Paraibanos Ilustres


ABELARDO DE (ARAUJO) JUREMA,

Nasceu na cidade de Itabaiana e após concluir os seus estudos ingressou na Faculdade de Direito do Recife, concluindo o curso em 1937. Além de ser advogado, sempre demonstrou veia jornalística; escreveu em diversos jornais em Pernambuco. Em João Pessoa, foi redator de A União. Também foi diretor do Departamento de Estatística e Publicidade; procurador adjunto da República; diretor da Rádio Tabajara; professor de Literatura do Liceu Paraibano; diretor do Departamento de Educação. Foi secretário do Interior e Justiça da Paraíba, foi ainda diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e do Instituto do Açúcar e do Álcool.Com o advento doEstado Novo em 1937, foi nomeado prefeito de Itabaiana, sua cidade natal, cargo no qual permaneceu até janeiro de 1938; prefeito nomeado de João Pessoa em 1946 e 1947.Em1950 foi eleito suplente do senador Rui Carneiro, vindo a exercer o mandato por duas vezes. Nas eleições de outubro de 1958 foi eleito deputado. Abelardo Jurema chega a ocupar a importante liderança do governo Juscelino Kubitschek na Câmara dos Deputados. Reeleito deputado federal pela Paraíba em 1962, Abelardo licencia-se do mandato em junho de 1963 para assumir a pasta da Justiça do governo João Goulart. porém, teve o mandato cassado e teve os direitos políticos suspensos com base no Ato Institucional nº 1. Em seguida, partiu para o exílio no Peru. Era membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano IHGP. Recebeu o título de Professor Honoris Causa da UFPB. - O ex-ministro da Justiça Abelardo Jurema morreu no dia 9 de fevereiro de 1999. Seu  nome foi lembrado no prédio que obrigou durante muitos anos o IPASE vizinho ao Palace Hotel em João Pessoa e pela Secretaria de Cidadania e Administração Penitenciária – Secap – que denominou a sala onde funciona a Procuradoria Jurídica da Pasta com o nome do mesmo.

ABDIAS DOS SANTOS PASSOS

Nasceu em Serra Redonda na Paraíba no ano de 1920 e faleceu na capital no ano de 1959. Foi advogado, comerciante e político.Foi vereador em João Pessoa, suplente de deputado e professor no Liceu paraibano.

ABDON CHIANCA

Nasceu na cidade de Areia, sendo o primeiro membro da família Chianca a residir na capital. É nome rua no Bairro dos Estados na capital paraibana.

Princesa Isabel, 11 de junho de 1906 — Brasília, 22 de maio de 1976) foi um advogado, poeta e político brasileiro.Iniciou o curso de Direito na capital cearense, mas bacharelou-se no Recife, em 1926, aos 20 anos de idade. A partir de 1930 começou a sua escalada como homem público. Antes de transferir-se para o Rio de Janeiro, foi nomeado prefeito de Princesa Isabel, após a morte do presidente João Pessoa, não chegando a tomar posse no cargo porque o município foi ocupado pelas Forças do Exército, por ordem do Ministro da Guerra. Foi nomeado, então, interventor do município paulista de Itápolis. Outros cargos que exerceu: Inspetor do Ensino Secundário, no Rio de Janeiro; Procurador da República, no estado de Espírito Santo; Oficial de Gabinete do Ministro da Educação; Consultor Jurídico do Ministério da Educação e Advogado da Polícia Militar, no Rio de Janeiro; Curador de Massas Falidas, no Rio de Janeiro. Exerceu, ainda, as Curadorias de Menores e de Família e Procurador de Justiça. Quando faleceu, era Ministro do Superior Tribunal Militar e Presidente da Campanha Nacional das Escolas da Comunidade.Além de advogado e político, Alcides Carneiro era, acima de tudo, um grande orador, seus discursos sensibilizavam qualquer público. Era também, poeta e trovador. Membro da Academia Carioca de Letras, Delegado da Academia Paraibana de Letras, junto à Federação das Academias Brasileiras de Letras do Brasil.É fundador da cadeira número 34 da Academia Paraibana de Letras, ingressou no dia 3 de novembro de 1962, recepcionado pelo acadêmico Horácio de Almeida. Atualmente a cadeira é ocupada por Humberto Mello.Alcides é nome de praça no Bairro de Manaira.

ABDON MILANEZ

Abdon Felinto Milanez nasceu no município de Areia, Paraíba. Iniciou sua carreira artística como compositor teatral. Sua primeira obra, a opereta "Donzela Teodora", com libreto de Arthur Azevedo, estreou em março de 1886 no Teatro Sant'Ana. Musicou ainda as peças "A loteria do amor", de Coelho Neto; "O bico do papagaio", de Eduardo Garrido,Mosca azul?, ?Dama de espada? e outras operetas de beleza melódica e realce dramático. Faleceu no Rio de janeiro a 1º de abril de 1927. O mesmo é autor do_Hino_do_Estado _da_Paraiba/Descendente de família ilustre do Brejo paraibano, Abdon logo cedo se transferiu para o Rio de Janeiro, tendo cursado Medicina na Faculdade de Medicina e Engenharia na Escola Politécnica, formando-se como engenheiro civil em 1880. Não fez estudos regulares de música, tendo-se iniciado no piano tardiamente. Abdon Milanez é paraibano como você.

  ADERBAL (DE ARAÚJO) JUREMA,

Advogado formado pela Faculdade de Direito do Recife, seria posteriormente ali professor. Diretor do Serviço de Informação Agrícola do Ministério da Agricultura (1946-1947) e secretário do ministro João Cleofas de Oliveira, além de Secretário de Educação nos governos de Etelvino Lins e Cordeiro de Farias.Ingressou na carreira política via PSDsendo eleito deputado federal em 1958 e 1962 chegando ao posto de vice-líder da bancada. Deposto o governo João Goulart e instituído o regime bipartidário pelos militares em meados dos anos 1960, Aderbal Jurema migrou para a ARENA por cuja legenda foi reeleito em 1966, 1970 e 1974. Senador biônico em 1978 migrou para o PDS e para o PFLsendo eleito presidente do diretório regional deste último em Pernambuco. Faleceu no curso do mandato vítima de câncer. Seu irmão, Abelardo Jurema, foi deputado federal pelaParaíba e Ministro da Justiça do governo João Goulart, sendo cassado logo após a deposição deste em 1964. Aderbal Jurema é um edifício de grande porte, o terceiro na lista de edificações mais altas do município brasileiro do Recife, estado de Pernambuco. Está localizado na Rua Real da torre no bairro da Madalena.

