Mesmo diante da pandemia, presidente da Câmara de Cajazeiras vai dar uma moto a cada um dos vereadores

Polemicapparaiba.com.br
Publicado por: Larissa Freitas em 10/07/2020 às 08:00


Em meio a pandemia da Covid-19, quando municípios paraibanos enfrentam problemas na saúde, com hospitais, muitas vezes, superlotados com pacientes em tratamento da doença, o presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras, José Gonçalves de Albuquerque (Deusinho de Arara), pretende abrir litação para comprar 15 motos para todos os parlamentares da Casa.


Deusinho de Arara é conhecido na região pelas suas ações administrativas de inovação no Poder Legislativo Municipal. Ele já adquiriu um veículo tipo pick-up RANGER e uma moto para a realização dos serviços e deslocamentos de servidores da Câmara.

Deusinho agora está anunciando a realização de uma nova licitação para a compra de mais 15 motos que servirão aos gabinetes de todos os parlamentares.


DESDOBRAMENTO DA PÉS DE BARRO: PGR solicita novas medidas para investigar vínculos entre Wilson Santiago e Bosco Fernandes; VEJA DOCUMENTO

 DESDOBRAMENTO DA PÉS DE BARRO: PGR solicita novas medidas para investigar vínculos entre Wilson Santiago e Bosco Fernandes; VEJA DOCUMENTO
Publicado por: Anderson Costa 


A PGR solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, novas diligências no âmbito do inquérito que foi desmembrado para apurar prática de desvio de recursos, fraude à licitação e peculato por parte dos investigados da Operação Pés-de-Barro.

O pedido aconteceu na segunda-feira (06), após o ministro determinar a soltura do prefeito de Uiraúna, João Bosco Fernandes, que é investigado na operação. A informação foi veiculada em primeira mão no programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM. (Ouça abaixo).

No pedido, a PGR pede ao ministro do supremo 60 dias para investigar novas ligações entre os investigados pela operação, com destaque para João Bosco Fernandes e Wilson Santiago, a identificação das empresas ligadas aos grupos familiares destes dois investigados, além de periciar um contrato para apurar a possibilidade dos crimes de fraude à concorrência e superfaturamento.

Pés-de-Barro

A Operação Pés-de Barro investiga desvios de recursos públicos destinados à construção da Adutora Capivara, localizada no município paraibano. As investigações revelaram que, entre outubro de 2018 e novembro de 2019, a empresa responsável pelas obras,recebeu dos cofres públicos R$ 14,7 milhões e, em decorrência da ação criminosa, repassou R$ 1,2 milhão ao parlamentar Wilson Santiago e R$ 633 mil ao prefeito João Bosco Fernandes, como propina. Agora, as investigações ganham uma nova fase.

Veja o documento abaixo:


Flexibilização: Cartaxo autoriza reabertura de shoppings e comércio de rua

Na tarde desta sexta-feira (10), o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, anunciou a assinatura de um novo decreto que trata da 3º etapa das medidas de flexibilização realizadas na capital paraibana.

Segundo Cartaxo, cada passo que vem sendo dado tem sido feito com todo o cuidado e respeitando protocolos técnicos e com base científica, respeitando a vida dos paraibanos.

O prefeito disse entender a ansiedade pela retomada da economia, mas alertou que, nesse momento, é preciso manter a conscientização, já que o cenário atual ainda requer cuidado, a exemplo da higiene pessoal, o uso de máscaras e o distanciamento para que não haja uma regressão das medidas.

– Estamos dando passos firmes e seguros e acredito que não iremos retroceder -, afirmou o prefeito.

Cartaxo cobrou a manutenção do esforço coletivo e apoio da população pessoense para que todos sigam com o foco em salvar vidas. O chefe do executivo municipal lembrou que a covid-19 ainda existe, a contaminação ainda é uma ameaça e não a vacina. Logo, segundo Cartaxo, a prevenção ainda é o esforço do poder público e a colaboração da população em adotar e respeitar as medidas preventivas.

– Meta à meta vem sendo cumprida. Todo o planejamento que estamos fazendo, estamos conseguindo cumprir – declarou o prefeito.

ATIVIDADES LIBERADAS

– Reabertura do comércio de rua a partir da próxima segunda-feira (13), com horário das 9h às 15h;

– Shoppings estão autorizados a funcionar das 9h às 20, também a partir da próxima segunda;

– Está também autorizado o retorno dos jogos de futebol profissional, a exemplo do Campeonato Paraibano. No entanto, ainda sem a presença de torcidas.

