Mais de 170 concursos têm inscrições abertas para 15,7 mil vagas no país


Foto: Reprodução
Pelo menos 173 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (17) e reúnem 15.735 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 29.114,95 na Assembleia Legislativa de Goiás.

Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.

Nesta segunda-feira, pelo menos 15 órgãos abrem o prazo de inscrições para 409 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 13.299,22 na Prefeitura de Matinhos (PR). Veja abaixo as informações de cada concurso:

Câmara Municipal de Guaraci (PR)
Inscrições: até 15/01/2019
Vagas: 2
Salários de até R$ 3.242,79
Cargos de assistente legislativo (nível médio) e contador (nível superior)
Veja o edital
Câmara Municipal de Piraí (RJ)
Inscrições: até 20/01/2019
Vagas: 6
Salários: até R$ 3.873,59
Cargos de nível médio e superior
Veja o edital
Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado do Ceará (CGE-CE)
Inscrições: até 04/01/2019
Vagas: 25
Salários: até R$ 4.281,16
Cargos de nível superior
Veja o edital
Prefeitura de Araçoiaba da Serra (SP)
Inscrições: até 07/01/2019
Salários: até R$ 2.476,52
Cadastro de reserva para professores
Veja o edital
Prefeitura de Belo Horizonte (MG)
Até 18/12/2018
Vagas: 12
Salários: até R$ 4.132,89
Cargos de nível superior
Veja o edital
Prefeitura de Frei Inocêncio (MG)
Inscrições: até 30/12/2018
Vagas: 26
Salários: até R$ 1.014,00
Cargos de nível médio
Veja o edital
Prefeitura de Guimarânia (MG)
Inscrições: até 18/01/2019
Vagas: 1
Salários: até R$ 2.030,84
Cargo de fiscal tributário (nível superior)
Veja o edital
Prefeitura de Matinhos (PR)
Inscrições: até 23/01/2019
Vagas: 172
Salários: até R$ 13.299,22
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital
Prefeitura de Nortelândia (MT)
Inscrições: até 17/01/2019
Vagas: 45
Salários: até R$ 2.762,49
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital
Prefeitura de Ribeirão Pires (SP)
Inscrições: até 17/01/2019
Vagas: 46
Salário: R$ 1.014,00
Cargos de agente comunitário de saúde e agente de combate a endemias (nível médio)
Veja o edital

Prefeitura de Santa Maria da Serra (SP)
Inscrições: até 07/01/2019
Vagas: 2
Salários: até R$ 2.079,56
Vagas para psicólogo e professor de inglês (nível superior)
Veja o edital
Prefeitura de Terra Nova do Norte (MT)
Inscrições: até 06/01/2019
Vagas: 39
Salários: até R$ 1.434,92
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital
Prefeitura de Varginha (MG)
Inscrições: até 18/12/2018
Vagas: 4
Salários: R$ 3.318,54
Vagas para médicos
Veja o edital
Tribunal de Justiça do Paraná
Inscrições: até 16/01/2019
Vagas: 17
Salário: não informado
Vagas para juiz
Veja o edital
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
Inscrições: até 18/01/2019
Vagas: 12
Salários: até R$ 9.600,92
Cargos de nível superior
Vagas para Diamantina, Unaí e Janaúba
Veja o edital
G1


Guedes quer cobrar mensalidade nas universidades públicas

"A equipe econômica de Bolsonaro namora a ideia de cobrar anuidades aos alunos das universidades públicas", revela o jornalista Elio Gaspari. "Admitindo-se que a carta da cobrança das anuidades vá para a mesa, o que os sábios pretendem fazer quando estourar uma greve de professores e alunos?", questiona

Historicamente ligado ao setor da educação privada, o futuro ministro Paulo Guedes quer acabar com a gratuidade das universidades públicas. "A equipe econômica de Bolsonaro namora a ideia de cobrar anuidades aos alunos das universidades públicas. A ideia é velha e tem razoável apoio na opinião pública. Para evitar desastres, os sábios do futuro governo devem tratar do caso na sua verdadeira dimensão", revela o colunista Elio Gaspari, em sua coluna.

