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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Papo d‘ Esquina


     JORNALISTAS ESCOLHEM OS 10 MELHORES ORADORES PARAIBANOS

    Sob a coordenação do Portal Clickpb.com.br os jornalistas paraibanos escolheram os dez melhores oradores paraibanos de todos os tempos. A seguir os nomes dos escolhidos que podem despertar inclusive muita discussão, já que a nossa Paraíba é um celeiro de grandes oradores: Osmar de Aquino, Vital do Rego, Alcides Carneiro, Ronaldo Cunha Lima, Tarcísio Burity, João Agripino, Raimundo Asfora, José Américo, Odilon Ribeiro Coutinho, Marcondes Gadelha

    LUCÉLIO CARTAXO PODE SER CANDIDATO A PREFEITO DE CABEDELO


    Lucelio Cartaxo é cotadíssimo para ocupar um cargo no primeiro escalão do novo governo de Ricardo Coutinho, tendo em vista a grande votação que obteve no último pleito, cujo total ultrapassou mais de meio milhão de votos. E é exatamente com esse cacife, que nem bem terminou a eleição para governador e as especulações políticas sobre o pleito municipal, de 2016, já começaram na Paraíba. Desta vez, as informações são sobre um possível interesse pela postulação do executivo Lucélio Cartaxo (PT), ex-candidato a senador, em concorrer a Prefeitura do município de Cabedelo, na Grande João Pessoa.O interesse teria partido de integrantes de associações de pescadores e de portuários de Cabedelo. Segundo informações de bastidores, eles estariam articulando um movimento para convencer o petista, irmão do prefeito da Capital, Luciano Cartaxo (PT), para lançar a sua pré-candidatura. Cartaxo foi bem votado na cidade de Cabedelo em decorrência dos benefícios que levou aos moradores da Cidade Portuária, quando ocupou a direção da CBTU. Considerando a péssima qualidade dos prefeitos que passaram por Cabedelo Lucelio pode ser uma boa opção.

    MORRE AOS 96 ANOS CABRAL BATISTA, EX-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA


    Natural de Natal (RN), Cabral Batista esteve à frente da CMJP por oito vezes e também era ex--vice-prefeito de João Pessoa. O ex-presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, João Cabral Batista, morreu nesta sexta-feira (29), aos 96 anos, vítima de pneumonia. Ele também estava fazendo tratamento para enfrentar um AVC. Natural de Natal (RN), Cabral Batista esteve à frente da CMJP por oito vezes e também era ex-vice-prefeito de João Pessoa. Além da vida política, Batista foi funcionário da Imprensa Oficial de Natal e ao se mudar para a Paraíba, em 1936, trabalhou nos jornais A União, O Norte e Correio da Paraíba. Primeiro vereador do PC do B em João Pessoa, Cabral Batista morreu aos 96 anos. Seu primeiro mandato legislativo foi na década de 50. Cabral foi velado na Câmara Municipal de João Pessoa.


    HERVÁZIO REVELA CONVERSAS PARA AMPLIAR BASE GOVERNISTA NA ALE


    Em entrevista a Rádio Correio FM, o suplente de deputado Hervázio Bezerra (PSDB), adiantou que vem conversando com os deputados que já integravam a base do governo e que mudaram de opinião e de lado, para Hervazio não custa nada reconquistar tais apoios. O governador Ricardo Coutinho (PSB), não pretende iniciar o seu segundo governo a partir de janeiro de 2015, com minoria na Assembleia Legislativa. E para isso, o socialista está buscando o apoio de outros deputados que na legislatura passada integraram a oposição.


    MARANHÃO NÃO VAI PUNIR INFIÉIS DO PMDB


    Esta semana o novo deputado Veneziano Vital do Rego defendeu através da imprensa a punição para os peemedebistas que fugiram a orientação do partido e apoiaram outras candidatas, tendo Veneziano classificado os mesmos como traidores, já que ficaram com candidaturas não indicadas pelos dirigentes da legenda. De bate pronto o senador José Maranhão, presidente do PMDB na Paraíba, com base do que ouviu do vice-presidente Michel Temer, disse durante entrevista ao programa Tambaú Debate, da Nova Tambaú FM que as lideranças que desobedeceram à orientação partidária nestas eleições não terão prejuízo algum, ou seja, fica o dito pelo não dito.


    LOURDINHA LUNA FALA SOBRE A CÂMARA FEDERAL

    Lourdinha Luna escritora e pesquisadora, sempre se posiciona nos mais diversos temas, seja através da imprensa, ou pelas redes sociais. O trecho a seguir da mesma foi tirado do Facebook e divido com vocês: ‘A Câmara aprovou dia 28.10 o projeto que cancela o decreto do governo que instituiu a Política Nacional de Participação Social. O projeto ainda será votado no Senado, mas a perspectiva é que siga a Câmara, na rejeição..Estavam previstos um Conselho permanente; Comissões temáticas; Conferências nacionais periódicas; Ouvidoria pública federal; Mesas de diálogo; Fóruns inter conselhos; Audiências e consultas públicas, ,Ambiente virtual de participação social. A intenção era permitir que as entidades criadas influenciassem as políticas e os programas de governo e consolidassem a participação como um método de controle de gestão. .O decreto sustado criava um sistema chefiado pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Era conferido a Gilberto Carvalho o poder de indicar os integrantes das instâncias e a forma de sua ingerência. A proposta não agradou ao Congresso, por tirar-lhe a autoridade de votar as proposições que se transformariam em leis,. As casas Legislativas são sustentáculos da democracia. Suprimida essa prerrogativa do Congresso, estamos num ditadura....Esse é o sonho do PT.’ Pois é tenho a honra de contar com Lourdinha como colaboradora do blog que leva o meu nome.


    PREFEITURA VAI TER QUE DISPONIBILIZAR CUIDADORES PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS

    O diligente vereador Lucas de Brito nos avisa, que graças ao seu empenho, obteve uma bela vitória, ou seja, o mesmo recebeu ofício do Ministério Público da Paraíba noticiando o ajuizamento de uma Ação Civil Pública (ACP) para obrigar a Prefeitura de João Pessoa a disponibilizar, de imediato, mediante contratação por excepcional interesse público, cuidadores e psicopedagogos para as crianças com deficiência que estudam nas escolas públicas da Capital. Trata-se de reivindicação trabalhada na Audiência Pública que a Câmara realizou em setembro, para discutir políticas públicas para as pessoas com deficiência. A ACP também objetiva forçar a Prefeitura a realizar, dentro dos próximos quatro meses, concurso público para a contratação definitiva desses profissionais. Será o primeiro na história do Município. Lucas aproveitou para informar que a luta continua, mas é muito bom começar a colher os frutos do trabalho. Aproveitou ainda para felicitar a Promotora Ana Raquel Brito Lira Beltrão pela sensibilidade com a causa.


    RODRIGO MARINHO - NÃO VAMOS DESISTIR DO BRASIL, NÃO VAMOS NOS DISPERSAR

    O meu filho Rodrigo Marinho, que é servidor público, vice-presidente do seu órgão de classe e também formado em Direito, sempre que possível incomodado com tudo que nos cerca, emite as suas opiniões nas redes sociais, Rodrigo a partir deste ponto: ‘É! Depois das eleições, a verdade, que já tinha conhecimento, começa aparecer para aqueles que defendiam a sua excelência Dilma Roussef, quando a mesma dizia que não tinha inflação, e que estava tudo sob controle. Na mesma semana o Bacen sobe o juros! É autorizado o aumento de energia e da gasolina. E o governo tá só começando, e o pior, nem começou e já está lançando Lula para 2018, o partido, depois do susto das eleições, precisa oxigenar a militância de que existe um Lula no fim do túnel. Só Deus para nos salvar. Não vamos desistir do Brasil. Não vamos nos dispersar.’

