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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Ricardo anuncia reajuste de 56% no abono natalino do Bolsa Família




     O governador Ricardo Coutinho (PSB), candidato à reeleição pela coligação A Força do Trabalho, anunciou nesta segunda-feira (22), durante debate promovido pela Rádio Arapuan FM, em João Pessoa, um reajuste de 56% no abono natalino pago pelo Estado aos beneficiários do Bolsa Família. Ele disse que é o único governador do país a conceder o benefício para 504 mil famílias de baixa renda.


    Ricardo ressaltou que o abono natalino, mesmo criticado por seus adversários, é fundamental para ajudar as famílias mais carentes, que usam o dinheiro repassado pelo Estado para comprar mais comida para levar à mesa. “Tem gente que diz que é muito pouco, mas vá dizer isso pra quem realmente precisa”, observou.

    O candidato da ‘Força do Trabalho’ destacou ainda a importância de outros programas sociais implantados por sua gestão, como o Empreender Paraíba. “O Empreender já injetou R$ 73 milhões na base da economia do Estado, ajudando o pequeno empreendedor e, ao mesmo tempo, melhorando a qualidade de vida de muita gente”, frisou.


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Justiça autoriza Delúbio a cumprir pena em casa




     
    O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado na Ação Penal 470, já pode cumprir o restante de sua pena em casa; ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), atestou que Delúbio tem direito ao benefício por já ter cumprido um sexto da pena; Delúbio foi condenado a seis anos e oito meses de prisão no regime semiaberto e já cumpriu dez meses e quatro dias. Somados a 117 dias que foram descontados da pena em função do trabalho externo na Central Única dos Trabalhadores (CUT), ele alcançou um sexto da pena no dia 30 de agosto
    22 DE SETEMBRO DE 2014 ÀS 21:18



    247 - O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado na Ação Penal 470, já pode cumprir o restante de sua pena em casa. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 22, pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Segundo o ministro, Delúbio tem direito ao benefício por já ter cumprido um sexto da pena, requisito exigido pela Lei de Execução Penal. Com a decisão, o ex-tesoureiro vai cumprir a pena em casa.

    De acordo com o Código Penal, o regime aberto deve ser cumprido em uma casa de albergado, para onde os presos retornam somente para dormir. No Distrito Federal, pela inexistência do estabelecimento no sistema prisional, os juízes determinam que o preso fique em casa e observe algumas regras, como horário para chegar ao domicílio, não sair da cidade sem autorização da Justiça e manter endereço fixo.

    Delúbio foi condenado a seis anos e oito meses de prisão no regime semiaberto e já cumpriu dez meses e quatro dias. Somados a 117 dias que foram descontados da pena em função do trabalho externo na Central Única dos Trabalhadores (CUT), ele alcançou um sexto da pena no dia 30 de agosto.

    Os ex-deputados José Genoino e Carlos Alberto Pinto Rodrigues (Bispo Rodrigues), e o ex-tesoureiro do antigo PL (atual PR) Jacinto Lamas já foram beneficiados com o regime de prisão domiciliar. Eles também cumpriram um sexto da pena no semiaberto.


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Nomeação de filha de Mello no TRF é questionada




    Aos 37 anos, Letícia Mello foi nomeada pela presidente Dilma Rousseff para o cargo de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, para atuar na capital fluminense; concorrendo com candidatos mais experientes, meio jurídico insinua que ela só foi escolhida por ser filha do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello


    247 – Filha do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, Letícia Mello foi nomeada pela presidente Dilma Rousseff na última quarta-feira (19) para o cargo de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, para atuar na capital fluminense.

    Aos 37 anos, ela foi considerada no meio jurídico nova para assumir o cargo e dificilmente teria chegado ao Tribunal se o pai não estivesse no STF. Ela foi a mais votada em uma lista tríplice enviada pelo tribunal a presidente e derrotou advogados mais experientes, como Luiz Henrique Alochio, 43, e Rosane Thomé, 52.

    A pressão de ministros do STF para nomeações de seus filhos foi colocada em questão pela OAB. A Ordem decidou mudar o processo de escolha para os tribunais após investidas pessoais de Luiz Fux para impulsionar a filha Marianna à vaga de desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A pré-seleção feita em julho foi anulada. A partir de agora, todos os conselheiros vão fazer a triagem e a votação também será aberta.


