Senado: Comissão analisará proposta que barra feriados entre terça e a sexta


 
Será discutido nesta terça-feira (18/04), o projeto de Lei que barra feriados entre terça e sexta-feira pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. A proposta foi feita pelo Senador Dário Berger (PMDB-SC), que pretende antecipar para a segunda-feira qualquer feriado que cair entre terça e sexta-feira. O principal argumento para a proposta é o fator econômico.


No texto da proposta, o objeto é minimizar os danos ao funcionamento das empresas. “O objetivo central dessa singela proposição é minimizar os danos ao funcionamento das empresas, ao emprego dos trabalhadores e à arrecadação dos Governos de todos os níveis da federação, causados pelo excessivo número de feriados”.


"É quase uma tradição de nosso povo estender esses feriados, o que acaba por comprometer o trabalho nos dias úteis que se lhes seguem", disse o Senador.


As datas simbólicas como 1º de janeiro, 1º de maio, 7 de setembro e 12 de outubro não serão aplicadas com a proposta. Também não seriam modificados os feriados de Natal, carnaval, Corpus Christi e Sexta-feira Santa.


Caso a proposta seja aprovada, a medida não incluirá também os feriados que caírem aos sábados e domingos.
180 Graus


Lava Jato: Planilhas entregues por delatores mostram datas dos repasses feitos a Cássio


 Paraibaja.com.br

O Paraíba Já teve acesso, nesta terça-feira (18), a detalhes da petição elaborada pela Procuradoria-Geral da República para justificar o pedido de instauração de inquérito para investigar o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), acusado de ter recebido R$ 800 mil da construtora Odebrecht durante a campanha eleitoral de 2014, por meio de caixa 2.

A instauração do inquérito foi solicitada pelo procurador Rodrigo Janot com base nas delações do ex-executivos da Odebrecht, Alexandre José Lopes Barradas e Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis.

“De acordo com estes colaboradores, em meados de 2014, entre os meses de março e setembro, na cidade de Brasília (DF), o Senador Cássio Cunha Lima solicitou R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) da Odebrecht Ambiental, via intermediário de suposto nome ‘Luís’, ainda não completamente identificado. O pedido foi autorizado pelos executivos daquela empresa”, argumenta Janot.

“Alexandre Barradas, com prévia autorização de Fernando Reis, afirma ter negociado e pago o valor de R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) ao Senador e então candidato ao governo do Estado da Paraíba Cássio Cunha Lima, esperando futura contrapartida em obra de saneamento a ser realizada naquele Estado”, acrescenta o procurador-geral da República.

Na petição, Rodrigo Janot sustenta que ficou comprovado, através de planilhas entregues pelos delatores, que o senador Cássio Cunha Lima recebeu os R$ 800 mil em duas parcelas de R$ 400 mil, sendo a primeira entregue no dia 22 de maio de 2014 e a segunda no dia 04 de setembro do mesmo ano.

“Afirma ainda Fernando Reis que, para a realização do pagamento, pediu a Eduardo Barbosa, pessoa de sua confiança e que desconhecia o beneficiário e a motivação do pagamento, que o ajudasse a atender ao pleito de Alexandre Barradas. Por fim, registra ainda que, para esse pagamento, foram adotados os codinomes de ‘Trovador’ (R$ 400 mil) e ‘Prosador’ (R$ 400 mil), ocorrendo a entrega dos valores a um preposto do senador, cuja identidade o colaborador desconhece, em um hotel em Brasília”, enfatiza o procurador, que arremata: “as planilhas constantes dos Anexos 6A e 6B (TC n2 6 de Alexandre Barradas),2 retiradas do Sistema “Drousys” de pagamento de propina da Odebrecht, demonstram a veracidade das declarações do colaborador”.

Veja abaixo planilha entregue pelos delatores comprovando o primeiro repasse a Cássio

 

Veja abaixo planilha entregue pelos delatores comprovando o segundo repasse a Cássio

 


Com Cartaxo driblando debate de 2018, PSD corre risco de sequer ter espaço na majoritária; Rômulo cobra posição



Cotado como candidato do PSD ao Governo do Estado, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, corre o risco de ser engolido pelas articulações de aliados, ficar de fora do debate político de 2018 e, de quebra, frustrar as expectativas do PMDB, através do vice prefeito Manoel Júnior, assumir de vez o comando da Capital da Paraíba.

O presidente do PSD, Rômulo Gouveia, já cobrou publicamente a movimentação, mas Cartaxo segue ignorando os apelos. Segundo Gouveia, caso o partido não saia na frente, correrá o risco de, sequer, integrar a chapa majoritária como vice.

O PSD parece que já tem um plano B, que é Senado Federal. Em vez de Cartaxo o nome que pode ser escolhido é o de Lucélio, que já disputou o mandato em 2014, mas acabou perdendo para o senador José Maranhão (PMDB)

“O desejo é que o PSD esteja na chapa majoritária, o nosso desejo obviamente é de disputar o Governo do Estado, mas se não for possível, a gente vai buscar um espaço para senador. Agora se a gente não sair na frente e não marcar espaço, vamos sequer fazer parte da majoritária”, afirmou.

