Ninguém acerta a Sena, e prêmio da Mega vai a R$ 100 milhões

 

Caixa realizou nesta quarta-feira (14) o concurso 2.014 da Mega-Sena. As dezenas sorteadas foram: 16 - 32 - 40 - 46 - 53 - 56. Não houve acertadores, e o prêmio acumulou em R$ 100 milhões.

A Quina teve 46 acertadores. Cada um levou R$ 65.621,53. Outras 4.140 apostas acertaram na Quadra. Neste caso, o prêmio é de R$ 1.041,61.

A estimativa de prêmio era de R$ 71 milhões. O sorteio foi às 20h (horário de Brasília) em Vinhedo (SP). O concurso 2.015 da Mega-Sena será realizado no sábado (17).

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

G1


Maranhão dispara sobre pressa de Cartaxo: “Só quem tem interesse de abreviar esse processo é o prefeito”

 
Senador declarou que Cartaxo estaria “zangado” porque o PSDB não quis antecipar as definições das eleições

blogdogordinhocom.br
Por: Thais Cirino
O senador José Maranhão (MDB) não está economizando nas críticas ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), em relação ao posicionamento do gestor sobre a pressa para que haja definição de um candidato da oposição ao Governo do Estado. Depois de afirmar que Cartaxo é hostil e ironizar as demissões de aliados na administração da Capital, o emedebista declarou que só Luciano quer encurtar o debate.

“Só quem tem interesse de abreviar esse processo é o prefeito de João Pessoa, que se mostrou zangado porque seus aliados, o PSDB, não quis antecipar as definições”, disparou. Em entrevista ao Blog do Gordinho, o senador disse ainda que não foram feitas conversas com outras legendas “porque está muito cedo”.

Maranhão também falou da sua relação com o governador Ricardo Coutinho (PSB) e garantiu que sempre conversa com o socialista. “Eu tenho sempre conversado com Ricardo Coutinho, não propriamente sobre política, mas sobre os projetos para a Paraíba. É nesse sentido que tenho conversado sempre com o governador e não vou deixar de conversar”, disse.

O senador vem sustentando sua pré-candidatura ao Governo do Estado desde o ano passado o que gerou ruídos dentro do grupo das oposições e rachas entre os que pregam um novo projeto para a Paraíba.


Bancada da bala quer novo ministério com PF

 
Josias de Souza 
Impulsionada pelo surto de violência que tem no Rio de Janeiro sua principal vitrine, a bancada parlamentar da bala pressiona Michel Temer pela criação de uma nova pasta: o Ministério da Segurança Pública. E o presidente não descartou a hipótese de ceder à pretensão do grupo.

Abstraindo-se a obviedade de que a criação de um novo ministério não fará murchar as estatísticas da violência, a proposta esconde um elemento tóxico: a pasta da Segurança, a ser entregue a um deputado qualquer, absorveria em seu organograma pedaços estratégicos do Ministério da Justiça. Por exemplo: a Polícia Federal.

Num cenário de normalidade, a ideia de subordinar a engrenagem da PF a um parlamentar de qualificação duvidosa seria apenas temerária. Torna-se explosiva numa atmosfera em que o diretor-geral do órgão, Fernando Segovia, está na berlinda por ter sinalizado a intenção de arquivar inquérito estrelado por Temer.

É como se Temer, tendo feito uma opção preferencial pela temeridade, brincasse com um spray de gasolina na beirada de uma fogueira.


Geap é proibida de aplicar reajuste de 19,94%

Vera Batista

blogdoservidor.com.br
Justiça obriga a Geap, maior operadora de planos de saúde dos servidores públicos federais, a suspender o reajuste de 19,94% para 2018. A Geap tem 10 dias para cumprir a decisão ou pagará multa diária de R$ 1.000

O percentual está muito acima dos 13,55% autorizados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e é quase sete vezes a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 2,95%. A liminar da juíza Flavia Goncalves Moraes Alves, da 14ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, foi em favor do Sindicato dos Trabalhadores de Combate às Endemias e Saúde Preventiva (Sintsaúde-RJ), em consequência do “aumento abusivo” da operadora. Foi marcada uma audiência de conciliação para o dia 6 de abril, às 15h20.

