Líder do Blocão revela possível adesão de dois nomes à base governista


Wilson Filho disse que crescimento do bloco acontece por conta do projeto bem-sucedido iniciado por Ricardo em 2011
Feliphe Rojas Feliphe Rojas 20 de abril de 2019 às 18:38 1 minuto de leitura
Denunciado pela PGR, Wilson Filho garante que provará inocência na Justiça
Líder do blocão na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o deputado estadual Wilson Filho (PTB) previu a adesão de novos deputados à base governista. Ele disse que três nomes podem chegar ao grupo nos próximos dias e se somar ao projeto do governador João Azevêdo (PSB).

“São 22 deputados estaduais na base e, após o início dos trabalhos na Assembleia, outros deputados como o Felipe Leitão [já oficializado na base, sendo o 23° deputado da base] e outros já se aproximam da base. Pode chegar muito em breve a 25 deputados estaduais, uma base ampla”, comentou.

Wilson lembrou como o projeto do PSB à frente do Governo do Estado conseguiu evoluir e angariar apoios a cada eleição, ressaltando que o agrupamento de parlamentares na base governista se dá por uma questão identitária e até mesmo eleitoral, pois seria benéfico aos mesmos terem a imagem vinculada a uma gestão bem avaliada, rechaçando a tese de um “cobertor” de cargos e benesses para “segurar” os deputados.

“No final do primeiro mandato de Ricardo Coutinho só tinham cinco deputados. Para a eleição, após 2014, se começou em 2015 um novo mandato com 19 deputados estaduais. Agora temos 22 eleitos no bloco, no grupo que elegeu também João Azevêdo. Isso não é cobertor, guarda chuva, não é nada disso. A eleição deu uma vitória a João tão grande, tão atípica, a maior diferença da história das eleições, que fez um grande número de deputados. Quem vota no governador X, acaba por votar em representantes do seu próprio agrupamento”, explicou.


Nova etapa da Campanha contra a Gripe começa nesta segunda-feira


Na primeira fase, foram vacinadas crianças, gestantes e puérperas.


Por Agência Brasil
 

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes. (Foto: reprodução )
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em uma nova etapa na próxima segunda-feira (22) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda, o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.

Dessa forma, poderão receber a vacina trabalhadores da saúde, indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, bem como a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

A doença
A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

Até o final de março, antes do lançamento da campanha, foram registrados 255 casos de influenza em todo o país, com 55 óbitos. Até o momento, o subtipo predominante no país é influenza A H1N1, com 162 casos e 41 óbitos. O Amazonas foi o estado com mais casos registrados, com 118 casos e 33 mortes. Por isso, a campanha foi antecipada no estado.


Neta de Pinto do Acordeon é vítima de racismo e agressão física em escola de João Pessoa: “Negrinha bocuda”


Na última sexta – feira (19), a filha de Pinto do Acordeon denunciou agressões sofridas pela filha no Colégio Master Bessa, em João Pessoa, após uma discussão com uma colega de classe.

A filha do cantor informou que o caso corre na justiça, onde foi registrado um boletim de ocorrência contra a agressora. (Foto: reprodução )
Na última sexta – feira (19), a filha de Pinto do Acordeon denunciou agressões sofridas pela filha no Colégio Master Bessa, em João Pessoa, após uma discussão com uma colega de classe. Ela relata que a filha de onze anos, foi agredida física e verbalmente pela tia da menina, a Corretora de Imóveis Karina Araruna que chamou a criança de “negrinha bocuda” e chegou a cuspir no rosto da criança.

“A Maria estava na escola, estudando, uma tia de uma coleguinha de sala dela foi até lá, agrediu a menina verbalmente a chamando de gorda, bocuda e dizendo que ela tem um olhão e ainda agrediu fisicamente puxando o nariz da criança de 11 anos e o mais absurdo foi que ela ainda cuspiu na cara da criança,” relatou Duna, filha de Pinto do Acordeon.

