Vereador ironiza aliado de Cartaxo sobre a Lagoa: “mudou de lado após a nomeação de parentes”


Por Redação Paraíba Já - 18 de junho de 2018 às 17:100

Líder da oposição na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), o vereador Leo Bezerra (PSB) ironizou as declarações recentes do seu colega de parlamento, Lucas de Brito (PV), que disse apoiar a investigação dos indícios de corrupção na Obra da Lagoa, mas pelas “mãos certas”. O vereador socialista lembrou que Lucas foi eleito se vangloriando de ter ficado quatro anos na oposição, mas bastou a “nomeação de alguns parentes” para que o mesmo migrasse à bancada de situação.

“Na legislatura passada alguns vereadores se elegeram fazendo oposição à Cartaxo e até teve um que se vangloriava, falando que seria o único vereador a permanecer os 4 anos na oposição. Depois de eleito, foi um dos primeiros a ir para a situação após a nomeação de alguns parentes”, alfinetou.

Segundo Leo, o lado de Lucas mudou, mas “a Barreira [de Cabo Branco] continua a mesma e a Lagoa continua sem esclarecimentos”.

Entenda
Em entrevista ao Paraíba Já, o vereador Lucas de Brito defendeu a investigação dos indícios de corrupção por parte da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) na obra da Lagoa, entretanto, rechaçou que a mesma fosse feita por vereadores que estão “100% engajados em propósitos político-eleitoreiros”, se referindo à oposição.

Relembre
Em 2016, Lucas de Brito era um dos três vereadores de oposição que mais denunciavam os mais de R$ 10 milhões de desvios de recursos da revitalização do Parque Solon de Lucena, apontados no relatório da Controladoria-Geral da União (CGU). As auditorias deste relatório foram feitas com a equipe do Grupamento de Engenharia do Exército Brasileiro. No início de 2017, Lucas se aliou a Luciano Cartaxo e emplacou o irmão, Rodrigo Clemente de Brito Pereira, na Procuradoria-geral do Município, como procurador adjunto.


Devagarzinho, Cássio tratora mais um concorrente na tentativa de voltar ao Senado


Primeiro foi Lucélio Cartaxo e agora Raimundo Lira. Quem será o próximo a cair?

Por Edilane Ferreira 

Paraibaja.com.br

Dizem que a política é dinâmica. Claro, é feita por pessoas, pelas vontades de cada agente político. Essa dinamicidade faz parte do xadrez político. Enquanto o pré-candidato ao Governo do Estado, José Maranhão, tem sido notável por estar conseguindo resistir e manter as suas pretensões políticas no auge de seus mais de 80 anos de vida, tem alguém que está movimentando suas peças na surdina, mas para os holofotes, o discurso é totalmente diferente da prática. Este alguém é Cássio Cunha Lima (PSDB), que articula a todo custo a viabilidade de sua reeleição ao Senado. Mas ele não quer uma disputa competitiva. Ele quer uma corrida eleitoral fácil e para isso, não poupa nem mesmo seus aliados políticos.

Na saga quase heróica que Cássio realiza para consolidar seu nome no favoritismo do eleitorado em meio a uma crise política que despertou na população uma maior crítica sobre o Estado de Direito em que ela vive e insurgência de uma mudança concreta no Congresso Nacional e no padrão sistemático na Presidência da República, que destaca novas personalidades políticas de várias matizes, o tucano paraibano sacrifica até mesmo a história do partido que é filiado.

É fácil de entender. Para além da ficha política que possui, como deputado constituinte, superintendente da Sudene, prefeito de Campina Grande, governador do Estado por duas vezes, sendo a segunda experiência a mais traumática entre aqueles que passaram por este posto por conta da cassação do mandato, senador eleito, privado de um pouco mais de um ano de seu atual mandato por conta de questões judiciais que definiram sua elegibilidade tardiamente, Cássio foi uma das vozes do maior fato político nacionais nas últimas duas décadas.



