Bolsonaro diz que quer dar "carta branca" para PM matar em serviço

 

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato à Presidência, declarou, na manhã desta quinta-feira (14) que quer dar carta branca para policiais em serviço matarem. A declaração foi feita em discurso ao desembarcar em Manaus, onde Bolsonaro receberá homenagens de alunos de escolas públicas e dará palestra sobre as "potencialidades da Amazônia".

Bolsonaro afirmou que vai lutar pelo chamado excludente de ilicitude para os policiais em serviço. A proposta é que o policial responda por eventuais danos que provoque com uso de armas, mas não seja punido. O deputado não deu detalhes de que forma encaminharia a questão.

"Nós vamos brigar pelo excludente de ilicitude. O policial militar em ação responde, mas não tem punição. Se alguém disser que quero dar carta branca para policial militar matar, eu respondo: quero sim. O policial que não atira em ninguém e atiram nele não é policial. Temos obrigação de dar retaguarda jurídica a esses bravos homens que defendem nossa vida e patrimônio em todo Brasil", declarou.

O excludente de ilicitude é uma forma legal de se retirar de uma ação judicial o caráter criminoso da conduta, a exemplo do que ocorre quando pessoas são inocentadas do crime de homicídio sob a justificativa de terem matado em legítima defesa.

Esta aplicação da lei está prevista no artigo 22 do Código Penal, que também prevê esse tipo de prerrogativa do agente "em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito", ou seja, os policiais em serviço no cumprimento do dever de proteger a sociedade.

A Constituição do Brasil veda pena de morte. Autorização para policiais matarem em serviço não ocorre sequer em guerras e nem foi legalizada no país nos períodos de maior repressão como no regime militar.

Ao falar sobre este tema, Bolsonaro pediu a atenção dos Policiais Militares do Amazonas (PM-AM) presentes no estacionamento do Aeroporto Eduardo Gomes, onde o pré-candidato subiu em um carro de som para discursar e depois que o público desse uma "salva de palmas" para os policiais do Estado.

O deputado foi recepcionado por uma multidão, estimada pela Polícia Militar em três mil pessoas, aos gritos de "mito" e frases com referências à pré-candidatura dele a presidente em 2018.

Questionado pela imprensa sobre as votações históricas que o PT teve no Estado nas últimas eleições em Manaus , Bolsonaro respondeu: "O que eu queria vai acontecer. Ele (Lula) será julgado", declarou.

Nas últimas eleições para presidente, o PT levou vantagem junto ao eleitorado do Amazona em detrimento dos candidatos de direita. No segundo turno de 2014, Dilma ficou com 65,02% dos votos válidos (1,033 milhão de votos) e Aécio com 34,98% dos votos (555.810 votos).

No segundo turno de 2010, Dilma teve 80,57% dos votos válidos no segundo turno, enquanto o candidato tucano José Serra teve 19,43% dos votos. No segundo turno de 2006, o desempenho de Lula (86,80%) também foi superior ao então candidato do PSDB na disputa, Geraldo Alckmin (13,20%).

Amazônia é "futuro do Brasil", diz deputado
Bolsonaro também opinou sobre a Amazônia para a multidão e disse que no solo da região está o potencial para colocar o Brasil no topo da economia mundial.

"Aqui está o futuro do Brasil. Temos na região amazônica o que ninguém no mundo tem. A Amazônia, que pode ser solução para o mundo, não pode continuar sendo problema para o Brasil (...) A Amazônia , área mais rica do mundo, cobiçada por muitos países tem seu potencial no subsolo e na biodiversidade mais que o suficiente para estar no topo da economia mundial. Se estou aqui é porque acredito em vocês", disse.

Bolsonaro também disse que o PT tentou manter indígenas isolados como se fossem "animais de zoológicos" e criticou as pressões externas para políticas ambientais no país.

