Estatisticas do blog

No momento, 98 usuário(s) está(ão) lendo este blog. No total, 3810681 pessoas visitaram esta página.

Clima tempo

Twitter

Publicidade

Notícias

Clima/Tempo

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    As belas da quinta - Fotos









    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Veneziano lembra que Romero aumentou gratificações em R$ 35 milhões e chama redução do próprio salário de demagogia





    Postado por Tião Lucena

    O ex-prefeito de Campina Grande e atual deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) classificou o anúncio do prefeito Romero Rodrigues (PSDB) de reduzir o próprio salário e de seu vice como medida para economizar na administração municipal de “um jogo de cena demagógico e infantil”. Ele lembrou que o próprio Romero aumentou em mais de R$ 35 milhões de reais os gastos da prefeitura com gratificações.

    “Isso é uma medida demagógica, uma orquestração infantil, um modelo infantil para querer chamar a atenção”, disse Veneziano, ao destacar que esse gesto Romero deveria ter tomado em 2013, quando assumiu a prefeitura e sancionou um aumento salarial para ele próprio, para o seu vice-prefeito e para os secretários de aproximadamente 100%.

    “Em 2013, ao invés de aceitar o aumento que recebeu, que permitiu, que sancionou, de 100% em seu salário, ele deveria ter dito não. Eu me recordo que fiz isso em 2005. Quando assumíamos a Prefeitura de Campina Grande, tinha uma proposta de aumentar o salário do prefeito de 7 mil para 12 mil reais e eu simplesmente disse não. Não concordei nem com o aumento do prefeito nem do vice-prefeito. Isso deveria ser um gesto dele no início da gestão. Agora é uma demagogia barata”, disse Veneziano.

    Veneziano lembrou que a Prefeitura de Campina Grande tem, hoje, cerca de 3 mil servidores comissionados ou contratados por excepcional interesse público, que são, na verdade, na sua opinião, pessoas colocadas na administração para receber dinheiro sem trabalhar e apenas votar em Romero no ano que vem. Ele também lembrou o aumento em mais de R$ 35 milhões nas gratificações concedidas por Romero.
    “Uma prefeitura que gasta R$ 35 milhões em dois anos aumentando a folha de pagamento com gratificações, todas elas sem critérios, ou seja, para atender propósitos outros; um prefeito que aumenta em pelo menos quatro vezes o número de comissionados e prestadores de serviço, também atendendo a outro propósito, que é o de receber os votos na eleição de 2016, vem, agora, posar de preocupado, com uma situação que tem sido delicada durante esses três anos”, destacou Veneziano.

    O deputado lembrou que, por conta da irresponsabilidade administrativa e financeira da atual gestão, a Prefeitura não consegue dar sequência a obras que vieram ainda de sua gestão e que, hoje, estão paralisadas. “O prefeito não tem condições de pagar contrapartidas e aí prefere, num jogo de cena nada criativo, repetitivo, extremamente demagógico, diminuir o seu salário. Deveria era não ter aceito os cem por cento de aumento em 2013”, disse.

    Sobre a redução de diárias e gratificações, Veneziano disse que é outra proposta demagógica pois, ao mesmo tempo em que faz os anúncios, Romero promove mais nomeações na estrutura da Prefeitura. “Basta que você observe os comissionados que estão sendo nomeados e eu não quero nem fazer citação de nomes, porque são inúmeros”.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    TCE reprova as contas de J Júnior e imputa débito de R$ 670 mil




     
    Postado por Tião Lucena,

    O TCE emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2012 do ex-prefeito de Bayeux Josival Júnior de Souza, a quem impôs o débito de R$ 670.471,86 por despesas sem comprovação documental atinentes, em sua maior parte, a serviços de auditoria e recuperação de crédito com realização não confirmada. Neste último caso, respondeu, solidariamente, pelo débito de R$ 460.332,00 o contratado Frederico de Alcântara e Silva.

    Irregularidades na administração do Fundo Municipal de Saúde de Bayeux também levaram o TCE a impor o débito de R$ 890.345,15 à ex-gestora Suzana Ribeiro de Medeiros. Ainda cabe recurso dessas decisões tomadas conforme proposta do conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo, relator do processo.

    O então gestor da Câmara Municipal de Araruna, Francisco Ednaldo Pontes Martins, teve as contas reprovadas por gastos excessivos com internet. Ele, que deixou de apresentar defesa, poderá fazê-lo, agora, em grau de recurso. Despesas também excessivas, neste caso com aquisição de combustíveis, ajudaram a reprovar as contas de 2013 oriundas da Câmara de Gado Bravo. Cabe recurso.

    Conduzida pelo presidente Arthur Cunha Lima a sessão plenária teve as presenças dos conselheiros André Carlo Torres Pontes, Arnóbio Viana, Nominando Diniz, Fábio Nogueira e Fernando Catão. Também, as dos conselheiros substitutos Antonio Gomes Vieira Filho, Marcos Costa, Antonio Cláudio Silva Santos, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo, O Ministério Público esteve representado pela procuradora geral Elvira Samara Pereira de Oliveira.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    A diversidade sexual e a posição contrária da vereadora Eliza Viriginia e alguns dos seus pares - Karine Oliveira




    Ontem conversava com minha filha (7 anos) e usei a sigla LGBTS.
    - O que é LGBTS?

    - É uma sigla que quer dizer, Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Simpatizantes.

    Ela perguntou e eu prontamente expliquei. Lésbicas e Gays ela já sabe conceituar e identificar. Temos e convivemos com amigos e amigas querid@s que têm relações homoafetivas.

    Lógico que a conversa não parou por aí. Expliquei que bissexuais são pessoas que se sentem à vontade para se relacionar tanto com homens quanto com mulheres. E que simpatizantes são pessoas que não se relacionam homoafetivamente, mas reconhecem e respeitam esse direito e às vezes atuam para que ele seja garantido.

