Governador se emociona com 1ª cirurgia no Hospital Metropolitano: ‘estou feliz‘

O governador Ricardo Coutinho (PSB), nesta quinta-feira (26), utilizou seu perfil nas redes sociais para exaltar a primeira cirurgia realizara no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, localizado em Santa Rita e inaugurado no início de abril.

"26 de abril de 2018, a pequena Karen, 2 anos, faz a primeira cirurgia do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires. Cirurgia cardíaca de alta complexidade num dos hospitais mais modernos do Brasil, especializado em cardiologia e neurologia. Estou emocionado e feliz", postou.


Após declarar apoio a João Azevêdo, auxiliar de Cartaxo entrega cargo na PMJP

O diretor executivo adjunto da Funjope, Jonildo Cavalcanti, confirmou, nesta quinta-feira (26), que vai entregar o seu cargo ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV). O anúncio vem depois de que o seu partido, o PCdoB, declarou oficialmente que vai apoiar a pré-candidatura de João Azevêdo (PSB), indicado do governador Ricardo Coutinho.

“Vamos entregar o cargo e agradecer, na certeza de que fizemos um bom trabalho nesse pouco mais de dois anos. O PCdoB, dentro daquilo que nós defendemos, em um momento difícil do país, estamos focados na conjuntura nacional e queremos fortalecer esse campo de esquerda. É importante para a nação e para o povo”, declarou.

O secretário do Procon-JP, Helton Renê, não compareceu ao evento do partido, realizado na sede do PSB. Mais cedo, Cartaxojá havia garantido que o vereador licenciado deve continuar na administração pessoense e vai apoiar Lucélio Cartaxo, pré-candidato ao governo do Estado pelo Partido Verde e irmão de Luciano.
Paraiba.com.br

Yves Feitosa/Fernando Braz


RC diz que Cássio protocolou Aijes sem fundamento para constranger Justiça Eleitoral;

 

Paraibaja.com.br
Por Feliphe Rojas -

 

Após vitória em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) Fiscal que pedia a sua cassação, o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), disparou contra o autor da ação, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que foi derrotado nas eleições para o Governo do Estado em 2014.

“A serenidade prevaleceu. Todo mundo sabe, todo paraibano sabe, quem abusou de poder econômico, quem abusou eleitoralmente e do poder político nas eleições de 2014. Não fui eu, foi meu adversário. Gravações foram disponibilizadas com prefeitos sendo comprados, vereadores sendo comprados. A velha política que nunca deixou de fazer. Senador Cunha Lima sempre fez esse tipo de política”, afirmou.

Segundo Ricardo, Cássio não conseguiu aceitar a derrota nos votos e, por tal motivo, tenta atrapalhar a governabilidade da Paraíba e constrange a Justiça Eleitoral impetrando várias Aijes que não teriam fundamento.

“Tenta conturbar a vida da Paraíba e criar instabilidade. Jogou várias Aijes simplesmente para tentar pressionar o TRE, para tentar constranger o TRE. Não tem fundamento consistente absolutamente algum. Eu ganhei as eleições no voto”, lembrou.


Após Lígia, agora é Damião que dá o tom de quem terá o apoio do PDT nestas eleições: "Na hora apropriada, iremos fazer a soma de forças"

Após Lígia, agora é Damião que dá o tom de quem terá o apoio do PDT nestas eleições:
Depois da vice-governadora Lígia Feliciano, agora foi o deputado Damião Feliciano (PDT) quem deu pistas sobre o posicionamento de seu partido nas eleições deste ano. Em entrevista concedida na cidade de Campina Grande, o parlamentar revelou que a alianças do PDT será tomada no momento certo, observando a melhor soma de forças


Segundo o deputado, que é o presidente da legenda no Estado, o PDT já conversou com alguns partidos de centro-esquerda visando a formação de alianças para as eleições que se aproximam.

Damião reforçou a fala de Lígia Feliciano sobre estarem ouvindo a população e afirmou sentir que as pessoas abraçaram a causa pela nova forma de fazer política.

Ele deixou claro a pretensão do partido de lançar Lígia Feliciano como candidata ao governo para suceder Ricardo Coutinho. E afirmou que os prefeitos, vice-prefeitos, servidores e lideranças da legenda estão animados em relação ao nome da vice como uma opção além das que já estão postas.

– Quem tiver agregado a essas ideias, estamos somando. Nós estamos esperando o momento oportuno para conversar com os partidos. Tem algumas conversas, mas naturalmente na hora apropriada, iremos fazer essa soma de forças para formação desse projeto – frisou.