     

    JOÃO PESSOA E SUAS JANELAS QUEBRADAS

    Desde o início da sua gestão, talvez na tentativa de fazer uma gestão mais popular, o prefeito Luciano Cartaxo tem relaxado muito no quesito de preservar as nossas calçadas no centro da cidade. Na gestão de Cícero Lucena por conta do total descaso, a cidade se transformou num verdadeiro mercado persa, pois em pleno Ponto de Cem Réis se vendia peixe, bode e queijos, que eram cortados em coima dos poucos bancos existentes. Tal situação foi resolvida na gestão de Ricardo Coutinho e mantida na gestão de Luciano Agra, mas agora por conta da inexplicável tolerância as pessoas já têm dificuldade de caminhar no Viaduto da Miguel Couto, Duque de Caxias e Ponto de Cem Réis. Se a fiscalização da Sedurb não agir rápido, depois será muito tarde para resolver a invasão de ambulante.

    Esta coluna é publicada no http:/www.blogdopedromarinho.com e em quatro portais.


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    As belas do sábado - Fotos









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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Para PSDB, confiança do TSE é muito suspeita


    Alan Marques - Folha
    Alan Marques - Folha

    Josias de Souza

    Há no Brasil 142.822.046 eleitores aptos a votar. Desse total, foram às urnas no segundo turno da eleição presidencial 112.683.879 almas. Houve 1.921.819 votos em branco e 5.219.787 nulos. Restaram 105.542.273 votos válidos. Desses, 54.501.118 (51,64%) foram para Dilma Rousseff. Seu rival Aécio Neves arrastou 51.041.155 (48,36%). Com 3.459.963 votos a mais, Dilma prevaleceu sobre Aécio, reelegendo-se. E os brasileiros foram cuidar do seu feijão com arroz.

    De repente, decorridos quatro dias, o PSDB de Aécio protocolou no Tribunal Superior Eleitoral um pedido de “auditoria especial” do resultado do pleito. O tucanato esclarece na petição que não põe em dúvida a lisura da apuração e o trabalho da Justiça Eleitoral. Em nota, o partido enfatizou: “Temos absoluta confiança de que o TSE cumpriu seu papel, garantindo a segurança do processo eleitoral.”

    Uma pessoa apressada poderia perguntar: se o PSDB confia na correção do TSE, por que diabos deseja auditar as urnas? Um observador mais sofisticado compreenderá os tucanos. Pode existir alguma coisa mais suspeita do que uma conduta absolutamente irrepreensível? Pois é. O PSDB reiterou sua “confiança na Justiça Eleitoral‘‘. Mas a turma da internet levou o pé atrás.

    O PSDB anotou em sua petição: “Nas redes sociais, os cidadãos brasileiros vêm expressando (…) descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e à infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens.‘‘ É para tranquilizar a militância virtual que o PSDB pede uma auditoria. Bom, muito bom, ótimo. Há mesmo muita coisa estranha no ar.

    Por exemplo: a eleição ocorreu em outubro. Trata-se de um mês que está assentado no calendário bem perto de outros dois meses suspeitíssimos. Como explicar que o 11º mês e o 12º mês do ano se chamem NOVEmbro e DEZembro?

    Não é só: na última terça-feira (28), ao proclamar o “resultado parcial” das urnas, o TSE designou ministros para conferir os dados. Os Estados foram subdivididos em grupos e repartidos por sorteio.

    O ministro Gilmar Mendes vai aferir os dados de quatro Estados: Amazonas, Alagoas, São Paulo e Tocantins. Seu colega Luiz Fux passará em revista as informações de Minas, Espírito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. E assim sucessivamente… Só depois dessa revisão geral é que ocorrerá uma “proclamação oficial” do resultado das eleições.

    Tanta checagem só poderia mesmo despertar essa onda de desconfiança que o PSDB detectou nas redes sociais. De novo, pode ter algo mais suspeito do que uma conduta assim, digamos, absolutamente irrepreensível?

    O TSE ainda não deu uma resposta ao pedido de auditoria formulado pelo PSDB. Enquanto espera, o partido talvez devesse realizar uma auto-auditagem. Olhando-se no espelho, os tucanos poderiam perguntar a si mesmos: num instante em que 7 em cada 10 eleitores desejavam mudanças, como a maior legenda de oposição conseguiu reeleger uma adversária que representava a continuidade?

    Refinando a auto-investigação, o PSDB poderia perseguir uma segunda resposta: como Aécio Neves, o príncipe das Minas Gerais, foi capaz de ser derrotado no seu principado pela mineira-gaúcha Dilma Rousseff? Se encontrar respostas para essas questões, o tucanato talvez retire o pedido de auditoria que protocolou no TSE.


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Globalização do medo -´Palmari H. de Lucena




     
    Globalizado pela exaltação midiática, Ebola converteu-se no pôster de uma campanha de prevenção: informações arrepiantes e lendas urbanas transformando o preconceito em medo e o medo em preconceito. Ambulatórios e hospitais recusando atender pessoas com aparência ou vestimenta africana, demanda de quarentena para todas as pessoas que transitaram em áreas endêmicas, passageiros recusando-se a embarcar em aeronaves com africanos ou procedentes da África. Paradoxalmente, os sempre-disponíveis demagogos da miséria e celebridades exaltando organizações humanitárias e competindo na captação de donativos, muitos sem observar critérios mínimos do uso de recursos financeiros e materiais de uma maneira eficiente e sustentável. Desventurados da terra, os Africanos são sempre um bom veículo para expiar sentimentos de culpa nutridos pela tendência ao assistencialismo da tradição judaico-cristã, a vergonhosa trajetória do trafico escravagista e séculos de colonialismo europeu.

    Críticos acusando pessoas de comportamento histérico, externando reações desproporcionais aos riscos comprovados cientificamente, embora considerados verdadeiros. Medo não é provocado singularmente pelo fator risco, a alienação das pessoas dimensiona e nutre sentimentos de perigo iminente. Apesar do progresso tecnológico, vivemos hoje em uma sociedade segmentada. Pessoas separadas pelo aumento da distancia entre classes sociais, desconfiadas das lideranças, sejam elas políticas, empresariais ou científicas. Elas não dão crédito aos ocupantes de posições de autoridade ou confiam em suas intenções. Nas últimas décadas, testemunhamos um aumento pernicioso na distância entre as classes sociais, tendência manifestada pelas poucas possibilidades de uniões, interações ou associações de níveis ou padrões de vida dissimilares.

    Ebola é a encarnação biológica do medo e suspeição atribuídas ao fenômeno da globalização, força misteriosa, crescendo incontrolavelmente em lugares distantes, capaz de invadir as ilhas de isolamento em que vivemos. Medo existencial diferente daquele que sentimos na flor da pele. Fronteiras porosas e autoridades nacionais parecendo incompetentes quando nossa segurança é comprometida por uma ameaça que mal entendemos. Ebola é um adversário traiçoeiro que invade as fraquezas do nosso organismo, pior ainda, ele floresce espalhando terror pelas falhas e fissuras do nosso tecido cultural.


    Palmarí H. de Lucena e membro da União Brasileira de Escritores


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Altman: PMDB prepara farsa contra reforma política





    Jornalista diz que declaração feita ontem pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de que a "reforma política é um consenso" e "tem que ter realmente a participação popular", não passa de uma "farsa"; isso porque a PEC 352/2013, enviada à Comissão de Constituição e Justiça no dia 28 de outubro e costurada pelo PMDB, reafirma, segundo Breno Altman, "os piores aspectos do sistema político-eleitoral" e "preserva os pilares do modelo eleitoral herdado da ditadura"; "São medidas, entre outras, para alargar a influência de correntes centristas, a mais importante delas o PMDB", completa; leia a íntegra


    247 – O PMDB prepara no Congresso a "farsa da reforma política". A expressão é usada pelo jornalista Breno Altman, em nova coluna em seu blog no 247. Ele chama de "farsa" as declarações feitas nesta quinta-feira pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), assim que deixou a reunião com o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil. "A reforma política é um consenso", disse ele a jornalistas, acrescentando que "tem que ter realmente a participação popular".

