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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    As belas da segunda - Fotos









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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 6,8 milhões nesta quarta




    Ninguém conseguiu acertar os seis números do concurso 1717 da Mega-Sena que foram sorteados neste sábado (27/06), em Pirapozinho (SP). Por conta disso, a Caixa Econômica Federal estima que o prêmio acumulado para o próximo concurso, que será realizado na quarta-feira (01/07), pode atingir R$ 6,8 milhões.

    Os números sorteados foram: 2,9,16, 37,44 e 58 . A quina teve 122 apostas ganhadoras, com cada sortudo levando para a casa R$ 14.665,09. Outras 4.934 apostas levarão pelo prêmio da quadra R$ 518,02.

    Os sorteios da Mega-Sena são promovidos pela Caixa Econômica Federal duas vezes por semana, às quarta-feiras e aos sábados. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 3,50. Quem quiser participar, pode comprar seu bilhete até às 19h do dia do sorteio (no horário de Brasília), em qualquer lotérica do Brasil.

    Para a aposta simples, de apenas seis números, a probabilidade de ganhar é 1 em 50 milhões, mais precisamente de 1 em 50.063.860, de acordo a Caixa. Já para a aposta máxima, de 15 números, com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acerto é de 1 em10 mil.
    Época Negócios


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Geddel: Ou o PMDB se afasta ou vai para o volume morto




     
    Presidente do PMDB na Bahia, membro do diretório e da Executiva nacional da legenda, ex-ministro Geddel Vieira Lima diz que irá a Brasília para expor defesa do afastamento do partido do governo Dilma: “O PMDB fala que vai para uma candidatura própria em 2018. Para fazer isso, precisa se afastar do governo agora e explicar as razões. É preciso apresentar alternativas. Do contrário, é melhor parar com essa hipocrisia de candidatura própria. Vamos para o volume morto”


    247 – Diante do agravamento da crise econômica, uma ala dissidente do PMDB reforça o coro pelo afastamento do governo Dilma.

    “Ou o PMDB se afasta desse governo ou vai para o volume morto junto com a Dilma”, diz o ex-ministro Geddel Vieira Lima. “O PMDB fala que vai para uma candidatura própria em 2018. Para fazer isso, precisa se afastar do governo agora e explicar as razões. É preciso apresentar alternativas. Do contrário, é melhor parar com essa hipocrisia de candidatura própria. Vamos para o volume morto.”

    Segundo o colunista Josias de Souza, o presidente do PMDB na Bahia, membro do diretório e da Executiva nacional da legenda, irá a Brasília para expor seus pontos de vista. “Está todo mundo muito preocupado no partido. As conversas são intensas. Não há mais espaço para ambiguidades. Os blocos estão se solidificando. Se queremos ser alternativa, os dissidentes tem de ser ouvidos”


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Profissional cubano do “Mais Médicos” é encontrado morto no interior da Paraíba




     

    Osmany Rodriguez Rivero, de 45 anos, morava junto com outros médicos cubanos em Boa Ventura, no Sertão.

    O médico Osmany Rodriguez Rivero, de 45 anos, foi encontrado morto, neste domingo (28), no quarto de uma residência que abriga cubanos oriundos do programa “Mais Médicos”, na Praça Deocleciano Pinto, no Centro do município de Boa Ventura, no Sertão da Paraíba.

    De acordo com as informações do Portal Diamante On-line, uma colega de trabalho teria visto o telefone celular de Osmany tocar por varias vezes, seria a esposa tentando contato direto de Cuba. Mas, ao levar o aparelho ao quarto onde o médico estava, ela notou que ele estava sem vida.

    A Polícia Militar informou que não havia indícios de morte violenta na casa onde estava o médico.
    O médico Osmany Rodriguez é natural da cidade de Camaguey, em Cuba. Ele chegou ao Brasil em janeiro de 2014 e trabalhava na Unidade Básica de Saúde (UBS-1), Carlos Fernando de Carvalho, no Centro de Boa Ventura.

    Na cidade paraibana, Osmany conquistou muitas amizades e se tornou uma pessoa muito querida. Ele contava que deixou sua família em Cuba (esposa e uma filha) para conseguir melhores condições de vida e um dia retornar para casa. No início desse ano ele gozou férias no seu país e retornou ao Brasil.