"Essa política malfadada, não voltada para preservação do meio ambiente, mas voltada para os interesses de fora, vai deixar de existir. Não tem que ter diferença entre um irmão índio nosso na Bolívia e um irmão índio nosso aqui. Lá, o índio pode ser presidente da República. Aqui, o PT quer mantê-lo em reserva como se fosse um irmão de zoológico. O índio quer médico, dentista, energia elétrica e curso superior. Ele quer evoluir e será tratado dessa forma num governo futuro", disse.

Na sequência de seu discurso, Bolsonaro disse como deveria ser, em sua opinião, o próximo presidente da República: "Nós precisamos de um presidente honesto, patriota e que tenha Deus no coração para tirar o Brasil da atual situação em que se encontra. Somos um só povo, uma só bandeira, indivisíveis. A esquerda tentou nos dividir ao longo dos últimos anos. Nós uniremos o Brasil", afirmou.

Bolsonaro mostrou uma bandeira de Israel e disse que país irá fazer parceria com "países como esse".

"Não vai ter parceria com a Venezuela, não. Não vai ter dinheiro para Cuba, não. Faremos parcerias com países democratas e com economia pujante", disse.

UOL


Foi homicídio: Polícia identifica acusados pela morte de paciente no Juliano Moreira

 A Polícia Civil da Paraíba confirmou que o homem encontrado morto no hospital psiquiatro Juliano Moreira foi assassinado. A Delegacia de Homicídios da Capital já identificou os dois acusados pelo crime.

Jorge Bezerra dos Santos, 20 anos e Deiveson de Oliveira Silva, 21 anos, estão sendo apontados pela polícia como coautores do homicídio que vitimou Jonathan do Vale Ribeiro, 24 anos. , fato este ocorrido no Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, na noite do último dia 9.


O delegado que preside a investigação, Dr Reinaldo Nóbrega, pediu a internação provisória de ambos, o que foi deferido pela juíza do 2o Tribunal do Júri da Capital e os dois já foram encaminhados ao Instituto de Psiquiatria Penal, onde aguardarão julgamento


Paulo Cosme


Ricardo inaugura reforma do acesso às praias do Litoral Sul neste sábado


Governador inaugura pavimentação das vias de acesso às praias do Litoral Sul neste sábado

Por: Blog do Gordinho
O governador Ricardo Coutinho vai inaugurar, neste sábado (16), as obras de pavimentação em paralelepípedos dos acessos às praias de Carapibus I e II, Tabatinga I e II, Praia do Amor e Praia Bela, a partir da rodovia PB-008, no Litoral Sul do Estado, além de inspecionar a restauração da PB-018 – trecho que liga a BR-101/Conde/Jacumã. O governador estará acompanhado do secretário João Azevedo, da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia, do superintendente do DER, Carlos Pereira de Carvalho e Silva, e demais diretores do órgão.

Com uma extensão total de 3,7 km, os acessos já foram todos concluídos e prontos para a inauguração. Nas seis obras, o Governo do Estado investiu com recursos próprios R$ 3.024.542,00, contemplando diretamente uma população de 50 habitantes do Conde, além de milhares de turistas que frequentam aquele centro balneário do litoral sul do Estado.

Com a construção dos acessos, mais uma obra de mobilidade urbana do Governo do Estado, juntamente com outras ações, incentiva o crescimento do turismo no litoral sul do Estado, cria oportunidade de novos negócios na região, melhora a qualidade de vida e segurança da população e dos turistas que frequentam o local.

Foram executados serviços de terraplenagem em cortes e aterros, sistema de drenagem para águas pluviais e subterrâneas, pavimentação em paralelepípedo e sinalização vertical e turística.


Após imbróglio, grupo Ferreira Costa vai apresentar novo projeto à Prefeitura de João Pessoa


Grupo assegurou que vai apresentar os documentos necessários para o projeto construtivo e outro de compactação do solo em área anexa


Por: Blog do Gordinho
Em reunião com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, representantes do Grupo Ferreira Costa informaram, na tarde desta quinta-feira (14), que irão apresentar um novo projeto construtivo para instalação de uma unidade na capital paraibana. Durante o encontro, a empresa garantiu que irá apresentar toda a documentação solicitada pela administração municipal, atendendo à legislação do município e do Comando da Aeronáutica (COMAER).