    Farsa, segundo Altman, em razão da Proposta de Emenda Constitucional 352/2013, projeto costurado pelo PMDB e enviado à Comissão de Constituição e Justiça no dia 28 de outubro, que na visão do colunista, "reafirma os piores aspectos do sistema político-eleitoral. Trata-se de documento que reforça o poder econômico, limita a participação popular e fragiliza os partidos políticos".

    O texto da PEC, que traz sede medidas fundamentais, destacadas por Breno Altman em seu artigo, "preserva os pilares do modelo eleitoral herdado da ditadura", afirma. "Não há como esconder, no núcleo fundamental da proposta, o desejo de despolitizar o país (...). São medidas, entre outras, para alargar a influência de correntes centristas, a mais importante delas o PMDB", ressalta.

    O jornalista conclui: "O fato é que está emergindo, com ímpeto crescente, uma aliança entre os partidos da direita e o centro oligárquico, mudando o cenário parlamentar dos últimos anos. A farsa encarnada pela PEC 352 é passo estratégico para esta coalizão antipopular".


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Montenegro do Ibope, diz que Dilma "nunca fraquejou" na campanha





    Presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro avalia que a presidente Dilma Rousseff "saiu da eleição mais forte do que o PT”; para ele, a vitória da petista foi baseada nos programas sociais do governo Lula e naqueles que ela própria criou ao longo do seu primeiro mandato; o executivo aponta que do ponto de vista prático, é preciso considerar que um governo com 44% de avaliação de ótimo e bom e, em geral, mais de 56% de aprovação, é muito difícil de ser batido; “Em momento algum, mesmo diante de uma campanha muito dura, Dilma fraquejou”, ressaltou


    247 - Presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro avalia que a presidente Dilma Rousseff "saiu da eleição mais forte do que o PT”. Para ele, a vitória da petista foi baseada nos programas sociais do governo Lula e naqueles que ela própria criou ao longo do seu primeiro mandato. O executivo acredita que a oposição não soube dialogar com o eleitorado.

    “A oposição apostou mais no sentimento antipetista que existe numa parte da população e caiu em contradição. Ora condenava os governos do PT, ora afirmava que não desmancharia o que os petistas fizeram”, disse.

    O presidente do Ibope denuncia outro erro da oposição, precipitado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao falar dos “pobres desinformados”. “Hoje, graças aos governos do PT, a classe mais pobre é muito bem informada. Tem noção muito maior do que tinha há dez anos. Há um entendimento geral de que Lula e Dilma melhoraram a vida dos menos favorecidos”, ressalta.

    Para ele, de um ponto de vista prático, é preciso considerar que um governo com 44% de avaliação de ótimo e bom e, em geral, mais de 56% de aprovação, é muito difícil de ser batido. Além disso, a candidata à reeleição acabou por revelar estatura de grande líder. “Em momento algum – sublinha Montenegro –, mesmo diante de uma campanha muito dura, ela fraquejou”.

    Ao explicar a vitória de Dilma, Montenegro faz uma comparação entre os discursos da oposição e os dos governistas. “Acredito que um ponto de referência dos eleitores foi a saída de Guido Mantega do governo e a escolha de Arminio Fraga, por Aécio, como futuro ministro da Fazenda", diz. Erro dos tucanos, segundo Montenegro. 


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    TRF absolve Veneziano de acusação de improbidade




    MPF denunciou supostas irregularidades em obra de aterro sanitário | |
    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) absolveu o ex-prefeito de Campina Grande e deputado federal eleito, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), das acusações do Ministério Público Federal (MPF) e do Ibama de prática de improbidade administrativa no processo de implantação do aterro sanitário da cidade.

    Veneziano era acusado de ter descumprido acordo firmado pela prefeitura de Campina Grande para a adoção de algumas medidas com vistas à desativação do lixão. Segundo denúncia do MPF, mesmo após a realização de 10 audiências de conciliação, a prefeitura não apresentou nenhum projeto de aterro sanitário, nem mesmo indicação de área para o local.

    Para o órgão, a omissão deliberada da parte do ex- prefeito e do ex-secretário de Serviços e Obras poderia ter ocasionado sérios acidentes aéreos, com vítimas fatais, tendo em vista a constatação da presença de urubus sobrevoando as redondezas da área do lixão, que fica próximo ao aeroporto de Campina Grande.

    A ação contra Veneziano foi julgada improcedente pela Justiça da Paraíba. “Não creio que os "compromissos" assumidos pelo município de Campina Grande na via conciliatória sejam de tal forma vinculativos que possam gerar responsabilidade por improbidade administrativa para prefeito e secretário municipal se restarem infrutíferas as tentativas de sua concretização”, assim decidiu o juiz da 4ª Vara Federal, em sentença proferida no dia 18 de dezembro de 2012.

    No TRF, o processo foi relatado pelo desembargador federal Lázaro Guimarães, que em seu voto chegou a dar provimento aos recursos para condenar Veneziano e o ex-secretário de Serviço e Obras de Campina Grande Alexandre Almeida ao pagamento de multa civil correspondente a 10 vezes o valor da remuneração do cargo que cada um ocupava na administração municipal. No entanto, ele retificou seu voto para acompanhar a posição tomada pelo desembargador federal Rogério Fialho, no sentido de absolver os réus.

    MaisPB com JPonline


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Procuradoria eleitoral pede cassação de eleitos por uso ilegal de igrejas




     Agencia Brasil

    A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro (PRE/RJ) quer a cassação dos diplomas do deputado federal reeleito Francisco Floriano (PR) e do recém-eleito deputado estadual Milton Rangel (PSD). Para isso, propôs três ações que atingem também três religiosos das igrejas Mundial do Poder de Deus e Universal do Reino de Deus. Todos vão responder por abuso de poder econômico em virtude de terem usado templos em atividades da campanha eleitoral, o que não é permitido pela legislação. Segundo a PRE/RJ, os réus serão julgados por buscarem votos em celebrações religiosas, e ficam sujeitos à declaração de inelegibilidade por oito anos.

    Um dos religiosos é Leonardo Carlos Machado, o pastor Léo, da Igreja Mundial do Poder de Deus, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Fiscais da Justiça Eleitoral apreenderam panfletos, cartões e adesivos que divulgavam as candidaturas de Floriano e Rangel.

    Os bispos Daniel Santos e Junior Reis, da Igreja Universal, também são réus. A acusação contra eles é de uso dos templos de Del Castilho, na zona norte, e de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, para promoção dos candidatos a governador Marcelo Crivella (PRB), a deputados federais Roberto Sales e Rosângela Gomes (PRB) e a deputados estaduais Tia Ju (PRB) e Benedito Alves (PMDB). De acordo com a PRE/RJ, uma gravação feita por equipe de reportagem do jornal O Globo foi incluída nos autos do processo como prova do ato abusivo.

    As ações movidas pelo procurador regional eleitoral, Paulo Roberto Bérenger, foram protocoladas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ). Para ele, os templos não podem ser transformados em comitês eleitorais. "Em uma democracia, a liberdade religiosa é plena, o que é inadmissível é a transformação de templos religiosos em comitês eleitorais", analisou.