"Admitindo-se que a carta da cobrança das anuidades vá para a mesa, o que os sábios pretendem fazer quando estourar uma greve de professores e alunos? A resposta imediata é a ameaça de que os professores não receberão os dias parados. Parece fácil, mas surge outra questão: o que eles farão quando a Justiça mandar pagar, como tem feito habitualmente? Querer cobrar anuidades é uma coisa, incendiar as universidades, outra."


Imposto de Renda 2018: Receita paga último lote de restituições nesta segunda

A Secretaria da Receita Federal paga nesta segunda-feira (17) as restituições referentes ao último lote do Imposto de Renda de Pessoas Físicas de 2018. Este lote também inclui restituições residuais de 2008 a 2017. As consultas foram liberadas no último dia 10.

Quem não aparecer em um dos sete lotes regulares do IR está automaticamente na malha fina do Leão.

Ao todo, serão pagos mais de R$ 319 milhões a 151.248 contribuintes no dia 17 de dezembro. Desse total, R$ 193 milhões referem-se ao sétimo lote do IR de 2018, que contemplará 100.690 contribuintes.

Do valor total de restituições, a Receita Federal informou que R$ 127 milhões referem-se aos contribuintes idosos, com mais de 60 anos, ou com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave, além daqueles cuja maior de renda seja o magistério.

Depois dos idosos, contribuintes com deficiência física, mental, moléstia grave ou cuja principal fonte de renda seja o magistério, que têm prioridade no recebimento das restituições, recebem os contribuintes que enviaram a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, se tiverem direito a ela.

A Receita Federal recebeu 29.269.987 declarações do Imposto de Renda dentro do prazo legal neste ano, número acima da expectativa inicial de receber 28,8 milhões de declarações em 2018.

628 mil contribuintes na malha fina
A Receita Federal informou que 628 mil contribuintes tiveram suas declarações do Imposto de Renda de 2018 retidas na chamada "malha fina" devido a inconsistências nas informações prestadas.

Quando entram na malha fina, as declarações dos contribuintes ficam retidas para verificação de pendências e eventual correção dos erros. As restituições são pagas somente após a questão ter sido resolvida.

Para saber se está na malha fina, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.


Após verificar quais inconsistências foram encontradas pela Receita Federal na declaração do Imposto de Renda, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora.

Quando a situação for resolvida, o contribuinte sai da malha fina e, caso tenha direito, a restituição será incluída nos lotes residuais do Imposto de Renda.

G1


Cartaxo não é uma oposição qualificada para João, avalia Nonato


Por Redação Paraíba Já - 16 de dezembro de 2018 às 08:04


Em entrevista ao programa Master News da TV Master, nesta sexta-feira (14), o chefe de Gabinete do Governo do Estado da Paraíba, Nonato Bandeira, disse que não há oposição qualificada para João Azevedo na Paraíba ao se referir ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo e seu irmão, Lucélio Cartaxo. Ele acrescentou que “ninguém chega ao governo do estado por acaso” ao se referir a eleição do governador eleito e destacou que a oposição precisa se informar porque o eleitorado não aceita mais líderes inconsistentes. Nonato foi anunciado como futuro secretário de Estado do Governo de João.

O jornalista que já foi secretário de Comunicação do Estado disse que o Governo de João deve continuar a imprimir a marca do governador Ricardo Coutinho focada, cada vez mais, no trabalho.

Como secretário de Estado, Nonato declarou que o intuito maior será otimizar os gastos e a gestão, além de trabalhar com o máximo de produtividade.

O futuro secretário disse não ver animosidade contra João na Assembléia Legislativa da Paraíba, mesmo entre os mais radicais na bancada de oposição. Segundo ele, não adianta ir contra o avanço na Paraíba, o resultado das eleições foi frustrante para quem se opôs ao trabalho no estado. Nonato acrescentou ainda que o executivo deve entrar nas questões da eleição da Mesa Diretora da ALPB, uma vez que o legislativo interfere diretamente nas ações do executivo.

