Receitas da PB ultrapassam mais de R$ 865 milhões no mês de março

 
Arquivo/Agência Brasil
No terceiro mês de 2018, a Paraíba teve cerca de R$ 865 milhões em arrecadação. De acordo com o Fisco Estadual, R$ 493,3 milhões são referentes a arrecadação própria do estado. De um ano para outro, a diferença de receita foi de R$ 30,3 milhões, ou seja, crescimento de 6,54%. A receita própria é formada pelos tributos ICMS, IPVA, ITCD e Taxas.

De recursos transferidos pelo Governo Federal (FPE, Fundeb, Cide, IOF-Ouro, IPI-Exp e Royalties), o Estado dispôs em caixa cifra superior a R$ 371,1 milhões, no mês de março. No mesmo mês do ano passado, a Paraíba recebeu pouco mais de R$ 337,1 milhões. Neste ano, houve a mais de repasse R$ 34 milhões, o que corresponde a 10,09%.

Na soma total da receita própria e das transferências, somente no mês de março a Paraíba contabilizou mais de R$ 865,1 milhões em caixa. No ano passado, essa quantia foi de R$ 800,7 milhões. No comparativo de 2018 com 2019, este ano apresentou um crescimento de R$ 64,3 milhões, ou 8,04% de acréscimo.

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Botafogo-PB vence Campinense e se torna tricampeão paraibano

 
O Botafogo venceu o Campinense e conquistou o Campeonato Paraibano pela terceira vez. Já no primeiro tempo, o Belo abriu o placar com um gol de Clayton logo aos três minutos, após receber belo passe de Nando e concluir entre as pernas do goleiro. O segundo gol aconteceu no último minuto do segundo tempo, marcado por Paulo Renê.

A última vez que havia conquistado o tricampeonato de forma seguida foi há 49 anos, e agora repete o feito com as conquistas dos títulos de 2017, 2018 e 2019.

O jogo encerrou com a torcida botafoguense vibrando ‘É campeão’ das arquibancadas do Almeidão, em João Pessoa. O gramado molhado até tentou atrapalhar o desenvolvimento do jogo, mas o Botafogo conseguiu articular algumas jogadas ofensivas, enquanto a Raposa só conquistou ritmo no segundo tempo e chegou a assustar o Belo.

Nos últimos minutos da partida o Campinense buscou resultados, mas acumulou cartões amarelos. Antes, porém, fez lances perigosos, como a invasão da grande área feita por Denis, que foi logo impedido por Saulo, que saiu do gol e caprichou na defesa. Jean e Romeu também deram trabalho e chegaram perto de conquistar um empate.

O placar do Botafogo poderia até ter sido maior. Nos últimos momentos da partida, Paulo Renê dominou na área de entrada e chutou com a canhota, mas a bola não entrou. Um outro lance perigoso aconteceu no primeiro tempo – Israel cruzou no lado direito e logo Richardson tentou cortar, quando Rogério chegou chutando e errou feio. A bola foi pra fora e a chance desperdiçada.

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Só que não - Marcos Pires

  Os mais felizes lembram de um dos maiores sucessos musicais do início dos anos 60, El reloj, que chamávamos no Miramar de “Porque não paras, relógio”. Foi composta por Roberto Cantoral, que também pariu a belíssima La Barca.

Pois bom! Sempre acreditei na incrível história de que o compositor acompanhava sua amada esposa, internada num hospital, onde iria se submeter a uma delicadíssima cirurgia. Os médicos haviam preparado Roberto para o pior, e dificilmente ela sobreviveria até a manhã seguinte. Ele sentou em uma cadeira e ficou esperando o resultado. Na parede em frente havia um enorme relógio, e à medida que os ponteiros andavam, mais aumentava sua angustia. Naquele momento surgiram os versos: “ Reloj, no marques las horas, porque voy a enloquecer, ella se irá para siempre, cuando amanezca outra vez…”. O sucesso retumbante da música foi imediato em todo o mundo. E a história ajudou um bocado.

Só que não. Cantoral tinha apenas 21 anos quando compôs “Relógio” e estava na companhia de uma bela dançarina num hotel.

