Vamos por partes: O dinheiro não acabou - Mirtzi Lima Ribeiro




Tem dinheiro. A questão é no fechamento das contas, em razão do enorme pagamento de custos dos juros da dívida + juros outros, que o país paga a BANCOS (ver ‘pizza-gráfico’ abaixo).

Estaríamos gastando metade de TODA a ARRECADAÇÃO de IMPOSTOS para manter a dívida pública.

CONTINGENCIAMENTO OU BLOQUEIOS:

O orçamento das Universidades e Institutos Federais já foi sancionado pelo próprio presidente em janeiro de 2019, como de praxe, porém contendo VETOS. LOGO, as despesas foram AUTORIZADAS, e ora bloqueadas pelo atual governo.

A proposta do Orçamento da União engloba todas as entidades federais, incluindo universidades e institutos.

*****Orçamento APROVADO, portanto, GASTOS JÁ AUTORIZADOS E JÁ COMPROMISSADOS****

O bloqueio foi sobre TODAS as despesas discricionárias (água; energia elétrica; bolsas de estudo; terceirizados de serviço continuado como limpeza e segurança; material de expediente; material para os hospitais universitários e centros de especialidades odontológicas: a exemplo de itens para exames laboratoriais, curativos, cirurgias e outros), e, sobre algumas DESPESAS de CAPITAL originárias de emendas parlamentares, que se referem a serviços de engenharia nos prédios das unidades.

PREVIDÊNCIA:

Mesmo “se” aprovada a PEC 06 com o texto original, os gastos “cortados” ficarão à conta dos menos assistidos (e não parlamentares que possuem previdência própria e terão até 120 dias após aprovada a PEC para migrar para lá e manterem os privilégios – texto original da PEC), e, a “economia” dos Reais ($$$$) anunciados virão a longo prazo nos próximos 10, 20 e 30 anos;

IMPOSTOS:

Serão majorados com a Reforma Tributária que o ministro da economia enviará e que já afirmou em vários canais da mídia que incluirá taxação em operações financeiras, ressuscitando o antigo CPMF com um nome mais glamouroso, para substituir o recolhimento previdenciário que não existirá mais por parte dos EMPREGADORES (PATRÕES), cuja contribuição hoje existente está para findar com a “reforma da previdência” que prevê a saída desse ônus dos empregadores e empresários.

PEDALAR:

A pedalada virá ‘se’ o congresso não votar em tempo a SUPLEMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA, porque há recursos financeiros, mas, não há AUTORIZAÇÃO para usá-los nos incrementos que a gestão deseja. Pois, na administração pública, o gestor só pode fazer uso dos recursos que estão AUTORIZADOS em lei.

Com a briga do presidente com o Congresso, ele põe em risco essa votação/aprovação da AUTORIZAÇÃO para gastar.





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