“Urge ressaltar que o direito à saúde está sob a proteção constitucional. Tal direito, uma vez negado, terá o condão de causar um dano de grande proporção ao autor, mormente se, ao final da demanda, o seu direito for reconhecido. Isto posto, concedo a tutela antecipada, determinando que a ré abstenha-se da cobrança dos aumentos em valores superiores ao IPCA praticados pela ANS”, assinalou a magistrada. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS) orientou todas as suas filiadas e entrarem na Justiça com o mesmo objetivo, já que a decisão da juíza Flavia vale apenas para o Sindtsaúde-RJ.

A CNTSS informou que, desde 5 de janeiro, os servidores foram comunicados por do aumento das mensalidades e quem foi cobrado indevidamente (desconto no contracheque), poderá receber até em dobro o que pagou em excesso. De acordo Sandro Alex de Oliveira Cezar, presidente da CNTSS, percentual de reajuste tão elevado não tem embasamento legal e coloca o beneficiário em desvantagem excessiva. Além disso, o aumento abusivo fatalmente provocará a exclusão de centenas de participantes, em especial os mais idosos, o que põe em risco o equilíbrio atuarial. Ele lembrou que a Geap passou por várias intervenções da Previc – a primeira em 2013 – para sanar um rombo “que os gestores dizem que e existe, mas eu não acredito”, de mais de R$ 300 milhões.

Os planos da Geap, disse Cezar, são, do ponto de vista dos custos, mais baratos que os demais. Como a operadora tem relação direta com os servidores, não precisa buscar clientes, encarar competição, concorrência, risco do negócio, gastos com propaganda e marketing, dentre outros. “As desculpas da operadora são sempre as mesmas: envelhecimento muito alto dos beneficiários e salgada inflação médica. Esses aumentos sucessivos tem provocado a fuga do pessoal com salários mais baixos que não podem arcar com os custos. Queremos do governo o mesmo tratamento que ofereceu aos funcionários das estatais”, contou Cézar.

No início do ano, o governo adotou novas regras para os trabalhadores dessas companhias. Trata-se de um sistema paritário – 50% pagos pelos servidores e 50%, pelo governo. “Nós pagamos de 75% a 80%. O governo reduziu ao longo do tempo a sua participação”, lembrou. O desembolso unitário da União no custeio da assistência de saúde suplementar do servidor vai de R$ 101,56 a R$ 205,63, respectivamente, para salários até 1.499 a R$ 7,5 mil ou mais, de diferentes faixas etárias. A metodologia aplicada pela ANS se baseia, explicou a Agência por meio da assessoria de imprensa, nos percentuais de reajuste dos contratos coletivos com mais de 30 beneficiários, que passam por um tratamento estatístico e resultam no índice máximo de reajuste dos planos individuais novos a ser aplicado no período seguinte.

Em relação à diferença entre o que é calculado pela reguladora do mercado e o que é cobrado nos planos depende do que é levado em conta, na hora de aplicar o aumento. “É importante esclarecer a diferença entre o índice de reajuste dos planos de saúde com índices gerais de preço, ou ‘índices de inflação’”. Os últimos, explica, medem a variação de preços dos insumos de diversos setores, como por exemplo: alimentação, bebidas, habitação, artigos de residência, vestuário, transporte, despesas pessoais, educação, comunicação, além do item saúde e cuidados pessoais. “O índice de reajuste divulgado pela ANS é um índice de valor que agrega variação de preços e de quantidades, não é, portanto, um índice de preços. Ele é composto pela variação da frequência de utilização de serviços e pela variação dos custos de saúde”, destaca.

A Geap Autogestão em Saúde informou que segue, rigorosamente, a legislação. O reajuste para 2018, de 19,94%, garantiu, é o menor percentual dos últimos anos. Por meio de nota, destacou que as decisões sobre reajuste são com base em uma série de fatores, entre eles projeção de despesa e receita para o ano de 2018, aumento do rol de procedimentos a serem cobertos e inflação médica, bem superior ao IPCA. “Por ser uma autogestão sem fins lucrativos, a Geap reverte os recursos arrecadados na assistência a seus beneficiários. As despesas são rateadas, solidariamente, de forma a deixar mais justas as diferenças de contribuições entre as faixas etárias”, destacou. Ressalta, ainda, que seus planos continuam a melhor opção de custo-benefício para servidores e familiares.