Duna informou que o caso corre na justiça, onde foi registrado um boletim de ocorrência contra a agressora.


Alexandre Frota diz que PSL foi ‘sacaneado’ pelo governo: ‘Odeio ser enganado’

 

Publicado por: Gerlane Neto e

Alexandre Frota, deputado federal pelo PSL-SP, voltou a usar o Twitter neste sábado (20) para atacar, acusar e ofender até mesmo seus correligionários. Frota demonstrou que o clima entre os governistas não está nada bom.

“Acho interessante que querem colocar a culpa no PSL. Mas o partido foi muito sacaneado pelo Governo. E os Twitteiros que nada sabem pois não vivem a realidade, ficam aqui ameaçando. O negócio é o seguinte tá na hora do PSL dar uma resposta séria”, tuitou Frota.

Em seguida, escreveu: “O PSL é dividido entre a Tropa de choque, os Olavos Amestrados, e os coisas. Querem saber quando vamos nos entender??? Todos os dias temos que ficar limpando as cagadas do Gov. e aí ainda temos que ouvir um monte de Merda que não é culpa nossa. As mais variadas”.

Leia Também: CEM DIAS DE JOÃO AZEVEDO: governador faz balanço da gestão e fala em dar continuidade ao trabalho do governo anterior
O deputado finalizou: “O Eremita da Virginia com seu Gov. Paralelo ele é uma espécie de Jim Jones, aí veio a brincadeira de mau gosto chamado Velez, e o genérico também indicado pelo pastor da seita. E o PSL é culpado? Odeio ser enganado”.

 

@alefrotabrasil
Acho interessante que querem colocar a culpa no PSL @PSL_Nacional Mas o partido foi muito sacaneado pelo Governo.E os Twitteiros que nada sabem pois não vivem a realidade ,ficam aqui ameaçando. O negócio é o seguinte tá na hora do Psl dar uma resposta séria. @PSL_Nacional

@alefrotabrasil
O PSL @PSL_Nacional é dividido entre a Tropa de choque,os Olavos Amestrados,e os coisas.Querem saber quando vamos nos entender???🐉🐀🐣 todos os dias temos que ficar limpando as cagadas do Gov.e aí ainda temos que ouvir um monte de Merda que não é culpa nossa. As mais variadas

 

 

Fonte: Revista Fórum

Créditos: Revista Fórum


Receitas da PB ultrapassam mais de R$ 865 milhões no mês de março

 
Arquivo/Agência Brasil
No terceiro mês de 2018, a Paraíba teve cerca de R$ 865 milhões em arrecadação. De acordo com o Fisco Estadual, R$ 493,3 milhões são referentes a arrecadação própria do estado. De um ano para outro, a diferença de receita foi de R$ 30,3 milhões, ou seja, crescimento de 6,54%. A receita própria é formada pelos tributos ICMS, IPVA, ITCD e Taxas.

De recursos transferidos pelo Governo Federal (FPE, Fundeb, Cide, IOF-Ouro, IPI-Exp e Royalties), o Estado dispôs em caixa cifra superior a R$ 371,1 milhões, no mês de março. No mesmo mês do ano passado, a Paraíba recebeu pouco mais de R$ 337,1 milhões. Neste ano, houve a mais de repasse R$ 34 milhões, o que corresponde a 10,09%.

Na soma total da receita própria e das transferências, somente no mês de março a Paraíba contabilizou mais de R$ 865,1 milhões em caixa. No ano passado, essa quantia foi de R$ 800,7 milhões. No comparativo de 2018 com 2019, este ano apresentou um crescimento de R$ 64,3 milhões, ou 8,04% de acréscimo.

MaisPB


Botafogo-PB vence Campinense e se torna tricampeão paraibano

 
O Botafogo venceu o Campinense e conquistou o Campeonato Paraibano pela terceira vez. Já no primeiro tempo, o Belo abriu o placar com um gol de Clayton logo aos três minutos, após receber belo passe de Nando e concluir entre as pernas do goleiro. O segundo gol aconteceu no último minuto do segundo tempo, marcado por Paulo Renê.