    Abalada, a secretária Municipal de Saúde, Maria de Fátima Gomes Nunes, disse que o médico era considerado uma
    excelente profissional e uma pessoa que “ganhou o povo boaventurense”. A prefeita Leonice Lopes lamentou a morte do “filho adotivo” de Boa Ventura. “Ele veio de tão longe para cuidar da saúde do nosso povo, além disso, deixará boas lembranças, e acima de tudo provou que era um profissional capacitado e competente”, lamentou a prefeita.

    A Organização Pan-americana de Saúde (Opas) deverá providenciar a liberação dos documentos para a repatriação do corpo do médico. Ainda não há previsão de quando o corpo será transladado para Cuba.

    Do WSCOM Online com Diamante Onine


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Reportagem da Veja aponta favoritismo de Cartaxo em 2016




     Paraíba 


    Reportagem da Veja aponta favoritismo de Cartaxo em 2016
    Revista chama atenção para desempenho de petistas

    A Revista Veja, em sua edição desta semana, traçou um panorama da sucessão municipal para o próximo ano em diversas cidades brasileiras. No caso de João Pessoa, a aprovação do prefeito Luciano Cartaxo (PT) com 55% da preferência foi interpretado pela revista como um favoritismo para sua reeleição.

    O percentual de aprovação de um governo se dá pela soma dos resultados ótimo e bom sondados entre a opinião dos entrevistados. Especialistas na área afirmam que um resultado positivo acima de 30% já é uma credencial para uma reeleição.

    A reportagem levou em consideração prefeitos de 76 municípios brasileiros que pretendem disputar a reeleição. Dos nove prefeitos petistas avaliados, apenas Luciano Cartaxo e Marcus Alexandre, de Rio Branco, no Acre, estariam bem acima dos 30% de aprovação em suas gestões. Os demais não chegaram sequer aos 23%.


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Eduardo Cunha confirma votação da maioridade penal na próxima semana




    Brasília
    26.06.2015 - 15:32:06

    Eduardo Cunha confirma votação da maioridade penal na próxima semana

    O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, confirmou para a semana que vem a votação da proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade (PEC 171/93) em primeiro turno. Ele concedeu entrevista coletiva à Associação de Correspondentes Internacionais, nesta sexta-feira (26), no Rio de Janeiro.

    Cunha disse que, apesar de a redução da maioridade penal ser criticada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e por muitos outros países, esses países “não têm a situação social, a bandidagem e o tráfico de drogas que o Brasil tem”.

    Ele defende que reduzir a maioridade penal também reduz a sensação de impunidade, que é a causadora da violência. Para Cunha, o adolescente de hoje não é o mesmo de 40 anos atrás. “Ele tem muito mais consciência do que faz, pois tem mais acesso à informação”.

    Questionado se, para evitar a superlotação do sistema carcerário, o País poderia descriminalizar o uso de drogas e reduzir as penas para infratores não violentos, Cunha afirmou que a política de drogas no País já está muito liberal. “Não podemos liberar o consumo e a violência que está associada a ele”.

    Reforma tributária
    Cunha afirmou que pretende votar propostas que reveem o pacto federativo para, logo em seguida, analisar uma proposta de reforma tributária. Um dos objetivos da revisão do pacto federativo é proibir que a União crie novas obrigações financeiras para estados e municípios sem garantir os recursos correspondentes.

    A proibição está prevista na Proposta de Emenda à Constituição 172/12. Questionado sobre os prejuízos que a medida poderá causar à União, Cunha respondeu que a União perderá recursos, mas será de forma programada.

    Impeachment
    Perguntado sobre a validade de um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, Cunha afirmou que o processo tem que ocorrer dentro dos preceitos constitucionais e que ainda não viu argumentos que embasem o pedido.

    “Até o momento, os pedidos de impeachment trazem elementos do mandato passado”, disse. “Há um pedido novo em análise na Câmara, mas ainda não li”, acrescentou, se referindo ao pedido protocolado na última quarta-feira (27) pelo Movimento Brasil Livre.

    Autoavaliação
    Avaliando seus cinco meses à frente da Presidência da Câmara, Cunha ressaltou a votação do orçamento impositivo, que classificou como o feito mais relevante dos últimos 30 anos para a independência do Parlamento.