    No período eleitoral foram ajuizadas cerca de 580 ações por propaganda irregular e 20 ações de investigação judicial eleitoral contra candidatos, que podem, conforme o órgão, levar à inelegibilidade e até mesmo à cassação do diploma. O trabalho para coibir abusos e irregularidades nas campanhas terminou nas ações, que se basearam em denúncias recebidas pela PRE/RJ e no material apreendido pela fiscalização do TRE/RJ. O procurador informou que mesmo passado o prazo de ajuizamento de representações, a Procuradoria continua recebendo os relatórios.

    "As irregularidades cometidas foram muitas, tanto que mesmo após o término do prazo para ajuizamento de representações por propaganda irregular, que é o dia da eleição, a PRE/RJ continua recebendo os relatórios", disse ele.


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Corregedor do TSE afirma que "Auditoria" pedida pelo PSDB é inconcebível




    Aécio Neves e outros tucanos querem auditoria nas eleições, mas são rechaçados

    Menos de 24 horas depois de apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a tentativa do PSDB de ganhar as eleições no tapetão foi contestada pela Justiça Eleitoral. Pedido feito ontem pelo coordenador jurídico do partido, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), para que houvesse uma auditoria especial no sistema eleitoral foi descrito como "incabível" nesta sexta-feira 31 pelo ministro João Otávio de Noronha, corregedor-geral da Justiça Eleitoral. Sampaio argumenta, em texto divulgado ontem, que fez "um pedido de auditoria no sistema, com o acompanhamento do TSE e de técnicos indicados pelos partidos, para evitar que esse sentimento de que houve fraude continue a ser alimentado nas redes sociais", depois de anunciado o resultado das urnas no último domingo 26, dando vitória à presidente Dilma Rousseff no segundo turno da disputa. "O que ele [Sampaio] não apresenta são fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral. Está colocando ampassã. Isso não é sério, então, não me parece razoável", comentou o ministro. "O problema é que não estão colocando em xeque uma ou duas urnas, mas o processo eleitoral. É incabível. Se você colocar em xeque o sistema eleitoral, aponte o fato concreto que vamos apurar", completou. Em entrevista concedida à Rádio Jovem Pan nesta sexta, Carlos Sampaio voltou a dizer que o pedido do PSDB "nada tem a ver com pedido de recontagem [de votos] ou com questionamento do resultado". "Não estamos apontando fraudes ou erros", disse.

    egundo ele, a ação envolve o pedido de indicação de técnicos do TSE para que, juntamente com técnicos dos partidos, possam "fazer uma auditoria no sistema, de modo a evitar que o sentimento de que houve fraude continue a ser alimentado nas redes sociais". Sampaio disse ainda que a representação trata de uma tentativa de defesa do próprio TSE, pois "milhares de eleitores" estariam questionando a postura do tribunal. "O que eu pretendi unica e exclusivamente foi evitar que milhares de eleitores continuassem a colocar em xeque a postura do TSE", afirmou. Esse sentimento de desconfiança "não é saudável para a democracia", disse ele.


    Da Redação com 247


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Mídia SEM VERGONHA - Marcos Maivado Marinho




     31 de Outubro de 2014 às 21:06

     

    A mídia paraibana, que na verdade nunca foi lá essas coisas, nas eleições deste ano formou vergonhosamente um capítulo à parte na História.
    Dói fazer esse registro, mas a condição de integrá-la me dá suporte e suficiente autoridade para tal.

    Infelizmente, a maioria dos confrades se corrompeu, enlameou-se e nesse chafurdo irresponsável deixou de lado a parte mais importante: o leitor, o telespectador, o internauta, o ouvinte.

    O problema é infinitamente maior do que imagina a ‘vã filosofia’ de quem dela não faz parte.

    Os que acessam blog’s e portais, os que sintonizam rádios e televisões, os que leem jornais e revistas, nem imaginam o tamanho do lago podre que cerca essa ilha de fantasia onde jornalistas e pseudos homens de mídia se imaginam donos da verdade e portadores do poder de mudar o mundo e as pessoas.

    É verdade que não é de agora essa sujeira.
    Os registros mostram que a vergonha vem de longe, quiçá desde quando Gutenberg entrou na área.

    Ou mais à frente, quando Chateaubriand - um paraibano, veja só! - ensinou na cadeia associada que os fins sujos justificariam os meios para crescer na atividade.
    Ou lá mais adiante quando Adolf Bloch pregou cartaz na redação da ‘Manchete’ avisando aos seus repórteres que “a ética é o faturamento”.

    Não foi por motivo torpe que Ricardo Coutinho, no seu primeiro discurso após a brilhante reeleição, carregou nas tintas sobre o lombo da mídia. O que se fez para derrotá-lo não esteve escrito nas estrelas...

    A Paraíba inteirinha acompanhou o escárnio com o qual se portaram donos e empregados do Sistema Paraíba de Comunicação, por exemplo, em fulminantes ações para sepultar o trabalho do Governo e a candidatura do governador.
    O ‘Jornal da Paraíba’ virou panfleto político.

    A ‘CBN’, cujo slogan “a rádio que toca noticia” foi alterado pelo humor de Tião Lucena para “a que toca fuxicos”, transformou-se em palanque de meia tigela.
    E as TV’s ‘Paraíba’ e ‘Cabo Branco’, mesmo garroteadas pelo tal padrão Globo de qualidade que lhes exige cumprimento de determinadas regras, não fez por menos quando a ordem era derrubar o esquema dominante.

    Os filhos de José Carlos da Silva Júnior, o homem do café São Braz que fez fortuna às custas de misturar grão de café com grão de milho e vender o pó como alimento de primeira, foram irresponsavelmente servis ao extremo ao projeto de Cássio Cunha Lima, o prestativo e igualmente irresponsável amigo que no Governo lhes deu amparo inclusive em questões tributárias duvidosas, denunciadas escancaradamente por um multimídia mais do que irmão do senador, o rechonchudo e insuspeito Fabiano Gomes que na campanha recém finda foi locutor-âncora do guia de rádio tucano.

    Pesquisas compradas apontando mentirosos resultados favoráveis ao PSDB insultaram o paraibano, mas o Sistema Paraíba de Comunicação não estava nem aí... Mesmo que algumas delas viessem a ser impedidas de publicação e as emissoras multadas em bom dinheiro.

    O valor da causa era maior e o prejuízo plenamente suportável. Leitores, internautas, telespectadores, ouvintes, que se danassem!

    Pra’s bandas do outro importante Sistema de Comunicação - o Correio da Paraíba - não foi diferente. As tintas, embora mais suaves, atendiam ao disfarce da inegável sabedoria dos seus dirigentes, useiros e vezeiros de expedientes pouco republicanos em eleições pretéritas.

    E proliferaram na internet blog’s e até portais para baldear o projeto de Ricardo Coutinho. Surgiram assim os “Marcondes Ferreira” da vida, os “Kardec’s” e que tais que logo se misturaram aos “Dércios”, aos “Moura”, aos “Pereiras”... numa variedade impressionante de canetas a serviço da depredação moral.

    Até tradicionais veículos, como o WSCOM que há anos prestava serviços especiais de informação à Paraíba e ao Nordeste, desnudaram as máscaras para servir aos patrões e acabaram bem pior na fita porque fatos escabrosos que se escondiam sob tapetes palacianos vieram à tona revelando a cumplicidade podre alojada entre um e outro - mídia e Poder Público - em detrimento do bem coletivo, por ambos sempre surrupiado.
    O elevado grau de comprometimento financeiro da mídia paraibana com o erário público é algo a ser repensado. E como programa de Governo! Não dá mais para se assistir passivamente o desenfreado carrear de recursos estatais para encher os bolsos já fartos dos donos dos principais veículos de comunicação, todos eles plenamente descompromissados com a causa jornalística.