O Grupo assegurou que vai apresentar os documentos necessários para o projeto construtivo, em um dos terrenos, e também de compactação do solo em uma área anexa, que ainda depende da autorização do Comando da Aeronáutica para edificação, em função da proximidade do Aeroclube. A Prefeitura aguarda a reapresentação do projeto para o início efetivo das obras do novo empreendimento.

Nesta quinta-feira (14), o governador Ricardo Coutinho recebeu representantes do grupo empresarial e do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para discutir embargo da obra pela prefeitura da Capital. Ausência do prefeito Luciano Cartaxo foi criticada pelo governador.


MEMÓRIA PESSOENSE: O Homem é Pedro! - Sérgio Botêlho


Meu primeiro grande contato com a política, na condição de correligionário mirim, foi em 1960, quando de memorável campanha política para o governo do estado, com especial destaque para o cenário pessoense.


Tendo deixado o cargo de governador para se candidatar, o advogado Pedro Moreno Gondim arrebatou corações e mentes dos pessoenses, montado num dos slogans mais extraordinários da vida eleitoral do estado: “Quem é o homem? O homem é Pedro!”.

Fiz parte da ala infantil pelas mãos de seu Moacir, gerente, naquela época, do Banco do Povo, cuja sede ficava na Barão do Triunfo, esquina com Padre Lindolfo, lado a lado com a Capitania dos Portos, em prédio ainda hoje preservado.

Seu Moacir e sua esposa eram vizinhos nossos, de frente, na Arthur Aquiles, e formavam na linha de frente da campanha de Pedro Gondim. E era assim mesmo que nós, crianças, chamávamos o governador, mais parecendo um parceiro, um amigão íntimo.


Por todos os recantos de João Pessoa você ouvia o “Quem é o homem?”, para a resposta surgir rapidamente da boca de alguém, por perto: “O homem é Pedro!” Nos colégios, então, a cantilena era incansavelmente repetida.


Pedro tinha como adversário o até então seu correligionário, no caso, o deputado federal Janduhy Carneiro, irmão do senador Ruy Carneiro, líder plenipotenciário do PSD, irritadíssimo com o rompimento de Gondim.

Aqui, um parêntesis histórico: Pedro Gondim, na verdade, havia sido eleito, em 1956, como vice-governador, representando o PSD, na chapa liderada por Flávio Ribeiro Coutinho, da UDN, o que representava uma tentativa de pacificar o estado.

A partir de 1958, porém, com o afastamento de Flávio Ribeiro, em função de uma doença que terminaria o levando à morte, em 1963, Pedro Gondim assumiu o governo. Mas, para as eleições de 1960, o PSD tinha outro candidato, que era Janduhy.

Gondim, então, rebelou-se, e concorreu pelo PDC, juntando partidos oposicionistas.
“Não estou com medo, pois estou com Pedro. E pra que ter medo, se o homem é Pedro. Quem é o homem? O homem é Pedro. Ah! Isto de medo, é pra quem tem medo, não conhece medo, quem está com Pedro. Está com medo? Não, estou com Pedro”.

O jingle ganhou as ruas infundindo sentimentos de coragem e rebeldia ao povo da capital, mas, também, dos municípios vizinhos, chegando a Campina Grande. Em João Pessoa, Gondim amealhou mais de 66% dos votos, e, quase o mesmo ele obteve em Campina.

Nesse circuito, portanto, Pedro Gondim garantiu sua vitória, obtendo pouco mais de 54% dos votos do estado. Outro detalhe é que, mesmo em Pombal, terra de Janduhy, este obteve não mais do que 55% dos votos.

Outro detalhe histórico: Ao deixar o governo para ser candidato, Gondim fez ascender ao cargo de governador o então presidente da Assembleia Legislativa, José Fernandes de Lima, do PSD, que apoiou Janduhy Carneiro.