    Ele também citou como positivas as votações da regulamentação da terceirização da mão de obra, que tramitava na Casa havia 11 anos, e da reforma política.


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Imprensa detalha suposto financiamento ilícito de campanhas de Lula





    Veja
    Em 2006, Lula conquistou um novo mandato ao derrotar, em segundo turno, o tucano Geraldo Alckmin. Com a vitória, ele adotou como prática zombar dos efeitos eleitorais do mensalão, descoberto um ano antes e até então o maior esquema de corrupção política da história do país. As denúncias de compra de apoio parlamentar, dizia o líder petista, não haviam sido capazes de conter o projeto de poder do partido. Também pudera. Sem que ninguém soubesse, na campanha à reeleição, Lula contou com a ajuda do petrolão e recebeu uma bolada desviada dos cofres da Petrobras. Segundo o empreiteiro Ricardo Pessoa, a UTC contribuiu com 2,4 milhões de reais em dinheiro vivo para a campanha à reeleição de Lula, numa operação combinada diretamente com José de Filippi Júnior, que era o tesoureiro da campanha e hoje trabalha como secretário de Saúde da cidade de São Paulo. Para viabilizar a entrega do dinheiro e manter a ilegalidade em segredo, o empreiteiro amigo de Lula e o tesoureiro do presidente-can­didato montaram uma operação clandestina digna dos enredos rocambolescos de filmes sobre a máfia.

    Pessoa contou aos procuradores que ele, o executivo da UTC Walmir Pinheiro e um emissário da confiança de ambos levavam pessoalmente os pacotes de dinheiro ao comitê da campanha presidencial de Lula. Para não chamar a atenção de outros petistas que trabalhavam no local, a entrega da encomenda era precedida de uma troca de senhas entre o pagador e o beneficiário. Ao chegar com a grana, Pessoa dizia “tulipa”. Se ele ouvia como resposta a palavra “caneco”, seguia até a sala de Fi­lip­pi Júnior. A escolha da senha e da contrassenha foi feita por Pessoa com emissários do tesoureiro da campanha de Lula numa choperia da Zona Sul de São Paulo. Antes de chegar ao comitê eleitoral, a verba desviada da Petrobras percorria um longo caminho. Os valores saíam de uma conta na Suíça do consórcio Quip, formado pelas empresas UTC, Iesa, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, que mantém contratos milionários com a Petrobras para a construção das plataformas P-53, P-55 e P-63. Em nome do consórcio, a empresa suíça Quadrix enviava o dinheiro ao Brasil. A Quadrix também transferiu milhares de dólares para contas de operadores ligados ao PT.

    Pessoa entregou aos investigadores as planilhas com todas as movimentações realizadas na Suíça. Os pagamentos via caixa dois são a primeira prova de que o ex-presidente Lula foi beneficiado diretamente pelo petrolão. Até agora, as autoridades tinham informações sobre as relações lucrativas do petista com grandes empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, mas nada comparável ao testemunho e aos dados apresentados pelo dono da UTC. Depois de deixar o governo, Lula foi contratado como palestrante por grandes empresas brasileiras. Documentos obtidos pela Polícia Federal mostram que ele recebeu cerca de 3,5 milhões de reais da Camargo Corrêa. Parte desse dinheiro foi contabilizada pela construtora como “doações” e “bônus eleitorais” pagos ao Instituto Lula. Conforme revelado por VEJA, a OAS também fez uma série de favores pessoais ao ex-presidente, incluindo a reforma e a construção de imóveis usados pela família dele. UTC, Camargo Corrêa e OAS estão juntas nessa parceria. De diferente entre elas, só as variações dos apelidos, das senhas e das contrassenhas. “Brahma”, “tulipa” e “caneco”, porém, convergem para um mesmo ponto. (Veja)


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Zico mantém postulação à Fifa e critica corrupção na entidade




    zico-mantem-candidatura-a-fifa-e-critica-corrupcao-na-entidade
    O ex-jogador de futebol Artur Antunes Coimbra, conhecido como Zico, reafirmou nesse sábado (27) que é candidato à presidência da Federação Internacional de Futebol (Fifa) e comentou a atitude do atual presidente da entidade, Joseph Blatter, que declarou em entrevista a um jornal suíço, na última quinta-feira (25), que não teria renunciado, deixando em aberto uma possível volta ao cargo. Zico participou no Rio de Janeiro, ao lado do ministro do Esporte, George HILTON, da cerimônia de despedida da delegação brasileira que participará do Special Olympics, nos Estados Unidos – competição para jovens com deficiências intelectuais.