ALCIDES CARNEIRO

Princesa Isabel, 11 de junho de 1906 — Brasília, 22 de maio de 1976) foi um advogado, poeta e político brasileiro.Iniciou o curso de Direito na capital cearense, mas bacharelou-se no Recife, em 1926, aos 20 anos de idade. A partir de 1930 começou a sua escalada como homem público. Antes de transferir-se para o Rio de Janeiro, foi nomeado prefeito de Princesa Isabel, após a morte do presidente João Pessoa, não chegando a tomar posse no cargo porque o município foi ocupado pelas Forças do Exército, por ordem do Ministro da Guerra. Foi nomeado, então, interventor do município paulista de Itápolis. Outros cargos que exerceu: Inspetor do Ensino Secundário, no Rio de Janeiro; Procurador da República, no estado de Espírito Santo; Oficial de Gabinete do Ministro da Educação; Consultor Jurídico do Ministério da Educação e Advogado da Polícia Militar, no Rio de Janeiro; Curador de Massas Falidas, no Rio de Janeiro. Exerceu, ainda, as Curadorias de Menores e de Família e Procurador de Justiça. Quando faleceu, era Ministro do Superior Tribunal Militar e Presidente da Campanha Nacional das Escolas da Comunidade.Além de advogado e político, Alcides Carneiro era, acima de tudo, um grande orador, seus discursos sensibilizavam qualquer público. Era também, poeta e trovador. Membro da Academia Carioca de Letras, Delegado da Academia Paraibana de Letras, junto à Federação das Academias Brasileiras de Letras do Brasil.É fundador da cadeira número 34 da Academia Paraibana de Letras, ingressou no dia 3 de novembro de 1962, recepcionado pelo acadêmico Horácio de Almeida. Atualmente a cadeira é ocupada por Humberto Mello.Alcides é nome de praça no Bairro de Manaira.

 ANAYDE BEIRIZ,

Formou-se na Escola Normal em maio de 1922, aos dezessete anos de idade. Passou, assim, a lecionar, alfabetizando os pescadores da então vila de Cabedelo. A época, particularmente na Paraíba, Anayde não era bem vista por causa das idéias progressistas que alimentava: como poetisa, participava ativamente do movimento intelectual; como cidadã, defendia a participação das mulheres na política, em uma época em que sequer podiam votar; Em 1928, Anayde iniciou um relacionamento amoroso com João Dantas, político local ligado ao Partido Republicano Paulista, que fazia oposição ao então presidente do Estado (governador) da ParaíbaJoão Pessoa Cavalcanti de Albuquerque. Depois do violento confronto político que foi chamado República de Princesa, João Dantas acabou se refugiando no Recife. João Pessoa, acuado pelos adversários, reagiu e mandou a polícia revistar as casas dos revoltosos e suspeitos, em busca de armas que pudessem ser utilizadas em uma revolta armada. Um desses locais foi o escritório de João Dantas na cidade da Paraíba, invadido em 10 de julho de 1930. Embora não tenham sido encontradas armas, os policiais depredaram as instalações e arrombam o cofre, onde foi encontrada a correspondência de Dantas, inclusive cartas e poemas de amor recebidos de Anayde. Tais cartas foram divulgadas junto a algumas pessoas da sociedade, visando atingir a honra de Dantas. Em 26 desse mesmo mês, João Dantas, acompanhado de um cunhado, Augusto Caldas, entrou na Confeitaria Glória, no Recife, onde se encontrava João Pessoa e disparou contra o peito de João Pessoa, matando-o, sendo também ferido levemente por um tiro disparado pelo motorista do presidente assassinado. Anayde sentiu-se acuada após o assassinato, abandonou a sua residência na Paraíba e foi morar num convento no Recife. Dantas foi encontrado morto em sua cela, em 3 de outubro do mesmo ano, no início da Revolução de 1930. Embora tenha sido declarado o suicídio como causa mortis à época, as lesões em seu corpo e no seu cunhado Augusto Caldas, desmentem tal versão. Anayde veio a falecer, dias depois, aos 25 anos de idade, supostamente porenvenenamento provocado por ela, quando sob os cuidados de freiras.

ANTÔNIO BARROS

Nascido em Queimadas de Campina Grande, na Paraíba.
Chegou ao Rio de Janeiro em 1960 e ali procurou e encontrou o seu, tendo como fiel companheira na luta a sua esposa Céceu. Em 1961 gravou o seu primeiro disco,Nesse disco podemos encontrar algumas músicas que foram sucessos nas interpretações de outros artistas, entre elas podemos descascar um de seus maiores sucessos "Procurando tu", gravada pelo Trio Nordestino e "O que será de nós", gravada por Marinês. O Cantor e compositor paraibano Antonio Barros é considerado, por muitos artistas, como um dos melhores no gênero nordestino. O mesmo tem mais de 700 composições gravadas por trios, sanfoneiros e artistas de destaque como Luiz Gonzaga, Jackson do pandeiro, Trio Nordestino, Genival Lacerda, Marinês, Elba Ramalho e Ney Matogrosso, entre outros. Antônio Barros é paraibano como você.

 ANTONIO LUSTOSA CABRAL

Nasceu na cidade de Patos-PB no ano de 1902 e faleceu no Rio de Janeiro em 1970. Foi advogado e funcionário do Banco do Brasil, presidene do Sindicato dos Bancários de Pernambuco e foi ainda membro do Conselho Fiscal do Instituto de Pensões e Aposentadorias dos Bancários – IAPB, no Rio de Janeiro. É nome de rua em Tambaú na capital paraibana.