– Também retornam as caminhadas na Avenida Cabo Branco no horário das 5h às 8h da manhã. A avenida voltará a ser interditada, impedindo a circulação de veículos neste horário;

– Na orla, a calçadinha e a ciclovia também serão liberadas para caminhadas e a prática esportiva, no início da manhã e no fim da tarde. O acesso a praças também foi liberado pelo gestor;

– Profissionais de Educação Física também estão liberados para orientar a prática de exercícios em espaços públicos, respeitando as regras de distanciamento.

Bares, restaurantes e academias seguem fechados.

 

PB Agora


Covid-19: Paraíba registra mais de 30 mortes nas últimas 24h

Trinta e três mortes foram registradas em decorrência da Covid-19 nas últimas 24h na Paraíba. Os dados são do novo boletim epidemiológico emitido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), no início da noite desta sexta-feira (10). No mesmo período, 1.504 novos casos foram registrados.

São 59.118 pessoas que já contraíram a doença, 21.481 que já se recuperaram e 1.229 faleceram.

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As mortes mais recentes foram registradas nas seguintes cidades:

Arara (1), Campina Grande (2) Catolé do Rocha (1), Guarabira (2), João Pessoa (22), Juarez Távora (1), Pirpirituba (1), Santa Rita (2), e São Bento (1).

Os casos confirmados estão distribuídos por 218 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (35); Aguiar (19); Alagoa Grande (544); Alagoa Nova (200); Alagoinha (571); Alcantil (22); Algodão de Jandaíra (4); Alhandra (391); Amparo (12); Aparecida (36); Araçagi (327); Arara (123); Araruna (149); Areia (192); Areia de Baraúnas (2); Areial (33); Aroeiras (103); Assunção (27); Baia da Traição (290); Bananeiras (97); Baraúna (119); Barra de Santa Rosa (30); Barra de Santana (68); Barra de São Miguel (12); Bayeux (1055); Belém (470); Belém do Brejo do Cruz (13); Bernardino Batista (3); Boa Ventura (2); Boa Vista (60); Bom Jesus (6); Bom Sucesso (7); Bonito de Santa Fé (7); Boqueirão (167); Borborema (7); Brejo do Cruz (153); Brejo dos Santos (8); Caaporã (803); Cabaceiras (16); Cabedelo (1996); Cachoeira dos Índios (48); Cacimba de Areia (7); Cacimba de Dentro (73); Cacimbas (39); Caiçara (289); Cajazeiras (766); Cajazeirinhas (1); Caldas Brandão (110); Camalaú (2); Campina Grande (7969); Capim (127); Caraúbas (26); Carrapateira (26); Casserengue (148); Catingueira (15), Catolé do Rocha (179); Caturité (63); Conceição (115); Condado (88); Conde (486); Congo (40); Coremas (44); Coxixola (12); Cruz do Espírito Santo (234); Cubati (55); Cuité (123); Cuité de Mamanguape (68); Cuitegí (175); Curral de Cima (15); Curral Velho (1), Damião (3); Desterro (42); Diamante (3); Dona Inês (42); Duas Estradas (44); Emas (5); Esperança (310); Fagundes (58); Frei Martinho (3); Gado Bravo (77); Guarabira (2631); Gurinhém (245); Gurjão (19); Ibiara (13); Igaracy (4); Imaculada (26); Ingá (422); Itabaiana (793); Itaporanga (57); Itapororoca (299); Itatuba (186); Jacaraú (165); Jericó (5); João Pessoa (16217); Joca Claudino (2); Juarez Távora (206); Juazeirinho (125); Junco do Seridó (30); Juripiranga (335); Juru (13); Lagoa (4); Lagoa de Dentro (50); Lagoa Seca (495); Lastro (15); Livramento (46); Logradouro (84); Lucena (219); Mãe d’Água (15); Malta (26); Mamanguape (1605); Manaíra (7); Marcação (95); Mari (591); Marizópolis (8); Massaranduba (221); Mataraca (121); Matinhas (51); Mato Grosso (7); Matureia (25); Mogeiro (92); Montadas (35); Monteiro (139); Mulungu (229); Natuba (45); Nazarezinho (9); Nova Floresta (25), Nova Olinda (7); Nova Palmeira (40); Olho D´Água (35); Olivedos (44); Parari (4); Passagem (30); Patos (1952); Paulista (68); Pedra Lavrada (26); Pedras de Fogo (1060); Pedro Régis (29); Piancó (89); Picuí (114); Pilar (192); Pilões (42); Pilõezinhos (182); Pirpirituba (128); Pitimbu (539); Pocinhos (68); Poço Dantas (3); Pombal (173); Prata (2); Princesa Isabel (45); Puxinanã (201); Queimadas (656); Quixaba (26); Remígio (180); Riachão (32); Riachão do Bacamarte (192); Riachão do Poço (41); Riacho de Santo Antônio (18); Riacho dos Cavalos (5); Rio Tinto (600); Salgadinho (11); Salgado de São Felix (126); Santa Cecília (31); Santa Cruz (13); Santa Helena (10); Santa Inês (20); Santa Luzia (179); Santa Rita (1468); Santa Terezinha (39); Santana de Mangueira (5); Santana dos Garrotes (6); Santo André (5); São Bentinho (24); São Bento (698); São Domingos do Cariri (28); São Francisco (12); São João do Cariri (39); São João do Rio do Peixe (96); São João do Tigre (4); São José da Lagoa Tapada (18); São José de Caiana (32); São José de Espinharas (11); São José de Piranhas (77); São José de Princesa (1); São José do Bonfim (51); São José do Brejo do Cruz (5); São José do Sabugi (169); São José dos Cordeiros (5); São José dos Ramos (122); São Mamede (33); São Miguel de Taipu (80); São Sebastião de Lagoa de Roça (140); São Sebastião do Umbuzeiro (4); São Vicente do Seridó (27); Sapé (634); Serra Branca (92); Serra da Raíz (14); Serra Grande (8); Serra Redonda (156); Serraria (44); Sertãozinho (62); Sobrado (102); Solânea (199); Soledade (100); Sossego (8), Sousa (663); Sumé (92); Tacima (81); Taperoá (51); Tavares (32); Teixeira (88); Tenório (11); Triunfo (14); Uiraúna (28); Umbuzeiro (43); Várzea (8); Vieirópolis (4); Vista Serrana (2), Zabelê (8).

