Há um barril de pólvora em Brasilia, o Senado pode ser incendiado - Gilvan Freire


Nesses poucos minutos que antecedem à sessão-bomba do Senado, há pelo país afora uma tensão quanto ao que pode acontecer nela e depois dela. Trata-se do velório e sepultamento de uma aparelho terrorista que nunca imaginou pudesse ser vencido pelas próprias armas que manejou na guerra.

Não pode haver previsão de que a paz reine nesse ambiente de confrontos e hostilidades. Ademais, trata-se de uma guerra que mistura sujeira e ideologias, duas bactérias desenvolvidas no ambiente político brasileiro nos últimos tempos.


O PT e o lulopetismo entram no Senado Federal com tropas dos mais famosos incendiários do Brasil, os mesmos que assaltaram os cofres públicos nacionais sem armas bélicas, apenas com ideias destruidoras. Podem até perder a batalha, que parece perdida mesmo, mas ainda farão estragos. E mais destruição.


DIreita e esquerda, que atuaram juntas até recentemente, quando era para dividir o patrimônio público saqueado, entram agora em confronto crucial para saber quem herda esse espólio de devastação que construíram em parceria macabra.


É muito possível que o salão solene do julgamento de Dilma vire arena de gladiadores onde um juiz da Suprema Corte terá de separar feras, como árbitro de briga de galos violentos e mortais sem raça pura. E o próprio juiz poderá ser atingido. Se isso não acontecer, é porque o PT e a esquerda morreram de véspera.


Fiscal da Justiça Eleitoral é filmado em agressão a militante na carreata de Cida

 

Fiscal da Justiça Eleitoral é filmado em agressão a militante na carreata de Cida

Dois vídeos que circulam nas redes sociais neste domingo mostram uma confusão no término da carreata da candidata Cida Ramos (PSB). A movimentação que começou em Jaguaribe já estava na orla marítima quando um fiscal da Justiça Eleitoral aparece em uma das gravações tentando filmar o veículo onde estava a candidata, seu companheiro de chapa, Wilson Filho (PTB) e o governador Ricardo Coutinho (PSB). O homem é cercado por militantes da Coligação “Trabalho de Verdade”. A partir deste momento, começa um tumulto e o fiscal parte para a agressão física com um partidário da coligação: Marcos Antônio Alves Bezerra, 60, mais conhecido como Paraguai que foi atingido por alguns socos desferidos pelo fiscal. O aposentado prestou queixa no Distrito Integrado de Segurança Pública, em Manaíra e foi orientado a se submeter a exame de corpo de delito.

Informações extraoficiais dão conta de que o fiscal teria sido agredido com um chute e, por isso, teria revidado com os socos no aposentado. Outra versão é que alguém teria derrubado o celular do fiscal, provocando nele a reação vista no vídeo.

A juíza da Propaganda de Rua, Agamenilde Dias, disse ao ParlamentoPB que tomou conhecimento do episódio e vai procurar ouvir as partes e, depois disso, tomar as providências cabíveis, em parceria com o Ministério Público.


PSB rechaça tentativa de veto a RC no guia de Cida e diz que prefeito “esconde” Cássio

 

O presidente do Diretório Municipal do PSB em João Pessoa, Ronaldo Barbosa rechaçou, neste domingo (28), a tentativa da coligação do prefeito Luciano Cartaxo de impedir a participação do governador Ricardo Coutinho (PSB) no guia eleitoral de Cida Ramos, candidata da legenda socialista à Prefeitura da Capital.

Nas últimas horas, a coligação do atual prefeito protocolou quatro ações na Justiça Eleitoral com o intuito de barrar a participação de Ricardo no guia de Cida. “Não temos culpa se o prefeito faz de tudo para esconder seus aliados do guia dele. Enquanto ele tem vergonha de mostrar Cássio (Cunha Lima), Cida tem orgulho de estar ao lado de Ricardo”, salientou.

