Lucas de Brito quer disputar PMJP com apoio de Ricardo

 

Vereador Lucas de Brito

Maispb.com.br

 

Em entrevista à equipe da MaisTV, o vereador Lucas de Brito disse que a base aliada do PSB precisa oferecer opções que possam substituir a pré-candidatura de João Azevêdo. Ele disse que o PSL coloca seu nome à disposição.

João Azevêdo teve o nome retirado pelo PSB, que estuda as possibilidades de lançar Cida Ramos ou Estela Bezerra. O nome escolhido, conforme Lucas, precisa passar por uma avaliação sobre “rejeição, perspectiva de crescimento e símbolo de renovação”.

 


Governador Ricardo Coutinho convoca Estela e Cida para reunião na Granja e pode definir nome ainda hoje

 
O governador Ricardo Coutinho (PSB) convocou Estela Bezerra, Cida Ramos, Ronaldo Barbosa e lideranças do partido, para uma reunião na Granja Santana, às 18h desta quinta-feira (28).
Ricardo pretende aprofundar as discussões em torno do nome que vai suceder João Azevedo na disputa pela Prefeitura de João Pessoa.
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Na pauta, a avaliação do cenário e os números da pesquisa de opinião. A expectativa é que o governador bata o martelo ainda hoje.

Blog do Anderson Soares


Praça 1817 - Mais uma árvore sacrificada pela Prefeitura

 

 Depois de quase dois anos após a demolição da Praça 1817, bem como de um prédio que abrigava os engraxates, a Prefeitura finalmente resolveu fazer a reforma daquele local, que se limitou a calçada e uma escadaria com seis degraus, para acesso ao plano superior do local e o plantio de mudas, numa despesa total de quase R$ 100 mil.

O ponto negativo é que os buracos existentes ali nas proximidades permaneceram todos abertos e foi utilizado a velha prática desta gestão, sacrificar arvores.

Na parte superior existia uma arvore que pelo seu formato - já que o tronco cresceu torto - estava impedindo a passagem dos pedestres pela estreita calçada, porém exatamente pelo seu desenho, por ser uma árvore bem diferente, poderia ter sido retirada e replanta na Lagoa ou mesmo na Praça da Independência, mas os insensíveis técnicos da Prefeitura preferiram arranca-la e corta-la em pedaços, se juntando assim a centenas de outras árvores sacrificadas na atual gestão.

Mas o pior dessa intervenção é que os engraxates que foram retirados do local, se instalaram nos poucos bancos existentes no Largo do Ponto de Cem Réis, num quadro horroroso para aqueles que frequentam ali e principalmente para os turistas que nos visitam.


Todos são culpados pela crise, exceto a Dilma


Josias de Souza 


Inconformada com os rivais que a responsabilizam pela crise que carcome a economia brasileira, Dilma Rousseff decidiu reagir. Reiterou que a culpa é do mundo, que reduziu o preço que pagava pelas commodities do Brasil. E levou ao cadafalso um culpado novo. O Congresso Nacional não se engajou na aprovação de nenhuma reforma do país, disse ela numa entrevista à emissora americana CNN.

Dilma não explicou muito bem a que reformas se referia. Tampouco esclareceu por que foi abandonada pelos partidos do conglomerado governista, ultramajoritário no Legislativo. Um conglomerado movido pelo tilintar de cargos, de verbas orçamentárias, de mensalões e de petrolões.

No tempo em que era a supergerente vendida por Lula em 2010, Dilma sustentava que não havia crise no Brasil, que a Petrobras era uma empresa sólida e que reforma era coisa de oposicionista interessado em eliminar benefícios sociais. Agora, prestes a ser afastada da poltrona de presidente pelo Senado, Dilma parece se dar conta de que também está sujeita à condição humana. Logo, logo talvez enxergue outro responsável pela crise no reflexo do espelho.