    A Paraíba precisa lembrar como agiam os veículos do falido ‘Diários e Emissoras Associados’ à época do “capitão” Marcondes Góis de Albuquerque e onde a palavra extorsão era conjugada em todos os tempos verbais possíveis.

    A Paraíba precisa lembrar da CPI do ‘Correio da Paraíba’, ousada ação onde Cássio Cunha Lima por pouco não provou as criminosas e absurdas relações que envolviam os cofres das burras do Estado com os da empresa investigada. E lembrar ainda a Paraíba que Cássio acabou cedendo quando viu que o fedor vinha de longe alcançando inclusive a administração do seu saudoso pai.

    A Paraíba precisa lembrar sem saudades da revista ‘A Carta’ e de Josélio Gondim, ele um imitador sem talento do velho Chateaubriand, mas recebedor de todas as benesses imagináveis do orçamento da SECOM à época em que Ronaldo Cunha Lima foi gestor estadual.

    Muitas as relações, mas todas promíscuas. E em desfavor da coletividade.
    Os ‘Associados’ quebraram quando o ramal que lhes abastecia entupiu. Não há mais ’O Norte’ e nem ‘Diário da Borborema’ e as TV’s e rádios que sobrevivem só respiram porque tanto em João Pessoa quanto em Campina Grande bons administradores foram contratados para tocar o barco sabedores de que milagres não acontecem em sequencia.

    Nas bandas dos dois sistemas maiores de comunicação - o Paraíba e o Correio - o capital recebido irrigou vultosos negócios n’outras áreas, enriquecendo ainda mais os padrões dos seus milionários donos que, repita-se, continuam descompromissados com a atividade fim da mídia: o jornalismo.

    Torço que Ricardo Coutinho, o corajoso político que peitou o Fisco, os anestesistas, os políticos de carreira e outras categorias mais apetitosas pelo dinheiro público, dê um freio na volúpia desses barões da mídia que por pouco não o sepultaram agora politicamente. Não que venha a estancar a publicidade institucional, que é necessária e salutar. Mas que bote limites na hora do corte do bolo. Que corte de vez a dependência imoral que gera essa anomalia vergonhosa.

    Tem jornal quem pode mantê-lo, já me ensinou lá atrás o saudoso mano Ismael Marinho Falcão. E TV’s também... E portais e blog’s também... E rádios também! Ou o dono mostra competência ou se desestabeleça. Faça como os ‘Associados’ e feche os veículos capengantes. E invista no negócio, em desviar para revendas de veículos, hotéis e resort’s, fundos de renda fixa e contas secretas na Suíça, maioria delas em sociedade com políticos que ganham eleições.

    Como creio que Ricardo Coutinho é também aí um ser diferente, a minha esperança ressurge plena e me darei por satisfeito quando assistir esse irrigar criminoso de dinheiro público para generais da mídia se republicanizar.
    E tenho dito!

     

     


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  • 01.11.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Gente da minha terra - Osmar Aquino




     Osmar de Aquino - (Guarabira, 11 de dezembro de 1916 - 8 de maio de 1980) foi um político e advogado brasileiro.

    Filho de um fazendeiro em Guarabira, [Osório de Aquino Torres e de Maria Benevides de Aquino, irmão de Maria do Carmo, Mercedes e Helena, casado com a senhora Míriam Melo de Aquino. Viveu a infância em Guarabira, cursando o primário nessa cidade com sua mãe, tendo, posteriormente, concluído seu curso secundário na capital João Pessoa.

    Seu avô parterno, Antônio Manuel de Aquino e Silva, foi prefeito de Guarabira por duas vezes, sendo o seu o chefe político por muito tempo.

    Fez o curso de direito na Faculdade de Direito do Recife, no perído de 1934 a 1938.
    Na universidade fez parte do movimento estudantil, sendo eleito para o diretório no primeiro ano de curso. No movimento, integrou-se à corrente de esquerda.

    Ao término do curso, voltou a Guarabira para formar uma bancada de advogado que cobria toda a região do brejo paraibano, se dedicando integralmente à profissão, exercendo advocacia geral, todavia, tendo maior interesse por Direito Penal
    Em 1940 foi nomeado prefeito de Guarabira pelo governador Rui Carneiro, onde passou apenas três meses, demitindo-se por insatisfação pessoal.

    Em 1945, entra na vida partidária filiando-se à UDN, onde lutou pela redemocratização do país e deu os primeiros passos para a formação da Esquerda democrática, que posteriormente tornou-se Partido Socialista Democrático. A esquerda democrática era consituída por setores progressistas, inclusive de esquerda, que lutavam contra o Estado Novo. No UDN da Paraíba, pertencia a ala de José Américo, sendo este quem o indicou a ser candidato a deputado federal naquele ano.

    Participou, em 1946, da campanha de Osvaldo Trigueiro.

    Foi eleito com vinte e nove anos, sendo, junto com Aluísio Alves, os deputados mais jovens do Brasil. Foi o sétimo mais votado da Paraíba. A UDN conseguiu nessa eleição, eleger sete deputados federais e dois senadores.


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  • 31.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    João Pessoa e suas janelas quebradas -Até o Paço Municipal é invadido




     

    Desde o início da sua gestão, talvez na tentativa de fazer uma gestão mais popular, o prefeito Luciano Cartaxo tem relaxado muito no quesito de preservar as nossas calçadas no centro da cidade. Na gestão de Cícero Lucena por conta do total descaso, a cidade se transformou num verdadeiro mercado persa, pois em pleno Ponto de Cem Réis se vendia peixe, bode e queijos, que eram cortados em coima dos poucos bancos existentes. Tal situação foi resolvida na gestão de Ricardo Coutinho e mantida na gestão de Luciano Agra, mas agora por conta da inexplicável tolerância as pessoas já têm dificuldade de caminhar no Viaduto da Miguel Couto, Duque de Caxias e Ponto de Cem Réis. A invasão é tão postensiva que os ambulantes já começaram a invadir até mesmo a calçada do Paço Municipal.Se a fiscalização da Sedurb não agir rápido, depois será muito tarde para resolver a invasão de ambulante.

     

    Obs:Dois criminologistas da Universidade de Harvard, James Wilson e George Kelling, publicaram a teoria das "janelas quebradas" em The Atlantic, em março de 1982. A teoria baseia-se num experimento realizado por Philip Zimbardo, psicólogo da Universidade de Stanford, com um automóvel deixado em um bairro de classe alta de Palo Alto (Califórnia). Durante a primeira semana de teste, o carro não foi danificado. Porém, após o pesquisador quebrar uma das janelas, o carro foi completamente destroçado e roubado por grupos vândalos, em poucas horas.De acordo com os autores, caso se quebre uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todas as outras serão quebradas.

     






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  • 31.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    BOLSA DE APOSTAS: veja quem ganhou e quem saiu perdendo após resultado das urnas na Paraíba




     
    Após um período de acirramento político após o resultado do segundo turno das eleições que consagrou o governador Ricardo Coutinho (PSB), as especulações envolvendo o futuro dos principais agentes políticos da Paraíba aumentam a cada dia. Observando o novo mapa eleitoral, o PB Agora fez uma análise da situação de alguns políticos locais, onde alguns saíram do céu e mergulharam no inferno e outros passaram de vilões a heróis.

    Aumentaram a cotação após o pleito 2014:


    Ricardo Coutinho (PSB): reeleito no Palácio da Redenção, o ‘mago’ desbancou dois coronéis paraibanos: José Maranhão (PMDB) e Cássio Cunha Lima (PSDB). Natural candidato ao Senado em 2018, desponta como favorito nas duas cadeiras em disputa.


