Papo d‘ Esquina

 POR QUE NONATO BANDEIRA DEIXOU PARA CRITICAR CARTAXO APENAS NO FINAL DO MANDATO?

Depois de revelar que vinha sendo maltratado na condição de vice-prefeito já que o seu gabinete localizado na Estação Cabo Branco faltava tudo, eis que Nonato agora acusa o prefeito Luciano Cartaxo Luciano Cartaxo está negociando cargos em troca de apoios ao seu projeto de reeleição. Segundo Nonato, para ter cargo na Prefeitura basta anunciar apoio ao prefeito. Por que será que só agora aos 46 minutos do segundo tempo é que Nonato Bandeira ficou falante assim:

TRÊS SECRETÁRIOS DEVEM DEIXAR SEUS CARGOS NO GOVERNO DO ESTADO

O Governo do Estado deve nos próximos dias fazer mudanças no seu secretariado, pois pelo menos três auxiliares diretos devem deixar a gestão: Cida Ramos, secretária do Desenvolvimento Humano; Márcia Lucena, presidente da Funesc; e Lenildo Morais, secretário da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido. Tais auxiliares devem deixar os cargos para disputar o cargo de prefeito nas eleições municipais deste ano. O prazo de desincompatibilização para Cida Ramos, que deve disputar a Prefeitura de João Pessoa, Márcia Lucena (pré-candidata do PSB no processo sucessório no Conde), e Lenildo Coreia (vai ser indicado pelo PT concorrer ao cargo de prefeito de Patos), termina no próximo dia dois de junho. Atenção para aqueles que buscam um bom cargo.

PREFEITURA DA CIDADE DE SANTA RITA DAR CALOTE NOS SERVIDORES COMISSIONADOS

Netinho de Várzea Nova derrubou o prefeito de Santa Rita, Reginaldo Pereira, de quem era vice, alegando que o mesmo não vinha correspondendo na sua administração e que ele Netinho faria melhor, ou seja, daria nova cara a Terra dos Canaviais, outrora tão bela e organizada. O fato é que os postos de saúde se encontram em péssima condição de funcionamento, a cidade toda esburacada, muito lixo espalhado pela cidade, pessoas jogando entulhos de construção no meio das praças e o mais grave de tudo desde janeiro aquela Prefeitura não paga os salários dos servidores comissionados, como se algum pudesse trabalhar sem receber o que lhes é devido. Netinho de Várzea Nova ao não pagar os salários e consequentemente as obrigações trabalhistas não estaria cometendo crime de responsabilidade sujeito, portanto, a cassação do seu mandato?

LOURDINHA FALA SOBRE A NOSSA MATÉRIA SOBRE A RUINA DA BARREIRA DO CABO BRANCO

‘Caro amigo Pedro Macedo Marinho: Em casa de José Américo há um quadro, presente do pintor paraibano, HERMANO JOSÉ, em 1952, em que o CABO BRANCO aparece no inicio de sua ruína. No governo Militar verbas chegavam à Paraíba aos montes. O Ministro chamou a atenção dos governadores de então para as carências do PROMONTÓRIO e nenhum se dignou e acudir a ponta que avança pelo mar, tão citada nas Cartas Geográficas do mundo. Culpar o PREFEITO LUCIANO CARTAXDO pelo desgaste do acidente me parece fora de hora.’ Minha querida amiga Lourdinha, no início do meu texto, eu digo exatamente isso, ou seja, que a ruína da barreira vem de muito longe, mas isso não tira a culpa do atual gestor, pela falta de providencias e sensibilidade, exatamente quando o problema mais se agravou e ele fez e faz de conta que nada de grave acontece ali. Na minha visão como leigo, um simples replantio de árvores já adultas e gramas, a exemplo do que foi feito na ampliação da BR 101, poderia amenizar a destruição que vem acontecendo ali e que tende a se agravar se Cartaxo permanecer mais quatro anos na nossa Prefeitura, pois certamente, vai continuar tratando o problema com a mesma indiferença.