Histórico

No ano passado, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ratificou, por unanimidade, a reestruturação no regime de custeio dos planos da Geap, em 2012, por entender que o aumento das mensalidades não foi ilegal ou abusiva. À época, uma beneficiária se sentiu lesada, porque o reajuste não seguiu os índices da ANS. Ela ganhou a causa em primeira e segunda instâncias. Porém, no STJ, o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, considerou a medida necessária, amparada em estudos técnicos, e aprovada pela ANS, para restabelecer a saúde financeira da operadora, em quadro de quase insolvência. A cobrança do preço único de mensalidade de todos os beneficiários, de qualquer idade e faixa de risco, inviabilizou a operadora. Por isso foi necessário reajustar os valores.


Prazo para votar reforma da Previdência está perto do fim

 

Após 15 meses de discussões e pelo menos 10 adiamentos, aproxima-se o prazo-limite imposto pelo governo para aprovar a reforma da Previdência na Câmara: fim de fevereiro. O projeto – apresentado inicialmente por um governo com base sólida – tinha apoio certo, mas, agora, em ano eleitoral e depois de enfrentar duas denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal (MPF), só os mais otimistas acreditam que os 308 votos serão alcançados.

A semana pós-carnaval será de aferição da temperatura. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prometeu iniciar a discussão em plenário a partir da próxima terça-feira, mas deixou claro que, se não houver o apoio necessário, engavetará a reforma até um momento mais apropriado.

Depois de uma série de recuos e quatro textos apresentados, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, garante que a proposta terá mais que os 308 votos no dia da votação e integrantes da equipe econômica se limitam a dizer um tímido “agora, vai”. Entretanto, o clima no Congresso não é de otimismo. Na semana que passou, Maia admitiu que as negociações estão complicadas e que prefere não estender mais o prazo. “É pior para o governo colocar e perder do que não colocar. Se não votar, é possível manter o tema vivo e retomá-lo depois das eleições, mas, se perder, já era, o governo enfraquece de vez”, acredita um parlamentar da base governista que prefere não se identificar.

Um dos principais problemas é que grande parte da base aliada só aceita negociar se o governo estiver disposto a ceder ainda mais. As concessões, até agora, já diminuíram a economia prevista para os próximos 10 anos em R$ 267,2 bilhões – caiu de R$ 854,9 bilhões para R$ 587,7 bilhões. Valor semelhante ao déficit do sistema previdenciário registrado em 2017: R$ 268,8 bilhões, o maior rombo da série histórica, segundo dados da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda. Integrantes da equipe econômica admitem que apresentaram uma proposta inicial mais radical, justamente para dar margem de negociação, mas dizem que o limite já foi ultrapassado.

O economista e doutor em ciência política José Matias-Pereira acredita que o governo “perdeu o timing” de aprovação. O professor lembra que todas as reformas da Previdência feitas no Brasil foram polêmicas, longas e de difícil negociação porque elas sempre tiveram o objetivo de ajustar as contas e, consequentemente, mexeram diretamente na vida das pessoas. “O ideal é que elas sejam feitas por presidentes em primeiro ano de mandato e que a bandeira venha desde as eleições. Assim, o governante tem o respaldo do voto, coisa que Temer não teve”, comenta. “O que faz o presidente enfrentar esse desgaste é que ele sabe que a sobrevivência no cargo depende das reformas. Ele precisa do mercado financeiro ao lado dele”, acrescenta.

Matias-Pereira acredita que, se o governo conseguir aprovar só a idade mínima – considerada por ele a “espinha dorsal” da reforma – já seria um grande avanço. E a mudança poderia até dar a força que Michel Temer está buscando para se apresentar à reeleição – opinião corroborada por aliados do presidente. “O maior problema é que se gastou capital político para superar as denúncias do MPF. É o perfil de um governo desesperado, que sabe que não se sustenta se insistir, mas precisa insistir porque, se conseguir e a economia melhorar, abre espaço”, diz o professor.


