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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    FHC e Aécio convocam atos contra ‘Podridão‘ no País





    Após a inversão de posições na corrida presidencial, lideranças do PSDB tentam realizar atos em diversas capitais para tentar resgatar o espírito das "jornadas de junho"; a poucos dias do segundo turno, convocação promete radicalizar os ânimos do País; "Sou neto de nordestino, tenho orgulho disso. Nós aqui de São Paulo precisamos estar juntos com vocês todos, nós todos juntos em indignação contra essa podridão que está havendo no Brasil", diz o ex-presidente FHC num dos vídeos; "Nesta quarta-feira, a partir das 19h, o Brasil inteiro vai estar mobilizado pela mudança", afirma Aécio; com o Brasil dividido, tucanos vão à guerra, enquanto Dilma adota a linha "paz e amor"


    247 - A quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, o PSDB lançou uma ofensiva para resgatar o espírito das chamadas "jornadas de junho". Trata-se do movimento #VemPraRuadia22, que vem sendo organizado em redes sociais como Twitter e Facebook.

    Embora os tucanos estejam apontando para uma "organização difusa", líderes do partido estão convocando os protestos. É o que faz, em vídeo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Sou neto de nordestino, tenho orgulho disso. Nós aqui de São Paulo precisamos estar juntos com vocês todos, nós todos juntos em indignação contra essa podridão que está havendo no Brasil", disse ele, num dos vídeos da convocação.

    Os protestos estão sendo chamados para várias capitais, neste dia 22. Há atos previstos para São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza. O próprio candidato Aécio Neves participa de uma dessas convocações. "Nesta quarta-feira, a partir das 19h, o Brasil inteiro vai estar mobilizado pela mudança", afirma.

    Entre os organizadores, estão outros apoiadores de Aécio, como o jogador Ronaldo e o sindicalista Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, que fala em "movimento cívico em defesa do Brasil".


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Lucélio Cartaxo destaca parceria com RC e sentencia que união é para 2014, 2016 e 2018




      O irmão do prefeito de João Pessoa e ex-candidato ao Senado Federal, Lucélio Cartaxo destacou nesta quarta-feira (22) que a parceria dele, dos seu grupo político e do PT com o candidato à reeleição ao governo da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) será duradoura.


    Para Lucélio, essa união é visando um projeto político que fez o Estado avançar e deve continuar até 2018.


    "Essa união entre o PSB e o PT vai durar um longo tempo. Esta,os focados na eleição 2014, num segundo turno decisivo e pedimos à população que continue acreditando que esse projeto será vitorioso".


    O petista salientou que a aliança neste momento visa reeleger a presidente Dilma Roussef (PT) e Ricardo e acredita que o processo eleitoral de 2014 vai fortacer a aliança assim como o PT no Estado, onde ele, como candidato ao Senado, sem nunca ter sido testado nas urnas, obteve mais de 500 mil votos e o PT manteve dois parlamentares na Assembleia Legislativa e um, na suplência.


    "Entendemos que essa aliança se faz pensando no presente pensando no futuro. Ainda estamos num processo que ainda não foi concluído Estamos focados na eleição de presidente e governadr para que o projeto seja vitorioso. Nosso partido teve um fortalecimento maior. Formos vitorioso com dois deputados estaduais reeleitos e um na suplência, Rodrigo Soares (PT). Além disso tivemos uma votação de mais de 500 mil pessoas. Em 2012 tivemos a eleição do prefeito da Capital, Luciano Cartaxo (PT), só tivemos vitórias e fortalecimento e pode ser coroado no próximo domingo. Só quero agradecer a população que reconhecer a força do PT nas urnas", finalizou Lucélio Cartaxo.

     


    PB Agora


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Dirigente do PSOL dispara crítica e diz que pior que barriga de aluguel são partidos como PMDB e PSDB




     Ao comentar as declarações do deputado federal Manoel Júnior (PMDB) segundo as quais os pequenos partidos da Paraíba estão se transformando em barrigas de alugueis para os grandes partidos, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, disse que o PMDB é um partido que não quer a reforma política que interessa. Galdino ainda afirmou que “o problema não é de tamanho de partido, mas de realidades ideológicas dos partidos e dos que praticam a política no Estado e no país. Pior do que esses aluguéis, são os grandes em torno dos quais giram os pequenos”.