De acordo com Ronaldo Barbosa, a reação do prefeito demonstra que o apoio de Ricardo a Cida será decisivo para definir a eleição em João Pessoa. “Na verdade, Cartaxo tem medo de Ricardo. Ele não quer ver Ricardo no guia de Cida porque tem a exata noção do prestígio político de Ricardo junto ao eleitorado pessoense”, avaliou o presidente, que acrescentou: “quando Cartaxo ver Ricardo, ele se treme”.

Ronaldo Barbosa lembrou que na campanha eleitoral de 2012, Luciano Cartaxo usou incessantemente a imagem do então prefeito Luciano Agra (já falecido) em seu guia. “Pior é que depois de eleito, Cartaxo simplesmente deu às costas a Agra e a seus aliados”, ressaltou.

Avaliação jurídica – Mais cedo, o advogado Fábio Brito, coordenador jurídico da campanha de Cida, destacou que a participação do governador Ricardo Coutinho no guia de todos os candidatos que ele apoia está garantido pela legislação em até 25% do tempo total.

“Isso tem que ser respeitado e eu tenho certeza que a Justiça Eleitoral está atenta e não cairá nos argumentos políticos apresentados pelos adversários”, disse Fábio Brito.


Charliton escancara abandono dos bairros periféricos de JP pelo gestão municipal

 

Nos últimos anos a atual gestão municipal implantou em João Pessoa uma política de segregação, realizando obras em locais estratégicos e de grande visibilidade, esquecendo os bairros e comunidades mais distantes. Para o Professor Charliton, candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores, hoje existem duas cidades: “Temos a João Pessoa que o prefeito mostra na televisão, e a João Pessoa carente que sofre com o abandono do poder público”.

Em um dos seus últimos guias eleitorais, o Professor Charliton mostrou a situação de bairros e comunidade que não são citadas pelo prefeito Cartaxo, muito menos aparecem na sua propaganda eleitoral. “Com certeza as ruas desses bairros e comunidades não constam na lista daquelas que o prefeito diz ter calçado. Com certeza essas pessoas não estão entre aquelas que foram beneficiadas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, criado pelo Governo Lula e que teve continuidade no governo Dilma, mas que o prefeito insiste em dizer que é uma projeto dele. Com certeza essas famílias não recebem o atendimento de saúde exemplar que o prefeito propaga”.

“Parece que a Prefeitura de João Pessoa só administra a cidade para alguns, e ainda se orgulha disso. A população dos bairros e comunidades mais humildes da nossa cidade precisam de uma atenção especial, precisam de casa própria, saneamento básico, atendimento adequado nos equipamentos de saúde, educação pública de qualidade, opções de lazer, e políticas sociais de diversos tipos”, explicou.

Segundo candidato do PT, a Capital paraibana precisa de um gestor que derrube esse muro criado, e desfaça essa política da “cidade maquiada”, e implante a política da “cidade real”: “No dia a dia da maioria da população da nossa cidade você encontra ônibus lotados, falta de médicos, medicamentos e demora na realizadas de exames, consultas e procedimentos mais graves, longos engarrafamentos, e a falta de cuidado com quem mais precisa do poder público”.

O Professor Charliton lembrou que essa realidade poderia ter sido muito diferente se o prefeito tivesse tido a competência de utilizar os investimentos disponibilizados pelo governo da presidenta Dilma para a melhoria da cidade, “mas a Prefeitura não fez a sua parte”. “João Pessoa precisa de um prefeito competente e democrático. Um prefeito que escute a população, que tenha responsabilidade com o dinheiro público e saiba que João Pessoa é uma cidade só”, finalizou.