A última vez que havia conquistado o tricampeonato de forma seguida foi há 49 anos, e agora repete o feito com as conquistas dos títulos de 2017, 2018 e 2019.

O jogo encerrou com a torcida botafoguense vibrando ‘É campeão’ das arquibancadas do Almeidão, em João Pessoa. O gramado molhado até tentou atrapalhar o desenvolvimento do jogo, mas o Botafogo conseguiu articular algumas jogadas ofensivas, enquanto a Raposa só conquistou ritmo no segundo tempo e chegou a assustar o Belo.

Nos últimos minutos da partida o Campinense buscou resultados, mas acumulou cartões amarelos. Antes, porém, fez lances perigosos, como a invasão da grande área feita por Denis, que foi logo impedido por Saulo, que saiu do gol e caprichou na defesa. Jean e Romeu também deram trabalho e chegaram perto de conquistar um empate.

O placar do Botafogo poderia até ter sido maior. Nos últimos momentos da partida, Paulo Renê dominou na área de entrada e chutou com a canhota, mas a bola não entrou. Um outro lance perigoso aconteceu no primeiro tempo – Israel cruzou no lado direito e logo Richardson tentou cortar, quando Rogério chegou chutando e errou feio. A bola foi pra fora e a chance desperdiçada.

MaisPB


Só que não - Marcos Pires

  Os mais felizes lembram de um dos maiores sucessos musicais do início dos anos 60, El reloj, que chamávamos no Miramar de “Porque não paras, relógio”. Foi composta por Roberto Cantoral, que também pariu a belíssima La Barca.

Pois bom! Sempre acreditei na incrível história de que o compositor acompanhava sua amada esposa, internada num hospital, onde iria se submeter a uma delicadíssima cirurgia. Os médicos haviam preparado Roberto para o pior, e dificilmente ela sobreviveria até a manhã seguinte. Ele sentou em uma cadeira e ficou esperando o resultado. Na parede em frente havia um enorme relógio, e à medida que os ponteiros andavam, mais aumentava sua angustia. Naquele momento surgiram os versos: “ Reloj, no marques las horas, porque voy a enloquecer, ella se irá para siempre, cuando amanezca outra vez…”. O sucesso retumbante da música foi imediato em todo o mundo. E a história ajudou um bocado.

Só que não. Cantoral tinha apenas 21 anos quando compôs “Relógio” e estava na companhia de uma bela dançarina num hotel.

Outra maravilha é a história da música “As rosas não falam”. Dizem que o genial Cartola referia-se a uma filha que era prostituta em São Paulo e por isso não era aceita por Dona Zica, que não era mãe da garota. Cartola sonhava com o retorno da filha à casa paterna, daí os versos “ Devias vir, para ver os meus olhos tristonhos, e quem sabe sonhavas meu sonho, por fim”.

Só que não. Na verdade Dona Zica havia plantado algumas roseiras no jardim e ficou impressionada com a quantidade de rosas que nasceram. Perguntou a Cartola por que haviam nascido tantas rosas. “-Não sei, Zica, as rosas não falam”. O resto vocês conhecem.

E a belíssima My Way, hem? Nada mais americano. Só que não. Na verdade o cantor Frank Sinatra estava de saco cheio das músicas que gravava. Numa noite em que tomou um porre homérico com Paul Anka, confessou que iria deixar de cantar. Anka, que era seu amigo e fã, desesperou-se. Descobriu uma musica francesa chamada “Comme d´habiture” em seus guardados e fez uma versão, conservando apenas a musica, mas produziu uma letra que era cara do velho “olhos azuis”.

Pronto. Já dá pra tomar um rum com coca cola neste domingo ouvindo essas belezuras, hem?


