Virose - Lourdinha Luna



 
A modernidade se impõe e mostra seu poder nas enfermidades produzidas por vírus. Antes o incomodo que produz febre, desanimo e uma tosse renitente, era definido como gripe. Hoje é batizado como VIROSE e apesar do avanço da medicina, é persistente, incomoda e cumpri um circulo.

Ela tem me roubado a alegria de comparecer às festas literárias e às comemorações natalícias. Também me poupou de ir ao velório de quem eu nunca pretendia ver inanimado.

Embora se diga que a morte é o fim da vida animal e que o espirito é libertado, ou mesmo, fecha-se os olhos na terra para ver melhor do Céu, a partida lega dor, sofrimento moral, mágoa, pesar, aflição.

Gosto de celebrar a vida e quanto mais acrescida em anos, melhor. É prova de que o amigo (a) viveu muito. E quando o que parte, foi um servidor do próximo, deixa exemplos de fé, coragem, discernimento e fez da esperança seu escudo, mais ainda seu passado me encanta, embora lamente o desenlace com os amados familiares e os amigos queridos.

A existência terrena é um presente de Deus a seus filhos, porque, apesar dos percalços, é salubre o vale de lágrimas em que vivemos.





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