Lava Jato desafia o TSE a abandonar a letargia



Josias de Souza 

A campanha eleitoral de Dilma Rousseff de 2014 arde nas páginas das novas denúncias enviadas pela Lava jato à Justiça como acompanhante invisível do marqueteiro João Santana. O Ministério Público Federal reafirma que o mago do marketing petista, preso desde 22 de janeiro, foi remunerado com verbas surrupiadas da Petrobras. Recebeu tal remuneração pelos serviços eleitorais prestados ao petismo.

A Lava Jato não se ocupa da investigação de crimes eleitorais. Apura delitos como lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção ativa e passiva. Mas correm no Tribunal Superior Eleitoral ações que acusam a campanha petista de 2014 de usar verbas sujas. As novas denúncias estão apinhadas de evidências que corroboram as suspeitas. Tais evidências já foram remetidas ao TSE pelo doutor Sérgio Moro, juiz da Lava Jato e destinatário das denúncias que incluem João Santana.

Hoje, o brasileiro convive com a incômoda suspeita de que financiou involuntariamente uma campanha que é vista pela maioria do eleitorado como um embuste eleitoral. Confirmando-se o logro, os mandatos de Dilma e do seu vice, Michel Temer, deveriam ser passados na lâmina. Se a cassação da chapa Dilma-Temer ocorresse em 2016, haveria a convocação de nova eleição presidencial.

Torna-se cada vez mais inconcebível a demora dos ministros do TSE em julgar esse caso. Certos silêncios merecem barulhos intermitentes. A Lava Jato, por assim dizer, intima a corte máxima da Justiça Eleitoral brasileira a cumprir com suas obrigações. Alega-se que os julgamentos como esse são mesmo demorados. Tolice. O país vive tempos extraordinários. Não se pode reagir ao que se passa de forma ordinária.


CGU descredencia ‘ofício’ da Caixa e reafirma irregularidades na obra da Lagoa

 

 

O chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Gabriel Aragão Wright, em entrevista ao Paraíba Já, explicou que o peso entre o ofício da Caixa e o relatório da CGU referentes a obra de revitalização do Parque Solon de Lucena (Lagoa) são consideravelmente diferentes.

Gabriel explicou que o foi chamado de relatório da Caixa, é na verdade um ofício, e que o conteúdo não é suficiente para para se embasar. “O que tem ali naquele ofício (da Caixa), explicando ao Ministério das Cidades, inclusive em vários pontos do ofício, coloca que a função da Caixa não é de auditoria, que cabe muito mais ao proponente, no caso a Prefeitura (de João Pessoa), está verificando o andamento de certas questões mais de auditoria da obra… Então, a própria Caixa menciona isso no ofício diversas vezes. O que tem naquele ofício realmente não foi suficiente e nós entendemos que o relatório da Controladoria Geral da União permanece e tem elementos técnicos suficientes para comprovar o que ali os auditores colocaram”, explicou.


O chefe da CGU revelou que os critérios utilizados são diferentes. “A Caixa Econômica Federal, ao fazer fiscalizações, ela o faz muito mais dentro dos contratos de repasse para ver o andamento da obra, as fases em que a obra está sendo executada, isso, inclusive, está no próprio manual da Caixa Econômica Federal. Então, ela verifica as fases que estão sendo realizadas. Muitas vezes, inclusive está no manual (da Caixa), se utilizam de exames visuais. Já a Controladoria Geral da União utiliza critérios técnicos para a auditoria de programas”, esclareceu.

Gabriel rebateu as críticas e afirmou que o relatório tem embasamentos concretos. “A Controladoria jamais colocaria no seu relatório um elemento de ‘achologia’, ou seja, existiram critérios técnicos de avaliação, inclusive, nesse ponto específico tivemos o auxílio do Exército Brasileiro. Nós não estamos falando de fazer de qualquer maneira. Obviamente quando a Controladoria atua na suas auditorias, atua com critérios técnicos. De fato existe um relatório com provas, com fotos, com documentos, existem papeis de trabalho”, disse.

