Mega-Sena, concurso 2.182: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 42 milhões

 
Veja as dezenas sorteadas: 19 - 22 - 39 - 46 - 47 - 59. Quina teve 66 acertadores; cada um ganhará R$ 46.519,40.
Por G1

Aposta única da Mega-Sena custa R$ 3,50 — Foto: Marcelo Brandt/G1 Aposta única da Mega-Sena custa R$ 3,50 — Foto: Marcelo Brandt/G1
Aposta única da Mega-Sena custa R$ 3,50 — Foto: Marcelo Brandt/G1


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.182 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (24) em São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 19 – 22 – 39 – 46 – 47 – 59.

A quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 46.519,40. Já a quadra teve 5.179 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 846,90.

O próximo sorteio será na quarta-feira (28) e o prêmio é estimado em R$ 42 milhões.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.


Museu Colônia onde funcionava a alfândega, em João Pessoa, será revitalizado


A viabilização do ‘Complexo Porto do Capim’ prevê ainda a limpeza do Rio Sanhauá, a construção de um píer para a chegada de barcos.

O prédio é antigo e histórico (Foto: Google Street View)
O Museu Colônia, onde funcionava a alfândega, em João Pessoa, será revitalizado. No Diário Oficial da União dessa sexta-feira (23) foi publicado o Aviso de Habilitação de Concorrência permitindo a contratação de serviços especializados para a obra. Conforme a publicação, foram habilitadas as empresas Gasa Engenharia LTDA e A.P Engenharia LDTA.

A antiga Alfândega, localizada no Porto do Capim, é um dos imóveis catalogados em situação de entre os que são tombados individualmente pelo Instituto do Patrimônio e Artístico Nacional (Iphan).

A viabilização do ‘Complexo Porto do Capim’ prevê ainda a limpeza do Rio Sanhauá, a construção de um píer para a chegada de barcos, além da revitalização e reutilização de prédios históricos, tais como o ‘Conventinho’, o Hotel Globo, a ‘fábrica de gelo’ e a sede da Intendência.


Sem mandato, Cássio garante que continuará colaborando com a Paraíba e classifica como remota tese de disputar PMCG

Sem mandato há seis meses, o ex governador e ex senador Cássio Cunha Lima (PSDB), praticamente afastou a possibilidade de disputar a prefeitura de Campina Grande nas eleições do próximo ano. Mesmo sendo a principal liderança tucana no Estado, Cássio revelou em entrevista aos “Guedes” na Capital, que é extremamente remota a hipótese de voltar a disputar a sucessão do prefeito Romero Rodrigues.

“Essa perspectiva não está no meu horizonte. Devo tudo a Campina Grande, tive o privilégio de governá-la por três vezes, mas não preciso de mandato para ajudar o povo de Campina e a população da Paraíba, tanto que ainda recentemente intermediei junto ao governo de Taiwan a destinação de benefícios para João Pessoa, e tenho me mantido atento às demandas de interesse público junto, inclusive, a grupos empresariais que têm planos para investir na Paraíba, aproveitando as suas potencialidades”, enfatizou Cássio.

O ex senador disse que mesmo sem mandato, a Paraíba contará com ele sempre no que for possível colaborar como retribuição pelo muito que recebeu ao longo de sua vida pública. Cássio reafirmou que está numa das melhores fases da sua vida, dedicado à família e empenhado no trabalho de consultoria jurídica sobre temas políticos e variados, a partir de escritório baseado em Brasília.

Recentemente o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), afirmou que considera “muito difícil” o ex-senador Cássio Cunha Lima disputar a sucessão municipal na Rainha da Borborema.

“Essa possibilidade existe, mas ele montou um escritório em Brasília e tem contratos durante um ano. Ficaria difícil assinar um contrato com várias empresas e depois quebrar. Acredito que será muito difícil a candidatura de Cássio no próximo ano por causa dos compromissos na capital federal”, disse o prefeito de Campina Grande.
No mês de maio, Cássio Cunha Lima publicou uma foto de seu crachá à época em que foi prefeito de Campina Grande e gerou uma série de especulações sobre uma possível volta ao cenário político. Ele, contudo, não sinalizou se estaria interessado ou não no pleito.