 

Severino Lopes

PB Agora


Presidenciável do Podemos visita a Paraíba na próxima semana

Fonte: Paraibaonline.com.br
No próximo dia 02 de maio estará em Campina Grande o senador Álvaro Dias, do partido Podemos. Ele é pré-candidato à Presidência da República e já começa a se mobilizar em regiões que não é tão conhecido.

A informação é do presidente estadual do partido, vereador Galego do Leite. O postulante ao cargo de presidente deve participar de um ciclo de debates na Associação Comercial de Campina Grande com empresários, e concede também entrevistas à rádios locais.

A programação também será repetida em João Pessoa.

Apesar de pontuar 3,5% das intensões de votos em recentes pesquisas nacionais, para o vereador Galego do Leite, Álvaro será sim candidato e com o fortalecimento do partido, após o fechamento da janela partidária, existe um entusiasmo maior.

Foto: Agência Senado
Foto: Agência Senado

– É um nome forte. Foi reeleito três vezes como senador no Paraná. Tem referência e tem lutado contra os chamados privilégios que a política oferece para os políticos. É uma pré-candidatura que tem futuro e acredito que é pra valer, porque ele tem apresentado em todo o Brasil os seus projetos – disse Galego.

O vereador acredita que com as visitas de Álvaro em outros estados, especialmente os do Norte e Nordeste, poderá fazer com que seja mais conhecido.

Com relação à Paraíba, o vereador ressaltou que com a janela partidária, o Podemos agora é segunda maior bancada na Assembleia Legislativa e a pretensão para as eleições é eleger seis deputados estaduais e um federal.

Galego deve disputar a vaga na ALPB e a esposa de Veneziano, Ana Claudia Vital do Rêgo, a Câmara Federal.

*Informações da Rádio Campina FM.


Deputado enaltece trajetória de João Azevêdo e ‘alfineta’ pré-candidatura “genética” de Lucélio


Por Redação Paraíba Já - 25 de abril de 2018 às 16:090

 


O deputado estadual licenciado Adriano Galdino (PSB) elogiou, nesta quarta-feira (25), o conhecimento do pré-candidato ao Governo do Estado do PSB, João Azevêdo, com relação às necessidades e potencialidades da Paraíba. Segundo Galdino, Azevedo é um grande técnico e já prestou relevantes serviços ao Estado.

“Azevêdo é um grande técnico e João Pessoa e a Paraíba devem muito a ele. Deu a Ricardo as condições de fazer a sua grande gestão da Prefeitura de João Pessoa”, disse em entrevista à Rádio Correio FM.

Ao enaltecer a pré-candidatura de João, Adriano alfinetou a chapa das oposições, salientando que o principal componente da formação da chapa é a ligação familiar entre os membros e não o conhecimento técnico dos políticos.

“João conhece a Paraíba como ninguém e por isso foi alçado à condição de pré-candidato. Já o cidadão [Lucélio Cartaxo] está entrando pela genética, por ser irmão de um prefeito, vão colocar a vice por ser esposa de outro prefeito, e uma suplente de Senado também por ser esposa de outro prefeito”, ironizou.


José Maranhão ‘sela’ aliança do MDB com PR: “Chapa da verdadeira oposição está sendo construída”


Senador usou suas redes sociais para agradecer o “apoio enfático” do deputado federal e presidente estadual do Partido da República

Por: Blog do Gordinho


Wellington Roberto e José Maranhão
O destino do PR está selado na disputa das eleições deste ano. Pelo menos é isso que garante o senador, e pré-candidato ao Governo do Estado, José Maranhão (MDB), que usou suas redes sociais nesta quarta-feira (25) para agradecer o “apoio enfático” do deputado federal e presidente estadual do Partido da República, Wellington Roberto.

“Gostaria de agradecer ao deputado Wellington Roberto e presidente do PR/PB, pelo apoio enfático que recebi do mesmo em entrevista recente à imprensa paraibana. E compartilho com todos que a chapa da verdadeira oposição está sendo construída com diálogo e com aliados. Esse é o nosso objetivo, e é assim que estamos crescendo. Vamos juntos unindo forças!”, disse o senador na postagem.

Vale lembrar que Wellington Roberto, e o PR, participavam até meses atrás da gestão do governador Ricardo Coutinho (PSB), fazendo parte da base governista. Após entrega de cargos, o deputado sempre evitou falar sobre rompimento político, mas já figurava como novo aliado das oposições.


Por unanimidade, Assembleia Legislativa da Paraíba revoga guarda militar para ex-governadores

 
Lei havia sido sancionada no início deste mês pelo governador Ricardo Coutinho e gerou críticas da oposição

Por: Blog do Gordinho


Decisão foi tomada durante sessão na tarde desta quarta (25)
A Assembleia Legislativa da Paraíba revogou por unanimidade, nesta quarta-feira (25), o Projeto de Lei que criava uma guarda militar para ex-governadores. A lei havia sido sancionada no início deste mês pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), e foi alvo de críticas da oposição.