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 54%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 68%. Em Campina Grande, estão ocupados 47% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 44% dos leitos de UTI para adultos.

PB Agora


Com as restrições contra o coronavírus, candidatos pouco conhecidos podem tirar o cavalo da chuva

As eleições deste ano são pouco – ou nada – recomendáveis para candidatos desconhecidos. Sobretudo, nos grandes colégios eleitorais, que estão exatamente nas maiores cidades.

Em função da pandemia, muitas normas restritivas vão ser impostas aos concorrentes. No tocante à conquista do voto e busca de apoios, a pior delas será a que proíbe o corpo a corpo.

Isto significa dizer que quem é pouco conhecido da massa eleitoral é melhor ir tirando o cavalinho da chuva. Até mesmo aqueles que, porventura, terão padrinhos políticos fortes. Não vai ser mole para quem não é conhecido das massas. Estes não terão a chance de se aproximar, sobretudo, apertar a mão, abraçar, botar crianças no colo, comer buchada em casa de pobre, etc.

O corpo a corpo é fundamental para que o candidato a qualquer cargo eletivo passe a ser conhecido. Não há outro meio, a menos que o tal seja um pop star ou alguém que esteja muito frequentemente ocupando nobres espaços, especialmente nos canais abertos de televisão.

Em Jampa
A propósito, lembremos que na eleição passada para prefeito de João Pessoa, a hoje deputada estadual Cida Ramos levou uma enorme desvantagem em relação a outros candidatos pelo fato de simplesmente ter dificuldade de mobilidade.

E atentem: mesmo com a dificuldade de mobilidade a então candidata Cida Ramos compareceu a todos os eventos da campanha, foi aos bairros e à periferia em geral, e ainda tinha sempre ao seu lado um padrinho forte que era o então governador Ricardo Coutinho.

A candidata Cida, no entanto, perdeu muito por suas limitações de locomoção e de chegar junto ao maior número de eleitores possível.

Nilvan
Neste aspecto da disputa, o pré-candidato Nilvan Ferreira (MDB) leva vantagem sobre todos.