As informações são do Paraíba Master


Transparência: não disponibilizar status das licitações faz nota de JP em ranking despencar

 
Por Feliphe Rojas


Um dos requisitos mais importantes para a nota do ‘Escala Brasil Transparente – 360º graus’, feito pela Controladoria-Geral da União (CGU), é o acesso no site oficial da prefeitura para acompanhar o status das licitações que foram contratadas pelo município.

A falta deste recurso no site da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) contribuiu na nota de 7,99, abaixo da média das capitais brasileiras, e que colocou a cidade em apenas 174° no ranking nacional de cidades – lembrando que o ranking não levou em conta as cidades com menos de 50 mil habitantes.


Cássio Cunha Lima reconhece que foi derrotado pelo seu próprio eleitor

 
Cássio Cunha Lima reconhece que foi derrotado pelo seu próprio eleitor
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB), em entrevista recente a imprensa, atribuiu à influência do Partido dos Trabalhadores (PT) na região Nordeste as mudanças ocorridas na composição do Senado. E no que diz respeito especificamente ao seu insucesso na reeleição, o tucano ressaltou que o pleito com dois votos é muito paradoxal, porque em tese você acaba sendo derrotado pelo seu próprio eleitor.

“Nas características da minha candidatura eu tive um primeiro voto muito forte, mas o meu segundo voto era bem fraco. Enquanto a minha companheira de chapa, a senadora eleita Daniella Ribeiro (PP), não tinha um primeiro voto tão forte, mas teve um segundo voto muito forte, a partir dos meus próprios votos, no apoio que dei incondicionalmente à candidatura dela. Além dela ter conseguido penetrar no segundo voto do senador eleitor Veneziano e do próprio deputado Luiz Couto”, argumentou.

 

De acordo com Cássio Cunha Lima, quando se tem a conjunção de dois votos acaba tendo um desempenho aquém da expectativa que se tinha. Além do mais, como ressaltou, houve, por essa presença massiva do PT, do ex-presidente Lula e da ex-presidente Dilma, devido a posição dele favorável ao impeachment.

 

“Tenho certeza que me distanciou desta parcela do eleitorado. Um outro tema que certamente influenciou na decisão do eleitor foi a minha posição sobre a reforma trabalhista, que eu continuo dizendo que não houve retirada de direitos do trabalhador. O trabalhador não perdeu um só direito, eu continuo dizendo que não houve retirada de direito do trabalhador, o trabalhador não perdeu um só direito, precisamos modernizar a nossa economia, fazer com que o País retome o desenvolvimento, recupere o emprego. Mas isso também, me distanciou de uma parcela do meu eleitorado”, comentou.

Cássio disse ainda, que tudo isso faz parte da política, e com 32 anos de mandato. “Vou concluir agora um ciclo da minha vida louvando a Deus. Tive a imensa honra de representar a Paraíba no Senado nesse instante, além dos mandados que exerci anteriormente, e da mesma forma que nos momentos de vitória louvei e agradeci a Deus, faço neste instante também: O meu louvou e agradecimento a Deus por tudo que vivi. Um agradecimento muito sincero ao povo da Paraíba, porque Deus é bom o tempo todo”, declarou.

Pbagora.com.br

 


João Azevêdo deve anunciar restante do secretariado nesta semana

 

Publicado por: Gerlane Neto 

Polemicaparaiba.com.br
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Após a expectativa sobre o restante dos auxiliares da sua gestão que estava previsto para ser anunciado nesta sexta-feira (14), o governador eleito João Azevedo confirmou que revelará a relação no decorrer desta semana.

Assim como no primeiro anúncio, onde noticiou os nomes que irão compor o núcleo duro do seu governo, João deverá usar as redes sociais para repassar a lista de novos auxiliares.

