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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Maranhão destaca PMDB como oposição de 1ª hora e aponta, ‘Cássio se aproveitou do Governo’






    O presidente do PMDB na Paraíba, José Maranhão (PMDB), durante entrevista no programa Rádio Verdade, da Arapuan FM, nesta quinta-feira (24) afirmou que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), pré-candidato ao Governo do Estado e ex-aliado do atual governador Ricardo Coutinho (PSB), se aproveitou da atual gestão ao romper apenas este ano.
    Após resultado de pesquisa, Maranhão admite disputar vaga no Senado
    Para o ex-governador, o pré-candidato do PMDB, Veneziano Vital do Rego, é o opositor de primeira hora e o eleitor paraibano saberá diferenciar isso. “Quando começar o debate eleitoral, Veneziano vai dizer isso e as pessoas irão entender”, colocou.
    Por outro lado, o peemedebista não deixou de destacar as qualidades do senador. “É indiscutível que Cássio é um grande líder. Basta ver as pesquisas que mostram a confiança que o povo tem nele. Mas ele se aproveitou do Governo”, declarou.

    Pedro Callado


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Câmara de Santa Rita confirma sessão que pode cassar prefeito, nesta sexta




     Câmara de Santa Rita confirma sessão que pode cassar prefeito, nesta sexta
    Reginaldo foi afastado pela Câmara de Vereadores, nos dias 20 e 24 de março deste ano, sob a acusação de ter praticado supostas irregularidades à frente do Poder Executivo municipal

    Reginaldo Pereira
    A Câmara Municipal de Santa Rita confirmou, nesta quinta-feira (24), a realização de uma sessão extraordinária que pode cassar o mandato do prefeito Reginaldo Pereira. A sessão está marcada para as 9h desta sexta-feira (25). Reginaldo está afastado do cargo desde o início do ano. Por duas vezes ele retornou ao mandato, mas o Tribunal de Justiça determinou o seu afastamento e esta semana o Supremo Tribunal Federal denegou uma liminar dos advogados que pediam a revogação das decisões judiciais na Paraíba.

    Em ofício assinado pelo presidente da Casa, Joselito Carneiro Morais, a Câmara foi convocada e julgará o parecer final da Comissão Processante, que pede a procedência da acusação de infração político-administrativa por parte do gestor municipal.

    Reginaldo foi afastado pela Câmara de Vereadores, nos dias 20 e 24 de março deste ano, sob a acusação de ter praticado supostas irregularidades à frente do Poder Executivo municipal. Ele conseguiu derrubar duas decisões judiciais e retornar ao cargo, mas no último dia 4 de abril, uma decisão do Tribunal de Justiça derrubou a liminar do prefeito e manteve Netinho no cargo.

    Entre as denúncias que basearam a decisão dos vereadores estariam a comprovação de irregularidades em licitações, falsificação de documentos públicos, falsidade ideológica, afastamento irregular do município, nomeações irregulares, descumprimento de leis municipais, prática de nepotismo e quebra de decoro.


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Caixa Econômica divulga resultado do concurso para técnico bancário





    Prova foi aplicada no dia 30 de março em João Pessoa, Campina Grande e Patos; mais de 26 mil pessoas se inscreveram no certame somente na Paraíba
    Emprego e Educação | Em 24/04/14 às 17h55, atualizado em 24/04/14 às 19h55 | Por Redação

    Caixa Ecônimica Federal
    A Caixa Econômica Federal divulgou, nesta quinta-feira (24), o resultado do concurso para formação de cadastro de reserva para o cargo de técnico bancário. A lista com o desempenho dos candidatos pode ser consultada no site da banca organizadora do certame. Na página, estão disponíveis as notas finais da prova objetiva e provisórias da prova de redação.

    Os candidatos poderão ter acesso à prova de redação e aos espelhos de avaliação e interpor recurso contra o resultado provisório na prova de redação, das 9 horas do dia 25 de abril de 2014 às 18 horas do dia 26 de abril de 2014 (horário oficial de Brasília/DF).

     

    As provas foram aplicadas no dia 30 de março em João Pessoa, Campina Grande e Patos; mais de 26 mil pessoas se inscreveram no certame somente na Paraíba. Para o estado, foram reservadas pelo menos 374 vagas para candidatos aprovados para técnico bancário novo que exige nível médio. Os municípios contemplados estão localizados nos macropolos de João Pessoa, Campina Grande e Patos. O salário para técnico bancário novo, de nível médio, é de R$ 2.025.

     


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    As belas da sexta - Fotos









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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    CPI já é a primeira batalha da eleição




     
    Oposição sai em vantagem; mídia tradicional vai jogar todos os holofotes na cobertura da investigação parlamentar que será restrita à estatal do petróleo; governistas reagem com coleta de assinaturas para CPIs da Alstom-Simens e do porto de Suape, mas terão de superar barreiras de interesse para alcançarem mesma repercussão; estratégia é a de combater a artilharia dos oposicionistas com fogo pesado, mas cobertura jornalística das batalhas tende a ser desigual; os dois lados mobilizam seus melhores quadros e armas; quem vai conseguir fazer mais barulho?
    24 DE ABRIL DE 2014 ÀS 21:43

    247 – A primeira grande batalha da eleição presidencial de 2014 vai começar com o envolvimento de todos os soldados, generais e armas que os dois lados em disputa – governo e oposição – têm de melhor. Nada nem ninguém vai ficar de fora da CPI da Petrobras, mas os governistas, em particular, também querem tornar verdadeiras guerras as prováveis CPIs sobre os contratos de trens e metrô, em São Paulo e Minas Gerais, e as obras no porto de Suape, em Pernambuco. As coletas de assinaturas já começaram.