Servidores

Um dos pontos mais polêmicos que tem sido usado por dezenas de parlamentares para justificar o voto “não” à reforma são as alterações que equiparam servidores públicos aos trabalhadores privados. De 2016 para 2017, o rombo do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) aumentou de R$ 77,15 bilhões para R$ 86,35 bilhões. O governo até admite fazer concessões e criar regras de transição, mas só por emendas apresentadas em plenário e “se tiver garantia de votos”, como chegou a dizer o ministro Carlos Marun. Para o deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), a equação deveria ser invertida: o governo apresenta a proposta de mudança e, assim, os votos podem ser garantidos.

“A intransigência está afastando cada dia mais a reforma. Eu me preocupo com esse mantra criado em relação a privilégios. Estamos falando de direitos. Os privilégios têm, sim, de ser atacados, mas grande parte dos servidores não é privilegiada. Eles têm um contrato assinado há décadas e é preciso serenidade nessa negociação”, comenta Rosso. O deputado sugere uma reforma bem mais enxuta: idade mínima e paridade daqui pra frente, sem mexer com quem está no sistema. Entretanto, analistas financeiros alertam que a solução não estanca o déficit da Previdência e seria “queimar oportunidade” à toa, já que o próximo governo teria de fazer outra.

Além de se irritarem com a propaganda do governo de combate aos privilégios dos servidores, entidades que os representam alegam que o relator da reforma, Arthur Maia (PPS-BA), estaria fazendo “birra”. Maia não inclui nenhuma das 10 sugestões apresentadas pelo Fórum Nacional Permanente das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) no novo parecer. O presidente do fórum, Rudinei Marques, reconhece que é preciso um ajuste no sistema, mas defende “uma reforma justa”.

“O governo mentiu muito. Não posso aceitar sentar à mesa com um governo que faz uma propaganda agressiva e mentirosa dizendo que os servidores são culpados pela crise econômica”, reclama. Na visão de interlocutores do Planalto, a propaganda ajudou a população a aceitar o tema e, por isso, as cessões feitas aos servidores precisam ser moderadas para não contrariar o discurso. Reforma da previdência: Regras para servidores são um dos principais pontos que a atravancam.
Fonte: Estado de Minas,


Bandido assalta comandante da PM e rouba carro da SSP de Alagoas


CORONEL PM FOI ASSALTADO EM ALAGOAS ENQUANTO FAZIA LANCHE

Davi Soares

MARCOS SAMPAIO É VÍTIMA, MAS PRECISA EXPLICAR POR QUE USAVA CARRO OFICIAL ÀS 23H, QUANDO LANCHAVA COM OS FILHOS (REPRODUÇÃO YOUTUBE)
O comandante-geral da Polícia Militar de Alagoas, coronel Marcos Sampaio, foi assaltado e teve uma caminhonete oficial levada por um criminoso que o abordou às 23h dessa terça-feira (13), enquanto ele comia, acompanhado de seus filhos, em uma lanchonete do bairro do Trapiche da Barra, em Maceió.
O oficial da PM não reagiu ao assalto, em que foi levado o veículo descaracterizado que pertence à Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL). Segundo a própria PM relatou, "um homem armado entrou no local e anunciou o assalto, além de levar o veículo, roubou pertences das pessoas que estavam no local, inclusive o celular do filho dele".

“O carro estava parado e enquanto eu lanchava, eles chegaram, anunciaram o assalto e levaram o carro. Eu não reagi, porque nós orientamos a população que não reajam a esse tipo de crime. O assaltante fugiu sem ferir ou agredir ninguém”, disse Marcos Sampaio, em entrevista ao portal TNH1.


CAMINHONETE FOI ENCONTRADA NA PERIFERIA (FOTO: PM)
Após o assalto, comandante da PM comunicou a ocorrência à corporação e, cerca de 12 horas após o alerta geral dado a todas as equipes e as buscas realizadas, o veículo foi recuperado no início da tarde desta quarta-feira (14), depois de ser localizado numa travessa do bairro do Clima Bom, com um retrovisor quebrado, na parte alta da capital.
A caminhonete Amarok, de cor branca e placa QLE 2394 foi levada em direção ao Pontal da Barra, na região Sul da capital alagoana. Seu valor de mercado gira em torno de R$ 100 mil.