Por todo o seu significado emocional e histórico, a campanha de Pedro Gondim, em 1960, jamais será esquecida por quem a viveu, mesmo criança, dado o entusiasmo popular que a cercou e a força do slogan perpetuado pelo jingle de campanha. Merecendo, portanto, espaço nessas memórias pessoenses.


Mulheres com mais de 62 anos e homens a partir de 65 já podem sacar as cotas do Fundo PIS/Pasep

 
Vera Batista

blogdoservidor.federal.com.br
Saque foi liberado nesta quinta (14) e não há data limite para retirada do dinheiro. Trabalhadores da iniciativa privada sacam os valores na Caixa. Servidores públicos, no Banco do Brasil.

O governo federal liberou nesta quinta-feira (14) o saque das cotas do antigo Fundo PIS/Pasep para mais um grupo de beneficiários. Mulheres com 62 anos ou mais e homens a partir de 65 anos já podem sacar o dinheiro, informou o Ministério do Trabalho. Cerca de 7,8 milhões de trabalhadores que estavam cadastrados no PIS/Pasep antes de 4 de outubro de 1988 têm algum valor para receber. A soma chega a R$ 15,2 bilhões.

O pagamento das cotas para mulheres com mais de 62 anos e homens com mais de 65 foi autorizado pela Medida Provisória nº 797, de 23 de agosto de 2017, que mudou o critério da idade para saque. Antes era preciso ter mais de 70 anos. Em outubro, foram liberados os primeiros saques. Aposentados de qualquer idade também já foram beneficiados.

De acordo com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, é justo que os trabalhadores recebam esse dinheiro. “O governo federal vem divulgando amplamente a informação de que os trabalhadores têm esse benefício e reduziu a idade para o saque, contemplando mais pessoas”, destaca.

Sobre as cotas

O Fundo Pis/Pasep foi criado na década de 1970. Os empregadores depositavam mensalmente um valor proporcional ao salário dos trabalhadores em contas vinculadas aos trabalhadores, como ocorre hoje com o FGTS. Com a Constituição de 1988, os empregadores deixaram de depositar o dinheiro individualmente para os trabalhadores e passaram a recolher à União, que destina o recurso ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), responsável pelo pagamento de benefícios como Seguro-Desemprego e Abono Salarial.

No entanto, os valores depositados nas contas individuais no Fundo PIS/Pasep antes da mudança constitucional permaneceram lá. Os trabalhadores titulares dessas contas – ou seus herdeiros, no caso de morte do titular – podem sacar o saldo existente de acordo com os motivos de saque estabelecidos em lei. Um desses motivos é justamente a idade, que o governo reduziu. Após liberado o saque, não há data limite para retirada.

SERVIÇO

Onde sacar

Trabalhadores da iniciativa privada sacam os valores na Caixa
Servidores públicos, no Banco do Brasil.
Como sacar

No caso da Caixa, quem tem até R$ 1,5 mil a receber, poderá retirar o valor com a Senha Cidadão, nos terminais de autoatendimento. Entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil, é necessário ter o Cartão do Cidadão e senha.

Valores acima de R$ 3 mil só poderão ser retirados nas agências bancárias. Quem tem conta corrente, Caixa Fácil ou poupança na Caixa terá o valor depositado diretamente nas contas.

O Banco do Brasil também vai depositar os valores diretamente na conta dos trabalhadores que já forem clientes do banco. Os demais precisarão fazer uma consulta do saldo e, em seguida, uma transferência bancária.