    O presidente estadual do PSOL aproveitou para criticar o partido do deputado Manoel Júnior, o PMDB, ao declarar que “o PMDB do qual faz parte o deputado reeleito Manoel Júnior é um clássico exemplo de que tamanho não é documento. Pela força que eles têm no Congresso Nacional a reforma política que interessa teria ocorrido, mas efetivamente, os peemedebistas dizem uma coisa e fazem outra no parlamento”, afirmou.

    Galdino destacou o crescimento eleitoral do PSOL, que passou de 4 deputados estaduais para 12 e de 3 federais para 5. “Enquanto há partidos pequenos com esse perfil de ‘barrigas de aluguel’, o PSOL está há 9 anos no cenário político nacional e cresce eleitoralmente, construindo demonstrações em direção contrária aos partidos tradicionais como o PMDB de Manoel Júnior e o PSDB, de Cássio, para ficarmos em dois casos”, disse.

    Assessoria

     


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Dércio Alcantara e Vanderly Farias são flagrados transportando jornais com ofensas ao governador Ricardo Coutinho




     Dércio Alcantara e Vanderly Farias são flagrados transportando jornais com ofensas ao governador Ricardo Coutinho


    Fiscais da Justiça Eleitoral acabam de apreender cinco mil exemplares do Jornal dos Municipios, pertencente ao jornalista Vanderly Farias, contendo manchetes escandalosas contra a figura do governador Ricardo Coutinho. Os jornais estavam escondidos na carroceria da caminhoneta do blogueiro Dércio Alcantara, que se encontrava estacionada em frente ao Restaurante Canelle, no bairro da Torre.
    Os fiscais foram avisados sobre uma caminhoneta carregada de exemplares do Jornal dos Municipios, contendo as manchetes contra o governador, a principal delas falando sobre a utilização de presidiários na campanha. Esse assunto foi proibido de ser veiculado pela Justiça, mas Vanderly Farias, que já é reincidente pois teve seus jornais apreendidos no primeiro turno por crime semelhante, desobedeceu a justiça e se preparava, juntamente com o blogueiro Dércio Alcantara, que trabalha na Mix Propaganda, para fazer a distribuição.
    Nesse momento faz-se uma perseguição a Vanderly Farias, que noutro carro está com outra carga de jornais para distribuir gratuitamente com a população.

    Blogdotiaolucena.com.br 

    Nota do Editor deste blog. Agora fica explicado o trabalho calunioso e difamatório Dércio e Vanderly vinham realizando diuturnamente nas redes sociais.Como diz Alex Filho tal conduta que se repete a cada eleição é o esgoto de nossa política. Em 2008 quando Roicardo Couitnho disputava a Prefeitura da capital e colocou alguns monumentos na cidade de João Pessoa, seus adversários inventaram que se tratava de obras demoniacas. Já em 2010, disputando o governo do Estado, um helicoptero andou espalhando panfletos apocrifos por todo interior do estado. 


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Novo DataFolha confirma; Dilma 52% e Aécio 48%




    Nova sondagem aponta praticamente para o mesmo cenário publicado na segunda-feira, de empate técnico, com vantagem numérica para a candidata do PT à reeleição: Dilma Rousseff aparece com 52% dos votos válidos, enquanto seu adversário Aécio Neves, presidenciável do PSDB, detém apoio de 48% do eleitorado; no entanto, se considerados os votos totais, os números mudaram ligeiramente, com a presidente subindo para 47%, de 46%, e o tucano com 43% das intenções de voto; Dilma cresceu entre mulheres e no Sudeste

    SÃO PAULO - Divulgada há pouco, a nova pesquisa do Instituto Datafolha mostrou praticamente os mesmos números do levantamento anterior, publicado na segunda-feira. Na mais recente leitura, Dilma Rousseff, candidata à presidência aparece com 52% dos votos válidos, enquanto seu adversário, Aécio Neves, presidenciável do PSDB, detém apoio de 48% do eleitorado.

    Neste contexto, permanece o empate técnico entre os dois candidatos considerando o limite máximo da margem de erro, de 2 pontos porcentuais.

