Prefeito de São Paulo é internado em UTI após sangramento no fígado




Publicado por: Gerlane Neto 

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi internado nesta quarta-feira (11) na unidade de tratamento intensivo (UTI) do Hospital Sírio-Libanês devido à ocorrência de um sangramento no fígado após procedimento para demarcação da lesão tumoral. A internação tem como objetivo o monitoramento constante do paciente.

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Bruno Covas faz tratamento contra um câncer diagnosticado na região do estômago.

De acordo com boletim médico, o sangramento foi controlado por arteriografia e embolização do foco de sangramento, procedimento considerado minimamente invasivo pelo hospital.

Tratamento
Bruno Covas foi internado no dia 23 de outubro no Sírio-Libanês para tratamento de uma erisipela. Dois dias depois, os médicos diagnosticaram uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes apontaram tromboembolismo pulmonar e câncer. O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região de transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

Segundo o médico Roberto Kalil, integrante da equipe que acompanha Covas, a parte cardiológica está bem. “O estado geral do prefeito é ótimo, a parte cardíaca que tinha aqueles coágulos foi resolvida, o ecocardiograma está normal, e as notícias são extremamente otimistas”, afirmou.

O prefeito continuou no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio hospital. No dia 18 de novembro, ele voltou a despachar da sede da prefeitura.

 

 

Fonte: EBC

Créditos: EBC

Justiça determina volta de radares móveis às estradas federais



 
A ordem foi dada pelo juiz Marcelo Gentil Monteiro, da 1ª Vara, ao avaliar pedido de liminar apresentado pelo MPF (Ministério Público Federal).


Por FOLHAPRESS
Ao justificar a suspensão dos equipamentos, disse que o propósito era o de evitar "o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos". (Foto: Reprodução)
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça Federal em Brasília determinou nesta quarta-feira (11) que o governo Jair Bolsonaro restabeleça a fiscalização de velocidade com radares móveis nas estradas federais.

A ordem foi dada pelo juiz Marcelo Gentil Monteiro, da 1ª Vara, ao avaliar pedido de liminar apresentado pelo MPF (Ministério Público Federal).

A decisão fixa prazo de 72 horas para que a PFR (Polícia Rodoviária Federal) tome as providências necessárias para a volta da fiscalização eletrônica, sob pena, em caso de descumprimento, de multa diária de R$ 50 mil, a ser aplicada à União.

Em agosto, Bolsonaro determinou, por meio de um despacho, que a PRF interrompesse o uso de "medidores de velocidade estáticos, móveis e portáteis" até que o Ministério da Infraestrutura concluísse uma reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade.

A medida não impediu o emprego dos aparelhos fixos, os chamados pardais, porque a Justiça Federal em Brasília já havia dado, em abril, ordem para sua manutenção nas pistas.

Bolsonaro é um crítico do controle de velocidade e de outras formas de fiscalização desde quando era deputado federal.

Ao justificar a suspensão dos equipamentos, disse que o propósito era o de evitar "o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos".

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada em abril mostrou que o presidente, três de seus filhos e sua mulher, Michelle, receberam ao menos 44 multas de trânsito nos cinco anos anteriores, segundo registros do Detran-RJ (Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro).

Ao reverter a determinação de Bolsonaro, o juiz da 1ª Vara argumentou que o despacho presidencial não observou o conjunto de normas do Sistema Nacional de Trânsito, previsto em lei.

Segundo ele, a medida não "poderia suprimir competência" do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), "prevista em lei", que fixa as diretrizes da fiscalização.
"Afora a questão formal, o ato questionado foi praticado sem a prévia existência de embasamento técnico, o que também viola as regras de funcionamento do Sistema Nacional de Trânsito e as competências legais do Contran e de suas câmaras temáticas", escreveu o magistrado.

Ele argumentou ainda que cabe ao Judiciário apurar se, no caso, houve omissão do Executivo na missão de assegurar direitos essenciais dos cidadãos.

"Não se tem dúvida de que os direitos à segurança, incolumidade física e vida são fundamentais e que, conforme já registrado, a política de segurança viária e sua efetiva fiscalização são constitucionalmente previstas", prosseguiu o juiz.