Após impeachment, Temer prepara mudanças em vitrines sociais do PT

 
O objetivo do novo governo é desconstruir o discurso de que a gestão peemedebista representaria um retrocesso.
Share this:

Por: Blog do Gordinho

temerPassado o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff e confirmado o seu afastamento definitivo, o presidente em exercício Michel Temer prepara uma revisão na área social, com mudanças em programas petistas, a retomada da reforma agrária e a implementação de iniciativas de impacto eleitoral. O objetivo do novo governo é desconstruir o discurso de que a gestão peemedebista representaria um retrocesso, além de se aproximar das camadas mais pobres, que formaram a principal base de apoio às gestões Dilma e Luiz Inácio Lula da Silva.

A proposta é “repaginar” pelo menos cinco programas considerados bandeiras do PT – Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Ciência sem Fronteiras, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e Transposição do São Francisco – e lançar outros dois – um destinado a atender crianças da primeira infância e outro de reforma de casas populares, com recursos federais.

Após as eleições municipais, Temer deve lançar um plano de inclusão produtiva, que pretende dar uma nova cara ao Bolsa Família. Depois de anunciar um reajuste de 12,5% no valor do benefício, o Planalto quer combater a informalidade no mercado de trabalho verificada entre os atendidos pelo programa – cerca de 14 milhões de famílias. A ideia é estimular que tenham carteira de trabalho assinada, garantindo o recebimento do benefício por um a dois anos mesmo depois de empregados.

“Não tem nenhum retrocesso na agenda social, só temos uma visão diferente: o governo anterior tinha uma visão mais assistencialista, enquanto nós achamos que as pessoas não precisam se conformar com o benefício”, disse ao Estado o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra. “Da maneira como está, ninguém sai do Bolsa Família, só entra.”

O governo estuda ainda organizar pequenas incubadoras de startups para jovens beneficiados e parcerias com gigantes do setor de informática a fim de estimular o empreendedorismo. Prefeitos cujos municípios registrem a maior proporção de famílias emancipadas receberão diploma das mãos de Temer, fortalecendo o discurso de combate à pobreza, e serão premiados – o valor deve ficar entre R$ 100 mil e R$ 3 milhões, segundo Terra.

O roteiro para os primeiros meses do governo efetivo de Temer inclui o lançamento do Criança Feliz, projeto que prevê o acompanhamento de crianças de até 3 anos que são filhas de beneficiários do Bolsa Família. “Os programas de desenvolvimento (social)serão mantidos e majorados. O governo busca normalizar e pacificar o País”, disse o ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha.

O Estado apurou que Temer deverá anunciar no próximo mês uma nova política de reforma agrária, conferindo aos beneficiados o título de domínio da propriedade e retirando de movimentos sociais, como o MST, o papel de selecionar as famílias. O Planalto também pretende corrigir distorções apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que identificou até casos de servidores públicos beneficiados com a distribuição de terras.

No dia 9 deste mês, Temer lançou um programa de revitalização de R$ 1,2 bilhão da Bacia do Rio São Francisco intitulado “Novo Chico”, que inclui recuperação de áreas, controle de processos erosivos e a implementação de técnicas de irrigação mais modernas. A transposição e a recuperação do rio foram uma das principais bandeiras da campanha à reeleição de Dilma, impulsionando seu desempenho no Nordeste – depois de muitos atrasos, a obra só deverá ficar pronta em 2017.

Educação. Outra marca de Dilma que será alterada é o Pronatec, que deverá oferecer cursos mais voltados para a realidade de cada município. Até aqui uma das mudanças mais drásticas implementadas pelo governo Temer se deu no Ciência sem Fronteiras, considerado um dos “xodós” da petista.

O programa será reformulado, com o fim das bolsas para graduação, e dará prioridade a jovens pobres do ensino médio matriculados em escolas públicas. “Eles estão destruindo esses programas e reduzindo recursos para a educação”, criticou o ex-ministro Miguel Rossetto, um dos auxiliares mais próximos de Dilma.

Na avaliação do cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília (UnB), Temer buscará o lançamento de marcas próprias, sem acabar com programas bem-sucedidos. “Ninguém em sã consciência política vai eliminar esses programas, até mesmo o Congresso aprovou a continuação do Mais Médicos”, disse o cientista político. Na quarta-feira passada, o Senado prorrogou por três anos a atuação de profissionais brasileiros e estrangeiros no programa.