    “Estamos na fase de aguardar o desenrolar dos fatos. A gente já vê o presidente [Blatter] dizer que não falou – o que muita gente colocou – e que não era bem aquilo que ele tinha dito. Acho que todos esses fatos denegriram muito o futebol mundial, e a gente espera que haja uma solução definitiva, para o bem do futebol. Não podemos ter dirigentes importantes presos e denunciados, indiciados. Isso contamina. A gente vê uma oportunidade ímpar para uma entidade importante passar a ser democrática, passar a ter decisões que beneficiem o futebol, e não pessoas”, comentou.

    Zico disse que desde o dia em que anunciou sua candidatura, em 10 de junho, vem recebendo apoio. Para se candidatar à Fifa, ele precisa de um mínimo de cinco federações nacionais lhe apoiando. Ele conta com a do Japão, país onde ajudou a popularizar o futebol, e vai à Índia, em busca de voto.

    “Tivemos uma aceitação muito grande de todos os lugares, nacional ou internacional, e eu fiquei muito feliz com isso. Agora, já começamos a trabalhar, independente do que vai acontecer ou não. Vamos montar um programa. Estou me reunindo com pessoas importantes, que têm conhecimento de diversas áreas do futebol. [A candidatura] está de pé. Dei minha palavra, botei minha cara. Estou esperando o desenrolar dos fatos. Vou enviar o meu programa, com a plataforma, para todas as federações do mundo”, enfatizou.

    Em relação a Michel Platini, ex-jogador francês e atual presidente da União das Federações Europeias de Futebol (Uefa), cotado como possível candidato à Fifa, Zico disse que ele não teria demonstrado interesse em participar da eleição. “Ele está em dúvida. Acho que é bem possível que continue na Uefa, pois está muito bem lá. Uma parte dos europeus quer que ele se candidate, mas não vi ele muito empolgado à Fifa, não”, acrescentou.

    Zico é um dos embaixadores da Special Olympics, que este ano ocorre na cidade norte-americana de Los Angeles, de 25 de julho a 2 de agosto. A delegação brasileira tem 39 atletas, todos com algum tipo de deficiência intelectual. “[A competição] é um evento de inclusão social. São atletas especiais que nos ensinam muito mais do que nós podemos oferecer a eles. O Ministério do Esporte tem hoje um foco nisso. Temos uma política arrojada para o alto rendimento, mas sem perder de vista o esporte de inclusão”, disse o ministro George HILTON.

    Um dos atletas do Brasil no Special Olympics é o carioca Breno Viola, judoca do Clube de Regatas Flamengo. Ele destacou que sua meta é trazer medalhas e que “o judô não vai fazer feio”. “Tenho síndrome de Down e o ritmo no esporte é lento, mas com o tempo a gente vai conseguindo”, disse ele. “O esporte traz coisas na vida como determinação, disciplina e amor pelo que a gente faz. A gente tem que realizar o nosso próprio sonho, e eu só paro com o judô quando minhas pernas não aguentarem”, acrescentou.

    Agência Brasil


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    PMDB se reúne hoje em JP; Maranhão prega ‘paz’ entre Manoel Jr e Gervásio




     

    O presidente estadual do PMDB, senador José Maranhão, declarou, neste final de semana, que busca uma “solução pacífica” para as divergências do deputado federal Manoel Júnior e o deputado estadual Gervásio Maia que estão em pé de guerra por causa do comando da legenda na Capital paraibana. Para tentar esfriar o clima entre os parlamentares, a executiva estadual do partido se reúne,nesta segunda-feira (29), às 10h, em João Pessoa, na sede do partido.

    “Como sou pela conciliação e pela unidade entre os grupos que integram nossa legenda, vou buscar encontrar uma solução pacífica entre os dois líderes peemedebistas, que têm como interesse comum vencer às eleições”, destacou o dirigente partidário.

    Maranhão considerou prematura qualquer polêmica em relação às eleições 2016 pois, segundo ele, ainda existem mais de um ano para o pleito.