ANTONIO (MARQUES DA SILVA) MARIZ,

 (João Pessoa5 de dezembro de 1937 — 16 de setembro de 1995) foi umpolíticobrasileiro.Foi prefeito de Sousa (1963-1969), deputado federal (1971-1983 e1987-1991), senador pela Paraíba (1991-1994) e governador da Paraíba de 1 de Janeirode 1995 até 16 de setembro de 1995, quando morreu.Foi sucedido pelo seu vice, José Targino Maranhão.

ARIANO VILAR SUASSUNA


Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa, aos 16 de junho de 1927, filho de Cássia Villar e João Suassuna. No ano seguinte, seu pai deixa o governo da Paraíba e a família passa a morar no cariri, na Fazenda Acauhan, em Taperoá.Com a Revolução de 1930, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. A partir de 1942 passou a viver no Recife, onde terminou, em 1945, os estudos secundários no Ginásio Pernambucano e no Colégio Osvaldo Cruz. No ano seguinte iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.Em 1950, formou-se na Faculdade de Direito e recebeu o Prêmio Martins Pena pelo Auto de João da Cruz. Deste ano a 1956, dedicou-se à advocacia, sem abandonar, porém, a atividade teatral. São desta época O Castigo da Soberba (1953), O Rico Avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.Em 1956, abandonou a. Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto “Três Séculos de Música Nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura. Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, no Governo Miguel Arraes (1994-1998).Entre 1958-79, dedicou-se também à prosa de ficção, publicando o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971) e História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao Sol da Onça Caetana (1976), classificados por ele de “romance armorial-popular brasileiro”.Ariano Suassuna construiu em São José do Belmonte, onde ocorre a cavalgada inspirada no Romance d’A Pedra do Reino, um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50 m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.Membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2000, Ariano Suassuna foi tema de enredo no carnaval carioca na escola de samba Império Serrano; em 2008, foi novamente tema de enredo, desta vez da escola de samba Mancha Verde no carnaval paulista. Em 2013 sua mais famosa obra, o Auto da Compadecida será o tema da escola de samba Pérola Negra em São Paulo.Em 2006, foi concedido título de doutor honoris causa pela Universidade Federal do Ceará, mas que veio a ser entregue apenas em 10 de junho de 2010, às vésperas de completar 83 anos. "Podia até parecer que não queria receber a honraria, mas era problemas de agenda", afirmou Ariano, referindo-se ao tempo entre a concessão e o recebimento do título.[ Obras selecionadas
 

APOLONIO SALES DE MIRANDA

- nasceu em Alagoa GrandePB em  14 de julho de 1916 e faleceu em 18 de março de 1963. Foi funcionário público e também,  um polemico político paraibano. Adulto se transferiu para o Rio de Janeiro, então Distrito Federal e tomou-se  funcionário do Instituto de Previdência e Assistência aos Servidores do Estado.Foi prefeito de João Pessoa de 30 de Novembro de 1955 a 30 de Novembro de 1959, sendo preso durante o mandato o que gerou

APOLÔNIO ZENAIDE PEREGRINO DE ALBUQUERQUE.

Político e advogado patoense.Na política, sua primeira figura de projeção foi o Dr. Apolônio Zenaide Peregrino de Albuquerque, que eleito deputado provincial, estadual e federal, em várias legislaturas, presidiu a Assembléia Legislativa por duas vezes. E, ao falecer em 1908, estava eleito para o Senado da República.

AURÉLIO MORENO DE ALBUQUERQUE

Nasceu no dia 27 de novembro de 1912, na cidade de Areia, e faleceu em João Pessoa no dia 9 de julho de 1981.Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, bacharelando-se em 1937. Posteriormente, graduou-se em Filosofia, Geografia e História, pela Universidade Federal da Paraíba. Foi professor do Curso Elementar em Alagoa do Monteiro e no Grupo Escolar “Abel da Silva”, de Ingá, exercendo, também, a direção daquela escola.

Na capital do Estado lecionou no Colégio Estadual, na Escola Industrial, na Faculdade de Ciências Econômicas e na Universidade Federal da Paraíba.
Foi Promotor Público das Comarcas de São João do Cariri, Bananeiras, Itabaiana, Santa Rita, Campina Grande e João Pessoa. Em 1982, foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Estado, onde ocupou a presidência da Câmara Criminal de Justiça, por duas vezes.

Ingressou no jornalismo nos idos de 1930. Inicialmente, como colaborador do jornalzinho editado pelo Grêmio 24 de março, no Liceu; depois, em A Imprensa e em A União. No jornal A União, ele assinava uma coluna diária, intitulada “Flagrantes”, passando depois a ser publicada no Correio da Paraíba e em O Norte. Eventualmente, publicava artigos no Diário de Pernambuco.

Era membro da Academia Paraibana de Letras, tendo exercido a sua presidência, fazendo uma profícua administração.Deixou publicado: Justiça e Vida, 1977; Areia, seu passado, seu presente, 1925; O areiense Joaquim da Silva, 1977; Sobretudo um homem de bem, 1973.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 20 de outubro de 1978.

 

BARTÔ GALENO

Bartolomeu da Silva nasceu em Souza, na Paraíba em 20/5/1950, mas com dez anos mudou-se com a família para Mossoró no Trio Grande do Norte. O seu primeiro sucesso foi lançado no fim da década de 70, a música denominada: No Toca-Fitas do Meu Carro, que é um de seus maiores sucessos até hoje. Em 78 Bartô lançou o disco: Só Lembranças, seu disco de 78, emplacou Cadeira Vazia e Amor Vagabundo, ambas divididas com Carlos André, seu parceiro mais freqüente.Em mais de 20 anos de carreira romântica, foi regravado pelos Trios Irakitan e Nordestino, além de ter varrido o país com outro hit, Amor com Amor se Paga.Bartô GalenoLogo cedo, o garoto começou a compor. Já adulto mudou-se para para o Rio de Janeiro, onde conseguiu gravar cerca de 40 músicas Bartô encaminhou seus filhos também para a arte. Bartôzinho já faz sucesso há muito tempo, é contratado da TV Diário, de Fortaleza, como cantor e como ator. Compõe e canta. Bartô Galeno é paraibano como você.

