Bolsonaro falou no guia eleitoral provavelmente o único versículo que leu na vida

 "Deus fica irado citando o nome dele aff"(Rosane Freitas).

Assisti ao guis eleitoral dessa segunda-feira.O do IRMÃO Bolso,lembrou-me aquele do candidato, onde locutores e imagens são muito bem postadas e produzidas, com a equipe conseguindo retirar "leite de pedra", com uma efêmera participação do candidato citando, provavelmente, o único versículo que leu na Bíblia e o decorou, até porque até uma calopsita conseguiria, só que usa o versículo para um contexto inaplicável, despropositado, transformando-se em um recibo de desconhecimento das Escrituras. Soa tão falso quanto aquela pequena aparição do candidato derrotado L, que no guia, na única aparição, disse ter sentido o cheiro de grama quando nem existia, e jogado no estádio onde nem conhecia nem tinha idade.

Já Haddad repete semelhantes propostas da esquerdalha, de Mula, Dilmanta, com uma nova roupagem, com outra maquiagem, mas com mesma essência e DNA, reprováveis e inaceitáveis.

Que as pessoas admirem um dos dois, ou os dois; ou não votem em nenhum deles, que escolham o que desejar, faz parte da democracia, e deve ser respeitado e mantido sobre qualquer outra posição - ideológica ou não. Todavia, vincular a escolha pessoal a uma "unção" ou "benção" pessoal alegando suposta vinculação a Jesus, pretensa "escolha" de Deus, e com Ele alguma identidade, creio ser hediondo.


Prefeitura de João Pessoa destrói praça para fazer obra de R$ 268 mil

 Prefeitura de João Pessoa destrói praça para fazer obra de R$ 268 mil
O líder da bancada de oposição na Câmara de João Pessoa, Leo Bezerra, estranhou a reforma na Praça que estava em perfeitas condições.

Até o momento, as calçadas estão sendo quebradas para, possivelmente, serem feitas outras no lugar (Foto: ClickPB)
Enquanto algumas ruas e praças em João Pessoa permanecem abandonadas e deterioradas por falta de atenção do poder público municipal, alguns outros equipamentos de lazer com ótimo estado de manutenção vêm sendo destruídas para a realização de reformas. De acordo com denúncias feitas ao ClickPB, a calçada da Praça Pedro Gondim, no bairro da Torre, em João Pessoa, está sendo destruída para a execução de uma obra de reforma estimada em R$ 268.090,02 pela Prefeitura. A obra, iniciada em 24 de setembro, tem previsão de conclusão em 90 dias.

O líder da bancada de oposição na Câmara de João Pessoa, Leo Bezerra, estranhou a reforma na Praça que estava em perfeitas condições enquanto outras permanecem sofrendo por falta de atenção do poder público. “Eu verdadeiramente não entendo o que o prefeito está querendo fazer em João Pessoa”, criticou Léo.

Ele ressaltou que o fato demonstra um verdadeiro descaso com o dinheiro público. “Já não bastava as praças que estão abandonadas e não temos sequer uma reforma, vem reformar uma praça que se encontra em perfeitas condições”, considerou o vereador Leo Bezerra.

As reformas ou mudanças que serão feitas na obra de reforma da Praça Pedro Gondim não foram especificadas. Até o momento, as calçadas estão sendo quebradas para, possivelmente, serem feitas outras no lugar.


Inquéritos que apuram suposto desvio na obra da Lagoa devem ser concluídos até o final do ano, diz MPF


A investigação teve início no MPF a partir de relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que apontou desvio de aproximadamente R$ 10 milhões nas obras do parque.

Clickpb.com.br

Yordan Moreira Delgado é o procurador responsável pelo inquérito (Foto: Arquivo)
Com o término das eleições para governador na Paraíba, os inquéritos que apuram supostos desvios de recursos federais das obras de revitalização do Parque Solon de Lucena (Lagoa) devem ser concluídos até o final do ano pela Polícia Federal. A informação foi repassada ao Portal ClickPB pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB), que revelou essa perspectiva com base em informações do próprio delegado da PF, José Juvêncio.

"O gabinete aguarda o envio do inquérito que está com o delegado. Há uma perspectiva do inquérito ser concluído até o final do ano, de acordo com informações do próprio delegado", afirmou o gabinete do procurador da República responsável pela investigação, Yordan Delgado.

A investigação teve início no MPF a partir de relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que apontou desvio de aproximadamente R$ 10 milhões nas obras do parque.