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Tárcio reclama de ‘negociatas em troca de tempo na TV‘ e taxa pesquisas eleitorais de ‘fraude‘




     
    Foto: Sérgio Murilo Jr
    O candidato Antonio Radical (PSTU) questionou Tárcio Teixeira (PSOL) a respeito do financiamento de Campanha e o candidato do PSOL criticou o financiamento privado, as pesquisas e também as coligações que são formadas em busca de tempo de TV.

    Tárcio destacou que o PSOL garantiu que não iria receber financiamento privado, pois, se percebe uma relação direta com a corrupção. O candidato falou ainda que os outros candidatos estão se apropriando desse método ‘tão nefasto’ e que é preciso ‘acabar com as negociatas de tempo de televisão. não negociar no toma lá dá cá’. Ele também comentou que é preciso rever a participação na TV em entrevistas.

    Radical seguiu a linha de pensamento de Tárcio afirmando que não recebeu dinheiro de empresários e banqueiros e que as campanhas do PSTU são honestas. Ele destacou que o partido faz isso para manter a independência e alfinetou: ‘Quem contrata a banda diz que música ela vai tocar’. Para o candidato, a corrupção começa nos processos eleitorais. “A partir do momento que se aceita esse dinheiro, apesar de serem doações legais, se criam vínculos que vão ser levados para os governos”, reclama.

    O candidato do PSOL finalizou com outra denúncia: as pesquisas eleitorais, que ele taxou de ‘farsas’. “O povo que está me ouvindo agora, a grande maioria nunca participou, se todos que dizem que se soubesse que eu iria ganhar votariam em mim, votarem, eu vou para o segundo turno”, aponta.

    Marília Domingues

    Paraiba.com


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Com livros achados no lixo, morador do DF aprende a ler e se torna médico





    Órfão de pai aos 2 anos e tendo a mãe alcoólatra e um dos sete irmãos traficante, o médico de Brasília Cícero Pereira Batista, de 33 anos, conseguiu vencer as adversidades estudando a partir de livros que retirava do lixo. Ainda criança, ele saía do Chaparral, onde a família mora até hoje, e percorria 20 quilômetros todos os dias pelas ruas de Taguatinga em busca de comida.

    Junto com as sobras de alimentos descartados no lixo, Batista recolhia todos os livros que encontrava e vinis de Beethoven e Bach, atualmente suas inspirações. Ele se formou há menos de três meses e agora sonha em abrir um consultório.

    "Meu pai era quem fazia o sustento de casa, e morreu de uma úlcera que provocou hemorragia interna. Minha mãe ficou louca e bebia muito. Ela começou a lavar roupa para fora e a catar latinha no meio da rua, mas não era suficiente. A gente sempre passou fome, tudo o que ela fazia não dava jeito. E meu irmão levava traficante para a nossa casa. Aliados a nossa miséria, tínhamos o alcoolismo e as drogas dentro de casa. Eu saía para buscar comida – a gente não tinha mesmo, não tinha nem o que vestir – e tinha dias que não voltava. Eu não precisava, mas tinha dias que dormia na rua para não ter que aguentar as brigas", lembra.

    Amo Bach e Mozart. Junto com os livros, eles me salvaram. Eles falavam mais alto que a fome e me transportavam para outros mundos. Depois descobri Vivaldi e Strauss e comecei a amar música clássica. Às vezes eu pensava, vendo a vida dos compositores, que se Beethoven era surdo e fez o que fez, eu não poderia tentar? Eu, mesmo com fome, mesmo com adversidades, pobre, negro, não sendo homem bonito, conseguiria chegar lá. E é isso que a gente tem que pensar, que todo esforço é poder".
    Na procura por alimento, o garoto encontrou coisas que lhe despertavam uma atenção ainda maior. As páginas cheias de letras e figuras e os discos o deixavam fascinado, ainda que misturados ao chorume que havia no lixo. Cícero sempre reservava um pedaço da caixa que carregava para os "tesouros". Com a ajuda de vizinhos, ouvia os vinis e pôde aprender a sonoridade de cada letra.

