Planalto informa que não haverá adiamento e que horário de verão começará no próximo dia 4

Publicado por: Fabricia Oliveira em 15/10/2018 às 09:39

 Planalto informa que não haverá adiamento e que horário de verão começará no próximo dia 4

O Palácio do Planalto informou nesta segunda-feira (15) que não haverá adiamento do início do horário de verão. Conforme a assessoria da Presidência, o governo decidiu manter a data de 4 de novembro.

No início do mês, o Planalto chegou a comunicar a decisão de adiar o início do horário de verão para 18 de novembro, a pedido do Ministério da Educação (MEC).

A intenção do ministério era evitar prejuízos aos estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cuja primeira prova está marcada para 4 de novembro – a segunda prova será no domingo seguinte (11). O argumento é que a necessidade de adiantar os relógios em uma hora pode confundir os candidatos.

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O ministro da Educação, Rossieli Soares, chegou a comemorar a mudança de data na página dele no Facebook. Em 3 de outubro, ele escreveu: “Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria em prejuízos aos participantes”.

De acordo com a Casa Civil da Presidência, o decreto que faria a alteração para o dia 18 não foi publicado no “Diário Oficial da União”.

Procurada pelo G1, a Presidência informou que o governo avaliou o pedido do MEC, porém, não foi possível atender à demanda.

“Conforme decreto assinado pelo presidente Michel Temer, o horário de verão começará no dia 4/11. Não haverá adiamento”, informou a assessoria da Presidência.

Segundo apuraram o G1 e a TV Globo, o governo decidiu manter o início do horário de verão em 4 de novembro em nome da “segurança jurídica”, em razão do decreto já publicado.

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A mudança do início do horário de verão de 4 para 18 de novembro foi criticada pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa as maiores empresas áreas do Brasil.

A entidade argumentou que a mudança poderia levar passageiros que compraram passagens com antecedência a perderem seus voos. Segundo a associação, cerca de 42 mil voos poderiam ser afetados e pelo menos 3 milhões de passageiros seriam prejudicados.

Horário de verão mais curto

Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou o período de duração do horário de verão, que em geral começava no mês de outubro.

Na oportunidade, Temer atendeu a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não coincidisse com a data das eleições – o primeiro turno foi no último dia 7 e o segundo está marcado para o próximo dia 28.

O governo manteve como data final do horário de verão no terceiro domingo de fevereiro de 2019 (dia 17).

 

Fonte: G1

Créditos: G1


Polícia Federal indicia empresário Abílio Diniz por estelionato e organização criminosa

 

O delegado da Polícia Federal (PF) Maurício Moscardi indiciou o empresário Abílio Diniz e mais de 40 investigados na Operação Trapaça, que é um desdobramento da Operação Carne Fraca. Diniz foi indiciado por estelionato, falsidade ideológica e crime contra a saúde pública.

As investigações apontam que quatro fábricas da BRF Brasil Food são suspeitas de fraudar laudos relacionados à presença de salmonela em alimentos para exportação a 12 países que exigem requisitos sanitários específicos de controle da bactéria do tipo salmonella spp.

O grupo inclui China, África do Sul e países da União Europeia. Nesses países, a porcentagem de salmonella spp tolerada é menor que a tolerada no Brasil. De acordo com o ministério, estão suspensas as exportações dessas fábricas da BRF para esses 12 destinos.

G1


Mídia nacional aponta Cássio entre os congressistas que ficarão sem o foro privilegiado a partir de 2019

Mídia nacional aponta Cássio entre os congressistas que ficarão sem o foro privilegiado a partir de 2019
Uma reportagem do portal Congresso em Foco aponta que pelo menos 70 parlamentares perderão o foro privilegiado a partir de 2019 por terem sido rejeitado nas urnas. Na lista um paraibano é destaque. Trata-se do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que atualmente é o vice-presidente do Senado Federal, mas não conseguiu a reeleição, ficando apenas com a quarta colocação.