    - E transgêneros, mãe?

    - São pessoas que assumem uma identidade de gênero diferente do sexo com que nasceram. Uma pessoa pode nascer mulher, mas se sentir melhor e mais confortável como homem. E vice-versa. Quando nasce, você não escolhe o sexo, se vai nascer homem ou mulher. Mas ao longo de sua vida, você pode escolher assumir outro gênero. Entendeu?

    - Entendi! É simples. Eu posso ser menina e gostar de coisas de meninos e fazer coisas como eles.

    Ps: acho lindo que a minha filha de 7 anos já reconheça e conviva bem com as diferenças; fico triste quando vejo que a vereadora Eliza Virgínia quer proibir a discussão (discussão e não doutrinação) sobre gênero nas escolas, por motivos religiosos, quando supostamente vivemos num Estado laico.

    Como uma criança de 7 anos consegue entender que as diferenças existem e que todas as pessoas merecem ser respeitadas e terem seus direitos reconhecidos? E como uma pessoa adulta, escolarizada, detentora de um mandato eletivo, não consegue enxergar isso?

    Creio que a resposta é simples. O que distingue a minha filha da vereadora é a ausência de preconceito e da fé cega, que tolda o discernimento.

    Dedico este post carinhosamente à vereadora Eliza Virginia e aos vereadores que a apóiam, para que ela e seus pares possam um dia fazer uma distinção clara entre sua fé e sua função pública. E que em algum momento possam se despir de seus preconceitos e voltarem a enxergar o mundo com a pureza de uma criança.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Não gosto da CPMF, mas não afasto criar nenhum imposto, diz Dilma





    A presidente recebeu em Brasília, na manhã de hoje, os vencedores brasileiros do WorldSkills 2015, evento considerado a “olimpíada do conhecimento” da educação profissional, realizado em São Paulo no mês passado.

    dilmaA presidente Dilma Rousseff (PT) declarou nesta quarta-feira (2) que não “gosta” da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras), mas não afastou a possibilidade de criar um novo imposto para melhorar a arrecadação do governo.

    “Não gosto da CPMF, se você [jornalista] quer saber. Acho que a CPMF tem as suas complicações, mas não estou afastando a necessidade de fontes, de receitas. Não estou afastando nenhuma fonte de receita”, disse a presidente, que foi enfática ao afirmar: “Não estou afastando nem acrescentando nada”.

    A presidenta reconheceu que a economia passa por momentos difíceis por causa da queda de receitas, mas disse que o governo aposta na melhoria da situação por meio de investimentos em infraestrutura, energia e aumento das exportações.

    Na semana passada, o governo chegou a cogitar incluir na proposta do Orçamento para 2016 a recriação do chamado “imposto do cheque”, mas recuou diante da pressão de políticos, empresários e até setores do próprio governo contrários à ideia. O tributo foi derrubado no Senado em 2007, ainda no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A presidente informou que o governo vai mandar para o Congresso adendos à proposta de Orçamento para o próximo ano, mas não disse quando isso será feito. “Nós vamos ter de buscar mecanismos para cobrir o deficit e cumprir as nossas metas. Nós iremos mandar quando acharmos que a discussão maturou, que existem condições para fazer isso”, falou.

    Na segunda-feira (31), o governo entregou ao Congresso Nacional a proposta de orçamento para 2016. O projeto apresentado ao presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), prevê um rombo de R$ 30,5 bilhões nas contas públicas e estima um crescimento de 0,5% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2016.

    A decisão de apresentar a proposta com previsão de deficit primário, medida considerada inédita, foi criticada pela oposição, que acusou o governo de tentar responsabilizar o Congresso por eventuais medidas impopulares.

    Dilma negou que o governo federal queira “transferir responsabilidade”. “O governo vai de fato mandar [adendos] e é responsabilidade dele. Não queremos transferir essa responsabilidade. Queremos construir juntos, queremos cumprir a meta que estipulamos, de reduzir esse deficit que está ocorrendo. Estamos evidenciando que tem esse deficit; estamos sendo transparentes”, disse.

    A presidente recebeu em Brasília, na manhã de hoje, os vencedores brasileiros do WorldSkills 2015, evento considerado a “olimpíada do conhecimento” da educação profissional, realizado em São Paulo no mês passado.

    “Levy não está desgastado”
    Dilma também saiu em defesa do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Tem fatos que não são verdadeiros. O Levy não está desgastado. Ele participou de todas as etapas [da elaboração] desse Orçamento. Ele tem o respeito de todos nós. […] Somos um governo que debate”, declarou. Questionada se ele estaria isolado, Dilma afirmou: “Ele também não está isolado. Isolado de quem? De mim ele não está”.

    A presidente criticou os rumores sobre o suposto isolamento do ministro. “Não contribui para o país esse tipo de fala que Levy está desgastado. Acho que isso é um desserviço nesse processo”.

    UOL


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Cúpula do PMDB deve se reunir na próxima sexta-feira para tentar resolver crise interna




     
    O presidente estadual da legenda, o senador José Maranhão, deverá comandar o encontro que promete ‘lavar a roupa suja’ dos filiados.
    Por: Blog do Gordinho

    0
    PMDB 2A Executiva do PMDB deverá se reunir na próxima sexta-feira (4) para tentar estancar a crise interna deflagrada por conta da eleição do diretório municipal de João Pessoa que reconduziu o deputado federal Manoel Júnior à presidência da legenda e provocou a revolta do deputado estadual Gervásio Maia que cobrava o cumprimento de um acordo que o levaria a assumir o comando do PMDB da Capital.