    Luciano Cartaxo (PT): o prefeito de João Pessoa apostou no projeto socialista ainda no primeiro turno quando ninguém acreditava, principal responsável pelo aumento no numero de votos de RC no segundo turno, após assumir a campanha girassol, Cartaxo pode formar uma chapa tida como imbatível caso consiga emplacar o PSB ou PMDB na sua vice. Saiu fortalecido do pleito após lançar o seu irmão Lucélio Cartaxo (PT) na disputa pelo Senado, obtendo a segunda colocação com mais de quinhentos mil votos saindo vitorioso em todas as urnas da Capital.


    Lucélio Cartaxo (PT): nome forte para qualquer disputa, é cotado para figurar no primeiro escalão na próxima reforma administrativa promovida pelo governador Ricardo Coutinho (PSB). Estadualizou seu nome e tornou-se uma liderança conhecida em todas as regiões da Paraíba.


    Efraim Morais: eleito como um dos principais articuladores políticos na vitoriosa campanha socialista, mesmo sem mandato, é presidente de partido e seguirá com prestigio junto ao governador Ricardo Coutinho. Reelegeu seu primogênito Efraim Filho (DEM) para mais um mandato na Câmara Federal.


    Zé Maranhão (PMDB): tido como o file da balança no segundo turno das eleições estaduais,conquistou um mandato de oito anos no Senado além de se credenciar a cargos elevados em âmbito federal com a reeleição de Dilma Rousseff (PT).


    Veneziano Vital: nome natural do PMDB para disputa da Prefeitura de Campina Grande em 2016, segundo deputado federal mais votado, conta agora com um padrinho de peso nas eleições municipais: o governador Ricardo Coutinho.


    Vital do Rêgo Filho: mesmo derrotado na disputa, sai fortalecido pois alem de eleger o irmão deputado federal, conseguiu emplacar a mãe Nilda Gondim (PMDB) como primeira suplente do senador Zé Maranhão.


    Luis Tôrres: assumiu a Secom, herdando uma gestão arranhada perante a opinião publica, pois não conseguia transmitir a sociedade as ações governamentais, agiu com habilidade, dinamizou a pasta e hoje é cotado para assumir missões políticas no segundo governo RC.


    Célio Alves: foi um verdadeiro infante no embate da campanha, demonstrou lealdade ao permanecer no projeto socialista e tornou-se uma espécie de porta-voz da gestão.


    Família Feliciano: tornou-se o casal forte da política paraibana: Damião Feliciano (PDT) reelegeu-se na Câmara Federal e sua esposa Lígia é a futura vice-governadora.


    Aguinaldo Ribeiro (PP): terceiro deputado federal mais votado na Paraíba, é cotado para voltar a figurar no primeiro escalão do segundo governo Dilma, saiu fortalecido da disputa após ver a sua irmã Daniella Ribeiro (PP) ser reeleita e conquistar a segunda colocação na corrida pela Assembléia Legislativa.


    Em baixa na política local:


    Cássio Cunha Lima (PSDB): Saiu com um potencial eleitoral menor após ser derrotado para Ricardo Coutinho, agora vê a ameaça de perder a sua principal base eleitoral (Campina Grande) após o desempenho de Veneziano Vital na Rainha da Borborema ter superado os sessenta mil votos.


    Ruy Carneiro (PSDB): deputado federal com uma reeleição certa, decidiu apostar no incerto e a partir de 2015 não terá mais mandato parlamentar. Também pesa contra Ruy, a animosidade causada com a família Lucena, leia-se Cícero e Lauremília.


    Nonato Bandeira: vice-prefeito de João Pessoa e presidente do PPS naufragou com o projeto tucano na Paraíba, também pesa contra a Bandeira a tentativa de conquistar uma cadeira na Assembleia obtendo minguados dez mil votos.


    Luciano Agra (PEN): rompeu politicamente com o prefeito Luciano Cartaxo, afundou ao lado de Wilson Santiago (PTB) pois foi seu primeiro suplente, com a derrota de Cássio tem poucas chances de disputar um mandato em 2016 ou 2018.


    Cícero Lucena (PSDB): foi escanteado da disputa, deve se aposentar politicamente, porém assumiu a candidatura de Cássio faltando apenas uma semana para o término do segundo turno. Assumiu a candidatura de Cássio e consequentemente o ônus da derrota tucana em João Pessoa.


    Wilson Santiago (PTB): novamente derrotado na disputa pelo Senado, mostrou mais uma vez que não tem perfil para disputas majoritárias, sai enfraquecido do processo e em face do alinhamento com o tucanato fechou todas as portas de diálogos com o staff socialista.


    Henrique Lima

    PB Agora


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  • 31.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Morre Cabral Batista, ex-presidente da Câmara Municipal de João Pessoa




     
    Natural de Natal (RN), Cabral Batista esteve à frente da CMJP por oito vezes e também era ex--vice-prefeito de João Pessoa

    Cidades | Em 31/10/14 às 18h08, atualizado em 31/10/14 às 18h22 | Por Redação com informações de Adelson Barbosa (Jornal Correio da Paraíba)

    Arquivo/Jornal Correio da Paraíba
    Cabral Batista
    O ex-presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, João Cabral Batista, morreu nesta sexta-feira (29), aos 96 anos, vítima de pneumonia. Ele também estava fazendo tratamento para enfrentar um AVC.

    Portal Correio

    Natural de Natal (RN), Cabral Batista esteve à frente da CMJP por oito vezes e também era ex-vice-prefeito de João Pessoa. Além da vida política, Batista foi funcionário da Imprensa Oficial de Natal e ao se mudar para a Paraíba, em 1936, trabalhou nos jornais A União, O Norte e Correio da Paraíba.

    O velório ocorre até este sábado (1º), no plenário da Câmara de João Pessoa, e o enterro deve ocorrer no mesmo dia. O cemitério onde ocorre o sepultamento não foi informado pela família.


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  • 31.10.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Jornalistas listam 10 melhores oradores da política paraibana





    O ClickPB,

     

    A partir desta sexta-feira (31) dá início a uma série de listas que prometem provocar polêmica e certamente muitas discordâncias, mas que levantarão sempre dez nomes que se destacaram nas mais diversas áreas da História da Paraíba.

    Esta semana, os jornalistas ouvidos elegeram os 10 melhores oradores da política Paraibana, vamos aos nomes:

    10 - Osmar de Aquino - (Guarabira, 11 de dezembro de 1916 - 8 de maio de 1980) foi um político e advogado brasileiro.

    Filho de um fazendeiro em Guarabira, [Osório de Aquino Torres e de Maria Benevides de Aquino, irmão de Maria do Carmo, Mercedes e Helena, casado com a senhora Míriam Melo de Aquino. Viveu a infância em Guarabira, cursando o primário nessa cidade com sua mãe, tendo, posteriormente, concluído seu curso secundário na capital João Pessoa.

    Seu avô parterno, Antônio Manuel de Aquino e Silva, foi prefeito de Guarabira por duas vezes, sendo o seu o chefe político por muito tempo.

    Fez o curso de direito na Faculdade de Direito do Recife, no perído de 1934 a 1938.

    Na universidade fez parte do movimento estudantil, sendo eleito para o diretório no primeiro ano de curso. No movimento, integrou-se à corrente de esquerda.

    Ao término do curso, voltou a Guarabira para formar uma bancada de advogado que cobria toda a região do brejo paraibano, se dedicando integralmente à profissão, exercendo advocacia geral, todavia, tendo maior interesse por Direito Penal

    Em 1940 foi nomeado prefeito de Guarabira pelo governador Rui Carneiro, onde passou apenas três meses, demitindo-se por insatisfação pessoal.