Âncora de programas campeões de audiência, ao longo dos últimos anos, Nilvan é o mais conhecido dos pré-candidatos à Prefeitura de João Pessoa.
No item “conhecido do eleitor”, o comunicador suplanta até Cícero Lucena, que já foi governador, senador, ministro e prefeito de João Pessoa por duas vezes. Mas, apesar disso, Cícero ausentou-se da vida pública por pelo menos 16 anos.
Ao longo desse tempo, uma geração inteira surgiu no cenário eleitoral de João Pessoa, sem falar nos milhares que vieram habitar a cidade.

Mas…
Ser conhecido do grande público é um aspecto fundamental da eleição e até decisivo. No entanto, não basta só ser do conhecimento dos eleitores em geral. Há, portanto, outros aspectos a considerar, como empatia com o eleitor, propostas realizáveis e sintonia com as aspirações do povo, etc.

Eleição em Campina
A pré-candidata à Prefeitura de Campina Grande, Ana Cláudia Vital do Rêgo, disparou sobre os demais prováveis concorrentes numa enquete realizada nesta sexta-feira (10) durante o programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan de João Pessoa.

Detalhe importante: enquete não tem qualquer embasamento científico e nem de longe equivale à pesquisa eleitoral. Portanto, os pré-candidatos bem situados neste tipo de consulta popular não tem muito o que comemorar.

Eis o resultado da enquete, pela ordem dos mais citados:

1) Ana Cláudia Vital do Rêgo – 38 votos
2) Inácio Falcão – 29 votos
3) Tovar Correia Lima – 20
4) Bruno Cunha Lima – 3

Vários outros nomes foram citados uma vez pelos ouvintes: Biliu de Campina, Damião Feliciano, Tatiana, Chopinho e Bruno Sousa.

 

Wellington Farias

PB Agora


Sem fake news, bolsonarismo não sobrevive, diz especialista


Para Antônio Marcelo Jackson, professor da Universidade Federal de Ouro Preto (MG), air Bolsonaro conseguiu ser eleito e se mantém no poder se utilizando da propagação de mentiras
Jair Bolsonaro (Foto: Isac Nóbrega/PR | Reprodução)
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Sputnik – Com as notícias falsas sendo discutidas em diversas frentes, cientista político disse à Sputnik Brasil que é natural políticos que se elegeram com esse artifício se colocarem contra leis para proibi-las.

Para Antônio Marcelo Jackson, professor da Universidade Federal de Ouro Preto (MG), esse rol de políticos inclui o presidente Jair Bolsonaro, que, segundo o especialista, conseguiu ser eleito e se mantém no poder se utilizando da propagação de fake news.

"Bolsonaro, assim como outros candidatos, foi eleito a partir das fake news, isso é um fato. Ora, se você tem um candidato que é eleito graças a isso, é claro que esse sujeito, já eleito, vai fazer de tudo para que não exista uma legislação que combata as fake news. Afinal de contas, ele vive disso. Se acabarem as fake news, acaba Jair Bolsonaro", afirmou o cientista político.

Jackson lembra um episódio ocorrido durante a campanha de 2018, após uma manifestação capitaneada pelas mulheres contra o então candidato do PSL.

"Uma das situações mais grotescas, que beneficiou a candidatura de Bolsonaro, foi quando existiu uma manifestação de mulheres em várias cidades e a rede de fake news divulgou imagens completamente falsas, dizendo que era dessa manifestação, que na realidade era uma manifestação de empoderamento feminino, a respeito dos direitos das mulheres. E aí, nas fake news, foram colocadas imagens falsas, de situações completamente fora do bom senso da vida pública, pessoas urinando na rua, pessoas claramente drogadas, imagens completamente falsas", recordou.

Projeto de lei discute fake news


Um projeto de lei que tem por objetivo evitar a propagação das fake news em redes sociais e aplicativos de mensagens foi aprovado recentemente na Senado, e agora entrará em pauta na Câmara. O presidente Jair Bolsonaro, porém, antecipou que deverá vetar alguns trechos do texto. Críticos da lei argumentam que ela pode ferir a liberdade de expressão.

Além disso, existe uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito em andamento no Congresso para apurar a disseminação de notícias falsas por perfis e pessoas ligadas ao governo.

