Brasil o DNA dos degredados e salafrários da coroa lusitana - Francis Lopes Mendonça



Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes.

Realmente, não conseguimos ver na terra inteira o que nestas terras dá: solo mineral ricamente diversificado e alguns materiais só se encontram aqui, paisagens naturais deslumbrantes e com toda diversidade de clima, quente e úmido da Amazônia, o quente seco daqui do Nordeste e o frio do Sul que às vezes neva, sem falar que não há catástrofes e nem terremotos.

E é por isso que, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Não escapamos à sanha da roubalheira, do tráfico de influência, do transnepotismo, dos toma-lá-dá-cás e das putinhas chamadas de propina disseminadas em qualquer das três instâncias do Poder, em todos os setores e em todos os níveis do executivo, legislativo e judiciário.

É gente velha e gente nova roubando o contribuinte, enganando ou comprando o eleitor e ferrando o cidadão, a exemplo do caso abaixo duma cidade da Paraíba onde um individuo entrou no poder público, aos 30 anos, apenas para travestir-se de Chefe do Executivo disposto a tudo para roubar o município.

Mas a regra geral não é roubar, de uma forma ou de outra? E o que podíamos esperar duma raça que traz o DNA ruim e o ranço triste dos ladrões, degredados e salafrários da coroa lusitana que foram expulsos de Portugal e tiveram como penalidade a deportação para a Colônia?




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