Um pouco da história do jeito como eu conto - Ramalho Leite

 Foi graças aos votos de Solânea, em 1915, à época Vila de Moreno, que Solon de Lucena tornou-se liderança hegemônica no território de Bananeiras. O fato seria repetido comigo. Todavia, como deputado, não conseguia fazer muita coisa por Bananeiras. Clovis Bezerra não deixava. Ao contrário, em Solânea, minha prevalência era reconhecida. O governador Ivan Bichara pediu a minha conformação: “Vou dividir alguma coisa com você em Bananeiras, mas tenho que dar mais ao Clovis”. Aproveitei levando benefícios para Solânea enquanto tentaria conquistar a prefeitura de Bananeiras.

Agora, firmado na cidade, meu pai tinha todas as credenciais para enfrentar a disputa e registrou sua candidatura. Apoiado pelos Bezerra, o promotor da comarca, José Francisco de Almeida venceria a eleição com 2.901 votos, enquanto Arlindo Rodrigues Ramalho, obteve 2.594 votos. Um resultado assustador para quem dominava o poder local desde sempre. A sublegenda que abrigou a candidatura de meu pai fez dois vereadores: Avelino Alves de Melo e Agápito Teixeira Muniz, além do solidário pmdebista, Antônio Mendonça Coutinho. Em Borborema, meu pai indicou José Florêncio de Lima, candidato único a prefeito, eleito com 704 votos, tendo como vice-prefeito o meu primo, José Rodrigues Barbosa.< /span>

Na minha oportunidade de reeleição, em 1978, engrossei as fileiras da dissidência arenista em apoio à candidatura para governador do deputado federal Antônio Mariz. O presidente Ernesto Geisel escolheu para governar a Paraíba o professor Tarcísio de Miranda Burity, então Secretário de Educação do Estado, sem nunca ter sido testado nas urnas. O povo torcia por Mariz, mas naquele tempo, o que o povo pensava não valia nada.

Assim mesmo, segundo Elio Gaspari
(…) o país de 1978 não se parecia com o que (Geisel) recebera em 1974 quando toda a imprensa estava sob censura e a direção do Partido Comunista e os guerrilheiros do Araguaia estavam sendo exterminados. As denúncias de torturas, que em 1975 haviam chegado a 585, caíram para 214.Pela primeira vez, desde o início do regime, o ano terminara sem que nenhum brasileiro morresse ou desaparecesse nos cárceres políticos. O Ato Institucional nº 5, a caminho do seu décimo aniversário, estava com os dias contados, pois Geisel anunciara o propósito de revogá-lo ao fim de um processo de negociação de “salvaguardas eficazes.

O processo de escolha dos governadores não diferia do sistema adotado pelos militares para ungir o Chefe do Poder Executivo da União. O presidente Geisel, que prometia uma abertura “lenta e gradual” antes de nomear seus delegados estaduais, pensava naquele que ocuparia sua cadeira. O general Euler Bentes Monteiro era estimado por ele, mas distanciara-se do Planalto, chegando a disputar a presidência, dentro das regras legais de então, ou seja, no Colégio Eleitoral formado por 581 parlamentares e delegados das Assembleias Legislativas.

Também era cotado o paraibano Reynaldo Melo de Almeida, filho do imortal José Américo de Almeida, que comandara o I Exército. Os dois, Euler e Reinaldo, porém, não tinham a cumplicidade do general Golbery do Couto e Silva, chefe do gabinete civil da Presidência e principal articulador político do governo. A propósito, se o general paraibano esteve nas cogitações de Geisel para sua sucessão, teria sido eliminado pela máquina do SNI, comandada pelo general Figueiredo, o presidenciável in pectoris de Geisel/Golbery. O jornalista Carlos Castelo Branco contaria, em entrevista à revista Playboy, que o general Almeida “não foi presidente por causa das grava&c cedil;ões que o SNI fez de seus casos com mulheres”. Uma causa de inelegibilidade até então desconhecida.