Estadão


Dilma chega às últimas cenas dirigida pelo caos

 A autodefesa de Dilma Rousseff no Senado é cenográfica. Sabendo-se cassada, Dilma tem a pretensão de falar para a história, não para os 81 senadores. Ensaiou suas melhores poses para as lentes dos documentaristas que filmam o último capítulo de sua Presidência. Dilma sobe no palco sob a direção do caos —ou de Lula, que muitos acreditam ser a mesma coisa.

Quando começa o caos?, perguntavam-se os brasileiros em crises passadas. O que é o caos? Onde fica o caos? Dilma matou, finalmente, a curiosidade coletiva. Seu governo apresentou a nação ao caos. De gestora impecável, Dilma virou uma espécie sui generis de totem. Um totem revestido com papel de moscas, que traz grudados todos os indicadores de uma administração ruinosa.

Entre 2013 e 2016, a economia brasileira encolheu 6,8%. O desemprego saltou de 6,4% para 11,2%. Foram ao olho da rua algo como 12 milhões de patrícios. A Lava Jato demonstrou que o único empreendimento que prosperava no Brasil era a corrupção. A força-tarefa de Curitiba já produziu 106 sentenças condenatórias. Juntas, somam 1.148 anos, 11 meses e 11 dias de cadeia. Em Brasília, encontram-se sob investigação no Supremo Tribunal Federal 364 pessoas e empresas.

Diante desse cenário, com a ruína a pino, as causas invocadas para cassar Dilma —o uso de recursos de bancos públicos para pedalar despesas que eram de responsabilidade do Tesouro e a abertura de créditos orçamentários sem a autorização do Congresso— são pretextos para condenar uma administradora precária pelo conjunto de sua obra.

Guiando-se por um script que traz as digitais de Lula, Dilma fala às câmeras dos documentaristas sobre uma crise que é sempre culpa dos outros. Em timbre emocional, recorda seus tempos de prisioneira da ditadura. Lembra da luta contra o câncer. E repete o lero-lero segundo o qual jamais imaginou que teria de pegar em lanças contra outro “golpe”. Diz isso em pleno Legislativo, num julgamento comandado pelo chefe do Judiciário.

No papel de ‘inocenta inútil’, Dilma evoca os 54 milhões de votos que recebeu em 2014 para defender seu retorno à poltrona de presidente. Não para governar, mas para convocar um plebiscito capaz de livrar o país dela própria e de Michel Temer simultaneamente. Cética, a plateia se diverte com as palavras de Dilma como quem brinca de roleta russa, na certeza de que a sinceridade que a oradora manipula está completamente descarregada.

Em poucas horas, Dilma irá embora. Levará com ela as lentes dos documentaristas. Mas deixará a crise, que continuará fervilhando como uma telenovela sem fim. Livres dos desafios da interinidade, Temer e seu exército de brancaleone —liderado por renans, jucás e outros xamãs— serão relegados a tarefas menores como, digamos… trabalhar.


Antes de Dilma falar, PSDB cobrará de Lewandowski direito de refutar ataque

Edilson Rodrigues Edilson Rodrigues

 
Josias de Souza 2

A coreografia do depoimento de Dilma Rousseff no plenário do Senado incluirá um movimento que deve eletrificar a sessão já no início. Assim que a ré estiver pronta para iniciar sua autodefesa, o líder do PSDB Cássio Cunha Lima pedirá a palavra para formular uma “questão de ordem”. O senador recordará ao presidente do STF Ricardo Lewandowski que os partidários do impeachment não abdicarão do direito de replicar eventuais ataques políticos ou pessoais pronunciados por Dilma.