Severino Lopes

PB Agora


Treze se livra do rebaixamento e Botafogo perde classificação

Com empate em jogo decisivo na última rodada do Campeonato Brasileiro, o Treze conseguiu se manter na série C, mas o Botafogo-PB não alcançou sua classificação. Na partida intensa deste sábado (24) a decisão veio nos detalhes.

O treze abriu o placar aos 12 minutos com gol de Eduardo, mas um pouco antes Saulo já havia defendido um pênalti batido pelo atacante. O empate aconteceu aos 29 minutos, quando Rogério recebeu de Clayton e bateu forte deixando tudo igual.

Para não facilitar, o Galo logo marcou novamente aos 36 em um lance entre Dija Baiano e Júlio Pacato, que deixou Saulo procurando a bola. O Belo reagiu e empatou novamente logo no primeiro minuto do segundo tempo, o resultado foi mantido até o final do jogo, mas a virada do jogo não aconteceu.

As combinações de resultado dos outros times que o Botafogo-PB precisava aconteceram, mas a desenvoltura em campo não foi suficiente perto que era necessário. Com 18 pontos, o Treze encerra na oitava posição, uma acima da zona de rebaixamento.

MaisPB


O capitão e o disco voador - Marcos Pires

Como sempre fazia desde os tempos do quartel, o capitão acordou ainda de madrugada, colocou o moletom e calçou os tênis. Nada de grife, tudo raiz. Um solicito assessor bateu continência e afastou-se permitindo ao capitão sair para o sereno da madrugada.

Aquela era a sua hora, seu tempo de pensar nas frases que diria durante o dia e que chocariam grande parte da população. Mal sabiam que essa estratégia havia sido aplicada desde antes da vitória; só que após a posse, enquanto a nação discutia suas palavras, sua equipe cuidava de tocar o Brasil sem maiores interferências.

Quase ninguém havia percebido que o capitão dizia coisas que não colocava no papel. Um exemplo simples; enquanto o país discutia sua recomendação para que os brasileiros só evacuassem a cada 48 horas, a equipe avançava na reforma da previdência e mudava-se a estrutura de importantes órgãos da administração, mexendo em pontos sensíveis como o COAF, a Receita Federal e até na Polícia Federal.

Desde que assumira, sua entourage havia remontado os gambitos políticos, numa troca que tirara da vitrine do Senado os antigos e aparentemente eternos cardeais, substituindo-os pelos mais ilustres desconhecidos. Até mesmo o anuncio do nome de seu filho como Embaixador nos Estados Unidos começara como fumaça produzida para que suas ideias de reforma e expurgos na máquina administrativa não fossem notadas. No entanto a nuvem estava se solidificando.

E agora ali, na solidão da madrugada de Brasília, o capitão pensava como poderia avançar no seu maior desejo. Não, nada de novos impostos, tipo essa recriação da CPMF que seu posto Ipiranga anunciara. Para encobrir o assunto negara a existência de queimadas. Sempre que precisava mascarar uma ação forte, apelava para o meio ambiente. Enquanto o povo procurava nos céus os sinais do cataclisma, ele atacava os contribuintes.

Na verdade, o que o capitão estava preparando naquela madrugada era a forma de conduzir sua reeleição. Com as últimas tacadas praticamente anulara o Juiz, que crescia nas pesquisas. Continuando assim só perderia a reeleição se de um disco voador descessem ETs e pedissem para conhecer o líder máximo, sendo conduzidos a Curitiba.

Iria chamar o astronauta que colocara como Ministro para neutralizar essa má influência espacial.


Eles falam de Ricardo porque nutrem paixão não correspondida pelo ex-governador

 

Ricardo Coutinho não é mais governador, está sem mandato, mas continua sendo a paixão desenfreada de alguns coleguinhas da imprensa.

Todo santo dia eles falam de Ricardo. Quando não há um assunto a comentar, criam, inventam e espalham.

Não podem viver sem o ex-governador.

Hoje, um deles disse no seu portal que Ricardo havia convocado 50 prefeitos para uma reunião em Monteiro e só apareceram cinco.