CONFIRA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA

Sem a reeleição, quase 70 parlamentares perdem o foro privilegiado
Sem mandato, sem foro privilegiado. Essa será a situação, a partir de fevereiro de 2019, de quase 70 parlamentares que não se reelegeram e respondem hoje a algum tipo de acusação criminal no Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os que devem perder a prerrogativa de só serem julgados pela mais alta corte do país estão o senador Romero Jucá (MDB-RR), o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), o deputado Cabo Daciolo (Patriota-RJ), ex-candidato a presidente, e o líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE).

O envio dos processos para a primeira instância não é automático e depende de parecer da Procuradoria Geral da República e de decisão do ministro que relata o respectivo caso. Desde maio, quando o Supremo restringiu a aplicação do foro especial, centenas de inquéritos e ações penais foram baixados pelo Supremo para a primeira instância da Justiça do estado de origem do político. Pelo novo entendimento, a prerrogativa só vale para crimes praticados no exercício do mandato e em razão dele. Cinco meses depois da nova interpretação, ainda há investigações que não se encaixam nessas hipóteses em tramitação no Supremo.

Alguns parlamentares viram parte de suas pendências judiciais voltar para os seus estados de origem, mas ainda enfrentam outras no STF. Barrado pela Justiça eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, o deputado Roberto Góes (PDT-AP) é alvo de 18 investigações – dez ações penais e oito inquéritos. Do total, só três seguem no Supremo.

Góes foi considerado inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá por ter condenação transitada em julgado no processo que apurou a retenção de empréstimos consignados dos servidores municipais quando era prefeito de Macapá, entre 2009 e 2013. O deputado concorreu à reeleição sob judice à espera de decisão final do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seus votos só serão validados após análise final do recurso.

O que você precisa saber para entender o novo Congresso brasileiro

Lava Jato

Nome mais conhecido entre os congressistas que não se reelegeram, Romero Jucá responde a uma ação penal e a nove inquéritos no Supremo. A maior parte das investigações tem como origem a Operação Lava Jato. Jucá é réu acusado de receber R$ 150 mil em propina da Odebrecht para beneficiar a empreiteira em duas medidas provisórias no Congresso em 2014.

O ex-líder dos governos FHC, Lula, Dilma e Michel Temer foi denunciado, com outras lideranças emedebistas, sob a acusação de integrar o chamado “quadrilhão do MDB no Senado”. Ao lado de dois colegas que também não se reelegeram, Edison Lobão (MDB-MA) e Valdir Raupp (MDB-RO), e outros que renovaram o mandato, como Renan Calheiros (MDB-AL) e Jader Barbalho (MDB-PA), é acusado de integrar uma organização criminosa que causou prejuízo de R$ 5,5 bilhões à Petrobras, segundo a Procuradoria Geral da República.

Caberá ao ministro Edson Fachin, que relata a Lava Jato no Supremo, enviar ou não ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, os processos envolvendo parlamentares que ficarem sem foro privilegiado.

Alguns parlamentares, como o deputado Zeca do PT (PT-MS), que perdeu a disputa ao Senado, já teve duas ações penais e oito inquéritos remetidos para a primeira instância da Justiça de Mato Grosso do Sul porque os relatores das investigações concluíram que não havia relação entre as acusações e o exercício do atual mandato.

Veja a relação de parlamentares com pendências criminais no Supremo que não se reelegeram:

Deputados

Adail Carneiro (Podemos-CE)

Adalberto Cavalcanti (Avante-PE)

Adelson Barreto (PR-SE)

Alberto Fraga (DEM-DF)

Alex Canziani (PTB-PR)

Alfredo Kaefer (PP-PR)

André Moura (PSC-SE)

Aníbal Gomes (DEM-CE)

Betinho Gomes (PSDB-PE)

Beto Mansur (MDB-SP)

Bonifácio de Andrada (PSDB-MG)

Cabo Daciolo (Patriota-RJ)

Carlos Souza (PSDB-AM)

César Halum (PRB-TO)

Cícero Almeida (PHS-AL)

Décio Lima (PT-SC)

Dilceu Sperafico (PDT-PR)

Felipe Maia (DEM-RN)

Fernando Torres (PSD-BA)

Geraldo Resende (PSDB-MS)

Giuseppe Vecci (PSDB-GO)

Gorete Pereira (PR-CE)