    É certo que, de saída, a oposição se mostra melhor posicionada no front de luta. A mídia tradicional e familiar está com todos os seus holofotes iluminando, desde já, a futura CPI da Petrobras. Entre os próprios governistas, a projeção é a de que não haverá uma mudança de prioridade na cobertura jornalística, mesmo que eles consigam instalar uma ou mais CPIs que visem atingir os redutos do PSDB, de Aécio Neves, e o PSB, de Eduardo Campos. Superar essa desvantagem tática vai demandar esforços redobrados por atenção da parte dos governistas.

    A decisão da ministra Rosa Weber, do STF, de conceder o mandado de segurança impetrado pela oposição, para garantir que a CPI a ser instalada nas próximas semanas tenha como tema exclusivo a Petrobras, deixou os oposicionistas em festa. O primeiro a comemorar foi o presidenciável Aécio Neves. Na presidência do PSDB desde o ano passado, uma de suas primeiras decisões foi a realização de um seminário sobre a Petrobras.

    A partir do tema, Aécio proferiu vários discursos e incrementou suas articulações. As repercussões, nos últimos tempos, sobre a compra, pela estatal, da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006, forneceram o combustível que o presidenciável tucano precisava para avançar suas tropas. "Venceram a democracia e a sociedade", saudou Aécio sobre a decisão de Rosa. Ele, de fato, desferiu o primeiro tiro e, sem dúvida, acertou o adversário.

    Preparando-se para obter a oficialização de sua candidatura à reeleição pelo PT, a presidente Dilma Rousseff tem na CPI da Petrobras seu ponto de maior preocupação no momento. Com o estabelecimento do caráter exclusivo da investigação, é ela quem mais tem a perder, em tese, diante das atenções voltadas para o tema. O comando de sua pré-campanha não têm dúvidas de que os debates na CPI serão devidamente amplificados na mídia familiar, com acento para o que for ruim para o governo e suavização do que se apurar em favor dos procedimentos a Petrobras.

    Para superar o desequilíbrio projetado desde já, os governistas sabem que, além de buscarem papéis preponderantes no palco da CPI da Petrobras, exatamente para defender a gestão da empresa, terão de usar fogo contra fogo. Por isso, todo o esforço, desenvolvido a partir de agora, para a criação das CPIs da Alstom-Siemens e de Suape.

    "Queremos a assinatura do senador Aécio Neves", disse nesta quinta-feira 24, em entrevista ao 247, o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini. Pela manhã, o presidenciável tucano disse que estaria à disposição para assinar requerimentos por novas CPIs, mas dificilmente Aécio dará tiros nos próprios pés.

    O PT já anunciou que não irá recorrer ao STF em razão do voto da ministra Rosa. O Senado, ao contrário, tentará reverter a decisão no plenário, mas não há efeito suspensivo sobre a decisão ministra. Assim, a luta já tem cenário e exércitos a postos. Nas próximas semanas, com a efetiva instalação da CPI, a batalha passará a ocupar o centro do noticiário político – e terá peso determinante sobre o resultado das urnas de outubro. Ao menos, assim espera a oposição.


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Mais de 20 anos depois, Supremo absolve Collor




    :
    Ministros inocentaram o ex-presidente Fernando Collor pelos crimes de peculato (desvio de dinheiro público), falsidade ideológica e corrupção passiva nesta quinta-feira 24; argumento da relatora, ministra Cármen Lúcia, foi a falta de provas que o vinculem a um suposto esquema de recursos advindos de empresas de publicidade que prestavam serviços ao governo na época em que ele era presidente, entre 1990 e 1992; segundo ela, acusações do Ministério Público eram "frágeis"; "É preciso certeza, não basta probabilidade", afirmou; único que não acompanhou a ministra integralmente foi Teori Zavascki, que concordou com a absolvição por peculato, mas entendeu que falsidade e corrupção já prescreveram
    24 DE ABRIL DE 2014 ÀS 17:57

    Alagoas247 - Pela segunda vez, o ex-presidente Fernando Collor (PTB) é inocentado pelo Supremo Tribunal Federal, a mais alta Corte de Justiça do Brasil. Em julgamento realizado na tarde desta quinta-feira (24), os ministros do STF entenderam que não há provas que vinculem Collor a um suposto esquema de recursos advindos de empresas de publicidade que prestavam serviços ao governo federal, na época em que foi presidente da República, como disse o Ministério Público.

    Este segundo e último julgamento trata da parte final de um processo já apreciado em outra instância da Justiça Federal, que já absolveu, também por ausência de provas, os demais denunciados pelo Ministério Público. Agora, em relação ao ex-presidente, os ministros do STF praticamente seguiram a sentença da juíza federal Pollyana Medeiros, proferida em abril do ano passado. Em treze páginas, ela desmontou as acusações e não encontrou conexões entre as empresas contratadas e seus supostos beneficiários.

    O ex-presidente já havia sido inocentado pelo STF, em julgamento ocorrido em 1994. Na época, o relator da ação penal foi o ministro Ilmar Galvão. Recentemente, Galvão relembrou aquela fase de acusações e emitiu ponto de vista sobre o processo: "O juiz não julga porque acha, pela simpatia. O que eu posso dizer é que não havia prova contra Collor. Seria um absurdo condenar alguém se não havia prova".