De acordo com o deputado Hervázio Bezerra (PSB), autor do projeto, ele reconhece o erro em apresentar o texto, por isso propôs a revogação, mas disse que não aceitaria que este ato fosse usado como palanque da oposição.

A guarda seria formada por três policiais militares, escolhidos pelo próprio ex-governador. Coutinho seria o primeiro beneficiado com a criação.


Rodrigo Maia ameaça cortar salário de deputados em obstrução desde a prisão de Lula


Parlamentares da oposição tentam impedir votações na casa em protesto contra a prisão do ex-presidente
EC Estadão Conteúdo

(foto: AFP)

Sem conseguir votar matérias importantes para o governo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ameaçou descontar o salário dos deputados da oposição que estão em obstrução e tentam impedir o andamento dos trabalhos na Casa desde a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 7.

Maia abriu a sessão da Câmara na noite desta quarta-feira, 25, anunciando que todas as votações terão efeito administrativo e que poderá rever sua decisão sobre a validade da presença no plenário dos deputados de partidos que estão em obstrução.

"Eu sou muito da conciliação e do diálogo, mas se a oposição tem o direito de obstruir, vou reavaliar a questão de ordem sobre a presença no plenário", disse Maia.

O presidente da Câmara também afirmou que a decisão da oposição está impedindo a Casa de "cumprir o seu papel constitucional de legislar". "A minha flexibilidade tem limite, e o limite é o respeito a essa instituição", disse.

A posição de Maia causou reação no plenário. O deputado Silvio Costa (Avante-PE) afirmou que a oposição vai ficar em obstrução até Lula ser solto.

A deputada petista Érica Kokay (DF) também criticou a postura do presidente da Câmara. "Nós não cedemos à chantagem, quem faz chantagem dá uma demonstração de profunda fraqueza, porque não consegue conduzir um governo que está aos frangalhos."

O argumento dos deputados em obstrução, liderados pelo PT, é que o País passa por uma crise política e institucional desde a prisão do ex-presidente, e a pauta do Congresso não pode seguir normalmente, como se nada estivesse acontecendo.

A obstrução é um recurso previsto no regimento da Câmara utilizado por parlamentares em determinadas ocasiões para impedir o prosseguimento dos trabalhos. O líder anuncia que o partido vai adotar a medida, o que faz com que a presença dos deputados da bancada deixe de ser computada, o que dificulta o alcance do quórum para as votações.

Apesar das dificuldades, o objetivo de Maia é votar ainda nesta quarta-feira algumas medidas provisórias enviadas pelo governo e o projeto que altera o cadastro positivo, considerado uma das principais bandeiras do Banco Central na área de crédito.


Vídeo - Supremo vira ioiô e perde a própria supremacia


Josias de Souza 

Marcado por suas idas e vindas, o Supremo tornou-se o epicentro de um fenômeno que corroi o prestígio da Justiça brasileira: a insegurança jurídica. A Suprema Corte virou um ioiô. Ora joga a delação da Odebrecht sobre Lula para Sergio Moro, ora manda o material para São Paulo. Num instante, aprova a prisão na segunda instância. Noutro, ameaça rever a novidade. Afasta Eduardo Cunha do mandato e delega ao Senado a palavra final sobre o afastamento de Aécio Neves. Cede poder aos senadores e, depois, ressuscita Demóstenes Torres, devolvendo-lhe direitos políticos que o Senado havia cassado. Nesse vaivém, o Supremo-ioiô perde a própria supremacia.

Há no Brasil uma sólida e inquestionável certeza: o Judiciário é lento, concordam todos, do advogado de porta de cadeia até a presidente do próprio Supremo. Pois na decisão sobre a delação da Odebrecht, três ministros da Segunda Turma —Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes— transferiram provas contra Lula da azeitada engrenagem de Curitiba para a São Paulo, onde a Lava Jato caminha na velocidade de uma lesma tetraplégica. Ofereceram matéria-prima para a defesa de Lula enfileirar recursos, embargos e todo tipo de petições contra decisões de Sergio Moro.

Poucas vezes o Brasil teve um Supremo tão desatento com suas responsabilidades institucionais. Há de tudo na Suprema Corte —de ministro reprovado em concurso para juiz até magistrado que mantém negócio privado. Decisões colegiadas são solenemente desrespeitadas. Há na prática não um, mas 14 supremos: os 11 ministros, as duas turmas e o plenário da Corte. O Brasil perdeu as esperanças de ter no topo do sistema judicial um tribunal que seja Supremo. Mas merece ter pelo menos um Supremo que tenha lógica.