Sobre a aliança que o PSD integra na Paraíba, Gouveia reforçou que o partido também defende a permanência da união selada em João Pessoa em 2016, quando, em parceria com o PSDB, PMDB, PP, PRB e outros partidos, estiveram juntos na disputa eleitoral. “A gente reconhece que cada partido tem o direito de ter sua candidatura, como o PSD também tem, mas vamos conversar, até porque não se tem vaga apenas para governador, tem ainda para o Senado e a Câmara”.

Com a possível articulação em andamento, Cartaxo seria mantido no comando da principal cidade da Paraíba, o irmão ocuparia um possível espaço no Senado Federal, e Manoel Júnior acabaria rifado, restando ao peemedebista adiar, mais uma vez, o sonho de gerir a prefeitura de João Pessoa, sentindo na pele a pouca importância dispensada a um vice, em qualquer das esferas.

Na manhã de ontem, durante entrevista à imprensa, Cartaxo voltou a driblar o debate sobre 2018

“PSD vai discutir eleição no próximo ano. Nós temos quadros, nós temos nomes, mas o momento agora requer responsabilidade com a gestão”, disse.

PSD QUER MAJORITÁRIA

Fundado em 2011, em 2018 será a segunda eleição geral em que o Partido Social Democrático (PSD) irá participar e o objetivo da legenda é se consolidar como um dos partidos mais importantes do Brasil.

Para isso, seguindo uma orientação nacional, o PSD terá candidatos ao governo onde for possível e a Paraíba esta entre as metas da legenda. O presidente estadual do PSD, deputado federal confirmou, nesta terça-feira (18), que depois do desempenho do partido nas eleições municipais e contando com nomes como o que o partido tem, o PSD deve ter candidatura própria na Paraíba.

Nas eleições municipais de 2016, o PSD acumulou a segunda maior votação para cargos majoritários na Paraíba e elegeu 27 prefeitos, 21 vices e 183 vereadores, permanecendo entre os partidos que mais elegeram filiados no estado.

Gouveia destacou ainda que o PSD da Paraíba também defende a permanência da aliança selada em João Pessoa em 2016, quando PSD, PSDB, PMDB, PP, PRB e outros partidos estiveram unidos.


PB Agora


STF envia para PF inquérito contra Cássio


O inquérito instaurado para investigar o suposto pagamento de caixa 2 ao senador Cássio Cunha Lima (PSDB) foi remetido nesta terça-feira (18) para a Corregedoria Geral da Polícia Federal. A decisão é do ministro Edson Fachin, relator da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os delatores Alexandre José Lopes Barradas e Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, ex-executivos da Odebrecht, relataram pagamento de R$ 800 mil ao senador como caixa 2 nas eleições de 2014, quando o tucano disputava o Governo do Estado.

Cássio Cunha Lima teria solicitado e recebido, por meio de um intermediário de nome “Luís”, o valor de R$ 800 mil. Conforme os autos, o pagamento foi feito com expectativa de receber futura contrapartida e de realizar obra de saneamento na Paraíba. Na planilha de pagamento, o senador paraibano é citado como “Prosador”.

Em nota, Cássio Cunha Lima disse que recebeu uma doação da Braskem na campanha de 2014.

“Essa doação foi devidamente declarada na minha prestação de contas. O meu patrimônio é absolutamente compatível com a minha renda e eu nunca usei de quaisquer dos meus mandatos para enriquecer ilicitamente. Quando prefeito de Campina Grande e governador da Paraíba, jamais tive uma obra pública executada pela Odebrecht. Tem que investigar, sim! Investigar até o fim! E investigar imediatamente!”, declarou.

MaisPB


Odebrecht é menos ética que uma boca de fumo


 
Josias de Souza 
Rivaldo Gomes/Folha

José Sarney sabia o que estava dizendo. Pilhado no autogrampo do ex-correligionário Sérgio Machado, o morubixaba do PMDB avisara com quase um ano de antecedência: a delação da turma da Odebrecht produzirá o estrago de uma “metralhadora calibre ponto cem.” A rajada de imoralidades, de potência inaudita, atingiu inclusive Sarney, citado em inquérito direcionado à Justiça Federal de Goiás.

A Odebrecht, multinacional da construção, era a vanguarda do capitalismo brasileiro. Por um descuido, a casa caiu. E Marcelo Odebrecht virou bandido. Mas se não tivesse esquecido de maneirar continuaria a ser um menino de ouro. Como poucos, ele sabia ser audaz. Sob seu comando, a empreiteira cresceu extraordinários 520% nos dez anos que antecederam a Lava Jato.

Gente assim, como Marcelo Odebrecht, sempre na fronteira da marginalidade, tanto poderia estar operando no mercado da construção pesada como numa boca de fumo. O comércio de drogas ilícitas e o tráfico de dinheiro comandado pela Odebrecht revelaram-se negócios muito parecidos. A diferença é que há mais ética num ponto de venda de maconha e cocaína do que num escritório da empreiteira.

Quem vai ao pé de um morro para comprar drogas sabe que coloca o seu vício a serviço de uma engrenagem criminosa. Quem comercializa o bagulho não ignora que corre o risco de ser preso. Na boca de grana da Odebrecht, nada era o que parecia. Sob o manto diáfano do sucesso empresarial, rolava grossa corrupção, praticada por gente que se imaginava acima da lei.