“Toda auditoria que é realizada se guardam os papeis de trabalho, ou seja, o que são os papeis de trabalho, é aquilo que prova, aquilo que está provando o que está se escrevendo. Seria, no mínimo, desarrazoado, seria inconsequente, estar colocando pontos que você não está conseguindo provar. Volto a falar: o relatório de auditoria não é político. Não está ali para se dizer o que acha que aconteceu, está ali para se comprovar o que aconteceu… A Controladoria mantém o relatório. Nós tivemos acesso ao ofício da Caixa Econômica, que denominaram como relatório na Câmara de João Pessoa, e verificamos os pontos que foram colocados, mantemos os pontos, inclusive, a falta de alguns elementos probantes da Caixa, até coloca muito confortável a CGU em dizer que nós estamos com critérios técnicos apontados ali e mantemos os pontos que estão naquele relatório”, afirmou.

Paraibaja.com.br

 


Comissão do Impeachment - Nunca vi um crime com tanta impressão digital, diz Reale Junior

 

JURISTA DISSE QUE AUTORIZAÇÃO DO CONGRESSO VEIO DEPOIS DO CRIME COMETIDO. FOTO: JEFFERSON RUDY/SENADO
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Questionado sobre questões técnicas em seu discurso de acusação, um dos autores do impeachment, Miguel Reale Jr., afirmou que há muito clareza na responsabilidade da presidente na edição de créditos suplementares.
"Nunca vi um crime com tanta impressão digital", afirmou Reale. O jurista alegou que é evidente que não havia autorização para que a presidente editasse os decretos de créditos suplementares. "Pode haver autorização legislativa, e se houver, pode-se editar o decreto. Mas não houve. Por que não? Por que realizar decretos passando por cima da Casa Legislativa?", indagou.

Em defesa da presidente, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) argumentou que havia, sim, autorização para os decretos. "Fica autorizada a abertura de créditos suplementares, desde que sejam compatíveis com a meta fiscal. Tem um princípio da anualidade", argumentou.

Reale rebateu afirmando que a prova de que não havia autorização do Legislativo é a edição dos créditos por decreto pela presidente.


Impeachment Jurista reafirma e explica crime de responsabilidade de Dilma


JANAINA PACHOAL EXPLICA COMO DILMA LESOU O ORÇAMENTO E O DECORO

A JURISTA JANAINA PASCHOAL É CO-AUTORA DO PEDIDO DE IMPEACHMENT SOB EXAME. (FOTO: ANDRÉ DUSEK/AE)


Convidada para falar na Comissão Especial do Impeachment nesta quinta-feira, 28, a advogada Janaina Paschoal, que é uma das autoras do pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff, disse que o governo sabia que as pedaladas fiscais eram ilícitas e por isso as escondeu. "A prova do dolo é que o governo escondeu a manobra, porque sabia que era ilícita", disse.
Falando de maneira didática, firme, desassombrada, a jurista empolgou ainda mais os defensores do impeachment. "Ela deu show!", admitiu um senador do PDT ainda relutante quanto ao julgamento final da presidente. "Ela matou a pau", reconheceu uma colunista de emissora de TV.

O discurso de Janaina se arrastou por quase uma hora até que ela chegasse aos pormenores da denúncia acolhida pelo Congresso Nacional para afastar a presidente Dilma Rousseff. Ela falou sobre sua trajetória profissional, sobre seu estado de saúde, sobre e-mails que recebe da população e só ao final se dedicou às pedaladas fiscais.

Segundo ela, o governo tomou empréstimos em uma operação de crédito por antecipação, algo que afrontaria a Lei de Responsabilidade Fiscal. "Foi lesão ao orçamento e ao decoro. E ela é inocente?", questionou, já rouca.