LOURDINHA FALA SOBRE A NOSSA MATÉRIA SOBRE A RUINA DA BARREIRA DO CABO BRANCO II


A maior prova da falta de interesse de Luciano Cartaxo se verifica facilmente, bastando observar o estado em que se encontra o desvio feito para se chegar às praias do Sul e ao novo Centro de Convenções e também a Estação Ciência, pois passado dois anos, o mesmo não se dignou sequer a pavimentar cerca de dois quilômetros de via, que hoje mais parece às crateras da lua, sem falar na escuridão reinante que provoca insegurança e a inúmeros assaltos já que os veículos em razão dos buracos têm que trafegar em marcha lenta. A propósito convém lembrar o comentário de Elísio Franca a respeito do problema: ‘A falta de interesse da ficou evidente apos uma audiência pública é uma sessão especial na Assembleia Legislativa onde a PMJP teve reprovado seu interno de intervir na barreira com um novo projeto de 3 x maiores custos (comparado ao projeto que teve orçamento concluído no final da gestão do PSB) sem garantia de resultados, propondo ao pé da barreira em outras intervenções o engodamento de uma faixa de praia.’


PRESDIENTE DA API JOÃO PINTO DISCUTE COM RADIALISTA FABIANO GOMES

Na tarde de segunda-feira aconteceu uma discussão entre o jornalista João Pinto, presidente da Associação Paraibana de Imprensa, e o radialista Fabiano Gomes, apresentador do programa Correio Debate, da 98 FM. O problema foi porque João Pinto entrou no programa para prestar solidariedade a um radialista que teve a frente da casa atingida a tiros. Após ouvir João Pinto Fabiano interpelou o mesmo, perguntando por que razão João Pinto era tão apressado para se solidarizar com um radialista vítima de atentado praticado por desconhecido, mas se tornara omisso quando o próprio Fabiano fora condenado a prisão em ação movida por Eduardo Carlos, proprietário das TVS Cabo Branco e Paraíba e do Jornal da Paraíba. Também se referiu a minha condenação, pelo Tribunal de Justiça, em ação movida por determinado advogado, sem que João Pinto desse um pio em meu favor. O clima ficou bem quente.

NOVOS TEMPOS

Dilma já no final do seu governo, sem falar em outros escândalos no primeiro mandato, teve sete ministros citados na Lava Jato, Ricardo Berzoini, Jaques Wagner, Eduardo Cardoso, Aloisio Mercadante Edinho Silva e Carlos Gabas e ela ainda tentou a todo custo colocar mais um citado na mesma operação o ex-presidente Lula e só não o fez em virtude da proibição da Justiça. No inicio do seu governo, o presidente Temer ao saber de gravação do seu amigo e ministro do Planejamento Romero Jucá o afastou em menos de 24 horas. Não seria novos tempos no Brasil?


ADRIANO FIGUEIREDO APONTA MINISTÉRIO DE LULA EM 2018, CASO ELE POSSA SER CANDIDATO E SE PORVENTURA CONSIGA SE ELEGER


Banco Central Alberto Yousseff, Casa Civil Marcola do PCC, Esportes Adriano Imperador, Ministério da Economia Lidianne Leite, Ministério de Obras Públicas, Luciano Cartaxo, Ministério da Cultura Inês Brasil, Previdência Social Georgina de Freitas, Ministério do Trabalho, Jorginho Guinle , Igualdade Racial Adolfo Hitler, Ministério da Justiça Nicolau dos Santos Neto, Ministério da Comunicação Marcos Valério, Ministério da Educação Senadora Fátima Bezerra, Ministério da Justiça Pedro Stedile, Ministério da Agricultura José Carlos Bumlai, Secretaria da Mulher, Roberta Close, Secretaria do Homem Tammy Gretchen, Relações Exteriores, Vladimir Putin, Articulação Política Dilma Rousseff, e um Ministério Estratégico, comandando Petrobras, Eletrobrás e BNDS, sob comando de Eike Batista. Assim é dose caro Adriano Figueiredo


