

A cada semana uma lapada, até o seu sustento está comprometido com bloqueios disso e daquilo. Hoje mesmo teve sua casa de morada bloqueada.

E se no final de tudo, a justiça concluir que Ricardo é inocente, quem vai lhe ressarcir o prejuízo?


TSE rejeita arquivar ações que pedem cassação da chapa Bolsonaro e Mourão

 
Corte atendeu a pedido das coligações dos então candidatos Guilherme Boulos (Psol) e Marina Silva (Rede) para reabrir a fase de produção de provas para comprovar o suposto abuso de poder na campanha presidencial de 2018

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
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Revista Fórum - O Tribunal Superior Eleitoral decidiu nesta terça-feira (30) que duas ações que pedem a cassação da chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão por crimes eleitorais devem retornar à chamada fase de instrução do processo para o recolhimento de novas provas.

Por 4 a 3, a corte decidiu reabrir as investigações sobre o hackeamento, durante o pleito, de um grupo nas redes sociais que reunia 2,7 milhões de pessoas contra o atual chefe do Executivo. Após a invasão, o grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” passou a ter o nome “Mulheres COM Bolsonaro #17” e o então candidato publicou um agradecimento nas redes sociais.

As coligações de Marina Silva (Rede) e de Guilherme Boulos (PSOL) entraram com uma representação no TSE e pediram a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão por abuso de poder durante a campanha.


Corregedor Nacional de Justiça determina apuração de venda de decisões judiciais


Decisão do ministro Humberto Martins veio após mandados de busca e apreensão contra magistrados do TJGO

Corregedor manda investigar negócios de desembargador do Rio com empresa
Ministro Humberto Martins, corregedor nacional de Justiça do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou, nesta terça-feira (30/6), a instauração de pedido de providencias para apurar a suposta prática de negociação criminosa de decisões judiciais por magistrados do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).

Segundo o ministro, chegou ao conhecimento da Corregedoria Nacional de Justiça, através de matéria veiculada pela imprensa, de que o STJ autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra magistrados do TJGO em um desdobramento da Operação Máfia das Falências, deflagrada em novembro do ano passado, em Goiás e mais três estados. A ação apura a suposta venda de decisões judiciais em processos de recuperação judicial de empresas.

O corregedor nacional encaminhou ofício ao ministro Mauro Campbell Marques, relator do processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ), solicitando o compartilhamento de eventuais provas ou elementos de convicção contra magistrados do TJGO, investigados pela suposta venda de decisões judiciais.


No oficio, Humberto Martins cita a notícia jornalística e solicita o compartilhamento das informações para que sejam adotadas providências pela corregedoria nacional no que diz respeito a possível prática de infração disciplinar por parte dos magistrados investigados. (CNJ)

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Justiça derruba decisão que determinou uso de máscara ao presidente

 
Desembargadora diz que decreto do DF já obriga uso da proteção

Justiça derruba decisão que determinou uso de máscara ao presidente
A decisão derrubada foi proferida pelo juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível de Brasília Foto: Marcello Casal Jr

A desembargadora Danielle Maranhão Costa, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, anulou hoje (30) a decisão que impôs ao presidente Jair Bolsonaro o uso obrigatório de máscara em espaços públicos do Distrito Federal durante a pandemia do novo coronavírus.

Na decisão, motivada por um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU), a desembargadora afirmou que um decreto do Distrito Federal já obrigou o uso de máscara de proteção nas ruas e não cabe ao Judiciário interferir na questão.

“Assim, reconheço ausência de necessidade de ajuizamento da ação de origem para a finalidade de compelir os cidadãos ao uso de máscaras, independentemente do posto que ocupem na Administração do Estado”, decidiu a magistrada.

A decisão derrubada foi proferida pelo juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível de Brasília, a partir de uma ação popular protocolada por um advogado. (ABr)

Diariodopoder.com.br

 


Reitor argentino deu título de “doutor” a Lula um mês antes de desmentir Decotelli

 
Franco Bartolacci fez cerimônia virtual para homenagear petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro

Reitor argentino deu título de “doutor” a Lula um mês antes de desmentir Decotelli
Franco Bartolacci fez cerimônia virtual para homenagear petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro

Em 21 de maio, um mês antes de o ex-ministro da Educação Carlos Decotelli ter sido desmoralizado com sua afirmação de que ele não concluiu curso de doutorado na instituição, o reitor da Universidade Nacional de Rosário (Argentina), Franco Bartolacci, fez uma “cerimônia virtual” para conceder um “título honoris causa” ao ex-presidente Lula, petista condenado duas vezes por corrupção e lavagem de dinheiro. E ainda avisou: assim que puder, fará cerimônia presencial com seu ídolo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A inundação de “inconsistências” no currículo de Decotelli começou com a Universidade de Rosário. Depois passou uma boiada.