    "Fui juntando as sílabas e compreendendo as sentenças e palavras. Quando entrei na escola para fazer o primário, já sabia ler, escrever e fazer as operações fundamentais. Entrei tarde, acho que eu tinha 10 anos, eu que pedi para a minha irmã me matricular", diz. "Eu trazia a caixa na cabeça debaixo de chuva e sol. Muitas vezes, escorria secreções dos alimentos e das carnes em mim. Eu parava, descansava um pouco e então seguia para casa."

    Entre as obras que encontrou descartadas estavam "O sermão de Santo Antônio aos peixes", do Padre Antônio Vieira, e "A metamorfose", de Franz Kafka, além de "Magnificat" e a cantata "BMV 10" de Bach. O menino também achou livros de biologia, filosofia, teologia, direito e história e passou a colecioná-los em casa. Tudo era lido por ele.
    O médico Cícero Pereira Batista, de Brasília, quando criança (Foto: Cícero Pereira/Arquivo Pessoal)
    "Amo Bach e Mozart. Junto com os livros, eles me salvaram. Eles falavam mais alto que a fome e me transportavam para outros mundos", conta o médico. "Depois descobri Vivaldi e Strauss e comecei a amar música clássica. Às vezes eu pensava, vendo a vida dos compositores, que se Bethoven era surdo e fez o que fez, eu não poderia tentar? Eu, mesmo com fome, mesmo com adversidades, pobre, negro, não sendo homem bonito, conseguiria chegar lá. E é isso que a gente tem que pensar, que todo esforço é poder."

    A inspiração o levou a fazer um teste para o curso profissionalizante de técnico de enfermagem, que valia como ensino médio. A ideia veio dos cuidados que ele tinha com a saúde da família e do gosto por dissecar cachorros mortos ou observá-los ampliados com a ajuda de uma lente achada em máquina de fotografia Polaroid, também tirada do lixo. O jovem foi aprovado em segundo lugar na seleção.

    Após concluir os estudos, Cícero decidiu então prestar concurso e passou a trabalhar na Secretaria de Saúde. O pouco dinheiro já era um alívio diante das dificuldades vividas pela família, mas o rapaz queria mais. Três anos depois, fez vestibular para medicina em uma faculdade particular no interior de Minas Gerais, passou e, sem pensar duas vezes, decidiu enfrentar o novo desafio.

    Fui juntando as sílabas e compreendendo as sentenças e palavras. Quando entrei na escola para fazer o primário, já sabia ler, escrever e fazer as operações fundamentais. Entrei tarde, acho que eu tinha 10 anos, eu que pedi para a minha irmã me matricular."
    Cícero Batista Pereira

    Como não podia abrir mão do emprego, o jovem se dividia entre os plantões aos fins de semana no Distrito Federal e as aulas na outra cidade. O salário seguia contado. "Acabei passando fome, cheguei a desmaiar em sala. Por vezes, precisei dormir na rodoviária para economizar", lembra.

    Um ano e meio depois, o rapaz conseguiu 100% de desconto em uma instituição de Paracatu (MG) por causa do bom desempenho no Enem. A faculdade se recusou a aproveitar os três semestres feitos em Araguari, e Cícero precisou recomeçar os estudos. Seis meses depois, já em 2008, ele repetiu o resultado e conquistou uma bolsa integral em Brasília.

    "Quando vim, eles aproveitaram algumas matérias, mas também não quiseram me progredir de período, portanto eu voltei à estaca zero de novo. Mas eu nunca desisti, continuei trabalhando e fazendo o meu curso. Eu saía do plantão noturno para a faculdade. Era muita dificuldade, tinha dias que eu chegava molhado e sujo porque tinha chovido, eu pegava dois ônibus, e no trabalho eu era obrigado a usar roupa branca", conta.

    Sem os custos com passagens de viagens interestaduais e a mensalidade, Cícero pôde se dedicar melhor às paixões. Ele virou frequentador assíduo de sebos e passou a comprar mais livros e vinis. Assim, reforçou a paixão pelos autores e músicos que conheceu por meio do lixo e pôde estender as noções que já tinha na área. As primeiras compras para si foram livros da faculdade de medicina e CDs de música clássica.