    Se considerados os votos totais, os números mudaram ligeiramente, com Dilma subindo para 47%, de 46% na pesquisa anterior, e Aécio mantendo 43% das intenções de voto. Já os votos brancos e nulos oscilaram de 5% para 6%, enquanto os indecisos caíram de 6% para 4%.

    Entre os eleitores da petista, 82% acreditam que ela vencerá a disputa presidencial. O eleitorado do tucano é um pouco menos otimista, com 78% achando que ele será eleito nas urnas.

    Dilma cresce entre mulheres e no Sudeste

    A intenção de voto da candidata à reeleição entre as mulheres aumentou para 47%, ante 42% apontado no levantamento realizado no dia 9 de outubro. No mesmo contexto, o índice da petista na região Sudeste subiu para 40%, de 34%. Entre os eleitores que recebem entre dois e cinco salários mínimos, o porcentual da candidata do PT avançou para 45%, de 39% apontado no dia 15 de outubro.

    Contratada pelo jornal Folha de S. Paulo, a pesquisa Datafolha ouviu 4.355 eleitores nesta terça-feira, em 256 municípios de todo o país. O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01160/2014.

    Texto divulgado nas redes sociais usa dados errados

    247 - Uma mensagem tem circulado na internet intitulada "Farsa da pesquisa Datafolha --divulguem". O texto usa dados incorretos para sustentar a tese de que Aécio Neves (PSDB) estaria à frente de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno.

    Ao citar as intenções de voto em Dilma e Aécio em cada região do país, a mensagem utiliza dados da pesquisa Datafolha anterior, realizada em 14 e 15 de outubro (em que Aécio tinha 51%, e Dilma, 49%), e não os desta segunda-feira – que aponta a presidente com 52% e o tucano com 48%


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    As belas da quarta - fotos









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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    CPI: Oposição tentará convocar Gleisi e Vaccari




      Josias de Souza
    21/10/2014 16:16
    CompartilheHon50m336A CPI mista da Petrobras reúne-se nesta quarta-feira (22). Os partidos de oposição —PSDB, PPS, DEM e Solidariedade— tentarão aprovar durante a sessão requerimentos de convocação de dois petistas ilustres: a senadora e ex-ministra Gleisi Hoffmann e o conselheiro de Itaipu e tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

    Gleisi e Vaccari foram mencionados em depoimentos de investigados na Operação Lava Jato. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa contou em sua delação premiada que Gleisi recebeu R$ 1 milhão em verbas desviadas da estatal para sua campanha em 2010. Ela nega.

    Quanto a Vaccari, Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef disseram em ação penal pública que era ele o operador do PT no esquema que desviava 3% sobre o valor dos contratos celebrados pela Petrobras com grandes fornecedores e prestadores de serviços. Ele também nega.

    O noticiário trouxe à luz também o nome do ex-presidente do PSDB federal, Sérgio Guerra. Ele foi acusado de receber propinas de R$ 10 milhões para ajudar a sepultar uma CPI petroleira de 2009. Para ventura da oposição, Guerra não pode ser convocado. Morreu há sete meses.

    A oposição fará barulho. Mas é improvável que consiga aprovar os dois requerimentos —sobretudo numa sessão que acontecerá a quatro dias da eleição presidencial. Os operadores políticos do conglomerado governista se equipam para evitar constrangimentos à campanha de Dilma Rousseff. A forma mais simples é sonegando o quórum exigido para deliberação.

    Antes de discutir o que fazer com os requerimentos, a CPI vai inquirir, a partir de 14h30, José Carlos Cosenza. Ele é diretor de Abastecimento da Petrobras. Assumiu o posto em 2012, depois da saída de Paulo Roberto Costa, hoje um corrupto confesso.

    Deve-se a convocação de José Cosenza aos deputados Rubens Bueno (PPS-PA) e Carlos Sampaio (PSDB-SP). Os dois mencionaram em seus respectivos requerimentos reportagens que levantaram suspeitas em relação ao substituto de Paulo Roberto.

    Numa, noticiou-se que o hoje delator teria mantido os negócios escusos na Petrobras com o auxílio do sucessor, que nega. Noutra, revelou-se o teor de mensagem trocada pelo deputado Luiz Argôlo (SD-BA) com Alberto Youssef. Nela, o parlamentar pede ao doleiro que marque um encontro com Cosenza.