A Polícia Federal deflagrou no dia 2 de junho de 2017 a Operação Irerês, visando investigar irregularidades na licitação e na execução nas obras realizadas pela Prefeitura de João Pessoa na Lagoa.

Laudos técnicos produzidos pela PF apontaram prejuízo aos cofres públicos estimado em R$ 6,4 milhões. Foram cumpridos dois mandados judiciais de busca e apreensão em João Pessoa, expedidos pela 16ª Vara da Justiça Federal em João Pessoa.


A repulsa do eleitor moral de Haddad à ditadura é seletiva

 Francis Lopes de Mendonça

Engraçado, o eleitor moral de Haddad hoje pede votos em sua candidatura para combater o nazifascismo de Bolsonaro, mas não vê que o lulopetismo de Haddad foi aliado político de todas a ditaduras de esquerda (ou vagamente populistas e nacionalistas) ao longo de seu período no poder, protagonizando momentos dolorosamente constrangedores para os que defendem os direitos humanos, como foi seu financiador efetivo, articulando Caixa 2, verbas públicas (BNDES) e propinas para alimentar campanhas e governos em Cuba, Venezuela, Nicarágua e ditaduras africanas.

Então que moral tem o eleitor de Haddad para falar em ditadura e tortura quando, entra ano e sai ano, o partido do comandante continua defendendo com unhas e dentes a carcomida ditadura bolivariana da Venezuela, uma das maiores tragédias humanitárias em escala global, hoje? Que moral superior pode ter o eleitor de Haddad que cegamente deposita sua confiança em um partido que, no governo, conseguiu a façanha de apoiar o regime linha dura antissemita, homofóbico e racista de Ahmadinejad no Irã, com suas práticas de execuções de homossexuais enforcados em guindastes e exibidos em locais públicas?

Todavia, foram inúmeras as vezes que o lulopetismo pode mostrar que, a despeito de delicadas questões de política internacional, opunha-se a tais práticas. Sua escolha, como sempre foi a escolha da militância de esquerda radical e extremista, foi a de endossar os desrespeitos aos direitos humanos e culpar a vítima. O presidiário de Cutitiba, em 2009, enquanto o governo iraniano reprimia e matava nas ruas, disse que aquilo era “briga de corintiano e palmeirense”.

Em visita a Cuba em 2010, esse presidiário criticou os presos políticos por fazerem greve de fome. Até recentemente, se prestava a ser garoto propaganda dos gângsters do bolivarianismo venezuelano, regime que Haddad faz questão de defender, colocando a culpa pela escalada da crise na oposição. O eleitor moral de Haddad, por acaso, julga que o sangue derramado nos porões dos cárceres bolivarianamos é menos sangue do que o daqueles que foram mortos e torturados pela falsa revolução do golpe militar de março de 64?

Como se vê, a repulsa do eleitor moral de Haddad à ditadura é seletiva: certas ditaduras são boas; sua recusa à tortura é cuidadosamente escolhida: os nossos, os da esquerda, são torturadores do bem. Que tipo de superioridade moral pode ser essa, hein!? Como poderia o voto nessas posições iliberais, autoritárias e antidemocráticas ser superior moralmente, hein!? Ou essas razões não são suficientes para mandar Haddad à merda? Não é tudo engraçado? Eu só queria saber.

(Depois eu desmonto o tipo de superioridade moral que o eleitor bolsominion alimenta no autoritarismo circense e na impostura política que representa Bolsonaro, outra tragédia.)


Votação dos seis reeleitos na Câmara Federal caiu muito e apenas dois cresceram

 VOTAÇÃO CAIU DE 2014 PARA 2018: Votação dos seis reeleitos na Câmara Federal caiu muito e apenas dois cresceram

Publicado por: Amara Alcântara e

Levantamento mostra a queda nas votações dos deputados federais reeleitos na Paraíba.

Pedro Cunha Lima (PSDB) registrou a maior perda: caiu de 179.886, em 2014, para 76.754 votos. Uma baixa superior a 100 mil votos.

Aguinaldo Ribeiro (PP) conseguiu amealhar nessa eleição 120.220 votos, 40 mil a menos do que em 2014, quando obteve 161.999.

Hugo Motta (PRB) também viu a votação declinar de 123.686, em 2014, para 92.468, em 2018.

Wilson Santiago (PTB) foi eleito com 86.208, bem menos que a votação de Wilson Filho (PTB), 95.746, na eleição passada.

Efraim Filho (DEM) viu os seus 103.477 votos, de 2014, minguarem para 76.089.

Somente Damião Feliciano cresceu a votação de 2014 – quanto recebeu 67.558 – para 2018 quando cresceu para 100.876.

