Investigando Tomé de Souza - Virgolino de Alencar



 
NA MANIA DOENTIA DE VOLTAR-SE SEMPRE PARA O PASSADO, TENTANDO LIVRAR-SE DAS ACUSAÇÕES QUE SOFRE NO PRESENTE, O LULOPETISMO JÁ ESTÁ DE OLHO EM TOMÉ DE SOUZA, EM FACE DA NOTÍCIA A SEGUIR, SOBRE FATOS QUE AFETARAM A ADMINISTRAÇÃO DO PRIMEIRO GOVERNADOR GERAL DO BRASIL, DE 1549 a 1554:

"IRREGULARIDADES NA GESTÃO TOMÉ DE SOUZA

Mesmo que os historiadores ignorem o fato, no Brasil também existiram Ouvidores. Nosso primeiro Ouvidor foi o senhor Pedro Borges, nomeado pelo então governador geral, Tomé de Souza, em 1549. O que não deu muito certo. Diretamente ligado ao governador, Pedro Borges recebia, mas não apurava, qualquer denúncia, porque todas elas, quase sempre, eram críticas diretas à atuação do seu chefe, Tomé de Souza. E, pior ainda, Pedro Borges passava a perseguir o coitado do denunciante."

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Se olhar bem, na época de Tomé de Souza, além da raiz da corrupção, tinha o seu Engavetador Geral, que não apurava os crimes oficiais e ainda perseguia os denunciantes.

Mas, como o petismo não costuma estudar a História, nem estão aí para a coincidência na forma de agir de Tomé de Souza.

Eles se voltam para o passado e metem-se a reverberar críticas, mesmo que seja jogar um bumerangue ou dar tiro no pé. Ô bando de asininos, chulepentos!!!!
Virgolino de Alencar

Paradoxo da natalidade e mercado - Virgolino de Alencar




O mundo moderno está deveras complicado, acontecendo fatos difíceis de se entender.
A China adota um sistema restritivo de natalidade, punindo o casal que tiver o terceiro filho. Com 1,5 bilhão de pessoas, a economia precisa de muito fôlego para sustentar tanta gente. Daí vem a medida de restrição.


Por outro lado, em Portugal(E não é coisa de português) o governo está pagando a quem tiver mais filhos. Numa de suas cidades, pequena, mas servindo como bom exemplo, morreram 50 pessoas e nasceram 30. Esse fenômeno demográfico português ocorre em todo o País, com média de falecidos superior à média de bebês
nascendo.

Daí a política de incentivos à procriação.

Que os dois fatos são inusitados, isso lá são; e fazem do mundo, dirigido por uma economia pouco humana, melhor dizendo por um mercado sem crença. Pessoalmente, sou defensor do mercado livre, mas, convenhamos, não devemos elevá-lo à condição de "MERCADEUS", a guiar o destino das pessoas.

As pessoas, na sua liberdade e direito de escolha, é que devem guiar o mercado.
Virgolino de Alencar

Acidentes suspeitos com autoridades - Uma recorrência nacional - Virgolino Alencar



 
No Brasil há um triste histórico de acidentes suspeitos com autoridades.
Contudo, nesse caso do Ministro Teori Zavascki, embora mais um acidente com ar de mistério, acredito ser prematura qualquer especulação, em face dos mais diversos interesses envolvidos no caso da Lava Jato, da qual o Ministro era Relator.

Mas como o pensar é e deve ser livre, cada um faça a sua aposta, até porque estamos ainda num regime de livre expressão do pensamento.

Que há suspeição não há dúvida, sobre o estado da Aeronave, dos procedimentos do Piloto, e do fato de ter como passageiro o Ministro com um papel importante na crise político-moral do Brasil.

Mas já antecipadamente apontar o dedo para essa ou aquela corrente metida na Operação é fazer jogo de adivinhação ou de vidente que costuma fazer previsões baseadas numa pretensa capacidade inexistente de se vê e desvendar o futuro.
Na realidade, tendo-se os precedentes conhecidos, o tempo nunca esclarece a realidade desses fatos, ficando na obscuridade todos os casos anteriormente ocorridos.

Mas, um detalhe nos chama atenção nesse caso. Quem vai escolher o substituto de Teori é uma autoridade cuja participação na Lava Jato não está bem esclarecida e ninguém na vida coloca um algoz para ser seu julgador.

No meio dessas indefinições e falta de clareza do ocorrido, melhor aguardar os desdobramentos, claro, com os olhos abertos e os ouvidos bem sintonizados, porque a especulação meramente por suposição que se pode fazer é a de que há algo estranho na ocorrência.
 