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Armínio: ‘Nunca houve ideia de privatizar o BB’




    Josias de Souza

    Indicado pelo presidenciável Aécio Neves para chefiar o Ministério da Fazenda num hipotético governo do PSDB, o economista Armínio Fraga disse nesta segunda-feira (20) que “não há e nunca houve a ideia de que vamos privatizar” o Banco do Brasil.

    Armínio fez a declaração durante uma entrevista que concedeu à Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb). Ele falou por meio de videoconferência. A conversa foi transmitida ao vivo pela internet.

    A associação ouvirá também o economista Alessandro Teixeira, indicado pelo comitê de campanha de Dilma Rousseff. Ele falará na noite desta segunda, no auditório da sede da Anabb, em Brasília.

    O objetivo da entidade é o de aferir o grau do comprometimento dos presidenciáveis com a preservação das instituições bancárias estatais. “Se depender de nós, o futuro do Banco do Brasil é brilhante, é competitivo, forte e bem capitalizado”, disse Armínio.

    Segundo ele, o projeto de Aécio prevê “o fortalecimento do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e de todas as instituições.” As declarações de Armínio soaram menos de 24 horas depois de Dilma ter mencionado o nome dele no debate presidencial transmitido pela TV Record na noite de domingo.

    Batendo o mesmo bumbo que soa na sua propaganda eleitoral, a rival de Aécio dissera: “Lamento, mas li em várias circunstâncias, inclusive escutei várias falas do seu candidato a ministro da Fazenda, que ele ia reduzir o papel dos bancos públicos, e no fim, não sabia o que ia ficar. Eu acho lamentável esse terrorismo em relação aos bancos públicos.”

    E Aécio: “Olha, eu quero aproveitar esse momento para me dirigir aos funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do BNDES. Eles estão, sim, sofrendo o terrorismo de uma propaganda enganosa. No nosso governo, os bancos públicos serão fortalecidos. Eles são essenciais ao crescimento da economia, nos mais diversos setores, mas também aos avanços sociais.”

    Aécio dissera, de resto, que, se for eleito, fará indicações técnicas para a diretoria dos bancos públicos. “No nosso governo, não haverão senhores Pizzolattos administrando o Banco do Brasil”, afirmara, numa referência a Henrique Pizzolato, o ex-diretor de Marketink do BB condenado no processo do mensalão e preso na Itália.

    Ecoando as palavras do seu candidato, Armínio, ex-presidente do Banco Central no governo FHC, realçou a “meritocracia” e a “governança” como pontos positivos que identifica na gestão do Banco do Brasil. Quanto aos pontos negativos, falou de “aparelhamento” e “politização”.

    Medindo as palavras, Armínio rogou: “Não confundam politização com política pública”. Disse que os bancos públicos exercem papel relevante na execução de programas governamentais. Esse tema também havia sido explorado no debate da véspera.

    Aécio insinuara que o Tesouro atrasa o repasse do dinheiro de políticas públicas operadas pelos bancos estatais. “Pergunto à senhora: é justo, por exemplo que, a Caixa e o Banco do Brasil estejam recebendo atrasados, ou deixando de receber recurso do Tesouro para garantir o pagamento em dia do crédito agrícola no caso do Banco do Brasil, R$ 8 bilhões, ou no caso da Caixa, para pagar em dia os benefícios do Bolsa Família, cerca de R$ 10 bilhões, ou mesmo do seguro-desemprego?”

    Ao responder, Dilma ironizara seu antagonista: “Candidato, o senhor viu cantar o galo e não sabe aonde. Isso é terrível, quando acontece com uma pessoa. Candidato, a minha relação e a relação do governo, a relação de todos nós, com os bancos públicos é uma relação de grande respeito. Todos os bancos públicos tiveram seus lucros aumentados e ampliados. Sua taxa de inadimplência foi reduzida. E uma recomposição do seu funcionalismo”.

    Sem fazer referência ao embate, Armínio declarou na entrevista à Anabb que as verbas dos programas que têm os bancos públicos como agentes financeiros devem constar explicitamente do Orçamento da União. Uma das críticas que a campanha de Aécio vem fazendo é a de que falta transparência na relação do Tesouro com as instituições públicas de crédito.