Wellington Roberto (PR) – obteve em 2018 – 107.465 – também cresceu – em 2014 obteve 104.799

Leia Também: 12 NOVOS DEPUTADOS: Conheça os parlamentares eleitos e reeleitos para a Assembleia Legislativa da Paraíba
Deputados federais eleitos na Paraíba 

Gervásio Maia (PSB) – 146.860
Aguinaldo Ribeiro (PP) – 120.220
Wellington Roberto (PR) – 107.465
Dr Damião (PDT) – 100.876
Hugo (PRB) – 92.468
Frei Anastácio (PT) – 91.408
Wilson Santiago (PTB) – 86.208
Pedro Cunha Lima (PSDB) – 76.754
Efraim Filho (DEM) – 76.089
Julian Lemos (PSL) – 71.899
Edna Henrique (PSDB) – 69.935
Ruy Carneiro (PSDB) – 61.259

 

Fonte: G1

Créditos: G1


Apostador leva prêmio de R$ 27 milhões

 Um único apostador, do Marabá, no Pará, acertou as seis dezenas do concurso 2.087 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (13) no município de Joaçaba (SC).

Veja as dezenas sorteadas: 02 – 18 – 19 – 23 – 34 – 53

A quina teve 52 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 41.598,96. Outras 4.898 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 630,91.

O próximo concurso, 2.088, será na quarta-feira (17). O prêmio é estimado em R$ 2,5 milhões.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, pela internet ou em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, de acordo com a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

G1


Hervázio Bezerra prevê adesão de até cinco deputados a João Azevedo: “Já temos acenos”


Socialista observou que a chegada dos novos deputados à bancada governista irá garantir a eleição de aliados à Mesa Diretora
Por: Blog do Gordinho

O líder do governo na Assembleia Legislativa, Hervázio Bezerra (PSB), previu que a base aliada do governador eleito João Azevedo (PSB) poderá chegar a contar com 27 parlamentares. O socialista afirmou que já recebeu acenos de alguns parlamentares eleitos no sentido de compor o próximo governo.

“Nós temos acenos de alguns companheiros, não vai ser difícil trazê-los para base e o número se aproxima a 27. Eu tenho essa esperança e essa expectativa de que o governador João Azevedo vai ter a tranqüilidade que tem o governador Ricardo Coutinho, aprovando as suas matérias com agilidade”, disse.

O socialista também observou que a chegada dos novos deputados à bancada governista irá garantir a eleição de aliados à Mesa Diretora da Casa Epitácio Pessoa.

“Não há que esconder que isso ocorreu na Legislatura passada, quando, em função do nosso trabalho para eleger Adriano Galdino e Gervásio Maia, obtivemos alguns apoios nesse processo de eleição, que terminaram fortalecendo a base do governo”, concluiu.


Temer vive a síndrome da 3ª denúncia criminal

 
Josias de Souza

Faltam 76 dias para Michel Temer iniciar sua viagem do Planalto à planície. Descerá ao verbete da enciclopédia como o primeiro presidente da história a ser denunciado criminalmente em pleno exercício do cargo. Já coleciona duas denúncias. E vive cada dia do seu ocaso às voltas com a síndrome da terceira denúncia. Receia-se no Planalto que a nova acusação da Procuradoria-Geral da República será formalizada após o segundo turno da eleição presidencial.

Termina nesta segunda-feira (15) o prazo para que a Polícia Federal apresente ao ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo, as conclusões do inquérito sobre a suspeita de que Temer recebeu propina para editar um decreto favorecendo empresas portuárias. A expectativa é a de que os investigadores incriminarão Temer. Nessa hipótese, o processo será enviado à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a quem caberá arquivar o caso ou formular uma denúncia à Suprema Corte.

Confirmando-se a opção da Procuradoria pela nova denúncia, o Supremo só poderá enviar Temer ao banco dos réus, afastando-o do cargo, se a Câmara autorizar. Auxiliares do presidente avaliam que não haverá tempo. Acham que tampouco haverá interesse em reunir os 342 votos necessários. Isso porque Temer está tão desgastado que, na prática, virou um caso raro de ex-presidente no exercício da Presidência.

Se tudo correr como o Planalto imagina, Temer deixará o Planalto carregando três denúncias sobre os ombros —a terceira, que está por vir, e as outras duas que a Câmara já congelou. Despido de todas as prerrogativas do cargo de presidente, Temer estará disponível para ser processado na primeira instância do Judiciário. No limite, pode até receber a visita matutina dos rapazes da Polícia Federal.


