Presidente do TRF4 defende execução da pena após condenação em segunda instância



Fonte: Agência Brasil

Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), onde tramitam os processos da Lava Jato na segunda instância, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, defendeu hoje (23) a manutenção da prisão após condenação em segunda instância.

Após palestrar na tarde de hoje na Câmara Americana de Comércio (Amcham) e sem citar um caso específico, o presidente do tribunal destacou que “sua posição [sobre a prisão em segunda instância] não é em relação ao ex-presidente Lula, mas ao tema”.

“Eu acho que o ideal para a efetividade da Justiça é que se mantenha a posição do Supremo [Tribunal Federal], que foi deliberada há pouco mais de um ano no sentido que está vigorando hoje, de que há a possibilidade da execução provisória da pena a partir das decisões de segunda instância. Por sinal, acho que essa é a posição da maioria dos tribunais”, disse ele. A manutenção do entendimento sobre a prisão em segunda instância pode levar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão, já que, em janeiro deste ano, o tribunal manteve a decisão de primeira instância em condenar Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso que envolve o triplex no Guarujá.


Questionado se o recurso da defesa do ex-presidente Lula será julgado de forma rápida pelo tribunal, o desembargador se esquivou e disse que não pode falar sobre um caso específico.

Mas afirmou que os processos costumam ser julgados de forma rápida pelo tribunal. “A taxa de congestionamento [no TRF-4] é menor do que em outros tribunais”, falou ele.

Auxílio-moradia

A jornalistas, o presidente do Tribunal disse que a discussão sobre fim do pagamento de auxílio-moradia “é desconfortável” para os juízes. “Não vamos negar que isso está desconfortável para a magistratura. Mas o que o Supremo decidir, terá que ser acatado”, falou ele. O desembargador confessou que recebe o auxílio-moradia, embora tenha imóvel próprio.

A legalidade sobre o pagamento do auxílio-moradia pode ser decidida pelo Supremo Tribunal Federal no próximo mês.

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, marcou para 22 de março o julgamento que vai decidir se os juízes têm direito ou não ao benefício. Um dia antes desse julgamento, um grupo de juízes federais informou que fará um protesto para defender o pagamento do benefício.


Ex-deputado Inaldo Leitão propõe convocação de nova Assembleia Constituinte Inaldo Leitão

  
Com o nome sendo cogitado, desde o final do mês passado, para ocupar uma das vagas à Câmara dos Deputados, o advogado Inaldo Leitão faz jus às especulações de seu possível retorno à política paraibana: divulgou, essa semana, com a imprensa, um denso e instigante artigo em que defende a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte em 2018. Embora não tenha ainda assumido que será candidato nas eleições de outubro vindouro, o referido texto demonstra que seu apetite na seara eleitoral encontra-se ‘atiçado’ e o discurso, por sua vez, muito ‘afiado’.

É o jurista que se destaca mais vez, tendo sido esta a condição que lhe permitiu galgar os mais elevados cargos na hierarquia da Câmara, de sua mesa diretora mais precisamente, quando representou a Paraíba. Esbanjando conhecimento jurídico e argúcia ao tratar da história política brasileira, o ex-deputado empreende uma análise profunda da conjuntura política, passando pelos impactos do impedimento da presidente Dilma e da Constituinte de 1988 para apontar, por fim, a necessidade imperiosa de uma nova convocação como resposta ao que chama de ‘reencontro da nação com a normalidade institucional’. Confiram, a seguir:

“O Brasil foi abalado em 2016 pelo processo de impeachment da Presidente Dilma Rousseff, o segundo da nossa história. Com a posse do vice-presidente Michel Temer, a economia vem dando sinais de retomada do crescimento, mas a crise ética que atinge as principais lideranças políticas, detentoras ou não de mandatos eletivos, exige como resposta o reencontro da nação com a normalidade institucional.

A agenda de reformas do Governo Temer vem gerando forte reação de setores organizados da sociedade, destacando-se os sindicatos e centrais sindicais. Greves, protestos e até atos de vandalismo estão na pauta do país, sem falar na violência que se espalha pelo território nacional, notadamente no Rio de Janeiro, atualmente palco de intervenção militar na área de segurança.

