E a polícia que nunca chega !!! - Albergio Gomes Medeiros



 

Recebi uma mensagem "in box" pedindo socorro, há mais de 20 minutos, ao que atendi no mesmo instante, e liguei para a polícia, pois a escola Wizard da Fernando Luiz Henrique, Bessa, está sendo alvo de ladrões nada discretos, os quais já estavam em ação havia aproximadamente 15 minutos, segundo os vizinhos que me pediram socorro, inclusive uma viúva, idosa, apavorada, que reside, pasmem!... no edifício bem próximo.

Quebraram, na cara de pau, uma porta (ou janela) de vidro, daqueles que dão estrondo quando quebrados, e, em seguida, desligaram o alarme, que já alardeava alguma alteração na escola, enquanto duas motos estão na calçada com pilotos acelerando-as.

Esses foram relatos resumidos de mais de três residentes na área, e que estão em "meu" face, de sorte que liguei, como disse, imediatamente para o 190, e fui muito bem atendido por um policial que afirmou ter ciência do fato e que já havia enviado viaturas.

Enviei em seguida essa informação tranquilizadora. Transcorridos aproximadamente 20 minutos da ligação perguntei, por mensagens, se os policiais haviam chegado, ao que disseram que não, mas o furto continuava em pleno andamento.

Considerando só o tempo de minha ligação em cotejo com o momento em que perguntei se haviam chegado, transcorreu mais de 25 minutos, sem temor de equívoco. Não duvido que os delinquentes tenham demorado mais de 40 minutos sem serem molestados.

Estamos, nós, pacatos e trouxas cidadãos brasileiros, numa situação em que ou adotamos nós mesmos, providências, metendo rajada de balas em casos assim, ou a marginália ficará cada vez mais encorajada e debochada, pois já sabem que não serão flagrados por autoridade policial nenhuma. Essa ação delituosa, da forma que relataram para mim, chegou a ser debochada.

Tadinho do empreendedor que arriscou instalar uma escola de ensino de línguas, e criar empregos num país danado desses (alvo pela segunda ou terceira vez, disseram, alvo de meliantes) .

Sei que é fácil dizer de longe da cena do delito como estou, mas é revoltante, e, se eu morasse próximo, talvez não tivesse ficado apenas na ligação para o 190, por imaginar o malogro no flagrante ou captura de algum dos meliantes.
Vade retro.

Estamos vivendo total instabilidade e imprevisibilidade jurídica. - Albergio Gomes Medeiros



 

 Estamos vivenciando uma completa mudança na "esfera judicial", de tal maneira que não resta nenhum paradigma incólume. Foram paulatinamente pisoteados e derribados.
Atrevo-me a dizer que estamos no cume de uma revolução protagonizada pelos Tribunais Superiores sediados em Brasília; e, pelo que tenho visto, com desastrosas "mudanças", e repercussões com grande ressonância no seio do populacho, contando curiosamente com entusiastas e defensores dentre muitos "operadores" de Direito, o que me deixa deveras perplexo.

Pedem-me um exemplo? A prisão preventiva, outrora decretada com muita parcimônia, como bem proclamava a melhor doutrina, secundada que era por maciça corrente jurisprudencial, transformou-se na regra, embora padeça do lastro normativo, eis que nenhuma norma empresta o presente sentido hermenêutico. Essa perigosíssima senda decorreu, possivelmente, da abjeta jurisprudência fecundada na Corte Suprema, que consagrou o início do cumprimento da execução penal a partir da mantença, pelo tribunal recursal (Segunda Instância) da sentença penal condenatória, embora vilipendie flagrante e violentamente expresso dispositivo constitucional, inclusive negando sua vigência. o que afronta a própria ordem constitucional.

Todos acham ótimo e rente à nova ordem de moralização e golpe fatal contra a "impunidade".