Outra maravilha é a história da música “As rosas não falam”. Dizem que o genial Cartola referia-se a uma filha que era prostituta em São Paulo e por isso não era aceita por Dona Zica, que não era mãe da garota. Cartola sonhava com o retorno da filha à casa paterna, daí os versos “ Devias vir, para ver os meus olhos tristonhos, e quem sabe sonhavas meu sonho, por fim”.

Só que não. Na verdade Dona Zica havia plantado algumas roseiras no jardim e ficou impressionada com a quantidade de rosas que nasceram. Perguntou a Cartola por que haviam nascido tantas rosas. “-Não sei, Zica, as rosas não falam”. O resto vocês conhecem.

E a belíssima My Way, hem? Nada mais americano. Só que não. Na verdade o cantor Frank Sinatra estava de saco cheio das músicas que gravava. Numa noite em que tomou um porre homérico com Paul Anka, confessou que iria deixar de cantar. Anka, que era seu amigo e fã, desesperou-se. Descobriu uma musica francesa chamada “Comme d´habiture” em seus guardados e fez uma versão, conservando apenas a musica, mas produziu uma letra que era cara do velho “olhos azuis”.

Pronto. Já dá pra tomar um rum com coca cola neste domingo ouvindo essas belezuras, hem?


Um pouco da história do jeito como eu conto - Ramalho Leite

 Foi graças aos votos de Solânea, em 1915, à época Vila de Moreno, que Solon de Lucena tornou-se liderança hegemônica no território de Bananeiras. O fato seria repetido comigo. Todavia, como deputado, não conseguia fazer muita coisa por Bananeiras. Clovis Bezerra não deixava. Ao contrário, em Solânea, minha prevalência era reconhecida. O governador Ivan Bichara pediu a minha conformação: “Vou dividir alguma coisa com você em Bananeiras, mas tenho que dar mais ao Clovis”. Aproveitei levando benefícios para Solânea enquanto tentaria conquistar a prefeitura de Bananeiras.

Agora, firmado na cidade, meu pai tinha todas as credenciais para enfrentar a disputa e registrou sua candidatura. Apoiado pelos Bezerra, o promotor da comarca, José Francisco de Almeida venceria a eleição com 2.901 votos, enquanto Arlindo Rodrigues Ramalho, obteve 2.594 votos. Um resultado assustador para quem dominava o poder local desde sempre. A sublegenda que abrigou a candidatura de meu pai fez dois vereadores: Avelino Alves de Melo e Agápito Teixeira Muniz, além do solidário pmdebista, Antônio Mendonça Coutinho. Em Borborema, meu pai indicou José Florêncio de Lima, candidato único a prefeito, eleito com 704 votos, tendo como vice-prefeito o meu primo, José Rodrigues Barbosa.< /span>

Na minha oportunidade de reeleição, em 1978, engrossei as fileiras da dissidência arenista em apoio à candidatura para governador do deputado federal Antônio Mariz. O presidente Ernesto Geisel escolheu para governar a Paraíba o professor Tarcísio de Miranda Burity, então Secretário de Educação do Estado, sem nunca ter sido testado nas urnas. O povo torcia por Mariz, mas naquele tempo, o que o povo pensava não valia nada.

Assim mesmo, segundo Elio Gaspari
(…) o país de 1978 não se parecia com o que (Geisel) recebera em 1974 quando toda a imprensa estava sob censura e a direção do Partido Comunista e os guerrilheiros do Araguaia estavam sendo exterminados. As denúncias de torturas, que em 1975 haviam chegado a 585, caíram para 214.Pela primeira vez, desde o início do regime, o ano terminara sem que nenhum brasileiro morresse ou desaparecesse nos cárceres políticos. O Ato Institucional nº 5, a caminho do seu décimo aniversário, estava com os dias contados, pois Geisel anunciara o propósito de revogá-lo ao fim de um processo de negociação de “salvaguardas eficazes.

O processo de escolha dos governadores não diferia do sistema adotado pelos militares para ungir o Chefe do Poder Executivo da União. O presidente Geisel, que prometia uma abertura “lenta e gradual” antes de nomear seus delegados estaduais, pensava naquele que ocuparia sua cadeira. O general Euler Bentes Monteiro era estimado por ele, mas distanciara-se do Planalto, chegando a disputar a presidência, dentro das regras legais de então, ou seja, no Colégio Eleitoral formado por 581 parlamentares e delegados das Assembleias Legislativas.