Quem tem direito

Tem direito ao saque quem trabalhou formalmente até 4 de outubro de 1988 e hoje atende a algum dos seguintes critérios:

Aposentadoria.
Falecimento (dependentes podem solicitar o saque da cota).
HIV-Aids (Lei 7.670/88).
Neoplasia maligna – Câncer (Lei 8.922/94).
Reforma militar.
Amparo Social (Lei 8.742/93): Amparo Assistencial a Portadores de Deficiência (espécie 87) e Amparo Social ao Idoso (espécie 88).
Invalidez (com ou sem concessão de aposentadoria).
Reserva remunerada.
Idade igual ou superior a 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.
For acometido de doenças ou afecções listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001 (titular ou um de seus dependentes).
Morte, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular.
Para consultar seu saldo

Trabalhadores celetistas vinculados ao PIS devem buscar informações na Caixa. Acesse o link

http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/pis/Paginas/default.aspx

Servidores públicos vinculados ao Pasep devem buscar informações no Banco do Brasil. Acesse o link.

http://www.bb.com.br/pbb/pagina-inicial/setor-publico/governo-federal/gestao/gestao-de-recursos/pagamento-de-ordens-bancarias,-salarios-e-beneficios/pasep#/


Juíza suspende aumento de contribuição de servidores por "má-fé" do governo

 

Por ver falta de transparência do governo, a juíza federal Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal de Brasília, suspendeu nesta quarta-feira (13/12) o aumento da contribuição previdenciária de servidores federais, definido pela Medida Provisória 805/2017. A liminar vale para associados do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal de São Paulo (SindPF-SP).

A norma, editada em outubro, mudou a alíquota da contribuição, de 11% para 14%, e tem sido questionada por várias entidades, inclusive por meio de ações no Supremo Tribunal Federal.

Para a juíza, o reajuste foi “confiscatório” e dá indícios de má-fé nas atitudes do governo, que vem concedendo benefícios fiscais a grandes empresas enquanto “denuncia” um déficit previdenciário. “Tais fatos, em tese, podem ensejar a ausência de boa-fé da União”, diz a decisão.

De acordo com a juíza, a MP gerou dois reajustes. O previdenciário foi progressivo e promoveu equiparação do Imposto de Renda dos servidores, que passarão a pagar 27,5%. Com isso, os servidores federais passaram a ter uma carga tributária de 41,5% de suas remunerações.

“Evidente que a elevada carga tributária sobre a remuneração do servidor público ofende o princípio que veda a tributação confiscatória, insculpido no art. 150, inciso VI, da Constituição Federal”, escreveu, na liminar. O dispositivo proíbe à administração pública “utilizar tributo com efeito de confisco”.

“A progressividade da contribuição previdenciária não está dentro do padrão da razoabilidade e da proporcionalidade almejadas pela prudência”, disse a juíza.

Ela reclama ainda da Medida Provisória 795/2017, editada em agosto, que deu isenções fiscais a exploradoras de petróleo estrangeiras, além de parcelar dívidas tributárias contraída entre 2012 e 2014. Segundo a Diana, a MP acarretará em renúncia fiscal de R$ 1 trilhão nos próximos 25 anos, “conforme vem sendo amplamente divulgado”.

“As condutas de gestão realizadas pela ré, analisadas dentro de uma abordagem macro, aparentemente, ferem o princípio da isonomia material, embora a União alegue (Poder Executivo Federal), de forma em passant, que todas as suas atividades de gerenciamento dos recursos públicos foram realizadas, como ilação, para melhorar e alavancar a economia do país, combatendo os privilégios”, afirma.

A decisão determina que a União está proibida de aplicar a MP para servidores ligados ao sindicato autor do pedido, sob pena de multa diária. Quem descumprir a ordem, segundo a juíza, poderá responder por crime de desobediência e ação de improbidade administrativa.

Fonte: Consultor Jurídico


Crescimento do PIB confirma acerto das reformas, afirma presidente da Fiesp

 
SKAF RESSALTA, NO ENTANTO, QUE JUROS NO PAÍS CONTINUAM ALTOS

SKAF DEFENDE APROVAÇÃO DAS REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E TRIBUTÁRIA (FOTO: DIVULGAÇÃO)PUBLICIDADE

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, a revisão da estimativa oficial de crescimento do PIB brasileiro, para 1,1% em 2017 e 3% em 2018, mostra o acerto das reformas estruturais já feitas, como o limite de gastos, a nova lei do petróleo e a modernização trabalhista.
"É preciso seguir adiante, aprovando a reforma da Previdência e a tributária, criando condições para o crescimento sustentável da economia brasileira", afirma.

