Rússia confirma existência de arma que transforma pessoas em zumbis



Você acredita em zumbis? Não? Então prepare-se para a notícia a seguir: de acordo com o jornal Herald Sun, a Rússia estaria testando uma arma psicotrônica capaz de controlar a mente das pessoas. A afirmação foi feita pelo próprio presidente do país, Vladimir Putin.

A arma futurista, que atinge o sistema nervoso central das vítimas, está sendo desenvolvida por cientistas e poderá ser usada contra nações inimigas e até mesmo dissidentes políticos que enfrentam o atual governo.

Putin descreveu a arma como um instrumento novo que pode servir para atingir objetivos políticos e estratégicos. Até mesmo alguns detalhes da "controladora de mente" foram divulgados. O que se sabe é que ela, por exemplo, dispara uma radiação eletromagnética de maneira semelhante aos fornos de micro-ondas, causando um grande desconforto em suas vítimas.

O ministro da defesa Anatoly Serdyukov disse que, em testes recentes, a arma foi usada para dispersar multidões. De acordo com relatos, a pessoa que recebeu a radiação da arma sentiu que a temperatura do corpo aumentou rapidamente. Apesar de alguns segredos de funcionamento não terem sido divulgados, o jornal alega saber do fato de que ondas de baixa frequência podem afetar células do cérebro, alterar o estado psicológico e até mesmo transmitir sugestões e comandos para o pensamento de alguém, como se fosse telepatia.

Talvez, a partir de agora, seja melhor você pensar muito bem na possibilidade de um apocalipse zumbi. Resta saber se eles serão os famosos comedores de cérebros, retratados constantemente nas telas do cinema.

Descoberta acidental pode resultar em baterias com vida quase infinita

Por melhor que seja a qualidade das baterias de íon-lítio disponíveis atualmente no mercado, fato é que elas têm ciclos de vida bastante delimitados. Após certo tempo de uso, é comum que smartphones, tablets e outros aparelhos não “segurem carga” da mesma forma que antes graças à degradação natural dos elementos químicos usados em sua produção.

Uma descoberta feita acidentalmente por pesquisadores da UC Irvine não soluciona totalmente esse problema, mas faz com que ele seja bastante minimizado. Ao substituir o lítio usado em baterias por uma mistura de nanotubos de ouro banhados em gel eletrolítico, eles conseguiram fazer com que um componente do tipo perdesse somente 5% de sua capacidade total após mais de 200 mil ciclos de recarga.

Nova bateria sobrevive a milhares de ciclos de recarga sem nenhuma degradação

Embora técnicas semelhantes já tivessem sido testadas no passado, pesquisadores ainda não haviam solucionado um problema recorrente. Apesar de nanotubos serem vistos como um “material do sonho” para a produção de baterias, eles se corroem com relativa facilidade após alguns milhares de ciclos em ambientes que usam lítio.

Surpresa bem-vinda

A maneira de prevenir que isso aconteça surgiu de forma acidental, quando os cientistas da UC Irvine revestiram o ouro utilizado com dióxido de manganês e trocaram o lítio por um gel eletrolítico. O gel e o manganês se fundiram em uma camada protetora que revestiu os tubos, resultando em uma bateria capaz de sobreviver a milhares de ciclos de recarga realizados em um período de três meses sem sofrer nenhuma degradação notável.

O que dificulta um pouco o uso comercial da solução é o fato de que o ouro não é exatamente o metal mais barato disponível na atualidade. Assim, embora ainda não tenham testado essa possibilidade, os pesquisadores acreditam que o níquel pode servir como um substituto à altura caso a solução algum dia comece a ser produzida em escala massiva.

Posso usar o computador quando chove?



 O Brasil é atingido anualmente por mais de 100 milhões de raios, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entretanto, apesar da alta
incidência de raios e descargas elétricas, é possível usar o computador quando chove.

Descargas elétricas colocam em risco o funcionamento de aparelhos eletrônicos (Foto: pond5)

O ideal é que as tomadas da residência tenham aterramento elétrico, o que permite
a dissipação do excesso de energia no caso de fortes descargas elétricas impedindo que o aparelho seja afetado. Além disso, utilize sempre filtros de linha, estabilizadores e nobreaks para atenuar as variações elétricas e picos de energia. No caso específico de notebooks, é aconselhável que o usuário utilize o equipamento com a bateria – sem plugá-la à rede elétrica.
 

 

4 possibilidades para o apocalipse segundo Stephen Hawking

 O mundialmente famoso físico britânico Stephen Hawking foi convidado pela rádio BBC 4 para conversar sobre vários temas, e um deles era sua visão de “fim do mundo”. Hawking levantou quatro possiblidades para como a vida na Terra, ou pelo a vida dos humanos na Terra, poderia chegar ao fim.

Ele explica que, atualmente, nenhuma dessas possibilidades tem chances muito altas de se concretizar. Contudo, a cada ano, esses desastres se tornam mais possíveis, uma vez que as condições para isso estão se acumulando em velocidade considerável. Confira as quatro possibilites para o fim da humanidade segundo o físico.

1. Inteligência artificial

Assim como muitos cineastas e roteiristas, Hawking acredita que a criação de uma máquina com inteligência artificial plena, capaz de superar ou igualar a capacidade humana, seria algo muito perigoso.

“As máquinas iriam evoluir sozinhas, refazer o próprio projeto a uma velocidade cada vez maior. Humanos, que são limitados por uma evolução biológica lenta, não poderiam competir e seriam substituídos” disse ele à BBC.

Uma imensa variedade de filmes aborda essa possibilidade, sendo a franquia O Exterminador do Futuro a mais icônica dos tempos atuais.

2. Guerra nuclear

Hawking acredita que a proliferação de armas nucleares pelo mundo só torna a nossa situação mais perigosa. Caso uma guerra nuclear irrompa, o atual arsenal de armas desse tipo já tem capacidade para extinguir toda a vida no planeta.

3. Vírus criado

A engenharia genética é uma área muito importante para o avanço da ciência na área da saúde, mas é também a que mais levanta preocupações quanto a possíveis acidentes. Imagine se um vírus criado pelo homem acabasse escapando de um laboratório e infectasse todo mundo em uma pandemia?

“No longo prazo, fico mais preocupado com a biologia. Armas nucleares precisam de instalações grandes, mas engenharia genética pode ser feita em um pequeno laboratório. Você não consegue regulamentar cada laboratório do mundo. O perigo é que, seja por um acidente ou algo planejado, criemos um vírus que possa nos destruir. Não acho que a raça humana vai sobreviver aos próximos mil anos, a não ser que nos espalhemos pelo espaço. Há muitos acidentes que podem afetar a vida em um único planeta”, teme o físico.

4. Aquecimento global

Hawking acredita que, na pior das hipóteses, a Terra poderia se tornar um planeta como Vênus devido ao aquecimento global. Ele explica que esse efeito é uma das consequências mais graves da nossa ação no mundo. A partir de certo ponto, o aquecimento global poderia se tornar um ciclo vicioso em que, quanto mais quente, mais calor o planeta seria capaz de absorver do Sol.

“O derretimento das calotas polares vai reduzir a quantidade de energia solar refletida de volta para o espaço e, assim, aumentar ainda mais a temperatura. Não sabemos se o aquecimento global vai parar, mas o pior cenário possível é que a Terra se transforme em um planeta como Vênus, com uma temperatura de 250 graus na superfície e chuvas de ácido sulfúrico”, imagina Hawking.

 

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