    Punição política

    Inocentado pela Justiça brasileira, em dois julgamentos no Pleno do STF, ainda assim o ex-presidente enfrentou as consequências de uma punição política, imposta em 1992 pelo Congresso Nacional. O impeachment de Collor foi uma decisão dos deputados e senadores, que resolveram afastá-lo por oito anos da vida pública nacional. Todo o episódio também proporcionou discussões acerca da isenção jornalística na cobertura do caso.

    Durante o Seminário "Poder Judiciário e Imprensa", promovido pela Escola da Magistratura da Justiça Federal da 3ª Região, ocorrido em São Paulo, em 2011, o jornalista global Caco Barcelos falou sobre a apuração jornalística durante o impeachment do ex-presidente. Na ocasião Barcelos lamentou o fato de, no Brasil, a regra ser a prática do jornalismo declaratório e não o investigativo. "Há uma diferença essencial", disse ele.

    Para o jornalista Caco Barcelos, que se consagrou como repórter investigativo, o jornalismo declaratório é, infelizmente, o que mais se pratica na maioria das redações brasileiras. "Collor sofreu uma punição política, mas não se provou nada contra ele. A denúncia judicial e a denúncia de imprensa devem ter sido, portanto, incompetentes", afirmou o profissional no Seminário.

    Presidente civil

    Jovem, aos 41 anos, Fernando Collor tornou-se, em 1989, o primeiro presidente civil eleito pelo povo, após o regime militar instaurado em 1964, e marcou sua gestão com características de modernização e avanço na industrialização do país. Assumiu a presidência num quadro hiperinflacionário e de estagnação econômica e com produtividade industrial de 1,4% ao ano. No decorrer do governo, a produtividade subiu para 7,6% ao ano.

    Até aquele histórico ano eleitoral, o Brasil só possuía cinco empresas com certificação internacional de qualidade ISO 9000. Com a abertura do mercado brasileiro ao sistema financeiro mundial e o fomento aos investidores, mesmo em pouco tempo, Collor deixou o País com 1.341 empresas com ISO 9000.

    Dados compilados pela Universidade de São Paulo e constantes nos arquivos do Banco Central atestam muitos outros indicadores positivos da gestão Collor, todos decorrentes do plano de modernização da economia brasileira. Mas há também dados relevantes no campo social e que podem ser confrontados com outras gestões. Na área da saúde, por exemplo, o presidente Collor investiu 14 bilhões de dólares. Para se ter uma ideia, o governo Fernando Henrique Cardoso não passou de 13 bilhões de dólares.

    A Organização Mundial da Saúde registrou no Brasil, entre 1990 e 1992, o número mais baixo de doenças em crianças. Em 1991, o governo Collor ganhou do Unicef o prêmio Criança e Paz, pelo programa nacional de imunização. Para os especialistas em saúde, investir na prevenção de doenças é melhorar a qualidade de vida das pessoas e economizar recursos públicos.

    Outro setor que acelerou com a reforma foi o automotivo. Em 1989, o Brasil dispunha de quatro montadoras e 26 modelos de veículos. Com a abertura comercial, o País ganhou 40 montadoras e os consumidores passaram a ter 500 modelos como opção. Especialistas reconheceram que o governo Collor marcou a fase em que o Brasil passou a se mostrar ao mundo como parceiro confiável.

    Prêmio de "Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita" e "Esso de Jornalismo", em 1986, Luis Nassif, assim referiu-se ao presidente Fernando Collor, em texto publicado na Folha de São Paulo, quatro anos após o ex-presidente ter sofrido a punição política dos congressistas: "Julgamentos políticos não podem se restringir à meia análise das chamadas virtudes éticas comuns - umas devem ser feitas em cima da própria ética do Estado, do compromisso de mudar realidades e construir nações. E, nisso, Collor foi imbatível".

    Com gazetaweb.com


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    O mato crescido na Praça Aristides Lobo e a falta de vegetação na Praça Pedro Américo





     Quem passa pela estátua de Manoel Caixa D' Água e pela praça Aristides Lobo, logo sente que os profissionais da Sedurb não vêm desenvolvento as suas atividades a contento no sentido de embelezar os nosso logradouros. Mais adiante na Praça Pedro Américo, se observa total descaso com o seu jardim ,outrora tão bonito. Hoje o gramado e as flores desapareceram e só restou ali areia nos seus canteiros.

    Quem sabe com a saída do secretrário da Sedurb Assis Freire, o novo secretário lembre desses importantes logradouros, uns dos primeiros da cidade de João Pessoa.






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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Gente da minha terrra - Walfredo Guedes Pereira




     Walfredo Guedes Pereira (1882-1954)


    Nasceu em Bananeiras, brejo paraibano, onde sua família era proprietária de vários engenhos. Ainda estudante, participou, junto a José Américo de Almeida, do grupo "Jovens Turcos", através do qual iniciou seus primeiros passos rumo ao processo político regional. Graduado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1908, voltou ao torrão natal para clinicar profissionalmente.

    Foi prefeito da cidade da Parahyba do Norte no quadriênio 1920-1924, quando destacou-se pela honestidade, visão comunitária, autoridade e competência administrativa: em seu governo a cidade recebeu seu primeiro mapa urbanístico com projetos de abertura de avenidas e praças; urbanizou a Lagoa dos Irerês, que durante séculos foi um limitador do crescimento da cidade na direção do mar, transformando-a no belo Parque Solon de Lucena; iniciou o plano de esgotamento sanitário; implantou o Parque Zoo-botânico Arruda Câmara (Bica); ligou definitivamente o centro à orla marítima quando implantou a Avenida Epitácio Pessoa a partir da Praça da Independência, logradouro construído por si em terreno de sua propriedade e doado à comunidade. Em suma, um homem com visão de civilidade muito à frente do seu tempo.