Além do doutorado, Decotelli também não realizou um pós-doutorado na Alemanha e é acusado de plágio na dissertação de mestrado.

A cerimônia virtual da universidade argentina homenageou o trabalho de Lula na educação e batalha contra o analfabetismo.

Decotelli também disse que tem vínculo com a FGV, onde leciona há 40 anos, mas que a universidade nega. Ele atribui sua demissão a isso.

Diariodopoder.com.br

 


Advogado preso pela Polícia Civil é transferido para Batalhão da PM em Campina Grande

 Polemicaparaiba

A Polícia Civil da Paraíba, através do trabalho investigativo da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de Campina Grande (DRF/CG), em ação conjunta com a Força Tarefa enviada para apurar crimes ocorridos em Catolé do Rocha, prendeu no último sábado, 27, em Campina Grande, um advogado de 39 anos que teria ligação com organizações criminosas responsáveis por ataque a bancos e homicídios no Sertão do Estado.

Segundo o repórter Emerson Machado, da TV Correio, trata-se de Flávio Márcio de Sousa Oliveira. A informação também foi publicada pelo site Folha da Paraíba.

 
Em entrevista coletiva realizada na manhã desta segunda-feira (29), o delegado Diego Beltrão, da DRF-CG, disse que o suspeito já foi transferido para o 2º Batalhão de Polícia Militar, onde ficará à disposição da Justiça. Os delegados André Rabelo, superintendente da 2ª SRPC, e Demétrius Patrício, da DRF-CG também participaram da coletiva.

No momento da prisão, ocorrida no bairro José Pinheiro, o advogado estava se preparando para fugir do Estado. “O suspeito foi preso em razão do cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Mista da Comarca de Pombal e estava em Campina se preparando para sair do Estado”, disse o delegado Demétrius Patrício.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, ele é suspeito de ser um dos líderes da organização criminosa desarticulada na Operação Ladinos, deflagrada no sertão paraibano, no final do ano passado. “Durante as investigações ficou evidenciado que além de atuar na advocacia da organização criminosa, o advogado era o mentor intelectual da organização e o responsável pela aquisição de armas de fogo que eram utilizadas nas ações do grupo”, destacou o delegado Diego Beltrão.

A Operação Ladinos teve como objetivo desarticular uma organização criminosa que praticou diversos assaltos a bancos e carro-forte nos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte, Resultando na prisão de 22 criminosos e apreensão de diversas armas de fogo de grosso calibre.

Segundo o delegado Diego Beltrão, da DRF/CG, o advogado vinha sendo investigado há mais de dois anos, quando houve uma série de “estouro de bancos” na região do Sertão. As investigações concluíram que ele se utilizava de sua prerrogativa de advogado para colaborar com informações para membros de organizações criminosas.


“Por conta dessa conduta, foi determinado pela Justiça que ele fosse proibido de frequentar o Fórum e outro locais em que pudesse ter acesso a informações, no entanto, foi verificado que ele continuou a manter contatos com os suspeitos de fazerem parte de crimes cometidos em várias cidades do Sertão”, disse.

Policiais que fazem parte da Força Tarefa enviada para investigar a chacina ocorrida em Catolé do Rocha na semana passada também entraram no caso e descobriram que o advogado teria envolvimento com as duas quadrilhas que provocaram as mortes de famílias rivais na cidade.

“Com o desenvolvimento das investigações e constatação de que ele estava descumprindo as determinações judiciais, bem como sua relação com essas organizações criminosas, as equipes da DRF/CG e da Força Tarefa da Polícia Civil, conseguiram localizá-lo e prendê-lo em Campina Grande neste sábado”, concluiu o delegado Diego Beltrão.

As investigações continuam e a Polícia Civil destaca que a participação da população através de denúncia anônima é muito importante para a resolução de casos como este. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia. Para tanto, bastar ligar para o número 197 (Disque-denúncia), cuja ligação é gratuita e será garantido o anonimato do denunciante ou da denunciante.


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