Projeto Banda de Música na Academia realiza hoje apresentação no Cine Aruanda

Os Departamentos de Música e Educação Musical do Centro de Comunicação, Turismo e Artes da Universidade Federal da Paraíba (CCTA/UFPB) apresentam uma homenagem póstuma à professora Maria Onilma Moura Fernandes, nesta terça-feira (24), às 19h, no Cine Aruanda, no Campus I. A apresentação será feita pela Banda Sinfônica José Siqueira, Banda Marcial Anísio Teixeira, Grupo Musacá e Acolá, Rachel Casado e Jefferson Honório.

 

Essa apresentação faz parte do Projeto “A Banda de Música na Academia” desenvolvido pelos Departamentos de Música e Educação Musica da UFPB e recebe o apoio do Laboratório de Música Aplicada (Lamusi) e Coordenação de Música e Dança do Município de João Pessoa.

 

PROGRAMA:

 

GRUPO MUSACÁ E ACOLÁ

1 – Concert in On Moviment.......Alexej Lebedev

Solista: Iris Vieira-Pianista: Rachel Casado

2 – Cantiga Brasileira...........Gilberto Gagliardi

Solista: Katharyna Maria- Pianista: Rachel Casado

3 – Concertino para Trompa.........José Ursicino da Silva(maestro DUDA)

Solista: Maria Conceição- Pianista: Rachel Casado

4 – Tuba Choro........... José Ursicino da Silva( DUDA)

5 – Trenzinho Caipira..............H.Villa-Lobos

6 – Wave....................Tom Jobim

*Tuba: Íris Vieira, Eufônio: Katharyna Maria

Trompa: Maria Conceição e Percussão: Del Santos

 

BANDA MARCIAL ANÍSIO TEIXEIRA

1 - Thanks for the Memories… Joe Murphy / Jim Reed-Adaptação: Marcos Sousa

2 - Flight of the Condor… J. Higgnis – Arr: L. Aguiar

3 - Suíte Pernambucana de Bolso.... Duda - Adaptação: Lucas Aguiar

4 - Resplendence Glory.... Rossano Galante - Adaptação: Emerson Lucas

Regência: Carlos Guerra e Marcos Sousa

 

BANDA SINFÔNICA JOSÉ SIQUEIRA

1 – Fibra de Herói...................Teófilo Filho-Guerra Peixe

2 – Chorinho para Radegundis....B. Dantas-L.Carlos

Solista: Jefferson Honório

3 – Liebestraume............................................Franz Liszt

4 – West Side Story.............................Leonard Bernstein

Regência: PRISCILA SANTANA

 

Outras informações confira aqui.

Fonte:
Agência de Notícias da UFPB - Com assessoria


João Azevedo faz mistério sobre novos apoios, mas adianta: ‘Logo, logo teremos novidades‘

 

O pré-candidato a governador pelo PSB, João Azevedo (PSB), fez mistério sobre apoios que deve receber nos próximos dias. O socialista confirmou que tem dialogado com várias lideranças políticas no sentido de ampliar a aliança para as eleições de outubro.

“Estamos mantendo contatos com vários partidos. O PSB tem mantido reuniões constantes e a imprensa vai saber a partir de cada anúncio. Não antecipamos nada, até em respeito a cada partido que está se agregando a todo esse processo. Há prazo e um rito a ser cumprido, mas logo, logo teremos novidade sobre essa questão”, falou.

O ex-secretário de Infraestrutura do estado disse ainda ser possível contar com o PT e o DEM no mesmo palanque.

“O Democratas está conosco desde 2010. Temos que sentar e estabelecer os limites para cada um. Vamos respeitar a autonomia de cada partido, uma aliança é formada quando duas pessoas se juntam e se a convergência for maior que a divergência, se caminha. Gostaria de ter todos os partidos conosco, mas vamos continuar conversando”, falou.


Cássio reforça diálogo com PP, mas não descarta até três candidaturas das oposições ao governo

 
Senador lembrou que o partido sempre atuou no campo contrário ao governo do PSB e que isso não deve mudar

blogdogordinho.com.br
Por: Thais Cirino
A falta de unidade dentro do campo das oposições caminha para a confirmação de mais uma candidatura ao Governo do Estado dentro do grupo, mas isso não está sendo visto, pelo menos publicamente, como algo nocivo ao projeto contrário ao implementado pelo PSB nos últimos anos. Na avaliação do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), é possível que as forças oposicionistas tenham duas ou até três postulações, mas o diálogo com todas as siglas vai continuar até o prazo final das convenções, em agosto.