    A informação foi confirmada pelo deputado estadual Nabor Wanderley (PMDB) na manhã desta quarta-feira (2). Ele disse que já foi convocado para participar do encontro que está previamente marcado para ocorrer às 16h.

    O parlamentar não soube informar se a visita da presidente Dilma Rousseff (PT) poderá adiar ou antecipar a reunião da cúpula do PMDB.

    O presidente estadual da legenda, o senador José Maranhão, deverá comandar o encontro que promete ‘lavar a roupa suja’ dos filiados.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Ex-secretário fala em “dias sombrios” e anuncia saída da gestão de Cartaxo





    Ele também alega que não encontrava espaços para ser escutado, e por isso, teve “a humildade” de se afastar.
    Por: Blog do Gordinho

    1
    Marcus-AlvesO ex-secretário da Prefeitura de João Pessoa, Marcus Alves, que ocupava até pouco tempo A Coordenadoria de Projetos Especiais, anunciou seu desligamento da gestão em nota divulgada à imprensa nesta quarta-feira (2).

    No documento, ele fala de “dias sombrios em que gestores e lideranças indelicadas e sem visão de futuro tentam transformar a política em uma atividade vil e sem prazer” ao justificar sua decisão de pedir exoneração do cargo que ocupava vinculado ao gabinete do prefeito.

    Ele também alega que não encontrava espaços para ser escutado, e por isso, teve “a humildade” de se afastar.

    Confira a nota na íntegra:

    “Pela dignidade da Política

    Carta à imprensa e aos amigos (as) de João Pessoa – Setembro de 2015

    Semana da Independência. É um momento único e forte de nossa história, identidade e memória. Período que serve, também, para pensarmos o lugar da política em nossa vida. Às pessoas que me conhecem ou acompanham minha trajetória sabem o valor que dou a boa política, como uma atividade digna e capaz de promover o bem comum. A política é para mim uma maneira de exercitar a cidadania crítica, criativa e libertadora – uma tradição que aprendi a respeitar desde os tempos de garoto nas ruas de Jaguaribe e ouvia, de forma curiosa, comícios das forças progressistas que lutavam pela democracia em nosso país.

    Muito jovem me apeguei a essa linhagem responsável de fazer política, sempre articulando-a com a vida em sua esfera cultural. Não faço política por vaidade, com raiva de ninguém, nem por interesses egoísticos. Tem sido assim aqui na Paraíba, mas também foi assim em Minas Gerais, em Brasília – e mesmo nos espaços internacionais por onde andei.

    Desculpem por fazer essa longa introdução. Mas ela torna-se absolutamente necessária nestes dias sombrios em que gestores e lideranças indelicadas e sem visão de futuro tentam transformar a política em uma atividade vil e sem prazer. Não é. Existe, ainda, dignidade na política e é em sua defesa que comunico às pessoas amigas de João Pessoa e do Brasil, que estou, a partir deste momento, me afastando completamente dos trabalhos da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), onde fui secretário de comunicação e atualmente cuidava dos projetos especiais vinculados ao Gabinete do Prefeito.

    Retorno às minhas atividades da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), de onde há alguns anos atrás sonhei com realismo a possibilidade de construir uma renovação na política em João Pessoa. Planejei estratégias, tratei de ações e políticas concretas para melhorar a qualidade de vida da nossa população, orientei discursos, criei peças publicitárias e mídias de toda espécie – sempre centradas na ética da inovação, na atuação comprometida com o bem comum de nossa gente, que precisa de projetos fortes e inovadores capazes de dar contar dos desafios novos de mobilidade urbana, equilíbrio ambiental, de desenvolvimento econômico e humano.

    João Pessoa carece de um trabalho que incorpore o sentimento grande de modernidade que sua fina e educada população tem e merece. Quando já não encontro espaços para me fazer falar e ser escutado, é preciso ter a humildade da despedida. É necessário recomeçar e, como nos ensinaram os clássicos homens da política, saber cuidar da liberdade e da democracia ameaçadas a toda hora pela falta de diálogo, pela falsa competência ou por interesses exclusivos do poder. Vamos em frente rumo ao futuro, gente amiga e educada de minha João Pessoa, de 430 anos.

    Marcus Alves, jornalista e professor.”


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    A demora das obras de Luciano Cartaxo




    Quem não tem nenhuma paixão partidária, ou não se encontra tirando algum proveito da gestão de Luciano Cartaxo percebe facilmente que a sua atuação como gestor de uma capital de estado, deixa muito a desejar.

    Perto de completar três anos à frente de nossa edilidade, o mesmo falta concluir a obra da Lagoa, que se arrasta,  a continuação das obras dos mercados Central e da Torre, o calçadão de Tambaú e Cabo Branco, construir o Parque Parahyba, autorizado em duas Plenárias da Prefeitura, a ciclovia de Manaíra até o Iate Clube, a intervenção na Praça 1817, hoje uma verdadeira favela, com os engraxates, há dois anos sob umas tendas velhas alugadas pela Prefeitura, iniciar o Projeto Moradouro, cuja placa da obra já foi até retirada, o viaduto de Tambauzinho, que mesmo colocado uns tapumes, nada acontece, a retirada dos moradores do Porto do Capim, com a revitalização daquela área, a revitalização do Bairro São José, até agora apenas iniciada, a criação do museu da cidade, do Teatro Municipal e da Biblioteca Municipal, construir seis corredores de ônibus com paradas seguras e confortáveis, com veículos modernos e rápidos. Construir quatro novos terminais de integração, essas últimas, dentre as suas 13 promessas de campanha.

    Toda essa introdução é para dizer, que esta semana estive na Avenida José Américo de Almeida – indevidamente denominada de Beira-Rio - e fui olhar a obra da Prefeitura Municipal, que há meses vem causando sérios transtornos aqueles que trafegam por ali, nas proximidades do girador de acesso ao Altiplano.

