Ricardo foi o governador que mais fez por Campina Grande



Li uma entrevista do vice-prefeito Enivaldo Ribeiro, dizendo que Ricardo Coutinho foi um governador muito ruim para Campina Grande.

Confesso que não acreditei no que li. Depois, fiquei a matutar que tipo de ruindade Ricardo praticou contra a chamada Rainha da Borborema.

E cheguei a seguinte conclusão:

Enivaldo Ribeiro não gosta de Campina Grande.

Tanto não gosta que achou ruim ver Ricardo Coutinho, enquanto governador, tratar Campina de modo diferenciado, fazendo coisas que a Prefeitura não fazia e dotando a cidade de obras de infraestrutura a altura da sua história e do seu tamanho.

E para provar que não exagero, enumero aqui algumas coisas que Ricardo fez em Campina, deixando ao leitor a liberdade de julgar a atitude do digno representante do Grupo da Várzea.

Vamos lá:

Ricardo asfaltou e abriu a Avenida João Suassuna

Construiu e naugurou o Parque de Bondocongó I e II

Construiu e inaugurou a Central de Polícia

Botou para funcionar o Hospital de Trauma.

Construiu e inaugurou o IPC

Construiu e inaugurou a Rodovia Campina/Catolé de Boa Vista/Catolé/Boa Vista

Reformou o Amigão

Construiu e inaugurou a estrada do Jenipapo

Abriu a Almeida Barreto

Reformou o Colégio da Prata

Construiu e inaugurou a Escola Técnica Estadual Braulio Maia Júnior

Reformou o Colégio Premem e

Reformou a Escola de Audio Comunicação.

Dito isso, pergunto: nesse tempo todo de vida pública, juntando ele e os filhos poderosos, o que a família Ribeiro fez por Campina?

 

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Hervásio esqueceu rapidamente do seu benfeitor



 Estávamos em Princesa, almoçando num belo restaurante. Na cabeceira da mesa, o governador Ricardo Coutinho conversava com o prefeito Ricardo Pereira, sob as vistas de Nonato Bandeira, Luís Torres, Helio Cunha Lima, Aledson Moura e o velho Tião aqui de guerra. E a conversa girava em torno do apoio que Ricardo Coutinho pedia a Pereira para o deputado Hervásio Bezerra,que se mantinha na Assembléia por decisão pessoal do governador, já que era suplente.

Pereira não conhecia Hervásio, mas para atender ao pedido do governador, concordou em apoiá-lo. E fê-lo. Não fê-lo porque “qui-lo”, mas fê-lo. Ricardo queria ter Hervásio na Assembléia como titular e pedia votos em Princesa para compensar os votos que ele perdera em Bananeiras, após o rompimento de Hervásio com Douglas Lucena.

Até aquela altura do campeonato, Hervásio sequer sabia onde ficava Princesa.

Era homem do brejo, exclusivamente do brejo.

Eu estava lá e ouvi tudo.

Quero crer que Ricardo repetiu esse pedido em outros municipios. E o resultado todos vimos: Hervásio finalmente foi eleito, depois de longa e interminável suplência.

E agora acaba de dar o troco ao seu benfeitor.

Revelando-se como o mais ácido crítico do homem que fez Princesa quedar-se aos seus pés.

 

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Bolsonaro reassume o cargo nesta quarta e garante que vai ampliar posse de arma no campo




"Eu não vou tolher mais ninguém de bem de ter a sua posse ou porte de arma de fogo", disse ele

"Eu não vou tolher mais ninguém de bem de ter a sua posse ou porte de arma de fogo", disse Bolsonaro. Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

O presidente Jair Bolsonaro chegou na tarde desta segunda-feira (16) ao Palácio do Alvorada, residência oficial, após ter recebido alta, mais cedo, do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde se submeteu a uma cirurgia no abdômen no dia 8 de setembro. O avião presidencial pousou na Base Aérea de Brasília por volta das 17h, e o comboio oficial chegou à residência oficial 30 minutos depois.

Aguardado por alguns apoiadores, o presidente desceu do carro na entrada principal do Alvorada e conversou rapidamente com jornalistas presentes. Ele disse que retoma os trabalhos amanhã (17) e que vai sancionar o Projeto de Lei 3.715/19, que amplia a posse de arma em propriedades rurais. A medida foi aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 21 de agosto e aguarda sanção presidencial.

Perguntado se vetaria algum item do projeto, o presidente acrescentou que não leu ainda o texto aprovado, mas que vai garantir o direito à posse de arma. “Eu não vi o projeto, vou ver amanhã. Mas eu não vou tolher mais ninguém de bem de ter a sua posse ou porte de arma de fogo.”

Legislativo, fica autorizada a posse de arma em toda a extensão de uma propriedade rural. A medida garante ao dono de uma fazenda, por exemplo, o direito de andar com uma arma de fogo em qualquer parte de sua propriedade. Atualmente, a posse só é permitida na sede.

O presidente também disse que está bem de saúde, mas que só volta ao ritmo normal de atividades após a viagem aos Estados Unidos. De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, Bolsonaro deve embarcar para Nova York no próximo dia 23. No dia 24, está previsto seu discurso na 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Tradicionalmente, cabe ao presidente do Brasil fazer o discurso de abertura do evento anual.

