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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    As belas da sexta - Fotos









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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    O outro “berro” de Hugo Motta em Brasília: “eu não sou Vital do Rego!”





    O “berro” do deputado Hugo Motta (PMDB) hoje em Brasília calando velhos deputados do PSOL que o chamaram de “moleque” e gostariam de calar a sua voz enquanto presidente da nova CPI da Petrobrás - de que na sua terra (Paraíba) ‘ninguém ganha no grito’ - foi infinitamente menos explosivo que o dado por ele nos bastidores quando os ânimos esfriaram e os agressores lhe pediram desculpas.

    “Eu não sou Vital do Rego!”, teria avisado Hugo Motta aos deputados da comissão, longe das luzes da TV. “Só temos em comum a naturalidade e a filiação partidária”, adendou para encerrar o quiproquó.

    Obviamente, Motta se referia à infeliz passagem de Vital do Rego pela presidência das duas CPI’s da Petrobrás, que acabaram dando em pizza como se diz em Brasília no jargão popular.

    Vital do Rego, monitorado e instruído pelo Palácio do Planalto, já que pleiteava nos bastidores o cargo vitalício de ministro do Tribunal de Contas da União, enfim recebido como prêmio pelo trabalho de desmonte das comissões de inquérito, como presidente se conduziu de forma realmente oposta à que hoje se conduz o conterrâneo deputado patoense.

    Apalavraonline.com.br 


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Governo do Estado lembra os 35 anos de morte de José Américo com missa, livro, exposição e filme






    Secom/PB
    Governo do Estado lembra os 35 anos de morte de José Américo com missa, livro, exposição e filme
    Foto Secom/PB
    Para lembrar os 35 anos de morte de seu patrono, o Governo do Estado, por meio da Fundação Casa de José Américo, marcará a data com uma programação especial, que constará de missa, exibição de filme, lançamento de livro e exposição de artes plásticas, a partir das 17h do próximo dia 10 de março.

    O evento iniciará às 17h, com a celebração de uma missa, no Auditório da FCJA. A seguir, no mesmo local, às 18h, haverá a exibição do filme "O Homem de Areia", com direção e roteiro de Vladimir Carvalho, baseado em confissões de José Américo, 50 anos depois da Revolução de 30. Às 19h, será lançado o livro "José Américo de Almeida: Uma Fotobiografia", fruto do projeto aprovado pelo FIC - Augusto dos Anjos (2012). Logo após, a exposição de pintura "Portas e portões de João Pessoa antiga", com trabalhos dos artistas plásticos Miguel Bertollo (professor de pintura) e Neide Santos (aluna), incluindo duas portas da Fundação Casa de José Américo.

    O livro contém fotos de José Américo de Almeida, de seus familiares e dos momentos marcantes de sua vida profissional, política e literária. Sob a coordenação das professoras e pesquisadoras Maria do Socorro Silva de Aragão, Neide Medeiros Santos e Ana Isabel de Souza Leão Andrade, a pesquisa foi realizada em várias bibliotecas da Paraíba, incluindo João Pessoa e Campina Grande (UEPB) e ainda o Arquivo José Américo e a biblioteca da FCJA.

    Com 680 páginas, além das fotografias, acrescentou-se um resumo de toda produção literária de José Américo, como seus discursos, relatórios, livros de memórias e frases retiradas dos livros do autor. "José Américo de Almeida: Uma Fotobiografia",com selo da Ideia Editora, contou com a apresentação do professor e historiador José Octávio de Arruda Melo. A secretária de José Américo, Maria de Lourdes Lemos de Luna, deu um depoimento sobre o autor de "A bagaceira".

    O presidente da FCJA, Damião Ramos Cavalcanti, disse que "se a Fundação Casa de José Américo tem como um dos seus objetivos cultivar a memória do José Américo político, homem público e, sobretudo, o autor de "A bagaceira", que inovou a literatura brasileira com o ‘regionalismo literário‘, nada acontecerá relativo a José Américo de Almeida que deixe de ser comemorado".


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    FILA DO OSSO: com perna sangrando, paciente espera por cirurgia há 40 dias no Trauminha de Mangabeira





    Imagens: Walla Santos
    Um paciente está internado em uma enfermaria do Hospital Ortotrauma de Mangabeira há 40 dias esperando para fazer uma cirurgia no fêmur. Severino Pereira da Silva, 62 anos, sofreu um acidente de moto em janeiro deste ano e fraturou o fêmur. A perna esquerda continua sangrando e inchada, mas até agora quase nada foi feito para aliviar o sofrimento do homem.

    Marcelo Pereira, filho do paciente, explicou a situação do pai. "Quando chegamos aqui, meu pai passou dois dias atrás de uma parede, depois foi que ele veio receber cuidados, e ai o médico disse que ele precisava fazer uma cirurgia no fêmur. A perna dele está sangrando por todo esse tempo e os enfermeiros dizem que não é normal", relatou.

    Segundo o filho, a promessa é de que a cirurgia aconteceria o mais rápido possível, mas até agora o procedimento não foi feito. Marcelo disse que os médicos informam que o pai precisa de uma placa pra colocar na perna, mas não tem previsão de quando vão comprar o material para a cirurgia .

    O filho do paciente denunciou ainda, que está situação não está ocorrendo apenas com o pai. "Tem outros pacientes aqui nessa mesma situação, que está com 60 dias que espera pra fazer uma cirurgia pelos corredores do hospital". Ele lembrou ainda, da falta de higiene no hospital, "até baratas encontramos nos banheiros".

