Vereador de João Pessoa quebra o silêncio após reconciliação da família Bezerra: “Respeitamos!”

O vereador de João Pessoa Helton Renê (PC do B) quebrou o silencio e falou pela primeira vez durante entrevista ao PB Agora nesta quinta,30, sobre o processo de reaproximação da família Bezerra, pois Helton que na ultima eleição teve o apoio do advogado Odon Bezerra, viu seu ‘padrinho’ anunciar apoio ao sobrinho Léo Bezerra (PSB) filho do deputado Hervázio Bezerra (PSB)

Numa fala bastante serena, Renê desejou boa sorte ao seu ex-aliado e disse não ter nenhum problema relacionado à nova posição política de Odon:

“Continuamos com nosso trabalho que sempre atuamos de forma calculada e tranqüila e vamos continuar nosso trabalho que teve um respaldo extremamente positivo em João Pessoa e não tenho apadrinhado político e muito trabalho a oferecer”, disse Helton.

Segundo o comunista, a saída de Odon do seu projeto não tem problema algum: “Continua sendo meu amigo e respeitamos não tem problema e eu desejo boa sorte a todos nessa caminhada!”, frisou o vereador que exerce o seu primeiro mandato na Casa de Napoleão Laureano.

ENTENDA: Depois de um período distante, a família Bezerra, dos irmãos Hervázio e Odon Bezerra voltou a se reconciliar politicamente e agora vai marchar unida no pleito municipal de 2016, sobretudo em João Pessoa, Capital do Estado.

Os irmãos selaram a paz durante os festejos juninos, no município de Bananeiras, Brejo da Paraíba. Na ocasião, Odon anunciou apoio ao sobrinho Leo Bezerra (PSB) que volta a disputar uma cadeira na Câmara Municipal de João Pessoa em outubro deste ano.

Em 2012, o ex-presidente da OAB declarou apoio ao vereador Helton Renê, mesmo tendo o sobrinho na disputa. Á época o fato desagradou Hervázio, e gerou um mal-estar que já durava quatro anos. Agora, reconciliados, a família deve marchar novamente junta.Numa rede social, Odon postou uma foto ao lado de Leo e Hervázio e escreveu: A caminhada será longa, mas com força e fé chegaremos ao destino.


Henrique Lima

PB Agora


Paraíba ganha primeira fábrica de aviões


Fábrica de aviões

Foi inaugurada, nesta quinta-feira (30), em Campina Grand, no Distrito de São José da Mata, a Stratus Aeronaves, primeira fábrica de aviões da cidade e única do Nordeste.

A solenidade foi prestigiada pelo prefeito Romero Rodrigues, uma vez que foi decisivo o papel do governo municipal para tornar realidade a implantação deste novo empreendimento na cidade.

De acordo com a direção da empresa, dois modelos de aviões serão fabricados, sendo destinados ao transporte de passageiros e ainda ao treinamento de novos pilotos.

O modelo executivo terá uma produção anual de doze aeronaves, enquanto um modelo mais esportivo chegará até 60 unidades anuais. Os aviões serão destinados aos mercados do Brasil, Europa e Estados Unidos. O empreendimento representa um investimento de R$ 10 milhões.

Na visão do prefeito Romero Rodrigues, o governo do município superou muitos obstáculos, inclusive no âmbito judicial, para garantir a instalação da nova fábrica. Contudo, a força das parcerias estabelecidas – incluindo a empresa Stratus, Câmara Municipal, Fiep e o Senai – tornou possível viabilizar o empreendimento.

“Apesar de varias dificuldades e barreiras, a nossa gestão adquiriu, por R$ 200 mil e desapropriou, a área onde está instalada a fábrica. Também temos o compromisso de fazer a pavimentação em asfalto da pista do aeroclube, o que vai consolidar o novo espaço industrial da cidade, sobretudo quanto a atividades como a manutenção de aeronaves, pois esta é mais uma necessidade do mercado nordestino”, afirmou.

Por sua vez, o diretor-presidente da empresa Stratus, Juan Pinheiro, reconheceu que a Prefeitura Municipal de Campina Grande teve um papel decisivo para a concretização do empreendimento.

“É de fundamental importância o apoio que a gente tem recebido da PMCG. Sem o apoio do prefeito Romero Rodrigues e de toda a sua equipe, não seria possível a instalação da empresa. Conquistamos, graças ao apoio do governo municipal, a cessão do terreno, além de mais benefícios que a municipalidade se comprometeu em trazer a essa área do aeroclube local”, destacou.