José Mentor (PT-SP)

José Otávio Germano (PP-RS)

José Priante (MDB-PA)

José Stédile (PSB-RS)

Júlio Lopes (PP-RJ)

Jutahy Junior (PSDB-BA)

Laura Carneiro (DEM-RJ)

Lindomar Garçon (PRB-RO)

Lúcio Vieira Lima (MDB-BA)

Luis Tibé (Avante-MG)

Luiz Fernando Faria (PP-MG)

Luiz Sérgio (PT-RJ)

Manoel Júnior (PTB-PB)

Marco Maia (PT-RS)

Marcos Reategui (PSD-AP)

Mario Negromonte Jr (PP-BA)

Milton Monti (PR-SP)

Nelson Meurer (PP-PR)

Nilson Leitão (PSDB-MT)

Nilton Capixaba (PTB-RO)

Paulo Feijó (PR-RJ)

Roberto Góes (PDT-AP)

Roberto Teixeira (PSC-PE)

Rodrigo Garcia (DEM-SP)

Ronaldo Lessa (PDT-AL)

Sabino Castelo Branco (PR-AM)

Vicente Candido (PT-SP)

Waldir Maranhão (PSDB-SE)

Washington Reis (PSDB-MG)

Wladimir Costa (SD-PA)

Senadores

Acir Gurgacaz (PDT-RO)

Benedito de Lira (PP-AL)

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Dalirio Beber (PSDB-SC)

Edison Lobão (MDB-MA)

Eduardo Amorim (PSDB-SE)

Eunício Oliveira (MDB-CE)

Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)

Ivo Cassol (PP-RO)

José Agripino (DEM-RN)

Lindbergh Farias (PT-RJ)

Marta Suplicy (sem partido-SP)

Paulo Bauer (PSDB-SC)

Romero Jucá (MDB-RR)

Valdir Raupp (MDB-RO)

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

 

PB Agora

Foto: Agência Senado


Maranhão, o ressentido


Após a contagem dos votos, ao analisar a sua votação nos principais municípios, o senador José Maranhão não escondeu dos amigos a sua decepção com os poucos votos que recebeu na cidade de Sousa – onde sempre pontuou como com uma boa votação.

Desta vez Zé chegou a perder para os votos nulos e isso o deixou um pouco “raivoso” com aqueles que coordenaram a campanha na Cidade Sorriso.

O constrangimento maior de Maranhão, segundo uma testemunha ocular, foi a forma como conduziram a campanha, baseada em números falsos e mentirosos, levando -o a acreditar que iria obter pelos menos os votos conforme com o que foi gasto na cidade.

Pelo contrário, mesmo tendo investido através do Fundo de Campanha, cerca de R$ 300 mil reais, os votos não apareceram.

Até agora, segundo a mesma fonte, Maranhão aguarda pelo menos uma explicação óbvia do coordenador da sua campanha naquela cidade. Diz que vai exigir uma prestação de contas para poder aquilatar quanto e onde a verba de Campanha foi investida.

Ele precisa destes dados para poder incorporar na sua prestação de contas junto a Justiça Eleitoral.

– Só sei de uma coisa, assim que se encontrar com o principal coordenador da campanha naquela cidade, será colocado o “pingo nos iis”, ressaltou a fonte, adiantando que Maranhão está queimando combustão, feito turbina de avião.

Ela, a fonte, aconselha o coordenador a se esconder e aguardar baixar a poeira, pois diante da decepção do “Mestre de Obra”, desse encontro o tal coordenador poderá sair chamuscado e bastante queimado, feito garrote novo na churrasqueira.

