A Operação Lava Jato? Limpará o país?




A Operação Lava Jato já vem rolando há uns três ou quatro anos.

Não podemos negar os resultados da ação da Polícia Federal e do Juiz Moro.
Mas, em razão do sistema judicial brasileiro, em que provas provadas e robustas nem sempre valem, essa esticada no tempo tem permitido que os meliantes consigam lavar a jato os dinheiros surrupiados, esquentá-los e os tornarem "limpos".

Quanto mais se junta papeis, documentos, depoimentos, acordos de delação premiada, mais os bandidos ganham tempo para se organizarem, se defenderem e terem as penas reduzidas, sem devolução do dinheiro desviado.

E tem mais. Vejo muita denúncia, muita notícia, muita informação, dizem, vazadas, mas não vejo nenhum documento fazendo ligação com os chefões do esquema, embora todo mundo saiba quem são, seus nomes, endereços, patrimônio, folha corrida.
Os pizzaiolos oficiais estão preparando a pizza, a ser degustada com caviar, financiado, nem fiquem pasmos, por nós, palhaços contribuintes.

Não creio que seja diferente, por mais superlativa que seja a bandalheira, com bilhões pra cá, bilhões pra lá, bilhões pra nós pagar.
Virgolino de Alencar

Fobia-crime? - Virgolino de Alencar




Em todos os dicionários que consultei, inclusive o etimológico, fobia é definida como medo, pavor, transtorno psíquico. Em nenhum é dada a acepção de ódio, rejeição repulsiva, enquadrável como crime.

Depreende-se, claramente, que fobia é doença, mal a ser tratado. Acrofobia(medo de altura), Aerofobia(medo de voar), Fotobia(medo da luz), Fobia Social ou Agorafobia(medo do mundo exterior), tendo até a "Fobofobia"(Medo de adquirir uma fobia).

Desse modo, ao se acusar uma pessoa de fóbico e achar, por absurdo, que a pessoa deva ser punida, há que se provar, através de especialista, que o indivíduo acusado tem o transtorno e, se comprovado que perturba a paz social, a lei obriga deverá impor o tratamento.

Por aí, essa barulhada toda em torno da homofobia, com lei que só o Brasil costuma editar, está se trilhando por vias absurdamente contrárias à lógica e à definição léxica de um verbete, enquadrado como crime.

Se, repito, provado cientificamente que um indivíduo é homofóbico(tem medo de pessoa do mesmo sexo- essa é acepção correta), cabe pedir assistência médico-psicológica, tratamento de saúde.

Querer punir de pronto com prisão, confinamento penal, não faz o menor sentido dentro da lógica do próprio direito e da justiça.

Pensa bem nisso, gente, para que a discussão se torne séria, não misturando com o preconceito, que se situa em outro mandamento jurídico e cabe outro tipo de demanda, de provas, de julgamento.

Esquerda x direita - Õ joguinho ruim! - Virgolino de Alencar


A disputa que historicamente travam, no mundo inteiro, a Esquerda, dita socialista, e a Direita, dita liberal, tranformou-se numa pelada digna das partidas jogadas nas várzeas entre times formados por iniciantes ou, ao contrário, por jogadores de idade avançada, que não servem mais para equipes das competições regulares.

Na contenda político-ideológica prevalece a segunda alternativa, com as agremiações constituídas de craques que passaram por grandes times e hoje são representantes do passado, envelhecidos, cansados, sem fôlego e com o raciocínio e a criatividade prejudicados pelo desgaste físico que o tempo inexoravelmente impõe.

É assim que está a luta, comparada com a, mas nada, esportiva, entre a Esquerda e a Direita no mundo atual. As táticas estão ultrapassadas, os esquemas de jogo tornaram-se obsoletos, as ideias envelheceram, os jogadores já não rendem o esperado.
A Esquerda tinha ataque, mas não tinha defesa. A Direita tinha defesa, mas não tinha ataque. As deficiências de cada equipe começaram a ser supridas por estratégias antidesportivas, com caneladas, mãos na bola, gols em impedimento, brigas de atletas, suborno de juízes, compra de jogadores adversários, litígios levados para o tapetão, enfim, buscando os fins, a vitória, utilizando-se de quaisquer meios.

Com o passar dos tempos, jogadores da Esquerda passaram para a Direita e vice-versa. As ortodoxias das táticas e estratégias foram se misturando, os procedimentos foram se uniformizando, daí somente restando, para diferenciar os times, as cores dos uniformes e os nomes das equipes,

O time da Esquerda assegura que continua com seu modelo, mas, com a infiltração de craques da Direita, aprendeu a dar caneladas, aliciar juízes, subornar jogadores adversários, fazer gol de mão, em impedimento, conseguindo vitórias, às vezes por largo placar, mas vitórias suspeitas e contestáveis.

A Direita sempre nega o velho comportamento já conhecido de cometer todas as faltas acima apontadas. Recrutando craques da Esquerda, tenta a Direita dar um cunho de modernidade às suas jogadas em campo, acham que ex-esquerdistas lhes dão grife e prova de que agradam e respeitam a torcida.

Contudo, no fim é tudo igual, a simbiose Esquerda/Direita é um fato da atualidade mundial, não havendo mais nítida identificação de fundo nos dois times, que usam as mesmíssimas armações táticas para iludir a galera de torcedores.
No jogo da Esquerda contra a Direita, ao contrário do futebol real, as torcidas organizadas já não se mobilizam sistematicamente, não se reúnem, não cobram dos cartolas melhores gestões dos clubes, limitando-se a comparecer ao campo e ficar com a sensação de que assistem a uma enfadonha pelada.

Definitivamente, está ruinzinho esse jogo Esquerda X Direita.

De olhos bem abertos na verdade das eleições - Virgolino de Alencar



 
Quem acompanhou a cobertura da apuração das eleições pela Globo News, de olhos abertos à realidade, deve ter notado o seguinte: os votos estavam sendo apurados, mas não divulgados, porque, em face do horário de verão, esperavam o bendito Acre fechar a votação.

Ocorre que os comentários dos apresentadores, que tinham informações dos resultados, deixavam a nítida impressão da vitória de Aécio.

Nem teve boca de urna, porque a hora permitida para divulgação da pesquisa coincidia com os resultados efetivos e seria até tolice divulgar uma previsão com a eleição quase decidida.

Cristiana Lobo, que declaradamente torcia por Dilma, estava com uma cara triste, não comentava, ela que sempre foi falastrona.
Merval Pereira, jornalista bem informado, deixava também a impressão da vitória de Aécio.