Também era cotado o paraibano Reynaldo Melo de Almeida, filho do imortal José Américo de Almeida, que comandara o I Exército. Os dois, Euler e Reinaldo, porém, não tinham a cumplicidade do general Golbery do Couto e Silva, chefe do gabinete civil da Presidência e principal articulador político do governo. A propósito, se o general paraibano esteve nas cogitações de Geisel para sua sucessão, teria sido eliminado pela máquina do SNI, comandada pelo general Figueiredo, o presidenciável in pectoris de Geisel/Golbery. O jornalista Carlos Castelo Branco contaria, em entrevista à revista Playboy, que o general Almeida “não foi presidente por causa das grava&c cedil;ões que o SNI fez de seus casos com mulheres”. Uma causa de inelegibilidade até então desconhecida.

A escolha de Burity para governador biônico obedeceria aos mesmos critérios. Houve uma simulação de disputa com a audiência de lideranças do partido oficial e formalização de listas de candidatos. O governador Ivan Bichara fixara-se no nome do senador Milton Cabral, apoiado pelas bancadas estadual e federal. Conta-se que o ministro José Américo de Almeida, à época ainda influente e tendo o filho Reynaldo em posição de destaque no “comando revolucionário”, teria insistido com o sobrinho Ivan, que se despedia do cargo, para que admitisse outras opções. Ele tinha simpatia pelo deputado Antônio Mariz, mas não conseguira dobrar Ivan e o parti do, então presidido pelo deputado Waldir dos Santos Lima. Dessas démarches surgiria o nome do então secretário de Educação do Estado, professor Tarcísio de Miranda Burity..

A escolha de um governador pelos militares, divulgada com todas as pompas no rádio e televisão, era uma ordem a ser cumprida. Ninguém ousaria discordar. Quem se rebelasse contra a “revolução” teria o mandato cassado e os direitos políticos suspensos por dez anos. Alguns ousaram enfrentar o regime e disputar na convenção do partido, pelo voto, confrontando-se com a indicação do Planalto. Mariz foi um desses, com alguns deputados que fortaleceram sua postulação. Nesse bloco, ao qual me filiei desde as primeiras horas, formaram ainda os deputados José Lacerda Neto, Edivaldo Fernandes Motta, Francisco Soares, Américo Sergio Maia, Tarciso Telino de Lacerda, Manoel Alceu Gau dêncio e Waldir dos Santos Lima, reforçados com o apoio dos ex-governadores Ernani Satyro e João Agripino.( O resto da história estará no meu livro ERA O QUE TINHA A DIZER, em breve nas livrarias)


Teste de valentia

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Na última reunião da “Confraria Tapa no Ovo” houve quem questionasse a valentia do jornalista José Maria Fontenelli,até então tido e havido como homem de coragem, acima de qualquer suspeita.

Antes de mais nada convém explicar ao leitor o que vem a ser a tal “Confraria Tapa no Ovo”. Ela existe e sua séde é na praça da alimentação do Manaíra Shoping. Seus integrantes são figuras ilustres da nossa intelectualidade, dentre as quais se destacam o próprio Zé Maria, o jornalista Chico Pinto, o engenheiro Decson Cunha, o aposentado Joãozinho, o bancário Mouzinho, tem superintendente de Polícia Federal no meio, além de um enjoado lá dos abacaxis que bota defeito em tudo.

Agora voltemos ao começo da nossa conversa, ou seja, aquela da dúvida levantada sobre a valentia de Zé Maria. Todos os moradores de João Pessoa sabem que Zé Maria é valente e destemido. Certa vez furou o bucho de Jair Santana com um canivete porque Jair atrapalhou bela cagada que dava no banheiro da Rádio Arapuan. E todos têm ciência das grandes brigas protagonizadas por ele contra gente poderosa. Na última delas enfrentou o diretor do Hospital de Traumas e, segundo dizem, o duelo fedeu a chifre queimado.

Chico Pinto foi escalado para fazer o teste. Com aquele cotoco de dedo, herança de uma bomba que lhe explodiu na mão numa passeata de Eilzo Matos, Cabo Duca, como o chamamos, ligou para Zé e, disfarçando a voz, ameaçou:

-Seu cabra safado! Não tem vergonha de andar se enxerindo com mulher casada não? Quando eu lhe encontrar vou dar-lhe uma surra, viu!