DESVIO DE FINALIDADE

O uso de veículo oficial para fins particulares configura, em tese, ato de improbidade administrativa ou até mesmo um tipo de crime denominado "peculato de uso", que pode resultar, inclusive, na perda do cargo ocupado pelo eventual autor do delito, entre outras penas previstas, como prisão.

Por isso, o Diário do Poder quis saber da assessoria de comunicação da PM de Alagoas, mais detalhes sobre a ocorrência. E aguarda respostas para os seguintes questionamentos: "Qual dispositivo da legislação prevê o uso do carro oficial da SSP para o comandante da PM levar os filhos para lanchar? O comandante não poderia utilizar transporte próprio?".


PGR emite parecer contra Lula e favorável á prisão após a 2ª instância

 PGR EMITE PARECER CONTRA LULA E FAVORÁVEL À PRISÃO APÓS A 2ª INSTÂNCIA
NO TRF-4, ELE TEVE A ÚLTIMA CHANCE DE CONTESTAR PROVAS, DIZ A PGR

A Procuradoria Geral da República (PGR) enviou parecer nesta quarta-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) contrário à concessão de habeas corpus que livraria o ex-presidente Lula de cumprimento da pena de prisão a que foi codenado, de 12 anos e 1 mês de prisão, até que a sentença transitasse em julgado.
Segundo o parecer da PGR, "o entendimento é o de que o HC [habeas corpus] deve ser negado, pois o caso configura a possibilidade de execução de pena após o chamado duplo grau de jurisdição, medida que desde 2016 é considerada constitucional pelo STF", informou a Procuradoria Geral da República nesta quarta.

A Procuradoria se refere a decisão do plenário do Supremo, por 6x5 votos, de que a pena Poe começar a ser cumprida quando o réu tiver condenação confirmada em segunda instancia, como é exatamente o caso do ex-presidente.

Em janeiro, Lula teve sua condenação confirmada, por 3x0 votos, em regime inicialmente fechado, pela oitava turma do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4), responsável pelos processos da Operação Lava Jato em segunda instância.

Na manifestação ao Supremo, a procuradora-geral, Raquel Dodge, também defendeu que a Corte rejeite o pedido de Lula porque, segundo ela, o mérito do pedido ainda não foi analisado no STJ, somente a decisão em caráter liminar (provisório).

"Enquanto o STJ não decidir o pedido feito naquele habeas corpus, não é possível abrir a jurisdição do Supremo Tribunal Federal, que consiste em examinar a decisão daquela Corte Superior", escreveu Raquel Dodge, segundo a PGR. "O segundo grau de jurisdição é a última instância judicial em que as provas e os fatos são examinados. No tribunal de apelação, o réu tem sua última oportunidade de contestar as provas e os fatos que o ligam ao crime. Para condená-lo, sua culpabilidade deve estar comprovada, o que engloba a comprovação do fato típico e do vínculo que o liga ao fato."


Fundador do PT sugere que Lula, ‘Egoísta doentio‘, impõe enterro sem fim ao país


PETISTA HISTÓRICO, DELGADO ACUSA LULA DE SOBERBA E VITIMIZAÇÃO

PARA DELGADO, LULA FALHA EM GRANDEZA E SUGERE QUERER SEPULTAR PRINCÍPIO DA IGUALDADE DE TODOS PERANTE A LEI (FOTOS: ARQUIVO PESSOAL E ROBERTO PARIZOTTI/CUT)
 

Fundador do Partido dos Trabalhadores e ex-deputado federal constituinte, com seis mandatos pelo PT de Minas Gerais, o sociólogo e cientista político Paulo Gabriel Godinho Delgado escreveu um artigo, reproduzido no Diário do Poder, em que descreve como “soberba banal e vitimização” algumas das atitudes do ex-presidente Lula e de seus seguidores, diante das condenações, crimes e escândalos produzidos pelo líder petista no Brasil, que foi condenado a mais de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

No texto que toma emprestado o título do livro de Willian Faulkner, Enquanto Agonizo, Paulo Delgado não cita Lula, mas faz uma análise minuciosa do que afirma que se passa no PT, na cabeça do ex-presidente e no País. A análise compara com contundência o comportamento de Lula ao de “um pai brutal”, personagem de Faulkner, que “impõe a todos um enterro sem fim, não deixando a vida de ninguém fluir sem ter de pensar no seu egoísmo doentio”.