O objetivo da interveção é fazer com que Lewandowski repita diante das câmeras um compromisso que assumira na reunião em que expôs aos líderes partidários o roteiro do julgamento. No seu item 18, o rito esboçado pelo presidente do STF prevê que cada senador terá cinco minutos para inquirir Dilma. Mas não fixa um tempo para as respostas nem faz referência à possibilidade de réplica. Os rivais de Dilma chiaram. E Lewandowski assumiu um compromisso a portas fechadas.

Ficou combinado que, se Dilma desferir ataques abaixo da linha da cintura, o senador que se julgar atingido poderá reivindicar o direito de resposta. Os partidários do impeachment querem que Lewandowski reitere o acerto na presença de Dilma. “Trataremos a presidente com respeito, mas exigimos o mesmo tratamento dela”, disse Cássio Cunha Lima ao blog. “Dançaremos conforme a música. Se Dilma quiser salsa, ela terá salsa. Se quiser forró, vai ter forró.”

Os rivais de Dilma se reuniram no Senado neste domingo, para acertar detalhes da estratégia a ser adotada na inquirição à presidente afastada


Auditores da Receita vão retomar pressão por aumento de salários

 Diante da recomendação do Palácio do Planalto para que o Congresso segure a votação dos projetos de lei que reajusta os salários de servidores, os auditores da Receita Federal decidiram retomar a mobilização para pressionar o governo e o Congresso. A promessa é de não dar sossego até que o aumento de 27,9% e o bônus de eficiência sejam aprovados.

Segundo o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), a pressão começará a partir de segunda-feira, 29, por meio de uma operação padrão em portos, aeroportos e zonas de fronteira. Para tumultuar, os auditores farão pente-fino em todos os carregamentos que chegam ao Brasil, exceto em casos de equipamentos hospitalares, insumos laboratoriais, remédios, perecíveis e translados.

A decisão sobre o movimento foi tomada em assembleias realizadas nos dias 22 e 23. A operação padrão vai se estender até sexta feira, 2 de setembro. Mas pode ser prorrogado caso os auditores percebam que não serão contemplados com o reajuste e o bônus.

O projeto de lei prevendo os benefícios foi acertado ainda no governo de Dilma Rousseff, mas só foi enviado ao Congresso pela administração de Michel Temer, depois de uma pressão enorme. Além de suspenderem vários serviços, causando transtornos à população, os auditores invadiram o gabinete do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Na semana passada, porém, o Planalto orientou os líderes da base aliada a suspenderem qualquer votação referente a reajustes a servidores. Além dos auditores, estão na lista das pendências esperando pelo aval do Congresso os policiais federais e os policiais rodoviários federais.

“Infelizmente, percebemos que as coisas acontecem somente quando a classe se mobiliza. É desgastante e incômodo, mas, por causa das promessas descumpridas, esse foi o único caminho que restou”, diz Cláudio Damasceno, presidente do Sindifisco Nacional.

 

Notícia retirada do Portal do Servidor Federal: http://www.servidorfederal.com/2016/08/auditores-da-receita-vao-retomar.html#ixzz4Ihub1iph


Cerca de 260 mil servidores públicos ainda não sacaram abono salarial

 


Cerca de 260 mil servidores públicos ainda não fizeram o saque do abono salarial do ano-base 2014. O valor é de até um salário-mínimo (R$ 880) e está disponível em qualquer agência do Banco do Brasil, no prazo prorrogado até dia 31 de agosto. O recurso não sacado é devolvido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Têm direito ao abono salarial os servidores públicos que tenham exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014. Também é necessário estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter recebido remuneração mensal média de até dois salários-mínimos. Outro pré-requisito é que os beneficiários tenham seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os trabalhadores podem consultar se têm direito ao benefício pelo portal do Ministério do Trabalho. Para sacar o abono salarial Pasep ano-base 2014 o servidor precisa verificar se houve depósito em sua conta. Caso isso não tenha ocorrido, deve procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação.