Abstraindo o mérito das reformas já consolidadas ou em andamento, o momento exige mais do que soluções pontuais. Impõe-se redesenhar o modelo Federativo, tornando-o mais agregador. Ao lado disto, é inadiável harmonizar o federalismo com uma reforma tributária que traga maior equilíbrio nas relações entre a União, os Estados e os Municípios. É imperioso pensar na reforma do Estado, assim entendida como uma nova formatação das estruturas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

O federalismo consiste na relação equilibrada e justa entre as diversas unidades da federação, de modo a não gerar o centralismo vigente. O objetivo central de uma Federação é a integração socioeconômica, política e jurídica com abrangência em todo o território nacional, o que está longe de ocorrer no Brasil.

Há dois tipos básicos de federalismo: a) o federalismo por agregação, cuja característica é a maior descentralização do Estado, que confere competências mais amplas aos entes regionais, como ocorre nos Estados Unidos da América; e b) o federalismo por desagregação, onde o ente central concentra maior parcela de poderes, como é o caso do sistema brasileiro.

Nos períodos de regime autoritário (1930-1945 e 1964-1985), os Estados perderam autonomia, enquanto na Primeira República (1889-1930) e na redemocratização (1946-1964) os entes estaduais tiveram razoável autonomia. Curiosamente, o Congresso Constituinte de 1988, que reinseriu o país no bloco democrático mundial, manteve os superpoderes na esfera da União, em prejuízo do equilíbrio federativo.

Mais do que destacar estes pontos, poderíamos sintetizar como saída macro para o Brasil a REFORMA DO ESTADO. Por reforma do Estado brasileiro entenda-se repensar as estruturas organizacionais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Implica na observância do equilíbrio entre o chamado ‘mercado’ e o Estado. E significa discutir o papel regulador, fiscalizador e executor de políticas públicas do Estado, visando um desenvolvimento sustentável, equilibrado e socialmente justo.

É de trivial sabença que o atual Congresso, composto por grande número de parlamentares enfrentando processos penais (não estou fazendo juízo de valor, mas constatando um fato), não reúne as condições objetivas para levar a efeito todas as reformas que o Brasil precisa, em um clima pacífico. Somando-se a isso o acelerado processo de judicialização da política e o avanço cada vez mais expressivo do Poder Judiciário na seara legislativa, penso que pelas vias hoje existentes dificilmente o nosso pais encontrará o caminho da paz social e da harmonia entre os Poderes.

Acredito que somente através de uma Assembleia Constituinte será possível redesenhar o modelo institucional do Brasil. Essa Constituinte, no meu sentir, pode seguir o mesmo formato da que foi convocada em 1985 pelo Presidente José Sarney, a ser constituída por Deputados e Senadores a serem eleitos em outubro de 2018 e pelos Senadores no exercício do mandato. A Constituição de 1988, chamada pelo Deputado Ulysses Guimarães de Cidadã, foi elaborada num clima de euforia e após 20 anos de submissão do país ao regime militar. Era natural, pois, que os Constituintes não tivessem percebido as mudanças que o mundo vivia, com a queda do muro de Berlim e a derrocada do leste europeu.

Embora a avaliação da Carta de 1988 seja positiva em várias cláusulas, destacando-se as pétreas, há uma corrente expressiva de respeitáveis juristas que defendem uma nova Lei Fundamental. Por outro lado, a desfiguração da Constituição pode ser aferida pela existência de mais de 100 emendas, cujo corpo permanente nasceu com 250 artigos. E o fracasso da revisão da Constituição em 1993 é outra razão que justifica a proposta sob comento.

Assim, no dia 1º de fevereiro de 2018, na sede do Congresso Nacional, os membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal reunir-se-iam unicameralmente para o início da elaboração da nova Carta da República. O pacto social e a nova moldura institucional que certamente advirão da Assembleia Constituinte trarão de volta ao Brasil a segurança jurídica, a credibilidade e a coesão social necessárias para sairmos da crise institucional.”

 

Wscom.combr

 

 


“Ruy e Manoel Jr queriam me colocar em um cercado e eu pulei”, diz Maranhão

 
O senador José Maranhão (MDB) declarou nesta sexta-feira (23), à Arapuan Fm, que o plano do vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Junior (MDB), e do presidente estadual do PSDB, Ruy Carneiro, era colocá-lo em um “cercado”.

Provocado sobre se teria “pulado fora” da aliança das oposições, Maranhão citou o nome dos aliados e disse ainda que a palavra “oposições” é inapropriada.

“Eles queriam me colocar em um cercado por isso eu pulei. Essa palavra, ‘oposições’ está inapropriada. PSDB, MDB, sempre foram independentes”, declarou.