Não vamos discutir se foi golpe ou não, mas derrubar Dilma Rousseff (PT), legitimamente eleita pela maioria dos brasileiros, ser best friend de Aécio Neves (PSDB) e posar com Michel Temer (MDB), o presidente mais impopular em várias ocasiões, não rendem bons frutos para alguém que quer ser reeleito. A situação ficou tão feia que o PSDB, partido que historicamente é um dos polos fundamentais para as eleições estaduais, não teve força suficiente de apresentar uma candidatura antagônica ao projeto do governador Ricardo Coutinho (PSB). Reduzido à coadjuvação.

Cássio sabia que o páreo estava duro para a senatória. Dentro do bloco das oposições, ele tinha como rivais dois nomes que poderiam tratorar suas pretensões. Primeiro, Lucélio Cartaxo (PV), que em 2014 estreou na política com votação surpreendente, e que se voltasse a se candidatar ao Senado, teria grandes chances de vencer, já que este ano há duas vagas disponíveis na bancada paraibana. Segundo era o senador Raimundo Lira, que apesar de não ter carisma e popularidade, é um excelente senador, voltado para o método municipalista, auxiliando Estado e municípios para uma melhor relação com o Governo Federal.


Hospital de Trauma é referência no tratamento de pacientes com queimaduras

Houve um tempo em que a recuperação de um paciente considerado grande queimado (com mais de 20% do corpo) era sinônimo de uma vida repleta de limitações (devido a sequelas motoras), ou até mesmo de um inevitável óbito. Na Paraíba, esta realidade começou a mudar com a inauguração da Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, referência no tratamento de queimaduras da Paraíba, além de estados vizinhos como Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Segundo o coordenador médico da UTQ, Saulo Montenegro, a reabilitação de uma vítima de queimadura é muito difícil, mas a unidade de saúde oferece as técnicas mais modernas existentes no mercado mundial. “Por ser uma unidade de saúde que atende alta e média complexidade, os serviços de cirurgia plástica e queimados desenvolvem um trabalho de acompanhamento ambulatorial dos seus pacientes, até o final de todo o tratamento, um diferencial em uma instituição pública de saúde, já que os retornos são periódicos e os pacientes só recebem alta quando estão totalmente recuperados”, ressaltou.

Os números de retornos de casos envolvendo queimaduras nos primeiros cinco meses de 2018 foram 582, enquanto no ano de 2017 foram 1.072 registrados, sendo que o perfil destes pacientes é de jovens/adultos do sexo masculino.

A Paraíba é o único Estado brasileiro a manter por 16 anos ininterruptos uma campanha de prevenção a queimaduras e o resultado já pode ser visto. No final da campanha do ano passado, foi verificada uma redução de 13% no número de vítimas de queimaduras, em relação ao mesmo período no ano de 2016. Em junho de 2017, foram 95 paciente atendidos e em 2016, 109 pacientes.

A diretora geral do Hospital de Trauma, Sabrina Bernardes, explica que o tratamento de um paciente com queimaduras graves é longo e requer cuidados constantes. “Para o restabelecimento de seu bom estado de saúde é necessário vencer etapas, como: a estabilização do quadro clínico e a cicatrização do tecido lesionado até o retorno da função de cada parte atingida”, informou.

Saulo Montenegro ainda comentou que vários procedimentos são responsáveis por uma boa devolução do quadro de saúde do queimado. “Medicamentos, cirurgias plásticas e curativas especiais, com ou sem anestesias, além de avaliações clínicas, fisioterapia e acompanhamento multidisciplinar”, completou.

Assim foi o caso da paciente Ivanilda Mendonça, de 41 anos, que sofreu uma queimadura de segundo grau após um incidente com café quente. “Fiquei internada por cinco dias tendo necessidade de utilização de curativos especiais no local lesionado, o que está sendo crucial para minha recuperação. Hoje, tenho que voltar ainda por alguns meses para fazer os curativos para recuperação total”, salientou.