BILIU DE CAMPINA

Nasceu em Campina Grande em 01/03/1949. Formado em Direito, deixou a profissão de advogado para ser forrozeiro. É um referencial e um patrimônio cultural da cidade. . Biliu lançou três discos independentes: Tributo a Jackson e Rosil; Forró O Ano Inteiro e Matéria Paga. E lançou dois CDs independentes: Do Jeito Que O Diabo Gosta e Forrobodologia. Em 2002 mantendo seu lado irreverente, lança: Diga Sim A Biliu de Campina, trocadilho da campanha nacional do Combate a Pirataria: Diga Não a Pirataria. O Forró de Biliu tem toda a essência dos forrós tradicionais, com um suingue característicos dos discípulos de Jackson e uma irreverência no duplo sentido das letras que mostra bem toda a malicia e o bom humor nordestino. Biliu de Campina é paraibano como você.

 

CARLOS DE GOUVEIA COÊLHO (Dom)

Nasceu na capital do Estado da Paraíba, no dia 28 de dezembro de 1907.Ordenou-se padre em 09 de fevereiro de 1930, nesta capital, seguindo depois para a cidade de Cajazeiras, no sertão do Estado, como secretário da diocese e diretor do Colégio Diocesano, retornando a João Pessoa em 1932.

D. Carlos Coêlho foi um líder religioso, educador da mocidade, jornalista e professor. Culto e inteligente. Antes de ser eleito bispo, lecionou em vários colégios da capital. Foi capelão do Colégio Pio X e do Colégio Nossa Senhora de Lourdes; assistente eclesiástico da União dos Moços Católicos e das Noelistas; secretário da Liga Eleitoral Católica; diretor do jornal A Imprensa, de 1933 a 1942; diretor do Departamento de Educação do Estado, em 1947. Em 1948, foi designado Bispo de Nazaré da Mata, Estado de Pernambuco, ficando aí até 1955, quando foi transferido para a Diocese de Niterói, RJ. Em 1960, foi nomeado Arcebispo de Olinda e Recife, cargo em que permaneceu até o dia 7 de março de 1964, quando faleceu.
 

CARMEM COÊLHO DE MIRANDA FREIRE


Nasceu em João Pessoa, em 12 de janeiro de 1912, e faleceu a 2 de abril de 2003. Fez o curso primário e o secundário no Colégio Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa, diplomando-se professora em novembro de 1931. Iniciou suas atividades no magistério como professora do Jardim de Infância, criado por ela. Em 1933, foi designada para lecionar no Grupo Escolar “Isabel Maria das Neves”, dedicando-se a esse educandário durante sete anos, deixando-o para assumir a Cadeira de História Geral no Liceu Paraibano, para onde foi nomeada em 1940. Nesse mesmo ano passou a integrar o quadro de professores do Colégio Nossa Senhora de Lourdes e, em 1954, passou a ser professora catedrática de História do Brasil, no Liceu. Em 1962, após 28 anos consagrados ao magistério, Carmem Coêlho aposentou-se.

Fundou o Núcleo Noelista da Paraíba, uma organização cultural e religiosa internacional, sendo a sua primeira presidente; fundou a Instituição das Domésticas de Santa Rita e a Casa de Santa Rita, de aprendizagem profissional de formação cristã, visando a promoção social da empregada doméstica.Era sócia fundadora do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica, tendo realizado várias viagens à Europa com o objetivo de aprimorar seus conhecimentos de História e Genealogia.

Recebeu o título de Cidadã Pessoense Benemérita, em 4 de maio de 1984 e a Comenda do Mérito Cultural “José Maria dos Santos”, outorgada pelo IHGP.

Publicou os livros: Notas Genealógicas das Famílias Gouvêa, Meira Henriques, Albuquerque Maranhão e Vieira Coêlho, 1971; A Mansão da Praça Bela Vista, 1972; História da Paraíba para uso didático (dois volume reunidos num só), 1979; Cifrado 110 (peça teatral), Notas históricas sobre a cidade de Santa Rita, 1977; Diná, 1975; As Ruas onde morei – 1918-1950, 1998.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano em 17 de agosto de 1976, apresentando o trabalho sobre a vida e a obra de Leonardo Antunes de Meira Henriques.


CÁTIA DE FRANÇA

Paraibana de João Pessoa (13/2/1947) Nascida Catarina Maria de França Carneiro, desde menina dominava vários instrumentos. Foi professora de música por algum tempo, até começar a compor em parceria com o poeta Diógenes Brayner. Participou de festivais de música popular na década de 60, época em que viajou à Europa com um grupo folclórico. De volta ao Brasil, contatou outros músicos nordestinos, como Zé Ramalho, Elba Ramalho, Amelinha e Sivuca. O primeiro LP solo, 20 Palavras ao Redor do Sol, foi lançado em 1979, com músicas compostas com base em poemas de João Cabral de Melo Neto. Uma música da cantora foi trilha sonora do filme Cristais de Sangue, de 1975. Foi parceira de palco de Jackson do Pandeiro durante a primeira versão do Projeto Pixinguinha, em 1980. Cátia gravou três LPs: Vinte Palavras ao Redor do Sol, Estilhaços e Feliz Demais, e dois CDs: Avatar (com participações de Chico César e Xangai ) e Cátia de França canta Pedro Osmar.O primeiro LP solo, "20 Palavras ao Redor do Sol", foi lançado em 1979, com músicas compostas sobre poemas de João Cabral de Melo Neto. Catia de França é paraibana como você.