Ultimamente têm sido os meliantes de colarinho, os réus, mas amanhã, não duvide, poderá ser eu, você, um filho, irmão, tio, ou qualquer familiar, o alvo de um decreto desses, pois quem está imune a um acidente qualquer automobilístico, por hipótese? Considere o caso: você ser abalroado, enquanto dirigia seu automóvel, por um motociclista ou ciclista embriagado, cuja queda o vitimou letalmente, fruto de uma pancada no crânio? As pessoas, diante da disparidade de veículos, dirão que o automóvel vinha com excesso de velocidade etc. e tal, não sendo improvável que você (o condutor) tenha a prisão decretada nessa nova esteira jurisprudencial. Até ser provada a exclusiva culpa da vítima você amargará restrição absoluta ao seu direito de ir e vir, e sem possibilidade de ressarcimento - embora não passasse de mero lenitivo, pois não há preço para a liberdade.

"Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(...)
LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;"

Não será um Acórdão, proferido por um tribunal de Segundo Grau, que mitigará o claro, expresso e autoaplicável dispositivo constitucional, sendo abominável a negativa de vigência, sob qualquer pretexto ou viés hermenêutico, haja vista não passar de desavergonhada argumentação ou pretexto para a segregação de um réu.

ABRAM OS OLHOS.!!!! Essas reinterpretações heterodoxas representará, em regra, um grande risco, dentre eles os das instabilidade e imprevisibilidade jurídica.

Suspenso do Face - Albergio Gomes Medeiros



 Tenho reduzido meus acessos ao face por estar convencido da irrecuperável perda de meu tempo, sem esquecer de que mais me aborreço do que me divirto, no saldo.

É a única via que utilizo para navegar pelas redes sociais, e não tenho interesse em outra, mas o face está ajudando deveras em meu propósito. A última contribuição se deu antes de ontem, quando enviou uma mensagem me avisando que eu seria impedido, pelo prazo de 24 horas, de realizar qualquer postagem ou interação sob argumento de que eu teria descumprido normas, tendo apresentado como justificativa a foto de Itamar Franco com a namorada, que aparecia de vestido, num camarote, mas sem calcinha, foto antiga e que apareceu em todas as revistas e mídias brasileiras, meses a fio.

É muita empáfia, muita soberba censurar um usuário sob pífio motivo, principalmente usuário que não costuma postar baixarias, nudezes, nem nada tão grotesco que mereça censura, sequer advertência.

A jactância é tanta que parece ter esquecido de quem precisa de quem; parece não ter percebido que vivíamos bem ou até melhor antes do face. Parece ignorar que o Orkut, ascendente do face, preexistiu com retumbante sucesso, mas ninguém nem se recorda dele mais.

Sr. face, tenha certeza que não preciso do senhor, ao contrário, o senhor é quem necessita de todos nós, portanto, é recomendável menos soberba e mais humildade, pois do jeito que não faz falta a mim, possivelmente também não faça a dezenas de centenas de usuários.

Só não excluí "meu" face porque não tinha sequer avisado a algum amigo.
Agora, permitam-me amigos, uma baixaria, mas Sr. face, VTNCC.

A petralhada e os coleguinhas de outras legendas alvos de delações - Albergio Gomes Medeiros



 Está tudo bacana. A "Nova Republiqueta" aderna. A petralhada, de certa forma, vibra porque só agora, eles, petralhas, viram mais "irmãos de doutrina", mais "coleguinhas" de outras legendas, irmanadas que foram (e são) nas mancomunações, alvo de delações. O Príncipe e seu Pai, outrora Rei, findou confessando, nas entrelinhas, que mandou nesse país pouco tempo após a criação da empresa até dia desses. Todos saqueavam o país, alguns com incontestável cumplicidade, outros com a conivência, e maior parte por omissão, especialmente daqueles que, por dever de ofício, deviam impedir ou, pelo menos, publicizar o escárnio e avanço no dinheiro público - mas, até relevo nesse caso, pois, trata-se claramente de uma ORCRIM, e nos moldes que estão a revelar-se, provavelmente custaria a própria vida.

Ponto.
Intelectuais e festejados jornalistas, meio artístico, professores, enfim, os que são (e os que pensam ser) formadores de opiniões estão proclamando aos quatro cantos que é chegada a hora de passar esse país a limpo: Será?