Nem contas sabem fazer.

No cariri não existem 50 prefeitos.

O cariri paraibano é formado por 29 municipios.

Conto nos dedos as cidades do cariri: Alcantil, Barra de Santana, Barra de São Miguel, Boqueirão, Cabaceiras, Caraúbas, Caturité, Gurjão, Riacho de Santo Antônio, Santo André, São Domingos do Cariri, São João do Cariri,Amparo, Assunção, Camalaú, Congo, Coxixola, Livramento, Monteiro, Ouro Velho, Parari, Prata, São João do Tigre, São José dos Cordeiros, São Sebastião do Umbuzeiro, Serra Branca, Sumé, Taperoá e Zabelê .

Se o cariri só tem 29 municipios, abrigando uma população de 160 mil pessoas, Ricardo não poderia convidar 50 prefeitos. No máximo seriam 29. Como boa parte desses prefeitos não é aliada de Ricardo, a gente tira os adversários e, somado o restante, veremos que a conta é ainda bem menor.

Aos coleguinhas apaixonados por Ricardo, todavia, isso não interessa. O que eles querem é desinformar, mentir, boatar e, através dessas atitudes, desafogar a mágoa pela paixão não correspondida.

Mas eu recomendo calma e lexotan a esses amiguinhos.

Depois do dia 1º de setembro, quando Monteiro se encher de gente para protestar contra a mesquinhez do Governo, que desligou a água do São Francisco só pirraça contra a Paraíba, eles vão terminar adoecendo de tanto desgosto.

E olhe lá se não pularem do paredão do açude, num gesto desesperado de suicídio coletivo.

 

blogdotiaolucena.com.br

 

 


Bolsonaro deveria propor reunião do G7 em Manaus com direito a sobrevoos na floresta


Conselheiro do TC do Amazonas testemunha: ‘fumaça este ano é mais amena‘
Redação Redação 25/08/2019 às 00:01 | Atualizado às 00:10
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Bolsonaro e o Presidente da República Francesa, Emmanuel Macron. Foto: Frederico Mellado/ARG

O presidente Jair Bolsonaro deveria acionar o Itamaraty para apoiar a realização em Manaus de uma reunião do G7, liderada pelo francês Emmanuel Macron. Com direito a voo panorâmico demorado sobre a floresta à procura de queimadas e desmatamentos. Todos poderiam constatar, neste momento, o que testemunha um ilustre morador da cidade, o conselheiro Mário Mello, do Tribunal de Contas do Estado: “Nunca houve tão pouca fumaça como agora”, afirma categoricamente. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Mário Mello explica que em Manaus o odor de fumaça é comum, nesta época. Mas em 2019 diminuiu: “a situação hoje é bem mais amena”.

Sem proximidade ou simpatia ao governo Bolsonaro, o conselheiro está impressionado com as mentiras sobre queimadas na Amazônia.

Amazonenses gostam de convidar descrentes ao Estado, impressionar-se com sua beleza e ver que quase 95% da floresta estão intactos.

 

Diariodopoder.com.br


Morre aos 70 anos o programador musical Bené, da rádio Arapuan FM


Bené, como era conhecido, tinha 70 anos e trabalhava no sistema de comunicação há 23 anos. Ele foi homenageado no Instagram da TV Arapuan.


Por ClickPB
 

Bené era um dos funcionários mais antigos do Sistema Arapuan (Foto: Reprodução/Instagram TV Arapuan)
Morreu, nesta sexta-feira (23), o programador musical da rádio Arapuan FM, Beneval Andrade Rosas. Bené, como era conhecido, tinha 70 anos e trabalhava no sistema de comunicação há 23 anos.

Ele foi homenageado no Instagram da TV Arapuan. "Nós do Sistema Arapuan de Comunicação lamentamos a morte desse nosso amigo e grande profissional, que está com a gente desde 1996", divulgou a TV Arapuan.

Bené era um dos funcionários mais antigos do Sistema Arapuan.