    Adentrei na área encoberta pelos tapumes e pude observar ali  pouquissimos operários, bem como constatei que foi feito  quase nada para evitar as enchentes anuais e para abrir uma via ligando tal avenida a Epitácio Pessoa, conforme anunciado na placa. Depois de todo esse tempo, só existe ali umas estranhas formações de cimento, feitas no solo e que dizem muito pouco do que realmente se pretende fazer ali, numa obra que também se arrasta, a exemplo da intervenção na Lagoa e no viaduto da Rua Geraldo Mariz em Tambauzinho.

    Para comprovar o que vi na naquele local, fiz questão de subir num dos edifícios ali existentes e fazer alguns registros fotográficos que demonstram esta minha afirmativa.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Senado põe fim a doações privadas de campanha




     
    Proposta aprovada por 36 votos a 31 na noite desta quarta-feira estabelece que somente pessoas físicas poderão doar dinheiro a campanhas eleitorais; aprovado inicialmente, o texto-base colocava um teto de R$ 10 milhões para doações de pessoas jurídicas, mas uma emenda aprovada em seguida, de autoria do senador Jorge Viana (PT-AC), proibiu totalmente esse tipo de doação; "Acabamos de aprovar uma grande vitória política agora há pouco aqui no @SenadoFederal: o fim do financiamento empresarial para campanha", publicou o parlamentar no Twitter; matéria terá que voltar à Câmara, para nova análise dos deputados

    247, com Agência Brasil - O Senado aprovou nesta quarta-feira 2, por 36 votos favoráveis e 31 contrários, o fim do financiamento empresarial de campanhas eleitorais. Aprovado inicialmente, o texto-base previa a imposição de um teto de R$ 10 milhões para doações privadas, mas uma emenda, do senador Jorge Viana (PT-AC), aprovada em seguida proibiu totalmente esse tipo de doação.

    De acordo com o texto, qualquer pessoa poderá doar para partidos políticos e candidatos em campanhas até o limite de seus rendimentos anuais. O assunto gerou muito debate no plenário do Senado, opondo senadores que preferiam a permissão para doações de empresas àqueles que queriam a total proibição de doações privadas, mas que apoiaram a restrição a pessoas físicas.

    "Acabamos de aprovar uma grande vitória política agora há pouco aqui no @SenadoFederal: o fim do financiamento empresarial para campanha", comemorou Jorge Viana, pelo Twitter.

    "O PT defende o financiamento público exclusivo de campanha, mas votamos a favor da emenda, porque consideramos que esse já é um passo para corrigirmos os vícios que temos visto ao longo dos anos", afirmou a senadora Fátima Bezerra (PT-RN).

    "Bancada do PT no Senado votou unida contra financiamento empresarial de campanha. Câmara terá de votar", comentou o senador Fernando Pimentel (PT-CE), também pela rede social.

    A maior parte dos oposicionistas se manifestou contrária à proposta. "Não vamos confundir sinais dizendo que doação legal com transparência é o mesmo que extorsão contra o empresariado", disse o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO).

    A votação do PLC 75 continua. Outras emendas ainda serão apreciadas, entre elas as que tratam da chamada janela partidária, período que os candidatos têm para mudar de partido político sem perder os mandatos.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Parecer de estatuto prevê que ‘família‘ é a união entre homem e mulher




    Divulgado pelo deputado Diego Garcia (PHS-PR), relatório final da proposta de Estatuto da Família, que tramita na Câmara, mantém como conceito básico de família "a união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos"; posicionamento foi duramente criticado pela deputada Erika Kokay (PT-DF); "O parecer é uma construção de profunda homofobia, de falta de sensibilidade"

    Agência Câmara - O relatório final da proposta de Estatuto da Família (PL 6583/13) mantém como conceito básico de família "a união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos". O parecer foi divulgado, nesta quarta-feira, pelo relator, deputado Diego Garcia (PHS-PR), na comissão especial que analisa o tema. O texto trata de direitos da família e das diretrizes das políticas públicas voltadas para valorização e apoio à "entidade familiar".

    A tramitação do estatuto é polêmica: a proposta é defendida por deputados da Frente Parlamentar Evangélica, mas é considerada inconstitucional por outros parlamentares sob o argumento de que não contempla diversos outros modelos de união, como os de casais do mesmo sexo e a união de mais de duas pessoas, por exemplo. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu os cartórios de se recusarem a habilitar ou celebrar casamento civil ou converter união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo.

    Em seu parecer, Diego Garcia rebate as críticas. "Trata-se de competência do Congresso Nacional regulamentar, para maior eficácia, a especial proteção constitucionalmente garantida à família. O estatuto vem para colocar a família, base da sociedade, credora de especial proteção, no plano das políticas públicas de modo sistemático e organizado, como até então não se fizera. Nada impede que os cidadãos, mediante seus representantes políticos, advoguem pela inclusão de novos benefícios a outras categorias de relacionamento, mediante argumentos que possam harmonizar-se à razão pública", afirma o relator.

    Conselhos

    Diego Garcia afirma ainda que elaborou seu parecer a partir das contribuições das audiências públicas e "alinhado aos preceitos constitucionais e valores morais e éticos de nossa sociedade, com o fim de garantir direitos e o desenvolvimento de políticas públicas para a valorização da família". O estatuto também cria os Conselhos da Família, órgãos permanentes e autônomos encarregados de tratar das políticas públicas e dos direitos da família.

    O parecer, já disponível na página da comissão especial na internet, será oficialmente lido em reunião do colegiado, que começou há pouco, no Plenário 14. Em seguida, deve ser aberto o prazo regimental para a apresentação de emendas, já que o relator apresentou um substitutivo ao texto original. No entanto, parlamentares contrários à proposta, como a deputada Erika Kokay (PT-DF), pretendem obstruir a reunião.