Por outro lado, que tal deixarmos de tanto farisaísmo e admitirmos que é de conhecimento geral, de domínio público, com exceção das autoridades, que todas as campanhas apresentaram, ao longo de todas as eleições dessa apodrecida "Nova República", custos e despesas de campanhas - shows, "marketeiros", produções "hollywoodianas" - totalmente incompatíveis com o que víamos e assistíamos?
Ponto.
As delações, que estão causando tanta efervescência, findarão apenas revelando as entranhas do Brasil, e evidenciando os inexplicáveis - só nunca vistos pelas incontáveis instituições e autoridades nacionais com o mister fiscalizatório e denunciativo -, e motivos dos enriquecimentos meteóricos de muita gente, e perpetuações de parlamentares e chefes de executivos no Poder.

No frigir, para não nos determos nesse charco de podridão, nesse câncer que atingiu todos os tecidos sociais desse país, oxalá estivesse nos estertores, sabem quantos serão condenados criminalmente, já que não se espera que o brasileiro faça qualquer censura moral? Poucos; pouquíssimos, já que a prescrição alcançará quase todos, principalmente os que passaram dos 70 anos de idade.

A censura moral que qualquer povo civilizado e patriota faria seria banir essa raça da vida pública, jamais elegendo nem reelegendo nenhum (nem familiares) dos que comprovadamente praticaram atos delituosos delatados.

Se o brasileiro fosse um povo minimamente sério, a condenação seria a moral, naqueles moldes, não elegendo nem reelegendo jamais nenhum dos que COMPROVADAMENTE tiveram liames ou praticaram algum ato delituoso delatado. Sim; há de se ter muita cautela, pois nem tudo pode ser tomado como verdade já que a segregação do delator pode levá-lo a exagerar ou inventar eventos e fatos, ou distorcê-los, no afã de obter a graça estatal advinda das delações.

Vade retro! O povo merece. Merecemos.

Pense em um país nojento os EUA, intolerante e injusto ao extremo - Albergio Gomes Medeiros



 Após quase 30 anos do desaparecimento de uma jovem mulher, então casada com um marido violento, que já a agredira anteriormente, numa macabra descoberta de uma ossada, legistas constaram que se tratava daquela, cujo status de desaparecida foi consequentemente mudado para assassinada, vitimada por fatais agressões na cabeça.

Uma vez identificado os restos mortais e desvendada a causa da morte, investigações foram retomadas, e principal suspeito, ex-marido, diversas vezes ouvido pela polícia.

No final, a grande "INJUSTIÇA" foi feita, de tantas evidências e pressões, o ex-marido chegou a admitir que matara a esposa, e, para "perplexidade" de todos, foi condenado à prisão perpétua (Fonte: Matéria do canal Investigação Discovery).

Isso é lá país, nem povo??? Só "loucos" adotariam tão injusta e intolerante legislação e persecução criminal; por isso é um país subdesenvolvido, com um grande contingente de cidadãos querendo emigrar de tão atrasada civilização.
Certo é o Brasil, que com o tão decantado e reproduzido complexo, um tal de "complexo de vira latas", ensina ao mundo como se deve tratar "excluídos" que perdem a cabeça, revoltam-se com toda a justiça e envereda pelo caminho da suposta criminalidade, suposta, afinal, são meras vítimas da sociedade injusta.

O sacrossanto Lula e seu endeusamento pelos apresentadores do Programa Correio Debate - Albergio Gomes Medeiros



Albergio Gomes Medeiros

 Ontem ouvi um dos programas de rádio local, especificamente o Correio Debate, e, com exceção de Fabiano Moura, os demais integrantes do programa "canonizaram" Lula, e crucificaram Temer e corriola, demonizando-os porque estão posando e replicando fotos e visitas das obras de transposição do São Francisco.

Sem dúvida que a paternidade da obra é de Lula, incontestavelmente; mas os ilustres e apaixonados comentaristas esqueceram, propositalmente, de que praticamente todos os programas que o messiânico Lula da Silva diz ser "pai", foi simplesmente usurpado de seus antecessores, o que também é irrefutável. Ponto!!!!