Para o empresário, a tendência é a de transformação de Campina Grande em um verdadeiro pólo de aeronáutica. Neste sentido, elogiou a meta da Prefeitura em asfaltar a pista do aeroclube e implantar outros melhoramentos no setor. “Tudo isso vai permitir uma infraestrutura capaz de viabilizar o pólo tecnológico de aeronáutica, em várias especialidades, sendo esta mais uma vocação campinense”, disse.

MaisPB


Zé Aldemir diz que "não pode responder" e ser "responsabilizado" por prisão de irmão

O ex-prefeito do São João do Rio do Peixe foi condenado por crime de responsabilidade na aplicação de recursos públicos em obras do município.
Share this:

Por: Blog do Gordinho
0

josealdemirO deputado estadual José Aldemir (PP) comentou nesta quinta-feira (30) a decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região que expediu um mandado de prisão, condenando seu irmão, José Aldeir Meireles, a quatro anos e nove meses de prisão. Ele afirmou que “não pode responder e ser responsabilizado pelos atos do irmão’.

“Cada um responde por seus atos. Eu lamento profundamente e não acredito que ele seja penalizado de forma inocente. Ele agora vai ter a possibilidade de esclarecer toda essa situação, não é pelo fato de ser meu irmão que eu tenho que me responsabilizar pelos atos dele, ele é quem tem que responder”, declarou.

O ex-prefeito do São João do Rio do Peixe foi condenado por crime de responsabilidade na aplicação de recursos públicos em obras do município.

A decisão do TRF deverá ser encaminhada à 8ª Vara Federal de Sousa para que ela execute, juntamente com a Polícia Federal, os mandados de prisão.


Orçada em R$ 80 mi, licitação para projeto da barreira do Cabo Branco pode ser flexibilizada com estado de emergência

 

Execução do projeto é divida em quatro partes e deve ser realizada no período de três anos e meio a quatro anos.

 

Por: Naira Di Lorenzo
0

daniellabandeiraApós o impasse resolvido entre a Prefeitura de João Pessoa e a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), órgão do Governo do Estado, e liberada a licença prévia para a realização do projeto de contensão da barreira do Cabo Branco, a Secretaria de Planejamento do Município, prevê o prazo máximo de 120 dias para realização do processo licitatório da obra.

De acordo com a secretária da pasta, Daniella Bandeira, o prazo mínimo estabelecido por lei para a licitação é de 90 dias. “Nos já estamos reunidos, já estamos debruçados no projeto para preparamos os editais necessários para abrir o processo licitatório. Isso se deve realizar no prazo mínimo de 90 dias, que é o período para licitação. Se não houver nenhuma intercorrência, teremos a realização desse processo em 90 dias podendo chegar a no máximo 120 dias. Vamos correr com isso”, explicou.

Ela afirmou que a prefeitura tenta, em paralelo, conseguir que a Defesa Civil decrete situação de emergência, o que diminui os prazos legais para a licitação. “Nós estamos alimentando o sistema da Defesa Civil Nacional para que o governo federal reconheça o estado de emergência, que poderá flexibilizar o processo licitatório. São passos que estamos dando em paralelo ao processo licitatório para não perder tempo”, contou.

Segundo a secretária a execução do projeto é divida em quatro partes e deve ser realizada no período de três anos e meio a quatro anos. Conforme adiantou, a primeira parte do projeto é orçada em R$ 12 milhões, que compreende a parte de drenagem e pavimentação do local. O valor total da obra custará cerca de R$ 80 milhões. De acordo com a secretária, a PMJP já conta com os R$ 12 milhões para primeira parte da obra.

“O tempo total de execução é de três anos e meio a quatro, mas a gente acredita que com as primeiras ações já teremos a diminuição do processo de erosão. Em um ano meio é possível fazer a pavimentação e drenagem do que está em continência e ter ali uma minimização desse ritmo erosivo”, disse.

A secretária também explicou como será a realização das demais etapas: “A segunda fase do projeto é a intervenção do sopé da barreira, em que serão colocadas rochas no local. Em seguida passará para a engorda da área de praia, que é a colocação de areia. E o quarto passo é a construção do quebra-mares no mar”.