Maranhão ainda declarou que por duas vezes acatou alianças que beneficiaram o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD). Em 2006, quando concorreu com Luciano ao cargo de governador e vice, e em 2016, ano da reeleição de Cartaxo na prefeitura.

“Na minha eleição de governador, fizemos aliança que com o PT, porque tinha longo tempo de tevê, e Luciano Cartaxo foi o meu candidato, escolhi ele dentro do PT. O PT local não queria aceitar, mas nós fomos a Lula. Depois a eleição mais recente, elegemos prefeito de João Pessoa. Porque é que agora temos votar de novo em Luciano? Isso não é democracia, é eleição de um candidato só. Tem que ser ele toda a vida? Isso é comum em regime monárquico”, destacou.

Por fim, ele defendeu que Cartaxo seja candidato, e que o imbróglio seja decidido nas urnas. “Não faz mal ele ser candidato, nisso tudo a gente tem que ser democrata, perdeu perdeu, ganhou ganhou”, finalizou.

 

wscom.com.br

 

 


Aneel mantém tarifa verde e deixa energia elétrica mais barata em março

 A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (23) que a bandeira tarifária de março continuará na cor verde, o que significa que não haverá cobrança extra nas contas de luz. Com isso, nos três primeiros meses do ano, não terá havido cobrança adicional nas contas de energia.

Em janeiro, a bandeira já havia ficado na cor verde. Em fevereiro a Aneel decidiu manter a tarifa no mesmo patamar. A manutenção dela em março significa que a situação nos reservatórios das hidrelétricas continua a melhorar, devido à volta das chuvas.

Nos últimos meses de 2017, por causa do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, houve cobrança extra nas contas de luz via bandeira tarifária. Isso ocorre para arrecadar recursos necessários para cobrir custos extras com a produção de energia mais cara, gerada por termelétricas.

Em outubro e novembro vigorou a bandeira vermelha no patamar 2, a mais alta prevista pela agência. Em outubro, o acréscimo foi de R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos no mês. Em novembro, como a Aneel antecipou a revisão dos valores que seriam aplicados a partir de janeiro de 2018, o valor adicional passou para R$ 5,00 a cada 100 kWh.

Já em dezembro, em razão do início do período chuvoso, a agência reguladora determinou a cobrança da bandeira vermelha, mas no patamar 1, com cobrança extra de R$ 3,00 a cada 100 kWh.

Agência Brasil


Cenas da nossa capital

Igreja da Misericordia no centro, suas grades se tornaram exposição de calcinhas, cuecas e outros
Igreja da Misericordia no centro, suas grades se tornaram exposição de calcinhas, cuecas e outros
Rua 5 de agosto uma das mais antigas da capital. Impossível carro subir por ali Rua 5 de agosto uma das mais antigas da capital. Impossível carro subir por ali
Os mostruarios de vendas na Rua Miguel Couto são amarrados as grades do viaduto Os mostruarios de vendas na Rua Miguel Couto são amarrados as grades do viaduto

Andar no centro de João Pessoa se tornou um verdadeiro vexame, pois impera a sujeira e total descaso com tudo que se observa.No centro se observa engraxates tomando os poucos bancos existentes e espalhando o seu material, vendedores ocupando todos os espaços, principalmente ali na Rua Visconde de Pelotas, cujas grades dos viaduto se tornaram  mostrurio para roupas e outros artigos para venda.

Defronte a tradicional Igreja da Misercórdia, ocorre a mesma coisa, o seu gradil serve hoje para mostruário até de peças intimas e na sua frente parece uma feira livre de frutas e atpé banca de jogo do bicho, impedindo a visão de todos e até mesmo uma simples foto que algum turista quira tirar da bela edificação.

No Varadouro a coisa é bem pior, pois como não é uma área de muita visibilidade o abandono por parte da Prefeitura é total. Só para se ter uma ideia,uma das mais antigas ruas de nossa capital a 5 de Agosto, há anos, tal via foi parcialmente destruida, com todas as pedras arrancadas, em razão das águas das chuvas e por se tratar de uma via estreita, os carros estacionam a sua esquerda e pela outra parte livre, em razão dos estragos, só é possivel subir até a Rua Maciel Pinheiro se for de trator.

Estamos tratando aqui da parte histórica, onde teve início a nossa cidade e do tradicional Ponto de Cem Reís, locais sempre a vista de todos, mas o pior mesmo se verifica nos bairros perifericos, totalmente ignorados pelo Prefeito Luciano Cartaxo e pelos seus secretários e assessores, que aliás, jamais são vistos nas ruas, verificando os muitos problemas existentes. 