Eis que chegam os resultados do TSE, com 94% contabilizados.
Placar apertado, Cristiana de cara emburrada!
Nos 5% finais, Dilma virou.

Mas Cristiana demorou a recobrar o semblante e passou a sorrir e a justificar a vitória de Dilma, com os surrados argumentos de decisão do povo, da mera questão matemática, da legalidade, sem entrar em questões cruciais da base abandalhada que redundou nessa vitória, vitória, diga-se, nos moldes de uma estrutura legal em que minoria pode vencer.

De 145 milhões de leitores do país, Dilma teve 51 milhões, 51%, para sacramentar o número preferido de Lula: 51!
145 - 51 = 94 milhões que não apoiam Dilma, entre eles, os que não apoiam candidato nenhum.

Ela vai governar minoritariamente. Ela venceu Aécio. Não venceu o Brasil consciente.
É aí onde mora o perigo. Se a economia já estava desandando, ela não tem como rearrumar, porque não tem equipe para isso e nem o contexto ajudará. E nem os bandidos que a apoiaram e a financiaram vão deixar.

Os mentecaPTos podem berrar, relinchar, tugir, mugir, mas é essa a realidade.
E não estará longe de ser provada.
Janeiro está bem próximo.

Quem ganhou dinheiro com o governo do PT - Virgolino de Alencar


Para responder à pergunta “Quem ganhou com o governo do PT?”, precisa-se, primeiramente, observar que sequer os empresários (como, aliás, muitos outros importantes segmentos nacionais), que estão ganhando com os ventos favoráveis da economia brasileira, sabem distinguir a diferença entre a era do governo Lula e a gestão do presidente ex-operário e de sua sucessora.
A economia no mundo começou a bolha do crescimento desde a queda do muro de Berlim, o soterramento do pesadelo socialista e a introdução da agenda liberal, nos anos 90, onde o mercado livre e competitivo tomou as rédeas da condução dos sistemas econômicos.
A situação do Brasil, nesse aspecto, começou a receber os sopros desses ventos a partir da mesma época e teve maior impulso com a adesão, meio envergonhada de seus políticos ditos de esquerda, ao novo modelo e, mais ainda, com a introdução do Plano Real.
A partir de 2002, as potências do G-8, elegeram, para carrear maciçamente seus investimentos, os mercados de nações que apresentaram certo nível de desenvolvimento, circunstância em que os países do chamado BRIC(Brasil, Rússia, Índia e China e África do Sul), por suas características econômicas, foram escolhidos como os maiores clientes dos investidores externos. E são esses capitais vindos do exterior, em troca de elevados juros, principalmente os juros do Brasil, que alavancaram as economias locais.
Assim, de 2002 para cá, todas as economias em organização ganharam com o mercado globalizado liberal, que também passou a dar as cartas políticas, impondo um regime econômico com feição de certo modo singular, independente do matiz ideológico das chefias de Estado.
No Brasil da era lulista/dilmista/petista, o governo entregou a gestão à banda esperta do mercado, muita gente está enriquecendo, o sistema financeiro lava a égua, enquanto os gestores petistas zanzam pelo mundo, dizendo e fazendo o que lhe dá na telha, sem interferir na ação econômica, mas fazendo um belo marketing com a situação e tirando dela dividendos eleitorais.
Nossos chefes de Estado são, e não é leviandade, uns ergófobos, birôfobos, uns ociófilos, aerófilos, não gostam de ficar sentado na cadeira de presidente, administrando, decidindo, gerindo o país, demonstrando não ter os pés plantados na realidade, preferindo flutuar, tal nefélios, no mundo da lua, contemplando o cosmo sideral.
Portanto, não se deve ao governo o que acontece com nossa economia, mas às circunstâncias universais do final do século passado e início do presente século. O inconveniente disso, e aí mostra a fraqueza dos governos locais e particularmente do nosso, é a concentração de renda, o aumento da exclusão, a falta de ação na educação, na saúde, na segurança, na previdência, na infraestrutura, porque as riquezas estão sendo carreadas para as mãos dos poucos que não mais precisam tanto delas.
Se olharmos a economia por setores, na realidade não há um específico que tenha perdido dinheiro nesse período. Quando um setor ameaça ruir, o próprio mercado aciona os governos, concede-se generosos benefícios e a crise é debelada. Isso ocorreu com o sistema financeiro, com o sistema de construção civil, a indústria automobilística, e até com a moderna área de informática, dentro dela o fascinante setor de celulares, e muitos outros setores.
Entretanto, quando se olha para empresas e empresários, individualmente, é imenso o número de gente que quebrou, saiu de cena, ficando à margem do mercado e sem ter pra quem apelar. Os casos de desastre pessoal não aparecem, não interessam ao sistema, porque não abala os seus pilares.
O Brasil, que é um dos países que mais recebem investimentos externos(aqui, dólar está saindo pelo ladrão), porém, por outro lado, é o que menos cresce entre seus assemelhados(Rússia, Índia e China e África do Sul), é o de inflação mais elevada, por não saber tirar proveito dos recursos aqui internados, como o fazem seus irmãos do BRIC e o de maior carga tributária.
O perfil de distribuição das riquezas, no Brasil, que hoje está, praticamente, com 200 milhões de habitantes, é o mesmo de quando o país tinha lá seus 50 milhões de viventes. 10% dos brasileiros detêm 90% do PIB, consequentemente, 90% ficam com 10% desse Produto.
No meio de campo, fruto do desenvolvimento resultante de esforços pessoais, há uma camada classe “B” mais forte do que anos atrás, mas é essa camada que sustenta o mercado e o governo com seu consumo e seus impostos, não recebendo a contrapartida em boa educação, saúde, segurança, infraestrutura, aplicando parte de sua renda naquilo que é obrigação do Estado.
A carga fiscal-tributária em cima da classe média leva, considerando-se todos os encargos obrigatórios e compulsórios, valor próximo de 60% da renda, restando 40% para usufruto pessoal.
Por fim. Embora não se identifique setor econômico com perdas significativas, o modelo penaliza individualmente e quem sofre, como servidores públicos, aposentados públicos e privados, segmentos de trabalhadores que não têm sindicato com força de reivindicação, não são bolsistas e cotistas, sofre calado, porque o oba-oba de que tudo está uma maravilha é tão forte e tão barulhento que abafa a voz de quem reclama isoladamente.
E tudo parece um céu de brigadeiro, quando na realidade há é um céu pra urubu.