Licença ambiental

Daniella Bandeira esclareceu como funciona o processo para concessão de licenças por parte da Sudema para realização do projeto. Segundo ela, a licença prévia concedida nessa quarta-feira (29) pelo órgão permite que a PMJP licitar a obra, mas durante a execução ainda serão necessárias mais duas licenças: a de instalação e a de operação.

“A licença prévia é a parte de análise de projeto, com essa licença, eles aprovaram o projeto apresentado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa. Quando fizermos a licitação e contratação, aí eles vão expedir a licença de instalação, que nos autoriza a iniciar a obra. Quando a obra tiver pronta, eles averiguam novamente e concedem a licença de operação, que a licença que diz que todo o processo ambiental foi observado”, afirmou.

O superintendente da Sudema, João Vicente, disse que durante a fase de licitação, a Prefeitura de João Pessoa deverá elaborar o projeto de execução da falésia. “Só com a licença de instalação, a obra poderá ser iniciada”, explicou.


Vereador Chico do Sindicato rompe com Cartaxo e anuncia apoio a Cida Ramos

 

A pré-candidata à Prefeitura de João Pessoa, Cida Ramos PSB), recebe na manhã desta sexta-feira (31) o apoio do vereador Chico do Sindicato (PTdoB).
Share this:

Por: Blog do Gordinho
0

Chico do Sindicado

Conforme o Blog do Gordinho antecipou, o vereador de João Pessoa, Chico do Sindicato (PTdoB), anuncia nesta sexta-feira (1º) apoio à pré-candidata a prefeita, Cida Ramos (PSB).

A oficialização do apoio será feita às 8h, em café da manhã no Hotel Verde Green, localizado em Manaíra.

Com a nova adesão à socialista, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) perde mais um aliado na Câmara Municipal de João Pessoa.

O parlamentar já havia revelado estar insatisfeito com a falta de atenção de Cartaxo.

A pré-candidatura do PSB já conta com apoio de 13 partidos na disputa pela Prefeitura da Capital.


Renan confirma votação final de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff após Olimpíada

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou hoje (30) que o julgamento final da presidenta afastada Dilma Rousseff ocorrerá entre os dias 25 e 27 de agosto, portanto após os Jogos Olímpicos do Rio 2016, que terminam em 21 de agosto.

O depoimento de Dilma está marcado na Comissão Processante de Impeachment no Senado para a próxima quarta-feira (6), e os senadores devem votar o parecer final da comissão no dia 4 de agosto, de acordo com o cronograma aprovado.

A intenção inicial dos senadores favoráveis ao impedimento definitivo da petista era encerrar o processo antes da Olimpíada, mas o grande número de testemunhas arroladas pela defesa de Dilma, 40 pessoas, obrigaram a comissão a prolongar os trabalhos.

Desse modo, é possível que na abertura dos Jogos Olímpicos haja a presença de dois presidentes da República. Ontem, em entrevista ao SBT, Dilma afirmou que espera um convite do Comitê Olímpico Internacional (COI) para participar da cerimônia.

Agência Brasil


MPF faz mais uma ação por fraude na construção de ferrovias


Operação O Recebedor investiga corrupção em obras de ferrovias
Publicado: 30 de junho de 2016 às 09:07 - Atualizado às 10:22
Redação

Operação apura fraudes na construção das Ferrovias Norte-Sul e Integração Leste Oeste (Foto: Dida Sampaio/ Estadão)

Publicidade
Mais uma operação foi deflagrada pelo Ministério Público Federal (MPF), na manhã desta quinta-feira (30). Essa é mais uma etapa da Operação O Recebedor, que apura fraudes na construção das Ferrovias Norte-Sul e Integração Leste Oeste.

São, no total, 44 mandados de busca e apreensão, 14 mandados de condução coercitiva em Goiás e mais oito unidades da federação. Os desvios podem chegar a mais de R$ 600 milhões, somente em Goiás, entre 2006 e 2011.

O MPF investiga o envolvimento de empreiteiras e seus executivos na prática de cartel, fraude em licitações e pagamentos de propina a ex-diretores da Valec, relacionados aos contratos de construção das ferrovias, revelados em acordo da Camargo Corrêa com a força-tarefa da Operação Lava Jato. As diligências desta quinta têm como objetivo recolher provas adicionais.