O criminoso do morro é protagonista de velhas e reacionárias teses sobre a influência do meio miserável na proliferação da bandidagem. A maior evidência de que a pobreza não produz bandidos é que a imensa maioria dos pobres não rouba, não mata e obedece às leis. Sucede coisa diferente com os executivos da Odebrecht e das empreteiras coirmãs. Essa gente, sim, é um produto do meio.

Marcelo Odebrecht e sua turma são filhos da cultura cleptocrata que vigora no Brasil desde a chegada das caravelas. Assistindo-se à performance dos delatores, nota-se a intenção de todos eles de culpar a sociedade, que praticamente os obrigou a ser o que são, com todas as facilidades que lhes proporcinou —a cegueira da Receita, a impunidade, a cumpilcidade de todo o sistema político…

Tudo conspirava a favor do sucesso da Odebrecht. Não fosse pela intromissão da força tarefa da Lava Jato, que arrombou o departamento de propinas, e pela audácia de Sergio Moro, que enjaulou o príncipe das grandes empreitadas no Moro’s Inn, tudo continuaria como antes. Era parte do modelo. Daí o desejo mal disfarçado de Emílio ‘Era Tudo Normal’ Odebrecht de que o Brasil sinta remorso pelo que fez com seu negócio e se apiede de sua família.

A turma da boca de fumo tem muito a desaprender com os Odebrecht. Não é à toa que tem traficante patrocinando campanhas eleitorais. O negócio é mais lucrativo e bem menos arriscado.

blogdojosias.com.br

 


Ministro do Planejamento defende MP 765/2016 que reestrutura carreiras e concede reajuste salarial para servidores públicos



Roque de Sá/Agência Senado
Proposições legislativas

MPV 765/2016
O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira, defendeu nesta terça-feira (18) a aprovação da medida provisória que reestruturou remunerações e progressões profissionais de 11 carreiras do serviço público federal. Ele também antecipou que o governo prepara uma proposta de reforma ampla para racionalizar a aprimorar a administração pública.

Dyogo Oliveira participou de audiência pública promovida pela comissão mista que analisa a medida provisória (MPV 765/2016). O relator da matéria, senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), informou que pretende apresentar o seu relatório na próxima terça-feira (25), para que o texto possa ser votado no dia seguinte.

A MP já recebeu mais de 400 emendas de deputados e senadores, que precisarão ser analisadas pelo relator. Bezerra disse também que todas as suas decisões serão tomadas “em sintonia” com o governo federal.

Metas

De acordo com o ministro, cerca de 68 mil servidores são afetados pela reestruturação determinada pela MP, sendo 38,7 mil inativos. As mudanças envolvem também reajustes salariais variáveis, que podem chegar a 28% no caso mais extremo (peritos médicos da Previdência Social, oficiais e assistentes de chancelaria e analistas e especialistas de infraestrutura, que não tiveram reajuste nos últimos dois anos).

O impacto fiscal será da ordem de R$ 10,9 bilhões ao longo de quatro anos. Desse montante, R$ 220 milhões já foram despendidos, uma vez que a MP foi editada no final de 2016 e já produz efeitos. O ano de 2017 verá o maior impacto: R$ 3,7 bilhões.

Além das cinco já mencionadas, as carreiras incluídas na MP são os supervisores médico-periciais da Previdência, os policiais civis dos antigos territórios federais, os auditores fiscais do trabalho e da Receita Federal e os analistas aduaneiros e tributários da Receita.

Além da reestruturação, a medida provisória cria um sistema de bônus remuneratório por cumprimento de metas para os auditores fiscais. Essas gratificações serão financiadas pelo Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf), no caso dos auditores da Receita, e por recursos provenientes da aplicação de multas trabalhistas, no caso dos auditores do trabalho.

— O objetivo desse bônus de eficiência não é arrecadatório, simplesmente. É ter uma gestão eficiente, que torne o funcionamento da Receita mais ágil e capaz de atender o contribuinte com maior velocidade. É incentivar todos os servidores a adotarem um maior nível de comprometimento e dedicação para o cumprimento das metas institucionais da Receita.

A concessão da gratificação terá base em indicadores funcionais determinados à medida que sejam melhorados uma série procedimentos da Receita. Serão levados em conta o cumprimento de metas de arrecadação, a fluidez dos despachos de importação e exportação, a eficácia na análise de conformidade de pedidos de restituição e ressarcimento, a redução do tempo médio de processos administrativos e de consultas de contribuintes e o combate ao contrabando.

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) elogiou a medida provisória e disse que os altos índices de sonegação e inadimplência têm a ver com a desvalorização progressiva dos profissionais da Receita Federal. Para ele, a ideia de oferecer bônus de desempenho uma forma de garantir a recuperação da arrecadação sem a necessidade de elevar a carga tributária.

Reforma

Fernando Bezerra também criticou a multiplicidade de categorias e carreiras no serviço público federal — atualmente são 278. Ele classificou a administração pública como “uma Babel”, considerando que não há condições de promover negociações com todos os segmentos. E sugeriu uma ampla reforma federal na área de pessoal.

