Sempre é um par de luvas nas quais caberá as mãos de alguém - Mirtzi Lima Ribeiro.



Com um faturamento que triplicou entre 2017 e 2018, a Taurus (empresa brasileira), exportou para 32 países, obtendo 75% da receita líquida com a venda de armas apenas dos Estados Unidos. Seu lucro bruto em 2018 chegou a ****R$ 307 milhões****. Imagina com um sinal verde para produzir mais e garantindo-se-lhe um mercado para esses produtos?

É claro que a empresa está de olho num mercado promissor, com os acenos e sinal verde do atual governo para incrementar suas vendas. Apenas de munição (balas) o crescimento das vendas será EXPONENCIAL... daria para fomentar uma guerra civil.


NINGUÉM SE ENGANE, não há SETOR PRIVADO incrementando atividades sem o devido SINAL VERDE do GOVERNO para que eles produzam mais e escoem suas mercadorias. Para isso servem os acordos de impostos entre estados quanto às alíquotas para isso ou aquilo, isenções, reduções de alíquotas em suas matérias primas importadas, etc.

Há uma RELAÇÃO DIRETAMENTE PROPORCIONAL entre o Governo e as metas produtivas dos diversos setores. Eles ficam de olho nesses acordos e sinais para agirem, estabelecendo suas metas e objetivos.

E, geralmente, os "facilitadores" do processo de abrir o SINAL VERDE, embarcam muitas vezes em benesses e/ou "mimos".

Deveria não SER ASSIM, mas, no Brasil, sempre que surgem no mercado novos produtos ou modificações em "x" ou "y" produtos, isso irá beneficiar "alguéns". Sempre é um par de luvas nas quais caberá as mãos de alguém.

É auditora de Contas Públicas no Tribunal de Contas da Paraíba

 

 

OPERAÇÃO XEQUE-MATE: Juiz interroga nove réus e 42 testemunhas nesta quarta-feira



Polemicaporaiba.com.br 
Publicado por: Fabricia Oliveira 

Está confirmada para esta quarta-feira (26), às 8h30, a primeira audiência de instrução e julgamento no processo principal da ‘Operação Xeque-Mate’. O juiz Henrique Jorge Jácome de Figueiredo, da 1ª Vara da Comarca de Cabedelo, vai presidir a sessão, que será realizada no Fórum Local. Na oportunidade, serão interrogados nove réus e mais de 40 testemunhas indicadas pelo Ministério Público e pelas defesas. Segundo o magistrado, além do processo principal, já foram apresentadas e recebidas mais cinco denúncias que envolvem o caso.

Durante a audiência, serão interrogados os réus Wellington Viana França (ex-prefeito de Cabedelo), Marcos Antônio Silva dos Santos, Leila Maria Viana do Amaral, Adeildo Bezerra Duarte, Inaldo Figueiredo da Silva, Jaqueline Monteiro França (ex-presidente da Câmara dos Vereadores e esposa de Wellington Viana), Antônio Bezerra do Vale Filho, Lúcio José do Nascimento Araújo e Tércio de Figueiredo Dornelas Filho.

“Até agora, não foi apresentado nenhum pedido de adiamento da audiência. Assim, ingressaremos em uma nova fase, com a coleta das provas orais e apresentação de testemunhas por parte da defesa”, comentou o juiz Henrique Jácome.

Os nove acusados foram denunciados pelo Ministério Público Estadual de integrarem uma organização criminosa no Município de Cabedelo, que teria sido responsável por vários episódios criminosos, dentre eles a compra e venda do mandato do ex-prefeito José Maria de Lucena Filho (Luceninha) e a sua consequente renúncia ao cargo; irregularidades na Prefeitura e na Câmara de Vereadores, com servidores fantasmas; e esquema de recebimento de dinheiro desviado do salário dos servidores municipais.

Constam ainda da denúncia outras irregularidades como o financiamento da campanha de vereadores; atos de corrupção envolvendo a avaliação, doação e permuta de terrenos pertencentes ao erário municipal, que beneficiava diversas empresas, bem como ações ilícitas para impedir a construção do Shopping Pátio Intermares com a distribuição de valores ilícitos para vereadores, com atuação pessoal do então prefeito Leto Viana.