CELSO MONTEIRO FURTADO

Nascido no interior da Paraíba, na cidade de Pombal, alto sertão do estado, estudou no Liceu Paraibano e no Ginásio Pernambucano do Recife. Muda-se em 1939 para o Rio de Janeiro. No ano seguinte ingressa na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tendo concluído o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais em 1944, Criou a pedido do presidente Juscelino Kubitschek, em 1959, a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). "Formação Econômica do Brasil", a mais consagrada obra de Celso Furtado, foi publicada nesse ano, no mesmo período em que o autor ocupava o cargo de diretor do BNDE do governo de Juscelino Kubitschek. Em 1962, no governo João Goulart, foi nomeado o primeiro Ministro do Planejamento do Brasil, elaborando o Plano Trienal. Em 1963 retornou à superintendência da SUDENE, criando e implantando a política de incentivos fiscais para investimentos na região.Com a edição do Ato Institucional nº 1 (AI-1), Celso Furtado foi incluído na primeira lista de cassados, perdendo seus direitos políticos por dez anos.
 

CLÓVIS BEZERRA CAVALCANTI

Nascido na cidade brasileira de Bananeiras.Foi prefeito de Bananeiras.Atuou como deputado estadual por várias legislaturas, chegando a presidência da Assembléia Legislativa.[1]Foi vice-governador por duas vezes. No 1o. Governo de Tarcisio Burity, com a desimcompatibilização do titular para concorrer nas eleições de 1982, assumiu o governo do estado da Paraíba entre maio de 1982 e março de 1983.[2] O Estádio Governador Clóvis Bezerra é um estádio de futebol, localizado na cidade brasileira de Bananeiras e nome de rua no Bairro de Magabeira, além de ter o seu nome lembrado numa escola da rede estadual, localizada no Município de Dona Inês.
 

CLÓVIS DOS SANTOS LIMA

Nasceu no dia 25 de janeiro de 1908, na cidade de Serraria, Paraíba, e faleceu em João Pessoa no dia 15 de outubro de 1974. Era filho de Elvídio Duarte dos Santos Lima e Dª. Maria Júlia dos Santos Lima. Era casado com Maria Siqueira Lima, tendo deixado dois filhos: Roberto e Vitória.

Estudou em escolas de Serraria e no Instituto Bananeirense, tradicional educandário da cidade de Bananeiras. Mais tarde, veio para a capital do Estado, matriculando-se no Colégio Diocesano Pio X e no Liceu Paraibano, iniciando aí o curso secundário que fora concluir no Ginásio Pernambucano, no Recife, onde também se bacharelou em Direito na tradicional Escola do Recife.

Formado, tornou à Paraíba e iniciou sua vida profissional. Exerceu os cargos de Promotor Público das Comarcas de Princesa Isabel, Mamanguape, Santa Rita e João Pessoa; Delegado da Ordem Política e Social; Chefe de Polícia do Estado; Secretário do Interior, interino; Secretário da Agricultura; Presidente da Junta de Conciliação e Julgamento de João Pessoa, de 1941 a 1959, quando foi promovido, por merecimento, para o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª. Região, no Recife, como Juiz Togado.

Clóvis Lima foi o introdutor do Ensino Superior na Paraíba. Foi ele quem providenciou e ofereceu ao Governador José Américo de Almeida os subsídios necessários à execução do projeto para a implantação de uma Universidade na Paraíba; foi fundador e primeiro diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da Paraíba, lecionando nessa instituição as cadeiras de Geografia Econômica e Legislação Social; foi professor-fundador da Faculdade de Direito, onde preencheu a cadeira de Direito do Trabalho. Na Faculdade de Filosofia da Universidade Federal, lecionou Geografia Humana.

Era membro da Academia Paraibana de Letras, onde exerceu a Presidência sucedendo o acadêmico Oscar de Castro, tendo renunciado o cargo em 1973, por não ter sido atendido nos seus pleitos junto ao Governo do Estado. Era sócio do Instituto de Direito Social de São Paulo; membro titular do Instituto Latino-Americano de Direito do Trabalho e Previdência Social; membro de La Societé de Geographie de Paris. Foi agraciado com as medalhas comemorativas do centenário de nascimento de Rui Barbosa e dos 430 anos da Cidade do Recife e com a medalha La Cité Carcassone-França, conferida pela Sociedade de Geografia de Paris. Recebeu o título de Cidadão de João Pessoa, Recife, Penedo, Maceió e Catende.

Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 25 de maio de 1945, tendo exercido a Presidência do IHGP por 13 anos e mais três como Vice-Presidente. Seu principal feito foi a construção da sede própria do Instituto.

Além dos inúmeros trabalhos publicados em Revistas do Tribunal do Trabalho, do IHGP e da APL, na imprensa do Norte e Nordeste do País, Clóvis Lima deixou uma vasta bibliografia.
 

DOMINGOS DE AZEVEDO RIBEIRO

Nasceu em Pirpirituba, nasceu no dia 18 de agosto de 1921. Estudou no Liceu Paraibano, onde iniciou suas atividades literárias e musicais. Por esse tempo tornou-se amigo do musicólogo Mário de Andrade, que o estimulou a estudar a música paraibana, pois, já via no jovem estudante um musicista de valor. Domingos Azevedo, que já trazia consigo a vocação para a musica, com o incentivo de Mário de Andrade decidiu aprofundar seu conhecimento e começou o incansável trabalho de pesquisa, o que lhe valeu a coleta de farto material que ele doou à Fundação Espaço Cultural, encontrando-se à disposição do público no Centro de Documentação e Pesquisa Musical “José Siqueira”, coordenado por ele, naquela Fundação.

Ainda estudante, no Liceu, foi secretário do Grêmio Literário “Castro Alves”; secretário do Grêmio “Augusto dos Anjos”; membro do Centro Aviatório “Santos Dumont” e do Centro do Estudante da Paraíba; participou do Coral Carlos Gomes e do Coral Vila Lobos, este dirigido por Gazzi de Sá.