Está na hora Brasil - Virgolino de Alencar


Está na hora do Brasil e dos brasileiros conscientes, comprometidos com a ética, a moralidade, a defesa do patrimônio público, a justiça, que não têm rabo preso com cambadas de ladrões, aves de rapina, trambiqueiros, trampolineiros, que destroem e desmoralizam uma nação estarrecida, pois bem, está na hora da reação cidadã, da mobilização social, de denunciar e esclarecer os fatos sem meias-palavras.

Sem rodeios, deve-se afirmar com convicção que o sr. Luis Inácio da Silva, vulgo Lula das Patranhas, chefia uma quadrilha, comanda um crime político organizado, é uma organização no estilo alcaponeano que pode retroceder o país aos anos 30, quando a Cosa Nostra se juntou à Máfia americana e quase destruiu os Estados Unidos da América.

A Itália passou por processo idêntico ao do Brasil, mas a nação se mobilizou, sem baderna, pressionou, apareceu um juiz com coragem e, se não livrou, amenizou a força da Máfia Siciliana, botou as famiglias na cadeia, reduziu a influência das organizações criminosas sobre a política, sua infiltração no parlamento e nas instituições nacionais.


Hoje a Itália é uma nação desenvolvida, primeiro mundo, integrante da cúpula econômica mundial, em que pese a existência de figuras como Sílvio Berlusconi, o "Maluf Peninsular", que também lidera um séquito de bandidagem.

A democracia italiana, solidificada, resiste aos focos de corrupção, uma praga pandemônica que nenhum país está livre dela, mas a diferença com relação ao nosso Brasil é que lá tem punibilidade, tanto na justiça, quanto nas urnas. O sr. Berlusconi já foi chutado do poder, retornou com a força do capital que tem, mas, sob fogo cerrado da opinião pública e da imprensa foi obrigado a renunciar.

Está na hora do Brasil seguir outros caminhos e deixar de olhar para a mediocridade de Cuba, Bolívia, Venezuela, Líbia, Coreia do Norte, Irã e muitos outros maus exemplos de países que só colocam o mundo e as democracias em risco.

O Brasil é hoje um país prostituído politicamente, dominado por figuras nitidamente obscenas como Sarney, Renan, Mercadante, Collor, Maluf, Jader Barbalho, os Suplicy, Marta Botoxuda e Eduardo Botocudo,uma verdadeira súcia chefiada por um cidadão sem qualquer compromisso com coisas sérias, com trabalho, com produção, com projetos nacionais, com perspectivas futuras para a nação.

Ele nem sabe o que é isso, se falar em Epicuro ele pensa que é palavrão, mas vive curtindo o "Carpe Diem", a filosofia epicurista, vive alienado da realidade, embevecido com as delícias dos palácios.

Limita-se a zanzar pelo mundo, espalhando e dizendo bobagens, sendo o bobo da própria corte, o palhação do circo mambembe que armou no Brasil e que o torna deslumbrado com as mordomias do poder e com o aplauso de um séquito grotesco de vassalos e de um grupo pregado na máquina pública como carrapato, como cachorro agarrado no osso.

Não querem soltar nem a pau.

Tentam, inclusive, encobrir uma verdade: eles, o chefão e o poste que ele fincou no Palácio do Planalto, não podem armar o circo em praças públicas brasileiras, em ambientes onde estejam reunidas as massas, porque teme e os seus marqueteiros o protegem, uma sonora vaia, como ficou comprovado nesse período da Copa.

Com esse desastroso e humilhante resultado da Copa das Copas, onde o governo se meteu em área que não devia, em que se torrou muito dinheiro do contribuinte brasileiro, em que a FIFA levou bom quinhão de nossos parcos recursos, não dá mais para adiar uma ação e uma reação para a derrocar um pútrido sistema de desmandos no que deveria ser mando do país.

Está na hora, Brasil. Se deixarmos passar, esqueceremos que o tempo, senhor da razão, faz a hora, não espera acontecer.

As manchetes da mídia e o trocadilho - Virgolino Alencar


A mídia sempre gostou de exibir manchetes com trocadilhos, isto porque chama mais a atenção para a matéria.
Reproduzo algumas, independentes da qualidade, de ser de bom ou mau gosto. Só para registrar a curiosidade.
Quando no antigo festival da Record, lá nos anos 60, Sérgio Ricardo, sob vaias, quebrou o violão, um jornal da época manchetou:
"Violada em pleno auditório".
Na morte de um travesti brasileiro que foi cremado na França e cujas cinzas vieram para o Brasil, Sírio Bocannera escreveu"
"Bicha em pó regressa à terra natal".
A morte de um viciado em drogas, recebeu a manchete:
"Do pó vieste, pelo pó passaste, ao pó voltarás".
Na morte de um casal de turistas por três tigres, um jornal sapecou a aliteração:
"Trio de tigres tritura casal de turistas".
Na briga que separou Luana Piovanni de Dado Dolabella, a manchete maldosa:
"Luana não tem mais Dado em casa".
Os mancheteiros seguem aquela máxima:
Perdem o amigo, mas não perdem a manchete.
A propósito, se eu fosse escrever a manchete de Lula sobre seu vezo na prática de corrupção e vendo que lula é peixe marinho, escreveria:
"LULA MERGULHA NO MAR DA CORRUPÇÃO".
VIRGOLINO DE ALENCAR

A ilógica do futebol e o futuro do Brasil - Virgolino Alencar

 
Futebol é uma coisa muito estranha.
Na Copa de 2010, a Suiça passou para a segunda fase, sem fazer e nem levar gol.
A França viajou de volta logo na primeira fase.
Agora, a França, desacreditada, chocolata 5 na Suiça, que certamente voltará pra casa cedo, num jogo em que fez muitos gols(3).
A Costa Rica vence dois campeões do mundo(Uruguai e Itália) e ainda pode vencer a Inglaterra, desclassificada e desmotivada.
E o time das estrelas verde-amarelas, a mais cara seleção do mundo do futebol, os que dizem que colocam a pátria na chuteira, apresentaram uma nova característica do futebol brasileiro.
Em vez de comer a bola, gostam de comer grama. Neymar, o craque mais caro, quando vê um adversário perto, enfia a cabeça na grama e dá nela um mordidinha.
O caminho do gol, o jogador brasileiro esqueceu. Aliás, lembrou bem da sua própria rede, onde Marcelo fez um bonito gol. Em dois jogos, o Brasil fez quatro gols(com o de Marcelo, claro).
Uma média de 2 por partida. Seria boa se a desconfiança não tivesse entrado na cabeça do brasileiro, tal um gol contra.
Não tem pátria nenhuma em chuteiras. Mas colocaram a pátria nas patas e estão pisando nela.
Como sou da geração do futebol de 70(Tri com louvor), fiquei viciado em gols. Não me interessa dribles, fintas, pedaladas, rebolados. Quero ver é gol. Sou adicto de gol. Golônamo. Se não sai gol, sinto uma sensação de abstinência!
Um gol por cada bilhão que a seleção(no conjunto) ganha estaria de bom tamanho.
Mas, a bola, que agora só dá bola para as Marias Chuteiras, cola cada vez mais a ilógica no futebol.
Passa logo, Copa da Corrupção. O Brasil precisa colocar o foco em uma luta para definir seu futuro. Estamos precisando de uma "bola de cristal" que nos mostre onde está a luz no fim do túnel.
Estamos na escuridão de um túnel, sem luz no fim, porque roubaram o gerador.
Ô Brasil!
Virgolino de Alencar