 

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Autos da Operação Cheque Mate subirão ao STJ por causa do envolvimento do conselheiro Fernando Catão com o empresário Roberto Santiago no caso do shopping de Intermares

 
Empresário Roberto Santiago é réu no processo ligado à Operação ‘Xeque-Mate‘; na foto, ele ‘dá carona‘ a Leto Viana no dia da posse como prefeito de Cabedelo, PB — Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba/ArquivoEmpresário Roberto Santiago é réu no processo ligado à Operação ‘Xeque-Mate‘; na foto, ele ‘dá carona‘ a Leto Viana no dia da posse como prefeito de Cabedelo, PB — Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba/Arquivo

Empresário Roberto Santiago é réu no processo ligado à Operação ‘Xeque-Mate’; na foto, ele ‘dá carona’ a Leto Viana no dia da posse como prefeito de Cabedelo, PB — Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba/Arquivo

O processo que envolve a Operação Xeque-Mate – que investigou uma organização criminosa no município de Cabedelo, PB, que surgiu a partir da compra do mandato do então prefeito Luceninha – vai ser levado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo informou o relator, desembargador João Benedito da Silva. O motivo são os indícios de atuação do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) Fernando Catão, que tem foro por prerrogativa de função.

O G1 entrou em contato com a assessoria do TCE-PB, que informou que iria entrar em contato com o conselheiro para obter um posicionamento sobre o caso.

Segundo o processo, Fernando Catão é suspeito de atuar em um dos episódios investigados pela operação: a proibição da construção de um shopping em Intermares. Conforme apuração, o conselheiro teria agido, por meio de sua função, em favor dos interesses empresariais do denunciado Roberto Santiago.

Como o conselheiro tem foro por prerrogativa de função, a Constituição Federal prevê que o caso seja levado ao STJ. A decisão ainda será publicada no Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta terça-feira (16).

A declinação da competência foi solicitada pelo Departamento de Polícia Federal em conjunto com o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual, após fatos novos apurados no Relatório Parcial de Análise de Mídia Apreendida.

Fernando Catão é conselheiro do Tribunal de Contas da Paraíba e tem foro por prerrogativa de função — Foto: Jhonathan Oliveira/G1/ArquivoFernando Catão é conselheiro do Tribunal de Contas da Paraíba e tem foro por prerrogativa de função — Foto: Jhonathan Oliveira/G1/Arquivo

Fernando Catão é conselheiro do Tribunal de Contas da Paraíba e tem foro por prerrogativa de função — Foto: Jhonathan Oliveira/G1/Arquivo

As investigações apontam que o conselheiro teria concedido medida cautelar determinando a suspensão de validade da licença de instalação do shopping em Intermares um dia após trocas de mensagens com o empresário Roberto Santiago, sócio majoritário do Manaíra Shopping e investigado pela Xeque-Mate.

O relatório aponta, também, a existência de mensagens entre Roberto Santiago e o senador Cássio Cunha Lima, sobrinho do conselheiro, no sentido de tentar influenciar a decisão sobre o caso.

O desembargador João Benedito registrou, na decisão, que a declinação da competência não está relacionada à existência de indícios de participação do senador Cássio Cunha Lima, pois ele não teria se utilizado de suas funções quanto ao caso, mas de influência, decorrente de parentesco com o conselheiro e de amizade com o réu Roberto Santiago.

O G1 solicitou um posicionamento da assessoria de imprensa do senador Cássio Cunha Lima, mas, até as 22h40, não teve resposta.

O documento traz, ainda, indícios de participação de Bruno Nepomuceno Catão, filho de Fernando Catão, que atuaria na defesa de interesses de Roberto Santiago junto ao TCE-PB, bem como do conselheiro Nominando Diniz no mesmo episódio.

O desembargador João Benedito ainda explicou que a decisão sobre se o inquérito e as peças de investigação vão ser desmembrados é do STJ.

“Compete ao STJ apreciar a excepcionalidade ou não do caso, decidindo pelo seu desmembramento ou, se houver justo motivo, a manutenção da união processual”, afirmou.

Com a decisão, os processos abrangidos pela Operação Xeque-Mate serão remetidos ao STJ, sendo, para tanto, requisitada, com urgência, a devolução de alguns autos.(G1PB)

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Haddad não vai à cadeia, mas envia um preposto


Josias de Souza 
Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Beneficiado por um habeas-Lula, Fernando Haddad absteve-se de bater ponto na cela especial de Curitiba nesta segunda-feira. Entretanto, num sinal de reverência, enviou um preposto: o tesoureiro do PT, Emidio de Souza. Melhorou a cenografia, pois o candidato saiu da cadeia. Mas não alterou o enredo, pois a cadeia não saiu da candidatura. Emidio é, hoje, o petista mais ligado a Haddad no comitê eleitoral.

