Será Ricardo Barbosa o ingrato que os Cunha Lima juram que ele é?




Embora tenha devotado os melhores anos da sua vida aos Cunha Lima, Ricardo Barbosa só deixou de ser suplente depois de se aliar a Ricardo Coutinho.

Antes disso, não passava de um reserva, de um apêndice, de um instrumento usado pelo grupo.

Claro, foi secretário dos Cunha Lima.

Porém continuou suplente.

Até que Ricardo Coutinho lhe deu régua, compasso e voz.

Era o que Barbosa esperava para crescer.

Ele tinha competência, mas seus falsos amigos só conheciam o seu lado servil.

Até que Ricardo Coutinho fez dele gente.

E graças a Ricardo Coutinho, Ricardo Barbosa abandonou o time reserva e se tornou titular.

Ocorre que Ricardo Barbosa, ao que parece, não conhece o que é gratidão.

De bucho cheio, esquece o passado e só pensa no futuro.

E no seu futuro não habita o seu benfeitor Ricardo Coutinho.

Tanto não habita que ele, o antigo e quase eterno suplente, agora tornado titular, aponta sua espingarda para o homem que o tirou da sombra.

No episódio de hoje, na Assembléia, Ricardo Barbosa não desrespeitou o presidente do seu Poder, Gervásio Maia.

Ao falar da suposta suposta e injusta “submissão ao Governo”, o ex-campinense faltou com respeito a Ricardo Coutinho.

O Ricardo Coutinho que fez dele gente.

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