— É impossível administrar [a máquina pública] com 278 carreiras. Os interesses foram se expressando em associações e sindicatos e, ao longo dos últimos 20 anos, multiplicamos e criamos carreiras na administração pública federal. A grande maioria dos pleitos aqui é [para] unificar e dar o mesmo tratamento de uma carreira para outra. Por que isso? Porque erramos.

Dyogo Oliveira respondeu que o governo já prepara uma proposta de reforma administrativa nesse sentido, a ser apresentada após a conclusão dos debates sobre as reformas da Previdência, trabalhista e tributária. Ele disse que o problema do alto número de categorias e carreiras é agravado pela superposição entre várias delas e pela segmentação de outras, que têm seus profissionais divididos entre órgãos com planejamentos diferentes.

— Temos hoje um imenso desgaste de energia numa luta interna entre as categorias para se equipararem. É muito difícil administrar a massa de trabalhadores do serviço público federal. É uma pauta da mais alta relevância. Estamos nos preparando para apresentar ao Congresso uma reflexão a respeito dessas temáticas. O relatório da MP deve ser apresentado na próxima terça-feira (25),

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


TRF1 entende que não incide IR sobre Abono de Permanência


 

Para defender os direitos de seus substituídos, o Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da Fundação Universidade de Brasília, representado por Wagner Advogados Associados, ajuizou ação contra a Fazenda Nacional. O objetivo era afastar a incidência do Imposto de Renda sobre o Abono de Permanência pago aos servidores.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que julgou o caso, reconheceu que não existe imposto a ser cobrado. Conforme descrito no acórdão proferido, “é recomendável, até o pronunciamento definitivo pelo STF, a manutenção da orientação desta Corte firmada sobre o tema”. Em entendimento já consolidado pelo TRF 1, o Abono de Permanência, previsto no inc II § 19 art. 40 da Constituição Federal, tem natureza indenizatória, o que afasta a incidência do imposto de renda.

 

Para o TRF1, o Abono Permanência constitui forma de compensação ao servidor ou ao magistrado que, mesmo após o preenchimento dos requisitos para a aposentadoria, permanece em atividade, não usufruindo o direito adquirido. Deste modo, revela-se a nítida natureza indenizatória deste benefício, equiparado ao pagamento de férias ou de licença-prêmio não gozadas.

Contra a decisão, que favorece ao sindicato, poderá haver recurso.

Fonte: Wagner Advogados, em 17/04/2017


Notícia retirada do Portal do Servidor Federal: http://www.servidorfederal.com/2017/04/trf1-entende-que-nao-incide-ir-sobre.html#ixzz4eg74138t


Policiais invadem o Congresso e entram em confronto com segurança legislativa; veja o vídeo


 Policiais invadem o Congresso e entram em confronto com segurança legislativa; veja o vídeo
Com a confusão, vidraças foram quebradas e bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral foram lançadas para dispersar os manifestantes

POR FÁBIO GÓIS | 18/04/2017 16:55
CATEGORIA(S): CRISE BRASILEIRA, NOTÍCIAS, O BRASIL NAS RUAS, OUTROS 

Fábio Góis/Congresso em Foco
Confusão termina com vitrais quebradas na entrada principal do Congresso

Um grupo de cerca de três mil policiais civis policiais civis, militares e guardas municipais, entre outros profissionais de segurança pública, faz uma manifestação, na tarde desta terça-feira (18), para protestar contra a reforma da Previdência em análise na Câmara. Com caminhão de som e alegorias como cruzes, faixas e até uma espécie de lápide, eles foram ao Parlamento para participar de audiência pública no Senado e, do lado de fora, na área gramada ao lado dos espelhos d’água, manifestavam-se pacificamente em frente ao prédio. Até que um grupo mais exaltado, com cerca de 500 homens, tentou entrar pela entrada conhecida como chapelaria e foi contido pelos policiais legislativos e tropas de choque da Polícia Militar. Com a confusão, vidraças foram quebradas e bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, além de spray de pimenta, foram lançadas para dispersar os manifestantes.

Ao todo, seis bombas de efeito moral foram lançadas, espalhando o barulho pelas cercanias do Congresso e dando início à confusão. De imediato, a polícia legislativa das duas Casas foram acionadas, colocando em campo uma operação de emergência. Com entradas isoladas e acessos obstruídos pelos agentes, servidores, parlamentares e imprensa encontraram dificuldade de deslocamento tanto no Senado quanto na Câmara – uma nota foi divulgada por esta Casa ao final do episódio (leia abaixo).

Mesmo com a confusão generalizada nas cercanias do Congresso, parlamentares mantiveram as atividades, um tanto abaladas depois da divulgação da lista do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), com suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção montado na Petrobras.

Os protestos foram organizados pela União dos Policiais do Brasil (UPB), com apoio de entidades como a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). As centrais dizem que o governo não considera a natureza especial da categoria (atividade de risco) e exigem que o texto da reforma não a atinja.

Entidade que reúne 30 sindicatos da categoria, a UPB foi criada no final do ano passado. Uma das agremiações que ela abriga é a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), que representa 27 sindicatos de policiais em todo o país. Com milhares de associados, a Fenapef já avisou em comunicado divulgado hoje (18) que, “caso o governo insista em aprovar o texto atual da PEC 287, os policiais farão um ato simbólico de paralisação por meio da entrega de armas e coletes”.