O MPF ofereceu denúncia contra oito pessoas suspeitas de envolvimento na operação O Recebedor, em 15 de maio. A primeira etapa da operação aconteceu em fevereiro deste ano. Os crimes atribuídos aos suspeitos são: cartel, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em licitação.

Os investigadores buscam, ainda, fortalecer as provas para as investigações criminais encerradas ou em curso na Polícia Federal de Goiás, assim como em ações penais contra sobrepreço, superfaturamento, corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes nas licitações ferroviárias.

As provas colhidas serão, ainda, utilizadas pelo Cade em investigações e processos administrativos visando punir empresas e executivos por práticas anticompetitivas e cartel.

Durante colaboração no âmcito de acordo de leniência, executivos da empreiteira Camargo Correia confessaram a existência do cartel, fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e corrupção em contratos com a Valec. E ainda forneceram provas documentais da sua ocorrência e concordaram e se obrigaram a restituir aos cofres públicos em R$ 75 milhões.

Essa primeira colaboração no âmbito do MPF em Goiás deu origem a operação “O Recebedor”, em 26 de fevereiro, passando a investigar o ex­presidente da Valec José Francisco das Neves, conhecido como Juquinha, e o ex­diretor de Engenharia da estatal, Ulisses Assad, além de quatro executivos de empreiteiras, um advogado e um ex­assessor da Valec por corrupção, lavagem de dinheiro, cartel e fraude à licitação nas obras de trechos das ferrovias Norte­Sul e Interligação Oeste­Leste em Goiás.

A denúncia aponta sobrepreço de ao menos R$ 230 milhões por causa de aditivos e outras medidas adotadas pela própria Valec, como exigências injustificadas no edital, para beneficiar o cartel de empresas. Segundo o Ministério Público Federal, Juquinha teria assumido o papel de ‘gerente’ do esquema criminoso e recebeu R$ 2,24 milhões em propinas.
 


PT sentiu o golpe Programa de ‘compra de votos’ muda de mãos


PT acha que perde espaço (e votos) no reajuste do Bolsa Família
Publicado: 30 de junho de 2016 às 00:00 - Atualizado às 00:10

Partido prevê perda de apoio depois de reajuste dado por Temer

Publicidade
Políticos do PT evitam comentar o aumento de 12,5% do Bolsa Família, concedido por Michel Temer, mas a medida desestabilizou o partido. É que, para o PT, sua identificação ao Bolsa Família poderia garantir um desempenho minimamente digno, nas próximas eleições. No fundo, os petistas concordam com o deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE): “o Bolsa Família é o maior programa de compra de votos do mundo”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Políticos petistas acham que o público atendido pelo Bolsa Família está mais interessado no dinheiro do programa do que na Lava Jato.

A ideia do governo Michel Temer é mesmo melhorar substancialmente o Bolsa Família, neutralizando as digitais do PT no programa.

Metade da população de estados mais pobres, como Norte e Nordeste, depende do Bolsa Família, daí a força eleitoral do programa.
 


Auditoria do confirma crime de ‘pedaladas‘ de Dilma em 2015


Técnicos confirmam que Dilma repetiu em 2015 o crime de 2014
Publicado: 30 de junho de 2016 às 10:23 - Atualizado às 11:53
Redação

José Eduardo Cardozo disse que a posição de alguns setores técnicos do tribunal “já está muito consolidada” - Foto: Divulgação

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que o governo da presidente afastada Dilma Rousseff fez empréstimos ilegais com dois bancos públicos em 2015.

O relatório de técnicos da corte confirma que a gestão da petista repetiu as chamadas pedaladas fiscais no primeiro ano de seu segundo mandato, uma das bases do processo de impeachment que tramita no Senado, e indica a responsabilidade de 11 autoridades da equipe econômica nas irregularidades, entre elas o ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy.

Conforme o parecer, o Tesouro Nacional atrasou repasses devidos não só ao Banco do Brasil para bancar juros subsidiados pelo governo – o que é citado no processo de impeachment -, mas também ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No entendimento dos auditores do TCU, esses atrasos caracterizaram operações de crédito entre as instituições financeiras estatais e seu ente controlador, a União, o que afronta a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Além das pedaladas, foram apontadas outras falhas, como o pagamento de débitos com o FGTS sem a devida autorização em lei.