Em resposta ao líder do PT, Humberto Costa (PE), que afirmou que Janaína Paschoal prega "discurso de ódio e discurso político", a professora da Universidade de São Paulo, fez questão de salientar: "Vossas excelências [do PT] vêm há décadas dividindo o país, eu pronho união. Isso é discurso político? Sim. Mas não é partidário." O senador petista, ao final da sua fala, levantou a bola da "eleição direta", ao defender uma PEC para adiantar o pleito presidencial, e acusou a advogada de ser contra o voto direto: "Eu nunca falei contra eleição direta. Falo de eleição antecipada. Não há previsão constitucional para eleição antecipada. Para impeachment tem," concluiu.

O senador Romário (PSB-RJ), um dos últimos a tomar a palavra na comissão, surpreendeu ao anunciar apoio ao impeachment de Dilma, mas também ironizou o horário avançado da reunião: "Já que é sexta-feira, bom dia presidente, bom dia a todos", disse, arrancando gargalhadas. O senador, ex-craque da Seleção Brasileira, elogiou muito a advogada e disse: "Você me lembra muito um ex-jogador da Seleção, camisa 11, que não se deixava intimidar com o tamanho dos zagueiros". Janaina Paschoal se mostrou fã do ex-joagador, "independente de qualquer time"; retribuiu os elogios e agradeceu o apoio de Romário.

DiáriodoPoder.com.br

 


Plano secreto - Planalto quer o erário bancando‘ governo paralelo‘

 
TURMA DE DILMA ARMA ‘GOVERNO PARALELO‘ PAGO PELO CONTRIBUINTE

PLANALTO QUER QUARENTENA REMUNERADA PARA BANCAR GOVERNO PARALELO. FOTO: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO
Plano secreto do Planalto, ao qual esta coluna teve acesso, prevê uma manobra que obrigaria os cofres públicos a bancar o “governo paralelo” anunciado por Dilma após seu afastamento. A ideia é nomear ainda no governo atual, antes do dia 11 (data de votação do impeachment), os membros do futuro “governo paralelo”. Ao serem demitidos pelo novo governo, pedirão o “direito a quarentena remunerada” por 4 meses. A informação é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República teria papel essencial para fazer os cofres públicos bancarem o “governo paralelo”.

O esquema prevê aprovação da “quarentena” pela Comissão de Ética Pública, alegando “inviabilidade” de os demitidos obterem empregos.

Quatro meses de “quarentena remunerada” serão suficientes para bancar o “governo paralelo”, avalia a cúpula do PT no Planalto.

Suspeito de corrupção no governo, ex-ministro Antonio Palocci obteve “quarentena remunerada” avalizada pela Comissão de Ética Pública.

Diário do Poder

 


Teori levará ao Senado afastamento de Cunha


O minstro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, anunciou nesta quinta-feira que levará ao plenário da corte o pedido de afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o motivo: como presidente da Câmara, ele se encontra na linha sucessória e seria, na prática, o vice de Michel Temer; responsável principal pelo golpe parlamentar cometido contra a presidente Dilma Rousseff, Cunha já apareceu como beneficiário de diversas contas no exterior; além disso, dias atrás, o lobista Fernando Soares afirmou ter pago R$ 4 milhões em espécie a ele; o STF, por sua vez, vinha sendo criticado por sua omissão em relação a Cunha, especialmente depois da sessão de 17 de abril, que envergonhou o Brasil diante do mundo


Brasília 247 – O minstro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, anunciou nesta quinta-feira que levará ao plenário da corte o pedido de afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O motivo: como presidente da Câmara, ele se encontra na linha sucessória e seria, na prática, o vice de Michel Temer.

A lei, no entanto, diz que o presidente da República não pode exercer o cargo caso seja alvo de denúncia no STF.

"Esse assunto precisa ser examinado. Eu vou levar ao plenário", disse Teori.

Responsável principal pelo golpe parlamentar cometido contra a presidente Dilma Rousseff, Cunha já apareceu como beneficiário de diversas contas no exterior.

Além disso, dias atrás, o lobista Fernando Soares afirmou ter pago R$ 4 milhões em espécie a ele.