“Brasil vai chegar à situação da Venezuela por culpa da imprensa”, diz Bolsonaro

Publicado por: Suedna Lima em 23/08/2019 às 10:09

(Brasília – DF, 01/08/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante coletiva com a imprensa com o Ministro de Estado do Meio Ambiente, Ricardo Salles, Ministro de Estado das Relações Exteriores, Ernesto Araújo e Ministro de Estado do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno.
Foto: Marcos Corrêa/PR

Nesta quinta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro criticou a imprensa. Ele afirmou que a cobertura da mídia em relação às queimadas na Amazônia está “trazendo problemas” e que o jornal Valor Econômico “vai fechar”, lembrando o fim da obrigatoriedade de empresas de capital aberto publicarem seus balanços em jornais, previsto em medida provisória. “Já estamos ajudando assim a não ter desmatamento, porque papel vem de árvore. Estamos em uma nova era. Assim como acabou no passado o datilógrafo, a imprensa está acabando também”, disse.

Em entrevista a jornalistas, o presidente foi além: “O Brasil vai chegar à situação da Venezuela. É isso que a grande parte da grande imprensa brasileira quer. Vocês acham, se o mundo lá fora começar a impor barreiras comerciais nossas, cai o nosso agronegócio, cai a economia”, afirmou conforme publicou a Folha.


O Hospital Napoleão Laureano precisa é da ajuda de todos, privados e públicos. O resto é mimimi!

Procurar culpados, ou simplesmente tentar fazer da instituição um cavalo de batalha para defender interesses que só interessam a alguns, nada disso vai resolver grave crise que por ora enfrenta o Hospital Napoleão Laureano. A solução do problema reside no envolvimento de toda a sociedade.

O Hospital Napoleão Laureano não é uma entidade pública. Tem caráter filantrópico e, para que instituições com este perfil sobrevivam, não há outro caminho a não ser a filantropia.

Por filantropia, segundo a definição dos mais creditados pais-dos-burros significa: “o ato de ajudar o próximo, por meio de várias atitudes altruístas e solidárias que colaboram com o suporte para com outros seres humanos. Doações de roupas, comida, dinheiro e demais ações de caridade são alguns exemplos. A filantropia pode ser praticada por indivíduos (filantropos) ou por entidades filantrópicas, que normalmente são grupos ou organizações que não possuem fins lucrativos (ONGs, por exemplo). No entanto, em ambos os casos, o propósito é propagar questões humanitárias e de interesse público, seja no âmbito social, da saúde, do meio ambiente, da educação, etc.”

Hoje em dia fico perplexo com o que algumas criaturas dizem a respeito deste histórico e conceituado hospital, sem antes saber da sua importância. Importância não para os outros, mas sobretudo para quem precisa dos seus serviços. Assim como eu que, há décadas, pensei que sabia o que era o Laureano, apenas de ler sobre, ou de ouvi dizer. Só quem sabe em toda a sua plenitude o que significa aquela instituição pensada e erguida pelo famoso médico Napoleão Laureano, é quem está doente e dela precisa.

Tenho frequentado o Hospital Laureano, como paciente acometido de um tumor na bexiga. Com certa frequência tenho recorrido aos seus serviços, ao lado de milhares e milhares de outras pessoas que, como eu, não têm planos de saúde e está à mercê de uma instituição como aquela.

Será que é necessário que as pessoas sejam acometidas de tumores e, sem dinheiro e plano de saúde, precisem do Laureano para, enfim, entender a suma importância daquilo ali? O Hospital tem problemas? Tem! Falta medicamentos? Falta! Mas, porventura, já se preocupou em saber quanto custa para manter funcionando toda aquela fabulosa estrutura, todo aquele serviço que nos é prestado (a custo zero para o paciente carente)?

Ah, antes de abrir a boca pra falar besteira ou querer fazer política barata contra o Napoleão Laureano, seja sincero: que contribuição já deu a instituição? Já autorizou acrescentar na sua cota de luz algum centavo a mais destinado ao Hospital Napoleão Laureano? Ou já ajudou a instituição de alguma outra forma? Não? Então pare de falar asneira; vá lá diariamente para ver milhares e milhares de pessoas – algumas em estado terminal, e procedentes de todos os municípios da Paraíba – sendo muito bem tratadas, graças ao esforço imensurável de uma brava equipe capitaneada pelo médico Antônio Carneiro Arnaud.