Renan e Collor como defensores? - Virgolino de Alencar


Quando um governante está necessitando da defesa de Collor e Renan, é sinal evidente de que está mal.
Por outro lado, a defesa dessas duas tristes fiuras, representantes da mais lamacenta bandalheira nacional, só estraga cada vez mais uma imagem já bastante estragada.
É o lixo querendo limpar a sujeira.
Com isso, o PT mostra a que veio, quais são seus condenáveis designios, seus objetivos no poder, no qual pregou-se como carrapato e não quer mais despregar-se, salvo no cacete, quando a sociedade acordar desse estado letárgico e tolerante que a joga numa incrível sonolência político-cidadã.
A vaia, que já está fazendo parte de um pequeno bocejo da sonolência, pode ser o começo do despertar. Em seguida virão as manifestações públicas, que esperamos sem vandalismos e nem prejuízos à vida, ao ir e vir da própria sociedade irresignada, mandando um recado aos safados que já passaram da conta no abuso de nossa paciência.
Se não entenderem o recado, aí não haverá jeito, senão o chute na bunda e o empurrão para descarrapatá-los dessa sombra e água fresca que estão vivendo nas doçuras do poder.
Collor, Renan, Maluf e Sarney, agora bons companheiros socialistas, com suas emporcalhadas imagens, vão ser motivo para que a sociedade brasileira ponha a última pá de cal na tumba de um governo que se enterra na lama, colocand-se nos sete palmos abaixo da terra.
E a alma indo para o inferno.
Boa viagem e boa eterna estada no Reino de Lúcifer.
Virgolino de Alencar

O projeto de Deus - Virgolino Alencar

 
Muita gente, na mídia, nas redes sociais, tem baixado lenha em cima de quem fala de religião, de fé, de espiritualidade, argumentando que a pessoa que se mostra adepta de alguma crença se contradiz ao emitir sua opinião sobre fatos e pessoas, com críticas, digamos, duras, conceitos que, no mínimo, abespinham o alvo da crítica, outros(os religiosos) passam a exaltar figuras pecadoras do ponto de vista social, político, econômico, comportamental, etc.
Quando Deus criou o homem, deu-lhe, antes de tudo, o livre-arbítrio, para em seguida ditar as normas de vida, as regras de procedimentos, como seguir a fé, a crença, a espiritualidade. Deus não põe focinheira no homem. Dá-lhe orientação para que ele, no seu arbítrio e liberdade, quando pecar, reconhecer o erro, corrigir-se, pedir-Lhe perdão e Ele o perdoará.
Não exigiu o Supremo criador que o homem seja santo pela própria natureza, seja puro, faça juramento de castidade, viva eternamente em retiro. Deixou a critério de cada um seguir seu caminho, até pela certeza de que os homens, quando reunidos em comunidades, estabeleceriam regras e normas para controle da convivência.
Deu ao homem(ser humano – homem e mulher) o senso básico que constrói e assegura a vida comunitária: o sentimento de família, onde repousa toda a estrutura que o prende no compromisso de ser cidadão, pai, mãe, filho, filha, irmão, irmã, enfim, parente de sangue e, por afetividade, de ter amizade e cultivar o companheirismo.
Não tenha o homem medo de se confessar pecador, de agir erradamente e reconhecer o erro, de submeter-se a julgamento, de ser penalizado, pagar e apagar os pecados, desejando Deus que isto resulte em reentrada no leito do rio da normalidade que Ele traçou para cada um.
Estar no Projeto de Deus é sentir e saber que Ele comanda, lidera, mas não vive a mandar o que você tem que fazer, nem vive gritando para que você pare de caminhar, por escolha sua, pela trilha certa ou errada. Você é que, na sua fé, na sua crença, deve agir de modo consciente, mesmo quando a ação vá na contramão do que Ele normatizou, tendo ciência de que, ao se desentender com outro irmão, não precisa sopesar qual o maior erro: o seu ou o do irmão. Corrija o seu e deixe o irmão decidir sobre o dele,
Nesse prisma, não vejo contradição, nem incompatibilidade, entre a crença e as críticas, os juízos de valores que fazemos dentro da comunidade em que vivemos, até mesmo quando não aceitamos o excesso de convenções e regras que a sociedade, quando reunida num ente único, impõe à nossa individualidade, adentra na privacidade mais íntima de uma ou grupo de pessoas, principalmente pré-julgando, preconceituosamente, as opções individuais fora do regrismo bitolante, desde que não seja ato criminoso, prejudicial ao conjunto da humanidade, tendo para isso leis e códigos.
E por observar todas essas circunstâncias expostas acima, reconhecendo que sou pecador, que não sou santo, que cometo os humanos erros, que, por força de estranhas reações que nem a gente explica, extrapolo os limites da racionalidade e da razoabilidade, porém, acreditando que humildemente sei retroceder e encaixar-me nas ordenações divinas, tenho convicção de que, mesmo não engolindo as pílulas amargas que querem empurrar goela abaixo ou opinando sobre procedimentos nocivos de quem representa a sociedade, sobre quem, montado em falsas ideologias, pratica um ludíbrio à cidadania, sou e estou na subordinação e na messe do Projeto de Deus.
Ele é a melhor testemunha e é Ele que me julgará e decidirá meu destino ao passar para o plano onde se encontra a sede de Seu reinado.
Irmãos, eu os respeito. Mas tirem do caminho seu falso julgamento, que eu quero passar com minha liberdade.
Amém!