O magistrado afirmou que, embora "voltada para a promoção de objetivo legítimo, há outros meios aptos a alcançar tal objetivo e menos prejudiciais à segurança do trânsito".

"Com efeito, o objetivo de ‘evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade‘ pode ser alcançado pela efetiva fiscalização da forma de uso dos equipamentos pelos agentes estatais, impondo-se, inclusive, responsabilização dos responsáveis pelo desvirtuamento noticiado."

Monteiro determina à União que, por meio de qualquer de seus órgãos, não só a PRF, "se abstenha de praticar atos tendentes a suspender, parcial ou integralmente, o uso de radares estáticos, móveis e portáteis".

A reportagem ainda não conseguiu contato com a PRF.

Adriano Galdino: o dono de Pocinhos e o novo dono da Paraíba



 
Por Flávio Lúcio

Vejam o nível dos políticos que tomaram o poder estadual de assalto quando João Azevedo assumiu o cargo de governador da Paraíba.

E depois que João Azevedo rompeu definitivamente com Ricardo Coutinho, a caixa de Pandora da nossa política foi aberta de novo, e o que escapou de lá foi um dos males políticos que a Paraíba pensou estar superando: o patrimonialismo, essa prática arraigada bem presente na nossa cultura política, e exprime a captura do Estado como se este pertencesse a grupos e indivíduos.

No vídeo abaixo, um exemplo bem expressivo dessa prática. O presidente da Assembléia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, ao lado do João Azevedo, saúda a presença do governador em uma reunião pública com apoiadores, transmitida , inclusive, através das redes sociais do deputado.

Após pedir obras e ações do governo do estado para Pocinhos, o município que ele foi prefeito, e sua esposa tentou repetir a dose, mas foi derrotada na última eleição, Galdino lembra que o prefeito da sua “amada” cidade não é do seu grupo político, nem apoiou João Azevedo na eleição passada.

“Eu estou muito feliz em tá recebendo, que o senhor possa vir outras vezes pra cá, para trazer, não só para Pocinhos, mas para toda a região, para construir uma Pocinhos cada vez melhor. Mais pra frente, agora não. Mais pra frente. Vou lhe pedir nada agora não.”

Adriano Galdino talvez tenha se esquecido de que estava seu discurso estava sendo transmitido para além dos muros do local onde ele o pronunciava, porque sua sinceridade de político provinciano e mandonista foi desconcertante.

O motivo para o inusitado pedido para que João Azevedo não realizasse investimentos na cidade não poderia ser mais mesquinho. Veja você mesmo:

“Mais pra frente, quando ‘nós’ tivermos um prefeito amigo ou uma prefeita amiga (dá pra advinhar quem?), lá na frente…”

Eis a principal mudança em curso na política paraibana depois que João Azevedo assumiu o governo da Paraíba e iniciou covardemente o ato de traição a Ricardo Coutinho.

Políticos como Adriano Galdino alcançaram o centro do poder na Paraíba sem que mereçam porque não têm estatura. Em razão disso, não se comportam de acordo com a posição que hoje ocupam. Agora se sentem, na sua arrogância simploria, embriagados de poder, como se fossem donos da Paraíba.

Mais ainda porque, Adriano Galdino e seu grupo, tem o governador nas mãos. Triste realidade.

O povo de Pocinhos vai aceitar?

E o povo da Paraíba?

G11 articula nomes em JP e CG. Na Capital, Nilvan é o preferido do grupo



  O chamado G11 – grupo que aglutina parlamentares de vários partidos, na Assembleia Legislativa da Paraíba – tende a ter candidatos às Prefeituras de João Pessoa e Campina Grande, especialmente. Na Capital, o nome do comunicador Nilvan Ferreira, do Sistema Correio de Comunicação, é o que tem a simpatia da maioria do grupo. “Pelo menos até agora”, segundo revelou uma fonte à coluna.

Questionado a respeito, o deputado estadual Tião Gomes confirmou as informações e acrescentou: “Pelo menos para nós, do Avante, o nome de Nilvan Ferreira tem uma simpatia especial”. E foi mais longe: “Teremos candidatos independente de Governo. Nós não dependemos do Governo…”.