As pedaladas somaram R$ 5,63 bilhões no caso do Banco do Brasil; e R$ 8,04 bilhões no caso do BNDES. As conclusões reforçam argumentos de senadores favoráveis ao afastamento definitivo de Dilma; e devem também influenciar eventual parecer da corte pela reprovação das contas de 2015 do governo da petista.

Esse processo que analisa todas as contas da União naquele ano tramita paralelamente no TCU e o relator é o ministro José Múcio Monteiro. Ele também indicou que houve pedaladas nos dois bancos. No dia 15, o tribunal já havia apontado indícios de irregularidades nos balanços apresentados pela gestão da presidente afastada, abrindo prazo para que ela apresentasse defesa.

O relatório foi encaminhado para análise do Ministério Público de Contas, que atua no TCU, e do ministro Raimundo Carreiro, relator do processo. Caberá a ele elaborar um voto a respeito, pautando o caso para julgamento em plenário. Nesta quarta-feira, 29, o gabinete do ministro não quis se pronunciar sobre o parecer.

Os auditores sugerem que a corte aprove audiências das 11 autoridades apontadas como responsáveis para que, em 15 dias, apresentem suas justificativas. Se o TCU não concordar com os argumentos ao analisar as defesas, elas poderão ser punidas com multas e até sofrer sanções mais graves, como a inabilitação para exercer cargos em comissão e funções de confiança. Essa penalidade foi proposta para os integrantes da equipe econômica acusados de “pedalar” em 2014.


Providências

Os técnicos sustentam que Levy cometeu irregularidade porque, supostamente, não tomou providências para garantir o cumprimento de dispositivos legais, o que resultou nas pedaladas do BB e do BNDES. Eles também implicam o ex-secretário do Tesouro Marcelo Saintive por “não implementar” ações necessárias à regularização de obrigações da União com as instituições financeiras.

Os técnicos também acusam três ex-diretores de Política Econômica do Banco Central de maquiar dados da política fiscal ao omitir os valores referentes às “pedaladas” no registro da dívida líquida do setor público. Trata-se de Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva e Altamir Lopes. Além dos débitos com o BB e o BNDES, também não foram registrados passivos da União com FGTS e de tarifas devidas à Caixa.

Os técnicos do TCU indicam também a responsabilidade de oito pessoas por autorizar o pagamento de operações de crédito no FGTS sem a devida autorização em lei e desconsiderar alerta da corte de que a manobra é irregular. Além de Levy e Saintive, estão nesse grupo os ex-ministros Nelson Barbosa (Planejamento e da Fazenda) e Valdir Simão (Planejamento), além de Esther Dweck (ex-secretária de Orçamento Federal), Otávio Ladeira Medeiros (ex-secretário do Tesouro), Octávio Luiz Bitencourt e Alfonso Orlandi Neto (ex-subsecretários substitutos de Planejamento, Orçamento e Administração da Secretaria Executiva do Ministério das Cidades).

A reportagem não conseguiu localizar os indicados no caso.


Cardozo

Questionado sobre as irregularidades apontadas pelo TCU, o ex-ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa de Dilma na Comissão de Impeachment, disse que a posição de alguns setores técnicos do tribunal “já está muito consolidada”. “Temos uma divergência frontal em relação a isso. Vamos demonstrar que não há ilegalidade”, afirmou.

Cardozo argumentou que, a despeito da decisão a ser tomada pela corte de contas, “as provas coletadas demonstram que não houve crime de responsabilidade” de Dilma. “Não há ato da presidente da República nem dolo. Isso não se qualifica como crime de responsabilidade em nenhuma hipótese.” (AE)
 


Teori retira sigilo de caso Delcídio e envia para Moro


O ministro Teori Zavascki encaminhou para o juiz Sérgio Moro inquérito sobre Delcídio do Amaral, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; o ministro ainda retirou o sigilo envolvendo o caso do ex-senador, que foi cassado em maio, e afastou a tramitação oculta do processo

 

247 - O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou para o juiz federal Sérgio Moro, nesta quinta-feira (30), o inquérito sobre o ex-senador Delcídio do Amaral, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-parlamentar foi cassado em maio. O ministro ainda retirou o sigilo e afastou a tramitação oculta do processo.