ALBERGIO GOMES MEDEIROS CRITICA PETISTAS QUE TENTAM PREGAR MORALIDADE

Em março já tínhamos sessenta e sete (67) pessoas condenadas pela "Lava Jato", sem falar nos reincidentes como Zé Dirceu, novamente condenado a 23 anos. Não direi nem quantos mandados de prisão foram expedidos. Nem é preciso também lembrar que todos eles, invariavelmente ou integravam o PT ou eram aliados do partido e governo, até porque o "lulopetismo" nunca diferençou Governo do Partido. Aí diante do acontecido hoje, os petistas, aliados e defensores dessa cambada que saqueou os cofres públicos e alguns alheios, "censuraram-me" em outra postagem porque eu apenas concitei "Teme" a não demitir Jucá e este a não renunciar? Não acham que é muito cinismo para um só dia não???? Não acham que é um escárnio um petista vir falar sobre moralidade e probidade, e cobrar coerência???? Vão se enxergar, enxaguem as bocarras, escovem os dentes ...


Esta coluna é publicada no http:www.blogdopedromarinho.com e em quatro portais.


Deputados aprovam vinda de Dilma à Paraíba

 

Dilma 1
Os deputados paraibanos aprovaram hoje (24), por unanimidade, o requerimento de Nº 5.089/2016, de autoria do deputado Jeová Campos (PSB), que propõe a realização de uma Audiência Pública com o objetivo de debater a democracia e o atual momento político brasileiro.

A presidente Dilma Rousseff será a principal interlocutora deste momento. O deputado Jeová já entrou em contato com a assessoria da presidente Dilma solicitando a reserva de uma data na agenda dela para que se possa marcar o dia da realização do evento na ALPB.

“Estou muito feliz, inclusive, pela sensibilidade de todos os deputados da Casa que entenderam a importância deste momento e deste debate na atual conjuntura nacional e aprovaram a minha solicitação. Vamos fazer um debate de altíssimo nível, esclarecedor e sobretudo oportuno e com a presença do principal agente político brasileiro da atualidade”, afirma Jeová.

Assim que o requerimento foi aprovado, o parlamentar entrou em contato com a assessoria da presidente, solicitando a inclusão do evento na agenda dela o quanto antes. “Só estamos esperando a definição da data para marcarmos o dia da audiência”, disse Jeová.

MaisPB


Deputada afirma que prefeitura perdeu cerca de R$ 188 milhões para investir em mobilidade urbana

 

A deputada estadual pelo PSB, Estela Bezerra disse, durante entrevista ao Programa Rádio Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação desta terça-feira (24) que a Prefeitura de João Pessoa perdeu recursos da ordem de R$ 188 milhões que seriam investidos em mobilidade urbana.

De acordo com a deputada, o dinheiro não foi liberado porque a atual gestão não concluiu os projetos “e agora ficam fazendo e inaugurando binários”, Estela Bezerra disse que a atual gestão não deu continuidade ao projeto do PSB “e por isso a cidade está aí, um verdadeiro abandono devido ao descaso administrativo”, completou.
Deputada afirma que o povo de João Pessoa está com saudades da gestão de Ricardo Coutinho

Estela nega que mudança da ALPB afaste parlamentares da pressão popular: ‘sempre vou estar com o povo’

A deputada disse que o povo está revoltado com os desmandos administrativos da atual gestão municipal e como exemplo ela citou o vandalismo contra a estátua de Iemajá. “A cabeça da imagem não foi quebrada apenas por intolerância religiosa, mas por pessoas revoltadas e indignadas e que não agüentam mais vê a cidade de João Pessoa sendo abandonada pela gestão pública municipal”, destacou.


Outra prova do abandono da cidade apontada pela deputada é o descaso com a falésia do Cabo Branco, que segundo ela, está ruindo sem que se faça qualquer coisa para evitar que um dos mais belos cartões postais da Capital desapareça. “O que está acontecendo hoje em João Pessoa é desvio de dinheiro público e incompetência de gestão, afirmou”.