Servidores repudiam declarações de Jair Bolsonaro

 Vera BatistaServidor
Para o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, o serviço público “é uma fábrica de marajás” e o funcionalismo, “o grande problema da Previdência no Brasil”. Em reiteradas declarações, ele garante que “vai acabar com incorporações de gratificações” e “privatizar ou extinguir estatais que dão prejuízo”. No programa de governo, define a idade mínima de 61 anos para os homens se aposentar, com 36 anos de contribuição, e 56 anos para mulher, com 31 anos de contribuição, no país. Mas não quer semelhante tratamento para os militares, porque isso seria obrigar o pessoal da caserna a usar ou “um fuzil ou uma bengala”. “Não pode tratar policial militar e Forças Armadas da mesma forma”, disse. Os projetos de Bolsonaro, embora em parte agradem o mercado, tiveram péssima repercussão entre os servidores públicos federais.

No entender de Rudinei Marques, presidente do Fórum Nacional das Carreiras de Estado (Fonacate), seria bom que Bolsonaro averiguasse os dados oficiais sobre o rombo nas contas públicas causado pelos militares, antes de apontar o dedo para os demais trabalhadores do país. Marques lembrou que a aposentadoria – ou reforma, eles ficam eternamente à disposição – é 16 vezes mais cara que a de um beneficiário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O déficit per capita anual (necessidade de financiamento) dos militares ficou em R$ 99,4 mil no ano passado, ante R$ 6,25 mil no INSS e de R$ 66,2 mil dos servidores civis da União. Nas contas públicas, o buraco que mais cresceu, em 54,7% de 2016 para 2017, passando para R$ 71,7 bilhões, foi o urbano, ou seja, nas capitais. Estatística importante, já que as Forças Armadas concentram quase metade de seu efetivo na região Sudeste (49,14% do total), seguida da Sul (16,49%), revelou o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

O discurso do candidato, reforçou Marques, demonstra seu “desconhecimento da matéria”. “Em todos os debates ao longo de 2017, mostramos que o problema do Regime Próprio foi equacionado com a criação da previdência complementar (Funpresp). Em 15 anos, teremos o equilíbrio. E quem ainda vai receber o valor total dos rendimentos contribuiu para isso (11% do salário)”. Os militares descontam apenas 7,5% para a pensão militar, com direito ao salário integral na inatividade ou reforma. O soldo inicial dos “oficiais subalternos”, em 2019, com o reajuste, será de aproximadamente R$ 7,5 mil mensais. O de um general, a partir de R$ 13,5 mil, mas com as gratificações pode ultrapassar os R$ 25 mil. Para o capitão, Marques tem uma novidade: 82% dos parlamentares que votaram a favor da reforma da Previdência (PEC 287) não retornaram ao Congresso. Na comissão especial que analisou a PEC, eram 37 deputados, 23 disseram sim à proposta do presidente Michel Temer. “Apenas quatro foram reeleitos. Enquanto que, dos 14 restantes, 50% voltaram”, destacou.

Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) destacou que “esses jargões em forma de intimidação não funcionam na prática”. “Ele primeiro ugar, Bolsonaro precisa ser eleito. Caso o seja e tente cumprir as ameças, vai provocar uma enxurrada de ações judiciais”. Mais de 120 mil servidores do “carreirão” se preparam para vestir o pijama, o que Silva considera um caos, tendo em vista que não há previsão de concurso público para repor esse pessoal. “Bolsonaro parece desconhecer que existe um Congresso que vota mudanças na Conastituição. Vai encontrar muita resistência, muito enfrentamento e muita greve se usar a força. Estamos no século XXI, prezamos o diálogo”, afirmou.

José Roberto Savoia, especialista em administração e previdência da Saint-Paul Escola de Negócios, tentou amenizar o impacto do discurso de Jair Bolsonaro. “A gente tem que separar o que é dito no calor da campanha e as medidas que serão tomadas”, disfarçou. Savoia destacou que as propostas para uma futura reforma da Previdência não foram totalmente desenhadas por nenhum dos candidatos à Presidência da República, embora alguns itens, no momento, estejam em sintonia com as aspirações do mercado, como a aproximação das regras sobre de aposentadorias entre o serviço público e a iniciativa privada. “É precipitado querer avaliar coisas tão sérias por meio de frases de campanha”, reiterou.