A coordenadora de enfermagem, Desirée Mazocco, conta que o atendimento a uma vítima de queimadura na UTQ é iniciado tão logo o paciente é admitido no setor. “A nossa campanha tem um nome bastante sugestivo ‘Marcas que ficam para sempre’, pois toda queimadura, independente da gravidade, vai deixar alguma marca na pele e no psicológico, por isso fazemos o possível para minimizar o sofrimento dos usuários que procuram a nossa unidade”, frisou.

Referência – O Hospital de Trauma de João Pessoa é referência no atendimento às vítimas de queimaduras, possui uma Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) há 17 anos que presta atendimento ambulatorial e hospitalar 24 horas. Uma equipe multiprofissional, entre eles, cirurgiões plásticos, anestesistas, enfermeiros e técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e psicólogas, atende os pacientes. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3216.5721.

Secom-PB


Prefeito Ricardo Pereira diz que desistência de Lira representa uma vitória da politicagem sobre a política

 
A desistência do senador Raimundo Lira, de disputar a reeleição para o Senado, foi , no entendimento do prefeito Ricardo Pereira, de Princesa, “uma vitória da politicagem”. Conforme o prefeito, Lira “foi golpeado pelos que não desejam no Senado brasileiro homens íntegros e de boa fé”.

Sem nominar nenhum desses integrantes da politicagem, Ricardo Pereira deu, porém, uma dica: “Lira foi dilacerado e engolido pela politicagem paraibana que reina de forma nada republicana, porque faz oposição ao projeto de Governo do governador Ricardo Coutinho”. Leia,na íntegra, a nota do prefeito:

A politicagem venceu a política! Para mim, a surpreendente desistência do Senador Lira traz para a Paraíba e para o Brasil o maior prejuízo na vida do povo brasileiro.

O Senador Lira, municipalista, comprometido com o desenvolvimento da Paraíba e do Brasil, foi golpeado pelos que não desejam no Senado brasileiro homens íntegros e de boa fé.

Esse senador, que não negocia com os entes públicos, limpo, comprometido com a ética e a decência, foi dilacerado e engolido pela politicagem paraibana que reina de forma nada republicana, parque faz oposição ao Projeto de Governo do Governador Ricardo Coutinho.

Lira sempre agiu de boa fé, contemplando os interesses de todos os prefeitos paraibanos que batiam em seu Gabinete buscando melhorias para seus municípios.

Caberá ao povo da Paraíba excluir de nossos quadros os políticos que praticam a politicagem e colocam acima dos interesses do povo Paraibano os seus interesses particulares.

Venceu no momento a politicagem e espero que vença nas próximas eleições o Brasil que o povo quer, de homens e mulheres que representem o macro e não o micro ou seus interesses pessoais.

Ricardo Pereira do Nascimento- Prefeito de Princesa Isabel.”


O Maestro Joaquim Pereira e a homenagem da banda de música

No último domingo numa corrida do Sesc e Infantaria de pedestrianismo, realizada na orla de Tambaú, aconteceu um fato que chamou a atenção dos atletas e todos que assistiram a cena, Helen Grace Ferreira, uma das participantes do evento, percebendo ali alegrando aquele domingo, a famosa Banda do 15º Batalhão de Infantaria do Exército brasileiro, se aproximou e falou com os dois regentes Azevedo e Aniceto da citada banda, se identificando como neta do maestro e compositor Joaquim Pereira, cujo nome é lembrado no Pavilhão de Música daquela unidade militar, tendo os mesmos em sinal de respeito ao velho mestre já falecido há mais de 20 anos, solicitado aos componentes da banda de música que ficassem de pé para saudar o velho e saudoso regente daquela banda, gesto que emocionou muito a neta do maestro Helen Grace, que ficou encantada com a gentileza e deferência dos maestros e demais componentes.

Joaquim Pereira, escolhido dentre centenas de maestros é lembrado nos Pavilhões de Música do 15º Batalhão de Infantaria e na AMAN – Academia Militar de Agulhas Negras, onde se reformou como capitão.

