A ingratidão - Lourdinha Luna


 
O individuo que não é grato é molesto, desagradável, portanto abominável para a convivência. Esta semana dediquei-me a ler comentários em jornais, Faces e outras formas de inserção

do pensamento, em relação ao feito de maior projeção que os nordestinos receberam até então. A Paraíba, em sua trajetória desde 1585 quando do inicio de sua construção como cidade, até os dias atuais fora agraciada com dois grandes feitos.

A criação da UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA, em 1951 e dia 10 de março de 2017, a TRANSPOSIÇÃO DE ÁGUAS DO SÃO FRANCISCO, possivelmente até Campina Grande. A parte mais seca do Estado - o CURIMATAU foi desconsiderado, para não encarecer o projeto. Lembrei-me e não posso ocultar o que se passou em 1932, para que todo o Nordeste não morresse de fome e sede. O cofre federal estava em ruínas... O Presidente Washington Luiz só teve olhos para alimentar a "guerra" fratricida de Princesa. Mas, a única saída para aliviar o sofrimentos com os 3 anos de seca (começou em 1930) era tomar por empréstimo a Inglaterra em libra (ouro) uma quantia para tocar os grandes açudes que ainda abastecem a região sedenta de água.

Vinte anos depois a divida estava paga, pelo mesmo Presidente (Getúlio Vargas) que se responsabilizou pelo débito. A alegria do Ministro que intermediou a transação - JOSÉ AMÉRICO - ainda lhe encheu os olhos de lágrimas, ao receber do Embaixador da Inglaterra no Brasil o documento que quitava a transação.

Não sejamos ingratos a transposição é fruto da vontade do Presidente Lula, Dilma e Temer . E também dos que no percurso dos trabalhos acompanharam sua trajetória e nas últimas horas dos que não deixaram o empreendimento estacar...


Lula dividiu o poder com aqueles que ele agora critica - Francis Lopes de Mendonça


 
Morro de rir com amigos meus de boa fé que vêem golpismo em tudo mas empurram goela abaixo a safadeza e a roubalheira, só porque preferem Lula de novo no poder, a pretexto de que a direita reacionária é safadeza e roubalheira com retrocesso social.

Realçam a sucessão de erros cometidos pelas elites, como se essas mesmas elites não tivessem compartilhado do poder e das roubalheiras das esquerdas. Ou não foi o PT de Lula que passou 13 anos dividindo amplamente o poder e as roubalheiras com o PMDB de Temer numa desenvoltura de uma sem-vergonhice sem fim, inclusive trazendo reacionários para seus ministérios, a exemplo de Aguinaldo Ribeiro? Ou então meus amigos esquecem que Lula só chegou onde chegou cedendo aos acordos com as elites brancas. Pois Lula jamais teria chegado ao poder sem as composições, negociatas de gabinete e conluios secretos nos bastidores do poder e sem dividir as falcatruas com as elites brancas.

Meus amigos esquecem que alianças espúrias e arrumações palacianas com velhas oligarquias e velhas práticas da República getulista eram coisas impensáveis, denunciadas e combatidas pelo petismo original. Mas por que se tornaram práticas corriqueiras e marcas indeléveis nesta época lulista-dilmista? "Ahhh..., mas o que importa é que o país teve conquistas através de Lula", disse a vulgar justificativa de outro amigo, como se essas conquistas que Lula implantou no primeiro governo explicassem a ladroagem grossa que foi multiplicada por mil vezes pelos corruptos e ladrões que engrossaram as fileiras do partido e fizeram com que muitos de seus respeitáveis fundadores saíssem por não concordarem com os desmandos.

Sabemos que a roubalheira e a corrupção não é de agora, nem coisa só de Lula, mas que teve o enraizamento nas estruturas do poder envolvendo quadros históricos do partido. Agora resta saber se esses camaradas ainda se sentem na obrigação de justificar mais atitudes indefensáveis, como é esse abraço no Paulo Maluf, só por terem sido tomadas por Lula, esse poço de contradições e mentiras.