Contribuição de servidor não incide sobre férias e adicionais, diz STF

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (11) que o cálculo da contribuição previdenciária dos servidores públicos não incide sobre os valores de terço de férias, serviços extraordinários, adicional noturno e adicional de insalubridade. O resultado deve gerar uma perda de R$ 6,3 bilhões nos últimos cinco anos aos cofres públicos, de acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

No julgamento desta quinta-feira (11/10), os ministros apenas finalizaram a análise iniciada em 2015, que já tinha maioria pela não cobrança sobre essas parcelas – um revés para a arrecadação do governo. Apenas o ministro Gilmar Mendes votou (ele havia pedido mais tempo de análise em 2016), se juntando à minoria contrária à posição vencedora.

A cifra de R$ 6,3 bilhões envolve mais de 50 mil processos que aguardavam a palavra final do STF. Em 2009, o STF reconheceu que o caso tem repercussão geral, ou seja, a decisão da Corte irá incidir em todos as ações que tratam do assunto. Além de destravar esses casos, o julgamento deve orientar os juízes em torno de novos processos apresentados na justiça. A decisão só impacta a situação de servidores públicos.

Na sessão desta quinta (11), o ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação, destacou que a posição da Corte está de acordo com a lei vigente. Em nota, a PGFN também ressaltou que os efeitos futuros “estão mitigados por diversas leis que concederam isenções para a grande maioria das verbas tratadas no caso”.


Caso

A história que ganhou repercussão geral é de Catia Mara de Oliveira. Ela recorreu ao STF em 2008 para derrubar decisão que atendeu a pedido da União e assentou a contribuição em torno dessas parcelas. Agora que o STF decidiu de forma favorável a Catia, a União terá de desembolsar o dinheiro que cobrou da servidora assim que não houver mais recursos disponíveis para as partes, segundo o advogado do caso, Robson Maia Lins.

O volume de R$ 6,3 bilhões envolve tanto os casos em que o governo terá de pagar como deixar de arrecadar. A estimativa atende a quem já entrou na Justiça, e considera a retroatividade dos valores em cinco anos, em função do prazo prescricional de cobrança.

De acordo com o defensor de Catia, a jurisprudência do STF já é no sentido de que a contribuição previdenciária não incide sobre essas parcelas. Em 2015, Barroso destacou a Lei 12.688, de 2012, que prevê a não incidência de contribuição previdenciária do servidor público em grande parte dessas parcelas. “Assim, a legislação veio, no essencial, a referendar a posição consolidada no âmbito da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal”, disse na ocasião.
Fonte: Metrópoles,


Foram gastos R$1,7 bilhão públicos com 3,3 mil candidatos que não tinham votos

Exatos 3.356 candidatos a deputado a senador tiveram até 1% dos votos

Congresso Nacional Foto: Arquivo EBC

Desde domingo (8), os vencedores nas bancadas para Senado e Câmara dos Deputados ganharam destaque no noticiário. Mas, por outro lado, a votação também mostra quem não conseguiu convencer o eleitor: candidatos que tiveram a menor votação nestas eleições. Mais que isso, consumiram grande parte do financiamento público estimado em R$1,7 bilhão.

Levantamento da Agência Brasil conferiu Estado a Estado os candidatos que somaram 1% dos votos nas disputas ao Senado e 0,1% no pleito para um lugar na Câmara, considerados percentuais de baixo desempenho nas urnas. No total, foram 3.356 a deputado federal e a senador regiamente financiados com dinheiro público para nada.

Dos 8.588 candidatos a deputado federal, 2.998 tiveram 0,1% ou menos dos votos, o equivalente a 34,9% do total. Dos 358 candidatos a senadores, 20% (75) conseguiram apenas 1% ou menos dos votos.

Entre os estados, o com maior número de candidatos à Câmara que não ultrapassaram 0,1% foi São Paulo: com 1.010 concorrentes. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (542), Minas Gerais (436), Bahia (228) e Pernambuco (159).

Em relação aos partidos, os candidatos mais mal colocados concorreram por legendas como PRTB, PRP, PMB, PPL, Rede e PROS. Agremiações menores de esquerda, como PSTU, DC, PCO e PCB, também estão na lista.

Sudeste

O estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, foi o campeão em candidatos à Câmara dos Deputados, com 1.010 concorrentes ficaram na casa do 0,1%. A menor votação foi de Rosicleide Oliveira (PRTB), que recebeu apenas 10 votos. Na corrida ao Senado, quatro participantes fizeram menos do que 1%, dois do Rede e dois do PSTU.

Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, foi também o segundo estado com mais concorrentes à Câmara Federal na margem de 0,1% dos votos, com 436. Nas últimas colocações, três integrantes do PPL, como Paloma Pereira que obteve nove votos. Em relação ao Senado, cinco postulantes tiveram baixo desempenho.