Compreensão humana - Virgolino de Alencar



 
Uma das circunstâncias que desafiam a humanidade, aparecendo como destaque, é a compreensão humana. As interrelações entre as pessoas têm sido desafiantes porque na interação entre os seres humanos é difícil estabelecer o grau de verdadeira compreensão, seja, entendimento de como se deve estabelecer essas relações.

O homem que possa ser qualificado como compreensivo, tolerante, para alguns, pode ser desdenhado por muitos, que não aceitam pessoas com grau de tolerância, compreendendo a vida e a circunstância dos semelhantes.

Aquele que, por pensar bem, revela-se pouco disposto a compreender as sinuosidades da vida, os erros, as distorções, é tido como inconveniente, de comportamento inadequado para as convenções estabelecidas.

O ponto de equilíbrio, onde se situa a verdadeira compreensão, senão aceita por todos, mas pela maioria, é de certo modo um enigma, mas, se olharmos com realismo, existem, sim, seres humanos compreensivos, que contribuem para um mundo mais humano, mais amistoso, onde possa prevalecer a paz e a harmonia.

Enfim, podemos afirmar que a compreensão humana existe, e é o caminho para muitos outros bons comportamentos das pessoas, na sua convivência em sociedade, civilizada, educada.

Facebook - A página do do pluralismo e da liberdade de pensamento - Virgolino de Alencar



 
Amigos pessoais, amigos virtuais, companheiros do Face, de todas as correntes partidárias, ideológicas, de todas as crenças, de qualquer opção pessoal em matéria de comportamento(desde que não seja criminoso nos termos da lei), reafirmo o compromisso da liberdade de expressão, de manifestaram suas opiniões, criticarem a quem quiser e de quem discordar(até de mim, porque não tenho a pretensão de ser dono da verdade), na certeza de que daqui, da minha página, não receberão censura amordaçante e nem exclusão da página, salvo por decisão própria da pessoa.

Para não cair na polêmica estéril, porque aqui todo mundo tem sua convicção formada, e nesses casos a discussão não chega a nada, eu respeito o que a pessoa fala, elogiando ou criticando quem quer que seja. Quando discordo, por respeito, não entro no link do cidadão para contrapor, limitando-me a usar meu espaço para emitir minha opinião livre, dentro dos princípios e convicções que formei ao longo do tempo.
Não transformo a divergência de ideias, a discussão plural, em questão pessoal contra ninguém.

Se alguém for ofendido por comentário de outro alguém, vá à justiça para reparar a ofensa, direito assegurado na Constituição Federal.
Enfim, esta é a página da ampla liberdade.

‘Jornalista‘ de facebook‘ - Virgolino de Alencar



 

Um ilustre cidadão, dirigente de uma rede de comunicação, irritado com uma amiga que fez uma denúncia que a mídia formal não fez, disparou uma ironia, que na realidade funciona como bumerangue a se voltar contra ele.

A grande mídia está desesperada com a força das Redes Sociais, que estão lhe tirando leitores e audiência.

Eu me considero "Comunicador de Internet", onde estou na boa companhia de profissionais que deixaram a mídia convencional e estão aqui no Facebook, livres de mandos e comandos, exercendo a verdadeira livre expressão.

Não adianta me ironizar, até porque não estou na mídia formal porque não quis.
Em 1976, eu fiz um concurso(como tudo na minha vida foi conquistado por concurso) para Repórter do Jornal paraibano O NORTE, integrante da Rede dos Associados, de Assis Chateaubriand(paraibano, por sinal).

A minha reportagem, intitulada "O MUNDO DOS COLETIVOS", por ter sido uma "reportagem" feita em casa e não no campo, não foi classificada, mas o texto, por sua qualidade redacional, recebeu "Menção Honrosa" e a possibilidade de ser colunista do jornal, mas com uma condição: teria que deixar o cargo de representação na Secretaria das Finanças, onde eu era profissional(Auditor Tributário Fiscal, por concurso).

Claro que não fui, porque a queda financeira era grande e eu tinha que manter a família, além de exercer a minha profissão técnica com vocação, passando a ser Professor da Universidade na área da Administração Orçamentária, Financeira e Controladoria Pública(por concurso).

Assim, não estou aqui de gaiato, estou porque gosto da comunicação, das letras, da arte, da cultura, do esporte, do humor, da amplitude do pensar e do saber, além da política, como cidadão preocupado com os destinos do país.

Tanto que minhas páginas na Internet são públicas, abertas para leitores mesmo que não estejam inscritos na Lista, com característica de revistas, pela variedade dos assuntos.

Então, sr. lá dono de mídia formal, fica com teu órgão em decadência, que vai terminar tendo que enfiar no duto lepodíceo.