Por que querem o “impeachment” de Gervasinho, neto de João e filho de Gervásio? – Por Rui Galdino


 

 Por Rui Galdino Filho ( advogado e jornalista )
Meus amigos, minhas amigas, meus caros leitores. Vejam como são as coisas na política. O deputado estadual Gervásio Maia Filho, carinhosamente conhecido por Gervasinho, mal tomou posse como o novo presidente da Assembléia Legislativa da Paraíba, e já está ocorrendo o maior rebú interno com seus colegas deputados, que inclusive, já se fala até em sua possível cassação, ou seja, estão articulando o “impeachment” de Gervasinho, da presidência da Assembléia.

Pois bem. Fiquei surpreso, quando alguns colegas me contaram ontem este fato, e mais ainda, quando li em alguns jornais e portais, matérias vinculadas à uma articulação, até então secreta, com a finalidade de retirar Gervasinho, da presidência da Casa de Epitácio Pessoa. Então, me veio a indagação: Finalmente, o que está havendo de tão grave, ao ponto de deputados da oposição e também da situação, quererem o “impeachment” de Gervasinho, da presidência da Assembléia?
As explicações que me deram, confesso, que não entendi muito bem. Então, voltei a indagar alguns colegas: Gente, qual o fato ou os fatos determinantes, concretos, que deputados da oposição e situação alegam para “cassar” Gervasinho, em tão pouco tempo na presidência da Assembléia? Então repeti a indagação: Finalmente, o que está acontecendo de tão grave, na presidência de Gervasinho, que colegas seus, estão querendo lhe tirar do comando da Assembléia?

E mais uma vez, respostas e explicações vagas e sem o menor sentido. Eu não acreditei, nem acredito no que me contaram, porém, vejam algumas explicações: 1º) Querem “cassar” Gervasinho, por que ele está se comportando como uma espécie de “pal mandado” do governador perante a Assembléia. 2º) Querem “cassar” Gervasinho, por que ele resolveu não mais transferir o prédio da Assembléia, para a Epitácio Pessoa. 3º) Querem “cassar” Gervasinho, por que ele nomeou como assessor jurídico da Assembléia, um advogado, que atua contra o governador, perante o TRE/PB.

Tem mais: 4º) Querem “cassar” Gervasinho, por que ele está mais preocupado em ser o provável candidato do governador Ricardo, à sua sucessão em 2018, do que ser presidente da Assembléia, uma vez, que vive viajando com o governador para todo lugar. 5º) Querem “cassar” Gervasinho, por que ele está atuando de maneira muito autoritária perante seus colegas e não quer muita conversa, etc, etc, etc.

Então, eu fiquei mais confuso ainda, com tantas explicações vagas, sem o menor sentido e por demais contraditórias, no sentido de quererem “cassar” o comando do presidente Gervasinho, sem a menor justa causa ou caso concreto, que configure no mínimo crime de responsabilidade, por parte do deputado Gervasinho, como presidente da Assembléia. Não tenho procuração para defender Gervasinho, porém, estes motivos até então elencados, no sentido de “cassar” a presidência do mesmo, são muito frágeis e até cômicos, se realmente forem verdadeiros.

 E eu fiquei pensando!!! Ora, a poucos dias, estive na posse de Gervasinho, como novo presidente da Assembléia, e me surpreendi com tanta gente presente. Foi uma das posses mais concorrida e prestigiada que já presenciei nos últimos tempos, e agora, a menos de dois meses daquela prestigiada posse, já estão querendo “tirar” o deputado Gervasinho, do comando da Assembléia? Sem motivo grave até então, que justifique possível cassação? Então, fiquei matutando feito bode velho, e cheguei à conclusão, tem algo errado nessa “estória” toda!