“A mobilização visa pressionar os deputados a rejeitarem pontos que prejudicam a categoria como a retirada da atividade de risco do texto constitucional, alteração do tempo de serviço sejam modificados no texto do relatório da PEC 287, que deve ser apresentado na manhã de hoje pelo relator, o deputado Arthur Maia (PPS-BA), presidente da Comissão”, diz trecho da mensagem (leia a íntegra).

Lula Marques/AGPT
Saldo da reforma: spray de pimenta, vidros quebrados e caos no Congresso
Recuo
Como este site mostrou mais cedo, o governo recuou no conteúdo do relatório do deputado Arthur Maia (PPS-BA) e aceitou reduzir para 60 anos a idade mínima de aposentadoria de policiais e professores. Devido à pressão de diversas categoriais e ao temor do governo em sofrer uma derrota no voto, foi adiada a votação do parecer na comissão especial que analisa a matéria na Câmara.

As duas atividades são consideradas insalubres e, por isso, o governo aceitou flexibilizar a regra para a requisição do benefício. Esse era o item do texto pendente de resolução no acordo político fechado na noite desta segunda-feira (17) entre o presidente Michel Temer e os partidos que o apoiam no Congresso.

Leia a nota divulgada pela Câmara:

“Cerca de 500 manifestantes, em sua maioria policiais, tentaram invadir a Câmara dos Deputados na tarde de hoje. A tentativa de invasão ocorreu no local conhecido como Chapelaria, no prédio principal, mas foi evitada pela Polícia Legislativa da Câmara, que conteve os manifestantes.

Os invasores quebraram várias portas de vidro da Chapelaria, mas ninguém se feriu, uma vez que os vidros das portas são revestidos com películas antitumulto, que impedem o espalhar dos cacos após o despedaçamento. Também não houve feridos no trabalho de contenção dos manifestantes, feito pelos agentes do Departamento de Polícia Legislativa da instituição (Depol).

Durante o tumulto, um dos manifestantes foi detido e posteriormente liberado, após assinar um termo de compromisso de comparecimento à Justiça.

O Depol está analisando as imagens das câmeras de segurança para identificar os responsáveis pelos danos patrimoniais causados à Câmara.

Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados”

No vídeo a seguir, o momento do confronto:

 


Monica confirma que recebeu no caixa 2 dinheiro da campanha de Dilma


 
MULHER DE JOÃO SANTANA DEPÕE E COMPLICA DILMA, LULA, PALOCCI...

SEGUNDO MÔNICA, O CASAL FAZ ‘BASICAMENTE MARKETING POLÍTICO’
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A empresária Monica Moura, mulher do marqueteiro de campanhas eleitorais do PT João Santana, confessou ao juiz federal Sérgio Moro nesta terça-feira, 18, o uso de Caixa 2. No início do mês, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou as delações premiadas do marqueteiro, de sua mulher e do funcionário do casal André Reis Santana.
O magistrado questionou Monica se houve recebimento de pagamentos não contabilizados.

“Sim”, respondeu.

Moro perguntou a frequência.

“Frequente, Dr.. Todas as campanhas políticas que nós fizemos, todas da Polis e antes da Polis, quando eu era apenas uma funcionária de outras campanhas, de outros marqueteiros, sempre trabalhamos com caixa 2, com recursos não contabilizados, em todas as campanhas”, afirmou.

Monica Moura declarou que ela e João Santana trabalham juntos na Polis Propaganda, ‘que é nossa agência’, há 15 anos. “Nós somos casados, vivemos juntos há 18 anos.”

Segundo ela, o casal faz ‘Basicamente marketing político’.

“Fazemos apenas a comunicação de campanhas políticas”, declarou. “Cuido de toda parte operacional e financeira da empresa.”

João Santana, declarou, era responsável pela ‘parte criativa, estratégia política das campanhas, das comunicações’.

Moro quis saber se o marqueteiro tinha ciência da movimentação financeira.

“Tinha, tinha. Tudo o que eu fazia eu me reportava a ele, óbvio, como ele era meu chefe, apesar de sócio, ele era sócio majoritária e eu me reportava ele todas as decisões, ele sabia de tudo”, afirmou Monica.

“Recebiam também pagamentos contabilizados?”, perguntou Moro.

“Sim, sim, sempre”, respondeu Monica.

“No início, muito tempo atrás, a maioria era não contabilizado, porque isso era sempre uma exigência dos partidos, sempre, creio que não só para gente, acho que para todos os marqueteiros. Não acredito que exista um marqueteiro que trabalhe no Brasil fazendo campanha só com caixa 1, não acredito que exista, todos trabalham com caixa 2. Era uma exigência dos partidos que tivesse sempre a maior parte em caixa 2. Com tempo, ao longo dos anos, nós fomos conseguindo, eu e João, posso dizer que foi uma luta árdua e frequente, fomos conseguindo aumentar o percentual. Na última campanha, nós já tivemos um valor maior de caixa 1 do que de caixa 2. Foi aumentando ao longo do tempo o valor contabilizado.”

