Brasil, trabalho, pão e descanso - Virgolino Alencar



No Brasil, todo ano tem um longo carnaval, tem eleições de dois em dois anos e tem Copa do Mundo e Olimpíadas alternando-se a cada dois anos.

Juntando-se a outras paralisações em dias úteis, com certeza folga-se mais do que se trabalha.

Vale lembrar que esse eventos são crias dos mandantes que instituem e depois ficam reclamando.

O povo não cria essas festividades paralisantes, nem vai deixar de usufruir daquilo que os próprios entes que dirigem a nação oferecem.

Então, srs. dirigentes e responsáveis: reclamem menos e estabeleçam um equilíbrio entre trabalho e descanso, lembrando uma coisinha simples – quem trabalha merece paga por sua atividade e não doação como se óbolo ou mera oferenda fosse.
Para se ganhar o pão, precisa-se trabalhar, já dizia Paulo no início do período D. C., há mais ou menos dois mil janeiros.

Mas, para se trabalhar e merecer o pão, entre muitos outros, três itens da vida de uma sociedade são básicos: educação, saúde e postos de trabalho.
Com isso, haverá produção, haverá produtividade, haverá renda, e o usufruto nas paralisações racionalizadas serão um justo prêmio pelos esforços.
Se não há essas bases, não há esforços, o modelo se esgotará na falta de todos os meios de sustentação.

E o povo mergulhará no caos, com fome e sede.

Fora disso, é a enganação do falso e farsante ideal socialista, que só cava o buraco onde todos cairão, inertes, em estado esqueletoso.

Não é isso que o bom senso a prevalecer na humanidade deseja e defende.





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