De outra banda, numa abordagem reducionista, porém válida, é sabido que os traficantes têm sucesso nas comunidades em que ocupam e lideram, obtêm facilmente refúgios, e têm recrutamentos exitosos de "soldados", enfim tudo em razão do vácuo dos Poderes Públicos, haja vista imprestáveis serviços e assistências, ausências essas supridas pelo traficante e líderes das áreas. Todavia, não obstante tais prestações assistenciais às expensas e patrocínio dos meliantes se configurem em boas ações, os propósitos e ações outras não elidem nem descriminalizam as atividades diuturnas praticadas por aqueles delinquentes.

Logo, mesmo sendo a transposição uma obra de inestimável valor para o sertão do nordeste brasileiro, e tendo a digital do sacrossanto Lula, na louvável iniciativa de realizá-la, todavia, não tem o condão nem o viés de descriminalizar as ações realizadas nos oito (8) anos em que esteve como Presidente, nem elide a descerebrada e claramente inimputável sucessora.
Vade retro.

"O girador da Beira-Rio é o único girador que não gira - Albergio Gomes Medeiros



 
"O girador da Beira-Rio é o único girador que não gira. Luciano conseguiu um intento impossível: construir um girador que não gira."

Essas foram partes dos comentários que me recordo de um bate papo, hoje à tarde, numa roda de amigos.

Tudo começou quando eu disse que ontem havia trafegado por toda a Beira Rio, e ficado triste com o lastimável estado em que ficou a outrora arborizada avenida, altamente desfigurada.

O atual e reeleito edil conseguiu erradicar muito, mais muito mais da metade das árvores que embelezavam e faziam utilíssimas sombras ao longo da via, e com o único e frívolo objetivo de "PINTAR" uma "CICLOVIA", que não dará para duas bicicletas passarem em "mão e contra-mão".

A "obra" inviabilizou de vez qualquer tentativa de alargamento das vias, cerrando a possibilidade de uma terceira mão.

Ah, mas as bicicletas merecem prioridade, afinal, elas arrecadam IPVAs, multas nos pardais, geram emprego e renda, tais como postos para venda de combustíveis; oficinas; borracheiros; enfim, uma considerável gama de empregos diretos e indiretos, cujos automóveis não carreiam tamanhos benefícios à economia local.
Foi aí que o interlocutor da frase acima cunhou a irrepreensível questão: O girador da Beira-Rio é o único que não gira.". De fato, o atento cidadão fez uma pertinente observação, pois praticamente só restaram três possibilidades de retorno na longa avenida, posto que toas as possibilidades anteriores foram "sacrificadas", fechadas em favor dessa tal "CICLOVIA".

Esqueceram dos pedestres. Por onde andarão ou caminharão?

Mas, quer saber? O edil tem razão, afinal temos um clima bastante ameno e propício para o uso de bicicletas e caminhadas, com solo bem plano, sem ladeiras nem planaltos, sem esquecer da baixa incidência de raios solares, dos mais benéficos à saúde (recomendável entre as 9 da manha e 15:00), sem falar na ausência de criminalidade, haja vista vegetativa existência de marginais e facínoras.
É isso.

Lula não perde a oportunidade para "fazer" um "investimento" eleitoreiro - Albergio Gomes Medeiros



 Tento não falar de Lula da Silva nem sobre ele,  mas ele não deixa, já que não perde uma única oportunidade para "fazer" um "investimento" eleitoreiro, até mesmo em ações que aparentemente seriam humanitárias e dignas de elogios e aplausos. Nem por ocasião do falecimento da esposa, baluarte e esteio que foi para ele, deixa passar uma "jogada de marketing" político. Chega a ser bizarro o que seria elogiável: A disposição de doações de órgãos da falecida ex-primeira dama.

Ontem fiz uma pergunta a um renomado médico, radicado em outro estado da Federação, se seriam aproveitáveis órgãos de uma idosa (66 anos), ao que redarguiu que dependeria muito do padrão de vida e saúde da doadora, mas em regra é possível e louvável. Insisti na pergunta, dessa feita de modo específico, e obtive como resposta a assertiva de que possivelmente nenhum órgão seria aproveitável, uma vez que a falecida era hipertensa, fumava muito (e de longa data), era diabética, sem esquecer que apreciava bebidas alcoólicas, patologias que paulatinamente comprometem órgãos sem esquecer dos costumes pouco saudáveis.