Depois, uma importante e robusta fonte, que vive o dia a dia da Assembléia, pediu reservas e me disse: “ Rui, tudo o que lhe disseram, é isso mesmo também, mas, o grande problema que está acontecendo é o seguinte: 1º) Gervasinho, recebeu uma Assembléia com dívidas diversas ( locação de imóveis atrasados, débitos previdenciários, etc ). 2º) Gervasinho, também encontrou um verdadeiro “trem da alegria”, recheado de funcionários comissionados fantasmas, funcionários do quadro sem dar expediente, muita gente empregado na Assembléia sem trabalhar, morando no interior e até fora do estado, etc”.

E disse mais: “ Então, Rui, diante do quadro caótico que encontrou, Gervasinho, resolveu agir e de uma canetada só, exonerou todos os cargos comissionados e determinou que os funcionários do quadro que recebiam ser trabalhar, voltassem para dar expediente, sob pena de ter os contra-cheques bloqueados. E aí, todas essas medidas, causou e vem causando uma grande confusão, pois, a cobrança dessa gente em cima dos deputados é muito grande, e ninguém quer perder votos”.
Disse ainda: “ Além disso, Rui, Gervasinho, cortou muitos outros gastos na Assembléia, que ele entendeu desnecessário, no sentido de economizar, sanear e equilibrar as finanças do Poder Legislativo. E tudo isso, e muito mais, vem contrariando os interesses dos deputados, por isso, a confusão interna é grande, e querem SIM, destituir Gervasinho, da presidência da Assembléia”.

Haaaaaaaaa!! Deixa-me ver se entendi direito essa “estória”. Então, quer dizer, que deputados da oposição e da situação, querem o “impeachment” urgente de Gervasinho, por que estão tendo interesses pessoais e eleitoreiros contrariados? Pode isso? Isso é motivo para querer “cassar” da presidência de um poder, um jovem e combativo deputado, que está querendo ajustar as coisas na Assembléia e fazer o dever de casa correto?

Quer dizer, que estão querendo “cassar” Gervasinho, por que ele quer moralisar e acabar com o empreguismo e clientelismo desenfreado que dizem que existe e sempre existiu no Poder Legislativo da Paraíba? Querem “cassar” Gervasinho, por que ele quer empoderar o povo, trazendo o povo para dentro da Assembléia, que todos dizem ser a casa do povo? Querem “cassar” Gervasinho, por que ele reabriu depois de muitos anos, o PARLATÓRIO da Assembléia, para que o povo tenha vez e voz defronte a Praça João Pessoa? Será isso mesmo, ou eu entendi tudo errado?

Me disseram, que Gervasinho, vai pagar o atrasado e devolver todos os imóveis alugados pela Assembléia, e que isso, também está contrariando muita gente. Gervasinho, vai usar o dinheiro da Assembléia, para fazer uma grande e profunda reforma no prédio principal e está alugando o famoso, histórico, tradicional e bonito prédio do Paraíba Pálace, para colocar todos os demais anexos, centralizando o Poder Legilativo em apenas dois lugares próximos um do outro ( Prédio principal e Paraíba Pálace ).

Além disso, Gervasinho, vai construir uma rampa externa, para um melhor acesso popular ao PARLATÓRIO, bem como, vai instalar no local, um potente e eficiente sistema de som, para as manifestações populares que desejarem usar o PARLATÓRIO da Assembléia. Será que tem gente que está com ciúmes político e inveja de Gervasinho, pelo fato dele querer fazer diferente e agir de maneira republicana no comando do Poder Legislativo?

Conheço o deputado Gervasinho. Sempre foi muito atuante tanto na oposição, quanto na situação. É um jovem aguerrido, destemido, competente, carismático e de tradicional família política paraibana. Além disso, é um político sério, corajoso, correto e que não leva desaforos para casa. É UM MAIA! Não acredito que deputados, principalmente, aqueles da bancada governista, queiram “cassar” Gervasinho, sem justa causa, sem fato concreto grave que possa ensejar um crime de responsabilidade.