Paraiba.com.br

 


Gervásio Filho diz que pré-candidatura de Manoel Jr. a prefeito de JP é uma “aventura do PMDB”

 
Gervásio Filho voltou a defender a manutenção da aliança entre o PMDB e o PSB ao lembrar que em municípios como Campina Grande, Patos e Guarabira não há como haver uma composição entre PSDB e PMDB.

Por: Blog do Gordinho

O deputado estadual Gervásio Maia Filho (PSB) centrou fogo contra o deputado federal Manoel Júnior, pré-candidato do PMDB a prefeito de João Pessoa. De acordo com o socialista, o peemedebista está filiado ao partido por conveniência e sairá quando lhe achar conveniente. O futuro presidente da Assembleia Legislativa disse ainda não vislumbrar uma união entre PMDB e PSDB na Paraíba por conta da realidade de cada município.

“Acho que a candidatura de Manoel Júnior é uma aventura no PMDB. Manoel Júnior não tem nada a ver com o PMDB, ele está no partido por circunstância, quando for conveniente, ele sai do PMDB. Ele não tem nenhum vínculo e nenhuma identificação com o partido”, disse.

Gervásio Filho voltou a defender a manutenção da aliança entre o PMDB e o PSB ao lembrar que em municípios como Campina Grande, Patos e Guarabira não há como haver uma composição entre PSDB e PMDB.

“Eu alimento, particularmente, o fortalecimento da aliança do meu partido com o PMDB, longe de mim alimentar qualquer sentimento que seja contrário a isso, sobretudo, porque eu conheço a realidade de Campina Grande, de Patos, de Guarabira e não consigo compreender como PMDB e PSDB estarão juntos, não há espaços para os dois, basta fazer uma análise do partido por toda a Paraíba”, falou.

O parlamenta ainda destacou que o PSB tem cumprido seu papel de aliado com a legenda comandada na Paraíba pelo senador José Maranhão e cobrou reciprocidade.

“Eu entendo política como uma pista de mão dupla, você faz a sua parte, e o aliado faz a dele. O PSB tem feito sua parte com o PMDB e eu disse isso quando estava no PMDB. É preciso que haja reciprocidade e coerência. Um partido não pode atuar dos dois lados do time, do campo, ou você tem um lado ou tem outro”, finalizou.

 


Renato Martins promete recorrer de decisão que suspendeu instalação de CPI da Lagoa na Câmara de JP


O socialista ainda se mostrou decepcionado com o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Durval Ferreira (PP), com o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) e com o próprio Poder Judiciário.
Share this:

Por: Blog do Gordinho

O líder da oposição na Câmara Municipal de João Pessoa, Renato Martins (PSB), prometeu recorrer da decisão do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Marcos Cavalcanti, que suspendeu a determinação do juiz Marcos Salles, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital, de instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades nas obras da Lagoa na Câmara Municipal.


“É um desserviço à democracia, uma marcha a ré no combate a corrupção. Recorreremos pelo direito de agir como vereadores de luta que cumprem com suas funções. Decisões como estas privilegiam arrumadinhos e inércias que sabotam a República e premiam corruptos”, declarou.


O socialista ainda se mostrou decepcionado com o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Durval Ferreira (PP), com o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) e com o próprio Poder Judiciário.


“Não me desanimarão e nem me servirão de exemplo. Vou perder essa e talvez outras lutas mais, mas sei de que lado fiquei e ficarei. Isto eles não poderão mudar. A história saberá julgar bem o que cada um deles fez nestes tempos, que se quer é mudança”, falou.


Congresso aprova mudança da meta fiscal e autoriza deficit de até R$ 170,5 bi


Felipe Amorim
Do UOL, em Brasília 25/05/201604h01
O
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Sessão do Congresso presidida por Renan Calheiros (PMDB-AL) durou mais de 16 horas
Sessão do Congresso presidida por Renan Calheiros (PMDB-AL) durou mais de 16 horas
O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quarta-feira (25), a alteração da meta fiscal do governo para este ano, medida considerada como o primeiro grande teste do apoio ao presidente interino Michel Temer no Legislativo.

