Morre aos 70 anos o programador musical Bené, da rádio Arapuan FM




Bené, como era conhecido, tinha 70 anos e trabalhava no sistema de comunicação há 23 anos. Ele foi homenageado no Instagram da TV Arapuan.


Por ClickPB
 

Bené era um dos funcionários mais antigos do Sistema Arapuan (Foto: Reprodução/Instagram TV Arapuan)
Morreu, nesta sexta-feira (23), o programador musical da rádio Arapuan FM, Beneval Andrade Rosas. Bené, como era conhecido, tinha 70 anos e trabalhava no sistema de comunicação há 23 anos.

Ele foi homenageado no Instagram da TV Arapuan. "Nós do Sistema Arapuan de Comunicação lamentamos a morte desse nosso amigo e grande profissional, que está com a gente desde 1996", divulgou a TV Arapuan.

Bené era um dos funcionários mais antigos do Sistema Arapuan.

“Brasil vai chegar à situação da Venezuela por culpa da imprensa”, diz Bolsonaro



Publicado por: Suedna Lima em 23/08/2019 às 10:09

(Brasília – DF, 01/08/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante coletiva com a imprensa com o Ministro de Estado do Meio Ambiente, Ricardo Salles, Ministro de Estado das Relações Exteriores, Ernesto Araújo e Ministro de Estado do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno.
Foto: Marcos Corrêa/PR

Nesta quinta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro criticou a imprensa. Ele afirmou que a cobertura da mídia em relação às queimadas na Amazônia está “trazendo problemas” e que o jornal Valor Econômico “vai fechar”, lembrando o fim da obrigatoriedade de empresas de capital aberto publicarem seus balanços em jornais, previsto em medida provisória. “Já estamos ajudando assim a não ter desmatamento, porque papel vem de árvore. Estamos em uma nova era. Assim como acabou no passado o datilógrafo, a imprensa está acabando também”, disse.

Em entrevista a jornalistas, o presidente foi além: “O Brasil vai chegar à situação da Venezuela. É isso que a grande parte da grande imprensa brasileira quer. Vocês acham, se o mundo lá fora começar a impor barreiras comerciais nossas, cai o nosso agronegócio, cai a economia”, afirmou conforme publicou a Folha.

O Hospital Napoleão Laureano precisa é da ajuda de todos, privados e públicos. O resto é mimimi!



Procurar culpados, ou simplesmente tentar fazer da instituição um cavalo de batalha para defender interesses que só interessam a alguns, nada disso vai resolver grave crise que por ora enfrenta o Hospital Napoleão Laureano. A solução do problema reside no envolvimento de toda a sociedade.

O Hospital Napoleão Laureano não é uma entidade pública. Tem caráter filantrópico e, para que instituições com este perfil sobrevivam, não há outro caminho a não ser a filantropia.

Por filantropia, segundo a definição dos mais creditados pais-dos-burros significa: “o ato de ajudar o próximo, por meio de várias atitudes altruístas e solidárias que colaboram com o suporte para com outros seres humanos. Doações de roupas, comida, dinheiro e demais ações de caridade são alguns exemplos. A filantropia pode ser praticada por indivíduos (filantropos) ou por entidades filantrópicas, que normalmente são grupos ou organizações que não possuem fins lucrativos (ONGs, por exemplo). No entanto, em ambos os casos, o propósito é propagar questões humanitárias e de interesse público, seja no âmbito social, da saúde, do meio ambiente, da educação, etc.”

Hoje em dia fico perplexo com o que algumas criaturas dizem a respeito deste histórico e conceituado hospital, sem antes saber da sua importância. Importância não para os outros, mas sobretudo para quem precisa dos seus serviços. Assim como eu que, há décadas, pensei que sabia o que era o Laureano, apenas de ler sobre, ou de ouvi dizer. Só quem sabe em toda a sua plenitude o que significa aquela instituição pensada e erguida pelo famoso médico Napoleão Laureano, é quem está doente e dela precisa.

Tenho frequentado o Hospital Laureano, como paciente acometido de um tumor na bexiga. Com certa frequência tenho recorrido aos seus serviços, ao lado de milhares e milhares de outras pessoas que, como eu, não têm planos de saúde e está à mercê de uma instituição como aquela.

Será que é necessário que as pessoas sejam acometidas de tumores e, sem dinheiro e plano de saúde, precisem do Laureano para, enfim, entender a suma importância daquilo ali? O Hospital tem problemas? Tem! Falta medicamentos? Falta! Mas, porventura, já se preocupou em saber quanto custa para manter funcionando toda aquela fabulosa estrutura, todo aquele serviço que nos é prestado (a custo zero para o paciente carente)?