Diariodopoder.com.br

 


Marcos Valério pega no Rio mais 18 anos e 9 meses de prisão

Charles Silva Charles Silva


SENTENÇA DO ‘OFFICE BOY‘ É 6 VEZES MAIOR QUE A DO CHEFE DIRCEU


A Justiça Federal no Rio condenou o empresário Marcos Valério, emblemático personagem do mensalão, a 18 anos e nove meses de prisão por crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. A sentença é do juiz Vitor Barbosa Valpuesta, da 3.ª Vara Federal do Rio.
Já condenado a 37 anos no mensalão, o "office boy" do mensalão do governo Lula, que cumpria o papel de discribuir o produto do dinheiro público roubado, está condenado a mais de 55 anos de reclusão - quase seis vezes mais que a pena do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, apontado no processo como o "chefe da quadrilha" e condenado a menos de dez anos de prisão.

Segundo acusação do Ministério Público Federal, Marcos Valério teria repassado propinas ao procurador da Fazenda Glenio Sabbag Guedes - condenado na mesma ação a 22 anos de prisão. Também foram condenados dois ex-sócios de Valério, Rogério Lanza Toletino e José Roberto Moreira de Melo.


MARCOS VALÉRIO. (FOTO: CHARLES SILVA/AE)
Nesta ação penal que pegou 18 anos de prisão, o empresário - que está preso desde novembro de 2013 - é acusado de ter pago ao procurador um total de R$ 3,6 milhões, em valores atualizados, entre 2003 e 2005. Os pagamentos foram identificados na CPI dos Correios, que deu origem ao escândalo do mensalão.

Tolentino pegou 22 anos e sete meses de cadeia. Moreira de Melo, 14 anos e sete meses.

O juiz condenou o grupo ao regime fechado, mas permitiu a todos que recorram em liberdade.

Todos os condenados vão recorrer ao Tribunal Regional Federal da 2.ª Região. Eles negam a prática de ilícitos.

Diariodopoder.combr

 


Almirante da propina é velho amigo de Lula

Ricardo Stucker Ricardo Stucker

 

OPERADOR DA PROPINA NO SUBMARINO EMPRESTOU AVIÃO PARA LULA EM 89
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É um velho amigo de Lula o “almirante Braga”, apontado por delatores como intermediário de propinas da Odebrecht pelo contrato no Prosub, bilionário programa de construção de submarinos. Trata-se na verdade do Comandante Braga, capitão de corveta aposentado Carlos Henrique Ferreira Braga, tão ligado a Lula que até emprestou-lhe um avião para a campanha presidencial de 1989. No governo do amigo petista, Braga vendia remédios cubanos, mesmo aqueles que já eram produzidos no Brasil, como aspirina. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Braga recebe amigos em seu apê na Av. Portugal, nº 80, vizinho ao Iate Clube do Rio, na Urca. Luxuoso demais para um militar da reserva.

A propina paga a Braga estava “embutida” no contrato da Odebrecht, dizem os delatores, e seria destinada a viúvas de vários almirantes.

Delatado por Luiz Eduardo Soares, ex-Odebrecht, o Comandante Braga é um milionário dono de 15 empresas, e conhecido pela ousadia.

Ex-almirante Othon Pinheiro, que foi presidente Eletronuclear no governo Dilma e está condenado e preso por corrupção, também recebeu propina do contrato dos submarinos

Diariodopoder.com.br

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Papo d‘ Esquina


 CÁSSIO O TROVADOR OU PROSADOR

Todo mundo que pegou dinheiro na Odebrecht terminou recebendo um apelido para que fosse assim identificado nas planilhas daquela empresa, mais precisamente no seu departamento de propinas. Aqui na Paraíba o ex-deputado Inaldo Leitão, que dizem os delatores pegou R$ 100 mil para sua campanha, recebeu a alcunha de ‘Todo Feio’. Já Cássio Cunha Lima teve mais sorte no apelido, o delator Barradas contou que conversou “com Cássio em seu gabinete, entre março e abril de 2014. Os dois teriam se encontrado outras três ou quatro vezes, geralmente no Senado, porém a entrega da quantia, parcelada em duas vezes de R$ 400 mil, teria sido feita a um funcionário do senador chamado Luís, em um hotel de Brasília. Barradas informou ainda que o senador ganhou dois apelidos, “trovador” e “prosador”, pois o pai do parlamentar Ronaldo Cunha Lima, era um “grande poeta”.

JORNALISTA IRONIZA CÁSSIO: ‘A LAVA JATO PEGOU AQUELE QUE FAZ CHOVER DINHEIRO NA PB‘

Por falar em Cássio Cunha Lima, o jornalista Paulo Henrique Amorim gravou um vídeo neste sábado (15) destacando os estragos que a Operação Lava Jato fez na política com as delações da Odebrecht. Ele que sempre foi bem aquinhoado com dinheiro na gestão Dilma Rousseff, tendo recebido quase R$ 1 milhão, tentou defender os petistas na sua fala e atacou principalmente os tucanos. Falou de vários tucanos de alta plumagem e ao se referir ao senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB) ele fez questão de ser bem irônico e sapecou: “A Lava Jato pegou aquele que faz chover dinheiro lá na Paraíba”. Ele Paulo Henrique se referia aquele famoso episódio ocorrido no Edifício Concorde, quando a PF para checar uma denúncia de compra de votos, chegou a determinada sala daquele prédio, que seria um escritório político do então candidato ao governo Cássio Cunha Lima e os que estavam ali, para livrar o flagrante jogaram pela janela um bocado de dinheiro que foram recuperados em seguida pelos policiais, sendo instaurado um inquérito que depois foi transformado em processo.