    Durante o encontro, também serão tratados assuntos relacionados à organização interna do partido e a necessidade de união de todas as lideranças do PMDB pela construção de um projeto político para o pleito eleitoral do próximo ano.

    MaisPB


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    FOLHA: Vital do Rêgo teria recebido propina para ‘enterrar’ CPI da Petrobras





    Em sua delação, Pessoa citou doações provenientes de propina à campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014
    Por: Ilana Almeida

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    vital-comissaoA divulgação da delação premiada do dono da construtora UTC trouxe a tona o nome de novos políticos envolvidos com esquema de propina na Petrobras. Um deles é o ex senador e ministro do TCU, Vital do Rêgo Filho. Conforme notícia publicada na Folha de São Paulo, hoje, Vital teria participado de esquema enquanto esteve à frente da CPI da estatal no Senado.

    Através do vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras, o senador Gim Argello (PTB-DF), Vital teria recebido recursos para encerrar as investigações.

    Confira matéria da Folha de São Paulo:

    Delator afirma que doação acertada com senador enterrou CPI

    O dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, disse em sua delação premiada, de acordo com reportagem da revista “Veja”, que negociou o pagamento de R$ 5 milhões ao então senador Gim Argello (PTB-DF) para enterrar a CPI mista da Petrobras no ano passado.

    Argello foi vice-presidente da CPI e, segundo o relato da revista, foi o porta-voz da negociação porque exercia influência sobre o presidente da CPI, então senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), e o relator, deputado Marco Maia (PT-RS). De acordo com a revista, os recursos foram distribuídos entre eles por meio de doações oficiais.

    Essa CPI terminou com poucos resultados, sem ter convocado empreiteiros nem pedido o indiciamento deles.

    Gim Argello não retornou aos contatos da reportagem na manhã deste sábado (27). Na noite de sexta (26), ele havia afirmado que as doações recebidas da UTC foram legais. Vital do Rêgo e Marco Maia também não foram localizados.

    Até o momento, nenhum deles havia sido alvo de investigação na Operação Lava Jato.

    O ex-diretor Paulo Roberto Costa, também delator da Lava Jato, já havia dito que cuidou do pagamento de propina ao falecido senador Sérgio Guerra (PSDB-CE) para enterrar uma CPI sobre a Petrobras.

    Outro senador denunciado por Pessoa em sua delação foi o ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL). Segundo a “Veja”, Collor usou sua influência na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, para pedir propina ao dono da UTC.

    Por meio da influência sobre um diretor indicado por Collor, José Zonis, o ex-presidente ofereceu contratos à UTC em troca de propina. Pessoa relatou ter pago R$ 20 milhões ao senador, por intermédio do seu ex-ministro Pedro Paulo Leoni Ramos. Eles já são investigados em inquérito no Supremo Tribunal Federal no caso Lava Jato. A assessoria de Collor não atendeu aos contatos da reportagem.

    PRESSÃO AO PT

    Em sua delação, Pessoa citou doações provenientes de propina à campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014 e implicou o envolvimento do atual ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, e do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, segundo a “Veja”.

    No caso de Mercadante, o relato da delação de Pessoa diz que ele fez repasses ilegais à campanha do petista ao governo de São Paulo em 2010. De acordo com a prestação de contas apresentada pelo PT à Justiça Eleitoral em 2010, a UTC doou R$ 250 mil para a campanha de Mercadante.

    Por meio de sua assessoria, Mercadante afirmou que todas as contribuições para sua campanha em 2010 foram feitas de acordo com a legislação eleitoral e estão registradas na prestação de contas entregue ao TSE. (Folha)


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Reajuste salarial dos servidores custará R$ 32,2 bilhões ao Governo Federal




     Reajuste salarial dos servidores custará R$ 32,2 bilhões ao Governo Federal
    Apesar de o índice de 21,3%, em quatro parcelas, até 2019, ter desagradado à maioria das categorias, o peso desse aumento será significativo nos cofres públicos.
    Por: Ilana Almeida

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    Mesmo com a reação contrária do funcionalismo, o governo está confiante de que, passado o primeiro momento, os servidores vão refletir e entender que o país está em um momento difícil. “Acho que a nossa proposta permite que o processo de negociação continue bem. Não há razão para exacerbação do conflito ou para confronto”, assinalou o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça. Ele não acredita que em 7 de julho haja uma aceitação completa sobre a proposta, mas considera que o caminho para o entendimento está traçado.