Assim, lamentavelmente fico convencido de que o ex-presidente parece padecer de enfermidade mental, cujo propósito com a divulgação de disponibilidade para doação foi mais uma "jogada" político-eleitoreira visando angariar simpatias, apoios e votos.

Albergio Gomes Medeiros fala sobre a morte e a sua comemoração por alguns



 Tento aproveitar ao máximo as noites insones para ler, estudar, assistir filmes, refletir, elevar meus pensamentos e conversas com Jesus - expondo meus queixumes, ansiedades, frustrações, decepções, angústias, enfim, tento torná-las produtivas ao máximo.

Outra vantagem é poder navegar pelas redes sociais e ver o que mais postaram, produziram e-ou disseram, e desde ontem predominam comentários sobre o falecimento da esposa de Lula da Silva. Muitos comentários direcionaram-se ao lamento dela não chegar a ver o marido possivelmente condenado, enquanto outros externaram alguma queixa, enquanto os aliados não só prestaram veladas solidariedades, assim como insurgiram-se contra supostas pessoas que, ao dizer deles, “comemoraram” o falecimento.

Demorei-me vendo inúmeras postagens, mas não me deparei com ninguém comemorando o falecimento da ex-primeira dama. Quando muito, disseram que não sentiram pena alguma, o que não tem nada demais nem há mal algum; eu mesmo não tive nenhum sentimento de lamento; assim como não torci pelo falecimento dela nem de nenhum outro. Entretanto, a cantilena e chiliques nas redes sociais predominaram, revoltadas com suposta falta de solidariedade ou piedade.

Reafirmo, antes de continuar o singelo comentário, não torço, em regra, pela morte de ninguém nem festejo; todavia, sejamos menos hipócritas: quem já não torceu pela morte de alguém? Já torci e até festejei, por exemplo, a morte do facínora “Focinho de porco”, lendário assassino que transitava por essas paragens tabajarinas, e tinha uma pontaria de deixar Wyatt Earp arrepiado de inveja. Torci e comemorei quando a polícia o eliminou após um exitoso cerco dentre outros muitos malogros. Não comemorei a morte de Che Guevara porque era criança e nem entendia de nada, mas comemorei a morte de Fidel, embora tenha pedido perdão a Deus, até mesmo pelo excesso de minha parte.

Dito isso, abundaram acusações de ausência de sentimentos de solidariedade cristã, algumas chegaram a dizer que o Papa Francisco teria dito que "Quando você comemora a morte de alguém, o primeiro que morreu foi você mesmo."

Embora seja o Papa mais falastrão que já vi, custo a crer que ele tenha dito tamanho disparate, não obstante, repito, seja um boquirroto de primeira linha. Recuso-me a acreditar que ele tenha dito isso, pois seria um “recibo”, um atestado de desconhecimento elementar das ESCRITURAS; pois até hoje a morte do Golias, protagonizada por Davi, é falada, cantada, decantada e comemorada, e desde o letal evento; e se o dizer atribuído ao Papa fosse compatível com as Escrituras e contexto, Davi e todos nós, Cristãos, estaríamos pré-mortos a Golias, desapartados até de Deus e Sua Graça.

Terei aos 87 anos uma aposentadoria em torno de tres salários minimos -Albergio Gomes Medeiros




"Brasil: Ame-o ou deixe-o", foi a palavra de ordem que ouvi quando era criança até início da adolescência. Tive uma oportunidade de deixá-lo por volta de meus 19/20 anos, quando uma instituição de ensino nos EUA ofereceu uma bolsa de estudos integral, desde que eu jogasse futebol pela instituição.

Cheguei a obter passaporte e visto com prazo de 10 anos; todavia "bati pino" de enfrentar um local desconhecido e sem nenhum domínio da língua; pelo que findou prevalecendo o amor à pátria. "Brasil, o país do futuro" foi o slogan sucessor daquele, e perdurou anos a fio, sem que o tal futuro chegasse e fosse pelo menos tangenciado.