Autor de mais de duzentas composições, Joaquim Pereira foi um dos fundadores da Orquestra Sinfonia da Paraíba e seu segundo regente, depois do Maestro Francisco Picado, portanto, é ele o primeiro paraibano a regê-la, inclusive foi o único autor brasileiro a ter uma das suas composições incluídas na estréia da Sinfônica no Cine Plaza.
As composições de Joaquim Pereira, boleros, hinos, valsas e principalmente dobrados, são executadas diariamente em todos os quartéis do Brasil e em muitos países. A propósito, o sargento - musico, Claubert, que se encontra concluindo o seu curso de musica na UFPB, revelou que está fazendo um trabalho sobre a vida e obra de Joaquim Pereira, que poderá ser transformado inclusive em livro e disse que desde jovem no Rio Grande do Sul, no seu aprendizado musical Joaquim Pereira era uma grande referência para os jovens estudantes da arte. Depois já no Exercito, trabalhando na Região Norte, percebeu que ali não era diferente e só se falar em Joaquim Pereira e suas extraordinárias composições. Vindo trabalhar na unidade do Exército em João Pessoa, percebeu que o talentoso maestro, inexplicavelmente não era tão festejado como em outros Estados da Federação, comprovando-se assim aquela máxima: ‘De que ninguém é profeta em sua terra’.

Só para lembrar, depois de reformado, Joaquim Pereira viveu ainda por 44 anos e todos os anos no seu aniversário, a Banda de Música do 15º Batalhão de Infantaria, independente de quem fosse o seu regente, o acordava ao som da música ‘Parabéns para você’ e em seguida em sinal de respeito, o regente passava a batuta para o velho Maestro, para que ele regesse algumas de suas composições, para encanto dos jovens músicos que não o conheciam pessoalmente. Certa feita, um dos regentes, revelou que Joaquim Pereira, mesmo fora do poder, ou seja, já no pijama, foi o único homem do mundo a receber tal homenagem por todo a sua vida.

Recentemente o Maestro Joaquim Pereira numa deferência especial do Comando da Polícia Militar do Estado e dos seus músicos, foi criada a Medalha do Mérito Musical e foi denominada Maestro Joaquim Pereira e será destinada a todos aqueles que se distinguirem na arte musical.

Joaquim Pereira que é natural de Caiçara, ainda na gestão do ex-governador José Maranhão teve o seu nome lembrado na estrada que liga Belém/Caiçara/Logradouro, mas sequer existe no trecho uma única placa, que registre tal homenagem.

Por fim o Maestro, também figura numa lei municipal ainda da gestão do prefeito Francisco Franca, para ser lembrado numa escola do município, outra lei da atual gestão de Ricardo Coutinho, para ser lembrado numa escola da rede estadual, mas infelizmente ambas as leis jamais foram cumpridas.


Vídeo - Condenação de Gleisi deixaria PT mais coerente


Josias de Souza

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal julga nesta terça-feira o processo em que Gleisi Hoffmann, a presidente do PT, é acusada de desviar R$ 1 milhão em verbas roubadas da Petrobras para sua campanha ao Senado em 2010. Gleisi é acusada de corrupção e lavagem de dinheiro. Será o segundo julgamento no Supremo de uma pessoa encrencada na Lava Jato. No primeiro, o deputado Nelson Meurer, do PP, foi condenado a 13 anos, 9 meses e 10 dias de cadeia.

A proximidade do julgamento levou Gleisi a diversificar o repertório de temas que trata nas redes sociais. Antes, a senadora dedicava 100% de suas manifestações à defesa da inocência de Lula e do direito do presidiário de concorrer ao Planalto. Agora, ela se iguala ao grande líder, autodenominando-se mais uma vítima da mesma engrenagem que produz delações sem provas para moer o PT.