"Temos um elenco de políticos que foram eleitos a partir dessa coisa chamada fake news. Então, evidentemente, isso é uma coisa que provoca uma celeuma tremenda. Por um lado, tem um grupo de políticos, que chamaria de tradicionais, no melhor sentido do termo, que querem representar, de algum modo, algum segmento da sociedade, que pode ser à esquerda, ao centro ou mesmo à direita, e que veem outros sendo eleitos a partir de elementos completamente absurdos e falsos", afirmou Marcelo Antônio Jackson.


Fake news não começou em 2018, diz cientista político

O também cientista político Ricardo Ismael, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), diz, por outro lado, que a produção de notícias falsas com objetivos eleitorais não começou em 2018 e não se limita aos grupos bolsonaristas.

"A desinformação e as fake news são produzidas por diversos segmentos políticos. No caso do Brasil, desde a eleição de 2014 já se tinha isso. A candidata Marina Silva ficou bastante marcada naquela campanha por [ser vítima] uma campanha de desinformação e de ataques via redes sociais", afirmou à Sputnik Brasil.

A questão não está em pauta apenas no Congresso. Há ainda o inquérito do Supremo Tribunal Federal para apurar a existência de uma rede de notícias falsas que tem como alvo ministros da Corte. Além disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem previsto julgamento sobre o uso das notícias falsas durante a campanha de 2018, que pode até mesmo resultar na cassação da chapa de Bolsonaro e seu vice, Hamilton Mourão.

‘Diálogo entre diferentes forças políticas‘

Para Ismael, dada a abrangência e importância da questão, é importante o Congresso legislar sobre o tema, mas a lei das fake news não deve seguir a "linha de censurar redes sociais".

"O presidente pode manifestar contrariedade com relação a um ou outro ponto e até vetar eventualmente, mas é preciso haver um entendimento. O Congresso já mostrou em diversas ocasiões que, mesmo que o presidente venha a vetar, ele derruba, e a lei termina sendo implementada de acordo com a versão que o Congresso deseja. O que se espera nesse momento é um diálogo entre as diferentes forças políticas, ou seja, que essa questão seja tratada de forma suprapartidária", opinou o especialista.

Como último capítulo do imbróglio, o Facebook anunciou que desativou da rede social e do Instagram uma série de perfis ligados a gabinetes da família Bolsonaro e ao PSL. Segundo a empresa, os perfis eram falsos ou tentavam dissimular sua autoria.

‘Transparência‘ sobre critérios

Segundo Ismael, o Facebook acabou se "antecipando" à própria lei em discussão no Congresso, que cobra autorregulamentação das redes sociais. O cientista político, no entanto, frisa que é preciso "transparência" e tratamento "igualitário" para todos.

"Cabe ao Facebook dar transparência a quais são os critérios que adotou ou passou a adotar para eliminação de perfis, para que não haja suspeita de que o Facebook está fazendo isso de forma enviesada", afirmou Ricardo Ismael.


Antes de soltar Queiroz, presidente do STJ negou sete pedidos de presos que alegaram risco de coronavírus

 

João Otávio Noronha inovou ao atender pedido de miliciano ligado a Jair Bolsonaro e ao determinar a prisão domiciliar de sua mulher, que se encontra foragida
11 de julho de 2020, 05:52 h Atualizado em 11 de julho de 2020, 06:07
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Jair Bolsonaro, João Otávio de Noronha e Fabrício Queiroz
Jair Bolsonaro, João Otávio de Noronha e Fabrício Queiroz (Foto: ABR | Reprodução)
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247 – "João Otávio Noronha, presidente do STJ, negou ao menos sete habeas corpus que alegavam risco de contaminação de presos por Covid-19 antes de dar o benefício a Fabrício Queiroz e sua mulher que está foragida, Márcia Aguiar, nesta quinta-feira", aponta o colunista Guilherme Amado, da revista Época.

João Otávio Noronha inovou ao atender pedido de miliciano ligado a Jair Bolsonaro e ao determinar a prisão domiciliar de sua mulher, que se encontra foragida. Saiba mais sobre o caso:

Após ser beneficiado com um habeas corpus pelo presidente do Superior Tribunal Federal (STJ), Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), deixou na noite desta sexta-feira (10) do Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio.

Queiroz estava preso desde o dia 18 de junho, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Anjo. Ele foi encontrado em um imóvel do advogado de Flávio e Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, em Atibaia. Agora segue em prisão domiciliar.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), que administra os presídios do Rio, informou que foi notificada "após as 18h" da decisão da Justiça e que acionou o "setor competente para que o mesmo deixe a unidade prisional com a tornozeleira eletrônica". Nas redes, uma das filhas de Queiroz publicou mensagem avisando que ia buscar o pai.