"Roube que o governo garante' - -Virgolino deAlencar

No Brasil, tristemente, a mensagem que guia cabeças e mentes é representada pela absurda sentença de que “pode roubar que se dará bem na vida e mais ainda nas urnas”. A eleição de Maluf como o deputado bem votado, de Tiririca com expressiva votação e de Fernando Collor para senador, além de muitos mensaleiros e sanguessugas, só atestaram que o fenômeno Lula é resultante dessa estranha postura do eleitor brasileiro.

O governo do PT, sob o comando de Dilma e influência de Lula, deu maior dinâmica e refinou o sistema de corrupção, tráfico de influência, de assalto às estatais para surrupiar delas o dinheiro para financiar um projeto de poder de longo prazo e, pior, de formação de bando de chantagistas que se aliou a traficantes, a bicheiros, forjando dossiês próprios do submundo do crime organizado, para desmoralizar e destruir adversários.

Nessa linha, o PT enlameou de vez a política brasileira, consagrou o rapa nos cofres públicos, institucionalizou o caixa dois, inventou o dinheiro de campanha não contabilizado e terminou por nivelar por baixo todos os atores da cena política nacional, colocando todos no mesmo saco, para justificar os horrendos crimes perpetrados nos subterrâneos por onde passaram a transitar os lulo/petistas e aliados após a chegada ou tomada do poder.

Com toda onda e todo tipo de escândalos, os chefes do sistema nunca tomam conhecimento, limitando-se, após as denúncias esquentarem, a aceitar passivamente o pedido de afastamento do auxiliar desidioso e corrompido, conformando-se e alegando, inconvincentemente, que adotara as providências exigidas para os escabrosos casos.

Na verdade, a presidente da República foi, é e será considerada uma dirigente omissa diante dos criminosos escândalos, não tomando a providência correta que é a de mobilizar a Polícia Federal e a CGU para a apuração e encaminhamento ao Ministério Público, para formalizar a denúncia junto à Justiça. Sem isso, a presidente comete crime de responsabilidade, previsto no código penal.


Num dos episódio de dossiês montados para acusar adversários, chegou-se ao máximo da ousadia da troupe petista, negociando documentos forjados por um criminoso que tem passagem pela polícia e pela justiça, mobilizando dinheiro originado no antro dos bicheiros, onde é notória a ligação com o crime organizado. Não podia ocorrer episódio mais degenerativo, mais profundamente imoral, mais deprimente para as instituições nacionais.

Para espanto das pessoas de bom senso, de boa formação política, quanto maior o escândalo mais o ex-presidente Lula aumenta a blindagem em torno de sua pessoa, desenhando-se um cenário em que sua liderança se transforma em aberração. O Mensalão é um sintomático exemplo, quando o então chefe de governo não sabia o que se tramava ao lado de seu gabinete, por pessoas de sua absoluta confiança.

Nem quero aqui afirmar que os opositores partidários sejam melhor ou menos ruins, de modo a atrair a maioria de votos numa disputa. Se as duas opções são claramente ruins, haverá uma lógica no equilíbrio da disputa e na vitória apertada de um ou de outro candidato, possivelmente com muitos votos brancos e nulos.
De tudo isso, somente uma lição, com cores de mau exemplo, fica nesse lamentável momento brasileiro, lição extraída de um antigo slogan do governo militar – “Plante que o Governo Garante” – agora traduzido para o slogan da era petista:
“Roube que o Governo Garante”.

Lula vai para cima de faca - Virgolino de Alencar

 Ir pra cima de quem, cacete. O Brasil é que tem de ir pra cima de tua corja, abrir a caixa-preta da Petrobras e todo o tesouro público e a estrutura do Estado brasileiro, aparelhado para satisfazer o desígnio dos mais medíocre cidadão que a política nacional já criou em toda a sua história.

Fanfarrões Minésios eram personagens de ficção, da literatura, às vezes inspirado em ou outro político. Odorico Paraguaçu também é personagem de ficção.
Pois bem.  Sr. Lula encarna, na realidade, um Fanfarão Minésio e um Odorico Paraguaçu.E não é, em absolutamente nada, mais do que a parlapatice dos dois personagens da arte ficcional brasileira.

É nulo, sem princípios, sem ética, sem moral, nivela tudo por baixo na vida, menos o avanço em dinheiro para ter posição junto ao banquete das elites que ele esbraveja hipocritamente, não cita um nome sequer, o que faz das elites, que ganham dinheiro como nunca nesse país, companheira que não se chateia com o bla-bla-blá dele, porque sabem de seus objetivos e dos interesses delas que ele pode manter.
Sua vocação para a bandalheira é contumácia delitiva.

Nisso, ele é consciente, tanto que não se dá ao trabalho de responder acusações, como as de Tuma Junior, onde um silêncio ensurdecedor predomina.

Enfim, até quando isso?
 

Vamos desmontar a farsa - Virgolino de Alencar

 
(Aos amigos Antonio Carlos Iranlei Toscano e Marcelo Ferreira que estão nessa batalha.)

Virgolino de Alencar

Nessa discussão sobre o 31 de março de 1964, está havendo muita hipocrisia, muito falatório que desconfio estar sendo motivos para esconder sujeiras e bandalheiras atuais.

Tem muita gente que não era nem nascida falando como se fosse partícipe e estivesse presente à época.

Para mim, não está sendo uma questão de estudo, porque neste caso não precisaria ter participado. Estudar a História, claro, vale a pena, mas para entendê-la e não usá-la a pretexto de desígnios do momento.
Eu vivi, na Faculdade, aquele dia, aquela noite. E estou vendo muita mentira, muita choradeira, na contramão da verdade dos fatos, do contexto da época.
Não vou negar que tive medo, até porque a onda surgiu como o que hoje chama-se de tsunami.

Mas o tempo ensina muitas coisas.

Observo que muitos choradores de hoje esconderam-se, enfurnaram-se em buracos, para, depois da anistia, apresentarem-se como vítimas e ganharem uma boa pensão vitalícia do Tesouro. Sem ter sofrido qualquer arranhão.
Recebem a pensão e, provando quem realmente eram, estão usufruindo dela na Papuda e, ainda por cima, com vaquinha.

A reação de hoje, contra o poder de hoje, contra a ditadura disfarçada de hoje, não tem nada a ver com aquele passado, recente, mas é passado.
Mais recente foi a farsa das eleições diretas, do carnaval patriotizado, desembocando na Nova República de Sarney & Cia. Que facilitou mais ainda os tortuosos caminhos de hoje.

Tancredo não queria, está provado, eleições diretas. Era cdandidato forte nas eleições indiretas, porque soube instrumentalizar o Congresso da época para esse fim.