O Rio de Janeiro teve quatro concorrentes ao Senado abaixo do 1% e 542 candidatos a deputado abaixo de 0,1%. No Espírito Santo, quatro postulantes ao Senado não foram além de 1%, e 15 candidatos a deputado ficaram com 0,1%.

Sul

No Rio Grande do Sul, cinco candidatos a senador ficaram com menos de 1%. Do total, 126 candidatos ficaram com menos de 0,01%.

Em Santa Catarina, foram quatro aspirantes ao Senado abaixo da marca de 1%. Entre os que miraram a Câmara Federal, 41 ficaram na casa dos 0,1%. Margarete Charão (PRTB) foi a menos votada, com 16 votos.

No Paraná, o Senado teve cinco candidatos que tiveram menos de 1% dos votos. Entre os concorrentes a deputado federal, foram 151 com 0,1%. O último foi Valdir Januário dos Santos (PRTB), com 12 votos.

Nordeste

A Bahia foi o estado nordestino com maior número de candidatos com mau desempenho na corrida à Câmara, com 228 candidatos na casa do 0,1%. Na disputa ao Senado, cinco concorrentes não foram além do 1% no estado.

Pernambuco ficou em segundo no quesito dos concorrentes à Câmara, com 159 com menos de 0,1%, sendo os três do DC. Dois candidatos ao Senado tiveram baixo desempenho: Lídia Brunes (PROS), com 0,67%, e Hélio Cabral (PSTU), com 0,25%.

O Ceará foi o terceiro em postulantes à Câmara com baixo desempenho, somando 68. Na luta por um lugar no Senado, apenas João Saraiva (Rede) ficou com menos de 1%, atingindo 0,28%.

O Piauí foi o campeão de candidatos ao Senado com baixa votação, com nove pessoas nesta situação. Na disputa para Câmara, 16 não superaram 0,1%.

No Maranhão, na corrida ao Senado, três candidatos tiveram menos de 1%. Na disputa para Câmara, 37 ficaram na ponta de baixo da tabela, com as últimas colocações de três indicados pelo PSOL.

Em Sergipe e em Alagoas, apenas dois candidatos ficaram dentro do percentual para cada estado. Na disputa pela Câmara, foram candidatos em Sergipe, e cinco, em Alagoas.

Na Paraíba, na corrida ao Senado, apenas Nivaldo Mangueira (PSOL) ficou na ponta de baixo, com 0,42%. Na disputa para a Câmara, o estado teve 13. Já o Rio Grande do Norte teve mais postulantes ao Senado na linha do 1%: três. E 14 pessoas não ultrapassaram 0,1% para deputado federal.

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Norte

No Tocantins, apenas um candidato ao Senado teve menos de 1%: Melk Aires (PSOL), com 0,97%. Para deputado federal, foram dois com menos de 0,1% dos votos, ambos do PRTB.

No Pará, três candidatos ao Senado e 16 para Câmara ficaram entre os piores colocados. No Amapá, foram dois para senadores e nenhum candidato à Câmara fez 0,1%. As menores votações foram de Larissa do PSOL (PSOL), com 68, Ilka Pereira (PV), com 128, e Acenildo Costa (PV), com 163 votos.

No Amazonas, dois candidatos ao Senado ficaram com menos de 1% e 17 candidatos a deputado federal tiveram 0,1%. Em Roraima, apenas o aspirante a senador Lourival (PSTU) ficou abaixo do corte, com 0,38%. Na disputa por uma vaga na Câmara, dez ficaram com as piores colocações, sendo três do PHS.

No Acre, nenhum candidato ao Senado ficou abaixo do 1%. Na última colocação ficou Pedrazza (PSL), com 2,55%. Entre os aspirantes ao cargo de deputado, oito não atingiram 0,1%. Em Rondônia, apenas Ted Wilson (PRTB) ficou abaixo do corte, com 0,97%. No pleito à Câmara Federal, cinco não saíram da marca do 0,1%.

Centro-Oeste

Em Goiás, dois aspirantes a senador ficaram nas últimas colocações. O estado teve 48 candidatos a uma vaga na Câmara na casa do 0,1%.

No Distrito Federal, Chico Sant´anna (PSOL) e Robson (PSTU) foram os concorrentes a senador com votação abaixo de 0,1%, obtendo, respectivamente, 0,65% e 0,20%. Do total, dez candidatos a deputado federal ficaram no corte do 0,1%.

Em Mato Grosso, dois não chegaram ao 1% na corrida ao Senado. Na disputa pela Câmara, sete concorrentes não foram além do 0,1%. Em Mato Grosso do Sul, Betini (PMB) foi o concorrente ao Senado com pior desempenho, com 0,62%. Entre os postulantes a uma cadeira de deputado, oito não ultrapassaram 0,1%.

