Jeová Campos é internado com hemorragia digestiva

 Deputado Jeová Campos

Deu entrada no Hospital Regional de Cajazeiras na tarde deste domingo (26), o deputado estadual, Jeová Campos (PSB). Segundo informações repassadas pela assessoria de imprensa do HRC, o deputado chegou com desconforto respiratório, e outros sintomas.

Os médicos do Hospital de Cajazeiras avaliaram e foi diagnosticado uma hemorragia digestiva.

Jeová está bem, consciente e orientado. Ele será transferido para o Hospital Santa Terezinha em Sousa, onde fará uma endoscopia para seguir com o procedimento de acordo com o diagnóstico. Após isso, ficará na UTI do mesmo hospital para acompanhamento. A hemorragia foi controlada e cessada.(diário do sertão)


Morre Júlio Paulo Neto

Morreu na noite deste domingo, 26, o desembargador aposentado Júlio Paulo Neto, de 83 anos. Ele sofria de problemas renais e também de um tumor no cérebro. Júlio havia sido hospitalizado ontem e hoje a família confirmou o falecimento. “Ele teve uma vida plena. Foi tudo o que quis. A nós, restam as lembranças do privilégio que foi conviver com ele”, disse o diretor legislativo da Câmara de João Pessoa, Rodrigo Paulo Neto, sobrinho de Júlio.

O velório será realizado a partir das 23 horas na Central Morada da Paz, enquanto que o sepultamento será no Cemitério Senhor da Boa Sentença no jazigo da família às 16 horas.

O desembargador deixou o Tribunal de Justiça em 2009 depois de 41 anos dedicados à magistratura.

Natural de Campina Grande, o desembargador Júlio Paulo Neto ingressou no Ministério Público estadual em 1968, onde fez carreira, chegando ao cargo de procurador-geral da Justiça, eleito duas vezes pelos membros da instituição.

Em março de 2002, foi escolhido para ocupar vaga proveniente do Quinto Constitucional no Tribunal de Justiça da Paraíba, sendo eleito, em 2005, para o ocupar a vice-presidência e, posteriormente, a presidência da Corte.(parlamentopb)


Contaminações do coronavírus ultrapassam 2 mil em todo o mundo

Governo chinês ordenou bloqueio das estradas na cidade de Wuhan

Contaminações do coronavírus ultrapassam 2 mil em todo o mundo
Novo coronavírus coloca a Ásia e o mundo em alerta. Foto: Reprodução NHK

O coronavírus, surgido na cidade de Wuhan, na China, já atingiu mais de 2.116 pessoas em todo o mundo e 300 estão em estado grave. Segundo oficiais da província de Hubei, 52 de todas as mortes foram registradas na região. A capital, Wuhan, onde o surto teve início, é a cidade mais afetada pelo vírus.

Somente na China foram registrados 2.062 casos. Além da China, Hong Kong (8 casos), Tailândia (8), Macau (5), Austrália (4), Japão (4), Malásia (4), Cingapura (4), Taiwan (4), Coreia do Sul (3), Vietnã (2) e Nepal (1) também tiveram casos confirmados.

O coronavírus também chegou na Europa, com três casos confirmados na França. Já na América do Norte, são três casos nos Estados Unidos e um no Canadá. Até o momento não há registro de casos na América do Sul. As informações são do Centro de Ciência e Engenharia da universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA).

 surto tem afetado planos da população chinesa em meio ao feriadão do Ano Novo Lunar. A imprensa estatal afirma que agências de turismo cancelaram todas as excursões para o exterior a partir de segunda-feira. Segundo a Televisão Central da China, a medida teria sido resultado de uma ordem do governo chinês.

A doença também continua a se alastrar pelo mundo, com 44 casos registrados em 13 nações, além da China. A maioria dos infectados são turistas de Wuhan ou pessoas que visitaram a cidade. É o caso do terceiro paciente identificado na Coreia do Sul, um homem sul-coreano que vive em Wuhan e que havia retornado de férias ao país natal. (Com informações da NHK, agência pública de notícias do Japão)

Diariodopoder.com.br

 


Novo golpe dos atravessadores é a criação de distribuidora ‘só para etanol’

 
Distribuidoras tentam neutralizar decisão de Bolsonaro de apoiar e garantir a venda direta

ANP não explica proteção aos atravessadores do mercado de combustíveis
A serviço dos atravessadores, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) obriga mais de 400 produtores a venderem etanol a três distribuidoras, encarecendo o o preço para o consumidor final.