    Deputada critica parecer

    A deputada Erika Kokay (PT-DF) fez críticas duras ao parecer do deputado Diego Garcia (PHS-PR) para a proposta de Estatuto da Família (PL 6583/13), apresentado na comissão especial que analisa o tema. O texto mantém como conceito básico de família a "união entre homem e mulher". Para ela, o parecer nega outros arranjos familiares e "aparta o conceito de família do conceito de afetividade".

    "O parecer é uma construção de profunda homofobia, de falta de sensibilidade. É uma tentativa desesperada do segmento fundamentalista de construir uma peça para se contrapor ao Supremo Tribunal Federal", afirmou a deputada, em referência à decisão do STF de reconhecer a união homoafetiva.

    Em seu parecer, o relator Diego Garcia afirma que "nem toda associação humana é base da sociedade e nem toda relação fará jus à especial proteção, ainda que toda comunidade, se não contrária ao bem comum ou à lei, deva ser respeitada e faça jus à tutela geral do Estado".

    Erika Kokay disse que ainda vai analisar a estratégia de resistência ao parecer. "É um retrocesso e talvez nem seja passível de ser emendado", opinou. Ela analisa a possibilidade de apresentar um voto em separado (parecer alternativo) ou colher assinaturas de (51) deputados para tirar o caráter conclusivo da tramitação em comissão e forçar a análise do tema no Plenário da Câmara.

    O presidente da comissão especial, deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), elogiou o trabalho do relator. Como Diego Garcia apresentou um substitutivo ao projeto de lei original, foi aberto prazo de cinco sessões para que outros deputados do colegiado apresentem emendas e sugestões. "Todas as sugestões serão bem-vindas", disse Cavalcante.

    O colegiado aprovou requerimento para a realização de mais uma audiência pública regional sobre o tema, dessa vez no Paraná.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Para Lula, ‘irracionalidade’ leva pessoas às ruas


    Ricardo Stucker
    Ricardo Stucker


    Josias de Souza 


    Lula discursou na noite desta terça-feira no lançamento de um site chamado ‘Memorial da Democracia’. Falou sobre os protestos anti-Dilma. Isinuou que as manifestações ocorrem porque um pedaço da sociedade brasileira sofre de “irracionalidade emocional”.

    Munido de seus autocritérios sobre a racionalidade, Lula enxerga nas manifestações contra a corrupção e a favor do impeachment de Dilma Rousseff coisas que o comum dos mortais não vê. Para ele, o asfalto ronca contra a democracia, a favor do congelamento do salário mínimo, pela eliminação dos direitos das empregadas domésticas e por menos negros nas universidades.

    Lula comparou as manifetações contemporâneas às passeatas do passado, frequentadas por vários dos militantes que escutavam o seu discurso, feito num sindicato, em São Bernardo. Tomado pelas palavras, o morubixaba do PT acha que não se fazem mais protestos como antigamente.

    “[…] Aqui, neste sindicato, ninguém pode reclamar, porque todo mundo já xingou alguém e já carregou uma faixa contra alguém. Então, a gente não pode estar nervoso por manifestações contra nós. Temos de encarar isso com uma certa normalidade”, disse Lula.

    Ele prosseguiu: “Agora, a gente tem de saber por que eles estão se manifestando. Aqui tem gente que foi presa, que foi torturada, e em torno de que a gente lutava? Sempre que fomos para a rua, fomos reivindicar melhores condições de vida para o povo brasileiro”.

    Nesse ponto, Lula comparou as agendas das velhas passeatas e dos protestos que fustigam Dilma, o PT e ele próprio:

    “A gente ia para a rua para valorizar o salário mínimo; tem gente agora indo pra rua contra o aumento do salário mínimo. Nós cansamos de ir pra rua tentando melhorar a condição de vida da empregada doméstica; tem gente indo à rua agora contra as melhorias para as empregadas, que eles preferem chamar de secretária, mas não querem pagar direitos. Fomos para a rua defender as cotas para o povo negro nas faculdades. Tem gente indo para a rua contra.”

    Lula estimulou a militância petista a pegar em lanças: “Contra esses, a gente tem que lutar. Se a gente não fizer esse debate, estaremos enfraquecendo o processo democrático neste país.”

    Numa versão planetária do ‘nós contra eles’, o sábio da tribo do PT grudou nos brasileiros que descem ao meio-fio a pecha de elite preconceituosa: “Vocês estão vendo o que está acontecendo com a crise de imigração na Europa, e aqui no Brasil também, com os haitianos. Existe uma política de preconceito contra as pessoas mais humildes do mundo inteiro.”

    Lula ironizou os panelaços que soam nas noites de transmissão de pronunciamentos de Dilma e de propagandas do PT na televisão. “As pessoas baterem panela quando tem pronunciamento nosso é um ato democrático. Não incomoda ninguém, não atrapalha tanto. O problema é que a empregada depois vai lavar a panela e aí é difícil. Se tiver amassada, vai ser complicado.‘‘

    Numa rara concessão à irracionalidade, Lula admitiu a certa altura que talvez seja o caso de o petismo fazer uma concessão à autocrítica: “A única coisa é que temos que medir […] se nós estamos fazendo aquilo que nos propusemos a fazer. Se a gente está certo ou se a gente está fazendo tudo ou se tem alguma coisa para a gente fazer. E a gente tem que medir a pressão para saber também por que eles estão se manifestando.‘‘

    Lula reconheceu que os petistas também estão sujeitos à condição humana. “Temos que levar em conta que cometemos erros. Temos defeitos.” Mas logo recobrou a racionalidade plena: “Ninguém fez mais o que nós fizemos por esse país.‘‘

    Onde Lula enxerga “erros”, a Polícia Federal, também às voltas com um surto de “irracionalidade emocional”, enxerga crimes. Horas antes de o cacique do PT discursar em São Bernardo, a PF indiciara em Curitiba mais 14 investigados na Operação lava Jato. Entre eles dois “gerreiros do povo brasileiro”: José Dirceu e João Vaccari Neto.