O governo Temer havia pedido autorização do Congresso para mudar a meta e ampliar o rombo previsto nas contas públicas. Assim ele poderá fechar o ano com um deficit (diferença entre a arrecadação e os gastos) de R$ 170,5 bilhões. Anteriormente, a presidente afastada Dilma Rousseff havia proposto um deficit de R$ 96 bilhões.

A longa e conturbada sessão durou mais de 16 horas, e foi encerrada pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL) pouco antes das 4h desta quarta.


Grande parte da sessão, no entanto, foi destinada à votação de 24 vetos presidenciais, dos quais um foi rejeitado integralmente e dois tiveram trechos também derrubados. A votação da meta fiscal começou por volta das 1h15 e durou cerca de três horas.

Além desses vetos presidenciais, a sessão foi marcada pelas tentativas da oposição de obstruir a votação. Os parlamentares oposicionistas, além de atacarem o ex-ministro do Planejamento, também pediram, diversas vezes, que a mudança da meta fosse votada na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Renan Calheiros precisou intervir para evitar que a sessão se arrastasse ainda mais.

Caso a medida não fosse aprovada até o fim deste mês, o governo teria que cortar despesas e poderia ficar sem dinheiro para programas federais, já que teria que seguir a meta atualmente prevista na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de fechar o ano com uma economia de R$ 24 bilhões.

Numa sinalização da importância do tema, Temer foi pessoalmente entregar a proposta da nova meta ao presidente do Senado Renan, Calheiros (PMDB-AL), na segunda-feira (23).

Em reunião com líderes partidários na semana passada, Temer chegou a afirmar que, sem a aprovação da proposta, "quem estará cometendo pedalada sou eu", disse, em referência às pedaladas fiscais, objeto da denúncia de impeachment contra Dilma.

Em pronunciamento na manhã desta terça (24), Temer pediu que os parlamentares que "se esforcem" para aprovar a medida e disse que ela iria "ajudar a tirar o país da crise".

"No dia de hoje [terça] temos uma votação de uma matéria importante para o governo, que é a ampliação da meta [fiscal]", disse Temer.

A sessão do Congresso desta terça-feira foi aberta às 11h30 pelo presidente do Senado, Renan Calheiros. Antes de votar a meta, os deputados e senadores tiveram que analisar 24 vetos presidenciais que trancavam a pauta e impediam a análise de novos projetos.

Parlamentares de oposição ao governo interino também questionaram o fato de a meta ter sido aprovada sem passar por votação na CMO (Comissão Mista de Orçamento).

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) também questionou que, como o texto foi enviado por Temer ao Congresso no dia anterior, não houve tempo para que os parlamentares apresentassem emendas ao projeto.


Caso Jucá - Renan irrita Jandira ao cobrar-lhe coerência, por não haver criticado Mercadante


ELA ATACOU JUCÁ, CARIMBÃO O DEFENDEU E RENAN PEDIU COERÊNCIA
Publicado: 24 de maio de 2016 às 23:18 - Atualizado às 01:18
Redação

O BATE-BOCA COMEÇOU QUANDO ROMERO JUCÁ VOLTOU AO PLENÁRIO E PASSOU A SER INSULTADO POR JANDIRA FEGHALI. (FOTO: LUIS MACEDO)
PUBLICIDADE

Provocou um bate-boca entre a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) o retorno do senador Romero Jucá (PMDB-RR) ao plenário da Câmara, onde se realiza nesta terça (24) a sessão do Congresso para apreciar vetos presidenciais e a alteração da Meta Fiscal.
A deputada reclamou, xingou Jucá e ouviu o protesto do deputado Givaldo Carimbão (PHS-AL), que defendeu a presença de Jucá no plenário. Nesse momento, da presidência, Renan Calheiros ironizou a deputada do PCdoB-RJ:

- O deputado Carimbão estranhou a proporcionalidade. Ele não viu a senhora ter a mesma proporcionalidade de veemência no caso do ministro Aloísio Mercadante.

Renan se referia ao áudio em que o então ministro da Educação foi flagrado oferecendo apoio jurídico, financeiro e político para que o ex-senador Delcídio do Amaral não fizesse delação premiada.