Leia Também: GESTORES DE JOÃO: Governador eleito divulga nomes de secretários e Polêmica Paraíba acerta mais de 90% em especulação - VEJA VÍDEO
O futuro governador informou que ainda está em contato com alguns nomes e que até esta segunda-feira (17) estará com tudo pronto para o anúncio.

 

 

 

Fonte: paraiba.com.br

Créditos: paraiba.com.br


Governo Bolsonaro terá mais ministros militares do que em 1964


Se a configuração atual fosse aplicada aos governos do passado, somente o de Costa e Silva teria o mesmo número de militares que Bolsonaro
Por: Notícias ao minuto

 

O governo de Jair Bolsonaro terá mais ministros com formação militar no primeiro escalão do que no governo do general Castelo Branco (1964-1967), que inaugurou o ciclo de militares no poder após o golpe de 1964. Comparado aos outros governos que sucederam o general, o do presidente eleito está no mesmo patamar da gestão do general Emílio Garrastazu Médici, que tinha sete ministros militares, mas numericamente abaixo dos ministérios de Ernesto Geisel (10 ministros militares), Artur da Costa e Silva e João Baptista Figueiredo, ambos com nove.

O que diferencia o primeiro escalão de Bolsonaro dos presidentes militares e de parte dos civis após a redemocratização é a redução dos ministérios propriamente militares desde 1999. Primeiro, a antiga Casa Militar e o Serviço Nacional de Informações (SNI) foram extintos. No lugar deles nasceu o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Depois, os ministérios do Exército, da Marinha e da Aeronáutica se fundiram no Ministério da Defesa, que incorporou ainda o Estado-Maior das Forças Armadas (Emfa).

Se a configuração atual fosse aplicada aos governos do passado, somente o de Costa e Silva teria o mesmo número de militares que Bolsonaro. E, se este tivesse um ministério com a antiga configuração, seu governo teria 10 ministros militares, mais do que qualquer um na história.

Analistas ouvidos pelo Estado avaliam que esse fenômeno pode ser explicado por uma simples razão: eles fazem parte do universo do presidente eleito. Para eles, isso não necessariamente significa um risco de autoritarismo, mas pode indicar dificuldade nas negociações.

O partido do presidente eleito, PSL, existe desde 1994, mas despontou no cenário político apenas neste ano. Em 2014, elegeu um parlamentar. Quatro anos depois, a bancada saltou para 52. O próprio presidente, ressalta Carlos Melo, professor do Insper, não teve uma atuação técnica em mais de duas décadas de Câmara, ou interlocução com setores da economia, do meio ambiente, etc.

“FHC, no governo, levou vários intelectuais. Lula, sindicalistas. Surpresa seria se ele (Bolsonaro) convidasse um intelectual da Sorbonne. Não é a sua visão de mundo”, disse Melo.

A explicação para os militares no primeiro escalão, segundo Frank McCann, historiador da Universidade de New Hampshire, especialista no Exército brasileiro, leva em conta a própria passagem apagada do presidente eleito nas Forças Armadas. “Bolsonaro está tentando dar ao seu governo a imagem de severo, com base na popularidade da imagem das Forças Armadas. Ele quer que o prestígio dos generais reflita numa melhora de sua imagem. Em outras palavras, o papel deles no governo é prover uma estatura que o próprio presidente não tem”.

Bolsonaro é o terceiro presidente eleito por voto direto que veio das Forças Armadas. O primeiro foi Hermes da Fonseca, em 1910, tendo 2 militares entre seus 7 ministros, e Eurico Gaspar Dutra, que em 1946, colocou 4 militares entre seus 10 ministros.