    Em 1945, entra na vida partidária filiando-se à UDN, onde lutou pela redemocratização do país e deu os primeiros passos para a formação da Esquerda democrática, que posteriormente tornou-se Partido Socialista Democrático. A esquerda democrática era consituída por setores progressistas, inclusive de esquerda, que lutavam contra o Estado Novo. No UDN da Paraíba, pertencia a ala de José Américo, sendo este quem o indicou a ser candidato a deputado federal naquele ano.

    Participou, em 1946, da campanha de Osvaldo Trigueiro.

    Foi eleito com vinte e nove anos, sendo, junto com Aluísio Alves, os deputados mais jovens do Brasil. Foi o sétimo mais votado da Paraíba. A UDN conseguiu nessa eleição, eleger sete deputados federais e dois senadores.

    Fora indicado por José Américo junto com Otávio Mangabeira para a grande Comissão Constitucional. No entanto, ponderou e, por ser novo, tanto na idade quanto na vida política, sugeriu que fosse indicado em seu lugar Argemiro de Figueiredo. Todavia, particiou ativamente dos debates políticos, não tendo emendas aceitas por serem consideradas muito polêmicas, como, por exemplo, uma extinguia a fiança em dinheiro.

    9 - Vital do Rego - Antônio Vital do Rêgo (Campina Grande, 21 de maio de 1935 - Recife, 2 de fevereiro de 2010) foi um político brasileiro.

    Foi deputado estadual na Paraíba, e deputado federal entre 1963 e 1969 pela UDN e de 1991 a 1995 pelo PDT.1

    Era pai de Veneziano Vital do Rêgo, Vital do Rêgo Filho e da médica Raquel Vital do Rêgo.2

    Faleceu no dia 2 de fevereiro, no Hospital Santa Joana, em Recife.

    8 - Alcides Carneiro - (Princesa Isabel, 11 de junho de 1906 - Brasília, 22 de maio de 1976) foi um advogado, poeta e político brasileiro.

    Começou seus estudos em Princesa Isabel, com o professor Adriano Feitosa, prosseguindo em Fortaleza, estado do Ceará, no Instituto São Luiz e no Liceu Cearense. "Aos onze anos viajei ao Ceará, a terra onde vi o mar e conheci o automóvel e a água encanada".

    Iniciou o curso de Direito na capital cearense, mas bacharelou-se no Recife, em 1926, aos 20 anos de idade. A partir de 1930 começou a sua escalada como homem público. Antes de transferir-se para o Rio de Janeiro, foi nomeado prefeito de Princesa Isabel, após a morte do presidente João Pessoa, não chegando a tomar posse no cargo porque o município foi ocupado pelas Forças do Exército, por ordem do Ministro da Guerra. Foi nomeado, então, interventor do município paulista de Itápolis. Outros cargos que exerceu: Inspetor do Ensino Secundário, no Rio de Janeiro; Procurador da República, no estado de Espírito Santo; Oficial de Gabinete do Ministro da Educação; Consultor Jurídico do Ministério da Educação e Advogado da Polícia Militar, no Rio de Janeiro; Curador de Massas Falidas, no Rio de Janeiro. Exerceu, ainda, as Curadorias de Menores e de Família e Procurador de Justiça. Quando faleceu, era Ministro do Superior Tribunal Militar e Presidente da Campanha Nacional das Escolas da Comunidade.

    Além de advogado e político, Alcides Carneiro era, acima de tudo, um grande orador, seus discursos sensibilizavam qualquer público. Era também, poeta e trovador. Membro da Academia Carioca de Letras, Delegado da Academia Paraibana de Letras, junto à Federação das Academias Brasileiras de Letras do Brasil.

     

    7 - Ronaldo Cunha Lima - Ronaldo José da Cunha Lima (Guarabira, 18 de março de 1936 - João Pessoa, 7 de julho de 2012) foi um advogado, promotor de justiça, professor, poeta epolítico brasileiro. Durante sua carreira política foi vereador de Campina Grande, deputado estadual da Paraíba por dois mandatos consecutivos, prefeito de Campina grande em duas ocasiões, governador da Paraíba, senador da república e eleito deputado federal por duas vezes. Também é pai do ex-governador e atual senador da Paraíba, Cássio Cunha Lima.

    Em 31 de outubro de 2007 renunciou ao cargo de deputado.

    Morreu aos 76 anos, devido a um câncer no pulmão do qual sofria desde 2011.

     

    6 - Tarcísio Burity - (João Pessoa, 28 de novembro de 1938 - São Paulo, 8 de julho de 2003) foi um político, escritor e professor brasileiro. Era filho de Luís Gonzaga de Albuquerque Burity e Maria José de Miranda Henriques. Casou-se com a professora Glauce Maria Navarro Burity, com quem teve três filhos: Tarcísio, Maurício, Leonardo e André.

    Em 1993 sofreu um atentado do então governador da Paraíba, Ronaldo Cunha Lima; apesar de baleado, Burity sobreviveu, vindo a falecer dez anos mais tarde.

    5 - João Agripino - (Catolé do Rocha, 1 de março de 1914 - João Pessoa, 6 de fevereiro de 1988) foi um político brasileiro. Foi deputado federal, senador e governador do estado da Paraíba.

    Filho de João Agripino Maia de Vasconcelos II e Angelina Mariz Maia, pertencia a famílias de grande influência política e econômica no estado da Paraíba, com origens no sertão paraibano, mas precisamente em Catolé do Rocha e no Rio Grande do Norte, a família Maia. Também pertencia a outra importante família da Paraíba, com raízes em Sousa, os Mariz. Era irmão de Tarcisio Maia que foi governador do Rio Grande do Norte no período (1975-1979), primo de Lavosier Maia que também foi governador do estado do Rio Grande do Norte entre 1979-1982, tio do senador José Agripino Maia (DEM-RN), que foi prefeito de Natal (1979-1982) e duas vezes governador do RN (1983-1986 e 1991-1994), primo do Governador Antonio Mariz.

    E também, era primo e cunhado do chefe político absoluto de Catolé do Rocha, coronel José Sergio Maia de Vasconcelos, no qual foi prefeito de Catolé do Rocha por 4 mandatos. Começou seus estudos na Escola D. Higina e posteriormente foi estudar em João Pessoa, capital do estado, no Liceu Paraibano.

    Prestou vestibular para Direito e formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife, foi líder estudantil, fazendo parte do grupo que se opunha ao integralismo e ao nazismo. Foi professor primário, promotor público no Rio Grande do Norte e na Paraíba, e advogado de pequenos camponeses.

    Carreira política

    João Agripino foi procurador da prefeitura do Brejo do Cruz, promotor público do Jardim do Seridó e um dos fundadores da União Democrática Nacional (UDN), candidatou-se nessa legenda, pelo seu estado, em 1946, cumprindo sucessivos mandatos, até 1961. Licenciou-se, nesse ano, para ser o primeiro titular do Ministério de Minas e Energia, permanecendo no cargo durante o governo Jânio Quadros, de 31 de janeiro a25 de agosto de 1961, voltando à câmara federal.

    Foi reeleito e, em 1962, elegeu-se ao Senado. Apoiou o movimento militar que, em 1964, depôs o presidente João Goulart; com a instauração do bipartidarismo, filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Foi governador da Paraíba de 31 de janeiro de 1966 a 15 de março de 1971; seu antecessor foi Pedro Gondim e foi sucedido por Ernâni Sátiro através do voto indireto; diretor do Banco Industrial de Campina Grande; ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) (1973), do qual foi presidente. Com a volta do pluripartidarismo, filiou-se, em 1981, ao Partido Popular (PP), e, com a incorporação deste ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), elegeu-se, nessa legenda deputado federal, em 1982.