    O médico Cícero Pereira Batista, de Brasília (Foto: Cícero Pereira/Arquivo Pessoal)
    "Nunca foi fácil, meu dinheiro nunca foi suficiente, mas eu não cedi. Eu me esforcei, eu não me rendi às adversidades financeiras, às adversidades das drogas. Eu dormi no meio da rua fugindo das drogas que tinha dentro de casa muitas vezes. Eu não era morador de rua, eu tinha onde ficar, mas eu dormia fora para evitar a situação. Nunca usei droga, nunca botei um cigarro de maconha ou qualquer cigarro na boca, nunca bebi", explica.

    Formado em junho deste ano, Cícero atualmente trabalha como médico clínico e generalista em dois hospitais de Águas Lindas e Valparaíso, municípios no Entorno do DF. Ele afirma reconhecer em muitos pacientes um quadro semelhante ao que viveu. "São iguais a mim. São pessoas que muitas vezes chegam com fome, chegam doentes porque não tiveram o que comer"

    Para ele, a experiência na infância acaba o ajudando a cumprir o que considera uma missão. "O médico muitas vezes tem essa autonomia de aliviar o sofrimento. Eu me formei em medicina para aliviar o sofrimento de pessoas que estavam como eu."
    Futuro

    Além de continuar prestando atendimento a quem vive em situação de vulnerabilidade social, o médico planeja a abertura de um consultório particular na capital do país e acumula os sonhos de fazer residência em psiquiatria e especialização em medicina aeroespacial fora do Brasil.

    O médico Cícero Pereira Batista, de Brasília, com a mãe, na casa da família (Foto: Cícero Pereira/Arquivo Pessoal)I

    "Gosto de entender os conflitos humanos, as fugas, os processos que levam a pessoa à dependência química, à realidade de alguns familiares meus, como o alcoolismo da minha mãe e o uso de drogas do meu irmão. Como estas pessoas se entregaram ao vício? Como tratá-las? Como curá-las? Eu também sempre gostei das coisas do espaço, das estrelas, pois de certa forma olhar e compreender o céu me aliviavam o sofrimento e a fome e me davam força para seguir em frente", declarou.
    O profissional, que voltou a morar com a mãe no Chaparral, afirma ainda querer comprar um apartamento para poder morar sozinho, além de promover melhorias na casa da família. "Está em pedaços e mofada, e minha mãe por isso tem pneumonias de repetição. Se eu não conseguir reformar a casa da minha mãe, [quero] tentar comprar uma para ela."

    "Minha mãe está velhinha e precisa de um mínimo de conforto e paz. Ela cuidou de muitos filhos, já está na hora de eu cuidar dela agora que eu me formei médico. Não quero que ela passe fome de novo, não quero que ela viva em uma casa com goteiras e mofo. Esses últimos ideais são meus sonhos de realização imediata e necessária", afirmou.
    G1


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Concurso da Prefeitura de Patos é suspenso por problemas administrativos




     

    O concurso para 105 vagas na Prefeitura de Patos foi suspenso pela comissão organizadora. Segundo a instituição, ajustes administrativos da prefeitura teriam sido o motivo para a interrupção temporária no processo.
    As vagas do processo seletivo eram para contratação temporária para a Secretaria Municipal de Saúde. As 105 vagas seriam para níveis alfabetizado, médio ou superior. Os salários variavam de R$ 724 a R$ 2,5 mil.
    De acordo com a organizadora GR Consultoria e Assessoria, o processo seletivo simplificado terá suspensas a divulgação e inscrições. Serão tomadas providências para "divulgação de um novo edital, com alterações de cronograma, previstas dentro de alguns dias", conforme informou a comissão.


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Bancários anunciam greve a partir do dia 30




    Base do Sindicato dos Bancários da Paraíba se reúne em assembleia dia 25

    O Comando Nacional dos Bancários considerou insuficientes as propostas de caráter econômico apresentadas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na sétima rodada de negociações da Campanha 2014, na última sexta-feira (19), que incluem reajuste de 7% no salário (0,61% de aumento real), na PLR e nos auxílios refeição, alimentação e creche, além de 7,5% no piso (1,08% acima da inflação).
    Além de rejeitar a proposta da Fenaban, o Comando Nacional aprovou um calendário de mobilização para pressionar os bancos a apresentarem novas propostas que atendam às expectativas da categoria, apontando para a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir de 30 de setembro. Base do Sindicato dos Bancários da Paraíba se reúne em assembleia dia 25, para avaliar proposta e definir sobre a greve.