    Clickpb.com.br


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Governista compara estilos Ricardo Marcelo e Adriano Galdino de administrar: “Servidor era na chibata”





    Sempre fazendo declarações polêmicas, o deputado estadual Tião Gomes (PSL) concedeu entrevista ao PB Agora nesta quinta, 5, e voltou a alfinetar o seu algoz o ex-presidente da Assembleia Legisltiva Ricardo Marcelo (PEN), a critica aconteceu quando o parlamentar de Areia foi questionado sobre os estilos de administrar a Casa.

    Gomes que foi um dos maiores defensores do projeto vitorioso de Adriano Galdino, cutucou o seu algoz: “Temos hoje um presidente que apesar de ser do Governo, é um presidente que tem demonstrado sensibilidade, veja as medidas que ele esta tomando: são simples, transparentes e que agora estamos dizendo: por que não foi tomada antes?”, indagou.


    Para o presidente do PSL, existem diferenças gritantes nas maneiras de administrar de Marcelo e Galdino: “Hoje nós temos um presidente que é totalmente dedicado a Casa, Adriano Galdino sentou na cadeira de presidente mais horas do que Ricardo Marcelo passou nos últimos quatro anos aqui!”, alfinetou, dizendo ter pena do vice-presidente João Henrique (DEM) que irá poucas vezes a cadeira de presidente.


    Tião também relatou que o trabalho de Adriano é facilitado, por que o atual presidente gosta da Assembleia , dos servidores e dos deputados.


    “Digo tudo isso por conta das idéias dos presidentes, e o trato, pergunte agora a todos eles, o tratamento que ele dá a mim dá aos trinta e cinco, por que essa Casa tem que trabalhar harmonicamente, derrotando vetos do governador (Ricardo) quando precisamos trabalhar sem briga”, disse o deputado, lembrando que clima de trabalho na legislatura passada era um inferno: “Ninguém se entendia, os funcionários coitados era na chibata, hoje não!”, concluiu.

     


    PB Agora


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    “Da terra de onde eu venho, homem não me grita”, diz Hugo Motta - Vídeo




    hugo mota
    O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (PMDB-PB), afirmou, nesta quinta-feira (05), como tinha antecipado com exclusividade ao Portal MaisPB, que criará quatro sub-relatorias para dividir os trabalhos, hoje concentrados nas mãos do relator Luiz Sérgio (PT-RJ), e anunciou que indicaria de ofício o nome dos sub-relatores, sem consultar o plenário.

    A decisão do paraibano contrariou deputados do PT e PSOL, que tentaram, aos berros, protestar contra o presidente indicar os sub-relatores sem ouvir o resto do plenário e sem dar espaço para o relator, Luiz Sérgio, de explicar seu plano de trabalho antes do anúncio. Motta seguiu lendo o nome das sub-relatorias sem dar ouvidos às manifestações.

    A postura levou Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) a levantar e, aos gritos, chamar o presidente, que tem 25 anos, de “moleque”.


    Hugo Motta revidou, disse que não aceitaria desaforo e que não seria “fantoche de ninguém”.

    “Quero aqui deixar bem claro, não admitirei desrespeito de vossas excelências. Quem manda aqui é o presidente, respeitando o regime. Eu não aceito desrespeito. Vossa excelência me respeite. Cabelo branco não é sinônimo de respeito. Um deputado aqui se levantou e me desrespeitou. Eu quero dizer a vossa excelência que eu não tenho medo de grito. Da terra de onde eu venho, homem não grita comigo. Vossa excelência me respeite”, rebateu.

    O presidente vai criar quatro sub-relatorias para investigação superfaturamento e gestão temerária na construção de refinarias no Brasil; a constituição de empresas subsidiárias e sociedades de propósito específico pela Petrobras com o fim de praticar atos ilícitos; de superfaturamento e gestão temerária na construção e afretamento de navios de transporte, navios-plataforma e navios-sonda; e de irregularidades na operação da companhia Sete Brasil e na venda de ativos da Petrobras na África.

    MaisPB




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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    TCE aprova por unanimidade as contas de 2013 do governador Ricardo Coutinho





    Postado por Tião Lucena,


    O Tribunal de Contas da Paraíba, reunido extraordinariamente sob a presidência do conselheiro Arthur Cunha Lima, na tarde desta quinta-feira (5), emitiu parecer favorável à aprovação das contas de 2013 do governador Ricardo Coutinho, conforme o voto do conselheiro André Carlo Torres Pontes, relator do processo.

    Antes do início da votação, o TCE rejeitou, também por unanimidade, preliminar de suspensão do julgamento suscitada pelo Ministério Público de Contas, a fim de que pudessem ser acostados a essa prestação de contas os resultados do exame de despesas da Secretaria de Saúde com organizações sociais, objeto de processos específicos ainda em tramitação na Corte. Prevaleceu, sobretudo, o entendimento de que o governador do Estado não é, constitucionalmente, ordenador de despesas.
    Em seu voto, acompanhado pela unanimidade dos pares, o relator declarou o atendimento parcial aos preceitos da Lei de Responsabilidade Fiscal pelo governador do Estado a quem fez recomendações, entre outras, para a criação de uma rotina de repasses de valores devidos ao Fundo Previdenciário Capitalizado, “discriminando Poder, órgão, entidade, nome do servidor, proventos, base de cálculo previdenciária, descontos efetuados, cota patronal e cota dos servidores”.
    Recomendou, também, a elaboração dos demonstrativos referentes à projeção atuarial do Regime Próprio de Previdência em conformidade com o que dispõe o manual de demonstrativos fiscais aplicado à União, Estados, Distrito Federal e Municípios e que seja evitada inconsistência contábil no registro da receita do Fundo de Combate à Pobreza.