Tião detalhou que, neste momento, a candidatura de Nilvan Ferreira “também já tem a simpatia da maioria do grupo, embora não a de todos”. O amadurecimento desse projeto tem sido discutido internamente pelo G11. “Não existe, ainda, uma definição. Porém, a tendência do grupo é marchar unido com uma candidatura forte”.

A ideia básica do grupo G11 é ter candidatura própria às prefeituras de João Pessoa e Campina Grande. A questão está sendo amplamente discutida porque o grupo envolve vários partidos. Na avaliação do deputado Tião, essa adversidade de partidos também é bom porque une todos.

Particularmente quando à eleição em João Pessoa, Avante tenta empinar a candidatura do comunicador Nilvan Ferreira, mas as definições se darão até janeiro no âmbito do G11. A propósito de diversidade, o deputado Tião Gomes lembrou que o nome do colega Wilson Santiago Filho foi previamente lançado, “mas não houve nenhuma afinidade para se discutir isso”. Até janeiro, segundo o parlamentar, o grupo G11 terá uma definição sobre as candidaturas.

Com ou sem

Pelo que temos lido e ouvido nos últimos dias, o G11 não está totalmente alinhado com a gestão de João Azevedo. A partir das inúmeras entrevistas que foram publicadas, fica claro que para o grupo, essa história de apoio incondicional não existe. A menos, claro, que o G11 seja e participe do governo.

Para que lado a balança vai pender, no entanto, só saberemos quando a Assembleia Legislativa for votar projetos importantes do interesse do Palácio da Redenção.
O G11 tem sido mais que claro: quer cargo, participação direta no governo e, inclusive, influenciar nos destinos que a gestão vai tomar…

 

Wellington Farias

PB Agora

Justiça suspende votação da reforma da Previdência na Assembleia; texto seria apreciado nesta quinta



 O texto da reforma da Previdência encaminhado à Assembleia pelo Executivo foi judicializado. Uma liminar concedida nesta quarta-feira (11) pelo Tribunal de Justiça da Paraíba determinou a suspensão da apreciação da matéria, que ocorreria nesta quinta.

O presidente da Casa, Adriano Galdino (PSB) chegou a comunicar que o texto seria votado amanhã, já que hoje foi aprovado por maioria o pedido de apreciação da matéria em caráter de urgência urgentíssima. No entanto, a decisão do juiz convocado, Onaldo Queiroga, suspende a deliberação da Mesa Diretora do Poder Legislativo.

O magistrado atendeu ao pedido feito pelo líder da oposição, o deputado Raniery Paulino alegando ilegalidade no encaminhamento determinado por Adriano, após a aprovação do regime de urgência urgentíssima.

O juiz observou a necessidade de um debate mais amplo com a participação da minoria da Casa. “Caso se concretize, violará o direito ao devido processo legislativo constitucional, o direito da minoria de participar ativamente do processo legislativo e o direito de representação do Impetrante e dos demais Deputados Estaduais que integram a Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba”, publicou Onaldo Queiroga

Cabe recurso.

Confira decisão:

 

Entenda:

Após intensa discussão e debate acalorado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia em torno da Proposta de Emenda Constitucional que trata da reforma da Previdência para servidores do estado, a matéria poderia ser aprovada nesta quinta-feira, mesmo sem o parecer dos membros da CCJ.

No final da apreciação da Ordem do Dia desta quarta-feira (11), o plenário aprovou por maioria o regime de Urgência Urgentíssima para a apreciação do texto. Na prática, a matéria poderia sair da Comissão e ir direto para o plenário da Casa, reduzindo o debate sobre a posposta e, possivelmente, garantindo sua aprovação antes mesmo do recesso parlamentar.

Embora uma nova reunião da CCJ esteja agendada para esta quinta-feira (12), quando o deputado Wallber Virgolino deverá apresentar seu voto, já que o texto está sob pedido de vistas dele, a matéria poderia ser levada à apreciação sem esse aval.

 

PB Agora

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