Delgado lamenta que o ex-presidente petista que passou a se referir a si mesmo como “o líder” não tenha sido capaz de suportar o sucesso com mais honestidade e a adversidade com mais autocontrole.

“O que ‘o líder’ quer é o refluxo da identidade perdida, fugir da responsabilidade confinado na condição de perseguido. Pelo alto, espalha simulacros de habeas corpus, certo de que a Justiça dos privilegiados prevalece e o ressuscita, como Lázaro. Por baixo, mantém agitada a agonia, seguro de que a manipulação do povo reabsorve a desordem que ele criou e a dissolve na sociedade até sumir sua autoria”, conclui Paulo Delgado, em uma das críticas mais duras feitas por um petista histórico ao ex-presidente Lula.

O político que dividiu com Lula a primeira Direção Nacional do PT, afirma que Lula “falhou em grandeza” e que o ex-presidente sugere o sepultamento, com a toga preta do Supremo Tribunal Federal, do princípio da igualdade de todos perante a lei.

“Como numa piada, arrumou advogado na ONU. Sentia-se um país. Não queria mais suar. Botaram na cabeça dele que se é vontade de Deus que as pessoas tenham opinião diferente sobre honestidade não cabe a ele discutir desígnios divinos. Suas proezas entardeceram e começaram a alimentar uma ordem política incapaz de produzir valores sociais. Vazio, deixou-se preencher pelo maior valor do mundo moderno, o ouro de tolo, que lambuza no presente a consequência do futuro”, diz um dos trechos mais duros do artigo de Delgado, que faz referência ao advogado britânico e conselheiro da rainha Elizabeth II, Geoffrey Ronald Robertson, que representa Lula na Comissão de Direitos Humanos da ONU.

ABUSO POLÍTICO

Em outros trechos em que expõe o esvaziamento político de Lula, inversamente proporcional aos seus diplomas e medalhas que recebidos, o fundador do PT critica os autoelogios, a fúria do ex-presidente petista e o enfraquecimento da autoridade, “por seu abuso e o hábito de confundir poder com relação e intimidade”.

“Quando a Justiça abriu a porta dos seus transtornos desesperadores, ele já havia caído na mais sedutora armadilha da política atual, o dinheiro fácil, e não quis reconhecer o que fez. [...] pressupôs que a condição de vítima evitaria o caminho da desmoralização. Ele voltou a suar, como se estivesse espumando, feito um cavalo desembestado, convocou adoradores, dependentes, para a velha modalidade de ação heroica – camisa de partido, candidatura, comício, farisaísmo – na tentativa desesperada de incinerar a sentença e botar fogo na pavorosa jornada da Justiça de ousar apontar o dedo para quem sempre fez o que quis e nunca foi tão adequadamente contrariado”, escreveu Paulo Delgado.

Por fim, o sociólogo e ex-deputado federal pelo PT convida a sigla de esquerda a parar de tratar de forma errada o erro e a reconhecer que não foi um período virtuoso “o período de governo com um presidente deposto, três ex-presidentes da Câmara, senadores e inúmeros ministros de Estado presos ou processados, dirigentes partidários e governadores confinados ou envolvidos, a maior empresa do País dilapidada, a autoridade olímpica nacional presa, o bilionário do período encarcerado, a Copa investigada, fundos de pensão arruinados, o BNDES um clube de amigos, grandes empresários condenados, frugal intimidade com ditadores, etc., não foi um período virtuoso”.

Leia o texto completo de Paulo Delgado na seção de artigos do Diário do Poder.