    Assessoria


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Raoni Mendes obtém recurso e obtém anulação de decisão que o tornou inelegível




    Ele havia sido condenado por ter ultrapassado o limite de doação de recursos

    A Corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) acatou nessa segunda-feira (22) recurso impetrado pelo vereador Raoni Mendes (PDT), que pediu a anulação de decisão que o tornou “ficha-suja”. Ele havia sido condenado pelo TRE-PB por ter realizado doações de recursos acima do limite permitido na última campanha eleitoral.
    O Tribunal aceitou documentos apresentados pelo vereador, como por exemplo, a Retificação da Declaração do Imposto de Renda, que regularizou a situação do parlamentar. O vereador busca na Justiça Eleitoral a validação do registro de candidatura para disputar o cargo de deputado estadual nas eleições em outubro.
    Da Redação
    WSCOM Online


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Cássio acusa Ricardo de superfaturar helicóptero e Ricardo lembra que Cassio torrou 4 milhões alugando jatinhos





    Postado por Tião Lucena, 

    O senador Cassio Cunha Lima e o governador Ricardo Coutinho protagonizaram, hoje, os momentos mais emocionantes do debate promovido pela Rádio Arapuan de João Pessoa. Convencido de que não está mais com essa bola toda na pesquisa, Cassio partiu logo para o ataque e acusou Ricardo de ter comprado um helicoptero usado por sete milhões de reais, o que representaria, na ótica do senador, um superfaturamento.

    Ricardo não se abalou e respondeu na bucha:Superfaturamento existe na sua cabeça, candidato, a Paraíba sabe quem superfaturou obras neste Estado, quem tinha isso como prática. Começamos o processo de compra da aeronave há um ano, com recursos próprios, porque não teve emenda de nenhum senador paraibano para isso, e eu tenho compromisso com a segurança pública.Foi um investimento importante, ao contrário dos gastos que o senhor teve em 2008, onde usou mais de R$ 4 milhões para viagens em jatinhos particulares, talvez tentando evitar que o seu mandato fosse cassado, como acabou sendo”


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  • 23.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Cássio justifica pensão do Estado para Silvia: “Eu ia deixar essa mulher desamparada?”




     ”
    Postado por Tião Lucena, 

     

    Marcos Maivado Marinho
    Candidato ao Governo da Paraíba pelo PSDB, o senador Cássio Cunha Lima minimizou hoje de manhã, em entrevista à rádio CBN João Pessoa, o resultado da pesquisa Ibope divulgada pela Rede Paraíba de Comunicação na sexta passada apontando uma diferença de apenas 5% entre ele e o principal adversário, o atual governador Ricardo Coutinho (PSB).
    Mas, ao ser questionado se a queda na dianteira das intenções de voto teria relação com a denúncia feita pelo socialista de que ele recebe vencimentos acima do teto permitido pela Constituição Federal, Cássio negou e acabou se enrolando ainda mais na vergonhosa situação :
    "Não se pode fazer relação de um assunto com outro porque, se você olhar a pesquisa do Ibope, na margem de erro eu posso ter 45% e Ricardo 34%. Fechamos pesquisas internas ontem e em três delas temos 10% à frente, mas não posso dizer a fonte porque a lei não permite. Isso é vitória em primeiro turno”, garantiu.
    Na sequencia, tentando justificar que o dinheiro pago à ex-esposa é legal e justo, Cássio esfarelou-se:
    “Já expliquei que quando assumi o Senado mandei um ofício ao Governo pedindo a suspensão dessa pensão. Passei quase um ano sem receber a pensão. Até que se consumou meu divórcio e deixei um apartamento para minha ex-esposa e achei de bom alvitre deixar também a pensão porque ela trabalhou ao meu lado e nunca recebeu nada como primeira-dama, contribuiu de forma decisiva para meu êxito. Achei justo e correto. Eu ia deixar essa mulher desamparada? A pensão é um direito e no momento do divórcio decidi deixar para ela. Eu lamento profundamente é o oportunismo da denúncia. É lamentável ter que abordar esse assunto por oportunismo político”, concluiu Cássio.