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Após aprovação em concurso, polícia barra condenado por matar indio Galdino - Candidato tinha 16 anos na época e foi condenado a um ano de internação




     
    A Polícia Civil do Distrito Federal informou nesta quinta-feira (24) que o candidato G.N.A.J., condenado em 2001 pela participação no assassinato do índio Galdino Jesus dos Santos, foi reprovado administrativamente na etapa de sindicância de vida pregressa e investigação social. A fase é eliminatória, mas o candidato pode recorrer à Justiça.
    O anúncio da Polícia Civil foi feito após a divulgação de que o candidato havia sido aprovado em todas as outras etapas do concurso. G.N.A.J. já havia passado nas provas objetiva, física, médica, psicológica e toxicológica.

    Segundo o edital do concurso, realizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), a sindicância da vida pregressa e investigação social avalia a idoneidade moral do candidato no âmbito social, administrativo, civil e criminal.

    O requisito, “indispensável para aprovação” no concurso, segundo o edital, é avaliado por uma comissão formada pela direção da Polícia Civil. O caso, porém, deve dar margem a discussão na Justiça. Mais cedo, o professor de administração pública José Matias-Pereira, da UnB, disse ao G1 que G.N.A.J. já cumpriu a pena e, legalmente, não haveria impedimento para que ele assumisse o cargo de policial civil.

    “O que se pode questionar é o aspecto moral – porque se tem uma questão de ética e uma questão moral. No caso, seria a pena moral que a sociedade aplicou pelo seu comportamento. A sociedade entende que moralmente o comportamento dele não é compatível com o cargo público que envolve, digamos assim, questões relacionadas à segurança pública e à própria violência”, diz.

    Matias-Pereira disse acreditar que o candidato consiga judicalmente a aprovação dele no certame. “A única coisa hoje que prende ele nessa questão toda é a do aspecto moral, da atitude que ele tomou num determinado momento da vida dele.”

    Crime

    G.N.A.J. e outros quatro jovens foram condenados em 2001 por queimar vivo o índio Galdino, que dormia em uma parada de ônibus em Brasília. À época, com 16 anos, G.N.A.J. foi encaminhado para um centro de reabilitação juvenil, condenado a cumprir um ano de medidas socioeducativas. Ele passou apenas três meses internado. O crime foi cometido no dia 20 de abril de 1997, cinco rapazes de classe média de Brasília atearam fogo no índio pataxó Galdino Jesus dos Santos, de 44 anos, que dormia em uma para de ônibus na Asa Sul, bairro nobre da capital federal. Após o crime, eles fugiram. Um homem que passava pelo local anotou o numero da placa do carro dos jovens e entregou à polícia. Horas depois, Galdino morreu. Ele teve 95% do corpo queimado – o fogo só não atingiu a parte de trás da cabeça e a sola dos pés.

    Quatro anos após o crime, Max Rogério Alves, Eron Chaves de Oliveira, Tomás Oliveira de Almeida e Antônio Novély Cardoso de Vilanova foram condenados pelo júri popular a 14 anos de prisão, em regime integralmente fechado, pelo crime de homicídio triplamente qualificado – por motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que impossibilitou defesa à vítima. Por ser menor, G.N.A.J. foi condenado a um ano de medidas socioeducativas.

    Galdino havia chegado a Brasília um dia antes de ser morto – no dia 19 de abril, Dia do Índio. Ele participou de várias manifestações pelos direitos dos indígenas.

    Condenados por crime hediondo, Max, Antônio, Tomás e Eron não teriam, à época, direito à progressão de pena ou outros benefícios. A lei prevê a liberdade condicional após o cumprimento de dois terços da pena. Mas, em 2002, a 1ª Turma Criminal fez uma interpretação diferente. Como não há veto a benefícios específicos na lei, os desembargadores concederam autorização para que os quatro exercessem funções administrativas em órgãos públicos.

    As autorizações da Justiça permitiam estritamente que os quatro saíssem do presídio da Papuda para trabalhar e retornassem ao final do expediente. A turma de juízes chegou a permitir que os quatro também estudassem, mas, como há proibição específica na Lei de Execuções Penais, o Ministério Público recorreu e conseguiu revogar a permissão de estudo para Eron Oliveira e Tomás Oliveira. Mesmo assim, eles continuaram estudando em universidades locais, contrariando a decisão.

    Em outubro do mesmo ano, três dos cinco rapazes condenados foram filmados bebendo cerveja em um bar, namorando e dirigindo os próprios carros até o presídio, sem passar por qualquer tipo de revista na volta. Após a denúncia, os assassinos perderam, temporariamente, o direito ao regime semiaberto, que era o que permitia o trabalho e o estudo externos.


    G1

    Em agosto de 2004, os quatro rapazes ganharam o direito ao livramento condicional, mas eles precisam seguir algumas regras de comportamento impostas pelo juiz no processo para manter a liberdade, como não sair do Distrito Federal sem autorização da Justiça e comunicar periodicamente ao juiz sua atividade profissional.