"Estou indo te buscar, meu pai! E você vai ter o abraço de todos os seus filhos que estão cheios de saudades e tanto te amam e sabem o homem incrível que você é!", disse a filha na mensagem.


Ex-deputado Alfredo Sirkis morre, aos 69 anos, em acidente de carro

 
Ambientalista pioneiro, ele está entre os fundadores do Partido Verde no Brasil
Redação Redação 10/07/2020 às 19:49 | Atualizado às 20:38
Ex-deputado Alfredo Sirkis morre, aos 69 anos, em acidente de carro
O ex-deputado Alfredo Sirkis. Foto: Gustavo Lima/Ag. Câmara

Morreu nesta sexta-feira (10), em um acidente de trânsito, o ex-deputado federal Alfredo Sirkis. O carro que ele dirigia saiu da pista, colidiu contra um poste e capotou na BR 493, no Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 14h20.

Sirkis era jornalista, tinha 69 anos e se notabilizou na luta pelo meio ambiente. Foi deputado federal pelo Rio de Janeiro entre 2011 e 2014. Era diretor executivo do Centro Brasil no Clima (CBC) e foi coordenador do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima de 2016 e 2019.

Na Câmara Federal, presidiu a Comissão Mista de Mudança do Clima do Congresso Nacional e foi um dos vice-presidentes da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

Carro bateu em um poste e capotou, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; Sirkis morreu na hora. Foto: Reprodução/Redes Sociais
Antes disso, foi vereador em quatro mandatos no Rio de Janeiro, secretário municipal de Urbanismo e secretário municipal de Meio Ambiente, entre 1993 e 1996, na cidade do Rio. Foi membro da delegação brasileira às conferências do Clima de Montreal, Bali, Copenhagen, Durban, Varsóvia, Lima, Paris, Marrakech e Bonn.

Integrou as comissões executivas do International Council for Local Environmental Initiatives e do Metrópolis. Foi um dos fundadores do Partido Verde e um dos líderes do movimento ecológico no Brasil.

Como jornalista e escritor, foi autor de nove livros, incluindo Os Carbonários, vencedor do Prêmio Jabuti de 1981. Sirkis iniciou seu trabalho no jornalismo em 1973, em Paris, onde estava exilado, no jornal Libération, dirigido pelo escritor Jean-Paul Sartre.

Sirkis era conhecido pelo bom trânsito com políticos dos mais variados espectros, sempre aberto ao diálogo, mas sem deixar suas convicções de lado, principalmente a luta pelo meio ambiente. (ABr)

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Letalidade do coronavírus no Brasil despenca nos últimos 30 dias


Aumento da testagem revelou alta de 39% no número diário de casos entre 9 de junho e 9 de julho enquanto óbitos variaram 0,5%

Rio ocupa o 7º lugar no ranking mundial de mortalidade pela covid-19
Aumento da testagem revelou alta de 39% no número diário de casos entre 9 de junho e 9 de julho enquanto óbitos variaram 0,5%. Foto: Reprodução

Dados do Ministério da Saúde revelam que a letalidade do coronavírus diminuiu em 30 dias no Brasil, e o total de pessoas curadas disparou. De acordo com a média móvel de sete dias, entre 9 de junho e 9 de julho, os casos diários aumentaram 39%, enquanto a média móvel dos óbitos no mesmo período aumentou apenas 0,5%. Isso é resultado do aumento da testagem e também mostra que o país atingiu o “platô”. Agora a expectativa é de queda no número que realmente importa: o de mortes. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Entre junho e julho, a média de casos diários confirmados no Brasil foi de 26,5 mil para 36,8 mil e os óbitos passaram de 1.032 para 1.038.

O total de casos confirmados no Brasil passou de 1,8 milhão, mas 1,2 milhão já estão curados e 98% dos ainda enfermos não correm riscos.

No período, a média de casos diários no mundo foi de 122,7 mil a 200,7 mil, alta de 63,5%. Os óbitos foram de 4,4 mil para 4,7 mil, alta de 7,1%.

