TSE recebe mais de 517 mil pedidos de candidaturas para eleições 2020



 
Desse total, 18.416, (3.83%) concorrem ao cargo de prefeito

TSE recebe mais de 517 mil pedidos de candidaturas para eleições 2020
Sede do Tribunal Superior Eleitoral. Foto: Macello Casal Jr./Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou até o momento 517.786 solicitações de candidatos para concorrer nas eleições municipais de 2020. Os números constam no site da Corte, que, pelo calendário eleitoral, vai estar aberto para registrar as candidaturas até as 19h deste sábado (26). Desse total, 18.416, (3.83%) concorrem ao cargo de prefeito; 18.436 (3.83%) ao de vice-prefeito e 480.934 ao de vereador.

Nas eleições municipais de 2016, a Justiça Eleitoral recebeu um número bem menor de pedidos de registro para os mesmos cargos – 496.927.

Os números mostram ainda que os homens são a maioria dos candidatos, com 66,9% das candidaturas inscritas. As mulheres somam 33,1%. O TSE aponta ainda que são 133 os candidatos que declararam nome social, nome pelo qual pessoas transgêneros, e travestis geralmente querem ser chamadas. Mais de 170 mil candidatos se situam na faixa etária de 40 a 49 anos.

Os candidatos que se declararam casados constituem a maioria dos que pleiteiam um cargo público, somando 51,5% das candidaturas. Os solteiros vem em seguida, somando 37%; os divorciados, são 8,44%; os viúvos somam 1,91% e os separados judicialmente, 1,12%.

Pelo calendário eleitoral, termina hoje as19h o prazo para o registro presencial das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Por causa das dificuldades enfrentadas por partidos e coligações para fazer a transmissão de arquivos pela internet, desde o início desta semana, a entrega dos registros fisicamente está permitida pela Portaria nº 704, assinada pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso. Virtualmente, o prazo para a documentação terminou às 8h de hoje. (Agência Brasil)

Huck tenta seguir cartilha de Trump para ir da TV para a Presidência




Apresentador segue cartilha do americano, participa de todo encontro possível e aposta nas redes sociais

‘Doação’ de dinheiro de Huck pode configurar crime, se ele for candidato este ano
Apresentador segue cartilha de Trump, participa de todo encontro possível e aposta nas redes sociais. Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

Quem aposta que o apresentador de TV Luciano Huck siga o exemplo de Sílvio Santos na década de 1990, e desista da ideia de ser candidato a presidente após enfrentar “a política como ela é”, esquece do exemplo de Donald Trump, a única celebridade de TV eleita presidente de uma grande economia sem qualquer experiência política, ou nas urnas. Após poucos anos de encontros políticos, congressos, presença intensa nas redes sociais e na mídia, Trump venceu em 2016. Huck segue a cartilha. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Trump formou “grupo exploratório” para analisar seu potencial eleitoral em 2000. Era mínimo. Em 2012, voltou à cena com críticas a Obama.

Em 2014, Huck promoveu reunião de apoio a Aécio Neves, em sua casa, “denunciada” pelo ator Paulo Betti. Uma Lava Lato depois, voltou à cena.

Huck anunciou “participação” da política em 2018, mas desistiu. Desde então não perde eventos, festa de boneca etc. e vive nas redes sociais.

Diariodopoder.com.br

 

Ministro do TCU diz que acúmulo de 600 mil perícias no INSS ignora dor dos mais pobres




Bruno Dantas vê governo curvando-se à sistemática e incoerente objeção de entidades médicas
Davi Soares Davi Soares 
TCU intima ex-executivos da Caixa a explicar ‘patrocínio’ de atos no governo Dilma
Ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU) - Foto: EBC

Ao determinar que o INSS e o Ministério da Economia elaborem um protocolo para a imediata realização de perícias médicas com uso da telemedicina, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, expôs a gravidade ímpar do represamento de cerca de 600 mil requerimentos de perícias médicas. Na decisão de ontem (25), o ministro criticou a incapacidade gerencial do poder público, a falta de sensibilidade humana com a dor e o sofrimento dos mais pobres, neste momento crítico de perdas financeiras com a pandemia de covid-19.

“A paralisação e o represamento das perícias médicas são de uma gravidade ímpar neste momento, pois denotam, além de incapacidade gerencial, falta de sensibilidade humana com a dor e o sofrimento das pessoas menos favorecidas”, disse o ministro do TCU, em sua decisão.

Enquanto médicos e profissionais da saúde travam uma luta heroica contra a pandemia nos hospitais, tratando de pacientes contaminados pelo novo coronavírus, Dantas condenou o viés corporativo dos médicos peritos do INSS, bem como a postura do governo de Jair Bolsonaro de se curvar à sistemática e incoerente objeção de entidades classistas médicas contrárias aos atendimentos médicos remotos.