Zé perguntou quem estava falando e Pinto, em vez de responder, desligou. Não deu dois minutos, tocou o telefone de Pinto e do outro lado Zé Maria advertiu:

-Você não tem medo de ficar telefonando para um delegado da Polícia Federal e ainda por cima fazendo ameaça?

-Você é delegado bosta nenhuma, seu cabra de peia! Venha se encontrar comigo na frente do shoping pra eu lhe ensinar o bom guardado. Estou esperando você. Estou de camisa vermelha e calça azul. Venha! – convidou Cabo Duca. E Zé, de lá, disse que vinha.

Não veio. Pinto ligou outra vez: – Cadê você, seu frouxo?! Tô aqui no aguardo. Venha se for macho.

E Zé, se justificando: – Só não vou porque minha mulher está nervosa, chorando. Se não eu ia!”. -Que mulher que nada! Você não vem porque tá com medo”, provocou Pinto. Aí Zé perdeu a esportiva: -Então eu vou. Mulher, traz aí a minha pistola”. Disse isso e desligou o telefone.

Passaram-se longos 20 minutos. A Confraria toda reunida, em expectativa. Pinto voltou a ligar. Do outro lado, em vez de Zé, atendeu a mulher:

-Alô? E pinto: -Aqui é o Amaro. Dá pra chamar Zé Maria aí?

A mulher, com a voz educadíssima, desculpou-se:

-Lamento, Seu Amaro, mas agora ele está na praia, passeando com a nossa cachorrinha”.

 


Repúdio do decano Celso de Mello foi ‘senha’ para revogar censura

Rosinei Coutinho
Rosinei Coutinho

Nota pública do ministro deflagrou revogação da censura a revista

Nota pública do ministro Celso de Mello foi ‘senha‘ para revogação da censura a revista


A nota pública do ministro Celso de Mello, chamando de “autocrática” a censura imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foi a “senha” para o ministro Alexandre de Moraes assinar a decisão de revogar a medida contra a revista Crusoé. A informação é de veterano ministro envolvido nesse desfecho. O STF foi informado ainda na quarta (17), quando a medida inicial foi publicada, que o documento citado na reportagem era autêntico e não fake news. Mas era tarde demais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Após confirmar a autenticidade, o STF concluiu que o documento teria sido vazado da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba no dia 9.

Os ministros se convenceram de que o vazamento tinha a ver com o julgamento sobre 2ª instância, previsto para o dia 10 e depois adiado.

O documento citando o ministro Dias Toffoli, vazado, seria para “coagir” o STF a não alterar o entendimento sobre prisão em segunda instância.

 

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Banco de DNA ficará completo até final do governo, diz Moro

 O banco reúne dados genéticos de criminosos

O ministro da Justiça, Sérgio Moro. Foto: Isaac Amorim/MJSP


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse hoje (20) que o banco de dados de DNA estará completo até o final do governo. Segundo ele, esta é uma das medidas mais importantes do projeto de lei anticrime, enviado ao Congresso Nacional.

O banco de dados de DNA é uma central onde estão, à disposição de autoridades e investigadores, os materiais genéticos coletados de criminosos condenados pela Justiça e os obtidos em cenas de crimes.

Moro afirmou que a ampliação do Banco Nacional de Perfis Genéticos “aumentará a taxa de resolução de investigação de qualquer crime, mas principalmente de crimes que deixam vestígios corporais”, em mensagem na rede social Twitter.

Ele lembrou que a coleta desse material não é invasiva – ou seja, sem necessidade de incisões. “Propomos a extração do perfil genético (DNA) de todo condenado por crime doloso no Brasil. Significa passar um cotonete na boca do preso e enviar o material ao laboratório. Isso passa a compor um banco de dados, como se fosse uma impressão digital”, argumentou.

O ministro acrescentou que, diante de um crime, a polícia busca vestígios corporais no local, como fio de cabelo. A partir desse material é possível identificar o DNA do suspeito e cruzá-lo com o banco de dados. “Tem um potencial muito grande para melhorar as investigações, evitar erros judiciários e inibir a reincidência”.