Abaixo matéria da Agência Brasil:

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki enviou hoje (30) ao juiz Sérgio Moro inquérito no qual o ex-senador Delcídio do Amaral é investigado na Operação Lava Jato pelo suposto recebimento de propina no esquema de corrupção na Petrobras, oriunda da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

O ministro atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) em função da cassação do mandato de Delcídio pelo plenário do Senado, em maio. Com a perda do foro privilegiado, a PGR entendeu que a investigação deve ser remetida para a 13ª Vara Federal em Curitiba, comandada pelo juiz Moro.

Prisão

Delcídio do Amaral foi preso no dia 25 de novembro do ano passado, depois que Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, entregou ao Ministério Público o áudio de uma reunião na qual Delcídio propunha o pagamento de R$ 50 mil por mês à família e um plano de fuga para o ex-diretor, que estava preso em Curitiba, deixr o país.

Após a prisão, Delcídio resolveu colaborar com as investigações e assinou acordo de delação premiada com a PGR. Ele cumpre pena de recolhimento domiciliar.


Dilma: vou voltar para reconstruir este país :


 

A presidente eleita Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (30), no ato "Pará pela democracia", que ocorreu em Belém, que retornará ao seu cargo "para reconstruir o país"; "Eu quero dizer que nós vamos reconstruir a unidade entre nós, defender a democracia, vamos devolver os direitos que foram retirados, vamos fazer a economia crescer, vamos acabar com esta tática do ‘quanto pior, melhor‘, que eles implantaram para criar as condições para o golpe", afirmou ela sendo ovacionada por milhares de pessoas; ela disse ainda que ficou triste com o afastamento, mas que a luta da população a deixa feliz: "Uma parte minha está alegre, a parte que tem o apoio de vocês, a parte que vê a luta de vocês. Vamos nos manter mobilizados e atentos", afirmou

 

247 - A presidente eleita Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (30), no ato "Pará pela democracia", que ocorreu em Belém, que retornará ao seu cargo "para reconstruir o país". Ela recebeu o título de cidadã paraense.

"Vamos nos preparar e olhar com esperança para o futuro. Se eu voltar agora no mês de agosto, eu quero dizer que nós vamos reconstruir este país, reconstruir a unidade entre nós, defender a democracia, vamos devolver os direitos que foram retirados, vamos fazer a economia crescer, vamos acabar com esta tática do ‘quanto pior, melhor‘, que eles implantaram para criar as condições para o golpe. Eu proponho: vamos juntos lutar por este país", afirmou ela sendo ovacionada por milhares de pessoas.

Num rápido discurso, Dilma convocou a população a lutar em defesa da democracia. "Temos de lutar com força. Em todo os lugares defender a democracia. A democracia é a arma que nós temos. Eu conto com vocês. Me perguntaram numa entrevista se eu fiquei triste com o afastamento. É óbvio que eu fiquei triste. Quem não fica triste com injustiça? Mas uma parte minha está alegre, a parte que tem o apoio de vocês, a parte que vê a luta de vocês. Vamos nos manter mobilizados e atentos", disse.


Luiza Brunet diz que foi agredida por bilionário


Um dos homens mais ricos do Brasil, Lírio Parisotto é acusado por sua companheira Luiza Brunet de agredi-la com chutes e socos; de acordo com Alcelmo Gois, a queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela; a atriz conta que, ao chegar ao apartamento de um jantar com amigos em NY, ele partiu para cima dela, a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela; “Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil”


247 - Um dos homens mais ricos do Brasil, Lírio Parisotto é acusado por sua companheira Luiza Brunet de agredi-la com chutes e socos.

De acordo com o colunista Alcelmo Gois, a queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela. A agressão de Lírio, segundo Luiza, teria começado em NY, no restaurante onde eles estavam jantando com amigos. Ao ser perguntado se o casal iria a uma exposição de fotos, Lírio se exaltou. Disse que não iria porque da última vez ele foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí por diante, ele teria se descontrolado.

“Fui para Nova York acompanhá-lo para o evento Homem do Ano. Saímos do restaurante e pegamos um Uber. Ao chegar ao apartamento, ele me deixou dentro do carro e subiu”, conta Luiza. A atriz revela ainda que, quando subiu, ele partiu para cima dela, ofendendo-a verbalmente. Logo depois, deu um soco em seu olho, seguido de chutes. Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela. Ela só conseguiu se desvencilhar depois que ameaçou gritar pelo concierge. Então, trancou-se no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, após ter certeza de que ele não estava no apartamento, e voltou ao Brasil.

“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, disse.Luiza Brunet


Sidebar Menu