     

    4 - Raimundo Asfora - filho de Elias Hissa Asfora e Orminda Yasbeck Asfora, nasceu em Fortaleza, Ceará. Seus avós paternos eram palestinos, a avó materna do Líbano, da cidade de Zahle e o avô materno de Damasco, Síria.

    Aos dois anos, sua família mudou-se para o Recife, Pernambuco, onde ele, junto com os irmãos José e Francisco, fez o curso primário no Colégio Marista. Ainda menino, foi morar em Campina Grande, na Paraíba, com a família, onde o pai, teve sociedade comercial com um tio na Rua João Pessoa, mais conhecida como Rua da Areia. Nessa cidade, ainda muito jovem, Raymundo Asfora iniciou a sua vida publica, atuando, em Grêmios estudantis, a favor de causas defendidas por estudantes secundaristas. Voltou ao Recife, onde ingressou na Faculdade de Direito, concluindo o Curso em 1954. Nessa fase de estudante universitário, em suas idas à Campina Grande, participou, junto com outros colegas de movimentos estudantis de fins sociais, criando com o colega e amigo Felix Araújo a Casa do Estudante de Campina Grande.

    Brilhante orador, elogiado por figuras expressivas nos meios intelectuais e políticos do Brasil, foi excelente advogado criminalista, sempre defendendo quem dele precisava. Professor de Direito Penal na Faculdade de Direito da Fundação Regional do Nordeste (atual Universidade Estadual da Paraíba). Poeta, Raymundo Asfora recebeu, pelos seus poemas, elogios de muitos poetas, destacando-se Carlos Drumond de Andrade e Mauro Motta. Como político, exerceu o mandato de Vereador, em Campina Grande, de Deputado Estadual, de Vice-prefeito de Campina Grande, de Suplente de Deputado Federal e de Deputado Federal no período de 1982 a 1986, quando foi eleito Vice-governador da Paraíba, com grande votação.

    Foi considerado, pelos violeiros do Nordeste, como um dos melhores criadores de motes para serem glosados. Em março de 1982, na Semana Santa, referindo-se ao Cristo, deu ao Jornalista e poeta do Jornal Estado do Ceará, o mote que correu, na época, o Brasil: "A morte está enganada. Eu vou viver depois dela". Outro mote importante, de sua autoria: "Há um pomar escondido/.....no coração da semente."

    Autor do belo poema "Tropeiros da Borborema", musicado pelo amigo e compositor Rosil Cavalcante, a canção é reconhecida pela população como hino extraoficial da cidade.

    Em 06 de março de 1987, Raymundo Asfora, às 16h, foi encontrado morto, assassinado em sua residência, na Granja Uirapuru, em Bodocongó, em sua Campina Grande.

    Casado duas vezes, Raymundo Asfora deixou sete filhos .

    3 - José Américo - José Américo de Almeida (Areia, 10 de janeiro de 1887 - João Pessoa, 10 de março de 1980) foi um escritor (romancista, ensaísta, poeta e cronista), político,advogado, professor universitário, folclorista e sociólogo brasileiro.

    Formou-se em direito pela Faculdade de Direito do Recife em 1908, tendo sido promotor público da comarca do Recife, promotor público da comarca de Sousa naParaíba, procurador geral do estado da Paraíba aos vinte e quatro anos de idade, secretário de governo, deputado federal, interventor,1 ministro da Viação e Obras Públicas nos dois governos de Getúlio Vargas, senador, ministro do Tribunal de Contas da União, governador da Paraíba, fundador da Universidade Federal da Paraíbae seu primeiro reitor. Américo chegou a ser pré-candidato à Presidência da República, apoiado por Vargas para as eleições de 1938, porém as mesmas não aconteceram, em razão do golpe dado por Getúlio em 1937, que deu início à ditadura do Estado Novo.

    Destacou-se no cenário nacional com a publicação de A bagaceira (1928), romance inaugural do chamado Romance de 30.

    2 - Odilon Ribeiro Coutinho - Nasceu em 12 de julho de 1923, no Engenho Central, município de Santa Rita, atual Usina São João, de propriedade dos seus pais, Dr. João Úrsulo Ribeiro Coutinho e D. Helena Pessoa Ribeiro Coutinho, tendo sido, esta, a primeira usina de cana-de-açúcar a ser implantada na várzea do Paraíba (1888); mais tarde, ao patrimônio da família Ribeiro Coutinho, juntou-se a Usina Santa Helena, antigo Engenho Pau d'Arco. Nascido e criado nessa região, Dr. Odilon vivenciou o ambiente onde, também nasceu e criou-se o poeta Augusto dos Anjos e, enquanto dono daquelas terras, teve sempre o cuidado de preservar o tamarindo tão decantado pelo poeta.

    Odilon Ribeiro estudou no Colégio Diocesano Pio X, de João Pessoa; no Ginásio de São Bento, em São Paulo, bacharelando-se em Direito pela Faculdade do Recife; casou-se com D. Solange Veloso Borges Ribeiro Coutinho com quem teve três filhos:
    Odilon Filho, Eduardo e Gilberto. Faleceu em 12 de julho de 2000, no Rio de Janeiro; seu corpo foi sepultado no Cemitério Senhor da Boa Sentença em João Pessoa.

    Afastou-se da Paraíba por algum tempo, atuando na política do Rio Grande do Norte, onde foi eleito Deputado Federal; retornou à Paraíba, candidatou-se à Câmara Federal pelo PSDB. Não obteve êxito nas urnas, mas continuou lutando em defesa da dignidade do seu partido, do qual foi presidente, na Paraíba. Defensor do
    parlamentarismo, ele acreditava nesse sistema de Governo "a partir do fim do feudalismo moderno imposto pela inércia do presidencialismo semiditatorial".(Revista Em Dia, 17/05/91).Era escritor, crítico literário, empresário político e sociólogo, sobressaindo-se pela eloqüência dos seus pronunciamentos e pela sua afetividade.

    Estudioso e pesquisador, escrevendo sem a pretensão de publicar os seus trabalhos, motivo pelo qual se desconhece a sua bibliografia. A professora Ângela Bezerra de Castro, em um minucioso trabalho de pesquisa, conseguiu relacionar os escritos de Odilon Ribeiro, e os divulga na Revista da Academia Paraibana de Letras, nº 16.Odilon Ribeiro assumiu a sua Cadeira na APL, em 22 de julho de 1994, recepcionado pelo acadêmico Edilberto Coutinho.

    1 - Marcondes Gadelha - (Sousa, 23 de julho de 1943) é um médico e político brasileiro com base política na Paraíba, estado no qual preside o PSC (Partido Social Cristão).

    Nasceu em Sousa, localizada no sertão paraibano, formou-se em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e iniciou a carreira política no final dos anos 60. Ao longo das décadas seguintes exerceu diversos cargos.

    Já exerceu o cargo de deputado federal por seis legislaturas, nos períodos de 1971 a 1975, 1975 a 1979, 1979 a 1983, 1999 a 2003, 2003 a 2007 e 2007 a 2011. Também exerceu o cargo de senador da repúblicano período de 1983 a 1991. Em 2010 candidatou-se a primeiro suplente de senador na chapa de Wilson Santiago.

    Marcondes destaca-se por ser um dos parlamentares que defendem de maneira ferrenha o projeto de transposição das águas do rio São Francisco.

    Seu filho, Leonardo Gadelha, exercia o cargo de 1º suplente de deputado federal na Paraíba, mas assumiu a cadeira no Congresso Nacional após a saída de Aguinaldo Ribeiro (PP) para ocupar o Ministério das Cidades. Seu irmão, Salomão Benevides Gadelha, foi prefeito por duas vezes da cidade de Sousa (2002-2004 e 2005-2008).


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