A escolha de Burity para governador biônico obedeceria aos mesmos critérios. Houve uma simulação de disputa com a audiência de lideranças do partido oficial e formalização de listas de candidatos. O governador Ivan Bichara fixara-se no nome do senador Milton Cabral, apoiado pelas bancadas estadual e federal. Conta-se que o ministro José Américo de Almeida, à época ainda influente e tendo o filho Reynaldo em posição de destaque no “comando revolucionário”, teria insistido com o sobrinho Ivan, que se despedia do cargo, para que admitisse outras opções. Ele tinha simpatia pelo deputado Antônio Mariz, mas não conseguira dobrar Ivan e o parti do, então presidido pelo deputado Waldir dos Santos Lima. Dessas démarches surgiria o nome do então secretário de Educação do Estado, professor Tarcísio de Miranda Burity..

A escolha de um governador pelos militares, divulgada com todas as pompas no rádio e televisão, era uma ordem a ser cumprida. Ninguém ousaria discordar. Quem se rebelasse contra a “revolução” teria o mandato cassado e os direitos políticos suspensos por dez anos. Alguns ousaram enfrentar o regime e disputar na convenção do partido, pelo voto, confrontando-se com a indicação do Planalto. Mariz foi um desses, com alguns deputados que fortaleceram sua postulação. Nesse bloco, ao qual me filiei desde as primeiras horas, formaram ainda os deputados José Lacerda Neto, Edivaldo Fernandes Motta, Francisco Soares, Américo Sergio Maia, Tarciso Telino de Lacerda, Manoel Alceu Gau dêncio e Waldir dos Santos Lima, reforçados com o apoio dos ex-governadores Ernani Satyro e João Agripino.( O resto da história estará no meu livro ERA O QUE TINHA A DIZER, em breve nas livrarias)


Teste de valentia

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Na última reunião da “Confraria Tapa no Ovo” houve quem questionasse a valentia do jornalista José Maria Fontenelli,até então tido e havido como homem de coragem, acima de qualquer suspeita.

Antes de mais nada convém explicar ao leitor o que vem a ser a tal “Confraria Tapa no Ovo”. Ela existe e sua séde é na praça da alimentação do Manaíra Shoping. Seus integrantes são figuras ilustres da nossa intelectualidade, dentre as quais se destacam o próprio Zé Maria, o jornalista Chico Pinto, o engenheiro Decson Cunha, o aposentado Joãozinho, o bancário Mouzinho, tem superintendente de Polícia Federal no meio, além de um enjoado lá dos abacaxis que bota defeito em tudo.

Agora voltemos ao começo da nossa conversa, ou seja, aquela da dúvida levantada sobre a valentia de Zé Maria. Todos os moradores de João Pessoa sabem que Zé Maria é valente e destemido. Certa vez furou o bucho de Jair Santana com um canivete porque Jair atrapalhou bela cagada que dava no banheiro da Rádio Arapuan. E todos têm ciência das grandes brigas protagonizadas por ele contra gente poderosa. Na última delas enfrentou o diretor do Hospital de Traumas e, segundo dizem, o duelo fedeu a chifre queimado.

Chico Pinto foi escalado para fazer o teste. Com aquele cotoco de dedo, herança de uma bomba que lhe explodiu na mão numa passeata de Eilzo Matos, Cabo Duca, como o chamamos, ligou para Zé e, disfarçando a voz, ameaçou:

-Seu cabra safado! Não tem vergonha de andar se enxerindo com mulher casada não? Quando eu lhe encontrar vou dar-lhe uma surra, viu!

Zé perguntou quem estava falando e Pinto, em vez de responder, desligou. Não deu dois minutos, tocou o telefone de Pinto e do outro lado Zé Maria advertiu:

-Você não tem medo de ficar telefonando para um delegado da Polícia Federal e ainda por cima fazendo ameaça?

-Você é delegado bosta nenhuma, seu cabra de peia! Venha se encontrar comigo na frente do shoping pra eu lhe ensinar o bom guardado. Estou esperando você. Estou de camisa vermelha e calça azul. Venha! – convidou Cabo Duca. E Zé, de lá, disse que vinha.