Pertence nem se lembra das desfeitas de Lula


LULA JÁ DEIXOU O SEU NOVO ADVOGADO ‘PENDURADO NA BROCHA‘

LULA DISSE, EM 98, QUE PERTENCE SERIA SEU VICE, DEPOIS ‘ESQUECEU‘
O ex-presidente Lula teve sorte quando pediu a Sepúlveda Pertence, ex-presidente do Supremo, para atuar na sua defesa. Correu o risco de ouvir “não”, após tantas desfeitas. Certo de que perderia em 1998 para FHC, Lula apontou Pertence como “nome mais forte da esquerda” na eleição presidencial. Disse que viajaria ao Recife no dia seguinte para falar com Miguel Arraes e “bater o martelo”. Não viajou, não marcou nova reunião, não telefonou, não mandou recado, nada. Nunca. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Sepúlveda Pertence não fazia ideia de que era cogitado para disputar a presidência naquele ano, até a reunião com Lula em Brasília.

A reunião em que Lula chamou Pertence para ser candidato foi testemunhada por Sigmaringa Seixas, amigo comum e ex-deputado.

Nos anos seguintes, o jurista voltou a ser cogitado por Lula, mas para vice. Mas, de novo, ele deixou o hoje advogado pendurado na brocha.

Agora, a missão de Pertence é tentar encontrar uma maneira de livrar Lula de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Lucio Matos responde a Gilvan freire

 

 Lucio Matos
E-mail: lucioabmatos@hotmail.com

Comentário: Com todo respeito a Gilvan é necessário um esclarecimento. Primeiro: porque Maranhão não pode ter amigos pra defender sua candidatura e por ser seus amigos são chamados de viúvas do governo, sendo assim Gilvan, no passado você era mais do que viúva dos governos dos Cunha Lima por chegou ao papel ridículo a mando por eles disputar o governo sem nenhuma condição apenas para obedecer às ordens.

Mesmo diante desse e de outros fatos não considero você viúva e sim amigo dos cunhas lima como nós somos de Maranhão. Segundo: que você aceite ou não Maranhão é uma força no estado comprovadamente nas urnas em 2014 quando derrotou todos esses que você relaciona e acha que são os donos dos votos da paraiba, e tem mais todos eles estavam os poderosos cofres fortes nas mãos do estado, prefeituras de J.Pessoa e Campina, Maranhão tem força no estado porque fez o maior governo que a paraiba já teve em termos de obras estruturantes e serviços e é fixa limpa.

Só pra citar apenas umas.duplicaçao BR.230 , Hospitais de Traumas de João Pessoa e Campina, Transposição águas coremas para várzeas de Sousa, matou a sede do povo de Patos, são mamede, Santa Luzia e todo vale do sabugir, apagou o último candeeiro da zona rural do estado, transformou os pequeninos hospitais de Sousa,o Patos, Cajazeiras, Guarabira, Pianco e outros em grandes complexos hospitalares, estradas, adúltoras etc, é por tudo isso e muito mais que o povo da paraiba vai votar em Maranhão, questão de confiança e credibilidade, ele não está se afogando como diz você porque tem o povo pra não deixar.

Agora eu pergunto: o que fez Luciano e João Azevedo pra serem melhor candidato do que Maranhão? Aí sim quem acha isso deve ser os que estão segurando nas tetas da prefeitura e do governo, me desculpe seu comentário foi infeliz é inoportuno , o povo elegeu Luciano pra ser o prefeito e não pra trair o povo e abandonar o mandato com apenas um ano, e João Azevedo não tem nada pra oferecer até porque nunca teve cargo e tá se apresentando como se fosse o governador, pelo que dizem hoje Ricardo não fez nada tudo quem fez foi João Azevedo.

Um abraço amigo Gilvan isso é apenas pra refrescar um pouco a memória, aguarde onde Maranhão chega é o povo atras, chegou em cajazeiras a banda tocando uma multidão brincando o prefeito mandou parar e Maranhão fez um discurso de meia hora o povo aplaudindo, poucos políticos faz isso porque não tem credibilidade e logo o povo vaia e com Maranhão o povo aplaude.


A candidatura de Maranhão agoniza mas ele estrebucha - Gilvan Freire

 A CANDIDATURA DE MARANHÃO AGONIZA MAS ELE ESTRIBUCHA. ZÉ QUER SALVAR UM PARTIDO EM CRISE MAS PODE NEM SALVAR A PRÓPRIA PELE.

Diferente de outros líderes partidários no estado, Zé Maranhão não é um simples chefe de partido, é dono do PMDB. Menos porque quer e mais porque o tempo e as disputas internas (especialmente a divisão com os Cunha Lima) deram-lhe o título de propriedade.