Perto de perder o “cartório” que as tornou bilionárias, as distribuidores de combustíveis armaram um novo golpe, tentando “melar” a decisão do presidente Jair Bolsonaro de implantar no País a venda direta de etanol, pelos produtores, aos postos. O golpe é criar “distribuidoras somente de etanol”, com o objetivo malandro de perpetuar esse negócio oportunista, que prospera na exploração dos consumidores. A informação é de Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

Bolsonaro obteve do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a promessa de votar projetos que autorizem imediatamente a venda direta.

Há projetos autorizando a venda direta, tanto na Câmara quanto no Senado, mas o lobby das distribuidoras tem dificultado a votação.

As distribuidoras também encarecem o preço final da gasolina e do diesel: como usinas, as refinarias são proibidas de vender aos postos.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Mesmo de recesso, Rodrigo Maia já fez 11 viagens este ano em jatinhos da FAB


Em 2019, presidente da Câmara fez 238 viagens em jatinhos, número maior que o de dias úteis

Rodrigo Maia já fez 229 viagens em jatinhos da FAB e ainda deu carona a 2.131 pessoas
O deputado Rodrigo Maia e sua troupe desembarcam em Patos de Minas (MG), em 30 de setembro: 238 viagens em jatos da FAB por conta do contribuinte, em 2019 - Foto reproduzida do site Patos Hoje.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não é só recordista em uso e abuso de jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) apenas em 2019. Também é a autoridade que mais viajou nos jatos da FAB durante o recesso parlamentar: foram 11 vezes. Em dezembro, só entre os dias 22 e 25, três viagens. A última de 2019, em jatinho oficial, foi para Campinas (SP). Em 2020, pleno recesso, já são 8 passeios pela FAB. A informação é de Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

Rodrigo Maia viajou 238 vezes em jatinhos da FAB, durante o ano de 2019. Número superior ao total de dias de trabalho no parlamento.

No recesso de julho do ano passado, o presidente da Câmara foi para Campinas, onde pegou um avião com a família para os EUA.

Maia realizou três viagens para Brasília, três para o Rio de Janeiro, onde reside, e outras duas para São Paulo.

O viajante-mor da República passou ano novo em Miami, com a família e amigos. Ao menos abriu mão do desconforto do jatinho da FAB.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


OS EXCLUÍDOS DE CARTAXO: qual o plano “B” de cada um?

 

Polemicaparaiba.com.br 

Com a indicação quase certa do secretário de desenvolvimento Humano de Joao Pessoa, Diego Tavares (PV), como candidato do prefeito Luciano Cartaxo (PV), para disputar a sucessão em 2020 – a depender apenas da bênção na convenção – alguns nomes que estavam pleiteando o apoio do gestor da Capital em outubro começam a perceber que estão sobrando.


Pelo menos quatro pré-candidatos, filiados a legendas que apoiam a gestão na Câmara Municipal, aguardavam algum tipo de sinalização de Cartaxo: o deputado federal Ruy Carneiro (PSDB), o vice-prefeito da Capital Manoel Júnior (Solidariedade); o deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB); e o vereador licenciado e secretário de Ciência e Tecnologia de João Pessoa, Durval Ferreira (PP).

Eduardo Carneiro, que transita no campo da direita, já sinalizou que pretende insistir na disputa. A ideia é se fortalecer eleitoralmente para a reeleição à Assembleia Legislativa em 2022.

Ruy Carneiro comanda o PSDB na Capital e alimenta o sonho de ser prefeito de João Pessoa. Caso a candidatura não vingue, pode seguir com o grupo de Cartaxo.

Manoel Júnior, presidente estadual do Solidariedade, também sonha administrar a Capital, mas como plano B pode acabar tentando emplacar o terceiro mandato na Prefeitura de Pedras de Fogo.

Já Durval Ferreira necessita do aval do PP da família Ribeiro e deve apenas disputar a reeleição na Câmara Municipal.

Em comum entre os quatro, o fato deles fazerem – a preço de hoje – forte oposição ao desgastado PSB do ex-governador Ricardo Coutinho e à gestão de João Azevêdo (sem partido).

Por enquanto, podemos dizer que são os “excluídos de Cartaxo”, mas não da disputa de 2020.

A conferir.


Veja os números sorteados na Mega Sena e outras loterias!