    Dirceu foi indiciado por formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Vaccari coleciona as mesmas imputações, além de uma outra: integrar organização criminosa. Sobre os indiciamentos dos dois amigos, Lula não disse nada. Ainda assim, deve-se torcer para que o orador mantenha o seu maravilhoso esforço para atingir a lucidez que falta às ruas.

    Mantendo-se do lado racional da vida, Lula não tardará a descobrir a identidade do sósia que enlameou seus dois mandatos. Está claro que alguém muito parecido com o líder máximo do PT privatizou a Petrobras, entregando-a ao conluio que juntou burocratas, políticos e empreiteiros numa pilhagem nunca antes vista na história desse país.

    Se conseguir achar o sósia que se fez passar por ele, Lula desfrutará do benefício adicional de ter alguém para responsabilizar pela irracionalidade de ter vendido Dilma ao eleitorado como uma gerentona infalível.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 03.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Dilma pede, mas Temer não volta à articulação


    Pedro Ladeira
    Pedro Ladeira


    Josias de Souza

    Em almoço no Palácio da Alvorada, Dilma Rousseff fez um apelo nesta quarta-feira para que Michel Temer se mantivesse à frente da articulação política do governo. O vice-presidente respondeu que não cogita retomar a rotina de reuniões com líderes partidários, para acompanhar a pauta de votações do Congresso. Também não deseja voltar à “pequena política” da distribuição de cargos e verbas.

    Temer colocou-se à disposição de Dilma para auxiliar o governo naquilo que chama de “macropolítica”. Fará isso pontualmente, sempre que acionado pela presidente. Mas deixou bastante claro que não reassumirá as atribuições de articulador, das quais se afastou há dez dias.

    O vice-presidente foi à residência oficial da presidente a convite dela. Durante o almoço, Dilma direcionou a conversa para o Orçamento da União de 2016, que o governo acaba de enviar ao Congresso com um rombo de R$ 30,5 bilhões. Coube a Temer a iniciativa de tratar da articulação.

    Temer foi direito ao ponto. Disse que gostaria de saber o que Dilma esperava dele, já que ainda não haviam conversado depois de sua saída da articulação política. Sobreveio o apelo. A presidente disse que a ajuda do vice vinha sendo inestimável. Preciso que continue me ajudando, ela afirmou. Temer respondeu que ajudará. Mas não mais como articulador político.

    Para Temer, sua passagem pela articulação foi concluída com a aprovação de todas as medidas provisórias e projetos do chamado ajuste fiscal do governo. Ele aproveitou para se queixar. Disse ter sido vítima de muita intriga palaciana. E reiterou que não quer mais fazer parte do roteiro de futricas.

    A conversa foi franca. A certa altura Temer afirmou que sua volta à articulação não funcionaria. Queixou-se de não ser informado das decisões do governo. Recordou o episódio da CPMF. Soube pelo noticiário que o governo cogitava recriar o imposto sobre o cheque. Quando Dilma lhe telefonou para informar sobre a novidade, às 16h30 de quinta-feira da semana passada, o vice já havia declarado em entrevista que se tratava de “burburinho.”

    Temer disse a Dilma que teria poupado o governo do desgaste, desaconselhando a opção pela CPMF. Acha que ajudou a evitar o pior ao sugerir que o projeto de lei de Orçamento de 2016 fosse enviado ao Congresso sem a CPMF. Para Temer, a derrota do governo seria incontornável.

    Dilma informou a Temer que fará uma reunião no domingo, para discutir com os ministros econômicos saídas para cobrir o rombo de R$ 30,5 bilhões do Orçamento de 2016. Pediu a Temer que participe desse encontro. O vice disse estará presente.


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 02.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Vídeo - General Mourão responde aos oportunistas e ao presidente da Bolívia Evo Morales




     Gerneral Mourão, diz não compreenderr que os presidentes militares sejam chamados de ditadores e  entretanto  chamam Fidel Castro de presidente.

    Ele ainda assegura que a história verdadeira virá a tona quando desaparecer todos os atores daquela época e ai todos saberão realmente dos fatos. 

     

     




    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 02.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Boiando e viajando na maionese - Américo Gomes de Almeida




     

    Acho que estou boiando ou viajando na maionese! Toda noite repasso as postagens pois não tenho tempo durante o dia! Dói à vista, machuca a mente ao ler que ainda tem gente que acredita em uma saída DEMOCRÁTICA!

    Respiro fundo e reflito: qual parte eu perdi? Onde ainda existe algum buraco na nossa CF que possa desaparelhar o Brasil e IMPEDIR a realização da URSAL, PÁTRIA GRANDE já em curso e agora com 10 bilhões da China em caixa!

    Quanto tempo mais o povo vai morrer! Que preço pela tal democracia devemos pagar? Quantos de nossos entes queridos precisam tombar? Devo ser um péssimo analista em ver o cerco mundial se fechando, devo ser um pessimista por não acreditar que os políticos de repente irão mudar tudo ceifando suas mordomias?

    Devo ser um péssimo leitor da história e não entender direito sobre o marxismo, quem já utilizou, utiliza e seus resultados? Talvez eu possa ser um daqueles que vê conspiração em tudo e ao juntar fatos, pactos, tramoias e etc dos políticos socialistas, fico achando que eles querem apenas o bem do Brasil! Talvez não tenha entendido bem Gramsci, talvez não tenha entendido as intenções do FORO DE SP, talvez não tenha compreendido bem o PT e seus aliados, talvez tenha me enganado com FHC e sua corja seus roubos e pactos para implantar o Comunismo, a final ele deve ser um socialista bem intencionado, a final salvou o Brasil com o real... E devo esquecer da OIT 169 e tantos outros!