É preciso que Gervasinho, tenha muito cuidado, pois, toda mudança e ações que contrariam interesses, principalmente interesses que NUNCA foram contrariados, geram imensas reações! Porém, Gervasinho sabe, que administrar bem, é enfrentar desafios e contrariar interesses. Quem não se lembra dos problemas e das mudanças que o governador Ricardo Coutinho, enfrentou e fez a partir de 2010, e que ainda hoje faz, para que a Paraíba não retroceda e avance cada vez mais?

Pois bem. Gervasinho, que foi um combativo opositor de Ricardo, terminou se convencendo que o governador estava certo e hoje é um dos seus principais discípulos, tanto o é, que o governador tem o maior respeito e admiração por ele. Na presidência da Assembléia, Gervasinho, está querendo fazer a coisa certa, está querendo fazer as mudanças e reformas necessárias, está querendo empoderar o povo, está querendo acabar com o empreguismo e clientelismo exagerado, está querendo economizar e fazer o dinheiro público render mais em favor da maioria do povo, etc, etc, etc, e tem DEPUTADOS achando ruim e querendo lhe “cassar” ?
Tenha a santa paciência! Gente, o Brasil e a Paraíba em especial, estão mudando e mudando para melhor. É preciso entender que o povo está mais vigilante e que as redes sociais na sua horizontalidade, destronaram os grandes impérios de comunicação, que manipulavam os fatos e as notícias, e que agora, a realidade é outra.

Caro deputado Gervasinho, cuidado, porém, não tenha medo de fazer a coisa certa, pois, a maioria do povo paraibano estará ao seu lado. Se tem deputados que querem lhe “cassar”, por que o senhor está contrariando alguns interesses pessoais deles, em benefício da maioria do povo, ENFRENTE-OS!!!! Honre a tradição de seu avô, João Agripino e de seu pai, Gervásio Maia, ambos de saudosa memória, e que deixaram um exemplo histórico de honestidade, coragem, dignidade e republicanismo para o povo paraibano e brasileiro.

Não tenha medo de fazer a coisa certa. E quem for galho podre ou seco, que se quebre. Faça as mudanças e reformas que o Poder Legislativo da Paraíba precisa e merece. Tudo tem a sua hora e o seu tempo. Não foi à toa que V. Exa. chegou à presidência da Assembléia, num momento de muitas transformações que o Brasil vem passando. Assim como o governador Ricardo, tem mudado a história do Poder Executivo da Paraíba para melhor, o senhor também, poderá mudar a história do Poder Legislativo paraibano para melhor. Não tenha medo, pois, a maioria do povo estará ao seu lado. ADELANTE!


Imposto de Renda 2017: Como evitar a malha fina? Prazo encerra em 28 de abril



Multa para quem não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo varia de R$ 165,74 a até 20% do imposto devido

A Receita Federal passou a receber declarações de imposto de renda no início de março, e o prazo para o contribuinte tirar dúvidas e fazer sua declaração está se esgotando.

Os formulários devem ser enviados até as 23h59 do dia 28 de abril, e há novidades nas regras para o preenchimento e envio dos documentos. A multa para quem não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo varia de R$ 165,74 a até 20% do imposto devido.

Entre as vantagens de fazer a declaração com antecedência está a de receber a restituição do IR mais cedo. Quem enviou os documentos no início do prazo deve receber a restituição a partir de junho – desde que a Receita não encontre erros, omissões ou inconsistências.

O governo espera receber 28,3 milhões de declarações dentro do prazo legal de 2017 – contra 27,9 milhões de 2016.

A Isto É preparou um guia para quem tem dúvidas sobre as novas regras da declaração. Neste post, confira como evitar cair na malha fina na declaração de Imposto de Renda 2017.

Como evitar a malha fina?

O contribuinte deve ficar atento a certos cuidados para diminuir a chance de ter a declaração retida na malha fina – que é a revisão eletrônica de todas as declarações do Imposto de Renda pelo sistema da Receita. Qualquer divergência, por menor que ela seja, já é suficiente para que a declaração fique retida no sistema.