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  • 22.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Melodia da Primvera do maestro paraibano Joaquim Pereira





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  • 22.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Walter da luz convida para a Cavalgada Cultural e Ecológica de Ingá




     O secretário  de Turismo e Esportes da cidade de Ingá, Walter da Luz, convida a todos para que no mes de outubro participipem da Cavalççada Cultural e Ecológica naquela cidade, onde também no seu final haverá muito som, bebidas e boas comidas para os partic.ipantes. Vaale a pena conferir.


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  • 22.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Professora raspa cabelo da filha após encontrá-la alcoolizada





    Mulher ainda fez a adolescente ir à escola com hematomas, afirmando que ela não se tornaria uma vagabunda

     Redação Bem Paraná com G1

    Paciente ameaça agredir médica em UPA de Apucarana
    Pastor é esfaqueado e perde o olho após confusão em ônibus
    Menina é espancada em escola por ser "bonita demais"
    Uma professora da rede pública do Distrito Federal foi presa por suspeita de espancar a filha de 15 anos e agora terá de responder por maus-tratos. Segundo informações, a adolescente foi encontrada embriagada na casa de amigos em Formosa (GO).

    A mulher, que dá aulas em uma escola de Planaltina, admitiu ter agredido a jovem, argumentando que a intenção era "corrigir a própria filha", encontrada bêbada com dois rapazes. Ela ainda afirmou ao portal G1 que não fez nada pensado nem por maldade, mas que ficou chocada ao ver sua filha de apenas 15 anos naquela situação.

    A jovem teria saído de casa após falar para a mãe que iria comer pizza. Na manhã seguinte, a professora foi buscar a filha na casa de um dos jovens. Ela havia matado aula e ainda foi encontrada bêbada, mas exames confirmaram que ela não sofreu nenhum tipo de abuso na companhia dos dois amigos.

    Após o flagra, a mulher teria agredido a jovem com chutes e socos, deixando o rosto da adolescente machucado. Raspou ainda o cabelo loiro da filha e tirou uma foto, enviada para o grupo da família no WhatsApp. Para completar a punição, a garota teve de ir para a escola com a cabeça raspada e os hematomas, informando que a filha estava daquele jeito porque havia bebido e não se tornaria uma vagabunda.

    Diante da gravidade da situação, professores e diretores acionaram o Conselho Tutelar da região. A menina, inclusive, estaria em estado de choque por conta do constrangimento ao qual foi submetida.


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  • 22.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    ‘Para ele parar de jogar bomba‘, diz menino que abraçou policial em SP





    Esta semana, policiais e sem-teto se enfrentaram durante a desocupação de um prédio no Centro da cidade de São Paulo.

     

    Esta semana, policiais e sem-teto se enfrentaram durante a desocupação de um prédio no Centro da cidade de São Paulo. Os repórteres do Fantástico mostram o dia a dia das famílias que vivem nesses edifícios abandonados. E eles localizaram os personagens de uma cena comovente, no meio da violência da última terça-feira (16).
    Terça-feira, conflito na reintegração de posse de um prédio ocupado no Centro de São Paulo. A construção do Edifício Aquarius, que seria um hotel, foi abandonada há dez anos. Sem uso, o prédio foi invadido, em março deste ano, por um dos movimentos de sem-teto que atuam na cidade: a Frente de Luta por Moradia, FLM. Duzentas famílias passaram a morar nos 20 andares, de acordo com o grupo.

    A empresa que é dona do edifício pediu à Justiça a reintegração de posse. Foram feitas duas tentativas, em julho e agosto, que não deram certo. A terceira foi nesta semana. No meio do confronto, uma imagem chamou a atenção. Gustavo Henrique Rodrigues Silva, de 10 anos, morava com o pai no Edifício Aquarius.

    Gustavo Henrique Rodrigues Silva, de 10 anos: Na hora que eu desci, não dava para ver a escada direito.

    Fantástico: Por quê?