Quantas das 223 prefeituras da Paraíba oferecem alguma contribuição ao hospital? Diariamente, ali chegam ambulâncias, carros e mais carros transportando pacientes de todos os municípios, mas quantas destas prefeituras de fato ajudam ao Laureano? Quantos pacientes da Paraíba são diariamente atendidos por dia? E quanto o Governo do Estado entre no racha para manter o Hospital Napoleão Laureano? Quantos são os pessoenses que diariamente ali vão para fazer tratamento? E quanto a Prefeitura de João Pessoa destina mensalmente à instituição, para que ela possa se manter?

O pior é que tem pessoas que falam, reclamam e botam queixo, como se o Hospital Napoleão Laureano tivesse a obrigação de ser uma instituição mil por cento sem falhas. Dinheiro não brota do chão; aquele tipo de tratamento é um dos mais caros que existem.

Desde o primeiro dia em que pus os pés nos corredores do Laureano, em meio às milhares e milhares de pessoas carentes, fico a observar toda aquela multidão que ali formamos e, na minha cabeça não vem outra pergunta a não ser:

O QUE SERIA DE NÓS, NÃO FOSSE O HOSPITAL LAUREANO, SEUS DIRIGENTES, SEUS ABNEGADOS MÉDICOS, ENFERMEIROS, ZELADORES ETC?!!!!

Gente, vamos deixar de mimimi! Arregacemos às mangas, todos (públicos e privados) e abracemos à causa do Laureano.

Afinal, tiro por mim mesmo: só vim entender o que aquilo significa depois que descobri que estava acometido de tumor na bexiga.

Mas, não espere que isto lhe aconteça. Nem irá acontecer. Afinal, Deus lhe dará saúde e lucidez suficiente parasse tornar mais um parceiro, mais um aliado do Laureano.

 

Wellyngton Farias


Morre ator da novela “Chamas da Vida”, Kito Junqueira, aos 71 anos

 Foto: Reprodução

Morreu, nesta sexta-feira (23), aos 71 anos, o ator Kito Junqueira, ele sofreu um infarto fulminante, em Curitiba, no Paraná.

O ator se preparava para o espetáculo À Flor da Pele, de Consuelo de Castro. A informação foi confirmada por Ricardo Peixoto, amigo e produtor da peça que Junqueira entraria em cartaz.

De acordo com informações, ele sofreu um infarto fulminante. Estava bem e com expectativa para começar os ensaios da peça que eu estava produzindo.

MaisPB


Patos: com 14 votos, Ivanes é o novo prefeito

 Com 14 votos, o vereador Ivanes Lacerda (MDB) é o novo presidente da Câmara de Patos e, de forma interina, prefeito do município. A sessão de eleição aconteceu nesta sexta-feira (23) e contou com a participação dos 17 parlamentares.

Além de Ivanes, os vereadores Capitão Hugo (Podemos), Tide Eduardo (MDB) e Edjane Barbosa (MDB) concorreram ao cargo. A eleição teve apenas uma abstenção e 2 votos para o Capitão Hugo.

Ao Portal MaisPB, Ivanes disse que seu foco é manter uma relação harmoniosa entre os poderes executivo e legislativo. “O município vive um momento difícil e é necessário uma candidatura de consenso para que o poder legislativo saia fortalecido”, pontuou.

Apesar de buscar harmonia, o parlamentar nega que a falta desse componente tenha sido o motivo da renúncia de Sales Júnior. “É um vereador de muita experiência, ninguém tinha mais vontade de acertar como ele, foi uma pessoa que se doou 100% para resolução dos problemas”, considerou.

A eleição acontece após o ex-presidente da Câmara Municipal e prefeito interino, Francisco Sales Júnior, renunciar o cargo na última terça-feira (20). Ele foi o terceiro prefeito, desde que o vice-prefeito, Bonifácio Rocha, também deixou o cargo que assumia interinamente por conta da determinação judicial que afastou Dinaldo Filho, prefeito eleito no município.

MaisPB


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