O STF, por sua vez, vinha sendo criticado por sua omissão em relação a Cunha, especialmente depois da sessão de 17 de abril, que envergonhou o Brasil diante do mundo.

Numa das acusações, relacionada à Carioca Engenharia, Cunha foi acusado de receber propinas de mais de R$ 50 milhões.

Leia, abaixo, reportagem da Agência Brasil a respeito:

STF decidirá se Cunha pode assumir Presidência interinamente

André Richter - Repórter da Agência Brasil
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (28) que o plenário da Corte vai analisar se o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, poderá assumir a linha sucessória da Presidência da República no caso de eventual afastamento da presidenta Dilma Rousseff, por meio do processo de impeachment. Zavascki é relator do pedido feito pela Procuradoria-Geral da República, em dezembro do ano passado, para afastar Cunha do cargo.

Caso o Senado aprove a admissibilidade do impeachment e, consequentemente, o afastamento de Dilma do cargo por 180 dias, Michel Temer, atual vice-presidente, assumiria o cargo e Cunha seria o primeiro na linha sucessória, exercendo na prática as atividades de vice.

A dúvida é saber se Eduardo Cunha poderá ocupar o cargo sendo réu em uma ação penal no STF, por suspeita de receber U$S 5 milhões em propina resultante de contratos de navios-sonda da Petrobras.

A Constituição proíbe que um réu assuma uma cadeira no Palácio do Planalto, mesmo de forma interina, no caso de uma viagem de Temer para fora do país, por exemplo.

Questionado sobre o assunto, Zavascki disse, ao chegar para sessão de hoje do Supremo, que “isso é um assunto que precisa ser examinado” e que levará o fato para julgamento na sessão em que a Corte deverá analisar o pedido para afastar Cunha do cargo. A data não foi definida.

Para justificar o pedido, o procurador citou 11 fatos que comprovariam que Cunha usa o mandato de deputado e o cargo de presidente da Câmara para intimidar colegas, réus que assinaram acordos de delação premiada e advogados.


Dilma pode lançar pacotes de bondades antes de sair


Lula Marques/Agência PT: <p>Brasília- DF 28-04-2016 Presidenta Dilma reunida Jean Wyllys Deputado Federal. Foto Lula Marques/Agência PT</p>
Presidente Dilma Rousseff quer aproveitar o próximo domingo, 1º, Dia do Trabalho, para fazer anúncios de duas medidas que reforçarão seu elo com a base social do País; a primeira é o reajuste nos benefícios do programa Bolsa Família; embora não esteja confirmado, interlocutores do Planalto afirmam que o índice será na faixa de 5%; a outra medida deve será um porcentual de correção da tabela do Imposto de Renda, para compensar a inflação acumulada nos últimos doze meses; intenção da presidente é antecipar o anúncio de benefícios que pode ser feito pelo vice-presidente Michel Temer, caso ele assuma o governo, na eventual aprovação da admissibilidade do processo de impeachment; Dilma deve participar da comemoração do Dia do Trabalho no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, em evento da CUT, ao lado do ex-presidente Lula


247 - A presidente Dilma Rousseff prepara o anúncio do reajuste nos benefícios do programa Bolsa Família para este próximo domingo, 1º, Dia do Trabalho. Embora não esteja confirmado, interlocutores do Planalto afirmam que o índice será na faixa de 5%.

Além do reajuste no Bolsa Família, a presidente também devera anunciar um porcentual de correção da tabela do Imposto de Renda, para compensar a inflação acumulada.

As duas medidas integram o Programa Nacional de Emergência aprovado pela cúpula do PT, em fevereiro, e também são defendidas pela Frente Brasil Popular.

A intenção da presidente é antecipar o anúncio de benefícios que pode ser feito pelo vice-presidente Michel Temer, caso ele assuma o governo, na eventual aprovação da admissibilidade do processo de impeachment.

A presidente deve participar da comemoração do Dia do Trabalho organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, ao lado de seu padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva.


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