Não veio. Pinto ligou outra vez: – Cadê você, seu frouxo?! Tô aqui no aguardo. Venha se for macho.

E Zé, se justificando: – Só não vou porque minha mulher está nervosa, chorando. Se não eu ia!”. -Que mulher que nada! Você não vem porque tá com medo”, provocou Pinto. Aí Zé perdeu a esportiva: -Então eu vou. Mulher, traz aí a minha pistola”. Disse isso e desligou o telefone.

Passaram-se longos 20 minutos. A Confraria toda reunida, em expectativa. Pinto voltou a ligar. Do outro lado, em vez de Zé, atendeu a mulher:

-Alô? E pinto: -Aqui é o Amaro. Dá pra chamar Zé Maria aí?

A mulher, com a voz educadíssima, desculpou-se:

-Lamento, Seu Amaro, mas agora ele está na praia, passeando com a nossa cachorrinha”.

 


Repúdio do decano Celso de Mello foi ‘senha’ para revogar censura

Rosinei Coutinho
Rosinei Coutinho

Nota pública do ministro deflagrou revogação da censura a revista

Nota pública do ministro Celso de Mello foi ‘senha‘ para revogação da censura a revista


A nota pública do ministro Celso de Mello, chamando de “autocrática” a censura imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foi a “senha” para o ministro Alexandre de Moraes assinar a decisão de revogar a medida contra a revista Crusoé. A informação é de veterano ministro envolvido nesse desfecho. O STF foi informado ainda na quarta (17), quando a medida inicial foi publicada, que o documento citado na reportagem era autêntico e não fake news. Mas era tarde demais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Após confirmar a autenticidade, o STF concluiu que o documento teria sido vazado da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba no dia 9.

Os ministros se convenceram de que o vazamento tinha a ver com o julgamento sobre 2ª instância, previsto para o dia 10 e depois adiado.

O documento citando o ministro Dias Toffoli, vazado, seria para “coagir” o STF a não alterar o entendimento sobre prisão em segunda instância.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Banco de DNA ficará completo até final do governo, diz Moro

 O banco reúne dados genéticos de criminosos

O ministro da Justiça, Sérgio Moro. Foto: Isaac Amorim/MJSP


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse hoje (20) que o banco de dados de DNA estará completo até o final do governo. Segundo ele, esta é uma das medidas mais importantes do projeto de lei anticrime, enviado ao Congresso Nacional.

O banco de dados de DNA é uma central onde estão, à disposição de autoridades e investigadores, os materiais genéticos coletados de criminosos condenados pela Justiça e os obtidos em cenas de crimes.

Moro afirmou que a ampliação do Banco Nacional de Perfis Genéticos “aumentará a taxa de resolução de investigação de qualquer crime, mas principalmente de crimes que deixam vestígios corporais”, em mensagem na rede social Twitter.

Ele lembrou que a coleta desse material não é invasiva – ou seja, sem necessidade de incisões. “Propomos a extração do perfil genético (DNA) de todo condenado por crime doloso no Brasil. Significa passar um cotonete na boca do preso e enviar o material ao laboratório. Isso passa a compor um banco de dados, como se fosse uma impressão digital”, argumentou.

O ministro acrescentou que, diante de um crime, a polícia busca vestígios corporais no local, como fio de cabelo. A partir desse material é possível identificar o DNA do suspeito e cruzá-lo com o banco de dados. “Tem um potencial muito grande para melhorar as investigações, evitar erros judiciários e inibir a reincidência”.

Ele lembrou que já existe um banco de DNA no Brasil, mas que é “muito modesto”, reunindo de 20 mil a 30 mil perfis. No Reino Unido, país onde esse tipo de técnica investigativa está bastante desenvolvida, há cerca de 6 milhões de perfis. Nos Estados Unidos, 12 milhões.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos de Almeida Camargo, o banco de DNA é integrado por cerca de 20 unidades federativas.