“A questão ora discutida tem viés aparentemente corporativo por parte das associações de classe, que apresentam sistemática objeção e nítida incoerência quando da censura do uso da telemedicina para perícias médicas, muitas das vezes simples e objetivas de serem feitas, e não para consultas nas quais se prescrevem, até mesmo, medicamentos controlados”, expôs Bruno Dantas.

O ministro também critica a postura do governo Bolsonaro: “Tudo indica que o Governo Federal está se curvando aos lobbies corporativos em prejuízo da população brasileira. Seria desejável que o Governo Federal viesse a ficar do lado dos que mais necessitam, ainda mais em momento tão penoso para os mais vulneráveis”.

Corporativismo governando
Bruno Dantas também considera inconcebível que as entidades classistas como associações médicas e o Conselho Federal de Medicina (CFM) ditem o funcionamento do órgão público, emitir orientações e posicionamentos regulamentando atividades e procedimentos administrativos.

“É inconcebível supor que um Conselho Corporativo possa ditar o funcionamento de um órgão público ao sabor dos seus interesses e em detrimento das necessidades da população”, disse o ministro que relata o caso no TCU.

Consequências sociais
Bruno Dantas relata em sua decisão que milhares de cidadãos estão tolhidos de buscarem, via administrativa, e, por conseguinte, de receberem seus benefícios e direitos em momento dramático de suas vidas, em razões dos devastadores efeitos financeiros decorrentes da pandemia da covid-19, mesmo reconhecendo os esforços do Governo Federal com a concessão do auxílio emergencial e do benefício emergencial a parcelas significativas da população mais vulnerável.

O ministro do TCU ainda prevê consequências para o Judiciário, com a crise vivida no INSS e a eventual judicialização dos pelo menos 600 mil requerimentos administrativos de perícias feitos e ainda não atendidos.

“Podem ter reflexo bastante negativos na rotina dos trabalhos no âmbito do Poder Judiciário, com todos os custos e desdobramentos envolvidos. As perícias judiciais via meio eletrônico não estão sendo realizadas, uma vez que há a vedação e a ameaça de punições funcionais contra os peritos que, eventualmente, fizerem tais procedimentos, o que aumenta ainda mais o problema”, expôs Bruno Dantas.

Ele expõe que, mesmo após o restabelecimento do atendimento presencial em alguns juízos, dados mais recentes indicam a existência de cerca de 200.000 processos paralisados por conta da ausência de perícias judiciais.

Diariodopoder.com.br

 

Wallber Virgolino gastou R$ 226 mil em verbas, em apenas cinco meses




Publicado por: Rebeka Melo em 25/09/2020 às 06:05


Polemmicaparaiba

A informação foi divulgada nessa sexta-feira pelo jornalista Weber Luna. Segundo foi apurado, Wallber, que é deputado estadual e concorre a prefeito de João Pessoa foi o segundo parlamentar vinculado à Assembleia Legislativa da Paraíba que mais gastou da Verba Indenizatória de Apoio Parlamentar (Viap) no período de abril a agosto de 2020 – em plena pandemia.

O presidente do Patriotas gastou R$ 226 mil em apenas cinco meses, com repasses variando entre R$ 31.142,59 a R$ 39.863,08. Vale ressaltar que, nesse período, as atividades presenciais da Assembleia estavam suspensas. É válido o questionamento, então: onde Virgolino gastou tanto dinheiro sem nem pisar o pé fora de casa para desempenhar as atividades da função que ocupa? É importante lembrar que as atividades estavam sendo feita em home oficce.

A caça às bruxas do Governo Federal agora recai sobre o SISTEMA S, que será SUCATEADO...



Mirtzi Lima Ribeiro
Para esclarecer, o que é o Sistema S, veja:
"A Constituição Federal do Brasil prevê, em seu artigo 149, três tipos de contribuições que podem ser instituídas exclusivamente pela União:
(I) contribuições sociais
(II) contribuição de intervenção no domínio econômico
(III) contribuição de interesse das categorias profissionais ou econômicas
Com base nesta última hipótese de incidência é que se tem a base legal para a existência de um conjunto de nove contribuições que se convencionou chamar de SISTEMA S".
"As receitas arrecadadas pelas contribuições ao Sistema S são repassadas a entidades, na maior parte de direito privado, que devem aplicá-las conforme previsto na respectiva lei de instituição. As entidades em questão são as seguintes:
Ligadas à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil:
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR)
Ligadas à Confederação Nacional do Comércio:
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC)
Serviço Social do Comércio (SESC)
Ligadas ao Sistema Cooperativista Nacional:
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP)
Ligadas à Confederação Nacional da Indústria:
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI)
Serviço Social da Indústria (SESI)
Ligadas à Confederação Nacional do Transporte:
Serviço Social do Transporte (SEST)
Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT)
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE)
Observando-se que todas as instituições acima tem sua sigla iniciada pela letra "S", compreende-se o motivo do nome do Sistema S".

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