    Apesar de o índice de 21,3%, em quatro parcelas, até 2019, ter desagradado à maioria das categorias, o peso desse aumento será significativo nos cofres públicos. A folha de pagamento, apenas do Executivo civil — excluídos os militares e os trabalhadores dos Poderes Judiciário e Legislativo —, será de R$ 32,2 bilhões no período. Pelos cálculos do Planejamento, em 2016, o gasto, que hoje é de R$ 151,5 bilhões, passaria para R$ 159,8 bilhões. Em 2017, subiria para R$ 167,8 bilhões; em 2018, para R$ 175,8 bilhões; e, em 2019, para R$ 183,7 bilhões.

    “Estamos ignorando o crescimento da folha que vai acontecer por concursos, por crescimento vegetativo e por eventuais reestruturações de carreira que não passem pela mesa de negociação. Por isso, o número poderá ser maior, em torno de R$ 35 bilhões até 2019”, previu Mendonça. Ele descartou a possibilidade, ao contrário do que afirmam as lideranças sindicais, de queda do poder aquisitivo. “Insisto que os dados que temos, desde a política iniciada em 2003, são muito superiores. Não apenas empatamos com a inflação. A grande maioria, ou quase todas as categorias, teve recuperações expressivas.”

    O secretário disse também que está otimista e não espera greves ou movimentos exacerbados, mas, caso ocorram, o governo estará preparado para lidar com os fatos, seja na conversa, seja na Justiça. Ele admitiu que o ritmo dos concursos públicos está e continuará mais lento embora muitos certames devam ocorrer até o fim do ano. Hoje, o Executivo federal tem 1,2 milhão de servidores — 600 mil na ativa. Com o avanço tecnológico, não será mais preciso substituir cada pessoa que se aposentar por uma nova. “As formas de gestão do trabalho hoje são muito diferentes”, justificou.

    Correio Braziliense


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    PT X PT: Pimentel pede a Cardozo que investigue atuação da Polícia Federal


    Fabio Pozzi
    Fabio Pozzi


    Josias de Souza 


    O governador petista de Minas Gerais, Fernando Pimentel, formalizará nesta segunda-feira junto ao ministro José Eduardo Cardozo, seu companheiro de PT, um pedido de abertura de investigação contra a Polícia Federal. Acusa o órgão de “politizar” uma investigação. Pede a identificação do responsável pelo vazamento de relatório em que a PF o apresenta como suspeito de chefiar uma “organização criminosa”. O documento estava protegido pelo “segredo de Justiça”.

    Ao lado de sua mulher, Carolina Oliveira, Pimentel é protagonista de uma operação que a PF batizou de Acrônimo. Contratou para defendê-lo o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. Além de se dirigir a Cardozo, o defensor do governador mineiro protocolará uma petição no gabinete do ministro Herman Benjamin, relator do processo aberto contra Pimentel no STJ. Na peça, ele reforçará o pedido para que sejam apurados o vazamento do texto sigiloso e o que chama de “instrumentalização” do inquérito policial.

    Pimentel não é o único petista irritado com a Polícia Federal. Reunida há cinco dias em São Paulo, a Executiva Nacional do PT decidiu convidar José Eduardo Cardozo para dar explicações sobre a desenvoltura com que a PF atua nas operações Lava Jato e Acrônimo. O partido atribui à tibieza do ministro da Justiça a permanência do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto na cadeia, em Curitiba, e a batida policial feita num escritório político de Pimentel, em Belo Horizonte.

    O compartamento do petismo é irracional e paradoxal. É irracional porque Cardozo, mesmo que desejasse, não tem poderes para dirigir inquéritos feitos sob supervisão do Ministério Público, com anuência da Justiça. É paradoxal porque Dilma Rousseff e Lula costumam atribuir a proliferação dos inquéritos anticorrupção à autonomia que seus governos deram à PF. Quando essa autonomia exibe os calcanhares de vidro de companheiros, o PT faz pose de víima de violações e abusos.

    Kakay, o advogado de Pimentel, diferencia sua atuação da iniciativa do PT. “Lutamos muito para que a Polícia Federal tivesse autonomia”, afirma. “Não somos contra a investigação. Temos resposta para todas as questões. Nossa contrariedade é com a forma como tudo se deu. A ação da Polícia Federal tem vícios muito nítidos. E causou prejuízos irreparáveis ao governador Pimentel.”