 

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Rua 5 de agosto uma das mais antigas da capital. Impossível carro subir por ali Rua 5 de agosto uma das mais antigas da capital. Impossível carro subir por ali
Como pode um tursita tirar uma foto da histórica igreja, com sua frente lotada de ambulantes? Como pode um tursita tirar uma foto da histórica igreja, com sua frente lotada de ambulantes?
Como caminhar as calçadas tomadas por roupas Como caminhar as calçadas tomadas por roupas
Como caminhar as calçadas tomadas por roupas Como caminhar as calçadas tomadas por roupas

Disputa de 2020 pela prefeitura de Campina Grande já tem cinco políticos governistas no páreo


Por Blog do Ninja

A sucessão na Rainha da Borborema está bem longe de começar, mas já vem movimentando os bastidores da política. Essa semana pelo menos quatro políticos com mandato revelaram o desejo de disputar o cargo. Dois deles são do PSDB e dois do PSD.

Estão cotados os deputados estaduais Bruno Cunha Lima (PSDB), Tovar Correia Lima (PSDB), Daniella Ribeiro (PP) e Manoel Ludgério (PSD). Este último foi o campeão de votos na disputa pela Assembleia em 2014 e, pouco depois de assumir o mandato, também assumiu o compromisso de integrar a gestão Romero Rodrigues.

O quarto nome cotado para o pleito é o do gordinho, deputado federal Rômulo Gouveia (PSD). Indagado sobre a possibilidade, Rômulo não descartou e avisou que, se o cavalo passar selado, está pronto para montá-lo, mais uma vez.

O discurso é o mesmo dos outros pretensos candidatos. Em Campina Grande a disputa é sempre polarizada por dois grupos. Após os dois mandatos do Governo Veneziano, agora está sendo concluído os dois mandatos do Governo do PSDB.

Se em 2020 haverá novamente uma mudança de grupo no comando, só o tempo dirá.


TRE rejeita pedido do MPF e mantém o Empreender e o Orçamento Democrático

 O Corregedor Regional Eleitoral em exercício, Antônio Carneiro de Paiva Júnior, indeferiu pedido de liminar interposto pelo Ministério Público Federal (MPF) que pedia a suspensão do Empreender e das plenárias do Orçamento Democrático da Paraíba.

O MPF alegou em seu pedido que o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o secretário de Infraestrutura do estado e pré-candidato a governador, João Azevedo (PSB), estariam praticando ilicitudes eleitorais na execução dos programas.

Ainda segundo o MPF, o governo teria antecipado o Orçamento Democrático de 2018 e que já foram realizadas três plenárias de um total de dezessete que serão realizadas até o dia 19 de abril, e observou e, durante a realização dos eventos são realizadas inaugurações, entregas de benefícios diversos à população, assinaturas de ordens de serviços e a concessão de créditos para incentivo do empreendedorismo na Paraíba.

Em sua decisão, o juiz não vislumbrou a “fumaça do bom direito”, o que seria necessária para a concessão da liminar e sustentou que os eventos institucionais não estão vedados em ano eleitoral e se tratam de programas realizados há anos pelo estado.

“A alegação de antecipação do calendário dos eventos descritos na inicial não aproveita a tese ministerial, conquanto afasta, ainda mais, o possível proveito do processo eleitoral. Some-se a isto o fato de estarmos a mais de sete meses da eleição, quando ainda não há sequer candidato escolhido em convenção”, despachou ao rejeitar o pedido de liminar.


Vídeo - Há muito caldo e pouco feijão na panela de 2018

 Há muito caldo e pouco feijão na panela de 2018 1
Josias de Souza 23/02/2018 23:25
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Os partidos têm até o dia 15 de agosto para registrar no Tribunal Superior Eleitoral os nomes dos candidatos à Presidência da República. Ou seja: faltam seis meses. Há na praça, entre candidatos e pretensos candidatos, uma dezena de nomes. A lista inclui até condenado. Mas, se a sucessão fosse uma feijoada, haveria no panelão muito caldo e pouco feijão. Carne, nem pensar. A grande pergunta é: o que pretendem fazer os candidatos? Ou, por outra: o que eles têm a oferecer? O problema não é nem a falta de projeto, mas a sensação de que todos o consideram desnecessário.