Ah, antes de abrir a boca pra falar besteira ou querer fazer política barata contra o Napoleão Laureano, seja sincero: que contribuição já deu a instituição? Já autorizou acrescentar na sua cota de luz algum centavo a mais destinado ao Hospital Napoleão Laureano? Ou já ajudou a instituição de alguma outra forma? Não? Então pare de falar asneira; vá lá diariamente para ver milhares e milhares de pessoas – algumas em estado terminal, e procedentes de todos os municípios da Paraíba – sendo muito bem tratadas, graças ao esforço imensurável de uma brava equipe capitaneada pelo médico Antônio Carneiro Arnaud.

Quantas das 223 prefeituras da Paraíba oferecem alguma contribuição ao hospital? Diariamente, ali chegam ambulâncias, carros e mais carros transportando pacientes de todos os municípios, mas quantas destas prefeituras de fato ajudam ao Laureano? Quantos pacientes da Paraíba são diariamente atendidos por dia? E quanto o Governo do Estado entre no racha para manter o Hospital Napoleão Laureano? Quantos são os pessoenses que diariamente ali vão para fazer tratamento? E quanto a Prefeitura de João Pessoa destina mensalmente à instituição, para que ela possa se manter?

O pior é que tem pessoas que falam, reclamam e botam queixo, como se o Hospital Napoleão Laureano tivesse a obrigação de ser uma instituição mil por cento sem falhas. Dinheiro não brota do chão; aquele tipo de tratamento é um dos mais caros que existem.

Desde o primeiro dia em que pus os pés nos corredores do Laureano, em meio às milhares e milhares de pessoas carentes, fico a observar toda aquela multidão que ali formamos e, na minha cabeça não vem outra pergunta a não ser:

O QUE SERIA DE NÓS, NÃO FOSSE O HOSPITAL LAUREANO, SEUS DIRIGENTES, SEUS ABNEGADOS MÉDICOS, ENFERMEIROS, ZELADORES ETC?!!!!

Gente, vamos deixar de mimimi! Arregacemos às mangas, todos (públicos e privados) e abracemos à causa do Laureano.

Afinal, tiro por mim mesmo: só vim entender o que aquilo significa depois que descobri que estava acometido de tumor na bexiga.

Mas, não espere que isto lhe aconteça. Nem irá acontecer. Afinal, Deus lhe dará saúde e lucidez suficiente parasse tornar mais um parceiro, mais um aliado do Laureano.

 

Wellyngton Farias

Morre ator da novela “Chamas da Vida”, Kito Junqueira, aos 71 anos



 Foto: Reprodução

Morreu, nesta sexta-feira (23), aos 71 anos, o ator Kito Junqueira, ele sofreu um infarto fulminante, em Curitiba, no Paraná.

O ator se preparava para o espetáculo À Flor da Pele, de Consuelo de Castro. A informação foi confirmada por Ricardo Peixoto, amigo e produtor da peça que Junqueira entraria em cartaz.

De acordo com informações, ele sofreu um infarto fulminante. Estava bem e com expectativa para começar os ensaios da peça que eu estava produzindo.

MaisPB

Patos: com 14 votos, Ivanes é o novo prefeito



 Com 14 votos, o vereador Ivanes Lacerda (MDB) é o novo presidente da Câmara de Patos e, de forma interina, prefeito do município. A sessão de eleição aconteceu nesta sexta-feira (23) e contou com a participação dos 17 parlamentares.

Além de Ivanes, os vereadores Capitão Hugo (Podemos), Tide Eduardo (MDB) e Edjane Barbosa (MDB) concorreram ao cargo. A eleição teve apenas uma abstenção e 2 votos para o Capitão Hugo.

Ao Portal MaisPB, Ivanes disse que seu foco é manter uma relação harmoniosa entre os poderes executivo e legislativo. “O município vive um momento difícil e é necessário uma candidatura de consenso para que o poder legislativo saia fortalecido”, pontuou.

Apesar de buscar harmonia, o parlamentar nega que a falta desse componente tenha sido o motivo da renúncia de Sales Júnior. “É um vereador de muita experiência, ninguém tinha mais vontade de acertar como ele, foi uma pessoa que se doou 100% para resolução dos problemas”, considerou.

A eleição acontece após o ex-presidente da Câmara Municipal e prefeito interino, Francisco Sales Júnior, renunciar o cargo na última terça-feira (20). Ele foi o terceiro prefeito, desde que o vice-prefeito, Bonifácio Rocha, também deixou o cargo que assumia interinamente por conta da determinação judicial que afastou Dinaldo Filho, prefeito eleito no município.

MaisPB

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