Caímos num conto, na cria de Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma. De lá pra cá só nos empurram farsas e nós vamos engolindo.

Acham pouco e querem montar um cenário distorcido das reações de hoje para asssegurar e até piorar a força do poder discricionário, caçando a palavra do cidadão, numa época em que a tecnologia abre essa ampla oportunidade para dar vez e voz a quem não tinha, porque a mídia não dava.
A força da cidadania está gerando medo na cauda de muita gente de rabo preso na lama, fazendo com que procurem chifre em cabeça de cavalo e já vão apontando o dedão estigmatizador, adjetivando as pessoas e atribuindo-lhes ideias que elas jamais introjetaram em suas mentes.

Insisto. Estão montando uma farsa e levantando fatos para quem sofreu ou teve parentes que sofreram(não conheço regime nenhum do mundo em que não tenham pessoas sofridas), com entrelinhas até bem expostas, contando com a solidariedade de muita gente boa também.

Ainda tem muita gente viva que sofreu sob Hitler, Mussolini, Stalin & Cia. O nazismo, o fascismo e o comunismo fizeram escola. Uma das lições é atribuir aos adversários o que estão fazendo à semelhança desses grandes e terríveis caudilhos.

Com pão, circo e um sistema mentiroso, com Copa para entorpecer multidões, com essa arma apontada para o pasado, mesmo assim, em razão do grande descalabro, se deixarem que outubro chegue, e lá, no silêncio das urnas, que se pode apagar toda essa palhaçada.

Espero e estou pronto a explicar em melhores detalhes essa posição. Podem vir com suas chulepências, manparrices e maninelices, que estou pronto para o debate.

Obs. Sem revisão, dada a urgência.

O machadiano Dr. Simão Bacamarte moderno - Virgolino de Alencar

 No conto “O Alienista”, Machado de Assis cria e descreve o inusitado cenário da Vila de Itaguaí, onde o Dr. Simão Bacamarte, médico, metido a cientista freudiano, funda a Casa Verde, um asilo para o qual ele leva os loucos da cidade, internando-os compulsoriamente.

 

No seu experimento, Dr. Bacamarte chega à conclusão de que os loucos que ele internara não eram tão anormais assim, dando alta e liberando todos. E, na sua visão um tanto distorcida, os alienados a merecerem internamento eram os cidadãos antes considerados normais. E compulsoriamente vai internando as pessoas da cidade, criando um ambiente de verdadeiro terror.

Mutatis, mutandis, o Brasil está se transformando na Vila de Itaguaí, e há, sem uma identificação clara, como uma força oculta, um Dr. Bacamarte com uma Casa Verde, em endereço não revelado. As experiências desse Dr. Bacamarte do Brasil do século XXI está causando terror idêntico ao personagem de Machado de Assis.

 

O novo cientista freudiano, que não mostra a cara, suprimiu a primeira etapa da experiência, deixando soltos e livres os loucos e os bandidos assassinos do país, que passaram a ser seus serviçais. A sua ação está sendo diretamente sobre os cidadãos normais, que ele está forçando-os a se trancarem em casa, porque, se saírem às ruas, serão levados para a Casa Verde que, no caso brasileiro, só sairá de lá para o cemitério. Se não for internado, o perigo é mesmo, em decorrência da morte por bandidos, assaltantes, acidentes de carros e trens ou por explosões de aviões adredemente preparados pelo oculto Dr. Bacamarte, para espatifarem-se em colisão no ar ou em pistas de aeroportos que funcionam como cilada para os passageiros.

Dr. Simão Bacamarte da era atual é ativo, vigilante, tentando a todo custo, todo dia, o ano inteiro, empurrar cidadãos para o internamento em sua Casa Verde, cidadãos honestos, trabalhadores, criadores e produtores de bens, serviços e ideias para a sociedade.

O cidadão que tem sua morada financiada a alto custo, que adquire seu automóvel com dificuldade, que precisa viajar de avião a serviço ou a negócio, vive à espreita do perigo que lhe cerca pela atividade do Dr. Bacamarte, que o tem como alienado, como elemento perigoso para o poder representado pelo auto-nomeado purificador das mentes.

 

Os auxiliares e enfermeiros desse Dr. Bacamarte estão em eterna vigilância, patrulhamento diuturno, censurando o que o cidadão pensa, o que o cidadão expressa pelos meios de comunicação, vigiando o que o cidadão faz, sendo objeto da fúria dos adeptos do bacamartismo o fato de ser um componente da classe média esclarecida, que não aceita e não engole os experimentos e as ações do pseudo-psicoterapeuta e sua estranha teoria.

 

Portanto cidadão honesto, sadio, trabalhador, que pensa e se expressa livremente, muito cuidado, porque os serviçais do invisível Dr. Bacamarte estão de olho em você e podem, compulsoriamente, mandá-lo para a Casa Verde.

Como o de Machado de Assis, o Bacamarte atual afirma que a questão é ideológica, tratando-se de uma doutrina nova, cujo primeiro exemplo é ele mesmo. “Reúno em mim a teoria e a prática” diz auto-suficiente. Porém muitos acham, como achavam os conterrâneos do Bacamarte machadiano, que não há alienados em Itaguaí/Brasil, a não ser o próprio Dr. Simão da época moderna.


No Brasil real, vamos levar o novo Dr. Bacamarte para o Pinel.

Pare o mundo velho, que eu quero descer ! - Virgolino de Alencar

 

Isso só poderia partir desse deputado, o sr. Jean Wyllys, um sujeito que se escorou na imundície do BBB para se eleger deputado federal e sair por aí pregando tudo que é destrutivo para a harmonia e a paz da sociedade.


Minha restrição não tem nada a ver com sua opção pessoal de vida, mas com sua vida de homem público, onde tem se revelando um bem desenhado cretino, hipócrita e que força a barra para transferir seu ideal comprometedor para a nação, cuja histórica formação repudia claramente liberação de drogas, sexo explícito na mídia, esse escancaramento público de "soltar a franga" por mera provocação, não se dando ao respeito nem em torno das ideias que defende.
Se autodiscrimina, expõe sua ojeriza à heterossexualidade, inverte o sentido da exclusão, para fazer alarde exatamente na Casa que dizem ser do povo. Que povo esse "povo" tem na cabeça?


Eu estou vendo o mundo de ponta cabeça em matéria de ética, moralidade, comportamento social, ideário político, fato comprovado pelos inexplicáveis conflitos que rolam nos cinco continentes. Até na Oceania, ou seja, debaixo d'água.
É, por acaso, algum absurdo pregar-se a paz e a harmonia social?
Se for, como disse Raul Seixas, "pare o mundo que quero descer".
Mas, e a opção?