PROPINA É COMO CRIME SEXUAL, SERÁ SEMPRE AS ESCONDIDAS

Lula é réu em cinco processos e ainda tem inocente acreditando nele. Desvio de dinheiro é como crime sexual, ocorre sempre sem que ninguém veja e no caso da propina não se passa recibo, razão pela qual não existem filmagens dele Lula, colocando dinheiro de propina no bolso. Outra coisa, ninguém tem a ilusão de que um presidente da Republica vá pessoalmente tratar de assuntos dessa natureza, ou seja, o mandatário sempre tem um pau mandado para esses trabalhos sujo e pouco republicanos, tanto que foram indiciados ou presos, todos os tesoureiros do PT e ministros da Casa Civil das duas gestões petistas. Mas convenhamos, vamos imaginar que ele e seus filhos jamais tenha se beneficiado das propinas, mas como explicar então a verdadeira derrama que foi feito nos cofres públicos, não teria sido ele no mínimo conivente? Você Leitor, colocaria para dirigir a sua empresa uma pessoa que permite que todos os empregados desfalquem o caixa da firma? Claro que não. No Direito penal o sujeito responde por ação e também por omissão.

A SIMPLES DELAÇÃO NÃO PROÍBE QUE A PESSOA OCUPE CARGOS PÚBLICOS

Muita gente nas redes sociais criticando o presidente Michel Temer, em razão de o mesmo não ter afastado os seus ministros citados na delação de Marcelo Odebrecht e lembrando que Lula foi impedido pelo Supremo de ser ministro. O problema é que Lula naquela ocasião, já era réu e no caso dos atuais ministros não, por enquanto foram apenas citados. Mesmo sem foro privilegiado, eles teriam que serem investigados, dependendo das provas indiciados ou não, e caso indiciado, o MP teria caso convencido que denunciá-los ou não. No caso da denúncia, o Juiz teria que aceitar ou não é só aí os ora citados se tornariam réus. Como se ver, na nossa legislação penal existe uma verdadeira maratona e ao final, o sujeito quase sempre sai livre, leve e solto. Estou falando desses ministros, mas seria o mesmo tratamento para ministros de outros governos. A simples citação de um delator, na nossa legislação, não estabelece a proibição para ocupar cargos públicos.

ENTREVISTA DE TEMER NÃO MODIFICA CASSAÇÃO DE DILMA

Bastou Michel Temer, na sua esclarecedora entrevista na Rede Bandeirantes, declarar que Eduardo Cunha, havia instaurado o processo de autorização para o senado iniciar o processo de cassação de Dilma. Pronto, os juristas de plantão do PT. já se apressaram em dizer que em razão disso o impeachment poderia ser anulado. Ora meu Deus, esse assunto já deu, é jogo devidamente jogado. Esperem 2018, se tiverem candidato. Temer é respeitado constitucionalista e sabe o que diz. Se existisse alguma culpa seria de Cunha, mas nem essa existe, já que restou sobejamente comprovada as irregularidades cometidas por Dilma. É preciso ainda não perder de vista, que existiam doze representações pedindo a cassação de Dilma e Cunha arquivou onze delas.

BIRA DELGADO NA EUROPA

A convite da Associação Biscoitinho, o Grupo Musical Paraíba Forró Feliz, composto Bira Delgado, que é também nosso parceiro no Grupo Jampa Musical, Paulo Barreto(Violinista), Ivan Martins(Sanfoneiro) e Janete Santos(Produtora), seguiu para uma turnê de 30 dias na Europa.Na primeira escala o grupo irá com destino a Paris(França), onde participará de várias apresentações na Cidade Luz. Dali de Paris, o grupo irá no domingo, 23/04 até a cidade de Bruxelas na Bélgica. Depois irá para Lille, norte da França, onde ficarão boa parte da temporada. É de Lille sairão para as apresentações em outras cidades francesas, assim como em outros países. Ao se despedir, Bira Delgado garantiu que o grupo irá representar bem a nossa música e a nossa cultura.