- Não falou com a força que falou do caso de Romero Jucá - completou Renan.
Carimbão apoiou osenador imediatamente: "Parabéns Renan!"

Jandira Feghali provocou: "O senhor vai me responder da Mesa?", disse ela, questionando o presidente do Congresso.

Romero Jucá retornou à sessão do Congresso por volta das 20h30, depois de passar o dia fora do plenário. Na abertura da sessão, por volta das 11h30 a presença dele causou questionamentos de deputados ligados à presidente afastada, Dilma Rousseff. Ele discursou em defesa de sua inocência e, em seguida, se retirou afirmando que queria evitar que a discussão monotemática atrapalhasse a votação de pautas importantes para o governo.

A discussão começou quando Feghali questionou o fato de Jucá estar sentado na Mesa do Congresso durante a sessão. Segundo ela a presença do senador peemedebista incomodava os parlamentares. "Incomoda muitos de nós que, mesmo o senador Romero Jucá tendo mantido o mandato até aqui, entre no Senado e sente-se à mesa, como se mantivesse autoridade, e ainda fique fazendo gozação com a intervenção de parlamentares na tribuna e sorrindo", disse a deputada.


Áudio de Jucá- Ministro do STF não diz ter visto tentativa de Interferir na Lava Jato


GILMAR NÃO VIU PLANO DE OBSTRUIR A JUSTIÇA NA GRAVAÇÃO DE JUCÁ
 

MINISTRO DO STF DISSE QUE JUCÁ FEZ "ANÁLISE DO CENÁRIO" POLÍTICO. FOTO: STF
PUBLICIDADE

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse nesta terça-feira, 24, que não entendeu a conversa entre o ex-ministro Romero Jucá e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado como uma tentativa de interferir na Operação Lava Jato. "Não vi isso. É uma conversa entre pessoas que têm alguma convivência e estão fazendo análise do cenário numa posição não muito confortável", afirmou.
O peemedebista deixou o cargo no governo do presidente em exercício Michel Temer nesta segunda-feira, 23, após virem à tona áudios em que ele sugere um pacto para deter as investigações. Tanto Jucá quanto Machado são alvos da Lava Jato, que apura o esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

Gilmar, no entanto, admitiu que causou "incômodo" o fato de Jucá ter dito que havia conversado com ministros do Supremo sobre o caso, mas afirmou não ter sido procurado pelo senador. "Sou uma pessoa que tem bom relacionamento com o Jucá desde o governo Fernando Henrique e ele nunca me procurou sobre isso. Parece que isso é o tom de conversa geral", disse.

O ministro defendeu ainda que as reiteradas menções que políticos fazem em relação a ter acesso a integrantes da Corte virou um "mantra", mas não condizem com a realidade. "Sempre vem essa história: já falei com os juízes ou coisa do tipo. Isso virou um mantra, um enredo que se repete", disse.

Para ele, não há por que a sociedade suspeitar do STF no que diz respeito à condução dos processos ligados à Lava Jato. "O Tribunal tem agido com muita tranquilidade, com muita seriedade, muita imparcialidade, a mim me parece que não há nada que possa mudar o curso (das investigações)."

Temer

Gilmar afirmou ainda não acreditar que a saída de Jucá do ministério do Planejamento vá prejudica o governo Temer, que iniciou há pouco mais de dez dias. "São problemas da realidade política, com os quais se tem que lidar. Da noite para o dia, às vezes por uma fala, por uma revelação, se encerra um mandato até exitoso", disse.

O ministro também defendeu que o caso de Jucá era diferente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi impedido de assumir a Casa Civil no governo da presidente Dilma Rousseff. Para Gilmar, que foi o responsável pela decisão no STF sobre o caso, a nomeação de Lula ficou caracterizada como obstrução de Justiça porque o ex-presidente teria sido nomeado para ganhar foro privilegiado e não ser mais investigado pelo juiz Sérgio Moro, da primeira instância em Curitiba.