Candidatos a deputado federal que tiveram até dez votos:

Pati Vanzin (PROS-BA) – 3 votos

Ana Luiza (PHS-AM) – 5 votos

Paulinha (Avante–AC) – 6 votos

Paloma Pereira (PPL-MG) -9 votos

Nélia Carvalho (PPL-BA) – 9 votos

Marcia de Carcia (PROS-PE) – 9 votos

Osmar Silva (PRTB-SP) – 10 votos

Matias Morais (Avante-AC) – 10 votos

Binha Shalom (PROS-BA) – 10 votos

Rosicleide Oliveira (PRTB-SP) – 10 votos

(Agência Brasil)

Foto EBC

 


Migraram para Bolsonaro 412 cidades que votavam há três eleições no PT

Bolsonaro obteve ao menos 34% dos votos válidos nessas cidades

Jair Bolsonaro (PSL). Foto: Dhavid Normando/Futura Press/Folhapress

Jair Bolsonaro (PSL) impôs a Fernando Haddad (PT) uma derrota no primeiro turno em 412 cidades consideradas redutos petistas pelo país. Nesses locais, o capitão reformado reverteu a tradição de vitória do PT, vista nas três últimas eleições presidenciais.

Em todas as cidades analisadas, Bolsonaro obteve ao menos 34% dos votos válidos. A força eleitoral do candidato do PSL e o avanço do antipetismo o fizeram alcançar mais de 50% dos votos válidos em 138 desses municípios. Os dados são de um levantamento da Folha de S.Paulo.

Houve locais em que Bolsonaro venceu por muito pouco. A menor diferença foi vista em Romelândia (SC), onde o PSL teve 40,98% dos votos contra 40,95% do PT. Na outra ponta, em Saquarema (RJ), a virada de perfil foi mais radical: 68,46% para Bolsonaro e 11,7% para Haddad.

Entre as cidades que abandonaram o costume de eleger o PT, estão seis capitais, a maioria no Norte – Manaus, Belém, Natal, João Pessoa, Porto Velho e Macapá.

Na avaliação do cientista político Edir Veiga, da Universidade Federal do Pará, o voto nas capitais do Norte do país, assim como em outros grandes centros urbanos, representou uma rejeição à política tradicional após sucessivos escândalos de corrupção.

“Capitais que notoriamente votavam na esquerda para presidente abandonaram a classe política tradicional e deram um voto de protesto para Bolsonaro. No interior, onde se depende do Bolsa Família e do seguro defeso, se tem saudades das políticas públicas do Lula. Nas capitais isso não ocorre”, afirma.

Na região, a campanha de Bolsonaro terá reforço ao menos no Amazonas e em Rondônia, onde o capitão reformado terá palanques duplos, sendo apoiado pelos dois candidatos a governador no segundo turno.

Fenômeno em Minas

Em Minas Gerais, estado com 853 municípios, Bolsonaro interrompeu a sequência de vitórias petistas no primeiro turno em 141 cidades. Embora não tenha vencido na capital, Belo Horizonte, ele conquistou cidades de destaque em diversas regiões, como Uberlândia (Triângulo), Ipatinga (Vale do Aço), Montes Claros (Norte), Juiz de Fora (Zona da Mata), Teófilo Otoni (Mucuri), Betim e Ribeirão das Neves (Região Metropolitana).

Em Juiz de Fora, cidade palco do atentado a faca contra Bolsonaro, o capitão reformado quebrou uma tradição de vitórias petistas em eleições nacionais que vinha desde 1998. Em 2002, foram 83% de votos para Lula contra José Serra (PSDB).

Ao mesmo tempo em que a cidade mantém um perfil universitário, com movimento estudantil e comunidade LGBT organizados, também tem a presença de um contingente militar expressivo, com dois batalhões do Exército e três da Polícia Militar.

Segundo Carlos Ranulfo, cientista político da Universidade Federal de Minas Gerais, a vitória de Bolsonaro em grandes cidades mineiras não é um fenômeno específico do estado, ao contrário, faz parte de uma tendência nacional.

Ranulfo vê dificuldade para Haddad entre cidades maiores e entre a classe média. Por isso, perdeu em Montes Claros, por exemplo, que apesar de estar no norte mineiro, onde o petismo é expressivo, é uma das mais populosas de Minas.