Está entendido que as visitas semanais de Fernando Haddad à carceragem da Polícia Federal visavam acelerar a transferência de eleitores de Lula, empurrando o candidato para o segundo turno. Mas ficou entendido que os encontros também grudaram na imagem de Haddad a brutal taxa de rejeição do seu padrinho, potencializando o discurso anti-PT do rival.

Jair Bolsonaro está com um pé no Planalto. Quando colocar os dois, o alto comando do PT talvez inclua o beija-mão carcerário no rol dos erros cometidos durante a campanha. A derrota de Dilma Rousseff na disputa por uma cadeia no Senado por Minas Gerais estilhaçou o discurso de que apresentava o impeachment como golpe. O provável insucesso de Haddad aniquilará a retórica segundo a qual Lula é preso político.


Gastos descontrolados dos Estados com a folha de pagamento

 
Vera BatistaServidor
Apesar do aperto fiscal dos Estados, já que muitos tiveram que adiar até pagamento de salários de servidores públicos, o gasto com pessoal da maioria vem aumentando em relação à Receita Corrente Líquida (RCL – somatório das receitas tributárias, como contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias e de serviços, deduzidas as transferências constitucionais). De acordo com o Relatório de Gestão Fiscal dos Estados e do Distrito Federal, da Secretaria do Tesouro Nacional, 15 deles ultrapassaram o chamado limite prudencial – situação perigosa nos desembolsos com funcionários – de 46,5%. E pelo menos quatro estão beirando a bancarrota, ou seja, acima do limite máximo de 49%. Casos do Rio de Janeiro (56%), Tocantins (55,3%), Roraima (53,4%) e Paraíba (51%).

Chama a atenção a piora continuada do quadro de penúria especialmente dessas mesmas unidades da federação. Em 2014, elas ostentavam percentuais de 33,3% (RJ), 39,4% (RR) e 50,9% (TO) e não ajustaram as contas. Na corda bamba, mas menos emaranhados em descontroles, superaram o limite prudencial os Estados do Acre (47%), Alagoas (49%), Amazonas (47%), Minas Gerais (48%), Mato Grosso (47%), Mato Grosso do Sul (47%), Pernambuco (47%), Rio Grande do Norte (47%), Rio Grande do Sul (47%), Santa Catarina (49%) e Sergipe (47%). Ainda fora de problemas de excesso de despesas total com pessoal, ou seja, segurando os gastos desnecessários, apenas Amapá (40%), Bahia (45%), Ceará (42%), Goiás (40%), Maranhão (43%), Pará (45%), Paraná (46,2%), Piauí (45%), Rondônia (43%) e São Paulo (42%).

Não existe saída uniforme, de acordo com o economista Roberto Piscitelli. “Não se pode dar uma resposta global para situações diferentes e nem creio que exista uma solução no curto prazo”, destacou. As despesas já vão ter naturalmente o crescimento vegetativo (promoções e aumento de custeio). É inevitável, segundo Piscitelli. “Não é possível demitir mais, até porque as demandas da sociedade são imensas com educação, segurança e saúde. O que leva ao caos é a atividade econômica quase parando. A economia tem que crescer para que os Estados recuperem a arrecadação”, destacou. Julio Possas, diretor da Pública- Central do Servidor/DF, acredita que o cenário piorar e números mais comprometedores aparecerão quando o Tesouro divulgar o Relatório do Programa de Ajuste Fiscal (PAF) – que vem com mais detalhes -, após o período eleitoral.

Possas defende um novo Pacto Federativo e um pente-fino nas contas dos governo estaduais. “Há um flypaper effect (incentivo aos gastos), uma vez que os recursos são garantidos. É preciso descobrir programas ineficientes e cortá-los, com base na relação custo-benefício. Selecionar e garantir recursos para bons investimentos com efeito multiplicador da renda. E procurar fazer com que os recursos sejam utilizados por quem realmente precisa”, disse Possas. Ele destacou, ainda, que outra estratégia é fazer com que as dívidas dos Estados sejam sustentáveis, o que se faz evitando os restos a pagar. “Se obras de investimento são contratadas com recursos de operações de crédito e Estados e prefeitos não as executam, os recursos acabam sendo imobilizados. Não fazem a roda da economia girar”, salientou.