A eventual condenação de Gleisi aprofundaria o abismo petista, tornando o PT mais coerente. Com filiados ilustres atrás das grades e um candidato à Presidência ficha-suja, a legenda teria no comando uma condenada por corrupção em última instância. Mas a firmeza com que Gleisi se diz “perseguida” parecer afastar essa possibilidade. Uma característica curiosa da corrupção se observa no PT. Os corruptos estão sempre nos outros partidos.


Atos pela revogação da EC 95, discussão sobre data-base no STF e audiência em defesa do serviço público marcam próxima semana

 

 

A próxima semana será marcada por diversas atividades pela revogação da Emenda Constitucional (EC) 95/16, que congela investimentos públicos por 20 anos, e em defesa dos serviços públicos e estatais. Os fóruns que reúnem servidores federais (Fonasefe e Fonacate) organizam ato em frente ao Ministério do Planejamento na terça-feira, 19, a partir das 14 horas, onde voltam a cobrar uma reunião para tratar a pauta de reivindicações da categoria que inclui cumprimento de acordos firmados em 2015. Além de denunciar os parlamentares que votaram pelo congelamento de investimentos públicos, os servidores vão iniciar campanha de coleta de assinaturas por um projeto popular pela revogação da EC 95/16.

Também na terça, os federais fazem vigília no Supremo Tribunal Federal (STF). Está previsto para o dia 20 o julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 565089 que se refere ao direito à revisão anual de remuneração, a data-base para servidores. Representantes das entidades dos fóruns devem acompanhar a votação que está agendada para as 14 horas. Nos estados vigílias devem ocorrer em frente aos TRF´s, Tribunal Regional Federal, ou em frente a sedes da Justiça Federal.

Brasil Forte – A Condsef/Fenadsef participa ainda no dia 20 de audiência pública no Congresso Nacional que vai lançar campanha em defesa dos serviços públicos e estatais. A campanha Brasil Forte pretende trazer consciência sobre a importância de investimento no setor público e a valorização de serviços essenciais voltados para a população. Um Brasil forte exige ações efetivas que promovam a qualidade dos investimentos públicos.
Fonte: Condsef,


“Regra de ouro” volta ao debate no Congresso; servidores podem pagar caro

 

Uma perigosa proposta volta à pauta no Congresso Nacional. Em janeiro deste ano, a edição 5 do Apito Brasil criticava a intenção do governo e sua base aliada de flexibilizar a “regra de ouro” das finanças públicas. O dispositivo impede que a União emita dívidas em montante superior aos seus investimentos, sendo, a não observância aos limites, passível de crime de responsabilidade. À época, a reverberação negativa e a falta de consenso no Legislativo, impediram que o assunto avançasse.

Na última quarta-feira, 13 de junho, o deputado Pedro Paulo (DEM/RJ) apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 423/2018, ressuscitando o debate e enrijecendo ainda mais os efeitos nefastos da Emenda Constitucional (EC) 95. A matéria visa impedir a punição ao chefe do Executivo, por crime comum e de responsabilidade, pelo descumprimento da norma e, espantosamente, cria mecanismos de contenção de gastos caso a mesma seja infringida, todos eles colocando sob pena o servidor público, que unicamente cumpre seu papel e também, como cidadão, é vítima dos abusos fiscais do Governo.

Dentre as medidas a serem adotadas incluem-se: a vedação ao aumento de despesas obrigatórias, a exemplo da concessão de reajustes para servidores; redução da jornada de trabalho, com redução salarial; privatização e elevação de cobrança previdenciária e, em último caso, até mesmo a demissão de servidores estáveis.

É hora, mais uma vez, de demonstrarmos resistência e mostrar que o funcionalismo não merece arcar com os custos do desequilíbrio fiscal que se apoderou da Administração Pública. Segue aberta a temporada de caça à classe, demonstrando o total descompromisso dos poderes com aqueles que são responsáveis por garantir a cobertura estatal à sociedade brasileira.

