Veja os gastos dos nosso candidatos na campanha de 2014



De acordo com o TSE, na Paraíba, o candidato a governador que teve o maior volume de doadores foi o senador Cássio Cunha Lima (PSDB). O tucano arrecadou exatos R$ 4.561,550, 98. O governador Ricardo Coutinho (PSB), candidato à reeleição, vem em seguida, com R$ 4.292.634,00.

Cássio da Cunha Lima - Via Engenharia (R$ 500.000,00), Bradesco Vida e Previdência Social (R$ 500.000,00) e Architectus (R$ 200.000,00) são os maiores doadores de campanha. Total = R$. 1.200.000,00

Ricardo Vieira Coutinho - Construtora Queiroz Galvão (R$ 665.000,00), Via Engenharia S.A (R$ 743.544,00) e Elizabeth Porcelanato Ltda (R$ 500.000,00) são quem mais deu dinheiro para a campanha do socialista.Total = R$. 1.909.209,00

O governador Ricardo Coutinho terá que apresentar correções de irregularidades na prestação de suas contas de campanha ao governo do estado apontadas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Dois relatórios foram publicados pelo órgão, na quinta-feira (4) e no domingo (7). O TRE-PB notificou a coordenação da campanha sobre os relatórios preliminares da análise de prestação de contas, com prazo...

Vital do Rêgo Filho - Londrina Bebidas Ltda (R$ 660.000,00), Recorfarma Amazonas Ltda (R$ 500.000,00) e Vale Manganês (R$ 600.000,00) investiram na campanha do peemedebista. Total = R$. 1.760.000,00

Os candidatos ao governo da Paraíba que não foram para o segundo turno arrecadaram R$ 9.742.292,63 em doações, de acordo com os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
DEPUTADOS FEDERAIS - Os gastos dos 12 deputados federais e dos 36 estaduais eleitos ficaram bem abaixo do que eles estimaram no período dos registros de candidatura. A prestação de contas dos eleitos para a Assembleia Legislativa revela que o gasto de campanha representou um custo médio de R$ 8,17 por voto, enquanto para a Câmara Federal foi de R$.7,86.

Dentre os 12 deputados federais eleitos para representar a Paraíba a partir de 2015, o custo do voto mais caro foi o da campanha de Wellington Roberto (PR). Embora ele não tenha feito a estimativa mais alta de gastos entre os eleitos, prevendo gastar R$ 3 milhões, Wellington gastou R$ 2.116.990,41. O valor ficou abaixo da sua arrecadação, de R$ 2.246.134,00, também a mais alta receita entre os eleitos.

O que apresentou prestação de contas com menos gastos foi Wilson Filho (PTB) que consegui se reeleger gastando até mesmo menos que eleitos para a ALPB. Enquanto ele estimou gastos de R$ 5 milhões ao longo da campanha, ele teve de arrecadação, R$ 347.053,31 e gastou R$ 346.970,51. O segundo que menos gastou, embora tenha sido o que estimou maior gasto para a campanha (R$ 6 milhões), foi Rômulo Gouveia (PSD). Ele teve de receita, R$ 388.002,94 e gastou R$ 387.636,34. Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) foi o único que gastou exatamente o mesmo valor que recebeu de arrecadação.

Aguinaldo Ribeiro (PP) = Previsão R$. 1.220.106,25 - Gastou R$. 1.185.817,46
Manoel Júnior (PMDB) – Previsão . 1.091.562,32 - Gastou 1.379.298,28
Wellington Roberto (PR) Previsão R$. 2.246.134,00 0- Gastou R$. 2.116.990,41
Luiz Couto (PT) Previsão R$. 402.402,66 Gastou R$. 402.255,83
Benjamim Maranhão (SD) Previsão R$. 526.825,31 Gastou R$. 526.102,36
Dr. Damião (PDT) Previsão R$. 577.519,75 Gastou R$. 575.713,02

Hugo Motta (PMDB) Previsão R$. 742.259,17 Gastou R$. 736.525,80

Efraim Filho (Democratas) Previsão R$ 881.300,00 Gastou R$. 881.162,76

Pedro Cunha Lima (PSDB) Previsão R$. 891.364,31 Gastou R$. 891.070,46

Fonte: PB Agora

Invasão das farmácias - Palmari H. de Lucena




Caminhando pelas ruas de Bogotá notamos que algo familiar estava faltando na bela paisagem urbana. Depois de um momento de reflexão, reconhecemos que estávamos numa cidade sem avenidas e bairros nobres decoradas por argonautas de redes de farmácias a serviço de fundos de investimentos. Pokémon devorando pequenos competidores, acirrando desigualdades entre classes sociais e aumentando a elasticidade dos privilégios desfrutados pela elite. Exuberância da expansão comercial dando vazão a teorias sobre práticas predatórias ou ocultamento de patrimônio de partes interessadas.

Liminares baseadas subjetivamente em argumentos comerciais autorizando o estabelecimento de farmácias, mesmo quando subestimando o propósito da legislação estabelecendo distâncias mínimas de 500 metros entre si. Alegando que a lei compromete o instituto de livre concorrência, defensores da expansão comercial logrando requalificar as artérias principais da cidade em corredores farmacêuticos, interesses nutridos pelo apetite incontrolável de grupos econômicos.