    Ainda, que o governador resguarde a harmonia entre o Plano Plurianual, as Diretrizes Orçamentárias e o Orçamento Anual; cumpra o prazo para envio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e de envio das metas bimestrais de arrecadação ao TCE; observe a meta de resultado nominal fixada na LDO; zele pelo registro adequado das contas públicas; evite a ocorrência de “despesas a apropriar”; supra a lacuna da norma legal estabelecendo o procedimento de suspensão e restabelecimento das transferências constitucionais; e movimente os recursos da saúde exclusivamente por meio do respectivo Fundo.

    O TCE também decidiu encaminhar comunicado à Fundação Solidariedade e à secretária-executiva do Movimento “Nós Podemos Paraíba” sobre a análise comparativa entre as ações do Estado da Paraíba e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio.

    Em relação ao projeto do Polo Turístico do Cabo Branco, o TCE recomendou que o Governo promova “o cumprimento de todas as exigências propostas nos Editais 001/88 e 001/90, cobrando dos licitantes a comprovação das condições econômico-financeiras para realização dos empreendimentos, a prova da idoneidade das empresas e empresários e a atualização do ativo da empresa mediante a avaliação atual dos lotes negociados”.

    Ainda, que seja reavaliado “o procedimento de Certificação e Regularidade emitido pelo Governo do Estado em 01 de julho de 2013, tendo em vista a observação das várias pendências com relação aos lotes negociados, envolvendo falta de pagamento dos lotes, registro de áreas em dimensão maior do que a realmente adquirida, entrega de Comprovantes de Emissão de Ações Preferenciais fora do prazo e em valores irrisórios, entre outros”.

    Quer o TCE, igualmente, a avaliação de cada lote negociado e a emissão das ações em valores correspondentes às cifras atuais e o estabelecimento de exigências com relação ao porte dos empreendimentos a serem construídos.

    DESPESAS - Em 2013, o Governo do Estado movimentou recursos da ordem de R$ 8.559.088.000,00. Os gastos com pessoal e encargos sociais, nesse mesmo exercício, ultrapassaram a cifra de R$ 4,55 bilhões e representaram 53,22% da Despesa Total, índice a ser comparado à participação de 57,44% observada no exercício anterior.
    Discriminados por funções de governo, os gastos com Educação atingiram a cifra de R$ 1.572.518.000,00, constituindo, isoladamente, o maior volume de despesas empenhadas pelo governo que dispunha da dotação atualizada para o setor de R$ 1.792.304.000,00, no exercício.

    O setor da Saúde teve aplicações de R$ 1.063.751.000,00 para uma dotação de R$ 1.368.732.000,00. O da Segurança, enquanto isso, teve despesas empenhadas de R$ 853.361.000,00 e dotação atualizada de R$ 948.740.000,00.

    Somadas as 28 funções de governo examinadas pelo TCE (em meio a elas Previdência Social, Saneamento, Habitação, Agricultura, Cultura, Comércio e Serviços, Ciência e Tecnologia, Indústria e Energia), o Governo Estadual empenhou despesas de R$ 8.559.088.000,00 para uma dotação atualizada de R$ 10.557.657.000,00.

    Conduzida pelo presidente Arthur Cunha Lima, a sessão plenária teve as participações, também, dos conselheiros Arnóbio Viana, Nominando Diniz, Fernando Catão e Fábio Nogueira, Ainda, dos conselheiros substitutos Antonio Gomes Vieira Filho, Marcos Costa e Oscar Mamede. O Ministério Público de Contas esteve representado pela procuradora geral Elvira Samara Pereira de Oliveira, que emitiu parecer pela reprovação das contas. A sessão plenária teve a duração de cinco horas e 15 minutos.


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Eduardo Cunha diz que Planalto abriu champanhe para festejar sua desgraça




     
    Josias de Souza 05/03/2015 04:37


    Basta olhar rapidamente para dentro do bloco de partidos governistas para descrer completamente da possibilidade de paz no Oriente Médio. O presidente da Câmara, que nunca morreu de amores por Dilma Rousseff, tornou-se uma espécie de homem-bomba.

    Ele difunde entre os amigos a versão segundo a qual a notícia sobre a inclusão do seu nome na lista do petrolão chegou primeiro ao Palácio do Planalto. E foi festejada antes de ser vazada. Mereceu, segundo diz, um brinde de champanhe.

    Na mesma rodada de espumas, afirma o deputado, brindou-se no Planalto para celebrar o infortúnio do presidente do Senado, Renan Calheiros, e a suposta exclusão da senadora petista Gleisi Hoffmann da lista do procurador-geral da República Rodrigo Janot. Algo que ainda não foi confirmado.

    Na versão contada por Eduardo Cunha, seu nome foi empurrado para dentro da lista pelo ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), que teria feito gestões junto ao procurador-geral. Para que esse enredo ficasse em pé seria necessário que as acusações contra o deputado desmontassem depois de divulgadas pelo relator do processo no STF, ministro Teori Zavascki.

    Seja como for, os principais operadores políticos de Dilma continuam achando que Eduardo Cunha não é propriamente um exemplo. E a turma do presidente da Câmara avalia que ele se tornou um aviso.


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Cunha atropela Dilma e pauta o salário mínimo


    Alex Almeida
    Alex Almeida


    Josias de Souza 


    O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, informou aos líderes partidários que incluirá na pauta de votações da próxima semana um projeto de lei sobre salário mínimo. Promove ajustes na atual política de valorização do mínimo, eternizando-a. Por ordem de Dilma Rousseff, o Planalto pediu o adiamento do debate. Cunha deu de ombros para a solicitação.