De 1967 a 1981, exerceu a função de Juiz Classista da 1ª. Junta de Conciliação e Julgamento de João Pessoa. Dirigiu a Orquestra Sinfônica da Paraíba, de 1952 a 1965; foi fundador e primeiro presidente da Orquestra de Câmara de João Pessoa; foi um dos fundadores do Conservatório de Música e Coordenador de Música da Secretaria de Educação e Cultura do Estado.Foi fundador e primeiro presidente da Academia Paraibana de Música. Foi membro da Sociedade de Cultura Musical da Paraíba; Foi membro da Sociedade Brasileira de Museologia, sediado em São Paulo; Vice-diretor do Centro Nordestino de Pesquisa e Musicologia, com sede no Recife. Pertenceu aos quadros da Associação Paraibana de Imprensa (API) e da Academia Brasileira de História; foi Vice-Presidente da Academia de Letras Municipais do Brasil, Secção da Paraíba e membro do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica, do qual foi seu Presidente. Foi sócio correspondente do Colégio Brasileiro de Genealogia (Rio), da Academia de Letras de Campina Grande, do Instituto Histórico do Rio Grande do Norte e do Instituto Arqueológico e Geográfico Pernambucano.

Domingos Azevedo foi o organizador do I Congresso de Música do Nordeste, realizado em 1949. É autor de mais de 30 livros.Domingos de Azevedo Ribeiro ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 22 de agosto de 1978, sendo saudado pelo historiador Afonso Pereira da Silva. No Instituto ocupou vários cargos da Diretoria, tendo exercido a Presidência interinamente. Recebeu a Comenda do Mérito Cultural “José Maria dos Santos”.

 

 ERNÂNI AIRES SÁTIRO E SOUZA


Patos, 11 de setembro de 1911 — Brasília, 8 de maio de 1986) foi um fazendeiro , poeta, cronista, romancista, ensaísta e político brasileiro, que exerceu oito mandatos de deputado federal pela Paraíba. Foi ainda prefeito de João Pessoa e governador da Paraíba.Pertenceu à Academia Paraibana de Letras, à Academia Brasiliense de Letras. Filho de Miguel Sátiro e Sousa e Capitulina Ayres Sátiro e Sousa. Formou-se em 1933 pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco. Em 1934 elege-se deputado estadual pelo Partido Republicano Libertador (PRL) e exemplo do que fizera antes o pai. Durante a vigência do Estado Novo getulista, dedicou-se à advocacia, fase interrompida apenas em 1940 quando foi nomeado prefeito de João Pessoa, cargo que exerceu por apenas dezoito dias.Prócer da UDN foi eleito deputado federal para a Assembléia Nacional Constituinte em 1945 sendo reeleito em 1950, 1954, 1958 e 1962. Partidário do Golpe Militar de 1964 é eleito presidente da UDN, o último antes da instituição do bipartidarismo pelo Ato Institucional Número Dois em 27 de outubro de 1965. Ernani Sátiro ingressou na ARENA e foi reeleito em 1966. Líder do governo Costa e Silva na Câmara dos Deputados entre 1967 e 1968, renunciou ao mandato em 9 de maio de 1969 após ser escolhido ministro do Superior Tribunal Militar. Em 1970, é escolhido governador da Paraíba pelo presidente Emílio Garrastazu Médici,[1] fato que o levou a abdicar da toga ministerial.De volta à política Ernani Sátiro foi reeleito deputado federal em 1978 e 1982 quando já estava no PDS. Em seu último mandato ausentou-se da votação da emenda Dante de Oliveira em 1984 e votou em Paulo Maluf no Colégio Eleitoral em 1985. Ficou conhecido por tratar a todos que encontrava pela expressão "amigo velho".É o fundador da cadeira número 32 da Academia Paraibana de Letras, que tem como patrono Carlos Dias Fernandes. Atualmente é ocupada por Wills Leal. Assumiu a sua cadeira em 3 de agosto de 1963, com saudação do acadêmico Ivan Bichara.
 

EUDES DE LUNA FREIRE CORREIA DE BARROS

Nasceu no dia 1º de janeiro de 1905, em Alagoa Nova, Paraíba, filho de Alfredo Correia de Barros e de Pia Luna Freire. Faleceu no Rio de Janeiro no ano de 1975.Eudes Barros deixou Alagoa Nova e fixou-se na capital do Estado. Logo cedo demonstrava aptidão para as letras, passando a atuar nos jornais da capital e a integrar os grupos intelectuais da terra. Aos 17 anos iniciava a publicação dos seus escritos nos jornais, os quais tiveram boa aceitação pelo público leitor.

Jornalista profissional, competente e dedicado ao trabalho, por muito tempo Eudes Barros foi redator chefe de A União, onde mantinha uma coluna diária. Foi diretor do jornal O Norte e A Rua, publicando também artigos na Revista do IHGP.

Transferiu-se para Recife. Lá, trabalhou como redator do Diário da Manhã e no Diário da Tarde, integrando, posteriormente, os Diários Associados, colaborando no Diário de Pernambuco. Mais tarde, seguiu para o Rio de Janeiro. Instalado na capital da República, Eudes Barros passou a conviver com os velhos casarões históricos, com a belíssima paisagem carioca que ele muito admirava e deixava-se envolver, sendo motivo de reflexão. Militando na imprensa do Rio, trabalhou como redator da Agência Nacional; Assessor da Associação Comercial e redator chefe da Revista Comercial, quando teve oportunidade de escrever o livro A Associação Comercial no Império e na República.

Deixou publicados: Cânticos da terra jovem; Fontes e pauis; Dezessete, (Romance); Eles sonharam com a liberdade; O fenômeno estético de Carlos Dias Fernandes; O Lírio e o Cabaret; A poesia de Augusto dos Anjos; Sacrifício; Sadi e Ágaba; A Paraíba e a Independência; Repercussão na Paraíba da Revolução Praieira.