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Vené garante empenho para reeleger RC e diz que vitória do PSDB seria retrocesso




     O deputado federal eleito Veneziano Vital (PMDB) disse, em entrevista nesta terça-feira (21), que tem confiança na vitória do governador Ricardo Coutinho (PSB) neste segundo turno. A cinco dias das eleições, o ex-prefeito de Campina Grande garantiu que ele e seu partido estão integralmente empenhados em garantir uma ampla vantagem para o governador socialista.


    “O primeiro turno deixou patente que temos dois projetos distintos para a Paraíba, e que o PMDB fez a opção certa em apoiar o governador Ricardo Coutinho. Ele tem apresentado uma gestão que desenvolveu a Paraíba”, disse o deputado mais votado de Campina Grande nas eleições deste ano.


    Veneziano reforçou que uma virtual eleição dos candidatos do PSDB, tanto no Brasil quanto na Paraíba, seria dar ‘passos para trás’. “Basta observar como foram as gestões tucanas no Estado e no País. Fazendo esta comparação, temos uma perspectiva do tamanho do retrocesso que seria a eleição de ambos, o que eu realmente não acredito que acontecerá”, finalizou.


    Ascom


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    TRE suspende convocação do Bolsa Família até o próximo domingo




     
    A desembargadora e presidente do Tribunal Rregional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), Elisabeth Carvalho Nascimento, proibiu em todo o estado qualquer convocação dos beneficiários do Bolsa Família até o próximo domingo, dia 26 de outubro, quando ocorre o 2º turno das eleições 2014. A informação foi divulgada nesta terça-feira (21).

    O motivo são os boatos que chegam a municípios do interior do estado de que o programa do governo federal estaria prestes a acabar. A informação é alvo de investigação do Ministério Público Eleitoral de Alagoas (MPE-AL), que apura a situação em pelo menos duas cidades, Paulo Jacinto e Campo Alegre. O procurador Marcial Duarte Coelho disse que os boatos chegaram de forma informal ao Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL).

    "As denúncias dão conta de que estava sendo realizado um falso recadastramento do Bolsa Família e quando o beneficiário chegava para realizar o procedimento, era dito que o programa iria acabar. Vamos investigar e, se comprovado, tomaremos as medidas cabíveis. Temos que evitar qualquer uso eleitoreiro de um programa federal", afirma o procurador.

    Confira abaixo a nota do TRE na íntegra:
    A Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas, no uso das atribuições legais e regimentais;

    CONSIDERANDO a necessidade de manutenção da ordem pública e a garantia da tranquilidade para o exercício do voto, COMUNICA que:
    I - Fica proibido qualquer tipo de convocação dos beneficiários do Programa Bolsa Família nos municípios alagoanos, até o dia 26 de outubro, data em que se realizará o 2º turno das Eleições 2014;

    II – O desrespeito a esta proibição sujeitará o agente às sanções legais específicas.

    Maceió, 20 de outubro de 2014.

    Des a. ELISABETH CARVALHO NASCIMENTO
    Presidente do TRE/AL


    G1

     


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Justiça da Paraíba libera venda e consumo de bebidas durante a eleição deste domingo





    O Tribunal de Justiça da Paraíba acaba de liberar a venda e o consumo de bebidas alcoólicas durante o segundo turno das eleições deste domingo, dia 26 , diferentemente do que aconteceu primeiro turno. A decisão partiu do desembargador João Batista Barbosa atendendo um pedido da ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restauramtes).

    No primeiro turno a Secretaria de Defesa Social (SDS) decidiu publicar portaria no Diário Oficial do Estado, vetaando o álcool no domingo do primeiro turno. Na decisão desta tarde o desembargador João Batista suspedeu a portaria e liberou o consumo e venda de bebidas no próximo domingo, dia 26.

    Segundo Rinaldo Mouzalas, advogado da ABRASEL, uma eleição não pode prejudicar comerciantes “Acredito que a decisão foi muito razoável, porque o comercio foi prejudicado pela proibição de bebidas alcoólicas, principalmente no dia que bares e restaurantes tem seus maiores movimentos”.

    A decisão vale apenas, por enquanto, para todos os bares e restaurantes associados a ABRASEL.