Ministro Esteves Colnago: adiar reajuste de servidores é opção

Vera BatistaServidor
“Temos algumas cartas na mesa que podem abrir espaço para comportar as contas de custeio no próximo ano, que estão perto de R$ 100 bilhões, entre elas a postergação do aumento do funcionalismo”, disse Colnago

SIMONE KAFRUNI

Apesar de ter provocado forte reação de entidades sindicais, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, reiterou ontem que uma das possibilidades para fechar as contas públicas no próximo ano é adiar para 2020 o reajuste dos servidores previsto para 2019. Colnago também afirmou que o governo espera aprovar a utilização de fundos para pagamento de custeio.

“Temos algumas cartas na mesa que podem abrir espaço para comportar as contas de custeio no próximo ano, que estão perto de R$ 100 bilhões, entre elas a postergação do aumento do funcionalismo”, disse. “Este ano, temos R$ 128 bilhões de custeio. É um desafio muito grande para o governo caminhar com esse volume de despesas discricionárias. Para o ano que vem, o corte seria de R$ 30 bilhões, um desafio bem maior”, justificou Colnago.

O ministro estimou que o adiamento do reajuste salarial geraria economia de R$ 5 bilhões. “Isso permitiria ao próximo presidente transitar no primeiro ano e adotar outras medidas que entendesse necessárias”, disse. A opção, no entanto, colocou em alerta os sindicalistas. Sérgio Ronaldo da Silva, diretor da Condsef, classificou a medida como negativa e prometeu reagir caso seja adotada. Outros representantes dos servidores consideraram precipitadas as declarações do ministro.

Colnago explicou que várias medidas são aventadas, entre elas, usar fundos para fechar as contas. “Há uma boa fundamentação para que sejam usados, em especial, o Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) e royalties do petróleo. O fundo soberano ainda não encaminhamos para o Congresso”, ressaltou. Se nada for aprovado, o governo vai buscar alternativas para cumprir a regra de ouro, que proíbe o Executivo de emitir dívida para pagar despesas correntes. “A medida é da Fazenda e ainda está em elaboração”, desconversou.

O titular do Planejamento também destacou que tem discutido com o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, as pautas prioritárias que devem vão caminhar neste ano eleitoral. “Entendemos que há força, sim, para que sejam aprovadas. A Eletrobras é prioridade, assim como alguns projetos ligadas à regra de ouro”, disse. “São medidas importantes para que o próximo presidente tenha condições de navegar em 2019”, acrescentou.


União pode desistir de PDV para funcionalismo

 

Ao que tudo indica, a União pode desistir de levar à frente a Medida Provisória que criaria um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV) dos servidores federais. Mesmo que o governo não tenha batido o martelo, o novo texto está parado desde fevereiro na Casa Civil da Presidência da República. Conforme a Coluna vem publicando, a ideia era que a MP fosse votada no Congresso para que o PDV se tornasse um instrumento permanente e não provisório. Mas diante da incerteza de aprovação, o presidente Temer quer evitar mais desgaste político.

Além disso, o governo segura outro projeto relacionado ao funcionalismo: o que limita o salário inicial das carreiras federais a R$ 5 mil. Ainda no ano passado o Executivo apresentou a ideia. E em fevereiro o Ministério do Planejamento finalizou o projeto. No mesmo mês, enviou o texto à Casa Civil, mas desde então não houve avanços.

Logo após o fim da vigência da medida provisória que criou o PDV no ano passado, o governo declarou que apresentaria um novo. O prazo de inscrição no programa foi de 26 de julho a 28 de novembro.


Outras medidas

A medida provisória não só previa um PDV, como outras ações: a redução de jornada com salário proporcional e a licença incentivada sem remuneração. A previsão era gerar uma economia de R$ 1 bilhão por ano com a folha salarial.

Ao todo, 240 pessoas aderiram ao programa completo, sendo 153 para redução de jornada, 11 para licença incentivada e 76 para o PDV.

O governo ofereceu um salário e quarto do valor (125%) por ano trabalhado como incentivo ao profissional que quisesse deixar em definitivo o serviço público. A proposta foi vetada para quem estava em estágio probatório e também aos servidores que haviam cumprido todos os requisitos para a aposentadoria.

Aos servidores que se interessaram pela redução de jornada (de oito horas diárias para seis ou quatro horas) foi garantido o pagamento adicional de meia hora diária. Já para a licença sem salário por três anos seguidos, o incentivo foi o pagamento de três remunerações três anos consecutivos. O afastamento pode ser prorrogado pelo mesmo período.
Fonte: O dia,


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