Muitos dizem: ah, isso é assim mesmo. O brasileiro está noutra sintonia. Mal acabou o Carnaval. O Tite ainda nem convocou a seleção da Copa. Por essa lógica, o eleitor só vai acordar para a sucessão quando começar a propaganda dos candidatos na televisão. Beleza. Tudo normal. Mas foi esse tipo de normalidade que transformou a democracia brasileira num empreendimento político que saiu pelo ladrão. Depois de tantos escândalos, imaginou-se que algo de anormal aconteceria.

A oligarquia política que caiu nas ratoeiras do mensalão e da Lava Jato se rearticula para oferecer dois tipos de mercadoria nessa eleição: mais do mesmo ou algo muito pior. Nesse exato momento, os principais candidatos montam suas coligações. Seguem a mesma lógica maldita que colocou o Brasil no caminho do brejo. Em troca do tempo de propaganda, negociam a alma com Jeffersons e Valdemares, Jucás e outros azares. Só no final do processo aparecerão as ideias… Dos marqueteiros. E você, se não abrir os olhos, vai acabar elegendo a melhor encenação, não o melhor candidato.


Receita espera receber 28,8 milhões de declarações de IRPF este ano


ENTREGA DA DECLARAÇÃO DEVE SER FEITA A PARTIR DE 1º DE MARÇO

O PRAZO PARA A ENTREGA DA DECLARAÇÃO DE IRPF COMEÇA NO PRÓXIMO DIA 1º E VAI ATÉ O DIA 30 DE ABRIL DESTE ANO
A Receita Federal espera receber, este ano, 28,8 milhões declarações de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), 300 mil a mais do que em 2017 (28,5 milhões).
O supervisor nacional do Imposto de Renda, auditor-fiscal Joaquim Adir, disse que a expectativa é influenciada por crescimento da renda, com várias categorias com aumento salarial e aumento do contingente de pessoas empregadas.

O prazo para a entrega da declaração de IRPF começa no próximo dia 1º e vai até o dia 30 de abril deste ano. O programa de preenchimento da declaração estará disponível na próxima segunda-feira (26).

Está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2017, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas: residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizou operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro; ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país , no prazo de 180 dias contados do contrato de venda.

Como preencher a declaração

A declaração poderá ser preenchida por meio do programa baixado no computador ou do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

Outra opção é mediante acesso ao serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no site da Receita, com uso de certificado digital.

Multa por atraso

A multa para quem apresentar a declaração depois do prazo é de 1% por mês de atraso sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% sobre o imposto devido.

Deduções

As deduções por dependente estão limitadas a R$ 2.275,08. As despesas com educação têm limite individual anual de R$ 3.561,50. A dedução de gastos com empregadas domésticas é de R$ 1.171,84. (ABr)

 

Diariodopoder.com.br

 

 


PT volta ao poder ‘‘aparelhando‘‘ cargos de direção na Caixa


BRAÇO DIREITO DA PETISTA GLEISI HOFFMANN VIROU DIRETOR DO BANCO

GILBERTO OCCHI ESCOLHEU EX-SUBCHEFE DA CASA CIVIL DO GOVERNO DILMA PARA A DIRETORIA DE NEGÓCIOS.
Ex-braço direito de Gleisi Hoffmann (PT-PR), que o nomeou subchefe quando foi chefe da Casa Civil no governo Dilma, Luis Antonio Tauffer Padilha ganhou o cargo de diretor de Negócios da Caixa pelas mãos do presidente da instituição, Gilberto Occhi, que foi ministro de Dilma e serve ao PP. Padilha não é caso único: Roney Granemann, outro protegido de Occhi, ganhou a diretoria de Gestão de Pessoas da Caixa. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Como subchefe da Casa Civil na era PT, Padilha tratava de nomeações no Ministério das Cidades com o então ministro Gillberto Occhi.

Gilberto Occhi exerce um poder na Caixa, hoje, que nunca teve, ora escolhendo aliados do PT, ora acolhendo indicações do PP.

O poder de Occhi decorre da decisão de Michel Temer de delegar ao conselho da Caixa a escolha de vice-presidentes e diretores.

Fontes da Caixa dizem que Ana Paula Vescovi, presidente do conselho de administração, dá “ouvidos demais” às pretensões de Occhi.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Caso Lagoa: gravadores apreendidos em cofre de dono da Compecc durante Operação Irerês sugerem que empresário grampeava agentes da PMJP


DIEGO LIMA 

Uma análise cuidadosa no memorial descritivo de bens apreendidos pela Polícia Federal na residência do dono da construtora Compecc, Eduardo Ribeiro Victor, trouxe à tona elementos que tem potencial de causar fortes dores de cabeça no prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), e seus auxiliares.