    Cunha alegou que o governo terá a oportunidade de expor seu ponto de vista em plenário. Para derrotar o projeto, pode acionar sua maioria —“se a tiver”, ironizou. Há três dias, o ministro petista Pepe Vargas, suposto articulador político de Dilma, reuniu os líderes do bloco governista em sua sala, no Planalto. Pediu-lhes que retirassem o salário mínimo da pauta. Aí mesmo foi que Cunha decidiu manter.

    Chama-se Jorge Boeira (PP-SC) o autor do projeto. No geral, o texto mantém a sistemática atual de reajuste do mínimo: inflação mais a variação do PIB. Mas estica seu prazo de validade para os próximos dez anos. Depois disso, a fórmula de cálculo seria perene e passaria a incorporar o PIB per capita, mais vantajoso para o trabalhador. O governo receia que os deputados estendam a regra para os aposentados.

    José Guimarães (PT-CE), líder do governo, rogou a Cunha que reconsiderasse a decisão de votar a proposta de Boeira. Argumentou que as regras atuais, incluídas numa lei de 2011, vigoram até janeiro de 2015. Não haveria, portanto, pressa em votar o projeto. O presidente da Câmara fez ouvidos moucos. Seu plano é enviar a proposta rapidamente ao Senado, em tempo para que o correligionário Renan Calheiros, também às turras com o governo, providencie a aprovação até 1º de Maio, o Dia do Trabalhador. Se quiser, Dilma poderá vetar, arrostando os prejuízos políticos.

    Suprema ironia: ao tomar posse, em janeiro, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, dissera em entrevista que o governo enviaria uma proposta ao Congresso, fixando a fórmula de reajuste do salário mínimo que passaria a vigorar a partir de 2015. Ele antecipara que seriam feitos ajustes. Foi desautorizado por Dilma e teve de se desdizer por escrito.


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Linderberg ao 247: ‘Só recebi doações legais‘




     
    O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) garantiu nesta quinta-feira, 5, em entrevista ao 247, que todas as doações que recebeu em sua campanha eleitoral para o governo do Rio de Janeiro obedeceram à legislação eleitoral; "Todas as doações que recebi para a campanha ao governo do Rio foram legais e não podem ser criminalizadas", afirmou; mesmo com a informação divulgada de que está entre os 28 inquéritos cuja abertura foi solicitada pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, ao STF, Lindbergh diz que tem "muita esperança de não estar na lista"; "Até porque se estivesse seria uma grande injustiça", afirmou; em delação premiada, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que atuou como arrecadador de recursos para a campanha de Lindbergh junto a empreiteiras que prestavam serviços para a Petrobras


    247 - Em entrevista exclusiva ao 247, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) garantiu nesta quinta-feira, 5, que todas as doações que recebeu em sua campanha eleitoral para o governo do Rio de Janeiro obedeceram à legislação eleitoral.

    "Todas as doações que recebi para a campanha ao governo do Rio foram legais e não podem ser criminalizadas", afirmou Lindberg, que ficou em quatro lugar na eleição que reelegeu o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).

    O nome do senador carioca está entre os 28 inquéritos cuja abertura foi solicitada pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) nessa terça-feira, 3. Lindbergh foi mencionado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, durante depoimento de delação premiada ao Ministério Público Federal.

    Costa teria dito que trabalhou para Lindbergh durante a campanha para o governo do Rio de janeiro no ano passado, atuando como arrecadador de recursos para a campanha junto a empreiteiras que prestavam serviços para a Petrobras.

    O depoimento do ex-diretor da estatal parece não causar medo ao senador, que classificou a eventual abertura de inquérito contra ele como "injustiça". "Não fui notificado e tenho muita esperança de não estar nesta lista. Até porque se estivesse seria uma grande injustiça", afirmou o senador petista.


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    O que exatamente Youssef disse sobre Aécio





    No termo 20 de sua delação premiada, o doleiro Alberto Youssef afirmou que recolhia propinas na estatal Furnas, a mando do ex-deputado José Janene, do Paraná; no mesmo depoimento, disse que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebia recursos por meio da empresa Bauruense, que prestava serviços terceirizados para a estatal; esta empresa Bauruense recebeu mais de R$ 821 milhões de Furnas e já está sendo investigada pelo Supremo Tribunal Federal; procurador Rodrigo Janot considerou indícios insuficientes e mandou arquivar a denúncia contra Aécio; advogado de Youssef, Antonio Figueiredo Basto, também saiu em defesa do tucano; caso, no entanto, reacende a polêmica em torno da famosa lista de Furnas, denunciada por Roberto Jefferson, à época do chamado mensalão

    Minas 247 - O teor da delação premiada do doleiro Alberto Youssef sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que disputou a eleição presidencial de 2014, foi obtido pelo jornal Estado de S. Paulo. Segundo Youssef, por intermédio de uma de suas irmãs, Aécio teria recebido valores desviados de Furnas Centrais Elétricas. Os pagamentos seriam feitos por uma empresa chamada Bauruense, que recebeu mais de R$ 800 milhões em serviços terceirizados por Furnas. Youssef disse ainda que ele próprio recolhia propinas na Bauruense, a mando do ex-deputado federal José Janene, do Paraná.

    Eis um trecho da reportagem do Estado de S. Paulo:

    Em delação premiada à qual o Estado de S. Paulo teve acesso, o delator Roberto Yousseff afirmou que Aécio Neves teria recebido dinheiro fruto de propina de Furnas, estatal do setor elétrico, por meio “de sua irmã”, sem citar nomes ou detalhes. Aécio tem duas irmãs, Angela e Andrea – a última trabalhou no governo mineiro e na campanha eleitoral de 2014.

    O termo de colaboração número 20, que registra confissão do doleiro feita no fim do ano passado, tem como “tema principal: Furnas e o recebimento de propina pelo Partido Progressista e pelo PSDB”. Além de Aécio, são citados o ex-deputado do PP José Janene, morto em 2009, e um executivo da empresa Bauruense.