SÃO PAULO, SP – 16.02.2018: 100 MI PARA GANHADOR DA MEGA SENA – O sorteio do concurso 2015 da mega-sena, que acontece no sábado, pagará ao acertador das dezenas sorteadas a quantia de R$  40 milhões. (Foto: Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress) ORG XMIT: 1487253
O concurso 2228 da Mega Sena paga neste sábado o prêmio de R$ 40 milhões. O resultado chegou a este tamanho após acumular por sete vezes.

Resultado da Mega Sena 2228: 09,19, 23, 32, 39 e 45.

Resultado Dia de sorte 0256: 27, 30, 12, 01, 31, 05 e 16. O mês de sorte é dezembro.

Resultado Dupla Sena 2042: 30, 06, 24, 25, 12 e 15. Segundo sorteio: 08, 16, 05, 03, 30 e 23.

Resultado Quina 5180: 11, 33, 62, 68 e 01.

Resultado Timemania 1437: 26, 80, 15, 46, 17, 30 e 58. Time do coração: Desportiva/ES.

O próximo sorteio da Mega Sena acontece na quarta-feira (29)


Botafogo-PB consegue empate com o América/RN na Arena das Dunas

 O Botafogo-PB conseguiu um empate ontem (25), diante do América-RN em sua estreia na Copa do Nordeste 2020. O jogo realizado acabou sem gols e frustrou os presentes na Arena das Dunas, em Natal.

A equipe paraibana não teve muitas chances no primeiro tempo da partida. Em um dos poucos momentos de perigo, Cássio assustou o goleiro Hewerton em uma falta de longe, mas o arqueiro fez a defesa.

O jogo melhorou na segunda etapa. Aos 23, Ewerton brilhou e salvou o que seria o gol do Botafogo após chute de Lohan. Depois da metade do segundo tempo, o América pressionou, e foi a vez do goleiro Samuel, do Belo, salvar a sua equipe após chute de Leilson.

Pelo Nordestão, a equipe pessoense volta a campo no próximo sábado (1º), contra o Confiança, no Almeidão, em João Pessoa. Antes, na quinta-feira (29), vai a Patos enfrentar o Nacional, pela 2ª rodada do Campeonato Paraibano.

PBagora.com.br

 


Mentiras sinceras - Marcos Pires

Nunca me interessaram as pessoas metidas a sérias, importantes. Sempre preferi aqueles que contam boas histórias, mesmo que um pouco distantes da verdade. Não estou só. O meu colega escritor Ariano Suassuna confessou certa vez que em seu “Auto da Compadecida” ele criara o personagem João Grilo, mas garantiu que Chicó realmente existiu. Quando garoto, Ariano ia todas as noites para a praça de Taperoá ouvir as histórias de Chicó. Formava-se uma roda de gente e o amarelo soltava suas cobrinhas. Numa ocasião Chicó contou que fizera uma viagem ao sul do Brasil: “- Embarquei num navio em Recife, mas como tinha pouco dinheiro me colocaram numa cabine muito apertada onde guardavam as latas de óleo das maquinas. Na costa da Bahia o navio começou a afundar. O comandante deu ordem para todos abandonarem a embarcação, mas a porta da minha cabine emperrou. Não abria nem com promessa. Tive a ideia de sair pela escotilha, aquela janelinha redonda. Forcei muito e finalmente ela abriu. Subi nas latas e tentei me imprensar, mas não estava conseguindo porque a escotilha era muito estreita. Então eu tirei toda roupa e os sapatos. Até a cueca e as meias eu tirei. Tentei novamente, mas ainda não dava pra sair. Aí tive uma ideia brilhante; totalmente nu me lambuzei no óleo que estava nas latas e enfim consegui sair pela escotilha, caindo no mar. Mesmo com a água muito fria comecei a nadar, pensando que estava salvo. De repente apareceu um tubarão que veio me atacar. Reagi imediatamente; puxei a faca do cinturão e…”. Nesse momento um dos circunstantes, dos muitos que ouviam a história, interrompeu Chicó: “- Mas vem cá, se você tirou a roupa toda, até a cueca e as meias, de onde foi que apareceram o cinto e a faca?”. Chicó olhou aborrecido para o cidadão e em seguida dirigiu-se aos circunstantes: “- Estão vendo? É por conta de um filho da puta desses que uma história tão boa se acaba. Pronto, não conto mais”. E retirou-se para casa. Quinze minutos depois a pequena multidão que todas as noites ouvia suas mentiras bateu à sua porta e implorou para que ele terminasse a narrativa. Já haviam dado uns sopapos no inconveniente e proibido que ele voltasse a frequentar a roda noturna para o resto da vida. Para felicidade geral tudo voltou ao normal nas noites da praça de Taperoá.