Ele lembrou que já existe um banco de DNA no Brasil, mas que é “muito modesto”, reunindo de 20 mil a 30 mil perfis. No Reino Unido, país onde esse tipo de técnica investigativa está bastante desenvolvida, há cerca de 6 milhões de perfis. Nos Estados Unidos, 12 milhões.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos de Almeida Camargo, o banco de DNA é integrado por cerca de 20 unidades federativas.

“O importante agora é integrar todos os estados e viabilizar a coleta de condenados. Hoje, a lei determina a coleta de perfil genético dos condenados por crimes hediondos e violentos contra a vida. Na proposta, isso acaba se estendendo para todos os condenados por crimes dolosos”, disse o perito criminal da Polícia Federal.

Camargo acrescenta que potencializar o emprego dos bancos de perfis genéticos “é medida mais do que necessária para melhorar a solução de crimes e reduzir a impunidade”. (ABr)

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‘Já demos uma trava na Petrobras’, diz Onyx Lorenzoni a caminhoneiro em áudio

 Áudio de Onyx Lorenzoni é compartilhado pelos caminhoneiros

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Foto: Antônio Cruz/ABr


Em uma mensagem de áudio enviada a um caminhoneiro, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comentou medidas articuladas pelo Palácio do Planalto para atender demandas da categoria que paralisou o país em maio do ano passado e afirmou ao interlocutor que o governo havia dado uma “trava” na Petrobras para evitar reajustes de combustíveis com frequência inferior a 15 dias.

Logo no início da conversa, para exemplificar o apoio do governo, ele lista algumas iniciativas, entre elas, o que seria uma interferência nos reajustes de preço de combustíveis na Petrobras.

“Já demos uma trava na Petrobras. Qualquer modificação de preço, no mínimo entre 15 e 30 dias, não pode ter menos que isso”, afirma o interlocutor que seria Onyx.

Ele também diz que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) trabalha para melhorar as condições dos caminhoneiros e em breve faria uma manifestação de apoio à categoria:

“O presidente entrou nisso, tu vai ver que já muitas coisas vão começar a acontecer já nesta semana. O presidente amanhã deve se manifestar pelas redes sociais em direção à categoria dos caminhoneiros, particularmente aos autônimos”, diz no áudio.

A conversa teria ocorrido com o caminhoneiro Marconi França em 27 de março, uma quarta-feira, segundo narrou à reportagem o próprio França.

Na véspera (26 de março), a Petrobras havia anunciado, por meio de nota, mudanças na política de reajuste de diesel. As revisões de preços passaram a respeitar um prazo mínimo de 15 dias.
No mesmo dia foi anunciado o cartão pré-pago para os caminhoneiros.

No dia seguinte (28), em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro fez uma manifestação de apoio aos caminhoneiros e tratou das medidas anunciadas pela Petrobras.

França disse à reportagem que, na época, teve autorização do ministro para compartilhar o áudio. “Foi uma conversa minha com ele [Onyx]. Ele é um cara que está aberto ao diálogo, está tentando resolver os problemas da categoria e ao mesmo tempo um problema do governo, porque, sem caminhão, o Brasil para.”

O caminhoneiro conta que a sua ideia era acalmar os ânimos dos colegas. “Eu soltei nos grupos para dizer assim: ‘Olha, gente, vamos ficar quietos. Eu sei que está ruim, está difícil, mas está aí a palavra do Onyx, que está tentando resolver, tentando nos ajudar. O governo não está de braços cruzados. Isso é um problema de 30 anos e a gente não pode bater num governo de três meses‘”, afirmou França.

Ele disse não saber por que o áudio voltou circular. “Talvez sejam pessoas interessadas em uma nova paralisação.”

Nesta semana, caminhoneiros divulgaram que farão nova paralisação no dia 29.

Conversas sobre uma nova manifestação se intensificaram após o anúncio de reajuste de R$ 0,10 no preço do diesel, na quarta-feira (17), seis dias após a estatal voltar atrás no último aumento, por determinação do presidente da República.

França disse ser contra a greve neste momento. “O governo Bolsonaro está disposto a nos ajudar. Nunca tivemos acesso a um ministro da Casa Civil”, afirmou.