Em sua gestão, não apenas Bolsonaro indicou um número expressivo de militares, mas também para quase todas as vagas ligadas a infraestrutura, o que também ocorreu durante o regime militar. A questão, na avaliação dos analistas, é como pretendem dialogar, principalmente com o Congresso. Para José Álvaro Moisés, por exemplo, há uma preocupação “de esses segmentos adotarem um modo de funcionar que é próprio da instituição militar, ethos militar”, segundo disse, mais hierárquico e rígido. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Internautas comparam píer de Bodocongó entregue por RC e o da Lagoa feito por Cartaxo

 
Ao que parece, foi dada a largada para as eleições 2020
Por: Blog do Gordinho

 

Após um período de trégua envolvendo os políticos paraibanos, na reta final de 2018 ainda houve tempo para mais uma pequena polêmica. Isso porque os internautas viralizaram, entre sábado (15) e domingo (16), uma imagem onde há uma comparação entre obras entregues pelo governador Ricardo Coutinho e o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo.

Píer. Esse é o centro da polêmica. Ricardo inaugurou nesta semana a obra do Parque Bodocongó, e entregou um grande píer que integra a obra. Os internautas não perderam a chance, e fizeram a comparação com o píer entregue por Cartaxo na obra do Parque da Lagoa.

O píer da Lagoa foi alvo de grande polêmica na época da entrega, já que foi bem diferente do que era disposto no projeto apresentado aos pessoenses, e também chegou a ter problemas com questões de segurança.

Ao que parece, foi dada a largada para as eleições 2020.


RC aponta uso político em denúncia da Cruz Vermelha e diz que PB não está no meio

Jose Marques
Jose Marques


"Como é que alguém pode denunciar o que pode ser, sem ter absolutamente nada de concreto?"
Por: Blog do Gordinho

 

Em entrevista, durante a entrega da etapa final do Parque Ecológico Bodocongó, em Campina Grande, o governador Ricardo Coutinho (PSB) criticou o viés político adotado após denúncia de esquema criminoso na Cruz Vermelha. O socialista lembrou que na Paraíba não foi encontrada nenhuma irregularidade.

“Teve jornal com a cara de pau de quem perdeu a eleição que diz que a denúncia pode envolver a Paraíba. Ou seja, não existe nada de denúncia contra a Paraíba. Mas esses são os resquícios da péssima política que ainda impera, onde gente que diz que não é política tenta fazer política usando a informação, e esse tipo de coisa não consigo considerar normal. Como é que alguém pode denunciar o que pode ser, sem ter absolutamente nada de concreto?”, questionou.

O governador afirmou que caso venha a ser provada alguma irregularidade, estará à disposição para combater o esquema. “Até o dia trinta e um de dezembro vou estar à disposição para colaborar com qualquer investigação e serei o primeiro a agir”, concluiu.


Médium João de Deus se entrega à polícia e é preso em Goiás

Ele disse que estava num sítio, e chegou com um advogado
Mônica Bergamo

Ele é suspeito de ter abusado sexualmente de mulheres durante os atendimentos espirituais Foto: Marcelo Camargo


O médium João Teixeira de Faria, 76, conhecido como João de Deus, se entregou à polícia e foi preso neste domingo (16).

O encontro dele com as autoridades ocorreu na encruzilhada de uma estrada de terra no município de Abadiânia, às margens da BR 060.

A negociação foi feita entre o advogado de João de Deus, Alberto Toron, e o delegado geral da Polícia Civil.

A polícia chegou em três carros. O médium, que estava num sítio, chegou no veículo de um de seus advogados.

Minutos antes de se entregar, ele chegou a passar mal. Trêmulo, pediu aos defensores para tomar um remédio sublingual. João de Deus é cardíaco.

Ele é suspeito de ter abusado sexualmente de mulheres durante os atendimentos espirituais que realizava na cidade de Abadiânia (GO).

O médium era considerado foragido pela força-tarefa que investiga o caso desde as 14h de sábado (15) e estava em local desconhecido desde que o pedido de prisão temporária, feito pelo Ministério Público de Goiás, foi aceito pela Justiça na sexta (14). Seu nome foi encaminhado para a lista de procurados da Interpol.

Para tentar cumprir o mandado, policiais chegaram a procurá-lo em Goiânia, Anápolis e Abadiânia, mas não tiverem êxito. Mais de 20 locais foram vistoriados em busca do paradeiro do suspeito.