Diante do turbilhão de frases de efeitos e alvissareiras promessas cogitei objetivos e metas, tracei diversos planos e vislumbrei projeções para minha vida em sua integralidade, ressaltando que nenhuma delas fi-lo exacerbada nem ambiciosa, apenas modestas e de factíveis alcances.Uma das projeções foi em relação à minha aposentadoria, cuja atividade periculosa me proporcionaria aposentadoria em torno dos 5.6.

Com o transcorrer do tempo e mudanças de cenários fui paulatinamente readequando metas e planos.Ontem fiz mais um exercício de reflexão e avaliação, sem esquecer do "balanço", e cheguei à conclusão de que lá pelos 86, 87 anos possivelmente conseguirei me aposentar, com uma remuneração confortável, em torno de uns 3 salários mínimos, se porventura nenhuma contundente mudança acontecer nas muitas variáveis.Viva o Brasil.

Os defensores do desarmamento, normalmente frouxos e incluídos no “Politicamente Correto‘ - Albergio Gomes Medeiros




Um conhecido meu, hoje, revolveu mesmas defesas alçadas por todos os defensores do desarmamento, normalmente frouxos e incluídos no “Politicamente Correto”; eis que deter-me-ei numa delas, qual seja, a recomendação de que não devemos, em hipótese alguma, reagir em um “assalto” (roubo), e por diversas razões: A uma, o elemento “surpresa” confere ao marginal uma folgada vantagem contra a vítima. A duas, o bandido sabe manusear e usar as armas - de facas a pistolas -, e são treinados. A três: Bandidos não têm nada a perder.

De fato, concordei com a terceira alegação; pois bandido não tem nada a perder; todavia, dizer que o bandido levaria vantagem em razão do “elemento surpresa” é de uma estupidez danada, pois como estamos, nas atuais circunstâncias, o bandido estará sempre à frente, já que a população está totalmente desarmada, à mercê da marginália, não fazendo sentido algum dizer que o meliante ainda se preocupa em protagonizar “elemento surpresa”, já que tem convicção de que a vítima estará desarmada.

Por fim, indaguei ao colega se ele conhecia algum campo ou "stand" de treinamento em que os bandidos se valem, pois, até onde sei, o “treino” deles é na prática, no dia a dia, no vetusto método da “tentativa e erro”.

Esses frouxos nem defendem-se por faltar coragem mesmo - e essa é a verdade -, e ainda querem impedir que o façam os que não ostentam semelhante covardia!
Vade retro.

A hipócrisia dos petistas - Albergio Gomes Medeiros



 Tem um edifício, cujo nome não me recordo no momento, localizado bem próximo ao edifício condominial Recanto das Artes, de elevado padrão construtivo, com condôminos de altíssimo padrão remuneratório. Ponto.

Conheço um petista de "carteirinha" que reside em edifício nas proximidades, e que até dia desses era Fiscal do Trabalho, e renitente militante petista, e que vira e mexe posta em "meu" face críticas e epítetos a mim dirigidos, dentre eles os que me taxam de "golpista", "coxinha". Ponto.

Pois bem, o luxuosíssimo condomínio é "guardado" diuturnamente (e noturnamente, como diria a "dilmanta") por vigilantes, claro. Mas, e daí, indaga-me o prezado "faceano"? Não teria nada demais se os vigilantes não estivessem expostos às intempéries como incidência solar, chuva, ausência de guarita e wc, dentre outros requisitos que qualquer particular seria autuado porventura ousasse contratar vigilantes e os deixassem em condições semelhantes.

Os vigilantes ficam em pé praticamente na calçada, ou, quando muito, sentados numa minúscula cadeira em fibra de vidro (ou plástico), embaixo de um improvisado e pequeno guarda sol.

Cadê os incontáveis fiscais e até "militontos" que me azucrinam falando sobre defesa de trabalhadores etc. e tal???? Cadê que esse "militonto" toma alguma providência?

 

 

 

Nota do subscritor deste blog:  Eles os petralhas são assim mesmo pregam: Alice no País das Maravilhas, mas nos seus cotidianos agem totalmente diferente. São uns hipócritas.

 

 

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