    Tudo inveja da oposição! Deve ser impressão minha que vivemos já em uma ditadura com direito a censuras e ainda não acreditar que os grupos MST e outros irão se dissipar na boa! Acho que perdi alguma coisa em algum lugar! Talvez no caso mais médicos (malucos cubanos dizem que alguns são soldados cubanos) e acreditei...

    Coitados nos Nigerianos, Haitianos, muçulmanos e tantos outros que ao chegarem aqui ganham mais direitos que os nativos.. A final eles sofreram muito! Devo ser tapado ao achar que o PNDH3 está sendo colocado em pratica e nada tem a ver com A AGENDA e que isso não irá destruir a estrutura familiar, social e democrática!

    Devo ser um pai terrível em não concordar com a política de gênero! E realmente devo ser um fascista por não gostar dos coitadinhos dos criminosos! O que eu perdi no COMO a democracia brasileira poderá nos salvar?

    Eu também não gosto da palavra INTERVENÇÃO... Principalmente quando a INTERVENÇÃO QUE VEJO É A COMUNISTA SOCIAL BOLIVARIANA DO PROLETARIADO! Vejamos: o que mais falta para o sistema de governo mudar? O que faremos se o sistema mudar como querem ABERTAMENTE E DECLARADAMENTE, ESCANCARADAMENTE, TRANSPARENTEMENTE DITA mudar e o povo se calar e com isso dar aval às FFAA a se tornarem vermelhas? Haaa isso não é possível? É, estou realmente delirando! O que vcs acham que devo gritar nas ruas: Impeachment, renuncia ou pizza? Pena que Bolsonaro tenha apenas 3!.... Opiniao de um brasileiro


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários

  • 02.09.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Papo d‘ Esquina




     MUDA O TRATAMENTO DE RICARDO COUTINHO COM JOSÉ MARANHÃO

    Quem foi a inauguração do Trevo das Mangabeiras, com facilidade percebeu que o relacionamento do governador Ricardo Coutinho com e do senador José Maranhão já não foi o mesmo, com relação ao que foi visto quando dai inauguração do Centro de Convenções de João Pessoa, quando o governador pediu ao grande publico presente uma salva de palmas para ele José Maranhão. Nessa segunda feira foi apenas um cumprimento formal que chamou a atenção, demonstrando que o governador não digeriu a convenção da legenda peemedebista e os acenos feitos para os tucanos que festivamente participaram do evento. A propósito em entrevista a imprensa RC fez questão de alfinetar “O PSB conversa pouco e, modéstia à parte, faz muito e as coisas estão aqui pela cidade. Quem realiza tem um handicap para fortalecer qualquer pólo político. Não vamos ver a banda passar, vamos participar desse processo com a maior força, crença e fé nessa cidade”, disse. “Aliados não agindo como aliados, eu acho que isso não fecha a equação”, afirmou, apontando que “muita água ainda vai rolar por baixo dessa ponte e vamos ter a capacidade de saber se nossa aliança é para valer. Ou vale nos principais municípios da Paraíba, incluindo João Pessoa, ou não vale é uma resposta que não posso dar”, destacou.


    GERVÁSIO MAIA NÃO ACEITA RECONDUÇÃO DE MANOEL JUNIOR NO PMDB


    Falando a respeito do evento do seu partido o PMDB, o deputado Gervazio Maia se mostrou insatisfeito com a recondução do deputado Manoel Junior a presidência do Diretório Municipal, pois havia um acerto homologado pela cúpula da legenda, para que ele Gervásio fosse o sucessor de Manoel Junior o que não aconteceu, sob o frágil argumento de que ele iria se acomodar e apoiar em 2016 para a Prefeitura da capital, um candidato do PSB o partido do governador. Ora, esclareceu Gervásio, que mesmo que desejasse agir assim, tal iniciativa não dependeria apenas de sua pessoa, pois seria uma decisão colegiada e, portanto, o argumento de Manoel Junior, para se manter na presidência não se sustenta. Por fim, declarou o magoado peemedebista, de que jamais pensou em vivenciar um momento assim na sua legenda e com relação ao seu futuro político, só o tempo dirá.

    MILANEZ ESNOBA CANDIDATURA DE MANOEL JUNIOR E DIZ TER PENA DO MESMO


    Por falar na convenção peemedebista o vereador Fernando Milanez (PMDB), um dos mais experientes de nossa seara políticos, cuja atividade na área, começou ainda com chefe de gabinete do seu falecido pai Fernando Milanez, presidente da nossa Assembleia Legislativa, além de não participar da convenção que escolheu no último domingo Manoel Junior, como presidente do Diretório do partido na capital, criticou a provável candidatura dele Manoel Junior a prefeito de João Pessoa, dizendo que ele vai fazer apenas figuração e será usado como Vital do Rego em 2014. O vereador, disse que tem até pena de Manoel Junior. O presidente da legenda na Paraíba o senador José Maranhão minimizou as criticas de Milanez e disse que ele defende Cartaxo e o apoio a reeleição do mesmo, tendo em vista ter um parente ocupando um cargo na Prefeitura Municipal.