Leia mais: Lucélio Cartaxo destaca alianças da oposição, sinaliza entendimento com PP e ataca gestão de Ricardo

Falando especificamente do PP, que ainda não definiu apoio a um nome, o senador destacou que a legenda sempre atuou no campo oposicionista e que isso, portanto, não deve mudar. “O PP é um partido do campo das oposições. Se vamos estar juntos na mesma chapa, seria o ideal, se não for possível isso e tivermos que ter duas ou três candidaturas no campo das oposições, vamos ter que conviver com essa realidade”.

O tucano avaliou que as indefinições são normais, mas que vai continuar dialogando dentro do ‘espírito de somar’. “Vamos continuar conversado com todas as forças de oposição. É um processo de construção. Cada partido tem sua autonomia e, dentro dessa autonomia, o PSDB, respeitando a posição dos demais partidos, optou pela candidatura de Lucélio Cartaxo (PV). Agora, vamos continuar dialogando com todos os partidos para ampliar as forças de oposição do Estado”.

Cássio salientou que o PP ‘é um partido importantíssimo’ e que ‘não teria muito sentido imaginar que um partido passa quatro anos na oposição e na véspera da eleição adere ao governo’. A possível mudança de lado, inclusive, já foi rechaçada pelo presidente da legenda, Enivaldo Ribeiro, que não descartou, entretanto, apoiar outro nome na disputa ao Palácio da Redenção e diz aguardar o resultado de uma pesquisa interna encomendada pela sigla. Entre os nomes, o do senador José Maranhão (MDB), que mantém sustentando a pré-candidatura.


Renato Gadelha projeta ‘chapa dos rebeldes’ e justifica ausência de membros do PSC na posse do PV


“Muita gente da oposição fora: PP, PR, PSC, MDB, PROS, PDT. Poderá dar margem para surgimento de outra chapa”, afirmou

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Por: Cógenes Lira
Na posse do novo Diretório Estadual do Partido Verde (PV) na Paraíba, no último sábado (21), onde o prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo (PV) foi conduzido à presidência, a ausência de representantes do PSC e PP – partidos da oposição tido como aliados – foi sentida. Nem mesmo Manoel Junior (PSC), vice-prefeito da Capital, se fez presente. Na manhã desta segunda-feira (23), o deputado estadual Renato Gadelha (PSC) justificou algumas ausências da sigla cristã.

“Foi motivo de agenda. Eu estava no Sertão, Marcondes na Colômbia e Leonardo em Brasília. Houve o convite, não diretamente, foi através de meu assessor, mas eu estava no sertão, e não pude participar”, disse Renato Gadelha ao Blog do Gordinho. Questionado acerca da ausência de Manoel Junior, ele não soube a motivação. “Não tive esse contato com ele”, respondeu.

Renato comentou rapidamente sobre as pretensões político-eleitorais do PSC na chapa que integrar. “Estamos mais focados na proporcional, mas não descartamos a possibilidade de disputar na chapa majoritária”, explicou.

Chapa dos rebeldes

Ao comentar sobre as movimentações que o PSC pretendia na chapa majoritária da oposição, Renato mostrou insatisfação, assim como o Progressista, sobre a definição “às escuras” – como definiu Maranhão – dos nomes oposicionistas. “Fomos surpreendidos porque não fomos convocados para essa reunião de Brasília, e dela já veio com a chapa resolvida”, reclamou.

De acordo com o parlamentar, a chapa – que para ele é: Lucélio (PV) e Micheline (PSDB); Cássio Cunha Lima (PSDB) e Raimundo Lira (PSD) – pensou apenas em Campina Grande e João Pessoa. Para ele, as prefeituras estão representadas pelo irmão do prefeito da Capital e pela esposa do prefeito campinenses, o que do ponto de vista lógico é importante, mas do ponto de agregar partidos deixa a desejar.

“Mas acho que deixou muita gente da oposição de fora da chapa. O PP, de Enivaldo, Aguinaldo e Daniella, o PR, de Wellington Roberto, o PSC de Marcondes, o próprio MDB poderia ter participado dessa chapa, talvez se conseguissem um consenso, o PROS de André Amaral, o PDT de Damião. Ficou muita gente de fora dessa chapa, que poderá dar margem para surgimento de outra chapa ou que ingresse na chapa de Maranhão”, projeto Gadelha. Indagado diretamente sobre essas siglas deixadas de lado formarem uma chapa própria, e portanto a oposição ter duas chapas, Renato foi direto: “Existe essa possibilidade”.