 FLÁVIO JOSÉ -

Nasceu na pequena Monteiro/PB. Aos 7 anos, fazia a sua iniciação no universo mágico das teclas. Aos 10 anos já tocava o seu pequeno fole de 24 baixos, animando as festinhas do lugar. FLÁVIO JOSÉ é um predestinado, largou a carreira de funcionário do Banco do Brasil e cantando e seguindo a canção foi construindo a sua história, até entrar definitivamente para o seleto grupo que é referência e citação obrigatória nos anais da MPB. Hoje, após 8 LPs, dezenas de CDs, milhares de shows e eventos, FLÁVIO JOSÉ possui uma carreira consolidada. Reverenciado como o Rei do Xote, permanece fiel ao estilo que abraçou, até os dias atuais. Essa fidelidade é retribuída pelo enorme carinho que lhe é devotado pelos inúmeros fãs. Para atendê-los, o artista promove em média 100 shows por ano. FLÁVIO JOSÉ é nome consolidado, de liderança inconteste e com um público altamente fiel, que não aceita que o mesmo mude as suas características de forró autentico. Flávio José é paraibano como você.

JAIRO AGUIAR

Jairo Alves de Souza Aguiar nasceu 11/9/1937 João Pessoa, PB - Iniciou a carreira na década de 1950, cantando na Rádio Clube Pernambuco. Em 1954, participou do concurso "Primeiro Campeonato de Cantores Novos", promovido pela Rádio Nacional e apresentado por César de Alencar. Ficou em primeiro lugar, cantando músicas do repertório de Jorge Goulart e Carlos Galhardo. Em 1956, foi contratado pela gravadora Copacabana onde estreou com sucesso cantando o samba "Uma noite no Rio", de sua autoria em parceria com Aôr Ribeiro e Mário Mascarenhas. Pela gravadora Copacabana lançou 20 discos de 78 rpms, 10 compactos e 12 LPs, perfazendo quase 200 músicas, muitas composições de sua autoria. Seus maiores sucessos foram: Atuou no Teatro de Revista e também em filmes produzidos por Carlos Imperial. Na década de 1960 excursionou pela Argentina e o Uruguai. Voltou ao disco em 1990, lançando "Emoção maior", pela somarj. Em 2001, lançou o CD "Jairo Aguiar reconquista sucessos". Jairo Aguiar é paraibano como você.

JACKSON DO PANDEIRO


José Gomes Filho (Alagoa Grande, 31 de agosto de 1919 – Brasília, 10 de julho de 1982), foi um cantor e compositor de forró e samba, assim como de seus diversos subgêneros, a citar: baião, xote, xaxado, coco, arrastapé, quadrilha, marcha, frevo, dentre outros. Também conhecido como O Rei do Ritmo. Paraibano de Alagoa Grande, Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão, que lhe deu o seu primeiro instrumento: o pandeiro.
 
Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry.[2] A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: "Sebastiana", de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: "Forró em Limoeiro", rojão composto por Edgar Ferreira.

No Rio de Janeiro, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com "O Canto da Ema", "Chiclete com Banana" e "Um a Um". Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.
O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele. [3] Muitos o consideram o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino. Sua discografia compreende mais de 30 álbuns lançados no formato LP. Desde sua primeira gravação, "Forró em Limoeiro", em 1953, até o último álbum, "Isso é que é Forró!", de 1981, foram 29 anos de carreira artística, tendo passado por inúmeras gravadoras.

Durante excursão empreendida pelo país, Jackson do Pandeiro que era diabético desde os anos 60, morreu aos 62 anos, no dia 10 de julho de 1982, na cidade de Brasília Hoje seus restos mortais se encontram na sua terra natal (Alagoa Grande) localizado não no cemitério local, mais sim em um memorial preparado em sua homenagem pelo povo alagoagrandense.

 

HUMBERTO COUTINHO DE LUCENA


João Pessoa, 22 de abril de 1928 — São Paulo, 13 de abril de 1998) foi um político brasileiro.Filho do casal Severino de Albuquerque Lucena e Maria Hilda Coutinho de Lucena. Sua família detinha grande prestígio político no estado da Paraíba. Seu avô Solon Barbosa de Lucena foi governador do estado em 1916 e de 1920 a 1924.Iniciou seus estudos na capital paraibana, passando pelo Lyceu Paraibano e por fim prestando vestibular para o curso de direito na Faculdade de Direito do Recife.
A primeira eleição de Humberto Lucena foi para a assembleia legislativa estadual em 1950, sendo eleito pelo PSD. É reeleito deputado estadual em 1954 e chega a ter a liderança do partido na casa legislativa. Em 1958, concorre a uma vaga de deputado federal na câmara e mais uma vez é eleito pelo PSD. Se reelege em 1962, 1966 e 1974.
Com o golpe de 1964 o PSD é extinto, sendo criado um sistema baseado no bipartidarismo. Os partidos que emergem dessa mudança são a ARENA, representante do governo e o MDB,a oposição. Humberto Lucena filia-se ao MDB. Nas eleições de 1978 é eleito senador, tornando-se líder do partido no Senado. Com a anistia e o fim do bipartidarismo, permanece no MDB agora PMDB sendo seu líder de 1982 a 1984 e líder do PMDB e do governo José Sarney em 1985.Em 1987 pela primeira vez assumiu a presidência do Senado retornando no biênio 1993-1994. É de sua autoria a emenda de manutenção do presidencialismo no Brasil na constituíção de 1988.
Faleceu no exercício de seu terceiro mandato de senador da República, quando presidia a Comissão Especial de Reforma Política e Partidária.

 MANOEL ARRUDA CÂMARA


Pombal, 1752 — Goiana, 2 de outubro de 1810), foi um religioso, médico e intelectual brasileiro. Notabilizou-se como um dos grandes botânicos do final do século XVIII.Em 23 de novembro de 1783 professou a regra dos Carmelitas Calçados no Convento de Goiana, em Pernambuco. Posteriormente Manuel Arruda Câmara e seu irmão, chamado Francisco, como o pai, viajaram à Europa, a fim de estudar. Formou-se em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e, mais tarde, recebeu o grau de doutor em Medicina na Universidade de Montpellier, na França.
Retornou em 1793 a Pernambuco, estabelecendo-se em Goiana, incumbido pela Coroa portuguesa de realizar diversos levantamentos naturais na região Nordeste do Brasil:
Como maçom foi fundador do Areópago de Itambé, uma sociedade filosófica de caráter liberal, cujas idéias influenciaram a Conspiração dos Suassunas (1801).Em sua homenagem, há, em João Pessoa, capital paraibana, um parque zoobotânico com seu nome, o Parque Arruda Câmara, popularmente conhecido como "Bica". Além disso, é patrono de uma das cadeiras da Academia Paraibana de Letras.
 