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Chico César diz que governadores da PB imbecilizaram a cultura Secretário lamentou abandono de projetos culturais por Cartaxo




      
    O secretário estadual de Cultura, Chico César, disse, na manhã desta quinta-feira (24), que gestões anteriores a do governador Ricardo Coutinho (PSB) imbecilizaram as políticas culturais. “Governos populistas colocaram em prática uma política de imbecilização da cultura, massacrando as políticas culturais. Vou citar Gilberto Gil: O povo sabe o que quer, mas o povo também quer o que não sabe”, disse o secretário.

     

    Chico César enfatizou que é necessário incentivar a música de qualidade e a cultura popular. Ele voltou a afirmar que não haverá espaço para as bandas de ‘forró de plástico’ em programações da Secretaria de Cultura, na gestão do governador Ricardo Coutinho.

     

    Em entrevista à CBN, Chico César destacou, ainda, que a gestão de Ricardo Coutinho reformou diversos equipamentos culturais e incentivou a cultura popular. “O teatro Santa Roza corria o risco de cair! Ficamos sem o teatro, mas precisávamos reformar. Também reformamos a Fundação Espaço Cultural. Duplicamos os recursos do Fundo de Incentivo à cultura e apoiamos a realização de diversos eventos da cultura popular”, disse ele.

     

    Chico César lamentou o abandono de diversos projetos culturais iniciados na gestão de Ricardo Coutinho como prefeito. “O Circuito Cultural das Praças, por exemplo, foi abandonado. Espero e torço que o empenho do prefeito Luciano Cartaxo transforme o Centro Histórico. Ele tem dinheiro para isso porque a presidenta Dilma Rousseff mandou os recursos específicos para isso”, finalizou Chico.

     

     

    Jãmarrí Nogueira - MaisPB


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    APÓS PESQUISAS - Maranhão não descarta Senado e ironiza percentual de Santiago




     Ex-governador também ironizou seu sobrinho, o deputado federal Benjamin Maranhão | |
    O ex-governador e presidente estadual do PMDB, José Maranhão (PMDB), voltou a afirmar, nesta quinta-feira (24), que sua pretensão é disputar a Câmara Federal nas eleições estaduais de outubro, mas ressaltou que seu nome está à disposição do partido para disputar o Senado Federal. Ele também alfinetou os ex-companheiros de partido, o ex-senador Wilson Santiago (PTB) e o deputado federal Benjamin Maranhão (que é seu sobrinho).

    “Se for de interesse do partido, do nosso candidato a governador [Veneziano Vital do Rego] e dos partidos aliados coloco meu nome a disposição para disputar o Senado, mas minha pretensão é disputar a Câmara Federal”, ratificou.

    As declarações de Maranhão são motivadas pelo seu desempenho nas ultimas pesquisas eleitorais para o Senado Federal da Paraíba, nas quais aparece em primeiro lugar, com mais de 30%. Ao comentar os números, o ex-governador rebateu as “críticas de que era um político ambicioso, que só pensa em si”.

    O ex-governador disse também que a postura de abrir mão da candidatura, mesmo na liderança, é uma demonstração clara de que é um homem de grupo e, sem citar o nome, alfinetou o ex-senador Wilson Santiago, que deixou o PMDB, acusando-o de ser intransigente.

    “Tenho 33% e abro mão da candidatura, enquanto isso tem políticos com 4,5% brigando para serem candidatos”, ironizou.

    As declarações do ex-governador foram feitas durante entrevista ao Programa Rádio Verdade da Arapuan FM. Indagado se a sua fala não era uma indireta ao ex-senador, Maranhão desconversou, mas, mais adiante, disse que Santiago e Benjamin saíram do PMDB se queixando de falta de espaços depois de se elegerem para tudo.

    “Ilustres membros do PMDB deixaram o partido se queixando de intransigência depois de se elegerem para tudo no partido”, questionado se seria uma nova indireta para Santiago Maranhão brincou e disse: “não é só ele, Benjamin também”.gência depois de se elegerem para tudo no partido”, questionado se seria uma nova indireta para Santiago Maranhão brincou e disse: “não é só ele, Benjamin também”.

    Cristiano Teixeira - MaisPB


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Prefeito de Pedra Branca declara apoio e diz "Nenhum governador investiu tanto no Vale do Piancó como Ricardo"




    O prefeito de Pedra Branca, Allan Feliphe Bastos (PR), e o ex-prefeito do município, Antônio Bastos (PMDB), declararam apoio ao projeto de reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB). A decisão foi anunciada no final da tarde desta quarta-feira (23), após encontro com Ricardo Coutinho e com o deputado estadual Lindolfo Pires (DEM). "Nenhum governador investiu tanto no Vale do Piancó como Ricardo Coutinho", avaliou o jovem prefeito de 23 anos.

    Allan Feliphe afirmou que desde o ano passado disse a Ricardo Coutinho que o povo de Pedra Branca seria grato ao trabalho do governo que tirou o município do isolamento e criou perspectivas de desenvolvimento. "Diante da atenção para com o nosso município mantivemos o compromisso de apoiar Ricardo porque essa é a vontade do povo que agradecerá no momento certo todos os benefícios para Pedra Branca".

    O prefeito Alan Feliphe destacou a conclusão da estrada ligando o município a Itaporanga e as obras do acesso à Nova Olinda, a reforma da escola municipal, a construção de habitações, a construção de um centro de tecelagem, as medidas contra a seca como obras importantes para o desenvolvimento do município e aproveitou o encontro com o governador para solicitar a construção da base do Samu no município e a construção de uma escola nova dentro do Pacto Social.