A defesa de João havia dito que o médium iria apresentar-se voluntariamente ainda na sexta, o que não aconteceu. Os advogados que defendem João de Deus também afirmaram que a ordem de prisão preventiva é ilegal e injusta e que iriam impetrar habeas corpus contra a decisão judicial.

Segundo eles, “apenas alguns depoimentos, de poucas vítimas, acompanham o pedido de prisão preventiva, ainda assim, sem os seus nomes”.

No início da semana a Promotoria chegou a criar uma força-tarefa para recolher as inúmeras denúncias de abusos sexuais contra o médium. Os casos começaram a tornar-se público após 13 mulheres relatarem as denúncias no sábado (8) durante o programa Conversa com Bial, da TV Globo, e ao jornal O Globo.

Na segunda (10), Aline Saleh, 29 contou sua história à Folha de S.Paulo: “Quem tem de sentir vergonha é ele, e não eu”. Ela diz que, em 2013, esteve na casa e que foi levada para um banheiro, posta de costas e que João de Deus colocou a mão dela em seu pênis.

Segundo a Promotoria, 335 contatos já foram recebidos, com mensagens principalmente por email, incluindo também outros seis países (Alemanha, Austrália, Bélgica, Bolívia, Estados Unidos e Suíça).Também foram colhidos os depoimentos de 30 pessoas nos Ministérios Públicos de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Espírito Santo.

Em comum, a maioria das mulheres diz que recebeu um aviso de procurar o médium em seu escritório ao fim das sessões em que ele atende aos fiéis.

No local, segundo as vítimas, João de Deus dizia que elas precisavam de uma “limpeza espiritual” antes de abusá-las sexualmente. Entre as vítimas estariam mulheres adultas, crianças e adolescentes.

O promotor Luciano Miranda Meireles afirmou que os depoimentos podem ser a úncia forma de comprovar as acusações, já que crimes como estupro não ocorrem à luz do dia nem têm testemunhas.(FolhaPress)

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Brasil não discutirá pena de morte durante seu governo, diz Bolsonaro

Presidente lembra que não se altera cláusula pétrea da Constituição
Cláudio Humberto

Jair Bolsonaro lembra que pena de morte não esteve entre suas promessas de campanha. (Foto: Jorge Araújo/Folhapress)


O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse na manhã deste domingo (16) que a adoção da pena de morte no Brasil não será motivo de debate no seu governo.
“Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte da minha campanha”, afirmou em sua conta do Twitter. A declaração veio após a publicação de entrevista que seu filho, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Nela, o deputado defende a realização de um plebiscito ou referendo para implantar pena de morte em casos de crimes hediondos e tráfico de drogas. “Se o povo aprovar, já vira lei”, disse.

Ele usa como exemplo o sistema penal da Indonésia, que inclui pena de morte para traficantes e, em 2015, executou dois brasileiros: Marco Archer e Rodrigo Gularte.
“É uma política que dá certo por lá [na Indonésia]. Você anda por lá e não vê a pessoa nem fumando maconha, que é tida como uma droga mais leve”, afirmou Eduardo Bolsonaro ao jornal O Globo.

A pena poderia se estender a políticos que desviam dinheiro da saúde, segundo ele.
“Sei que é uma cláusula pétrea da Constituição, artigo 5º etc. Porém, existem exceções. Uma das exceções é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos?”, continuou.

Em janeiro deste ano, pesquisa Datafolha mostrou que o apoio à aplicação da pena de morte no Brasil cresceu em nove anos. 57% dos entrevistados no levantamento se disseram favoráveis à adoção da penalidade na capital paulista -em 2008, quando foi feita a última pesquisa sobre o tema, esse índice era de 47%.

Segundo o instituto, esse é o recorde numérico desde que a questão passou a ser aplicada, em 1991. A última execução sob condenação à morte pela Justiça Civil foi em 1861.

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