    Gustavo: Tinha muita bomba de efeito moral. Aí já estava até cinza o ar. Eu comecei a passar mal.

    Na confusão, Gustavo se perdeu.

    Gustavo: A gente passou por, era um negocinho assim, tipo daqui até aqui, bem pequenininho.

    Fantástico: Um espaço pequeno?
    Gustavo: Aham. Agente passou, aí meu pai foi tentar passar. Quando ele foi passar, aí eu já não estava mais lá, alguém tinha segurado ele, o meu vizinho disse.
    O encontro com o policial aconteceu logo em seguida.

    Fantástico: Por que que você abraçou o policial?
    Gustavo: Para ele parar de jogar bomba lá dentro. Porque senão ia machucar o meu pai. Ele prometeu que ia parar de jogar bomba lá dentro se eu me acalmasse.
    Fantástico: O que é uma bomba de efeito moral?

    Gustavo: É uma bomba que você respira e ela dói muito os seus olhos.
    No mesmo dia da desocupação, os produtores Robinson Cerântula e Willian Santos entraram, com a polícia, no prédio. “Estava uma barricada quase chegando na altura aqui em cima do portão”, conta um policial.

    Lá dentro, uma pilha de cocos, iguais aos que os moradores atiraram na polícia. “Isso daqui mostra bem que eles estavam preparados para enfrentar a gente”, diz o policial.
    Segundo a prefeitura de São Paulo, a cidade tem cerca de 90 ocupações ilegais, de prédios e de terrenos. Quarenta delas no Centro, abrigando quatro mil famílias.
    “Hoje no município de São Paulo nós temos aproximadamente 230 mil famílias que moram de maneira irregular ou em áreas de risco ou de forma muito vulnerável”, diz José Floriano Marques Neto, secretário municipal de habitação.

    A prefeitura planeja transformar ao menos parte dos prédios ocupados no Centro em habitações populares.
    “Nós já desapropriamos vários deles. Já adquirimos cinco prédios e devemos, até o fim do ano, adquirir mais dois prédios. E durante o ano que vem também a nossa política continua em adquirir prédios, desapropriar prédios e aproveitá-los para habitação social”, destaca o secretário de habitação.
    Enquanto uma solução oficial não chega, quem vivia no Edifício Aquarius ocupa agora outro prédio no Centro. O Fantástico entra em um prédio invadido e mostra como as pessoas vivem lá dentro.

    Fantástico: Quantas pessoas vivem nesse prédio hoje?
    Maria Silva, coordenadora da ocupação: A gente costuma contar por famílias, na faixa de duzentas e poucas.
    Fantástico: Essas pessoas vêm de onde?

    Maria Silva: São pessoas que estão na necessidade por moradia. Têm emprego, mas ganham salário mínimo. Pouca coisa, não têm condição de pagar um aluguel.
    Maria Iraci, diarista: Eu faço a minha comida, todos os dias. Aqui é minha cama. Para lavar a louça, eu lavo ali no quintal, em uma bacia. Tá dando para ir vivendo.
    Fantástico: A senhora tem profissão?

    Maria Iraci: Eu sou diarista.
    Fantástico: O senhor mora aqui há quanto tempo?
    Florisvaldo dos Santos, vendedor ambulante: Eu vim da outra ocupação para cá, moço.
    Fantástico: A desocupação ali da São João?
    Florisvaldo dos Santos: Da São João. Eu vivo eu e meu filho.
    Fantástico: Quanto o senhor ganha por mês?
    Florisvaldo dos Santos: Ah, eu ganho por volta de uns R$ 300. Pagar um aluguel, eu não tenho condições.

    A urbanista Raquel Rolnik, até julho passado, era relatora de direitos humanos da ONU para moradia. Ela acredita que São Paulo vive uma emergência na área de habitação.
    “Nós tivemos um boom imobiliário na cidade muito acima dos aumentos salariais e da renda das pessoas. E isso também afetou o preço dos alugueis. Então as pessoas que estavam morando de aluguel, inclusive em aluguel de barraco de favela, não estão conseguindo mais pagar esse aluguel”, diz a urbanista Raquel Rolnik.