    Nas petições que encaminhará à pasta da Justiça e ao STJ, Kakay fará um inventário dos alegados “prejuízos”. Segundo ele, “a Polícia Federal produziu um relatório político, não técnico.” No trecho que deixou Pimentel e seu advogado mais abespinhados, o documento anota:

    “Fernando Pimentel seria o chefe da organização criminosa operada financeiramente por Benedito [Oliveira Neto], grupo criminoso este especializado em lavagem de capitais oriundos de desvio de recursos públicos e aplicação de parte dos valores branqueados em campanhas eleitorais…”


    Trecho de relatório sigiloso da Polícia Federal reproduzido pela revista Época

    Para Kakay, o texto da PF “foi politizado de propósito, para produzir escândalo na imprensa.” Ele tachou de “inaceitável” o vazamento do relatório. A revista Época reproduziu trechos. “Numa reprodução, está escrito acima do texto, no cabeçalho da folha: ‘segredo de Justiça’. Parece um escárnio‘‘, disse o advogado. “Isso é muito grave. Alguém vazou. Não posso fazer acusações. Seria leviano. Mas temos alguns indícios. E vamos pedir que tudo seja apurado.”

    Pimentel foi à alça de mira da PF em outubro do ano passado. Numa batida realizada no aeroporto de Brasília, agentes federais apreenderam R$ 113 mil em dinheiro vivo dentro de um avião particular. A bordo, entre outros passageiros, o proprietário da aeronave, Benedito Oliveira. Homem de muitos negócios, Bené, como é conhecido, é dono de uma gráfica que prestava serviços à campanha de Pimentel ao governo de Minas.

    Puxando o fio dessa meada, a PF deflagrou a Operação Acrônimo. Mirou primeiro em Carolina, a mulher do governador mineiro. Depois, mediante autorização do STJ, concentrou-se também em Pimentel. Sustenta que o casal está envolvido num esquema operado por Bené. Tenta provar o envolvimento da dupla nos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.

    De acordo com a PF, uma empresa de Carolina, a Oli Comunicação, e uma consultoria que atuou em parceira com ela receberam, entre 2011 e 2014, R$ 3,6 milhões de empresas são clientes do BNDES. Nessa época, Pimentel era ministro do Desenvolvimento, pasta que carrega o BNDES no seu organograma.

    Para a PF, parte desses recursos “poderiam ter, em última análise, como destinatário o então ministro de Estado”, ou seja, Pimentel. Ainda de acordo com a PF, os grupos Marfrig e CASINO (controlador do Pão de Açúcar) teriam repassado à Oli R$ 595 mil e R$ 362,8 mil, respectivamente.

    Embora defenda apenas Pimentel, não a mulher dele, Kakay afirma que a empresa de Carolina não emitiu nenhuma nota em nome do Margrig nem do CASINO. Essas empresas contrataram, na verdade, a MR Consultoria, do jornalista e gestor de crises Mário Rosa. Porém, a firma da mulher de Pimentel, uma jornalista sem nenhuma projeção, recebeu R$ 2,4 milhões da MR Consultoria entre 2012 e 2014.

    “Quando Mário Rosa contratou a Carolina, em março de 2012, ela já tinha saído do Ministério do Desenvolvimento. Saiu em dezembro de 2011. Abriu a empresa”, disse Kakay. Por que o consultor contratou a firma de Carolina? “Isso a Polícia Federal vai ter que perguntar para ele”, disse o advogado do governador.




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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Bandeira de Melo; Imprensa conduz ao fascismo




     
    Um dos maiores juristas do País, Bandeira de Mello, crítico da operação Lava jato, diz que a imprensa "monta palco" para o juiz Sergio Moro, que usa delação de forma equívoca, para coagir; "com o apoio da imprensa, o país está caminhando, a passos largos, para o fascismo. Se a imprensa não montasse um palco para esse juiz, isso não aconteceria. Tanto é assim que na hora que aparecer algum assunto novo, como a Olimpíada, esse assunto todo vai morrer", diz; neste domingo, o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a ser vítima de uma agressão fascista, num restaurante de alto padrão, em São Paulo

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    247 - Para o jurista Bandeira de Mello, crítico da operação Lava jato, a imprensa "monta palco" para o juiz Sergio Moro, que usa delação de forma equívoca: “É evidente que há abuso e excesso. A delação premiada não é um instituto que existe para coagir. Você prende uma pessoa e a mantém presa até que faça uma delação? Isso é coação. Delação deveria ser espontânea”, diz.