    O pedido de arquivamento é um dos sete feitos na terça-feira pelo procurador-geral. No mesmo dia, Janot solicitou ao Supremo autorização para investigar 54 pessoas em 28 inquéritos. Os pedidos estão sob relatoria do ministro Teori Zavascki.

    Youssef relatou aos investigadores que recolheu dinheiro de propina na Bauruense, prestadora de serviços para Furnas, cerca de dez vezes. Em uma delas, foi informado que o repasse não seria feito integralmente – faltariam R$ 4 milhões porque “alguém do PSDB” havia coletado essa quantia antes.

    Indagado pelos procuradores, Youssef declarou não ter informação de quem havia retirado parte da comissão, mas afirmou “ter conhecimento” de que o então deputado federal Aécio Neves teria influência sobre a diretoria de Furnas e que o mineiro estaria recebendo o recurso “através de sua irmã”, segundo o texto literal da delação. O delator disse “não saber como teria sido implementado o ‘comissionamento’ de Aécio Neves”.

    Na delação, o doleiro descreve que “de 1994 a 2001 o PSDB era responsável pela diretoria de Furnas”. Youssef declarou que recebia o dinheiro destinado a Janene em Bauru (SP) e na capital paulista e o enviava a Londrina (PR) ou Brasília. No depoimento, ele afirmou que os diretores da Bauruense poderiam fornecer mais informações sobre Furnas e que a empresa já responde a inquérito no STF.

    A Bauruense é uma empresa que está sob investigação porque concentrava nada menos que 80% dos serviços terceirizados por Furnas. Em 2006, uma reportagem da Folha de S. Paulo, apontou que teriam sido desviados mais de R$ 800 milhões, desde 2000. Confira aqui a reportagem, que cita ainda o ex-deputado Roberto Jefferson, autor da notória ‘lista de Furnas‘.

    Ontem, tão logo foi divulgado o arquivamento do caso que envolve Aécio, o advogado de Youssef, Antonio Figueiredo Basto, se apressou em defendê-lo. "Youssef nunca falou espontaneamente do Senador Aécio Neves, em razão de que não o conhece e nunca teve com ele qualquer tipo de relação ou negócio. Quando questionado sobre fatos envolvendo o ex-deputado federal José Janene, Youssef esclareceu que nunca esteve com o senador Aécio Neves ou com sua irmã, e que somente ‘ouviu dizer‘, que Aécio teria ‘negócios‘ ou influências em Furnas, sem contudo indicar um fato concreto que justificasse tal suspeita", afirmou. "Portanto, não existe qualquer fato concreto ou prova que vincule o Senador Aécio Neves com meu cliente".

    Ao comentar o arquivamento, Aécio afirmou que o recebeu como uma "homenagem" do procurador-geral Rodrigo Janot, que teria a "última palavra" sobre o caso.


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  • 06.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Cardoso rebate Aécio: Acusação inaceitável




     
    O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, rebateu as acusações do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que o governo atuou para incluir nomes da oposição na lista de investigados por participação na esquema de corrupção na Petrobras; "Posso afirmar em alto e bom som: se, no passado, governos agiam dessa maneira, não nos meçam por réguas antigas, pelo que já foi", afirmou


    247 - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, rebateu as acusações do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que o governo atuou para incluir nomes da oposição na lista de investigados por participação na esquema de corrupção na Petrobras.

    Ele disse que repudia as declarações feitas "por parlamentares da oposição". "É inaceitável. Posso afirmar em alto e bom som: se, no passado, governos agiam dessa maneira, não nos meçam por réguas antigas, pelo que já foi", afirmou.

    Cardozo também alfinetou o senador por ter se pronunciado sobre algo que ainda não foi divulgado oficialmente. "Se alguém comemora antes de ter ciência pública, tem que explicar por que comemora".


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  • 05.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia cassa o mandato do governador Confúcio Moura




     
    Distribuição de comida e guloseimas durante a convenção do PMDB resultou na cassação do mandato de Confúcio Moura e de seu vice, Daniel Pereira (PSB).

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    Da reportagem do Tudorondonia

    O Tribunal regional Eleitoral de Rondônia acaba de cassar o mandato do governador Confúcio Moura (PMDB) e de seu vice, Daniel Pereira (PSB).

    O julgamento do governador Confúcio Moura (PMDB) no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia recomeçou nesta quinta-feira. Confúcio responde por abuso de poder econômico porque seu partido distribuiu comida e guloseimas para os participantes da convenção peemedebista que referendou sua candidatura à reeleição. Por quatro votos a três, corte decidiu cassar o mandato de Confúcio e Daniel.

    Pela cassação votaram os juízes Delso Xavier , Dimis Bragas (federal) , Jorge Gurgel e o desembargador Péricles Moreira Chagas, presidente do TRE. Coube a ele desempatar o resultado. Pela rejeição da representação eleitoral votaram o desembargador Roosevelt Queiroz Costa e os juízes Juacy Loura e Antônio Robles. Mas eles foram voto vencido.

    SAIBA MAIS


    Convenção de Confúcio teve distribuição de comida, bebidas e até sorvete
    A distribuição de comida e bebida em convenção partidária é caracterizada como abuso de poder econômico pela legislação eleitoral.

    Quem esteve na convenção do PMDB , durante a qual o governador Confúcio Moura teve a candidatura homologada para disputar a reeleição pode fartar-se de tanto comer e beber por conta do partido, que promoveu a distribuição de comida, bebidas , sorvetes e picolés, em flagrante desrespeito à legislação eleitoral.