“Minas reflete o que aconteceu no Brasil. Os únicos lugares em que o PT venceu foram em algumas regiões mais pobres do norte, que são basicamente muito parecidas com o Nordeste. No Sul e Triângulo, o PT venceu quando estava na maré a montante, ganhando em todo lugar”, disse.

Ranulfo lembra que o recuo do PT em Minas estava anunciado desde 2016, quando passou de 114 prefeituras para 37. Bolsonaro, por sua vez, pode ter sido impulsionado por candidatos a deputado e senador que, mesmo em outros partidos, aderiram a ele.

Políticos da chapa de Antonio Anastasia, candidato a governador do PSDB, passaram a pedir votos a Bolsonaro ainda no primeiro turno. O tucano não declarou apoio, mas se disse contrário ao PT no segundo turno. Já seu adversário Romeu Zema (Novo) foi mais explícito e dará palanque ao capitão reformado. Surpresa da eleição, o empresário terminou em primeiro no domingo (7) pegando carona no PSL.

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No Rio, 45 municípios antes petistas deram vitória a Bolsonaro. Boa parte está na Baixada Fluminense, a região mais violenta do estado, e nas regiões metropolitana e norte fluminense, onde estão cidades petroleiras que prosperaram nos tempos de bonança do setor.

São regiões que, se por um lado se beneficiaram com os investimentos de governos petistas, foram também das que mais sentiram os efeitos da sua derrocada.

Na Baixada, o legado petista da criação de institutos federais em Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo e Magé não foi suficiente para impedir a “onda Bolsonaro”. Haddad chegou a dizer, em campanha na região, que Bolsonaro não havia feito, durante sua vida parlamentar, nem 10% do que ele fizera pelo Rio como ministro da Educação de Lula (PT).

Em Nova Iguaçu, município que já foi administrado por Lindbergh Farias (PT) por dois mandatos, Bolsonaro recebeu 65% dos votos válidos.

Segundo o sociólogo, professor Universidade Federal Rural do Rio e estudioso da Baixada, José Cláudio Souza Alves, de fato os governos petistas levaram à região investimentos inéditos em educação e programas sociais.

Essas intervenções, contudo, não teriam sido, na avaliação do professor, profundas a ponto de mudar a realidade histórica da política local, marcada pelo clientelismo e fisiologismo e dominada por grupos de extermínio e milicianos que utilizam sua força para eleger vereadores locais. As igrejas evangélicas completam o grupo que dá as cartas na política da região.

“Digamos que a Baixada não foi como no Nordeste, em que o PT se estabeleceu desbancando vários líderes históricos locais, como na Bahia, e ali criou uma base fiel de eleitores”, disse.

Nesta eleição, os grupos tradicionais da política local, aliados do PT e do governo do MDB do Rio na última década, migraram para Bolsonaro, cujo discurso antipetista lhes caiu como uma luva.

Primeiro porque, ao responsabilizar unicamente o PT pelo fracasso do país, retira os políticos tradicionais locais do rol de responsáveis pelas más condições das cidades e segundo porque as ideias de Bolsonaro convergem com seus interesses.

As duas principais correntes evangélicas da Baixada, Assembleia de Deus, cujo braço político é o PSC, e a Igreja Universal, que detém a TV Record, declararam apoio a Bolsonaro e ajudaram a turbinar sua votação em cidades como Duque de Caxias que chegam a ter 40% de sua população formada por cristãos.

Já os grupos milicianos e de extermínio, formados basicamente por policiais e ex-policiais, se aproximam das propostas de Bolsonaro na segurança. “Se a lei que exclui o policial de responder a crime por atos durante o serviço existisse antes, os grupos de extermínio não precisariam usar máscaras para cobrir o rosto em suas ações”, diz Alves.

No estado, Bolsonaro tenta emplacar o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) no governo. O político que ultrapassou os votos de Eduardo Paes no primeiro turno, foi muito bem votado entre os policiais, por exemplo.

Todo esse cenário se somou ao fato de que a população da Baixada já guardava certa mágoa com o PT por conta de promessas eleitorais não cumpridas durante a parceria de mais de uma década com os governos do MDB no Rio.

O Arco Metropolitano, via expressa que liga os principais municípios da Baixada, feita com recursos federais e estaduais e inaugurada, com atraso, um mês antes da campanha de 2014, é hoje exemplo do que se tornou o estado do Rio: mal acabada, sem iluminação e insegura, é palco de assaltos diários.

As cidades de São Gonçalo e Itaboraí, na região Metropolitana, e Campos dos Goytacazes, região norte fluminense, deram votos em Bolsonaro na esteira do fracasso da política energética no país e da paralisação da Petrobras com a Lava Jato. (Folhapress)

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