Mudanças? Novos maitres para o mesmo cardápio - Virgolino de Alencar



 
Durante o governo de Fernando Henrique, Paulo Henrique Amorim, Luis Nassif, Miriam Leitão, Franklin Martins, Arnaldo Jabor, eram os mais salientes porta-vozes e defensores do modelo de gestão.

Na gestão do PT, Paulo Henrique Amorim, Luís Nassif e Franklin Martins viraram comensais do governo petista. Miriam Leitão e Arnaldo Jabor são críticos da gestão lulodilmista, uma crítica à la pizza mezzo mussarela mezzo calabresa. Como os governos de FHC e Lula/Dilma eram adversários e o de Temer ninguém sabe o que é, mas o modelo de gestão não mudou nada, eles, os jornalistas, é que ficam saltando de pólo.

Os que se bandearam para o poder petista, condenam o passado em que foram assíduos comensais e passaram a degustar o mesmo prato que antes condenavam.
Os fiéis da seita nem ligam para essas circunstâncias, ou seja, estão comendo no prato que antes abominavam, agora meio insosso por falta de grana para bons condimentos.

Os maîtres são outros, mas o cardápio é o mesmo. É que coerência não é o fraco dos neopreparadores do banquete, acompanhados, nessa incoerência, pelos seguidores comensais. E criticados pelos outrora aliados.

É o jeito brasileiro de mudar. Do nada para a coisa nenhuma, velho clichê, num país em que, no segmento da gestão política, tudo continua mofado.

O caso Renan e a Justiça do ‘Acho que‘ - Virgolino de Alencar




Antes que alguém engrosse comigo, apresso-me a explicar que o título não se refere à instituição, mas a alguns exegetas do direito que, não tendo como convencer a sua exegese, dão como supedâneo de seus argumentos o velho "acho que" e concluem a sua interpretação como a verdade absoluta.

Estou enfocando o assunto a partir de, entre muitos outros, o caso que recentemente foi e continua sendo objeto de discussão no país, com o foco num debate-boca pouco convincente.

Vamos ao episódio Do julgamento de Renan Calheiros. Quem “acha” que ele tem culpa(por posição política/partidária/ideológica) não quer observar o caminho do devido processo legal e embarca de cabeça na condenação, sem defesa, sem direitos, sem dar tratamento jurisdicional adequado. Quem “acha” que ele é inocente(igualmente por posição política/partidária/ideológica) também não quer saber de provas, de fatos, de argumentos, de competência(legal) para julgamento, estigmatizando quem ousar contrariar seu pensamento.

Nos dois lados da questão, onde a passionalidade sobrepõe-se à racionalidade, o juridicismo é colocado no recorrente "acho que", dispensando-se de justificar a opinião com o imprescindível suporte na lei. Fazem dos institutos legais uma "borracha" que estica para o lado que se deseja.

E quem analisa dentro do figurino jurídico, com equidistância, isenção e sem paixão, não lhe é dada a devida atenção ou também é achacado pela turma do “acho que”.
Disso tudo, fica a impressão generalizada de que nem os juristas das Altas Cortes conhecem a fundo as leis e o debate de ideias se transforma em debate-boca até no mais alto plenário jurídico do país. O contraditório, no julgamento do Renangate, foi contraditório demais. Contudo, não entro na corrente de quem quer anular a decisão, nem quero estigmatizar os Ministros por suas posições, afinal, compete-lhes decidir em última instância, por maioria e o veredito é definitivo.

No entanto, a discussão pode e deve continuar, buscando-se o consenso, libertando-se do "acho que", para o aperfeiçoamento das futuras decisões.

Como está em pauta a Operação Lava Jato, espero que predomine a racionalidade, sem proteger ninguém, mas sem crucificar inocentes na simplista opinião do “achismo”.
E que não se repita tanto "acho que".

Nesse panorama, em termos de profundidade jurídica, eu, leigo, não “acho” nada.

O Brasil e a PEC 241/55 - Virgolino de Alencar




Nessa situação de Temer, caindo cedo no desgaste, minha preocupação não é com o presidente, mas com o Brasil.

A PEC 241/55 não é um projeto de Temer, nem de nenhum político.
É um modelo desenhado aina na gestão de Joaquim Levyr, por um grupo de técnicos, profissionais da máquina pública, concursados, que procuram servir ao país.
Joaquim Levy não emplacou porque Dilma não queria mudar porra nenhuma, e o substituto de Levy não levou à frente porque era um mero serviçal das loucuras de Dilma.

Com Meireles na gestão da Economia, os técnicos conseguiram levar à frente a PEC, um modelo bem desenhado para tentar tirar o Brasil do buraco, controlar as contas públicas, o país recuperar a credibilidade dos investidores e voltar a investir, crescer, gerar empregos, criar renda.