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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Suspensão - Policiais federais suspendem a greve após intervenção de Ministros




     

     

    A Federação Nacional dos Policiais Federais – Fenapef - decidiu pela suspensão da greve em todo o país. A decisão foi tomada nesta terça, 21, à noite, em uma videoconferência com todos os 27 sindicatos regionais. Na reunião foi aprovado um voto de confiança à intervenção do Ministro interino da Casa Civil, Valdir Simão e do Ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, que estabeleceram um compromisso já agendado para solucionar a crise na Polícia Federal.

    A greve foi decidida pela categoria, em resposta ao encaminhamento, pelo Governo Federal, da MPV 657/2014, que injustificadamente definiu melhorias apenas para os delegados, a ponto de ser revelado por um Deputado Federal, em um veículo de comunicação de grande circulação “o Governo teve que editar uma MP à noite, porque sabia que hoje seria uma pancadaria. Botamos o Governo de joelhos.”

    As primeiras manifestações já haviam se iniciado em algumas capitais, mas a intervenção de Berzoini e Simões foi considerada o início de uma solução política, que vai envolver vários ministérios na busca pelo justo reconhecimento profissional de todos os policiais federais. Afinal, para os dirigentes sindicais, o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o Diretor da PF, Leandro Daiello, são os grandes responsáveis pela crise institucional do órgão.

    Segundo a federação, a alta cúpula do governo federal demorou a perceber os efeitos da péssima gestão da Polícia Federal e seus impactos para os servidores e para a Sociedade. A entidade afirma que a gestão da segurança pública tem sido desastrosa, e a personalidade forte de Cardozo tem sido o maior obstáculo para a modernização de um modelo burocrático e ineficiente de polícia fascista, herdado da época da ditadura.

    Jones Borges Leal, presidente da Fenapef, explica que “a suspensão da greve mostra que o movimento sindical da PF é apartidário e justo. Só queremos trabalhar em paz e sermos reconhecidos pelo nosso esforço e dedicação. Estamos há quase seis anos com salários congelados e nossas atribuições são realizadas na informalidade, pois não temos uma Lei Orgânica que reconheça nossas atividades de inteligência, análise criminal e perícias”.

     

    Fonte: Agência Fenapef


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Armínio será para Aécio o que Necas foi para Marina?




     
    Âncora econômica do PSDB amarrou imagem de Aécio Neves ao mercado financeiro e carimbou nele, via propaganda do PT, juros de 45% ao ano e duas idas ao FMI; no primeiro turno, ligações de amizade e financiamento entre Marina Silva e herdeira do banco Itaú Neca Setubal foram centrais para afundar PSB do favoritismo a um inútil terceiro lugar; baterias do PT centram fogo, já há dez dias, no paredão Aécio-Fraga; associação direta se mostra mau negócio

    247 – Em sua última intervenção no debate entre presidenciáveis no primeiro turno, na rede Bandeirantes, em setembro, Aécio Neves anunciou a nomeação antecipada do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga para ministro da Fazenda de seu eventual governo. Mais tarde, o próprio Aécio reclamou que nenhum jornalista presente fora procurá-lo quando a transmissão foi encerrada, tal o desinteresse, àquela altura, que o ‘fato novo‘ provocara. Com o passar da campanha, porém, a figura de Armínio cresceu em importância na estratégia de Aécio. Ao que parece, isso não está sendo nada bom para o candidato tucano.

    Da mesma maneira como o PT bombardeou, no primeiro turno, a relação de amizade e financiamento entre Neca Setubal, herdeira do banco Itaú, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB, o mesmo PT viu no compromisso central de Aécio com Armínio uma chance para repetir a estratégia de desconstrução. Agora com ganas de ganhar ou perder tudo.

    Nos diversos ataques que foram desfechados contra as tibiezas e contradições da candidatura Marina, a relação de juras de amizade entre a ex-seringueira e a irmã do banqueiro Roberto Setubal foi um dos aspectos usados pelo PT. Serviu para tisnar de elitismo a candidata que buscava o apoio popular e evoluiu para a descoberta de Neca como principal financiadora do Instituto Marina Silva. Uma ONG que, na prática, banca muitas das despesas da própria Marina.