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  • 05.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    CPI pega fogo e presidente é chamado de ‘moleque‘





    A primeira reunião da CPI da Petrobras na Câmara dos deputados começou fervendo nesta manhã e faltou pouco para que parlamentares trocassem tapas; clima esquentou porque o presidente do colegiado, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), anunciou a criação de quatro sub-relatorias, que, na interpretação dos petistas, visam enfraquecer o PT, que tem a relatoria, na pessoa do deputado Luiz Sergio (PT-RJ); exaltado, o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) levantou de sua cadeira e chamou Hugo Motta de "moleque"


    247 - A primeira reunião da CPI da Petrobras na Câmara dos deputados começou fervendo nesta manhã e faltou pouco para que parlamentares trocassem tapas em meio aos trabalhos. Clima esquentou porque o presidente do colegiado, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), anunciou a criação de quatro sub-relatorias, que, na interpretação dos petistas, visam enfraquecer o PT, que tem a relatoria, na pessoa do deputado Luiz Sergio (PT-RJ). Exaltado, o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) levantou de sua cadeira e chamou Hugo Motta de "moleque".

    Motta, que chegou à presidência da CPI por meio do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – que é desafeto do governo da presidente Dilma Rousseff – teve o seu comando questionado por representantes de diversos partidos, como PPS, PSOL e PSB, que reclamaram de não terem sido consultados sobre a escolha dos vice-presidentes da CPI e nem sobre a sobre a criação de sub-relatorias da CPI, o que pode reduzir o poder do cargo da relatoria ocupado pelo deputado Luiz Sérgio (PT-RJ).

    Quando Motta foi indicar as sub-relatorias, os parlamentares contrários começaram a protestar. Em meio ao bate-boca Edmilson Rodrigues, chamou o peemedebista de "moleque". Irritado, Motta afirmou que "não admitirei desrespeito de vossas excelências. Quem manda aqui é o presidente, respeitando o regimento. Eu não aceito desrespeito. Vossa excelência me respeite.": "Eu não tenho medo de grito. Da terra de onde eu venho, homem não me grita", completou.

    Após a confusão, Rodrigues pediu desculpas e afirmou que a decisão sobre a criação das criar sub-relatorias deveria ser tomada após a exposição do plano de trabalho do presidente e ser submetida a plenário.

    "Eu disse ‘não a moleque essa CPI‘, não lhe chamei de ‘moleque‘. Naquilo que eu achar que é um desrespeito, eu realmente usarei os recursos democráticos, e às vezes o recurso democrático é impedir que uma violência institucional se realize. Me desculpe", disse Rodrigues.

     

    Abaixo matéria da Agência Câmara. sobre o assunto.

    Criação de sub-relatorias causa tumulto na CPI da Petrobras

    A criação de quatro sub-relatorias para a CPI da Petrobras causou polêmica e discussão no plenário 2, com gritos e trocas de ofensas. O tumulto começou com o anúncio, pelo presidente da comissão, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), da criação de quatro sub-relatorias, o que provocou grande discussão, com protestos do PT, PPS, Psol e PSB.

    Apesar de o relator, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), ainda não ter apresentado seu plano de trabalho aos membros da comissão, a decisão do presidente de criar quatro sub-relatorias provocou divergências.

    A deputada Maria do Rosário (PT-RS) apresentou questão de ordem para que o relator apresente o seu plano de trabalho antes da indicação dos sub-relatores. Ela disse que sub-relatorias podem ser dispensáveis. "Sabemos que as sub-relatorias estão sendo criadas para dar representatividade partidária à CPI, mas o trabalho do relator não é partidário", disse.

    O deputado Ivan Valente (Psol-SP) disse estranhar que o presidente indique sub-relatores. "Apesar de não existir previsão regimental para a criação de sub-relatorias, em outras CPIs isso sempre foi feito pelo relator e não pelo presidente."

    O presidente da comissão e o deputado Edmilson Rodrigues (Psol-PA) trocaram ofensas na comissão. O Psol, o PT, o PPS e o PSB reclamaram do fato de não terem sido consultados a respeito dos nomes que ocuparão as quatro sub-relatorias criadas pelo presidente.

    O deputado Afonso Florence (PT-BA) disse que a nomeação de quatro sub-relatores não está na pauta da reunião de hoje e quer o adiamento da decisão, com uma negociação entre os partidos representados na comissão para a indicação dos nomes.

    Florence pediu ao presidente da CPI que seja feito um acordo entre os partidos, com base na proporcionalidade partidária, para a ocupação das anunciadas quatro sub-relatorias.

    Além de criar as sub-relatorias, o deputado Hugo Motta confirmou que a comissão só vai investigar os fatos e o período que constam do ato de sua criação. Isso significa que a CPI vai se concentrar no período entre 2005 e 2015, conforme decisão anunciada pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

    As sub-relatorias são as de Superfaturamento e gestão temerária na construção de refinarias; Constituição de empresas com a finalidade de praticar atos ilícitos; Superfaturamento e gestão temerária na construção e afretamento de navios de transporte, navios-plataforma e navios-sonda; e Irregularidades na operação da companhia Sete Brasil e na venda de ativos da Petrobras na África


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  • 05.03.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Papo d‘ Esquina