    O ex-prefeito de Pedra Branca, Antônio Bastos, pai do atual prefeito, também garantiu apoio do seu grupo político a Ricardo Coutinho e que lutará para a manutenção desse projeto que vem mudando para melhor os municípios paraibanos. "Os investimentos em estradas no município já refletem em nossa economia com o desenvolvimento do setor de confecções que será impulsionado com a conclusão do acesso a Nova Olinda", completou.

    Pedra Branca é um município localizado na microrregião de Itaporanga. De acordo com o IBGE, no ano de 2010 sua população era estimada em 3.721 habitantes. Área territorial de 194 km².


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Papo d' Esquina


     ANÍSIO MAIA DIZ QUE VENENZIANO NÃO EMPOLGA ELEITORADO

    O sempre polêmico deputado petista Anísio Maia, sobre a possibilidade de uma aliança do seu partido com o PMDB não perdeu tempo e foi logo dizendo que de sua parte ver tal aliança como aqueles noivos, cujos pais coronéis de barranco acertavam o casamento e os mesmos seguiam para o altar praticamente a força, pois tal enlace quase sempre era contra suas respectivas vontades. Anísio revelou que o ex-prefeito Veneziano Vital não empolga o eleitorado e fatalmente irá fracassar no pleito de outubro próximo. Danado que esse Anísio Maia é danado para acertar naquilo que atira.


    LUCÉLIO CARTAXO DE GOLEA ABAIXO

    Por falar em aliança entre o PMDB e PT pelo que se comenta seria empurrado de goela abaixo ao nome de Lucelio Cartaxo, irmão do prefeito Luciano, como candidato ao Senado. O problema é que tal pessoa não tem votos e nenhum serviço prestado ao estado da Paraíba, pois à frente da CBTU há mais de dez anos, não pintou um único vagão e nem aumentou sequer em um metro a malha ferroviária de nosso estado. O seu único feito que se tem noticia é ter realizado compras estranhas com recursos públicos, o que implicou num processo na Justiça Federal contra o mesmo, para que explique a aquisição de bebidas alcoólicas e outros itens bem estranhos. Em tempo: Lucélio tem negado a intenção de disputar o Senado, alegando que seu desejo é ser deputado federal e indicou o nome de Nadja Palitot para tal empreitada.

     

    O DIFÍCIL PARTO ENTRE O PMDB E PT

    A demora párea formação da aliança entre o PMDB tem alguns ingredientes que têm dificultado a sua consolidação, ou seja, o primeiro seria a exigência da retirada da candidatura de Nilda Gondim a reeleição para a Câmara Federal, o que facilitaria a eleição do irmão do prefeito Luciano Lucelio Cartaxo, pois se teria uma candidata de peso fora da disputa. O PT também estaria a exigir o prolongamento de tal aliança também em 2016 quando o apoio seria voltado para a reeleição de Luciano Cartaxo a Prefeitura, mas ai surgiria uma nova dificuldade, pois o PMDB pensa em lançar para a disputa da cadeira de prefeito o deputado Manoel Junior, que já foi vice-prefeito de RC e por fim a grande dificuldade numa eventual vitória de Veneziano Vital, seria o fato de que em 2018, o mesmo seria uma pedra no sapato nas pretensões de Luciano Cartaxo, que imitando Ricardo Coutinho, sairia da Prefeitura para disputar o governo do estado, o que ficaria impossível já que Veneziano evidentemente não iria abrir mão de sua reeleição. Mesmo com a definição da cúpula nacional do Partido dos Trabalhadores está bem difícil esse parto.

    O ANIVERSÁRIO DE 80 ANOS DO POETA LUIZ NUNES ALVES

    Luiz Nunes Alves que assina suas poesias com o pseudônimo de Severino Sertanejo e que tenho a honra de contar como colaborador do nosso blog, completa hoje 80 anos e vai comemorar a importante data com um almoço na Casa Roccia com a presença da legião de amigos que conquistou na sua vida pessoal e profissional como conselheiro respeitado do nosso Tribunal de Contas. Luiz Nunes é um cidadão que honra o nosso estado e tem algumas centenas de amigos que certamente irão abraçá-lo e cumprimentá-lo neste dia. Daqui envio ao mesmo meus parabéns e renovo a minha alegria de contar com o mesmo no meu modesto espaço.

    O TREM DO AGRESTE IDEALIZADO POR VAVÁ DA LUZ TENDE A DESCARRILHAR NOS TRILHOS PETISTAS.

    Por falar em poeta, o grande Vavá da Luz, que já sofreu uma grande decepção com Ricardo Coutinho, que a pedido do seu amigo de infância Luciano Agra, ajudou a eleger nas duas disputas a Prefeitura e ao governo do estado, passa agora pelas mesmas decepções com os irmãos Cartaxo, que sequer atendem os seus telefonemas, não que Vavá como secretário de Turismo da sua querida Ingá busque os mesmos para solicitar algo pessoal, pois sempre pede para sua cidade. O fato é que Vavá da Luz ainda na campanha de Cartaxo era recebido festivamente pelos mesmos, tanto que ao assumir o cargo no Município de Ingá solicitou a Lucélio a ampliação da linha férrea para atender a sua cidade, tendo naquela ocasião recebido a promessa que seu pleito seria atendido e agora necas de pitibiriba. Vavá já prometeu que no próximo pleito vai utilizar o seu prestigiado blog para literalmente detonar a candidatura de Lucélio Cartaxo, que se já age assim agora, imagine se conseguir um mandato de senador ou mesmo deputado federal. A Paraíba não merece um representante com tal postura.