Tem havido, nos últimos tempos, cizânias e escaramuças, mas os dissidentes batem em retirada sem poder medir forças com ele. Entre os disertores figuram entre outros Wilson Santiago, Gervasinho, Trocolli Jr. e Veneziano, o último a caminho da desfiliação, embora deixando a mãe de olho no dote maranhista: o mandato de senador (ela é 1ª suplente).

Ninguém sai do PMDB levando nacos eleitorais grandes, nem conquistando mais do que tinha dentro do partido. E ninguém quer atacar Maranhão para não perder os votos peemedebistas existentes na geopolítica estadual. Ou seja: saem do PMDB mas preservam a alma peemedebista, como quem muda de igreja mas mantém a mesma religião.

A ascensão de Ricardo Coutinho ao topo da carreira política na Paraíba e seu estilo voraz e predador mudaram as correlações de forças internas dentro do PMDB, especialmente depois que Maranhão perdeu a eleição de governador. RC tem feito várias incursões para dominar o partido, com ou sem Maranhão. Precisaria de um grande partido para chamar de seu, vez que o nanico PSB, mesmo com os bafos governamentais, é tão anêmico que não consegue oferecer sequer um candidato para suceder-lhe com magma popular.

Resta a RC render Maranhão ou implodir o PMDB, para que o partido não sirva ao projeto político da oposição de retomada do governo. Isso não é fácil mas é possível, pois RC controla os quadros políticos mais influentes do partido pelo interior, embora inferiorizado na Capital por causa da resistência de Manoel Jr., hoje aliado leal de Luciano Cartaxo na nova rota do poder na Paraíba.

Maranhão é hábil e joga o jogo profissionalmente, mas entrou em terreno pantanoso, cercado de bichos e feras de todos os lados. Ele ainda faz de conta que tem o controle da área, mas o terreno se mexe como um sumidouro de areia movediça. Zé patina se equilibrando o quanto pode para não submergir de vez.

A candidatura de Zé está, possivelmente, fadada ao esmagamento, tanto pela ação desestabilizadora de Ricardo Coutinho quanto pelo avanço de Luciano Cartaxo e seus aliados influentes no Estado (leia-se Cássio, Romero, Rômulo, Agnaldinho e outros).

Embora pessoas próximas a maranhão, (as viúvas de seus governos), tramem uma aliança RC/Zé, porque já teriam benefícios do atual governo, o cacique peemedebista só pensa como não capitular, diante das ameaças a seu feudo partidário. Ouviu Temer, esta semana, que lhe fez ponderações para não entregar o PMDB a RC e se alinhar com setores da convergência governista nacional, além de uma defesa do mandato de Lira. Zé tranquilizou o chefão da cúpula com uma frase enigmática: não vou fazer aventuras – disse.

Mas, pelo menos, RC já tem tirado, até agora, o melhor proveito da candidatura de Zé: a divisão das oposições. É uma vitória e tanto para quem não tem um candidato competitivo e precisa afastar o fantasma do candidato favorito nas pesquisas, apoiado pelo seu arqui-inimigo Cássio. E Zé ainda não encontrou a rota de fuga para escapar do atoleiro em que se meteu às pressas para tentar salvar o PMDB do naufrágio que parece inevitável.


Cássio e Rômulo são vaiados em Campina na abertura de evento

Cássio e Rômulo são vaiados em Campina na abertura de evento
O senador, Cássio Cunha Lima (PSDB) e o deputado Federal, Rômulo Gouveia (PSD), foram vaiados durante a abertura da Consciência Cristã, evento religioso que acontece no Parque do Povo.

O fato aconteceu na última quinta-feira (8) e, de acordo com informações obtidas pelo helenolima.com por pessoas que prestigiaram a abertura oficial do evento, houve um grande constrangimento e o pastor chegou a pedir que os fieis tivesse mais educação.

Cássio e Rômulo estavam acompanhados do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) e da deputada Estadual, Daniella Ribeiro (PP).

O gestor e a deputado ficaram envergonhados e de cabeças baixas com as vaias claramente endereçadas ao senador e ao deputado.

pbagora.com.b

 


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