Confirmando a disponibilidade do medicamento, o atendente explicou a redução de preço autorizada pelo fabricante e pela farmácia, chamava-se João, nosso primeiro encontro dez anos atrás. Surpreendeu-nos um mês depois com uma chamada lembrando que era tempo de comprar o remédio, lembretes repetidos ao longo dos anos abruptamente interrompidos devido a sua transferência para outro endereço. Perdemos contato, João desaparecera no dédalo de farmácias mudando a fisionomia da cidade.

Reencontramos João trabalhando em uma nova farmácia. Nos recebeu como se fôssemos velhos amigos, feliz e entusiasmado com seus estudos de enfermagem. Em visita subsequente, soubemos estava internado em um hospital batalhando os efeitos de AIDS. A gravidade da situação evidente na tristeza profunda no ambiente de trabalho. João faleceu semanas depois. Continuamos comprando medicamentos no lugar que ora chamamos de “farmácia do João”, o nome da rede nunca foi importante.


-->
Palmarí H. de Lucena, membro da União Brasileira de Escritores

Deputado instiga oposição a investigar codificados nas gestões de Cássio e Maranhão




Tião afirma que governador reduziu o número de codificados e deu transparência aos pagamentos

instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso dos chamados ‘codificados’, que são pessoas que recebem por serviço prestado ao governo do Estado, mas não possuem vínculo empregatício.

Embora o pedido ainda não tenha sido protocolado na Casa, o deputado governista Tião Gomes lançou um desafio à Oposição, de que investigue também os períodos em que os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB) eram governadores da Paraíba.

“A CPI teria que abarcar todos os governos, se a safadeza está nos governos anteriores! Vamos apurar o que Cássio e Maranhão fizeram? Isso vem de traz, Ricardo esta limpando. Hoje temos uma relação. Na outra época ninguém sabia de nada. Hoje se sabe. A oposição está criando uma turbulência e esquecendo que foram eles que fizeram isso”, disse Tião.

O líder da Oposição, Tovar Correia Lima (PSDB), contestou Tião, mas garantiu que a investigação não seria reduzida ao governo de Ricardo Coutinho (PSB). “O próprio Tribunal de Contas disse que os codificados começaram em 2013. Nós não podemos fazer CPI seletiva, para cobrar de quem está no governo hoje. Se é uma CPI, se sabe como começa e não se sabe como termina. Então nós vamos investigar e quem culpa tiver no cartório vai pagar”, disse.

O presidente da Casa, Gervásio Maia, afirmou que ainda não tomou conhecimento do pedido de CPI, mas que cumprirá o que diz o Regimento Interno da Casa. “Ainda não recebi, não fui informado, mas mais acontecer o que tem acontecido na Casa, será cumprido o regimento”, disse.

Atualmente, quatro pedidos de CPIs estão protocoladas na Casa. O Regimento permite que até três Comissões funcionem paralelamente. “Temos outras CPIs, vou aguardar qualquer encaminhamento que seja feito para conversar com a Secretaria Legislativa e cumprir o Regimento”, disse Gervásio, ao se referir ao novo pedido da Oposição.

Share this:

PSB de João Pessoa desfilia ex-vereador Renato Martins da legenda




Depois que o ex-socialista foi assessorar o senador da oposição a Ricardo Coutinho, o PSB decide afastá-lo do partido
Share this:

Por: Blog do Gordinho

O presidente municipal do PSB, Ronaldo Barbosa, confirmou na noite dessa quinta-feira (25) que a filiação do ex-vereador Renato Martins no Partido Socialista Brasileiro foi desfeita.

Leia também: Líder defende saída de Renato Martins do PSB após nomeação no gabinete de Cássio: “É incompatível”

Com a ida do ex-vereador de João Pessoa Renato Martins (PSB) para a equipe de assessores do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), no início desse mês, o partido no qual fazia parte decidiu por afastá-lo da legenda, que também é a do Governador Ricardo Coutinho.

Ronaldo Barbosa não quis se alongar sobre o assunto, apenas confirmou a saída de Renato do PSB. “Não, ele já saiu. Ele já foi desfiliado do partido”.

Dívida de empréstimo consignado é transmitida para herdeiros



 

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou, na última semana, sentença que determina que a dívida de um empréstimo consignado feito por um correntista falecido seja quitada por seus herdeiros.

Em 2016, a Caixa Econômica Federal (CEF) entrou com processo pedindo o pagamento do empréstimo no valor de mais de R$ 145 mil.

 

A filha e herdeira ajuizou ação contra CEF pedindo o embargo da dívida. Ela argumentava que com a morte de seu pai, em julho de 2014, os débitos oriundos do empréstimo deveriam ser extintos. A Justiça Federal de Londrina (PR) julgou o pedido de embargo improcedente e a filha recorreu ao tribunal.

A relatora do caso na 4ª Turma, desembargadora federal Vivian Josete Pantaleão Caminha, negou o apelo sustentando que em casos de morte a lei determina apenas o afastamento da consignação, mas não o dever de quitar o débito. "O óbito do consignante não extingue a obrigação decorrente do empréstimo, pois a herança responde pela dívida. Logo, os herdeiros, no limite das forças da herança, assumem a obrigação de pagamento", afirmou a magistrada.

Processo: 5010093-72.2016.4.04.7001/TRF


Acesse a Postagem Original: http://www.servidorfederal.com/2017/05/divida-de-emprestimo-consignado-e.html#ixzz4i5grVmQu

Sidebar Menu