Para o economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do banco Central, tem que haver leis mais rígidas de recuperação judicial, com previsão de afastamento de todos os gestores irresponsáveis, como acontece na iniciativa privada. Além de divulgação pública dos Estados que não obedecem a LRF para fazer com que os políticos se envergonhem de enganar a população. “Onde estava o Ministério da Fazenda que não viu essa onda crescer? Por que não suspendeu logo as transferências e porque ainda deu aval para empréstimos externos?”, questionou Freitas. Ele garantiu que o governo federal tem todas as armas na mão para obrigar o respeito à lei. “No meu tempo, não tinha LRF. Mas controlávamos bloqueando os empréstimos. Na situação atual, o Brasil não chegará a lugar algum. Ou agimos com rigidez ou entramos em calamidade financeira”, reforçou Freitas


FICA TEMER - Presidente se diverte com ‘memes’ que pedem nas redes sociais: ‘Fica, Temer’

‘Fica, Temer’Michel Temer dá risadas com montagens da nova onda

O presidente Michel Temer está se divertindo com os memes que circulam sob a hashtag “Fica, Temer” nas redes sociais. Ele ri muito com as mensagens, algumas bastante criativas. Temer soltou uma gargalhada ao ler, por exemplo, um comentário que se seguiu a postagem de Iago Santos sobre uma foto dele: “Oi, sumido.” A brincadeira viralizou: “Lindo, eu não quero te perder. Ficaaaa!”, pede Lopes, prometendo textos diários em agradecimento ao governo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O internauta Veberson Domingues disse que “hoje percebo que você fez tudo por amor. Pai é pai. #FicaTemer”.

Bem-humorada, Mirelly Silva disse no Facebook que “quando digo que não quero mais você é porque eu te quero #FicaTemer”.

Sarah Beatriz até se ofereceu para ajuda pessoal. “Fica, Temer. Eu prometo ajudar a cuidar do Michelzinho aos finais de semana”.


Os memes da série ‘Fica, Temer’ são tão divertidos quanto criativos.


Irmão de Ciro chama petistas de babacas e diz que partido merece perder

Sob vaias dos petistas, senador eleito cobra do PT ‘mea culpa‘ pelos erros
Cláudio Humberto

Irmão de Ciro, Cid Gomes foi eleito senador no Ceará. (Foto: Gustavo Lima)

Em evento de apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT), na noite desta segunda-feira (15), o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) fez dura crítica ao PT.
Convidado a discursar, o irmão de Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado na disputa presidencial deste ano, cobrou da direção da legenda que faça um “mea culpa” dos erros que cometeu.

“Tem de fazer um mea culpa, pedir desculpa, ter humildade e reconhecer que fizeram muita besteira”, disse. “Não admitir os erros que cometeram é para perder a eleição. E é bem feito”, ressaltou.

Sob vaias de militantes petistas, Cid chamou de “babacas” aqueles que protestavam contra seu discurso e disse que o partido “merece perder” caso não fala uma autocrítica.
“Vão perder feio porque fizeram muita besteira, aparelharam as repartições públicas e acharam que eram donos de um país. E o Brasil não aceita ter donos”, disse.
O senador eleito elogiou Haddad, a quem se referiu como “boa pessoa”, mas acusou o partido de ter criado o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. “Foram essas figuras que acham que são donas da verdade, que acham que podem fazer tudo”, criticou.
Como reação, a plateia petista gritou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que foi também mal recebido pelo pedetista, que lembrou que ele está preso.
“Lula o quê? Ele está preso, babaca. Lula vai fazer o quê? Babaca, babaca. Isso é o PT e o PT desse jeito merece perder”, afirmou.