A mentira, quando divertida, é do bem. Já os que divulgam Fake News são do mal. Esses irão para o inferno de cabeça para baixo, com a boca cheia de cacos de vidro.


Responda, prefeito!

 blogdotiaolucena.com.br


Os Irerês não são coisas nascidas agora. Vêm de longe. Desde os tempos da velha Lagoa cheia de lama.

Mas isso não importa. O que importa é perguntar ao amigo leitor se ele acha normal alguém entrar na sua casa, usar o banheiro, dar a descarga, beber água no pote, comer um pedaço da galinha que cozinha no tempero e disso você não tomar conhecimento?

Que dono de casa é você, que é o último a saber?

Essa pergunta eu não respondo. Quem tem a obrigação de responder é o prefeito Luciano Cartaxo.

O senhor não sabia que seu secretário Cássio estava fuçando na lama da Lagoa e nela enterrando milhões de reais?

Que dono de casa é o senhor que não vê o que acontece nas dependências da sua vivenda?

Ou, melhor perguntando, que mágica o senhor usa para convencer o MPF da sua divindade angelical?


Vítimas em Brumadinho criticam Vale por distribuir R$7 bilhões a acionistas

 Vale fará repasse a acionistas que supera atuais gastos em indenização

Vítimas em Brumadinho criticam Vale por distribuir R$7 bilhões a acionistas
Protesto mantém viva indignação pelas mortes em Brumadinho (MG). Foto: Reprodução TV Brasil

Para lembrar um ano da tragédia de Brumadinho (MG), um grupo composto por atingidos e ativistas organizou uma marcha que saiu no dia 20 de janeiro de Belo Horizonte, passou pelas cidades de Pompéu, Juatuba, Betim e termina hoje (25), em Brumadinho. Entre as críticas que o grupo direciona à mineradora, está o recente anúncio da distribuição de R$ 7,25 bilhões aos acionistas, a título de juros sobre capital.

“As comunidades atingidas convivem com a dor, a contaminação e o descaso das empresas, e são vítimas do medo. Mas vão à luta para garantir seus direitos e defender a vida”, publicou, em convocatória nas redes sociais, o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), entidade envolvida na organização da marcha. “O lucro não vale a vida”, acrescenta a chamada.

O valor anunciado pela Vale, no final de 2019, supera em mais de duas vezes os R$ 2,8 bilhões que a mineradora afirma ter gasto até o momento com indenizações, doações e auxílios-emergenciais. Considerando outras medidas de reparação e despesas decorrentes da tragédia, já teriam sido desembolsados R$6 bilhões.

A política de remuneração a acionistas foi suspensa pelo Conselho de Administração da Vale três dias após a tragédia. Assim, a distribuição dos R$7,25 bilhões só poderá ocorrer quando essa decisão for revogada.

Em nota, a mineradora disse que a suspensão permanece. “A Vale reitera o seu compromisso total com a reparação e não mede recursos humanos nem financeiros para Brumadinho. No momento, não estamos discutindo a retomada do pagamento de dividendos”, diz o texto.

De acordo com a Vale, o referido juros sobre capital foi apurado com base nas reservas de lucro do balanço de 30 de setembro de 2019, conforme seu estatuto social. A declaração do valor de R$ 7,25 bilhões ainda em 2019 era, segundo a mineradora, um dever legal.

A Articulação dos Atingidos e Atingidas pela Vale, entidade que congrega atingidos pela mineração em diversas cidades, critica a anúncio. “Mesmo que a mineradora ainda não tenha declarado quando irá efetivamente remunerar seus acionistas, o anúncio do montante demonstra claramente que a prioridade da empresa é respaldar a sua imagem no mercado internacional”, afirmou, em comunicado público.

Até o final do primeiro semestre do ano passado, os balanços da Vale não ficaram imunes aos impactos da tragédia. Os gastos com medidas emergenciais e com a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem se refletiram nos primeiros balanços de 2019. A mineradora anunciou prejuízos de R$6,4 bilhões no primeiro trimestre e de R$384 milhões no segundo trimestre.


No entanto, as perdas acumuladas até então foram totalmente compensadas no terceiro trimestre, quando foi registrado lucro líquido de R$6,5 bilhões, um aumento de 7,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O balanço do quarto trimestre de 2019 ainda não foi divulgado, o que está previsto para ocorrer no dia 20 de fevereiro.