Sete meses depois - Relator pretende entregar parecer final contra Cunha até segunda

 
APESAR DA TENDÊNCIA DE CASSAÇÃO, ALIADOS BUSCAM PUNIÇÃO BRANDA
 

MARCOS ROGÉRIO NÃO REVELOU VOTO, MAS TENDÊNCIA É PELA CASSAÇÃO. FOTO: LUCIO BERNARDO JR/CÂMARA

O deputado Marcos Rogério (DEM-RO), relator do processo por quebra de decoro parlamentar contra o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pretende entregar até a noite da próxima segunda-feira, 30, o parecer final sobre o caso que se arrasta por quase sete meses no Conselho de Ética. A expectativa é que o relator recomende a cassação do mandato de Cunha.
Nesta terça-feira, 24, o atual vice-líder da bancada do PMDB na Câmara, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), encaminhou uma questão de ordem à Mesa Diretora sobre os limites das acusações que serão apresentadas contra Cunha no relatório final. Em uma ação vista como manobra para tirar o relator, o peemedebista sugere indiretamente na questão de ordem procedimento incompatível com o decoro parlamentar "fraudar o andamento dos trabalhos legislativos para alterar o resultado da deliberação". O que os aliados de Cunha buscam é uma punição branda ou o arquivamento do processo do presidente afastado da Câmara.

Rogério acredita que a questão de ordem esconde a intenção de representá-lo futuramente, sob acusação de cometer "fraude" por não seguir a determinação do presidente interino Waldir Maranhão (PP-MA) em delimitar o foco da acusação. "Ele quer que o presidente diga que estou cometendo fraude e entra com processo depois no conselho. Sou o próximo a ser denunciado. Eles querem tirar a relatoria. O que eles querem é censura prévia, é ameaça regimental", afirmou o relator.

Cunha é acusado de ter mentido à CPI da Petrobras ao negar que tivesse contas no exterior. O relator tende a incluir a informação de que as contas encontradas na Suíça eram abastecidas com dinheiro recebido supostamente de vantagem indevida, o que poderia contribuir para a aprovação de um pedido de cassação de mandato. Testemunhas investigadas na Operação Lava Jato afirmam que entregaram dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras a Cunha.

Em outro trecho do questionamento, Marun contesta o prazo de cinco dias úteis para que a defesa de Cunha se manifeste. Esse prazo vence na sexta-feira, 27. O peemedebista também pergunta se a defesa deverá se apresentar apenas sobre os fatos pertinentes à imputação aprovada no parecer prévio. Inicialmente, o parecer preliminar aprovado no colegiado se restringiu à omissão de informação relevante. Os aliados de Cunha querem delimitar a acusação para que o processo disciplinar tenha um desfecho que não coloque em risco o mandato de Cunha.


Diplomacia sobe a rampa - Presidência volta a receber embaixadores estrangeiros com simpatia

 
EMBAIXADORES VOLTAM A ENTREGAR CREDENCIAIS, QUE DILMA ABOMINAVA

O presidente Michel Temer ordenou uma “repaginada” nas cerimônias de recebimento das credenciais de embaixadores que chegam a Brasília para representar seus países. Dilma Rousseff os tratava mal, demorando meses para receber credenciais, deixando-os num limbo, sem poderem exercer suas atividades. As mudanças começam nesta quarta-feira (25): Temer receberá as credenciais de seis embaixadores. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Os primeiros a conhecerem o jeito brasileiro de receber bem serão os embaixadores do Paquistão, Grécia, Congo, Namíbia, Iraque e Croácia.

Os embaixadores serão recebidos com direito a rampa do Planalto, Dragões da Independência e até conversa privada com o presidente.

De forma grosseira, certa vez Dilma se recusou a receber credenciais do embaixador da Indonésia, que fuzilou um traficante brasileiro.