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Especialista prevê alta na popularidade de Bolsonaro após auxílio emergencial

 

Murilo Hidalgo, do Paraná Pesquisas, diz que as próximas pesquisas apontarão Bolsonaro melhor

Governo aciona comporta do Eixo Norte da Integração do São Francisco
Governo aciona comporta do Eixo Norte da Integração do São Francisco

Diretor do instituto Paraná Pesquisa, Murilo Hidalgo afirmou nesta sexta (10) que as próximas pesquisas nacionais devem registrar crescimento na avaliação do governo Jair Bolsonaro. Ele destaca que o presidente perdeu eleitores nas classes mais abastadas, mas ganhou apoio entre os mais pobres, certamente em razão da ajuda emergencial, e junto a micro e pequenos empreendedores, apoiados com crédito durante a pandemia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Ajuda a melhorar a avaliação junto a formadores de opinião, segundo Hidalgo, o fato de o presidente ter fechado a boca, evitando polêmicas.

Murilo Hidalgo detectou o aumento de avaliação positiva de Bolsonaro nas pesquisas que vem realizando em diversos estados e municípios.

Na pesquisa feita entre os dias 4 e 8, a avaliação positiva de Bolsonaro em São Paulo subiu para 41% entre os eleitores de baixa escolaridade.

De outro lado, Bolsonaro perdeu eleitores mais escolarizados, diz Murilo Hidalgo. Hoje, na capital paulista, apenas 30% deles o apoiam.

 

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Reminiscências de uma vida tranquila – III - Diplomacia ou Manifesto? -

Mirtzi Lima Ribeiro

Meu filho estava no início do 9º ano do ensino fundamental e um certo dia ocorreu uma discussão com a coordenadora que atuava com as turmas dessa faixa etária.
Ele me contou muito irritado que havia feito um “Manifesto”, por estar contrariado em razão de que queriam mudar a turma dele de lugar, saindo do corredor daqueles de mesma faixa etária para uma sala entre alunos no ensino médio, 1º ou 2º ano. Ele havia colocado numa parede do corredor um pequeno cartaz com a insatisfação deles, elaborado entre ele e colegas. Ao tomar conhecimento, a coordenadora arrancou o pequeno cartaz e o rasgou na frente de todos, dizendo que eles iriam mudar de lugar e pronto. Não precisa dizer que o clima ficou tenso. Ela se exasperou e houve discussão acalorada entre eles. Meu filho ficou indignado.

Quando o peguei na porta do colégio na hora do almoço, ele estava uma pilha de nervos e completamente contrariado, disparando:

Ele: – “Mainha, estou furioso. A coordenadora arrancou meu “Manifesto”, e rasgou com brutalidade e disse que vai mudar a gente de sala de qualquer jeito”.
Eu: – Conte-me em detalhes...

Ele relatou os pormenores e respondeu minhas perguntas. Depois eu quis saber se havia cópia desse “Manifesto”. Havia e pedi para lê-lo. Era meia folha de ofício, pintado de vermelho nas bordas e continha os motivos da turma para não mudar de sala. Estava claro, sintético e objetivo. Achei muito bem feito para a idade deles. Enquanto dava partida no carro do pátio da escola para sairmos, lhe falei com tranquilidade:
Eu: – Meu filho, vocês estão certos, mas, a maneira como conduziram isso causou esse momento desagradável. A coordenadora agiu por impulso porque não deveria ter rasgado o papel nem ter gritado com vocês. E você, ao revidar, também passou dos limites. Desconfio que a diretoria não sabe que haverá prejuízos na troca de salas.
A COMUNICAÇÃO DEFICIENTE ou INEXISTENTE tanto nas instituições quanto entre as pessoas, a maioria das vezes, é a CAUSA de problemas como esse. Pensarei numa maneira de falar sobre isso com a diretora, amanhã.

Ele ficou aliviado, mas, continuava determinado em sua insubordinação àquela arbitrariedade. Argui que a DIPLOMACIA vence muitas barreiras. Então, no dia seguinte, logo cedo deixei-o na entrada da escola e fui para a recepção, aguardar atendimento da diretora no horário comercial.