O projeto está em consulta pública no site da Câmara dos Deputados. Vamos juntos registrar nossa indignação diante de mais esta ameaça. Clique aqui e participe.
Fonte: Sinal


General interventor no Rio de Janeiro veta presença de jornalistas em evento

Ele proibiu repórteres em evento e dois deles foram retirados do local

Não é a primeira vez que o general interventor proíbe que jornalistas documentem suas palavras. Foto: Alan Santos.

O general Walter Braga Netto, interventor federal na segurança pública do Rio, barrou a presença da imprensa em evento aberto a jornalistas ocorrido na última sexta-feira (15).

Ele pediu à organização de um evento da Câmara de Comércio Espanhola, no Museu do Amanhã, que os jornalistas não fossem autorizados a acompanhar sua palestra.
O gabinete da intervenção nega que o general tenha imposto restrições e diz que as normas foram estabelecidas pela organização do evento. Em nota, afirma que Braga Netto atende a imprensa “na medida das possibilidades de sua agenda”, bem como por intermédio de porta-vozes.

A organização havia convidado jornalistas para participar do evento, mas, questionada, diz agora que não vai se pronunciar.

No local, ela informou que a imprensa só poderia acompanhar as falas na parte da tarde, depois da participação do general.

Uma equipe do jornal O Estado de S. Paulo e uma repórter da Agência Brasil chegaram mais cedo e conseguiram entrar no auditório. Quando percebeu a presença, a organização pediu que eles se retirassem.

O episódio causou constrangimento à organização do evento, cuja divulgação interessava a outros participantes. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, era um dos palestrantes.

Na quarta (13), em evento da Associação Comercial do Rio, Braga Netto pediu que parte da palestra não fosse registrada por câmeras.

Foto Alan Santos

Diariodopoder.com.br

 

 


PF indicia ex-braço direito de Janot, Joesley e três advogados por corrupção

 Miller foi corrompido por Joesley com ajuda de advogados, diz a PF

O ex-procurador Marcelo Miller é acusado de aceitar suborno de Joesley Batista.


O ex-procurador da República Marcelo Miller, considerado o braço direito do ex-procurador geral da República Rodrigo Janot, o empresário Joesley Batista e mais três advogados foram indiciados pela Polícia Federal por suposta prática de corrupção no inquérito que apura se Miller fez jogo duplo durante a elaboração dos acordos de delação de executivos da JBS.

Em relatório enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), a PF atribui ao ex-procurador o crime de corrupção passiva. Sustenta que ele recebeu R$ 1,8 milhão da J&F Investimentos, grupo que controla a empresa, quando ainda integrava a equipe da Procuradoria-Geral da República (PGR), para atuar como advogado de um escritório contratado pela J&F Investimentos.

O delegado responsável pelo caso, Cleyber Malta Lopes, alega que Joesley, o ex-diretor Jurídico da J&F Francisco de Assis e Silva, além das advogadas Fernanda Tórtima e Esther Flesch, contratadas pelo grupo, foram os responsáveis por corromper Miller. Eles foram indiciados por corrupção ativa.

Para Lopes, há indícios suficientes de que os quatro esconderam qual foi o verdadeiro papel do ex-procurador na colaboração para ajudar na celebração dos acordos.
As informações sobre os indiciamentos foram publicadas pela GloboNews e confirmadas pela Folha de S.Paulo.

A PF alega que não houve interferência do ex-procurador nas gravações feitas por Joesley em encontros com o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Os áudios desencadearam ações controladas na Operação Patmos. Por isso, diz o relatório, as provas devem ser mantidas e usadas para instruir inquéritos.
A investigação sobre o caso foi aberta após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciar a suspeita de que os delatores da JBS omitiram crimes em seus depoimentos, entre eles o suposto conluio com Miller.

O relatório foi enviado à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, e ao relator do inquérito, ministro Edson Fachin.

Em nota, a defesa de Miller afirmou que, em sua “atividade preparatória junto à empresa J&F”, o ex-procurador “atuou em caráter privado, usando apenas seu conhecimento jurídico e sua experiência profissional, sem envolver nenhum aspecto da função pública”.