     
    FREI ANASTÁCIO DIZ QUE LUCIANO CARTAXO NÃO TERÁ RELEIÇÃO FÁCIL


    O deputado petista, Frei Anastácio, diz que não pode falar que a administração do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), é ruim, pois seria injusto, porém afirmou que está “na hora” de o partido fazer uma avaliação, pois está há dois anos no governo e a imprensa e as ruas estão fazendo reclamações. Ele também afirmou que a eleição de 2016 vai ser difícil e conta que o PT tem que “juntar os cacos”. Anastácio se orgulha de não ter cargos no estado, razão pela qual pode atuar de forma independente. Revelou o deputado Anastácio que Cartaxo já está no mandato há dois anos, e as criticas e cobranças são muito grandes.O petista aproveitou e denunciou que muitos petistas vivem de benesses do estado e do município” e acrescenta: “Por isso o partido está enfraquecendo”, diz. Por fim disse que o seu partido,terá que juntar os cacos, pois muita gente que votou na eleição de Cartaxo hoje está rompido e criticando, então para uma reeleição ano que vem, a direção estadual e o próprio prefeito como liderança maior, precisam juntar os cacos. Não será fácil a eleição”, afirma. Em tempo: O Frei Anastácio, começou a preparar o ambiente para disputar a direção estadual do PT na Paraíba.

    PREFEITURA ABANDONA ESTRUTURA DO CARNAVAL NA AREIA DA PRAIA DE TAMBAÚ


    Falando em Prefeitura, mesmo com a contrariedade dos que residem nas proximidades, que não aguentam o barulho e a sujeira que ficam ali no busto de Tamandaré a Prefeitura realizou este ano mais este ano, o vez o desfile de vários blocos de Carnaval, tendo inclusive instalado ali um palco para apresentações de vários cantores, provocando ainda mais poluição sonora e sujeira, sem falar na fedentina provocada por aqueles que sem nenhum respeito urinam em plena via pública.O descaso em tão grande dos assessores municipais, que desmontada toda parafernália do Carnaval, abandonaram ali uma estrutura do palco sob a areia, ficando esse material até agora poluindo e enfeando um dos lugares mais visitados de nossa orla.Já passou da hora de a Prefeitura construir um local para abrigar tais eventos, pois praia evidentemente deveria servir apenas para, caminhada, banho e contemplação.

    JOÃO ALMEIDA DIZ QUE BENILTON LUCENA PROTEGE EMPRESÁRIOS DE ÔNIBUS

     

    O requerimento do vereador Renato Martins (PSB) para discutir supostas demissões e o acumulo de função nos ônibus urbanos de João Pessoa provocou confronto entre os vereadores na Câmara e, mesmo sem ser aprovado, fez vereadores trocarem acusações na Casa. Em meio ao debate, o vereador Benilton Lucena (PT) acusou João Almeida (SD) de ser ausente nas sessões plenárias. O petista foi rebatido por Almeida, ele lembrou que estava servindo à prefeitura como secretário e acusou Benilton de privilegiar os empresários de ônibus na Capital.

     

    CÁSSIO CUNHA LIMA: PSDB NÃO VAI ALIVIAR COM QUEM ESTIVER NA LISTA

    Líder do PSDB do Senado, Cássio Cunha Lima (PB), avisou nesta quarta-feira, 4, que seu partido "não vai passar a mão na cabeça" de nenhum político que estiver envolvido na lista de investigados do procurador geral da República, Rodrigo Janot; “Nós não vamos passar a mão na cabeça de quem quer que seja. Nós não faremos como partidos outros que passam a mão na cabeça e protege aqueles que já foram condenados por prática de corrupção", afirmou Cunha Lima.

     

    RAIMUNDO LIRA QUER QUE OS ELEITORES ESCOLHAM OS SUPLENTES DE SENADOR

    Nesta quarta-feira (04) o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) apresentou uma nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe que a suplência de senadores seja definida pela sucessão de votos nas urnas. A matéria delega a sucessão dos cargos aos candidatos com maior representação nas eleições. Se aprovada, os dois suplentes a Senador serão aqueles candidatos não eleitos, mas que se colocaram em segunda e terceira posição. É bastante louvável a atitude do senador paraibano, considerando que o mesmo ganhou um mandato de quatro anos, com a renuncia de Vital do Rego, mesmo sem ter sido votado por um único eleitor, sem falar que atualmente os suplentes são escolhidos entre os parentes do candidato principal, ou dentre aqueles bem endinheirados.


    DEPOIS DE CONFUSÃO EM CAMPINA GRANDE, DOUTOR HOLLYWOOD QUER SER DEPUTADO PELA PARAÍBA

    Existem pessoas que imaginam que a nossa Paraíba é uma terra sem dono e de muro baixo. Esse médico Roberto Reys, também conhecido como Doutor Hollywood e que recentemente se envolveu numa briga num bar da cidade de Campina Grande com uma pessoa que teria apalpado as suas partes intimas, revela que pensa em adquirir uma fazenda na Paraíba e oportunamente ser candidato a senador ou a deputado federal. O mesmo vai morrer na praia, pois faltam a ele o principal votos e conhecimento do eleitor paraibano. Só faltava essa.

    MORADORES DO JARDIM OCEANIA E BESSA QUEREM ABERTURA DE AVENIDA ATÉ O IATE CLUBE


    Moradores do Bessa e Jardim Oceania, estiveram reunidos ontem dia 4 por das 6 horas da manhã, na Avenida Argemiro de Figueiredo, para tratar da continuação da via litorânea até o Iate Clube, o que ira permitir as caminhadas dos banhistas, passeios de bicicletas, patins e outras atividades, desafogando assim o calçadão das Praias de Manaira, Tambaú e Cabo Branco hoje superlotadas de pessoas. Atualmente quem reside no Bessa e quiser caminhar pela calçada da praia terá que obrigatoriamente se deslocar de carro até a Praia de Manaíra, por falta de continuidade da via, ora existente, que termina exatamente uma quadra depois do Meg Shopping. O movimento liderado por Valério Bronzeado, Raissa Lacerda, Milton Mororó, Lucas de Brito, Glauce Burity, este blogueiro e outros moradores conseguiu ontem coletar centenas de assinaturas de moradores que desejam caminhar na orla do Bessa, evitando assim a caminhada na Avenida Argemiro de Figueiredo, que foi uma idéia da Vereadora Raissa Lacerda, ainda no seu primeiro mandato, mas que para muitos é uma via sempre perigosa, principalmente nos fins de semana, quando trafega por ali em alta velocidade muitos carros.