Ao falar com ela, com quem eu mantinha relações amistosas, soube que nada fora lhe repassado a respeito do atrito ocorrido e então relatei-lhe os fatos com calma.
A sala de aula dos meninos do 9º ano (ensino fundamental), iria ser mudada para o mesmo corredor dos alunos do ensino médio, cujo horário de intervalo é diferente, fato que atrapalharia diariamente as aulas por pelo menos meia hora, dada a zoada nos corredores no recreio. Também ficariam deslocados daqueles de mesma faixa etária; relatei-lhe os vários critérios previamente definidos e registrados, relativos ao ano letivo que seriam quebrados com a medida; os fiscais de corredor também teriam trabalho redobrado com meninos e meninas de idades diferentes, cujas regras seriam também díspares. Finalizei dizendo que a escola é enorme com excelentes espaços para adequação e seria melhor equacionar as demandas sem prejudicar nenhuma das classes, e, mostrei-lhe o “Manifesto”.

Diretora: – “Mãe, ele escreveu isso?”

Eu, rindo: – “Sim, irmã (ela é freira)... veja os detalhes...”. Rimos juntas e ela concluiu:
Diretora: – “Eu soube que iriam mudar de sala, mas me asseguraram que não haveria prejuízo nenhum e pelo que estou vendo isso não dará certo. Falarei com a coordenação. E houve esse desentendimento?”.

Eu: – “Sim, irmã. Ele não costuma mentir ou mudar as histórias em benefício próprio. Mas, é bom a senhora perguntar à coordenadora que deve lhe dizer como ocorreu. Ela perdeu o controle, rasgou o cartaz e gritou com os meninos. Meu filho também revidou no mesmo tom. Todos erraram, mas como ela tem muito mais idade que os meninos, deveria ter mantido a calma e o controle. Afinal, eles estão na faixa de 09 a 10 anos, com a emoção ainda em processo de educação.”

Diretora: – “Sim, mãe. Você está certa”.

Nos despedimos. O resultado foi que a escola resolveu o problema dos alunos do ensino médio sem mudar os do 9º ano (ensino fundamental), que permaneceram junto àqueles da mesma faixa etária. A coordenadora conversou com meu filho e a turma deles, pediu-lhes desculpas por ter arrancado e rasgado o cartaz do “Manifesto” e meu filho também se redimiu ao reconhecer que deveria ter encaminhado o pedido de outra maneira e nem deveria ter reagido com raiva.

Ao agir com DIPLOMACIA, percebi que todos se entenderam sem as usuais rusgas que geralmente estão presentes quando egos se inflam e se acham acima dos outros mortais. As corretas relações devem ser ratificadas com o exemplo e a conduta condizentes aos conceitos ensinados.


Esse governo fundado na quimera, na mentira, na fanfarronice, na ignorância

Albergio Gomes de Medeiros

 Pessoas que recebem dinheiro público, com salários em torno de 12 mil reais, "moleques" em idade, quase nenhum acima dos 30 anos, intelectualmente despreparados, tangem e manipulam (manipulavam sem temor algum) um rebanho com mais de um milhão de "retardados", outros com quase mesmos números. Não sei como esses "cabas veios" que conheço seguiam e replicavam fartos materiais inservíveis até para fazer as vezes de "papeis higiênicos", porventura fossem físicos, de tão toscas e infantilizantes.

Estão explicados os defectíveis conteúdos, as choldras consumidas por essa legião de fronteiriços "voluntários" porquanto "confeccionados" por pessoas obtusas, bancadas pelo erário público. Pena que só agora tenha emergido por razão exógena ao Brasil, mas, finalmente e enfim o facebook adotou uma providência.

Falta muito a ser desenrolado desse fétido e putrefato novelo a nível nacional, com a palavra, o Advogado e PGR, assim como da Polícia Federal, tendo em vista a urgência de adoções de medidas legais de ofício, as quais não exigem solenidades.

Pelo visto o "pão com mortadela", dos quais acusavam a "petralhada" de consumir, ficou mais sofisticado e bem mais caro, até com contagem de tempo de serviço para efeitos de aposentadorias (bacana não é?) nesse governo fundado na quimera, na mentira, na fanfarronice, na ignorância, aproveitando-se da leseira, do retardo mental (voluntário) e-ou "má-fé", especialmente da religiosidade do segmento Gospel - permeado de hipocrisia e misticismo.

Chafurdem com seus "copilotos" que diziam comandar o voo do avião nos quais supostamente estaríamos todos nós.

Eu teria tanta vergonha se fosse um desses seguidores que abandonaria por uns anos as redes sociais, ou nem teria coragem de postar sequer versículos bíblicos, entretanto é exigir demais dessas pessoas: vergonha na cara e autocensura.

Vade retro.


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