    RC DIZ QUE PSB NÃO VERÁ BANDA PASSAR EM 2016

    Outra aliança que parece que já foi para o brejo é a do PSB e PT, considerando os últimos embates e ataques de parte a parte, culminando esta semana com a inauguração dos Trevos das Mangabeiras, quando o prefeito foi ignorado pelo cerimonial do Palácio, só sendo convidado quando reclamou do esquecimento com relação a sua pessoa. Ontem o prefeito ao ser informado de que o governador teria dito que em 2016 o PSB não ficará vendo a banda passar, ou seja, participará ativamente da corrida a Prefeitura da capital, provavelmente com candidato próprio, o alcaide reagiu as declarações do governador Ricardo Coutinho (PSB), dizendo:“Acho que isso não é um concurso de fanfarra”, ironizou, mas evitou polemizar “Acredito que o importante é a gente continuar trabalhando, eleição a gente só trata o ano que vem”, afirmou o prefeito.

    RICARDO BARBOSA APOSTA EM CANDIDATURA PRÓPRIA DO PSB


    Já aparentemente recuperado da cirurgia a que se submeteu recentemente, o deputado estadual, Ricardo Barbosa (PSB), afirmou numa entrevista acreditar no rompimento da aliança entre o seu partido, e o PT, . O deputado ainda disse qual a sua preferência para ser candidato. "Acho que o melhor nome é do secretário João Azevedo, ele reúne experiência, tem conhecimento da cidade de João Pessoa como poucos. Ele é um dos principais interlocutores do Governo em Brasília, toca com maestria e muita competência quase todas essas obras que engrandecem a gestão do governador Ricardo", Ele fez questão de registrar que o partido ainda não se definiu: “O PSB ainda não definiu. Mas eu defendo que o partido que tem projeto, que tem quadros, deve apresentar opção para as principais cidade. É questão de principio na política. Tem partido, tem projeto, tem quadro, então não deve dar um passo para trás”, enfatizou.

    CÁSSIO E ALGUNS DOS NOSSOS DEPUTADOS, SÃO DESTAQUES NO CONGRESSO NACIONAL

    O deputado Luiz Couto nos seus primeiros mandatos como deputado federal, sempre figurou entre aqueles parlamentares mais influentes e importantes do Congresso Nacional, porém o. deputado vem há três anos passando despercebido nos levantamentos feitos pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) . Neste ano, o religioso mais uma vez sequer foi citado, quem sabe talvez em razão da falta de gana e do desejo de pendurar as chuteiras, já que revela que não irá tentar um novo mandato. Desta feita três paraibanos mereceram destaque: Efraim Filho (DEM), Hugo Motta (PMDB) e Wellington Roberto (PR) citados como na lista dos parlamentares em ascensão. O relatório indica que nesta relação de parlamentares em ascensão eles estariam entre os 150 mais influentes do Congresso Nacional’.Sempre presente nas listagens até 2012, o deputado federal Luiz Couto passou literalmente despercebido nos últimos três anos pelo levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) que avaliou a produção dos parlamentares no ano de 2015, o religioso mais uma vez sequer foi citado. O mais alarmante é que seu colega de Câmara, Manoel Júnior combatido pelo petista, superou mais uma vez o parlamentar religioso no quesito influência e com atuação parlamentar, acabou dando uma rasteira na popularidade de Luiz Couto perante o levantamento realizado pelo Diap. É válido destacar, que outro adversário do petista, o senador tucano Cássio Cunha Lima também foi o único senador paraibano apontado como um dos cem ‘cabeças’ mais influentes do Congresso.

     

    TRANSMITINDO O SINAL PARA A SOCIEDADE - AMÉRICO GOMES DE ALMEIDA

    A corrupção como método de governo, implantada pelo PT, corrói as instituições e é um exemplo para toda a sociedade. As pessoas que cobram honestidade do cidadão não percebem que ser honesto no Brasil é um ato de auto-flagelação. O setor privado acompanha na íntegra aquilo que o governo faz e transmite para a sociedade. É a concessionária de energia que instala gatos nas residências para depois acusar o consumidor; é a concessionária de telefone que "devora" os créditos do usuário; é o banco que "inventa" taxas e debita na conta do correntista, sempre na linha do "se colar, colou".E sempre cola porque as agências reguladoras estão cegas e o Judiciário não tem estrutura para pacificar as consequências do roubo institucionalizado. Resta ao cidadão se defender. Mas como? Será que temos uma linha de defesa ou nossa trincheira está repleta de granadas prestes a detonar?????

    LEILA ARAÚJO FALA DO SURREALISMO DO BRASIL

    O Brasil é tão surreal, que pessoas simpáticas a um partido com três ex-Presidentes PRESOS por corrupção estão acusando um juiz de receber um SALÁRIO alto. Sim, eu disse SALÁRIO!Curiosos esses tempos... Dirceu, o propineiro, o corrupto, ainda não foi expulso do PT e continua sendo chamado de "guerreiro do povo brasileiro", mas o juiz Moro, porque recebe um salário alto, é tratado como bandido.Boa sorte aí pra nós, que precisamos educar filhos e ensinar valores morais em meio a tanta deformidade. Cara Leila, Na verdade excepcionalmente naquele mês ele como todos os servidores receberam o salário mais a metade do 13º e uma outro atrasado. A mentira era tão sem credibilidade que nem o contracheque do Moro foi apresentado na denúncia. É preciso não esquecer que o teto dos servidores é o salário de Ministro do Supremo e, portanto nem Moro nem ninguém pode perceber além disso. Eles os incomodados por Sérgio Moro, são incompetentes até nas denúncias que inventam.


    Daudeth Bandeira e José de Souza Dantas, do livro: Invenções e descobertas em estilo cordel:


    “O PIÃO é um brinquedo de origem milenar que se enrola num barbante e faz o mesmo rodar numa alta rotação, que deixa a marca no chão e o zunido no ar.”

    Esta coluna é publicada no http:www.blogdopedromarinho e em quatro portais


    Arquivado em Artigos

    ( 0 ) comentários


ver mais antigas