Mas, em um governo desgastado, ainda mais por suspeita de comportamento moral duvidoso, não vai ser fácil implementar as medidas da PEC, não por ela em si, mas pelos maus gestores que a conduzirão e que estão perdendo a confiança da Nação.
O brasil perde a grande oportunidade reverter um quadro onde sente-se a criação de nuvens penumbrais e que não podem ser clareadas só com conversas fiadas.
Precisamos de alguém que abrace a PEC 241/55 e a leve ao objetivo e alvo que ela aponta com possibilidade de se acertar na mosca.
Virgolino de Alencar

O nudismo e a luta das mulheres por igualdade - Virgolino de Alencar




O excesso de publicização do nudismo, em matérias imotivadas, acho que vão na contramão da luta das mulheres pela igualdade de direitos. Não estou, puritana e hipocritamente, condenando a nudez, uma coisa de opção individual espalhada pelo mundo inteiro, em todos os tempos.

Os quadros de nus artísticos dos grandes pintores podem ser exibidos até em museus sacros.

O que acho desmerecedor é essa forma que virou moda, onde mulheres ficam nuas em público, sob pretexto de estarem protestando contra alguma coisa ou apoiando alguma causa.

Elas não convencem, porque não têm nenhum discurso, e o que querem mesmo é acesso à publicidade e credenciamento a ensaios em revistas masculinas.
Vejo como uma opção de direito, porém feita respeitando a conveniência da sociedade, a que pertencem mulheres realmente lutadoras, afinal as ruas também são das crianças e não conheço sociedade que estimule nudez pública para pessoas de tenra idade ou em formação.

A classificação que trata da exibição pública da nudez, compatibilizando horário e faixa etária, existe em todos os países civilizados. Não precisa de censura prévia oficial normatizada em leis ordinárias(nos dois sentidos). Basta se cumprir a Carta Maior do respectivo país.

Concluindo, enfatizo que não sou contra(e nem adepto) os campos de nudismo, em áreas próprias e apropriadas e encaro como coisa normal.
Como diz o vulgo, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

Dos concursos públicos e des(honestidade) - Virgolino de Alencar



 DE CONCURSOS PÚBLICOS E DES(HONESTIDADE)
Quando terminei o que na minha época era chamado de primário, para entrar no curso ginasial fiz o Exame de Admissão que era um verdadeiro Concurso. Passei.
Quando terminei o Ginásio, para entrar no curso Científico do Lyceu Paraibano, fui submetido a um exame de seleção que tinha a exigência de um Concurso. Passei.
Quando terminei o Secundário, para entrar na Universidade, fiz o tradicional Vestibular que tinha tudo de Concurso. Passei.
Para ser Auditor Fiscal Tributário do Estado, submeti-me ao Concurso Público. Passei.
Para ser Professor da Universidade, fiz Concurso Público. Passei.
Para ensinar Matemática, fiz Exame e Curso de Licenciatura de Curta Duração pela Faculdade de Filosofia, numa concorrência que se transformou num Concurso. Passei.
Aposentado, vem um sujeito toupeira, que nem passou por escolas, claramente desonesto, dado à bandidagem, e tacha o concursado de mais desonesto do que os políticos, segundo ele, que roubam, mas têm que lutar para serem eleitos.
O safado julgando o mundo por sua régua descalibrada e por seu torto conceito de Direito.
É assim que está o Brasil.
Puta que pariu!!!!!
VIRGOLINO DE ALENCAR

Constituição violentada - Virgolino Alencar



 
CF: Art. 52 - Compete privativamente ao Senado Federal:
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Parágrafo único - Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuizo das demais sanções judiciais cabíveis.

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Ora, a inabilitação é uma decorrência direta e, portanto, auto-aplicável, do ato de cassação, como garante o nosso sóbrio, sensato e competente jurista Albergio Gomes Medeiros, não cabendo decisão diferente.


Como é que um Presidente da Suprema Corte, guardiã da CF, admite uma violação clara à Carta Maior da Nação?

Baseado em que ele admitiu o fatiamento da votação?
Foi um arrumadinho. Os Senadores que fugiram da base aliada e votaram pelo Impeachment deram essa colher de chá à Dilma.

Ela poderá ser candidata a vereadora em Porto Alegre nas eleições de 2018.
Os gaúchos que querem o Rio Grande do Sul independente(não acredito que seja todo o povo gaúcho) podem levar avante a tese de separação, ficar com Dilma, Tarso Genro, Luciana Genro e toda a vermelhada que grassa nos pampas e que são líderes na Região.

E tentem ser felizes com tais figuras no comando do novo País, que, na verdade, já nascerá velho.

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