No entanto, ele afirma que os juros continuam altos no País. "Os números estão alinhados com o que a indústria sente no dia a dia e com o que apontam as previsões da Fiesp. O que ainda provoca muita preocupação é o custo do financiamento no Brasil. Embora a Selic continue em queda, tendo atingido seu menor valor histórico, para o tomador final continuam muito elevados os juros no Brasil."

Além disso, Skaf ressalta que "uma forte redução dos juros para consumidores e empreendedores poderá ampliar ainda mais o crescimento do PIB no ano que vem e estimular a geração de empregos."

“O BC e o Ministério da Fazenda precisam agir. Têm que trazer mudanças nos impostos sobre crédito, na regulação e na concorrência bancária, atrair novos operadores no mercado de crédito e estimular as cooperativas de crédito e as empresas que fazem finanças na internet, as chamadas fintechs”, afirma o presidente da Fiesp.


Grevistas de araque - Greve de fome contra a reforma da Previdência é apenas cenográfica


GRUPO QUE FAZ ‘GREVE DE FOME‘ CONTRA REFORMA DORME EM CASA

ÀS 08H30 DESTA QUINTA, OS COLCHÕES ESTAVAM IMPECÁVEIS E SEM USO
Há cerca de uma semana, um grupo de pessoas ganhou atenção do noticiário por anunciar uma "greve de fome" contra a aprovação da reforma da Previdência. Conseguiram espaço reservado pela Câmara para colocarem seus colchões e colchonetes, viraram alvo de fotos e vídeos publicados nas redes sociais e compartilhados pelo WhatsApp. Até o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi até eles conversar.
Apesar do apelo midiático, servidores denunciam que a tal "greve de fome" é apenas para as câmeras. "Todos vão embora para casa", diz um funcionário. O Diário do Poder recebeu imagens mostrando que nenhum deles estava por lá nesta quinta de manhã. As camas, todas bem feitas e arrumadas, não tinham vestígios de que foram usadas durante a noite. "Os colchões são só para deitar e descansar", denuncia outro servidor.

Além do espaço para a "manifestação" os grevistas têm tido acompanhamento médico com aferição de pressão e do índice glicêmico, mas tudo continua dentro da normalidade até agora.


STF pega leve com o Senador Ivo Cassol, que não terá que dormir na Papuda

Dida Sampaio
Dida Sampaio


EM VEZ DE PRESO, SENADOR PRESTARÁ SERVIÇOS E PAGARÁ MULTA

O STF CONDENOU O PARLAMENTAR EM 2013, PELO CRIME DE FRAUDE EM LICITAÇÃO FOTO: DIDA SAMPAIO
Com um empate de 5 a 5 provocado pelo voto do ministro Alexandre de Moraes, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (14) reduzir a pena do senador Ivo Cassol (PP-PR), de 4 anos e 8 meses em regime semiaberto para 4 anos em regime aberto, mas com a pena substituída por prestação de serviços à comunidade, o que significa que ele não será preso.
Diante do empate, nove dos dez ministros que participaram do julgamento entenderam que o resultado final deveria ser favorável ao réu. O único a divergir foi o ministro Marco Aurélio Melo, que invocou o voto de minerva da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, pleito que não foi acolhido pelos colegas.

O Supremo condenou o parlamentar, com base no voto da relatora Cármen Lúcia, em 2013, pelo crime de fraude em licitação. Na ocasião, ele se tornou o primeiro senador a ser condenado pela Justiça desde a Constituição de 1988. A aplicação da pena, entretanto, foi sendo postergada devido à demora em julgar o recurso de Cassol.

O julgamento foi retomado nesta quinta-feira (14), após ter ficado mais de um ano parado devido a um pedido de vista do ministro Teori Zavascki, que faleceu em janeiro deste ano. O caso foi herdado pelo ministro Moraes, que proferiu ontem, em poucos minutos, o voto final, no sentido de manter pena mais rígida contra o senador.