Para quem não se lembra, a Compecc está no olho do tornado das investigações policiais sobre indícios de superfaturamento e fraudes em licitações na Obra da Lagoa. A empresa foi a responsável pelas obras e, após operação da PF no ano passado, denominada Operação Irerês, sofreu uma devassa e seus proprietários tiveram que prestar esclarecimentos e abrir a “caixa preta” da obra que custou R$ 37 milhões sendo que, de acordo com relatório da Controladoria Geral da União (CGU), R$ 6,4 milhões de superfaturamento e, consequentemente, prejuízo ao erário.

Entre os vários objetos apreendidos na sede da empresa de Eduardo Ribeiro Victor, se destacam quatro microtransmissores wireless, que são gravadores portáteis e compactos. Para aumentar o mistério sobre o conteúdo dos gravadores, eles não estavam em uma gaveta comum em um escritório, mas em um cofre protegido por vários segredos. Além dos dispositivos portáteis, Eduardo Ribeiro Victor tinha dois gravadores convencionais também no cofre.

O que Eduardo gravava com o seu vasto material de captação sonora? Quais garantias ele queria ter ao gravar diálogos com pessoas? Ele tinha ciência, em algum momento, de ilicitudes que estavam sendo cometidas? Quem foram as pessoas que foram gravadas pelo srº Eduardo? Ele tinha receio de “pagar o pato” sozinho? No Brasil, tem sido comum empresários guardarem documentos e gravações para posteriormente negociarem delações premiadas. Será que Eduardo foi surpreendido pela PF antes de poder usar o recurso da colaboração premiada?

São perguntas cujas as respostas podem vir à tona em breve. A Oposição ao prefeito na Câmara Municipal de João Pessoa, por exemplo, garante ter novos fatos e documentos que comprometeriam ainda mais Cartaxo no escândalo policial que se tornou a obra da Lagoa. De qualquer maneira, com o avanço das investigações da Polícia Federal, é inevitável que a verdade apareça em breve.

Uma fonte de lá, inclusive, garante ao Blog que o conteúdo das gravações estão recheadas de nitroglicerina, com poder de implodir e destruir muita gente.

Veja os materiais apreendidos:


Federais protocolam pauta de reivindicações unificada no Planejamento e tem reunião agendada para o próximo dia 2

 Reunidos nos dois principais fóruns que unificam o conjunto dos servidores federais (Fonasefe e Fonacate), representantes da categoria foram ao Ministério do Planejamento na segunda-feira, 19, dia da Greve Geral contra a reforma da Previdência. O objetivo, além do protesto contra a reforma que terminou retirada da pauta de votação ao menos este ano, foi protocolar ofício com reivindicações comuns aos servidores. No centro das demandas está a cobrança pela revogação da famigerada Emenda Constitucional (EC) 95/16, que congela investimentos públicos pelos próximos vinte anos. As entidades conseguiram agendar uma reunião no Planejamento para o próximo dia 2 quando a intenção é dar início a um processo de negociações da pauta protocolada. Veja aqui a pauta completa.

Entre os eixos está também uma campanha contra o desmonte dos órgãos públicos e a luta pelo direito à negociação coletiva no setor público. A revogação da reforma Trabalhista e a continuidade da luta contra a reforma da Previdência também mobilizam servidores federais em todo o Brasil. Os servidores cobram ainda o cumprimento de acordos firmados em processos de negociação de anos anteriores e ainda não cumpridos, pleiteiam correção salarial com aplicação de índice de 25,63% calculados pelo Dieese como perdas sofridas pela categoria.

A extensão dos índices da Lei 13.464/17 para todos os servidores federais é outro destaque da pauta de reivindicações dessa campanha. A aplicação do mínimo de 50% per capita da União para manutenção de planos de saúde dos servidores e seus dependentes também não ficou de fora das pautas, bem como cobrança de isonomia nos benefícios, como auxílio alimentação, entre os poderes.

O objetivo é seguir garantindo o reforço da unidade em torno da pauta específica dos federais e das pautas que unificam toda classe trabalhadora. “A luta de um é a luta de todos”, resume Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef/Fenadsef. “Nós e nossas filiadas seguiremos nessa trincheira lutando por nossos direitos e avanços necessários para que o Brasil se veja livre da crise profunda em que foi mergulhado”, defende.
Fonte: Condsef,


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