    Sobre a desocupação, ela comenta: “O prédio pode ser devolvido, mas tem formas de fazer a reintegração de posse obedecendo os direitos das pessoas”.
    Ainda na terça, o capitão que comandou a reintegração no Centro falou sobre o que aconteceu.

    “Da parte da Polícia Militar, dever cumprido. O Adriano, homem Adriano, não me causa gratificação nenhuma tirar pai de família de casa, colocar ele na rua. Só que ele não é uma pessoa, não é um cidadão normal, que trabalha todo dia, ele é um invasor de um domicílio”, explica o capitão Adriano, da Polícia Militar.

    “Será que nessas ocupações não tem a presença do crime organizado? Não tem manipulações? Possivelmente, sim. Mas o fato de eles existirem ali, não transforma automaticamente todas as pessoas que estão envolvidas nessa questão em bandidos”, afirma Raquel Rolnik.
    O comandante do policiamento da capital diz que a polícia fez diversas negociações para garantir uma ação tranquila.

    Coronel Glauco Silva de Carvalho, comandante de policiamento da capital: Já havia um acerto para eles saíssem no mês de julho, eles tiveram 20 dias, isso acordado em reuniões entre a Polícia Militar, o oficial de Justiça e os ocupantes, para que eles saíssem no período de 20 dias.
    Fantástico: Houve exagero de alguns policiais na retirada dos moradores?
    Coronel Glauco Silva de Carvalho: Não houve exageros. Houve arremesso de grande quantidade de objetos. Houve arremesso de eletrodomésticos, de geladeiras, de fogões. A Polícia Militar agiu na medida para reintegrar a paz.

    O comandante também falou sobre o encontro de um policial com o menino Gustavo.
    “Essa cena, ela retrata exatamente isso, a dor do policial, a forma como ele se condoeu com a dor daquela criança. E de outro lado a sua incumbência legal que é exatamente a necessidade de fazer que uma decisão judicial fosse cumprida”, ressalta o comandante.

    Gustavo, por enquanto, está na casa da mãe, na periferia de São Paulo, enquanto o pai procura outro lugar para viver.

    Fantástico: Você passou por uma experiência, você tem 10 anos, difícil, dramática. Você sofreu lá dentro. Você vai voltar a viver com o seu pai em uma invasão?
    Gustavo: Vou.

    Fantástico: Por quê?

    Gustavo: Porque eu amo ele.


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  • 22.09.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Agora sem “nojo” Veneziano é flagrado discursando no palanque de Ricardo Coutinho




     Vené (com Nobinho) em palanque de Coutinho/PSB

    Marcos Maivado Marinho

    Para os que pensavam que o balaio das surpresas da eleição deste ano já encheu um novo ingrediente a ele foi adicionado na última sexta-feira, em Esperança, sendo ator o ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB), candidato a deputado federal.

     

    Vené (com Nobinho) em palanque de Coutinho/PSB

    O cabeludo campinense, do alto de toda a ética que sempre propalou ter consigo, foi flagrado no palanque do PSB discursando como se membro fosse da legenda dos girassóis e do governador Ricardo Coutinho, sem antever as especulações que seriam plantadas nas redes sociais de que não votaria mais no irmão candidato a governador, o que ele mesmo tratou logo de desmentir para debelar as labaredas populares.

    “Ontem, estive em Esperança com meu amigo Nobinho (ex-prefeito de Esperança). Como sempre, registrei meus compromissos com os que creem na nossa postulação, como também minha opção convicta em Vital Governador”, disse Veneziano no Facebook para esclarecer a sua presença no palanque de Coutinho.


    Semana passada coube a Veneziano, após se considerar traído pela amiga pessoal Tatiana Medeiros (PMDB), que aderiu ao governado Ricardo Coutinho, dizer que achava “um nojo” o procedimento da ex-auxiliar e de outros partidários que estavam virando a casaca, como o deputado federal Manuel Júnior ,por exemplo, que sobe em palanques de Cássio Cunha Lima (PSDB).

    Forçoso também registrar que o mesmo Veneziano já foi flagrado no interior do Estado em palanque dos tucanos, apoiando o deputado estadual Ricardo Marcelo, sendo imperiosa pergunta: ele teria nojo dele mesmo, nesses tantos saltos em busca de votos para se eleger deputado?


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