A defesa sustentou que ele exercia o cargo de procurador em caráter “apenas residual, pois já tinha pedido exoneração e esteve em férias na maior parte do período”.
Segundo o comunicado, é “inverossímil que alguém pudesse tentar obter vantagem com menção à sua função pública quando o encerramento dela estava marcado para breve e era de amplo conhecimento”.

A defesa alegou ainda que Miller “não determinou nem autorizou a emissão de fatura à J&F que incluísse cobrança por sua atividade preparatória”.

“Causa estupor que nenhum desses fatos – todos evidentes e provados – tenha sido considerado. Mas não terá sido a primeira vez que o sistema de Justiça se apaixona por uma ideia e erra sobre um inocente”, acrescentou.

A J&F, também por escrito, afirmou que Joesley e Francisco de Assis “jamais contrataram, ofereceram ou autorizaram que fosse oferecida qualquer vantagem indevida” a Miller.

Justificou ter contratado dois escritórios de advocacia reconhecidos por sua reputação em suas áreas de atuação – TRW (Trench Rossi Watanabe), em compliance e investigação interna; e Tórtima Tavares Borges, na área criminal.
“Marcelo Miller era sócio do TRW, o escritório de advocacia mais renomado no mundo em compliance, não havendo motivos para desconfiar de qualquer irregularidade”.
A J&F ressaltou que está processando o TRW “pela má-prática profissional” no episódio.

“Apesar do minucioso trabalho feito pela Polícia Federal, causa indignação a suspeita por atos que sequer eram de conhecimento ou controle dos colaboradores e cuja responsabilidade deve ser assumida pelos escritórios respectivos”, acrescentou a J&F.
O advogado de Esther, Fábio Toffic, disse que o indiciamento expressa “apenas a opinião pessoal do delegado” e ainda será submetido à análise do Ministério Público Federal. “Os fatos atribuídos a Esther no relatório, como a solicitação de passagens para que Marcello Miller fosse entrevistado e o pagamento da rescisão de seu contrato com o TRW, notoriamente não configuram crime. A trajetória profissional de Esther sempre foi pautada pela seriedade e retidão”.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Cobrança de Bagagem - TCU mexe no vespeiro das relações entre Anac e empresas aéreas

Auditoria verá se cobrança de bagagem baixou preço das passagens

Cobrança entrou em vigor há um ano. Foto: EBC


Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), iniciada nesta segunda (18), para checar a cobrança de malas em viagens aéreas, deverá investigar o que esteve por trás dessa decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conhecida pelas resoluções camaradas para as empresas do setor. Para acabar a gratuidade, a Anac prometeu redução nos preços das passagens. Lorota. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Para Paulo Rabello, governo é inimigo do desenvolvimento nacional
A auditoria vai verificar, por 90 dias, o que todos já sabem, apesar dos números-mandrake da empresas: as passagens subiram de preço.

A Anac tem dito que a cobrança de malas torna o Brasil atraente às empresas estrangeiras. Só que estas estão proibidas de atuar no País.

Malandramente, ao instituir a cobrança de malas, a Anac começou pela parte que dá lucro às empresas aéreas “nacionais”.

Instaurada a pedido do ministro Vital do Rêgo, a auditoria na Anac será relatada pelo rigoroso ministro Bruno Dantas, quando for concluída.

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Projeto Banda de Música na Academia

 Meus amigos(as) sintam-se convidados para mais uma etapa do nosso projeto: A BANDA DE MÚSICA NA ACADEMIA, que será realizado nessa terça-feira (19-06-2018) às 19h na Sala Radegundis Feitosa com as bandas: Banda Sinfônica José Siqueira-UFPB, Banda Marcial estadual José do Patrocínio e Banda IMATEC (Instituto de Música e Artes Eliton Chaves) com regência de José de Arimateia (TEINHA) e Eliton Chaves.

Maestro Sandoval Moreno


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