Mesmo que tivesse prejuízo no consolidado dos últimos três meses, a empresa ainda poderá ter fechado o ano passado no azul. O desempenho, porém, deve ficar bem aquém do alcançado em 2018, quando o lucro líquido alcançou R$25,6 bilhões.


Tragédia da Vale matou mais de 200 em Brumadinho. Foto: Pedro Ladeira/Folhapress/Arquivo
Reparação
A avalanche de lama que vazou na tragédia alcançou o Ribeirão Ferro-Carvão e, de lá, o Rio Paraopeba, causando ainda destruição de comunidades e devastação florestal. Desde o rompimento da barragem, 256 corpos foram resgatados. Ainda há 14 desaparecidos.

Segundo estimativa da mineradora, até 2023, R$ 24,1 bilhões devem ser investidos na reparação. O valor é aquém do pleiteado pela Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Em ação movida em março de 2019, a instituição postula que seja garantido no mínimo R$ 50 bilhões para a reparação ambiental. Um mês depois, o Ministyério Público de Minas Gerais (MPMG) defendeu outros R$ 50 bilhões como piso a ser gasto, dessa vez em ação que trata da apuração dos danos sociais e econômicos.


Segundo a Vale, já foram celebrados mais de 4 mil acordos de indenizações individuais e trabalhistas. Instituições públicas têm manifestado divergência sobre o melhor caminho para a busca de indenizações. No início de abril de 2019, a Defensoria Pública de Minas Gerais assinou com a Vale um termo de compromisso definindo os procedimentos que viabilizaram as negociações individuais.

O órgão acredita que o acordo dará celeridade às indenizações, evitando que as reparações demorem anos para serem efetivadas. Por sua vez, o MPMG defende que um processo coletivo fortaleceria os atingidos. Isso não significa que todas as vítimas receberiam o mesmo valor, mas que seriam fixados parâmetros comuns que orientariam o cálculo individual.

Segundo a associação dos atingidos de Brumadinho, a maioria das pessoas da comunidade de Córrego do Feijão que perderam parentes não foram indenizadas, bem como comerciantes e agricultores. Produtor rural na beira do Rio Paraopeba, Crisipo Antônio Valadares Júnior conta que não conseguiu chegar ainda a um acordo. Segundo ele, a proposta inicial que a Vale fez está bem abaixo dos seus prejuízos. A horta de quiabo era sua principal fonte de renda.

“Minha média era 300 caixas por semana. E esse ano estava bom de preço. Chegou a dar R$100 a caixa. Isso varia muito. Coloco uma média de R$ 40 a R$ 50. E como eu fiquei parado, tive esse prejuízo. Também criava peixes em tanques e precisei suspender”. Atualmente, ele obtém alguma renda com produção de leite e venda de carne bovina. A Vale instalou caixa d’água e bebedouros na propriedade e distribui ração e água para o gado. “Para irrigação eles não dão conta”, lamenta. (Com informações da Agência Brasil)

Diariodopoder.com.br

 

Pedro Ladeira Pedro Ladeira

Imprensa já ‘demitiu’ o ministro Sergio Moro mais de dez vezes em 1 ano


Sergio Moro é alvo de notícias de demissão desde a posse, num misto de torcida e desinformação
Tiago Vasconcelos
Ministro da Justiça, Sergio Moro. Foto: Isaac Amorim/MJSP

Sergio Moro é alvo de notícias de demissão desde a posse, num misto de torcida e desinformação. Já em fevereiro, Bebianno caiu por haver trombado com a família Bolsonaro, mas a imprensa imaginou que, “constrangido”, ele pediria para sair. Veio a exoneração de Ilona Szabó, que Moro havia nomeado, por isso, irritado, “estava de saída”. Jornais cravaram depois sua demissão com o Pacote Anticrime, por “colecionar derrotas e recuos”. Moro até disse haver entrado no governo “para ficar e não para sair”, mas foi inútil: a fantasia sempre vencia a realidade. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Para mostrar que era tudo “fake news”, Bolsonaro levou Moro a eventos oficiais, a jogos de futebol etc. Tudo inútil: a torcida continuou.

Um dos maiores portais do Brasil garantiu em 21 de março que Moro estava “sem forças”, e acertara sua demissão para os dias seguintes.

Colunista de rádio paulista cravou a demissão de Moro, em 13 de maio, por ter sido “indicado ao STF”. Nem foi demitido, nem foi indicado.

Em agosto e setembro, revistas anunciavam “desgaste” entre Moro e Bolsonaro após operação da PF. Há até livro sobre a relação dos dois.

Diariodopoder.com.br

 


Sidebar Menu