    Na ligação anunciada por Aécio com Armínio, o comando da campanha da presidente Dilma Rousseff enxergou a oportunidade de tatuar o senador tucano com marcas que, na verdade, fazem parte apenas da história de Fraga. Chamado por Fernando Henrique Cardoso para assumir o Banco Central, em 1999, ele assumiu com carta branca para debelar a inflação. Subiu a taxa de juros para 45%, numa situação considerada excepcional, mas foi esse o aspecto ressaltado nesta campanha pelo PT. Como nem Fraga nem Aécio encontraram, até agora, o antídoto para essa veiculação, o que se sabe, de acordo com as pesquisas Datafolha e Vox Populi, é que o sucesso da desconstrução petista de Aécio passa, e muito, por Fraga. Numa dose ainda maior do que ocorrera com Marina e Neca.

    Fraga, ao aceitar o cargo antecipado de ministro da Fazenda, passou a ocupar a mídia, com entrevistas, todos os dias. Logo na virada do primeiro para o segundo turno, o movimento foi visto como bastante adequado. Os tucanos e seus próximos troçavam do fato de Dilma ter adiantado que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não continuará no cargo no caso de um segundo mandato. Aécio estaria, assim, em vantagem, por já ter um ministro indicado.

    Nunguém contava que, numa recuperação inesperada, Mantega não se deixou abater pela situação de futuro sem Pasta. Num debate frente a frente com Fraga, a convite da jornalista Miriam Leitão, da Globo News, ele saiu-se bem o suficiente para despertar elogios até mesmo na imprensa internacional. Ao mesmo tempo, passou a saborear dados econômicos como uma leve recuperação na produção industrial e nas vendas de varejo, além da confirmação de mais de 900 mil vagas formais de trabalho abertas até o mês de setembro.

    Enquanto isso, praticamente todos os dias, desde o início do segundo turno, manchetes econômicas do passado são mostradas pelo PT em seus comerciais de televisão. Associando lembranças como o segundo maior desemprego do mundo ao Brasil, os comerciais apontaram para Fraga, exclusivamente, como responsável por aquelas situações.

    Nessa gangorra de personagens, Armínio foi escalado pelo PT como alvo preferencial. Os tiros disparados levantaram a presidente Dilma Rousseff na faixa de renda de até dois salários mínimos e melhoraram seu desempenho, em relação a Aécio, no segmento de dois a dez salários mínimos. Se a intenção era assustar os assalariados com a volta de Fraga, e desta vez com superpoderes na Fazenda, a impressão do momento é que deu certo.

    Até aqui, os tucanos não encontraram uma defesa sólida para os flancos explorados pelo marqueteiro petista João Santana. Num dos disparos mais certeiros, logo após a divulgação do áudio da delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, o PT colocou no ar uma grava de Fraga dizendo não saber se iria "sobrar muito" dos bancos públicos após eles terem suas prioridades redefinidas. Bem, não pegou, tanto que Aécio passou a se preocupar em mandar uma série de mensagens tranquilizadoras aos funcionários do Banco do Brasil, Caixa e BNDES. Igualmente, o tucano procurou transmitir ao grande público a palavra de que não mudará as funções dessas instituições. Da ofensiva, ele teve de perder tempo se explicando – numa reta final, esse movimento não costuma ser positivo.


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Blog sugere ligação entre Alvaro Dias e Youssef




     
    Blog do jornalista Esmael Morais, um dos mais lidos do Paraná, sugere que o senador Alvaro Dias (PSDB/MG), uma das vozes mais aguerridas da oposição, tem conexões com o doleiro Alberto Youssef; em delação premiada, o empresário Leonardo Meirelles, colaborador de Youssef, afirmou que outros políticos do PSDB receberam propinas do esquema; além de Alvaro Dias, Esmael cita também Luiz Carlos Hauly, que foi secretário de Fazenda do Paraná; "A cidade de Londrina possui dois parlamentares do PSDB: o senador Álvaro Dias e deputado federal Luiz Carlos Hauly. Alvaro é antigo conhecido do doleiro, pois, em 1998, o tucano voou nas asas de um jatinho de Youssef", diz ele

    Do blog do Esmael - Um dos parlamentares do PSDB de Londrina, região Norte do Paraná, teria recebido propina do esquema do doleiro londrinense Alberto Youssef, preso desde março na Operação Lava Jato da Polícia Federal.