O governador Ricardo Coutinho disse que as oposições na Paraíba foram enroladas pelo senador Cássio

blogdotiaolucena.com.brr

 O governador Ricardo Coutinho disse que as oposições na Paraíba foram enroladas pelo senador Cássio Cunha lima, que rifou os cargos em disputa para tentar garantir a sua reeleição.

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Veja o que disse o governador:

“O candidato ao Senado vendo a sua situação complexa, terrível, a pior situação de todos os anos e anos onde só soube viver da política, então vendo a sua situação se estreitando cada vez mais, mais difícil, exatamente por sua postura, com um mandato que nunca serviu à Paraíba, resolve rifar todos os demais cargos da chapa majoritária”, disse.

O chefe do executivo estadual prosseguiu suas críticas ao dizer que seus adversários não têm história, nem programa de governo.

“É isso o que está acontecendo do lado de lá. Aí dizem, a mulher (Micheline) do outro prefeito (Romero) vem para a chapa. Ai outro prefeito (Luciano) indica a mulher (Maysa) como suplente de um senador. Esse é o retrato da oposição. Ela não tem história nem programa de governo. E não tem candidatos”, falou.


Por descaso da Prefeitura da capital, obra ‘Revoar‘ pode terminar em algum velho velho

 Na gestão do então Prefeito Ricardo Coutinho, foi realizado o I Concurso Jackson Ribeiro de Arte Pública e as esculturas vencedoras do citado certamente de reconhecidos artistas plásticos paraibanos foram quatro foram espalhadas segundo o próprio edital, pontos estratégicos da Capital. outras duas obras foram instaladas tempos depois em pontos estratégicos da Capital.

As obras já instaladas são: As Bênçãos à Nossa Senhora das Neves”, de Marco Aurélio Damaceno, na giratória de Mangabeira; Revoar”, em frente ao Bessa Shopping, no Bessa; Sinergia”, de Sidney Azevedo, na Estação Cabo Branco; e Cavaleiro Alado, de Wilson Figueiredo, na giratória do Centro de Tecnologia da UFPB. A próxima a ser instalada será Saudação ao Sol”, no Largo da Gameleira, Tambaú, de autoria de Erickson Britto. Por fim, a obra Guardiã da Cidade”, de Evanice Santos,

O I Concurso Jackson Ribeiro de Arte Pública teve o objetivo primordial de incentivar a produção artística local, dando oportunidade democrática aos escultores paraibanos. “Além disso, embelezamos a cidade e contribuímos para desenvolver, na população, a cultura de apreciação de obras de arte em exposição permanente na cidade”, diz Lu Maia, Então Coordenadora do Casarão 34..

O concurso homenageou o artista plástico Jackson Ribeiro, considerado a maior expressão da escultura nacional das décadas de 1960 e 1970. O artista, nascido em Teixeira, ganhou todos os prêmios possíveis para um escultor, entre eles a Bienal de São Paulo e o de Viagem ao Estrangeiro do Salão Nacional de Arte Moderna, o mais cobiçado de todos.

O fato é que mesmo previsto no edital que a Prefeitura ficaria encarregada da limpeza permanente e manutenção dessas obras, tal jamais foi feito e todas estão em péssimo estado de conservação.

Denunciada várias vezes por este blog a falta de manutenção, no mês que passou consumida pela ferrugem e a falta de manutenção a escultura ‘Revoar’, do artista plástico Luís Barroso, instalada no girador do Bessa Shopping, partiu-se e grande parte dela foi para o chão. Na semana que passada, operários da Prefeitura da capital levaram a parte que se encontrava no chão e depois retiraram a parte que havia ficado presa ao chão, dizendo que iriam fazer a manutenção e devolver a obra ao seu local.

Na última sexta-feira ficou claro, que a escultura jamais retornará, pois os operários utilizando marretas quebraram toda base de cimento que segurava a escultura e já correram para fazer um jardim em todo espaço do girador, inclusive no local onde ficava tal escultura. Depois dessa ninguém duvida que a escultura Revoar logo será vendida em algum ferro velho, ou seja, dinheiro do contribuinte jogado fora. A propósito além, do que foi pago a cada artista e considerando que o descaso é geral com todas as esculturas, aqueles que entenderem que o edital deixou de ser cumprido, poderá buscar a Justiça e arrancar mais dinheiro dos cofres municipais.