Senadores pedem à PGR investigação do caso Jucá


Um grupo de 14 senadores protocolou, nesta terça-feira, uma representação junto à procuradoria-geral da República pedindo que o procurador Rodrigo Janot proceda a uma investigação completa do caso Romero Jucá (PMDB-RR), ministro licenciado do Planejamento, que, num áudio gravado por Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, afirmou que o impeachment foi uma trama destinada a conter o ímpeto da Operação Lava Jato sobre a classe política; “Na conversa, o senador Romero Jucá afirma que seria necessária a ‘articulação de uma ação política’ que, inclusive, contaria com a aquiescência da Suprema Corte, para afastar a senhora Presidente da República do exercício da chefia do Poder Executivo”, diz o texto; senadores querem investigação completa sobre esse suposto plano, incluindo a eventual participação de ministros do STF; um dos parlamentares do grupo foi o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que votou pela admissibilidade do impeachment e, com o gesto, pode ter sinalizado uma eventual mudança de postura

Brasília 247 – Um grupo de 14 senadores protocolou, nesta terça-feira, uma representação junto à procuradoria-geral da República pedindo que o procurador Rodrigo Janot proceda a uma investigação completa do caso Romero Jucá (PMDB-RR), ministro licenciado do Planejamento, que, num áudio gravado por Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, afirmou que o impeachment foi uma trama destinada a conter o ímpeto da Operação Lava Jato sobre a classe política.

Um dos parlamentares do grupo foi o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que votou pela admissibilidade do impeachment e, com o gesto, pode ter sinalizado uma eventual mudança de postura.

Leia, abaixo, texto postado na página do PT no Senado:

Do PT no Senado – Senadores que resistem ao golpe articulado contra a presidenta Dilma Rousseff apresentaram nesta terça-feira (24), representação à Procuradoria Geral da República (PGR) pedindo a instauração de procedimento investigatório para apurar até que ponto o ex-ministro do governo golpista Romero Jucá interferiu para obstruir a Operação Lava Jato e influiu para o afastamento da presidenta Dilma Rousseff.

Eles também pedem que Jucá seja impedido de retornar ao cargo de ministro do Planejamento, do qual foi exonerado depois da divulgação de conversas com o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado. A representação solicita ainda que, mesmo retomando o cargo de senador, o ex-ministro interino seja impedido de frequentar lugares, ter contato com pessoas ou, usar sua função de parlamentar para, de qualquer forma, tentar criar quaisquer obstáculos ao andamento da Operação Lava Jato.

Assinado por catorze parlamentares - do PT, PCdoB , PDT e PPS –, o documento aponta que Jucá e Machado falam claramente, no diálogo, de uma ampla concertação nacional para barrar novas investigações da Lava Jato que levassem a outros parlamentares que não os do PT.

“Na conversa, o senador Romero Jucá afirma que seria necessária a ‘articulação de uma ação política’ que, inclusive, contaria com a aquiescência da Suprema Corte, para afastar a senhora Presidente da República do exercício da chefia do Poder Executivo”, diz o texto.

As gravações ― alega a Folha de S.Paulo― somariam uma hora e quinze minutos e estariam com “investigadores do esquema de corrupção na Petrobras”.

“Não bastasse a gravidade em si de se ter um senador da República a operar, francamente, no sentido de lograr a obstrução da Justiça, ou, quiçá, a praticar tráfico de influência em face do que, potencialmente, poderia ser dito às autoridades pelo senhor Sérgio Machado, o que ainda se observa, prima facie, é a inominável forja de ambiência institucional e mobilização da opinião pública propícias a desestabilização e derrubada de um governo legítimo, ungido em manifestação da soberania popular, com evidente desvirtuamento de finalidade do instituto do crime de responsabilidade. Seria preciso submeter a Senhora Presidente da República à expiação, para que, amainada a ira cívica, se contivesse a sangradura do estamento político”, diz o documento.

O texto alega ainda que o senador Romero Jucá valeu-se da existência de uma legislatura beligerante para “fazer passar um voto de desconfiança” contra a presidenta Dilma, embora o sistema político brasileiro não seja parlamentarista. “Seria preciso submeter a Senhora Presidente da República à expiação, para que, amainada a ira cívica, se contivesse a sangradura do estamento político”.


Sidebar Menu