    “Com o apoio da imprensa, o país está caminhando, a passos largos, para o fascismo. Se a imprensa não montasse um palco para esse juiz, isso não aconteceria. Tanto é assim que na hora que aparecer algum assunto novo, como a Olimpíada, esse assunto todo vai morrer”.

    Neste domingo, o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a ser vítima de uma agressão fascista, num restaurante de alto padrão, em São Paulo.

    Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, ele também contesta os argumentos do juiz para justificar mandatos: “Com argumentos desse tipo [como pedir prisões para impedir destruição de provas], você pode torturar e matar. Se esse argumento do interesse maior da sociedade prevalecer, pode torturar e matar”.

    Bandeira de Mello ressalta que a corrupção sempre existiu, mas a novidade é a imprensa tratar disso como um verdadeiro escândalo


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Janot pode pedir afastamento de Cunha





    Procurador-geral Rodrigo Janot sinaliza reviravolta nas investigações que envolvem Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Operação Lava Jato, e pode pedir seu afastamento da presidência da Câmara; o peemedebista foi acusado pelo doleiro Alberto Youssef de receber recursos do grupo Mitsui e foi alvo de um mandado de busca e apreensão em seu gabinete, a mando de Janot

    247 - Procurador-geral Rodrigo Janot sinaliza uma reviravolta nas investigações que envolvem o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Operação Lava Jato.

    O peemedebista foi acusado pelo doleiro Alberto Youssef de receber recursos do grupo Mitsui e foi alvo de um mandado de busca e apreensão em seu gabinete, a mando de Janot.

    Segundo a colunista Mônica Bergamo, o procurador pensaria até em apresentar medida cautelar pedindo o afastamento de Cunha da presidência da Casa.

    A defesa do parlamentar questiona ‘as investidas’ de Janot no caso. “Ele escolheu a mim e está insistindo na querela pessoal porque eu o contestei. Virou um problema pessoal dele comigo", afirmou. "[Janot] insiste e me escolheu para investigar. Ele coloca as situações que não fazem parte do objeto inicial do Ministério Público baseado em matérias jornalísticas para criar qualquer tipo de constrangimento. Não vai me constranger. Estou absolutamente tranquilo", garantiu.

     

     


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  • 29.06.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Cunha defende parlamentarismo e critica Moro





    Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) descarta o impeachment como recurso eleitoral e diz que o parlamentarismo pode ser a solução para crises como a atual: "O Brasil não é uma republiqueta. A grande evolução que se deve ter é que temos que discutir o parlamentarismo no Brasil, e rápido. Um debate para valer e votar"; quanto a operação Lava Jato, diz que o juiz Sérgio Moro não respeita o princípio constitucional da presunção da inocência


    247 – Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) volta a defender o parlamentarismo como a solução para a crise atual.

    Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, ele sugere que o sistema, que aumenta o poder do Legislativo na administração do país, comece a funcionar em 2019. "Agora seria um golpe branco", afirmou Cunha. "O tema tem ganhado força. Tenho conversado com quase todos os agentes políticos."

    Quanto ao governo Dilma, prevê que a economia vai chegar ao fim do ano pior do que está hoje. “E quando ela chegar pior, a pressão política vai ser maior, e é aí que o governo precisa ter uma base mais sólida”, diz. Cunha descarta, no entanto, o impeachment como recurso eleitoral. “O Brasil não é uma republiqueta. A grande evolução que se deve ter é que temos que discutir o parlamentarismo no Brasil, e rápido. Um debate para valer e votar”, acrescenta.

    Questionado sobre a Lava Jato, critica a condução da operação pelo juiz Sérgio Moro: "Joaquim Barbosa, sem abandonar o rigor com que ele conduziu o processo, não decretou nenhuma prisão preventiva no curso da investigação, só executou a sentença depois do trânsito em julgado. O que significa que ele respeitou o princípio constitucional da presunção da inocência, o que me parece que não está sendo respeitado hoje",


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