Mais informações podem ser obtidas no Banco do Brasil, pelo telefone 0800 729 00 01, ou na Central de Atendimento Alô Trabalho do Ministério do Trabalho, que atende pelo número 158.


Iniciativa privada

Os trabalhadores da iniciativa privada também têm direito a saque de abono salarial até 31 de agosto. Neste caso, o benefício é o Programa de Integração Social (PIS), pago pela Caixa Econômica Federal.

Quem possui o Cartão Cidadão pode sacar o benefício em casas lotéricas ou em terminais de autoatendimento da Caixa. Quem não tem o cartão, pode receber o dinheiro em qualquer agência do banco, desde que leve documento de identificação. Empregados domésticos não têm direito ao benefício, porque o PIS é recolhido somente por empresas privadas.

No último dia 17, o Ministério do Trabalho informou que mais de 900 mil trabalhadores ainda não haviam sacado o PIS/Pasep.

 

Notícia retirada do Portal do Servidor Federal: http://www.servidorfederal.com/2016/08/cerca-de-260-mil-servidores-publicos.html#ixzz4Iht9V8ey


Agripino: Vamos tratar Dilma com respeito, mas não aceitaremos provocações


A PRESIDENTE AFASTADA PRESTARÁ DEPOIMENTO ÀS 9H DESTA SEGUNDA
 

JOSÉ AGRIPINO PARTICIPOU NA MANHÃ DESTE DOMINGO COM REPRESENTANTES DO MOVIMENTO PRÓ-IMPEACHMENT. (FOTO: AGÊNCIA SENADO)
O presidente nacional do Democratas, senador José Agripino (RN), disse que na sessão do impeachment desta segunda-feira (29), que ouvirá a presidente afastada Dilma Rousseff, a base do governo irá tratar a petista com respeito, mas que não aceitará provocações por parte do PT e aliados. “Vamos tratar a presidente afastada com todo respeito que ela merece como pessoa e como presidente, mas não vamos aceitar provocações. Se existirem, serão respondidas à altura”, destacou o parlamentar pelo Rio Grande do Norte.


José Agripino participou na manhã deste domingo (28), na Liderança do PSDB no Senado, de reunião com representantes do PSDB, DEM, PR e PP para debater estratégias para a sessão desta segunda. “De nossa parte não será praticada nenhuma beligerância, mas, repito, não aceitaremos provocações para tentarem criar fatos novos”, continuou o presidente nacional do DEM.

Ao contrário da presidente afastada, que levará ao Senado uma comitiva de 35 pessoas, José Agripino disse que a base do governo não pretende levar convidados específicos. “Não temos lista de convidados. Se pessoas quiserem vir para ocupar, entre os 35, essa posição, serão muito bem-vindas. Quem tem a preocupação de trazer convidados é a presidente Dilma. A preocupação que temos é a que todos os senadores estejam presentes, possam formular perguntas respeitosas e que a sessão ocorra em normalidade”.


Em vias de extinção - Impeachment pode precipitar a refundação do PT

 
ALA PREGA A MUDANÇA DE NOME DO PARTIDO SINÔNIMO DE CORRUPÇÃO
 

O PT vai retomar com força a proposta de sua refundação após o impeachment e as eleições de outubro. O partido discute a ideia de mudar de nome, que para muitos virou sinônimo de corrupção. A ideia de alterar a denominação do partido é do ex-governador gaúcho Tarso Genro, líder de uma das “seitas” que compõem o PT. Mas tudo vai depender do desempenho petista nas urnas, em outubro próximo. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O PT não deve eleger nem mesmo metade dos atuais 600 prefeitos. E só tem chances de vencer em uma capital: Rio Branco (AC).

O senador Humberto Costa (PE) também vê com simpatia a proposta de mudar o nome do seu partido, mas defende amplo debate.

Correntes do PT defendem também que os atuais dirigentes, vistos como “coveiros do partido”, entreguem os cargos o quanto antes.


Sidebar Menu