Em 2016, o ministro Dias Toffoli foi o primeiro a votar pela redução da pena de Cassol, estabelecendo a pena que prevaleceu ao final. Ele foi seguido por Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e pelo presidente do STF à época, Ricardo Lewandowski.

Votaram a favor de manter uma pena maior, em regime mais rígido, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Roberto Barroso e Rosa Weber. O empate insuperável foi ocasionado pelo impedimento do ministro Luiz Fux, por ele ter atuado no caso quando era juiz do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Cassol e mais dois réus – Salomão da Silveira e Erodi Matt – foram condenados pelo crime de fraude em licitação por fatos ocorridos na época em que ele era prefeito de Rolim de Moura, em Rondônia, entre 1998 e 2002. Segundo denúncia do Ministério Público, o esquema criminoso consistia no fracionamento ilegal de licitação em obras e serviços. Foi mantida a imposição de multa no valor de R$ 201 mil contra o senador.(ABr)

 

Diariodopodr.com,br

 

 


Plano B de Lula é dominar o Congresso

Roberto Parizotti
Roberto Parizotti

 

CASO FIQUE INELEGÍVEL, LULA TENTARÁ ELEGER MAIS PARLAMENTARES
Lula nega publicamente que exista plano B, se for mesmo impedido de disputar a Presidência em 2018, mas em conversas reservadas deixa claro que a alternativa é eleger a maior bancada possível de deputados federais e senadores para “tomar o Legislativo”. Ele não cita outro petista, como o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad disputando o Planalto. O sonho de Lula é dar ao PT o poder exercido pelo “centrão”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O plano B de Lula é inspirado no PMDB, cujo apoio viabilizou seu próprio governo e a falta dele acabou por inviabilizar o governo Dilma.

O partido de maior bancada indica presidentes da Câmara e Senado. Lula segredou a amigos que deseja ver o PT dominando o Congresso.

Lula admite que ficará inelegível, mas solto. Por isso planeja percorrer o País tentando eleger o maior número possível de parlamentares.

O PMDB, que não tem candidato próprio à Presidência desde 1989, faz parte da base aliada dos governos federais desde a década de 1990.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Socialista rebate críticas da oposição a Azevêdo: "Diziam que RC não passaria de Bayeux, eles que não conseguem"


Presidente do PSB de João Pessoa falou ainda que espera conseguir convencer Ricardo a disputar o Senado em 2018

Por: Blog do Gordinho
O presidente do PSB de João Pessoa, Ronaldo Barbosa, rebateu, nesta quarta-feira (13), as críticas ao pré-candidato ao Governo do Estado, João Azevêdo. Segundo ele, os comentários da oposição a Azevêdo são semelhantes aos direcionados outrora a Ricardo Coutinho.

“Eles diziam a mesma coisa em relação a Ricardo. Diziam que Ricardo não passaria da ponte de Bayeux, e parece que eles que não conseguem”, declarou.

Segundo Barbosa, a candidatura de João está tomando forma e o contato direto com os paraibanos deve se intensificar a partir de janeiro. “As questões estão se organizando. Nós já tivemos reunião com alguns segmentos, tivemos reunião do diretório, e, a partir de janeiro, vamos iniciar o contato mais direto de João com a população através das nossas plenárias”, explicou.

O socialista falou ainda sobre a decisão de Ricardo de permanecer no governo e não disputar vaga ao Senado em 2018. Ronaldo disse que espera conseguir convencê-lo de que é a melhor opção ao cargo e para a estratégia do projeto.

“Eu defendo que ele seja candidato a senador, mas eu ainda não consegui o convencer. Como eu tenho algum tempinho ainda, até março, eu vou tentar convencê-lo de que ele é a melhor opção para ser o nosso senador. Acho que é uma estratégia política que ajudaria mais a campanha, com a presença de Ricardo direto nos palanques”, disse.


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