MAURÍLIO AUGUSTO DE ALMEIDA

Nasceu no dia 8 de junho de 1926, na cidade de Bananeiras, Paraíba.

Já adulto ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco, diplomando-se em 1950. Especializou-se em Patologia Clínica. Posteriormente, fez estágios em laboratórios das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife.
Foi diretor proprietário de uma das mais modernas clínicas de João Pessoa, com várias filiais espalhadas em diferentes bairros da capital, e que ainda hoje servem de ponto de referência aos que procuram bons serviços laboratoriais.

Era professor catedrático e fundador da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba, tendo recebido o título de Professor Emérito; lecionou na Escola de Enfermagem Santa Emília de Rodat, em João Pessoa. Era membro de várias entidades médicas: Sociedade de Medicina e Cirurgia da Paraíba; Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia; Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Bacteriologia; Sociedade Brasileira de Endocrinologia; e Sociedade Interamericana de Patologia.

Foi sócio fundador do Lions Club de João Pessoa, ocupando a presidência por duas vezes e sendo agraciado com várias medalhas.

Manteve uma vida bastante ativa, dividida entre a medicina – sua paixão –, a literatura e o campo. Deixou uma das mais bem organizadas bibliotecas particulares, com um acervo de mais de 50 mil volumes catalogados, que seus descendentes estão transformando numa Fundação.

Era membro de diversas entidades culturais: Academia Paraibana de Letras, Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, membro fundador da Academia Nordestina de Letras e Artes; membro efetivo da Academia Brasileira de História; sócio fundador da Academia Paraibana de Medicina; sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte; sócio correspondente da Academia de Letras do Rio Grande do Sul. Como títulos honoríficos, foram-lhe outorgados o diploma de Comendador da Legião do Mérito “Presidente Antônio Carlos”, de Minas Gerais; Medalha “Amigo da Marinha de Guerra do Brasil” e placa de Honra ao Mérito na VI Noite da Cultura/Paraíba, concedida pelo Conselho Estadual de Cultura.

Maurílio de Almeida ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano no dia 8 de junho de 1977, e foi saudado pelo consócio José Fernandes de Lima.

 

 MIGUEL JANSEN FILHO

Nasceu no dia 1º de maio de 1925, na cidade de Monteiro, Estado da Paraíba e faleceu em São Paulo, no dia 18 de julho de 1994; filho de Miguel Jansen de Paiva Pinto e D. Maria Virgem de Paiva Pinto. Iniciou o curso primário em Monteiro, no Grupo Escolar Miguel Santa Cruz, concluindo no Colégio Olegário Barros, em Taubaté, São Paulo, cursando, também, aí, no secundário, formando-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito das Faculdades Metropolitanas Unidas de São Paulo. Jansen Filho começou a fazer versos, ainda criança, em Monteiro, influenciado pela presença dos violeiros e repentistas que freqüentavam as feiras livres do interior. Deixando o sertão, estabeleceu-se no Rio de Janeiro e, lá, qual um trovador medieval, era convidado a declamar as suas poesias nas mais nobres residências da Cidade Maravilhosa, sendo aplaudido e admirado por todos. Recebeu o título de Cidadão Honorário da Cidade de São José dos Campos; Membro Benemérito da Academia de Letras da Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie, de São Paulo; Troféu da Academia Paraibana de Poesia, de João Pessoa; homenageado com a criação do Grêmio Literário Jansen Filho, do Lyceu Paraibano; Membro da Academia Joseense de Letras de São José dos Campos, entre outros títulos e honrarias. OBRAS:Auroras e crepúsculos, 1948; A coruja do meu bairro, 1949; Céus da minha aldeia; Canções de Marizete, 1951, Negros que os meus olhos não viram, 1953; Procissão de sombras, 1956; Poesias escolhidas, 1957; Folhas que o tempo levou, 1959;
Poemas de Jansen Filho, 1960; Guitarra partida, 1961;Poemas a meu pai, 1962; Rua sem nome, 1963; Mulheres perdidas s/d; Obras completas; Pétalas caídas, 1965; Um sonho em cada canteiro, 1976; Monteiro da minha infância, 1976; Alvorada brasileira, 1976; Caravana de estrelas, 1978; Mistura de vozes, 1979; Pedaços de mim mesmo, 1981; Quando a saudade se transforma em lágrima e Uma vida vivida em poesia, 1989; Vultos da Academia, 1993.

JOAQUIM PEREIRA 

O maestro Joaquim Pereira, nasceu na cidade de Caiçara e desde cedo revelou fortes pendores musicais, tendo sido descoberto aos 14 anos e convidado a fazer parte da Banda de Música da Policia Militar, se tornando o seu regente com apenas 19 anos de idade, tendo ainda atuado como professor de musica de vários colégios de nossa capital. Foi ainda um dos fundadores da Orquestra Sinfônica da Paraíba, sendo, portanto o seu segundo regente e o primeiro paraibano a dirigi-la. Durante a sua vida Joaquim compôs mais de 300 músicas, inclusive foi o único autor brasileiro que teve uma de suas músicas incluídas na estréia da O.S.P. Convidado ingressou no Exército brasileiro, iniciando no então 22 BC, indo em seguida para a Aman - Academia Militar de Agulhas Negras em Resende no Rio de Janeiro, onde ali, concorrendo com músicos de todo o país, foi aprovado em segundo lugar para a Escola Nacional de Música. Joaquim Pereira é paraibano como você.

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