 

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Raquel Dodge afirma em que, por ser um detento, Lula não pode dar entrevistas

Dodge lembra que isso nada tem a ver com ‘liberdade de imprensa‘
Cláudio Humberto

Raquel Dodgne, procuradora geral da República. (Foto: Nelson Jr./STF)


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o pedidos para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas dentro da prisão.

No parecer, a procuradora defendeu a liberdade de expressão e de imprensa, mas ressaltou que, em algumas situações, há a possibilidade de proibir que presos concedam entrevistas.

Para Dodge, entre as finalidades da condenação de presos está o objetivo de cumprimento da pena “com discrição e sobriedade”. “O fato é que ele [Lula] é um detento em pleno cumprimento de pena e não um comentarista de política”, disse a procuradora.

“Conclui-se que a proibição de que Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas em áudio e/ou vídeo, apesar de ser restritiva da sua liberdade de expressão, é medida proporcional e adequada a garantir que as finalidades da pena a ele imposta sejam concretizadas, sendo, portanto, compatível com a ordem jurídica do país”, disse.

Desde 7 de abril, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão em Curitiba, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).

 

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Alfredo Dias Gomes lança SOLAR, seu 11º disco solo, totalmente autoral e inédito

 

Tendo acompanhado, até 1993, shows e gravações de artistas como Ivan Lins, Hermeto Pascoal, Lulu Santos e Heróis da Resistência, dentre outros, baterista carioca lança novo CD, marcadamente jazzístico e brasileiro, na contramão do“JAM”, lançado no ano passado com pegada jazz rock

 

Pode-se afirmar, com absoluta certeza, que Alfredo Dias Gomes é, no mínimo, um músico realizado e (bastante!) inquieto. O filho baterista de Janete Clair e Dias Gomes alcança a marca de onze discos solos, lançando agora o CD “Solar”, gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa, nas plataformas digitais - download e streaming no iTunes, Spotify, Napster e CD Baby – e em CD físico. Desta vez, o baterista carioca surpreende reunindo oito faixas autorais e inéditas, revelando-se um exímio compositor também nas harmonias mais brasileiras, regionais. Aliás, “Solar” é justamente o oposto do que Alfredo Dias Gomes apresentou em “Jam” - lançado no ano passado e muito bem recebido pelo público – um disco agressivo, com o característico volume do jazz rock. Importante ressaltar que, ainda em 2018, o baterista lançou, também nas plataformas digitais, o CD “Ecos”, um resgate de gravações realizadas em 2000.

Tendo iniciado sua carreira com Hermeto Pascoal, com quem gravou o icônico “Cérebro Magnético”, e, posteriormente, acompanhando e gravando com Sérgio Dias, Lulu Santos, Kid Abelha, dentre muitos outros, foi a partir de 1993, ao se desligar da banda de Ivan Lins, que o baterista decidiu se dedicar aos próprios projetos e realizar-se também enquanto compositor e entusiasmado virtuose das baquetas. O CD “Solar” não apenas ressalta tais motivações embrionárias, assim como revela um lado mais “brasileiro”: “quando comecei a compor esse novo trabalho, pensei numa proposta diferente: decidi tocar, além da bateria, os teclados e os baixos do disco, dando ênfase à forma como crio minhas composições. Adicionei somente um solista, meu grande amigo e super instrumentista Widor Santiago, no sax tenor, sax soprano e flauta. “Solar” é um disco autoral e nele misturo ritmos e melodias brasileiras com jazz e jazz-fusion”, afirma o músico.

A jornada começa com “Viajante”, composta em 1980 a pedido da própria mãe, Janete Clair: “minha mãe me pediu uma música para um personagem de uma novela - Coração Alado (1980/81), sobre um nordestino que vinha ganhar a vida no Rio de Janeiro, interpretado por Tarcísio Meira. Nessa época, eu tocava na banda do Hermeto Pascoal e estava ‘respirando’ música brasileira, então compus para a trilha sonora da novela o baião “Viajante”, gravado pelo Dominguinhos. Agora, gravado em versão instrumental inédita”, revela o baterista. Música que dá nome ao disco, “Solar” foi composta em 7/4, com pegada pesada de bateria e melodia abrasileirada. Já “Trilhando” traz o andamento rápido do Jazz, o característico “walking bass”. Em “Corais”, o baterista apresenta seu lado mais doce e suave, com uma balada de melodia bem brasileira. Em “Smoky”, um jazz climático traz a bateria participando da melodia, dobrando juntamente com o sax. Outro grande momento do disco, a faixa “El Toreador” – composta por Alfredo Dias Gomes em 1993 para a trilha sonora da peça teatral de mesmo nome, escrita por sua mãe – traz tinturas hibéricas, fortemente espanholada. Já “Alta Tensão” é fusion inédito, com clima tenso e destaque, no final, para a bateria bem solta e improvisada. De nome sugestivo, a última faixa “Finale” continua na atmosfera fusion, terminando com duo de bateria e sax em ritmo de samba.

