O fim de uma era



Exatamente 24 anos depois do seu lançamento, o MP3 finalmente está sendo aposentado. Na última sexta-feira (12), o Fraunhofer Institute, responsável pelo licenciamento do formato, anunciou que está encerrando o programa de licenças da codificação de áudio responsável por popularizar a música no formato digital durante os anos 1990 e 2000. Falando em bom português: o MP3 “morreu”.

 

Apesar de muito popular, há tempos o MP3 é reconhecidamente ultrapassado quando comparado com outros formatos disponíveis na atualidade, como OGG e AAC. Este, inclusive, foi apontado pelo Fraunhofer Institute como o novo padrão utilizados em downloads e streamings de músicas e vídeos na atualidade, o que também justifica a aposentadoria do formado criado pelo instituto alemão no final dos anos 80. Falando nisso: Existe diferença entre vídeo em streaming e "on demand"?
“Apesar de haver codecs de áudio mais eficientes e com recursos avançados, o MP3 ainda é bastante popular entre os consumidores”, registra o diretor de marketing, áudio e tecnologias de mídia do Fraunhofer, Matthias Rose. “Contudo, a maioria dos serviços de média, como streaming ou transmissões de rádio e TV, usam codecs ISSO-MPEG modernos como a família AAC ou, no futuro, o MPEG-H.”
O fim de uma era
Segundo o comunicado divulgado pelo instituto, os formatos mais modernos garantem “mais recursos e uma qualidade de áudio superior a muito menos bitrates do que o MP3”. Em suma, o formato que todos nós amamos e que deu nome a dispositivos de reprodução de áudio, além de ter levado ao topo e à lama programas como Napster e Kazaa, finalmente está saindo de cena.
É claro que outros desenvolvedores ainda vão apresentar novas atualizações para o formato, mas é difícil que ele tenha outro destino que não o ostracismo. A adoção cada vez maior dos formatos mais recentes deve, muito em breve, superar com folga o MP3. Assim, esses três caracteres clássicos se juntam ao disquete, ao VHS e à fita cassete no imenso e infindável cemitério da tecnologia.
FONTE(S)FRAUNHOFER INSTITUTE

Investimento? Bitcoin já está valendo mais que ouro



 O ouro tem como medida oficial a onça, em conversão, cerca de 31,1 gramas. Essa é a primeira vez, em oito anos de história, que a moeda é marcada oficialmente como mais valorosa que o metal precioso.

"Os investidores estão ficando mais confortáveis com a moeda digital, se tornando mais dispostos a comprá-la quando mercados mais convencionais, como ações, ficam sob coação", notou o Market Watch.


Mesmo assim, muitos investidores continuam céticos sobre a Bitcoin. Peter Schiff, chefe executivo da Euro Pacific Capital, comentou que a criptomoeda é o "ouro de tolo digital".

 


FONTE(S): MARKET WATCH

Rússia confirma existência de arma que transforma pessoas em zumbis



Você acredita em zumbis? Não? Então prepare-se para a notícia a seguir: de acordo com o jornal Herald Sun, a Rússia estaria testando uma arma psicotrônica capaz de controlar a mente das pessoas. A afirmação foi feita pelo próprio presidente do país, Vladimir Putin.

A arma futurista, que atinge o sistema nervoso central das vítimas, está sendo desenvolvida por cientistas e poderá ser usada contra nações inimigas e até mesmo dissidentes políticos que enfrentam o atual governo.

Putin descreveu a arma como um instrumento novo que pode servir para atingir objetivos políticos e estratégicos. Até mesmo alguns detalhes da "controladora de mente" foram divulgados. O que se sabe é que ela, por exemplo, dispara uma radiação eletromagnética de maneira semelhante aos fornos de micro-ondas, causando um grande desconforto em suas vítimas.

O ministro da defesa Anatoly Serdyukov disse que, em testes recentes, a arma foi usada para dispersar multidões. De acordo com relatos, a pessoa que recebeu a radiação da arma sentiu que a temperatura do corpo aumentou rapidamente. Apesar de alguns segredos de funcionamento não terem sido divulgados, o jornal alega saber do fato de que ondas de baixa frequência podem afetar células do cérebro, alterar o estado psicológico e até mesmo transmitir sugestões e comandos para o pensamento de alguém, como se fosse telepatia.

Talvez, a partir de agora, seja melhor você pensar muito bem na possibilidade de um apocalipse zumbi. Resta saber se eles serão os famosos comedores de cérebros, retratados constantemente nas telas do cinema.

Descoberta acidental pode resultar em baterias com vida quase infinita

Por melhor que seja a qualidade das baterias de íon-lítio disponíveis atualmente no mercado, fato é que elas têm ciclos de vida bastante delimitados. Após certo tempo de uso, é comum que smartphones, tablets e outros aparelhos não “segurem carga” da mesma forma que antes graças à degradação natural dos elementos químicos usados em sua produção.

Uma descoberta feita acidentalmente por pesquisadores da UC Irvine não soluciona totalmente esse problema, mas faz com que ele seja bastante minimizado. Ao substituir o lítio usado em baterias por uma mistura de nanotubos de ouro banhados em gel eletrolítico, eles conseguiram fazer com que um componente do tipo perdesse somente 5% de sua capacidade total após mais de 200 mil ciclos de recarga.

Nova bateria sobrevive a milhares de ciclos de recarga sem nenhuma degradação

Embora técnicas semelhantes já tivessem sido testadas no passado, pesquisadores ainda não haviam solucionado um problema recorrente. Apesar de nanotubos serem vistos como um “material do sonho” para a produção de baterias, eles se corroem com relativa facilidade após alguns milhares de ciclos em ambientes que usam lítio.

Surpresa bem-vinda

A maneira de prevenir que isso aconteça surgiu de forma acidental, quando os cientistas da UC Irvine revestiram o ouro utilizado com dióxido de manganês e trocaram o lítio por um gel eletrolítico. O gel e o manganês se fundiram em uma camada protetora que revestiu os tubos, resultando em uma bateria capaz de sobreviver a milhares de ciclos de recarga realizados em um período de três meses sem sofrer nenhuma degradação notável.

O que dificulta um pouco o uso comercial da solução é o fato de que o ouro não é exatamente o metal mais barato disponível na atualidade. Assim, embora ainda não tenham testado essa possibilidade, os pesquisadores acreditam que o níquel pode servir como um substituto à altura caso a solução algum dia comece a ser produzida em escala massiva.

Posso usar o computador quando chove?



 O Brasil é atingido anualmente por mais de 100 milhões de raios, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entretanto, apesar da alta
incidência de raios e descargas elétricas, é possível usar o computador quando chove.

Descargas elétricas colocam em risco o funcionamento de aparelhos eletrônicos (Foto: pond5)

O ideal é que as tomadas da residência tenham aterramento elétrico, o que permite
a dissipação do excesso de energia no caso de fortes descargas elétricas impedindo que o aparelho seja afetado. Além disso, utilize sempre filtros de linha, estabilizadores e nobreaks para atenuar as variações elétricas e picos de energia. No caso específico de notebooks, é aconselhável que o usuário utilize o equipamento com a bateria – sem plugá-la à rede elétrica.
 

 

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