Ciro não pretende reafirmar apoio à candidatura de Haddad. Em conversas reservadas, ele tem dito que já fez o aceno que deveria ter feito e que continuará se posicionado nas redes sociais apenas contra Bolsonaro, mas sem mencionar o petista.
A expectativa é de que Ciro volte no final desta semana ao Brasil, após viagem à Itália. A ideia é de que até o dia 28 ele permaneça no Ceará. Para evitar ofensivas dos petistas, ele foi aconselhado a viajar para uma praia longe de Fortaleza.

 

Agencia Câmara

Diariodopoder.com.br

Foto Gustavo Lima

 

 


Pesquisa Ibope mostra Bolsonaro com 59% e Haddad com 41%

Diferença entre Bolsonaro e Haddad cresceu para 18% no Ibope
Tiago Vasconcelos

Vantagem de Bolsonaro para Haddad é de 18% a duas semanas da votação. Foto: Dhavid Normando/Futura Press/Folhapress

O Ibope divulgou há pouco o resultado do primeiro levantamento do instituto de pesquisa sobre o segundo turno da eleição presidencial. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro tem 59% dos votos válidos contra 41% do candidato do PT, Fernando Haddad.

No resultado geral, Jair Bolsonaro tem 52% contra 37% do petista. Votos brancos e nulos somaram 9% e 2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores de 176 municípios entre os dias 13 e 14 de outubro. Segundo o instituto, o grau de confiança dos resultados é de 95% e a margem de erro é de 2% para mais ou menos.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01112/2018.

Diairodopoder.com.bnr

Foto Futura FolhapressT

 

 


João espera relação republicana caso Bolsonaro seja eleito, mas reforça preocupação

 

Paraibaja.com.br 


Por Feliphe Rojas 


Republicana. Esta é a relação que João Azevêdo (PSB) espera ter com Jair Bolsonaro (PSL) caso o mesmo venha a ser eleito presidente do Brasil. O governador eleito na Paraíba viu com preocupações falas em que presidenciável sugeria tratar de maneira secundária governadores eleitos em estados que não o apoiaram nas eleições.

“Espero de qualquer governo e qualquer presidente que trate efetivamente os estados de uma forma republicana. Não é possível imaginar que para convênios, que acontecem com toda naturalidade dentro de uma relação do governo federal com o governo estadual, você precise de atuação política ou muitas vezes chegar à liberação de um convênio por autorização expressa de um presidente da República”, disse.

João lembrou que, se houver retaliação, o Estado terá que dar a resposta internamente, apesar de que o ano seguinte não proporciona um cenário animador para as finanças do Brasil e dos estados.

“Se houver retaliação, como houve nestes últimos anos, a Paraíba vai ter que dar respostas dentro da própria economia e é isto que estamos fazendo nos últimos anos”, prosseguiu.

O gestor reforçou a sua preocupação com as declarações do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que indicou dar um tratamento secundário a governadores eleitos que não o apoiaram.

“O candidato Jair Bolsonaro disse que tratará de maneira secundária os estados que não o apoiaram e isso me deixa muito preocupado”, concluiu.


Atual líder do governo, Hervázio prevê 27 deputados na base aliada na próxima legislatura

 

Paraibaja.com.br 
Por Feliphe Rojas -

 

Líder enumera obras de RC e desafia Cartaxo apresentar as suas
O deputado estadual Hervázio Bezerra (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), declarou que já recebeu acenos de parlamentares que pretendem aderir à base do governador eleito João Azevêdo.

De acordo com Hervázio, para o próximo mandato, a base pode chegar a contar com 27 parlamentares.

“Nós temos acenos de alguns companheiros, não vai ser difícil trazê-los para base e o número se aproxima a vinte e sete. Eu tenho essa esperança e essa expectativa de que o governador João Azevedo vai ter a tranquilidade que tem o governador Ricardo Coutinho, aprovando as suas matérias com agilidade”, declarou.

Com a grande maioria na ALPB, Hervázio também declarou que será mais fácil eleger aliados para a presidência da Mesa Diretora para o próximo biênio.

“Não há que esconder que isso ocorreu na Legislatura passada, quando, em função do nosso trabalho para eleger Adriano Galdino e Gervásio Maia, obtivemos alguns apoios nesse processo de eleição, que terminaram fortalecendo a base do governo”, arrematou. Com PBAgora.


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