O Palácio do Planalto confirmou que Bolsonaro retoma as atividades de presidente a partir desta terça-feira. Ainda não se sabe se ele vai despachar diretamente da sede do Poder Executivo ou no Palácio do Alvorada. Pelo Twitter, o presidente comemorou a volta ao trabalho.

“Com a graça de Deus, passamos bem por mais um processo cirúrgico decorrente dos reflexos causados pela tentativa de assassinato cometida por ex-membro de partido de esquerda! Finalmente de volta ao conforto do lar, junto à minha filha e voltando ao trabalho! O Brasil tem pressa!”, escreveu. (ABr)

 

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Políticos usam fundão eleitoral para repor os bilhões que a Lava Jato tirou




Minirreforma é reação às investigações por corrupção e quando dinheiro das empreiteiras jorrava

Minirreforma é reação às investigações por corrupção e quando dinheiro das empreiteiras jorrava. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A minirreforma eleitoral, que o Senado deve votar nesta terça (17), é a reação dos políticos para repor a montanha de dinheiro que a cada eleição tomavam de empresas fornecedoras do governo. A investida do Congresso diretamente no bolso do contribuinte, sem a intermediação de empreiteiras, começou no auge da Lava Jato, quando o acintoso Fundo Partidário saltou de R$308,2 milhões em 2014 para R$811,3 milhões em 2015, enfiados goela abaixo do País. Era só o começo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Fundão Eleitoral de 2018 foi de R$ 1,7 bilhão, mas políticos tentam incluir no Orçamento previsão de até R$3,7 bilhões para a eleição 2020.

Vítimas da corrupção, os brasileiros terão de pagar as multas e até os advogados de políticos pilhados em vigarices gerais.

Com o Fundo pagando até advogado de candidato, vão se multiplicar casos de superfaturamento de honorários para o “caixa 2” da clientela.

A minirreforma autoriza partidos a fazer negócios como comprar sedes, aviões, carros, o que quiserem, com o dinheiro público do Fundo.

 

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Apenas simplificar o sistema não resolve carga de impostos, diz Maia



 
Presidente reforça que é preciso diminuir os gastos obrigatórios

Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (16) que a reforma tributária não vai ser capaz de reduzir a carga de impostos no Brasil. Para ele, apenas o corte nas despesas públicas vai promover uma diminuição efetiva nos valores pagos pelos contribuintes. “Infelizmente, apenas simplificar o sistema não vai resolver o nosso problema da carga tributária muito alta”.

Durante palestra promovida pelo grupo Voto em São Paulo, o presidente da Câmara disse que “se a gente simplificar, mas não tirar o lado das despesas vai continuar aumentando dívida ou criar novos impostos. Então, a gente precisa tratar a questão do gasto público como uma prioridade do Congresso Nacional”.

Gastos com benefícios

Como exemplo de aumento do gasto público, o presidente da Câmara citou a demanda dos membros da Advocacia-Geral da União por 60 dias de férias, em equiparação com o Judiciário e o Ministério Público. “O Supremo vai julgar uma ação dos advogados da União querendo 60 dias de férias também. Para quem não sabe, Poder Judiciário e Ministério Público têm férias de 60 dias e recesso”, disse Maia.

Caso o pleito seja atendido, haverá, de acordo com o presidente da Câmara, um gasto extra para os cofres públicos. “Se a gente fizer uma conta simples para todos os benefícios daqueles que têm recesso e férias, a gente vai estar reduzindo o tempo de serviço destes em sete anos. Todos nós vamos pagar essa conta”, destacou.

Nesse sentido, Maia defendeu ainda a realização de reformas administrativas nos três poderes, reestruturando as carreiras e remunerações. Segundo o presidente da Câmara, os salários iniciais no serviço público são muito altos, próximos ao teto, fechando as possibilidades de estímulo e progressão nas carreiras. “A reforma administrativa, cada ente que tem a prerrogativa de encaminhar o seu projeto. O Congresso pode cuidar da sua, o Executivo da dele. Só o Judiciário pode cuidar da deles. Se eles não encaminharem a gente vai ter um sistema distorcido”, disse.

Unificação de impostos

Sobre a reforma tributária, Maia reafirmou que espera que o texto seja aprovado na Câmara ou no Senado ainda este ano. “As duas casas estão trabalhando. Se tudo der meio certo, em uma casa vai votar. Nós temos que trabalhar para votar nas duas”.

A tramitação foi facilitada, na avaliação dele, devido ao acordo firmado com os governadores para a unificação dos impostos sobre o consumo. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços é uma das principais fontes de arrecadação para os governos estaduais, enquanto o Imposto sobre Serviços (ISS) tem grande peso na receita dos municípios. Enquanto pelo governo federal há dois tributos – o Programa de Integração Social e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social e o Imposto sobre Produtos Industrializados.

“Um ponto muito difícil para a reforma tributária é a unificação de uma proposta para os estados. Isso foi feito. Agora, nós temos uma pequena pendência com os governadores das grandes cidades, onde o ISS é relevante. Mas, acho que dá para resolver”, disse. (ABr)

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