RÔMULO GOUVEIA TEM DÚVIDA SE A LEGENDA TERÁ CANDIDATO AO GOVERNO EM 2018

Como já disse aqui mesmo neste espaço, essa união das legendas que andaram juntas em 2016, dificilmente se repetirá em 2018. Ora, o PSDB já fala em candidato ao governo e o PMDB também. Agora quem se mostra um tanto indeciso é o presidente regional do PSD partido do Prefeito Luciano Cartaxo, o deputado Rômulo Gouveia. Revela ele que seu partido poderá ter candidato ao Governo, mas pode trocar pela disputa ao Senado. “O desejo é que o PSD esteja na chapa majoritária, o nosso desejo obviamente é de disputar o Governo do Estado, mas se não for possível, a gente vai buscar um espaço para senador. Agora se a gente não sair na frente e não marcar espaço, vamos sequer fazer parte da majoritária”. Todo mundo sabe a ligação dele Rômulo com a família Cunha Lima e se Cássio for candidato ao Governo como parece, dificilmente Cartaxo terá legenda para a disputa, pois Jamais Rômulo baterá de frente com Cássio. Sobre a candidatura de Romero Rodrigues, evidente que tal não existe, seria ele um boi de piranha para desviar as criticas ainda muito cedo a figura de Cássio que seria lançado candidato faltando poucos meses para o pleito, evitando assim o natural desgaste.

VEREADORA QUER VER RICARDO COUTINHO COMO VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA

A vereadora Sandra Marrocos que andou nos últimos dias batendo muito boca com a vereadora tucana Eliza Virginia informou esta semana a imprensa, de que não será serei candidata a deputada estadual, em respeito ao povo de João Pessoa que lhe deu a oportunidade de voltar a ocupar um mandato de vereadora. Na mesma entrevista Sandra Marrocos fez uma revelação surpreendente, disse ela acreditar que o governador Ricardo Coutinho (PSB) tenha plenas condições de disputar uma vaga de senador ou até mesmo de vice-presidente do Brasil na chapa do ex-presidente Lula. Este aprendiz de digitador não tem duvida que Ricardo Coutinho conquistará uma das duas vagas de senador com muita facilidade.Com relação a um salto em nível nacional numa eventual chapa de Lula, penso ser impossível pois Lula, ou qualquer outro candidato de ponta, irá buscar um vice, num estado com mais peso político e que possa realmente alavancar a chapa e Ricardo em tal quesito, pouco acrescentaria por ser oriundo de um Estado de pouca expressão política no cenário nacional.

NO CENTRO HISTÓRICO CASA ABANDONADAS SERÃO DESAPROPRIADAS

Há muito a população pessoense assiste a verdadeira destruição de nossa s casas mais antigas, principalmente aquelas localizadas no Bairro Varadouro, Avenida João Machado e Trincheiras. Os proprietários abandonam as belas casas para que se tornem ruínas e eles possam vender os terrenos ou mesmo transformar em rendosos estacionamentos para veículos, sem que os órgãos que cuidam do patrimônio histórico e mesmo a Prefeitura de João Pessoa, adotem as providencias previstas em lei, dentre elas ‘O perdimento’ de tais imóveis, que antes de serem propriedades particulares, são também patrimônio histórico e que falam do nosso passado. Essa semana o vereador Fernando Milanez Filho, apresentou um projeto que prevê a retomada do imóvel para a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), caso seja confirmado o abandono. De acordo com o texto da matéria, serão consideradas abandonadas aquelas edificações cujos proprietários não possuam a intenção de mantê-la em seu patrimônio e não estejam em posse de outra pessoa; que possuírem pendências fiscais; que não estejam conservadas; ou que sejam utilizadas em desacordo com a finalidade econômica e social dos bens históricos. Finalmente alguém lembrou de preservar um pouco de nossa história, mas para isso independente de tal projeto se tornar lei é preciso também vontade política do gestor municipal para que tal lei não se trone letra morta como tantas existentes nos escaninhos da Prefeitura.


PINÇADOS NAS REDES SOCIAIS

A PETROBRAS NÃO SERVE AO POVO - VALERIO COSTA BRONZEADO

A incúria, os desmandos e os furtos na Petrobras confirmam a afirmação de Roberto Campos que empresa estatal não serve ao povo, só a duas classes que dela se apropriam: os funcionários que a pilotam e os políticos que a comandam. Jamais saí de um posto de gasolina satisfeito com a atuação da Petrobras. Ela nunca ofereceu ao povo brasileiro um preço justo e módico no combustível, mesmo com o Brasil auto-suficiente em petróleo. Sem a ma gestão e os desvios de recursos perpetrados por diretores indicados por partidos a gasolina poderia ser vendida a R$2.5 e o diesel a R$2,0

ISTOÉ DETONA LULA - CARLOS HENRIQUE ANGELO


Inúmeros depoimentos demonstram cabalmente que “a alma mais honesta que existe” – como o petista se autoproclamava – recebeu propina em dinheiro vivo, maquinou esquemas de desvios e de corrupção a torto e a direito e não se furtou de aproveitar as benesses do cargo para locupletar a família – filhos, irmãos & Cia – trecho do editorial “A metástase da corrupção em Brasília”, que anuncia o sepultamento político da jararaca e literalmente o sentencia à prisão. “Acabou” – conclui.Não é o que pensam, porém, os signatários do manifesto ““Projeto Brasil Nação”, lançado ontem em São Paulo por um grupo que reúne expoentes como Celso Amorim, Vagner Freitas, presidente da CUT, João Pedro Stédile, André Singer, Raduan Nassar, Fernando Haddad, Ciro Gomes, Wagner Moura e Chico Buarque. Como se nada tivesse acontecido. É infinita a desfaçatez dessa gente.

Esta coluna é publicada em no blogdopedromarinho.com e em três portais


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