     

    ASSIS FREIRE DEVERÁ SER SUBSTITUÍDO POR VEREADOR

    O vereador Felipe Leitão (SDD) revelou, que o seu colega de partido, o também vereador João Almeida, irá assumir a secretaria municipal de Serviços Urbanos (Sedurb) de João Pessoa na próxima semana. Ele substituirá o atual secretário da Sedurb, Assis Freire. Com a provável posse de João Almeida se concretize será a quarta convocação do prefeito Luciano Cartaxo (PT) para que vereadores da Capital assumam secretarias na PMJP. Até agora já foram confirmados os vereadores Marcos Vinicius (Secretaria de Comunicação), Bruno Farias (Turismo) e Helton Renê (Procon). A posse deve ocorrer na próxima semana. O danado é que os vereadores ocupam cargos no Executivo e sempre optam pelos salários da Câmara Municipal, por serem maiores do que de secretário, cujos salários também são recebidos pelos suplentes no exercício do mandato, ou seja, a despesa aumenta muito para os combalidos cofres municipais. O mais grave de tudo porém é a verdadeira subserviência que o suplente terá que manter com o prefeito , ou seja, não questiona absolutamente nada e vota em tudo que aparecer na sua frente, mesmo que seja contrário aos interesses da população.


    HERVÁZIO RETORNA A ASSEMBLEIA E DEVERÁ SER CONFIRMADO COMO LÍDER DO GOVERNO

    O suplente de deputado estadual, Hervázio Bezerra (PSB), confirmou a imprensa o retorno à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e deverá ser confirmado como líder da bancada de sustentação ao Governo do Estado. Em contato com a Rádio Arapuan FM, na manhã desta quinta-feira (24), ele afirmou que os deputados Antonio Mineral (PSDB) e Manoel Ludgério (PSD) devem se licenciar da ALPB. A saída de dois deputados favorece também o retorno de Assis Quintans (Democratas), primeiro suplente da coligação PSB, PSDB, DEM e PDT, que, inclusive, já declarou apoio publicamente à pré-candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB). Hervázio é o segundo suplente na linha de sucessão do grupo partidário. Ganha a Assembleia Legislativa e ganha também o nosso estado com o retorno de Hervazio Bezerra.

    A DISCÓRDIA NO NINHO TUCANO CONTINUA

    A discórdia no ninho tucano continua, ou seja, Cássio Cunha Lima deseja ser candidato a governador, mas alega que por necessita de maior espaço não guia eleitoral não é possível fazer uma campanha puro sangue, ou seja, tendo toda chapa majoritária com membros do mesmo partido, daí Cícero Lucena não figurar como candidato a reeleição ao Senado. Na reunião da Executiva Nacional do PSDB Cássio disse, que só poderia ser candidato, garantindo palanque para Aécio, se a vaga ao Senado pudesse ser oferecida para outro partido. O tucano está negociando com o PP e o PTB e reclamou de declarações do senador Cícero Lucena na imprensa regional. O problema é que o correligionário quer ser candidato à reeleição. O PSDB local, mesmo diante da divergência, negocia com o ex-ministro Aguinaldo Ribeiro, do PP, e com o ex-senador Wilson Santiago, do PTB”. Pior é que Cícero Lucena lutou muito para Cássio sair candidato ao governo e agora se ver rifado no processo eleitoral, sem duvida o mesmo deu um verdadeiro deu um verdadeiro tiro no pé.

     

    PCL – PARTIDO DOS CUNHA LIMA


    Por falar em Cássio na última coluna, comentei aqui que o clã Cunha Lima vai colocar no páreo além de Cássio Cunha Lima, que disputará o governo do estado, o seu filho Pedro, e os primos Bruno, Arthur Filho, Tovar Correia, Moacir Rodrigues irmão de do prefeito Romero. Aliás, além dos nomes citados é preciso lembrar ainda o próprio Romero Rodrigues e Ronaldinho Cunha Lima que é seu vice-prefeito, sem falar em dois conselheiros no Tribunal de Contas do nosso estado, ou seja, Arthur Cunha Lima e Fernando Catão. E ao final arrematei que pelo que se observa a família Cunha Lima é muito mais do que uma oligarquia é um verdadeiro reinado ou uma capitania hereditária e nós outros somos apenas os seus vassalos. A propósito, o sempre antenado Wilmar Uchoa Araujo, não perdeu tempo e sapecou: “Já se pode criar o partido PCL- Partido dos Cunha Lima!’


    A ELEFANTA DA BICA E OS LENTOS E ATRAPALHADOS ASSESSORES DE LUCIANO CARTAXO

    A elefanta Lady, de aproximadamente 40 anos e pesando mais de duas toneladas, pregou um grande susto no final da tarde desta quarta-feira (23), no Parque Arruda Câmara, mais conhecido como ‘A Bica’, em João Pessoa. O animal destruiu parte da estrutura em que está abrigado e ficou solta andando pela vegetação. A elefanta aguarda há dez meses um local apropriado para viver. A área que irá abrigá-la, dentro do Parque Zoobôtanico e que deveria ser entregue no final do mês de março, ainda está em construção. Se depender desses seus lentos assessores, Luciano Cartaxo quando iniciar uma obra de grande porte como por exemplos, a intervenção no Parque Solon de Lucena, criação do Parque Parahyba, reformas nos casarões do Varadouro, termino das obras do Mercado Central e da Torre e contenção da Barreira do Cabo Branco, precisará de pelo menos dez anos, ou seja - se fosse permitido pela lei - pelo menos de três mandatos consecutivos.