“O importante agora é integrar todos os estados e viabilizar a coleta de condenados. Hoje, a lei determina a coleta de perfil genético dos condenados por crimes hediondos e violentos contra a vida. Na proposta, isso acaba se estendendo para todos os condenados por crimes dolosos”, disse o perito criminal da Polícia Federal.

Camargo acrescenta que potencializar o emprego dos bancos de perfis genéticos “é medida mais do que necessária para melhorar a solução de crimes e reduzir a impunidade”. (ABr)

Diariodopoder.com.br

 


‘Já demos uma trava na Petrobras’, diz Onyx Lorenzoni a caminhoneiro em áudio

 Áudio de Onyx Lorenzoni é compartilhado pelos caminhoneiros

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Foto: Antônio Cruz/ABr


Em uma mensagem de áudio enviada a um caminhoneiro, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comentou medidas articuladas pelo Palácio do Planalto para atender demandas da categoria que paralisou o país em maio do ano passado e afirmou ao interlocutor que o governo havia dado uma “trava” na Petrobras para evitar reajustes de combustíveis com frequência inferior a 15 dias.

Logo no início da conversa, para exemplificar o apoio do governo, ele lista algumas iniciativas, entre elas, o que seria uma interferência nos reajustes de preço de combustíveis na Petrobras.

“Já demos uma trava na Petrobras. Qualquer modificação de preço, no mínimo entre 15 e 30 dias, não pode ter menos que isso”, afirma o interlocutor que seria Onyx.

Ele também diz que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) trabalha para melhorar as condições dos caminhoneiros e em breve faria uma manifestação de apoio à categoria:

“O presidente entrou nisso, tu vai ver que já muitas coisas vão começar a acontecer já nesta semana. O presidente amanhã deve se manifestar pelas redes sociais em direção à categoria dos caminhoneiros, particularmente aos autônimos”, diz no áudio.

A conversa teria ocorrido com o caminhoneiro Marconi França em 27 de março, uma quarta-feira, segundo narrou à reportagem o próprio França.

Na véspera (26 de março), a Petrobras havia anunciado, por meio de nota, mudanças na política de reajuste de diesel. As revisões de preços passaram a respeitar um prazo mínimo de 15 dias.
No mesmo dia foi anunciado o cartão pré-pago para os caminhoneiros.

No dia seguinte (28), em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro fez uma manifestação de apoio aos caminhoneiros e tratou das medidas anunciadas pela Petrobras.

França disse à reportagem que, na época, teve autorização do ministro para compartilhar o áudio. “Foi uma conversa minha com ele [Onyx]. Ele é um cara que está aberto ao diálogo, está tentando resolver os problemas da categoria e ao mesmo tempo um problema do governo, porque, sem caminhão, o Brasil para.”

O caminhoneiro conta que a sua ideia era acalmar os ânimos dos colegas. “Eu soltei nos grupos para dizer assim: ‘Olha, gente, vamos ficar quietos. Eu sei que está ruim, está difícil, mas está aí a palavra do Onyx, que está tentando resolver, tentando nos ajudar. O governo não está de braços cruzados. Isso é um problema de 30 anos e a gente não pode bater num governo de três meses‘”, afirmou França.

Ele disse não saber por que o áudio voltou circular. “Talvez sejam pessoas interessadas em uma nova paralisação.”

Nesta semana, caminhoneiros divulgaram que farão nova paralisação no dia 29.

Conversas sobre uma nova manifestação se intensificaram após o anúncio de reajuste de R$ 0,10 no preço do diesel, na quarta-feira (17), seis dias após a estatal voltar atrás no último aumento, por determinação do presidente da República.

França disse ser contra a greve neste momento. “O governo Bolsonaro está disposto a nos ajudar. Nunca tivemos acesso a um ministro da Casa Civil”, afirmou.

 

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