Tirar minha vida, oh, bananas para quem deseja. Desço desse mundo, mas não paro de aporrinhar a cretinice, a antivida, defendendo uma vida que aprendi de berço, simples, humilde, mas, acima de tudo, sério e subordinado aos valores que constroem, e não destroem, o bom viver em sociedade.
Virgolino de Alencar
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DO POLÊMICA PARAÍBA:
20/mar/2014 - 07h52 Deputado propõe descriminalização do uso e produção da maconha O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou hoje (19) na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados projeto que prevê a descriminalização do consumo, produção e comércio da maconha.

A deputada Jandira Feghali X Rachel Sheherazade - Virgolino Alencar

 A deputada Jandira Feghali X Rachel Sheherazade
A matéria abaixo só confirma a desconfiança que bate em muitos brasileiros, seja, a de que o governo e seus aliados desejam amordaçar a imprensa e por via de consequência a própria sociedade, fechando os espaços da livre expressão do pensamento, da liberdade de imprensa e do direito de opinião. Além de poder acobertar a bandalheira.
A deputada Jandira Feghali é useira e vezeira em fazer barulho nas questões sociais e políticas, querendo amoldar o mundo à velha e superada ideologia do pecebismo, de forma arrogante, autoritária, como soe ser o partido e o governo a que pertence.
Essa bronca do petismo com Rachel Sheherazade parece mais dor de cotovelo, porque a apresentadora tem o apoio de uma expressiva fatia da opinião pública brasileira e é a opinião bem formada e bem informada.
O governo não tem, para a sua área de comunicação, uma pessoa com simpatia e empatia diante da sociedade para defendê-lo, ao contrário, só tem uns chatos e antipáticos que causam irritação quando aparecem no vídeo, com um discurso torto, oco, sem conteúdo, com mentiras deslavadas, dados mal fabricados, provocando brigas entre eles mesmos, como ocorreu com o ministro da Previdência.
Não tem uma equipe de ministros. Tem um grupo de sinistros, muitos provocando até medo com sua imagem e sua ideia mumificada.
A jovem, e para orgulho nosso, paraibana da gema, com inteligência e carisma, vem despontando na mídia e desapontando as velhas traças do jornalismo brasileiro, razão porque estamos vendo a eclosão dessa ira com ares de inveja.
Nem vou falar da beleza, porque, muito acima dessa qualidade, realça em Rachel a sua inteligência, sua dignidade, o que se exige das mulheres hoje em dia para abrir o espaço de igualdade com os homens, igualdade de direitos e de oportunidades.
A deputada Jandira deve ir cuidar de sua atividade parlamentar, onde não se destaca por atuação que mereça lá tanto respeito assim, tal é o seu destemperado comportamento legislativo.
Virgolino de Alencar

 

SBT NÃO PODE ACOBERTAR” A JORNALISTA PARAIBANA SHEHERAZADE, DIZ DEPUTADA Em entrevista ao 247, deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) comenta a representação enviada à Procuradoria Geral da República que pede que emissora responda por "apologia ao crime" de Rachel Sheherazade; .............

Virgolino Alencar critica Dom Aldo Pagotto

 Abaixo, transcrição da carta que encaminhei ao colunista Rubens Nóbrega, comentando a atuação do Arcebispo da Paraíba, D. Aldo Pagotto, adiantando que não há questão pessoal envolvida no caso.
Virgolino de Alencar
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DO: JORNAL DA PARAÍBA- Edição de 15/03/2014
Blogs & Colunas
Rubens Nóbrega
Resposta de Dom Aldo
Publicado em 15/03/2014 às 08:00h
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Do Professor Virgolino


Caro Rubens, sou católico, praticante e atuante na Igreja (Paróquia de N. S. Auxiliadora, participando do ECC, das Pastorais da Família e do Grupo de Canto). Trabalho para a Igreja de Cristo e, agora, de Francisco, o Papa.
Porém, faço questão de afirmar, desde sua chegada e por medidas e comportamentos incondizentes com o que eu entendo de arcebispado, que não me sinto comprometido com a posição controversa de D. Aldo Pagotto.


Muitos padres com quem trabalhei, e posso atestar que são clérigos vocacionados e construtores da Igreja de Cristo, foram imotivadamente perseguidos, isolados, transferidos, como se fora uma administração pública, dessas que têm à frente um político caciquista que só quer a seu lado acólitos e bajuladores.


Entrando em searas que nada têm a ver com a atividade pastoral, o nosso arcebispo costuma sair por aí criando arestas e desentendimentos que só prejudicam o real papel da igreja.


São muitos os casos dessa errática atuação do Arcebispo Chefe da Arquidiocese da Paraíba.


Essa é a observação de um membro da comunidade católica que tem a consciência tranquila de que presta um serviço para Deus, podendo livremente manifestar-se sobre o condutor local da Igreja, sem questões pessoais, mas fruto da observação feita como ovelha, só que ovelha de duas pernas e cabeça para pensar, e não seguir cegamente caminhos que entende não ser os da verdadeira Igreja do século XXI.
Atenciosamente,


José Virgolino de Alencar
Católico Apóstólico Romano e Cidadão da Comunidade.

Cadê o doce mundo prometido? José Virgolino de Alencar

 Cadê aquele doce mundo que me prometeram, quando ainda criança me ensinaram e quiseram me convencer de que eu estava entrando no caminho da felicidade e me foi assegurado o jardim do Éden? Eu entrei nesse mundo cheio de esperanças, aprendi que a fé me levaria a uma vida sadia e à salvação, depois de cumprir todas as jornadas na terra.

 

Realmente tive, quando criança, direito a todas as brincadeiras, umas sadias, outras nem tanto, mas perfeitamente justificáveis para aquela fase da vida. Vadiava, pulava, jogava peladas, traquinava nadando pelos rios de minha aldeia, comia frutas, às escondidas, nas propriedades ribeirinhas, fazia muitas travessuras inocentes, enquanto aguardava com animada expectativa o doce mundo que me prometeram.

 

Adolescente, já sonhava com o mundo perfeito que profeticamente viria, cantava as canções e hinos que me ensinaram, prometendo que aquelas lições eram a base da cidadania, da construção de uma vida vitoriosa, gloriosa, bastando ser um cidadão aplicado, devidamente ajustado às normas da convencionalidade que ditava seguros caminhos para o futuro.