     

    Esta coluna é publicada no http:www.blogdopedromarinho.com e em cinco portais


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  • 25.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    O trem do Agreste idealizado por Vava da Luz tende a descarrilhar nos trilhos petistas.




     O trem do Agreste idealizado por Vava da Luz tende a descarrilhar nos trilhos petistas.

    Entenda o Caso

    Assim que assumiu a Secretaria de Turismo de Ingá que o veterano Vava da luz dialoga com prefeitos da região do Agreste, mas precisamente os das cidades de Juripiranga, Itabaiana, São José dos Ramos, Salgado de São Félix, Mogeiro e Ingá para trazerem o TREM DO VALE em épocas Juninas.

    O Trem do Vale seria um trem carregado de Turistas Juninos embalados por sanfoneiros regionais e regado a muito quentão e comidas típicas da época e da região que sairia de Itabaiana com destino a Ingá parando em Mogeiro.

    Pois muito bem, ainda na campanha para prefeito da capital, Vava da Luz foi levado aos Cartaxos, pobres de poder a época, pelo próprio Luciano Agra de quem é amigo de infância e pactuaram uma continuidade Lucianática com relação ao velho blogueiro na PMJP.

    Isso quer dizer que na era Agra o velho amigo tinha passe livre pelos corredores da Prefeitura, não marcava audiência para falar com Secretários e ou mesmo o Prefeito, era recebido a hora que chegasse.

    A comunidade Ingaense em João Pessoa representa hoje quase dois mil votos o que com o apoio de Agra sendo divulgado constantemente no Blog do Vava da Luz, dificilmente um conterrâneo não apoiaria outro.

    E veio as eleições e nessa historinha de Luciano vota em Luciano, Luciano, o Cartaxo, foi eleito.

    Durante esse tempo Vava da Luz tenta falar com Lucelio Cartaxo (CBTU) que por telefone o atendeu e marcou e sem desmarcar não o atendeu.

    Repetidas vezes o velho Vavá se desloca de sua amada Ingá do Bacamarte a procura do candidato Lucélio Cartaxo que quando ver o seu numero no visor passa para uma secretaria eletrônica chamada SERGINHO que diz : Entrou agora em reunião, depois ele liga.

    O rapaz é mais ocupado que linha telefônica de reclamação, mas, tudo bem, as eleições vem por aí, e Vavá vai pedir no seu blog para que muita, mas muita gente mesmo fiquem OCUPADOS no dia.

    Enquanto isso o trem vai pouco a pouco saindo dos trilhos do povo da região que sonha com um São João animado e diferente.

    O danado é que o intrépido Vavá da Luz, lutando dor sua querida Ingá sofre decepções a toda hora, primeiro foi com Ricardo Coutnho que a pedido de seu amigo de Infãncia Luciano Agra, ajudou na eleição para a Prefeitura nos dois mandatos  e RC a Prefeitura e o mesmo ao assumir o governo do Estado, lhe deu um modesto cargo de dirigente local da Cagepa, que logo foi retirado quando se deu o rompimento dele RC com Agra. Agora mais uma vez o mesmo descaso e falta de repeito sofre Vavá da Luz, que não pede nada para sua pessoa e sim para sa cidade de Ingá que tanto ama e que hoje tem a honra de ser o seu secretário de Turismo e Esporte. Muito feio a atitude de Luciano Cartaxo e do seu clone Lucélio Cartaxo, que busca um manadato de deputado ou senador. Imaginem os senhores  se tal figura conseguir tal objetivo, nunca mais fala com ninguém.


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  • 24.04.2014 | Autor: Pedro Marinho

    Manobra possibilita o retorno de Hervázio à ALPB e Governo encontra o líder




    Antonio Mineral (PSDB) e Manoel Ludgério (PSD) devem se licenciar da ALPB. Retorno soluciona o problema da ausência de líder da situação na ALPB.

    O suplente de deputado estadual, Hervázio Bezerra (PSB), confirmou o retorno à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), possivelmente, para ocupar a função de líder da bancada de sustentação ao Governo do Estado. Em contato com a Rádio Arapuan FM, na manhã desta quinta-feira (24), ele afirmou que os deputados Antonio Mineral (PSDB) e Manoel Ludgério (PSD) devem se licenciar da ALPB.

    A manobra favorece também o retorno de Assis Quintans (Democratas), primeiro suplente da coligação PSB, PSDB, DEM e PDT, que, inclusive, já declarou apoio publicamente à pré-candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB). Hervázio é o segundo suplente na linha de sucessão do grupo partidário.

    Manoel Ludgério deixa a Assembleia após exatos 20 dias do seu retorno. Ele passou os três primeiros anos de mandato ocupando funções na administração estadual. Tempo também que Hervázio ficou fora dos trabalhos na Assembleia Legislativa. O retorno do socialista soluciona o problema da ausência de líder do Governo, na Casa de Epitácio Pessoa.

    Hervázio Bezerra também não descartou a possibilidade de aumentar o número de integrantes na bancada. “Eu diria que nada na vida é impossível, existem algumas conversas no dia a dia que podem mudar essa situação, tanto da bancada da situação quanto da oposição”, disse.
    Ângelo Medeiros
    WSCOM Online


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