Governo Temer virou uma contagem regressiva


Josias de Souza 

Carolina Antunes/PR

Michel Temer já não consegue apoio congressual nem para aprovar uma medida provisória com regras trabalhistas. O mercado vai reajustando para baixo suas previsões de crescimento da economia em 2018. A honestidade no setor público virou uma grande utopia. O que o presidente chama de reputação constitui, na verdade, a soma dos palavrões que sua impopularidade de 70% inspira nas esquinas e nos botecos. Com tudo isso, o suplício ainda vai durar oito meses e uma semana. Repetindo: faltam 253 dias para Temer retornar a São Paulo —ou ser levado para Curitiba.

O ocaso do governo Temer será um triste espetáculo. Hoje, o presidente é uma pequena criatura. A partir de outubro, quando as urnas pronunciarem o nome do sucessor, o poder do atual inquilino do Planalto deve virar um asterisco perdido em meio à transição. Até lá, sempre que Temer enaltecer a própria gestão, como fez em rede nacional de TV na sexta-feira, muitos brasileiros desejarão viver no país que o presidente descreve com tanto enstusiasmo, seja ele onde for. Mas o Brasil real continuará sendo um lugar onde a vulgaridade política atrapalha a economia.

A administração Temer entrou em parafuso no dia 17 de maio de 2017, quando veio à luz o grampo do Jaburu. Desde então, a prioridade do presidente é não cair. Num primeiro momento, trocou a reforma da Previdência pelo congelamento de duas denúncias criminais. Agora, à espera da terceira denúncia, nomeou um ministério de nulidades para adular os partidos. Temer luta para retocar uma biografia em frangalhos, ao mesmo tempo que tenta restaurar a unidade de aliados que querem o cofre, não um bom nome.

Crivado de velhas denúncias e de novos inquéritos, Temer é salvo pela ausência de um vice. Foi condenado pela falta de alternativas a conduzir até o final um governo no qual a honestidade virou uma grande utopia. O que Temer chama de reputação constitui, na verdade, a soma dos palavrões que sua impopularidade de 70% inspira nas esquinas e nos botecos.

O amigo José Yunes acaba de informar à Polícia Federal que avisou a Temer sobre o envolope com propina que o ministro palaciano Eliseu Padilha mandou entregar no seu escritório, em São Paulo. Até o final da semana, a Polícia Federal deve pedir nova prorrogação do inquérito sobre portos. Mas não há de ser nada. Na contagem regressiva em que se converteu o governo, quinta-feira é dia de reajustar o Bolsa Família. Faltam 253 dias.

 

 

 

 


Projeto que limita salário no funcionalismo público será retomado

 

Entre as medidas estudadas pela equipe econômica para tentar evitar o descumprimento do teto de gastos (regra que limita o crescimento das despesas à variação da inflação) em 2019, uma das principais é resgatar o projeto de reestruturação das carreiras do funcionalismo, segundo o ministro do Planejamento, Esteves Colnago. O objetivo desse projeto é reduzir os salários iniciais dos servidores do Executivo.

A proposta foi apresentada em agosto do ano passado, mas não avançou por conta da forte resistência dos servidores públicos, que atuam para sepultar a ideia. A intenção do governo é limitar os salários iniciais a R$ 5 mil e aumentar o número de "degraus" a serem percorridos pelo funcionário até atingir o topo da carreira.

A retomada da proposta deve abrir uma nova frente de batalha do governo com os servidores, que podem ter também o reajuste nos salários programado para 2019 adiado para 2020. "É uma reforma de longo prazo. Se você pensar ao longo do tempo, essa é a segunda grande medida que vai permitir ter alguma economia e, principalmente, voltar a contratar com alguma racionalidade", defendeu Colnago.

Servidores que ingressam hoje em carreiras de elite, como auditor fiscal da Receita Federal, delegado da Polícia Federal ou advogado da AGU, começam com salário mensal superior a R$ 20 mil. A reestruturação é uma das medidas que a área econômica quer aprovar para abrir espaço no teto de gastos para viabilizar outras despesas, como investimentos. Despesas obrigatórias, como salários e benefícios previdenciários, têm crescido acima da inflação, o que reduz os valores disponíveis para gastar em custeio e investimento.

A reforma nas carreiras inclui apenas servidores do Executivo, já que iniciativas que tratem de salários do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público são de competência dos próprios poderes. A economia acumulada com a medida chegaria a R$ 18,6 bilhões em cinco anos a partir da aprovação e a R$ 154,1 bilhões em 15 anos, de acordo com as estimativas originais do governo.