    MORADORES DO JAREDIM OCEANIA E BESSA QUEREM ABERTURA DE AVENIDA ATÉ O IATE CLUBE II

    Os moradores desejam qualidade de vida e alegam que a justificativa de preservação da desova de tartarugas não se sustenta mais, pois 90% das desovas ocorrem na Praia de Intermares e as poucas tartarugas que eventualmente desovem no Bessa, ocorre bem distante por onde passará a via e que com a tecnologia hoje existente o progresso pode conviver perfeitamente com a natureza sem nenhuma ofensa. Outra tese dos defensores da abertura da via é que hoje aquela região é um verdadeiro deserto, principalmente na parte noturna e que a partir da abertura, as moradias ali existentes ficarão mais valorizadas, pois terão mais segurança, iluminação de qualidade e o mais importante gente, que levará alegria e muito movimento para aquela área. A questão jurídica patrocinada por alguns moradores, que não desejavam a abertura da via, já foi decidida pela Justiça Federal, com resultado favorável a Prefeitura que após o devido projeto pode realizar a obra, que tem entusiasmado muito o prefeito Luciano Cartaxo, que em contato com Raissa Lacerda e com outros membros do grupo, se pronunciou favorável a abertura que irá beneficiar milhares de moradores.

    RICARDO MARCELO  TIRA 120 DIAS DE LICENÇA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA


    O deputado estadual Ricardo Marcelo (PEN), ex-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), oficializou, nesta quarta-feira (4), um pedido de licença de 120 dias para tratamento de saúde e assuntos particulares. O fato era tido até então como especulação da imprensa, mas foi confirmado por uma fonte ligada ao parlamentar. O deputado solicitou licença para descansar, tratar da saúde e cuidar de assuntos particulares. Danado é que até a semana passada quando tentava se perpetuar na presidência da Casa de Epitácio Pessoa, Ricardo Marcelo, não se queixava sequer de uma unha encravada e agora depois da derrota, eis que o mesmo alegando doença vai tirar essa longa licença, paga por nós pobres contribuintes. Resta saber quem foi o médico que forneceu tal atestado.

    TJ CONFIRMA CONDENAÇÃO DO EX-PREFEITO DE CABEDELO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA


    O tribunal de Justiça condenou o ex-prefeito José Regis por improbidade administrativa por comprar a uma empresa de fachada, lesando assim o erário. A decisão de condenar o ex-prefeito de Cabedelo, José Francisco Régis, por improbidade administrativa foi mantida pela Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba. A sentença, que partiu do Juízo de Primeiro Grau daquela comarca, baseia-se em irregularidades durante a administração do ex-gestor na compra de fardamentos, mobiliários para a Secretaria de Saúde e utensílios de cozinha para as escolas locais, por meio de procedimento licitatório que teve como vencedora a empresa SMC Albuquerque. O magistrado da comarca de Cabedelo condenou José Régis por entender que houve despesas irregularmente realizadas em desconformidade com a lei e sem atendimento ao interesse público. Na ação, de Primeiro Grau, foi arbitrado ao ex-gestor o valor de ressarcimento de R$ 441.970,97, além da suspensão dos direitos políticos pelo período de cinco anos, pagamento de multa de cinco vezes a remuneração percebida quando prefeito e a proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos pelo prazo de cinco anos. Realmente Cabedelo não tem sido muito feliz na escolha dos seus gestores.

     

    A COR DO VESTIDO MISTERIOSO FAZ ESCOLA. INFELIZMENTE! – VIRGOLINO ALENCAR

    O danado daquele vestido de cores em que cada pessoa, ao olhar, vê uma ou mais tonalidades diferentes, está fazendo escola. Na política brasileira, os personagens que atuam nela têm a síndrome das cores do misterioso vestido. O político brasileiro amanhece o dia vendo tudo amarelo, pelo efeito sol, sai de casa vendo tudo azul, no itinerário vai vendo a coisa cinzenta, nas conversas e conchavos vê tudo vermelho, na volta pra casa lhe dá um branco e no fim da noite nota que a coisa está preta!Nós, brasileiros, cidadãos, contribuintes, queremos ver o país verde-amarelo. Mas, tá difícil, gente!

     

    PÁTRIA AMADA - LOURDINHA LUNA

    EU jamais imaginei que ocuparia esse espaço para lamentar a indigência moral a que chegou a "pátria amada, Brasil". O que, no passado, se julgou escândalo, foram pequenos flagrantes antiéticos, se cotejados com os atuais. O pais altaneiro se apequenou e restaurar-se em curto tempo é quimera anêmica. Navegamos num barco sem timoneiro e não há esperança de se entregar o leme a um homem qualificado. O que terá acontecido com a raça brasileira?. Onde está a bravura dos tempos idos, da conquista às lutas nos campos de batalha.. Aonde havia coragem e decência...A corrupção é a bandeira que mais tremula no pendão dos partidos políticos. Só o ONIPOTENTE poderá salvar a "terra de encantos mil", humilhada e vilipendiada pela perversão que fez morada na terra que nos deu o berço. SENHOR tende misericórdia dos teus filhos. Não os deixes morrer sem vela!...

    Esta coluna é publicada no blogdopedromarinho.com e em quatro portais.


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