 

 

ALFREDO DIAS GOMES

 

Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Alfredo Dias Gomes estreou profissionalmente na Música instrumental aos 18 anos, tocando na banda de Hermeto Pascoal. Gravou o disco "Cérebro Magnético" e tocou em inúmeros shows, com destaque para o II Festival de Jazz de São Paulo e o Rio Monterrey Festival. Alfredo tocou e gravou com grandes nomes da música instrumental como Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Torcuato Mariano, Arthur Maia, Nico Assumpção, Guilherme Dias Gomes, Luizão Maia, entre outros. Na MPB e no Rock, tocou com Ivan Lins, participou do grupo Heróis da Resistência, tocou e gravou com Lulu Santos, Ritchie, Kid Abelha e Sergio Dias, entre outros.

Completam sua discografia os CDs ECOS (2018), JAM (2018), Tributo a Don Alias (2017), Pulse (2016), Looking Back (2015), Corona Borealis (2010), Groove (2005), Atmosfera (1996, com participações de Frank Gambale e Dominic Miller); Alfredo Dias Gomes (1991, com a participação especial de Ivan Lins) e o single Serviço Secreto, de 1985.

 

CD SOLAR – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming

https://open.spotify.com/album/1pPImAQLFf6gYBjbwPGTXJ?si=TPWipv0zQJGJhbOt-ECAkw

 

https://alfredodiasgomes.hearnow.com/solar

 

FICHA TÉCNICA

 

Alfredo Dias Gomes

Bateria, Teclados e composições

 

Widor Santiago

Sax tenor, sax soprano e flauta

 

Gravado e mixado por

Thiago Kropf no ADG STUDIO

 

Masterizado por

Alex Gordon no ABBEY ROAD STUDIOS

 

Produzido por

Alfredo Dias Gomes

 

Programação Visual

Rec Design


Reforma da Previdência: Onyx diz que está ‘garantida‘ votação na CCJ na próxima semana


Foto: José Cruz / Agência Brasil
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse ao blog que a votação da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara está "garantida" para a semana que vem.

“Não é será. Está garantida. O que a gente combinou, e eu tenho falado com muita gente, é que vai ser semana que vem”, afirmou.

O ministro afirmou que se reuniu na manhã de quarta-feira (17) com o secretário de Previdência, Rogerio Marinho.

Indagado se trataram de concessões que o governo aceita fazer no texto da reforma da Previdência, ele disse que o mérito só será discutido na comissão especial criada para detater o tema – na CCJ, os deputados vão decidir se a proposta cumpre os requisitos constitucionais.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse ao blog que a comissão especial só deve funcionar “para valer” a partir de 7 de maio. Para Onyx, se a primeira sessão já estiver contando, ele não vê problemas. “Sem estresse, está tudo dentro do cronograma”.

G1


PP exige Aguinaldo Ribeiro na liderança do governo na Câmara para votar reforma

 
Partido quer destronar o atual líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo, e emplacar o parlamentar paraibano
Redação Paraíba Já 
Aguinaldo Ribeiro se reúne com líderes da Câmara e prefeitos paraibanos
O PP, um dos partidos mais importantes do Centrão, tem uma exigência para votar a reforma da Previdência do ministro da Economia, Paulo Guedes: destronar o atual líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo, e colocar em seu lugar o paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP).

A informação é do jornalista Guilherme Amado, do Época. Segundo a publicação dele, as negociações estão sendo feitas com Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil.

Aguinaldo Ribeiro é o atual líder da maioria na Casa e já foi líder do governo Temer e ministro das Cidades da gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).


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