Foco

Segundo o ministro, outras medidas que podem abrir espaço no orçamento em 2019 também terão de ser trabalhadas ainda este ano. Uma delas é o fim da desoneração da folha de pagamentos para alguns setores, cuja proposta original pode gerar economia de R$ 16 bilhões nas despesas previstas para o ano que vem. O projeto já está na Câmara dos Deputados e o relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), pretende contemplar mais segmentos para manter o benefício - reduzindo, portanto, o impacto da medida.

Outra iniciativa, segundo Colnago, será a revisão de auxílios sociais para identificar os que são pagos irregularmente. "A ideia é que os programas sociais passem a ter revisões mensais", disse. O governo está reunindo todas as suas bases de dados para permitir o acesso mais rápido às informações e aprimorar essa avaliação. "Isso dentro do governo é uma minirrevolução."

O ministro alertou que será muito difícil para o próximo presidente conseguir gerenciar o orçamento sem essas medidas e o adiamento do reajuste dos servidores de 2019 para 2020. Ele evitou, porém, fazer uma avaliação sobre o que pode ocorrer se nada for aprovado. "Aí tem de perguntar para o próximo presidente. O que nos cabe é fazer as projeções mais conservadoras possíveis, que é o que a gente vem fazendo, e buscar soluções", disse. "As cartas estão aí." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Revista Época,


Governo estuda adiar reajuste salarial de servidores em 2019, diz Guardia

 

 

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou neste sábado (21) que o governo estuda adiar o reajuste salarial de servidores públicos do próximo ano para enfrentar o quadro fiscal de 2019, mas ressaltou que a decisão somente será tomada mais à frente.

"2019 tem desafio (fiscal) e esta é uma alternativa", afirmou Guardia a jornalistas durante eventos do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington, acrescentando que a decisão final somente será tomada em agosto, quando o governo tem de encaminhar ao Congresso o Orçamento do próximo ano.

O governo já informou que vê um desequilíbrio em 2019 de R$ 254,3 bilhões para o cumprimento da regra de ouro, que impede endividamento para pagar despesas correntes, como salários.

Guardia afirmou ainda que existem outras alternativas para ajudar a equilibrar as contas públicas no próximo ano, como a reoneração da folha de pagamentos, mas que precisará de aprovação do Congresso Nacional.

O ministro da Fazenda defendeu de novo a reforma da Previdência e afirmou que a atual diretriz de política econômica encaminhada pelo governo do presidente Michel Temer dificilmente será desviada pelo novo presidente que surgir das eleições de outubro.

"A realidade vai se impor de maneira tão clara, que eu acho difícil alguém se desviar das reformas que estamos colocando... independente do que se diga em campanha", afirmou ele.

Guardia disse ainda que, nos encontros com dirigentes de outras economias, foram discutidos diversos pontos, como a abertura comercial como instrumento "muito importante" para aumentar o crescimento potencial dos países e discussões sobre protecionismo.

Ele, no entanto, não quis comentar sobre as ameaças de tarifas comerciais entre os Estados Unidos e a China, que podem desencadear uma guerra comercial global.

Guardia disse ainda que o momento é "bastante positivo" no mundo, com baixo risco no curto prazo, abrindo uma janela de oportunidade para que os países avancem para reforçar os fundamentos de suas economias.

"No médio prazo, pode ter cenário de reversão cíclica", afirmou ele, acrescentando que a principal vulnerabilidade da economia mundial foi o crescimento da dívida pública e privada no últimos anos e que, por isso, existe preocupação com a sustentabilidade da dívida em momento de juros em alta.
Fonte: G1,


Juíza barra novas visitas a cela de Lula e atiça a ira petista


MAGISTRADA ALEGA QUE NÃO HÁ NECESSIDADE DE NOVA ‘DILIGÊNCIA‘

Francine Marquez

LULA FOI PRESO NO DIA 7 DE ABRIL, E A JUÍZA REITERA “QUE EM MENOS DE DUAS SEMANAS JÁ CHEGARAM A ESTE JUÍZO TRÊS REQUERIMENTOS DE DILIGÊNCIA
 

A visita de deputados da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados à cela do ex-presidente Lula, nesta terça-feira (24), foi vetada pela juíza Carlina Lebbos, da 12ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, que não vê “justo motivo ou necessidade” de outra diligência, após a realizada por senadores na última terça-feira (17). "Em data de 17/04/2018 já foi realizada diligência pela Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado Federal. Não há justo motivo ou necessidade de renovação de medida semelhante".
Lula foi preso no dia 7 de abril, e desde então, a magistrada reitera “que em menos de duas semanas da prisão do executado já chegaram a este Juízo três requerimentos de realização de diligência no estabelecimento de custódia, sem indicação de fatos concretos a justificá-los. A repetida efetivação de tais atos, além de despida de razoabilidade e motivação, apresenta-se incompatível com o regular funcionamento da repartição pública e dificulta a rotina do estabelecimento de custódia. Acaba por prejudicar o adequado cumprimento da pena e a segurança da unidade e de seus arredores".