O processo da Xeque-Mate tramitou, inicialmente, no Tribunal de Justiça da Paraíba por conta do foro privilegiado do prefeito Leto Viana. Em 15 de outubro de 2018, o desembargador-relator responsável pelo caso, João Benedito da Silva, proferiu decisão na qual declinou a competência do Tribunal de Justiça para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), ante a existência de indícios de atuação de Conselheiro do TCE, no exercício de suas funções, em um dos episódios investigados pela Operação Xeque-Mate.

Posteriormente, em 20 de novembro de 2018, o vice-procurador-geral da República requereu a devolução, ao TJPB da ação penal e de todos os procedimentos a ela referentes e antes remetidos ao STJ, com exceção dos fatos que envolveram a autoridade detentora de foro por prerrogativa de função perante aquele Tribunal. Na sequência, em 24 de janeiro de 2019, estando os autos já no TJPB, o desembargador-relator João Benedito determinou o encaminhamento de todos os processos referentes à Operação Xeque-Mate para a Comarca de Cabedelo, tendo em vista a renúncia do então prefeito Leto Viana.

Presidente da CCJ diz que acertou ida de Sérgio Moro à Câmara no próximo dia 2 de julho



 O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), informou nesta terça-feira (25) que acertou com a equipe do Ministério da Justiça a ida de Sérgio Moro à CCJ no próximo dia 2 de julho.

O objetivo da comissão é ouvir o ministro sobre mensagens reveladas pelo The Intercept e atribuídas a Moro e a procuradores da Lava Jato. Segundo o site, o então juiz orientou a atuação da força-tarefa.

Segundo as mensagens, Moro sugeriu à Lava Jato que respondesse ao “showzinho” da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; questionou uma investigação sobre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso porque “melindra alguém cujo apoio é importante“.

Desde que as mensagens foram reveladas, Moro e o Ministério Público têm negado que houve orientação.

A audiência da CCJ na qual Moro seria ouvido estava marcada para esta quarta (26), mas foi cancelada. O ministro está nos Estados Unidos.

Audiência no Senado
Na semana passada, Moro compareceu a uma audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para explicar as mensagens.

Na ocasião, disse que não tem nada a esconder nem tem apego ao cargo que ocupa.

Moro também negou ter havido “conluio” com o Ministério Público para atingir grupos políticos e disse estar “absolutamente tranquilo” sobre a “correção” das decisões que tomou como juiz.


G1

Governo da Paraíba começa a pagar servidores estaduais nesta quinta-feira



 
Redação Paraíba Já 
Governo da Paraíba começa a pagar servidores estaduais nesta quinta-feira Foto: Arquivo
O pagamento dos servidores estaduais referente ao mês de junho começa nesta quinta-feira (27), quando recebem aposentados e pensionistas e segue na sexta-feira (28), com os salários dos servidores da ativa.

Mais uma vez, o Governo do Estado mantém o compromisso de realizar o pagamento dos servidores estaduais dentro do mês trabalhado. O Estado efetuou, também este mês, o pagamento da primeira parcela do 13º salário dos servidores estaduais, que estava disponível para o funcionalismo no dia 19 de junho.

Calendário
27/06- aposentados e pensionistas

28/06- servidores da ativa

Reforma da Previdência – Professores e policiais permanecem com aposentadorias especiais



Vera BatistaServidor
O anúncio do governo federal, de que vai igualar as regras de aposentadoria de policiais federais às dos professores dentro da reforma (com 55 anos), reverberou no Congresso Nacional. O deputado Israel Batista (PV-DF), que sempre lutou para retirar os docentes da PEC 06/2019, comemorou a notícia. “O Executivo deu um primeiro sinal de que vai recuar e considera manter a aposentadoria especial dos professores”, afirmou

Membro da Comissão Especial da Reforma da Previdência, o parlamentar é autor da emenda que garante o regramento diferenciado para a categoria. Defendeu a ideia pessoalmente junto ao relator do texto, o também deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e ao secretário especial da Previdência, Rogério Marinho.

Israel cita os índices alarmantes do Brasil para justificar a manutenção da aposentadoria especial dos professores e relembra que o País é o primeiro lugar no ranking mundial de violência nas escolas e de indisciplina em sala de aula (dados da OCDE). Pontua ainda a dedicação integral, jornada extraclasse não-remunerada e a infraestrutura precária das escolas.

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