 

Entre os sonhos e utopias que ia aprendendo, curioso me perguntava em que bases as lições me garantiam que eu iria encontrar um mundo imaculado, perfeito, porque afinal também me ensinaram que ele tinha sido feito pelo Criador, onipotente, onipresente e onisciente, infalível enfim.

 

Ao entrar na escola formal, a mente evoluindo e já tendo capacidade de pensar, cada vez mais aguçava a curiosidade sobre a verdade das lições, porque começava também a assistir as contradições do mundo, as guerras, as violências, as desigualdades, as grandes riquezas, as imensas pobrezas, as doenças que matavam crianças, adultos e idosos.

 

Um ponto de dúvida me assaltava, muita coisa na minha cabeça não via compatibilidade entre as lições ensinadas e a realidade observada. Os questionamentos bateram forte, sacudiram os neurônios do raciocínio e da inteligência, para formar uma visão crítica do mundo.

 

Vivendo na corrente e sob os ventos que sopram nossa vida, levando para caminhos que nem sempre a gente deseja, o tempo passou como um relâmpago e aqui me encontro, já na terceira idade, consciente de que muito fiz, muito construí, muito colaborei para um mundo melhor, venci na vida, se considerarmos as conceituações vigentes, mas o doce mundo que me prometeram quando criança, decididamente, não vi, não creio que veja mais.


Mesmo achando que vale a pena sonhar, não seguro mais os sonhos com o ânimo e a fé dos primeiros anos de vida. E continua na cabeça a indagação: cadê o doce mundo que me prometeram quando criança?

Lambuzando com pouco mel - Virgolino de Alencar

 

Para quem nunca comeu mel, e só porque a colmeia do mercado despejou um pouco do produto, a preços caros, está se lambuzando, entusiasmadamente, observe o que tento mostrar a seguir:

O trabalhador brasileiro entrega ao governo, em impostos e contribuições, um valor equivalente ao salário recebido de janeiro a maio(5 meses em 12). Esses 5 meses de carga fiscal representa sobre os 12 meses de salário o incrível percentual de 41,66%.(O décimo terceiro, como prêmio de Natal e com descontos exclusivamente na fonte, não entra no cálculo).

Para piorar, o contribuinte não tem, em retorno, os serviços que paga e o governo não os oferece.

O dinheiro é empregado, de forma superfaturada, em coisas desnecessárias, padrão Primeiro Mundo, enquanto as demandas vitais vêm em doses quartomundistas.

O crescimento vegetativo do Brasil, que começou quando Cabral, desorientadamente, aportou na costa que ele pensava ser a das Índias Ocidentais, não poderia ser, 513 anos depois, o mesmo do primeiro dia do descobrimento. Com 200 milhões de habitantes, a estratificação de renda por classes de consumo é a mesma, percentualmente, de anos atrás.

O governo, para dizer que a classe média aumentou, inclui nessa categoria, absurdamente, uma família de quatro pessoas, onde tem 3 com emprego, ganhando cada uma R$ 1.100,00, o que dá renda familiar de R$ 3.300,00. É a classe média criada não pela economia, mas no forno estatístico do governo.

A verdade. Família que tem essa renda bruta, depois de descontados os encargos obrigatórios, fica com um valor líquido que a inclui na pobreza, sem direito a muitos produtos do moderno consumismo. Ou, se se mete a fazê-lo, entra no vermelho, no cheque especial com juros elevados, cai no endividamento e embarca num círculo vicioso de pagar dívida com dívida.

Isso é enganação, com características desumanas e portanto criminosas, à luz da obrigação que tem o governo com sua população. Juntando toda as famílias que ganham R$ 3.300,00, o somatório não chega nem perto do que o governo gasta com publicidade para tentar convencer que elas são classe média.

Lamento, comedores inocentes desse mel, mas todos são mesmo é classe abaixo da média.

Virgolino de Alencar

Bipolaridade Jurídica - Virgolino de Alencar

 Não sou Bacharel em Direito, sou laico portanto, mas não sou leigo. A minha atividade profissional envolvendo Direito Administrativo, Financeiro, Comercial, Tributário, enfim, Público de um modo geral, obrigou-me a fuçar no arcabouço de leis, nos compêndios de juristas e na jurisprudência de tribunais.

Depois de muitos anos na batalha e pouquíssimos anos na Rede da Internet, cheguei à conclusão, aqui no Face, com pensadores de todas as correntes, de que minha cabeça está tendo comportamento, em matéria jurídica, contrário e favorável a tudo.

Um dia louvo o Supremo, seguindo os mais entendidos do que eu. Noutro, me decepciono, também seguindo argumentações de especialistas. Um dia eu quero trucidar bandidos. Noutro, penso no ser humano que entrou por uma senda perigosa, levado pelos mistérios insondáveis da vida.

Um dia quero aumentar a carga de penas previstas no Código Penal. Noutro, entendo que as penas já existem bem dosadas(vide comentário abalizado de Albergio Gomes Medeiros, hoje aqui no Face) e é apenas um problema de aplicação.

No STF, há Ministro bom e Ministro mau? Qual então? Depende da posição emocional de cada um.

Absolutamente racional, não vejo ninguém, me desculpem. Há uma luta com dois lados bem definidos.

E o meu, para mim, com a cabeça que estou, é o certo.

Não vou dissecar qual, até porque quem acompanha o Face já sabe bem qual é.

Nem venham os psicoterapeutas de boteco alegar que é problema de personalidade. Esta minha é única, a que Deus me deu, e nenhuma filosofia, ideologia, religião mesmo, lava meu cérebro.

Mas não sou aquele burro que, quando bota a cabeça para um lado, não há focinheira que a faça voltar para o outro. Capto as bandas que entendo positivas em todas as bandas.

Brucutu extremista, não sou. E respeito, acima de tudo, o contraditório, a livre expressão do pensamento, a ampla liberdade de opinião, o amplo direito de defesa para todos.

Na minha vida profissional, sempre acatei e cumpri decisões da Justiça. Mas, expressei de público, em artigo publicado com destaque em importante jornal do Estado, escrito e assinado com meu nome de batismo e de identidade civil, minha irresignação, em julgado que quase acaba com o pão da minha categoria, a de Auditor Fiscal.

Acho-me cidadão que luta pela cidadania, sem desrespeitar nem pessoas e nem opiniões, e quando estas me convencem eu corro atrás para beber do seu ensinamento.

Concluo. É por isso que me sinto com bipolaridade em matéria jurídica. Direito é bonito na sua filosofia, na teoria geral que o fundamenta, mas está muito feio na prática e nas decisões

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