    A revelação acima é do empresário Leonardo Meirelles, braço direito do doleiro, em depoimento à Justiça Federal. Ele é acusado de fazer remessas ilegais de recursos para o exterior, conforme seu advogado Haroldo Nater. A informação é da Folha de S. Paulo (clique aqui).

    A cidade de Londrina possui dois parlamentares do PSDB: o senador Álvaro Dias e deputado federal Luiz Carlos Hauly. Alvaro é antigo conhecido do doleiro, pois, em 1998, o tucano voou nas asas de um jatinho de Youssef. O serviço teria sido pago pela Prefeitura de Maringá (clique aqui).

    Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa mantinha relações umbilicais com Janene.

    Na eleição municipal de 2004, Hauly teria “negociado” para ficar neutro no segundo turno entre Nedson Micheleti (PT) e Antônio Belinati (PP). Na época, o então deputado José Janene (PP), já falecido, denunciara na imprensa que a posição do tucano custou R$ 500 mil. A suspeita também foi registrada pela Folha de São Paulo em 2006 (clique aqui).

    Na semana passada, o doleiro declinou o nome do ex-presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), morto este ano, pelo recebimento de propina da Petrobras. A grana seria para “esvaziar” uma CPI no ano de 2009


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  • 22.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    OAB-DF decide conceder registro de advogado a Joaquim Barbosa




    baneis Rocha, presidente da OAB-DF, havia contestado a solicitação feita para reativar o registro de Barbosa | |
    A Comissão de Seleção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal decidiu nesta segunda-feira (20) conceder registro de advogado ao ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa.

    O presidente da OAB-DF, Ibaneis Rocha, havia contestado a solicitação feita para reativar o registro alegando que Barbosa feriu o Estatuto da Advocacia quando foi presidente do STF.

    Durante sua gestão como presidente do Supremo e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro se envolveu em diversas polêmicas com advogados. Uma delas, usada como argumento do presidente da OAB-DF, foi quando classificou como "arranjo entre amigos" a proposta de trabalho oferecida pelo advogado José Gerardo Grossi ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

    Em outro episódio, no qual Barbosa também foi criticado, o ministro expulsou do plenário do Supremo o advogado do petista José Genoino, Luiz Fernando Pacheco. Barbosa também criticou advogados que atuam como juízes eleitorais e afirmou que participam de "conluio" com magistrados.

    Ao conceder o registro a Barbosa, a Comissão de Seleção da OAB-DF avaliou que a postura de Barbosa em relação aos advogados foi "lamentável", mas entendeu que Barbosa preencheu os requisitos para ter a reativação do registro da OAB. Na decisão, o conselheiro Maximiliam Patriota Carneiro, relator do processo de registro, disse que os fatos relatados na impugnação "retratam absoluta falta de verniz, de postura lhana, do impugnado, quando se reportava à classe dos advogados".

    Ele afirmou ainda que era "lamentável" a postura de Barbosa e que ele "flertou com a ilegalidade". Mas, para o relator, os fatos não se enquadram no conceito de inidoneidade. Assim, o pedido de reinscrição foi acolhido.

    Procurado pelo G1, Ibaneis Rocha afirmou que foi informado da decisão, mas ainda não leu todo o teor. Ele afirmou que ainda vai avaliar se recorre da concessão do registro.

    "A situação principal, na minha opinião, é ele demonstrar que tem interesse e apreço pela profissão", disse, destacando que vai avaliar os argumentos contidos na petição do ministro aposentado no processo de solicitação do registro.

    Qualquer advogado pode recorrer à própria OAB-DF e, posteriormente, ao Conselho Federal da OAB. Em nota enviada ao G1 na semana passada, o presidente da OAB nacional, Marcus Vinicius, indicou que a entidade derrubaria eventual decisão contrária a Barbosa.

    “Aguardamos que a própria seccional possa resolver o tema, mas caso isso não ocorra, o Conselho Federal da OAB está à disposição para apreciar o recurso, respeitando os direitos do cidadão e fazendo imperar o ‘rule of law’ - Estado de Direito, compromisso maior e histórico da OAB. Segundo a Constituição da Republica, o exercício profissional é livre no Brasil, bastando o cumprimento das condições previstas em lei”, disse.

    G1


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