O Ministério Público Federal (MPF) apresentou manifestação pelo indeferimento do pedido, “considerando a ausência de relevância ou justo motivo para a realização do ato pretendido". Nessa negativa, o MPF teve como base a determinação da juíza, que também destacou a necessidade de que esse tipo de vistoria fosse comunicada com 10 dias de antecedência. “No mais, conforme observou o Juízo, não existe justo motivo para a realização de diligência extraordinária porquanto não foi comunicada nem verificada qualquer violação do direito do custodiado”.

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS) chegou a declarar que “quem tentar impedir visita a Lula cometerá crime”, e que a juíza havia sido "comunicada" que a comissão estaria na sede da PF na terça de manhã. “E nós vamos entrar na Polícia Federal. E nós vamos visitar o presidente Lula. E se ela, o procurador, o delegado ou qualquer agente público tentar nos impedir, vai cometer um crime, contra a prorrogativa que a Constituição nos dá”.

Os deputados federais que pretendiam visitar o petista na PF, além de Pimenta, eram: André Figueiredo (PDT/CE), Bebeto (PSB/BA), Benedita da Silva (PT/RJ), Jandira Feghali (PC do B/RJ), José Mentor (PT/SP), José Guimarães (PT/CE), Ivan Valente (PSOL/SP), Orlando Silva (PC do B/SP), Paulo Teixeira (PT/SP), Wadih Damous (PT/RJ), Weverton Rocha (PDT/MA) e Silvio Costa (Avante/PE).

Também foram negados os pedidos da ex-presidente Dilma Rousseff, do pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes, do vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT-SP ) e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), que se indignou e chamou a juíza de “Prepotente” após a negativa de seu pedido.

 

Foto Marcelo Casal

Diariodopoder.com.br

 

 

 


Gilmar Mendes manda a PGR concluir perícia em inquérito contra Lindbergh


ANÁLISE DE DADOS ESTÁ PENDENTE DE CONCLUSÃO HÁ MAIS DE DOIS ANOS

A APURAÇÃO É RELATIVA A IRREGULARIDADES NO PERÍODO EM QUE O PARLAMENTAR FOI PREFEITO DE NOVA IGUAÇU (FOTO: WALDEMIR BARRETO)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou a conclusão da análise de dados bancários em inquérito contra o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). O magistrado afirma que a Procuradoria-Geral da República (PGR) limita-se a requerer sucessivas prorrogações do prazo para a conclusão da análise, sem notícia sobre o andamento da diligência".
Mendes explica que o material foi anexado à investigação em setembro de 2015. O ministro concedeu 90 dias de prazo à procuradoria, "pela derradeira oportunidade", para a conclusão dos trabalhos.

A apuração é relativa a irregularidades no período em que o parlamentar foi prefeito de Nova Iguaçu (RJ).

Diariodopoder.com.br

Foto Waldemir Barrreto

 

 


MP caducou mas especialistas diz que a reforma está salva

 

MEDIDA PROVISÓRIA SE PERDEU, MAS A MODERNIZAÇÃO VEIO PARA FICAR
Não significa “retrocesso” o fim da validade da medida provisória 808, que alterava pontos da reforma trabalhista, muito pelo contrário. Apenas exige cautela. Para o especialista Maurício Pepe de Lion, da Felsberg Advogados, ao caducar, a MP gerou “uma certa insegurança jurídica”, mas manteve pontos importantes da reforma, como liberdade para negociar contrato de emprego e também o banco de horas. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Após inúmeros debates, Maurício Pepe de Lion se convenceu de que a reforma trabalhista não suprimiu direitos. “Isso é uma inverdade”.

A lei trabalhista modificada pela reforma era datada de 1943, em um Brasil rural. A legislação foi apenas atualizada, modernizada

Entre pontos a serem reavaliados, o principal é o trabalho de gestante em local insalubre. Nesse caso, o especialista recomenda “bom senso”.

Diariodopoder.com.br

Foto Asco Sete - Alagoas

 

 


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