Para evitar as pendências com o Fisco, o site da Receita disponibiliza um guia de como preencher corretamente a sua declaração do IRPF.

É preciso listar todos os bancos em que o declarante possui conta corrente ou algum vínculo, pois as instituições financeiras enviam suas informações à Receita. Além dos saldos de contas-correntes e aplicações, é preciso informar os rendimentos em cada uma delas.

“Muitas pessoas cometem o erro de achar que não devem declarar os pagamentos de cartão de crédito, ou então esquecem quando outra pessoa fica responsável, cônjuge ou pai, por pagar a conta”, avisa o diretor assessoria contábil CSL, Claudionei Santa Lucia. “Ocorre também de haver coincidência de dependentes nas declarações de casais divorciados, e o dependente deve constar em apenas uma declaração – geralmente, na declaração de quem tiver a guarda da criança.”

No caso de trabalhadores que estão em dúvida sobre o que devem declarar dos valores que receberam das empresas onde trabalham, Claudionei recomenda consultar os departamentos e portais de Recursos Humanos. Além disso, o declarante pode imprimir, para consulta, os Informes de Rendimentos que os bancos disponibilizam aos correntistas, onde constam todos os valores registrados pelo banco que são repassados à Receita. “Esse informe de rendimentos, inclusive, serve como lastro documental caso a receita chame o declarante para prestar esclarecimentos.”

Isto É


Ex-ministra do TSE, revela que sistema político atual está apodrecido



A ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eliana Calmon, defendeu essa semana, em João Pessoa um levante popular em combate à corrupção, por meio de uma ampla reforma no sistema político e eleitoral no Brasil. Segundo ela, o grande protagonismo de mudanças sérias é do povo brasileiro, que precisa reagir severamente e participar ativamente para garantir que o País seja passado à limpo de forma estrutural. “Nós temos que mudar o sistema político, os políticos, os partidos políticos porque está tudo apodrecido. Tudo estar organizado no sentido de ser o grande favorecimento da corrupção. Para limpar a corrupção temos que fazer essas mudanças radicais”, declarou.

Eliana Calmon, que participou ontem de um evento promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no auditório do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon), também afirmou que houve evolução em relação ao combate à corrupção, porque pela primeira vez na história o Poder Judiciário está se posicionando contra à corrupção no País. “O Judiciário sempre foi conivente com ela”, revelou, avaliando como ponto positivo o fato da corrupção começar a ser discutido pelo Judiciário e pela sociedade brasileira.

A ex-ministra, que proferiu palestra sobre ‘Ética e Compliance para uma Gestão Eficaz’, também é a favor de uma revisão na questão do foro privilegiado para autoridades. Segundo ela, esse instituto “serve para não funcionar”, o que protege os políticos. “Precisamos fazer uma revisão geral do foro especial. Ele precisa existir porque há autoridades que não podem ficar com o juiz de primeiro grau, porque esse magistrado está muito distante dos fatos que, muitas vezes, acompanham o dia a dia de uma autoridade federal, por exemplo. De forma que é necessário que poucas autoridades tenham foro especial”, acrescentou Eliana.

De acordo com a ex-ministra, a Constituição de 1988 “inchou” a possibilidade de foro privilegiado para muitas autoridades. “São mais de 3 mil autoridades que têm direito ao foro especial. O que acontece é que, para esses que têm foro especial precisava que o rito do processo fosse mais rápido, mais diligente. O rito processual do foro especial é extremamente execrável, porque demora demais”, informou.

Pb-Agora.com.br

 


Prefeitura da capital esconde carros em Pátio da Secretaria de Saúde


 Prefeitura da capital esconde carros em Pátio da Secretaria de Saúde

O gestor público quase sempre é inconseqüente e até irresponsável no que diz respeito ao trato dos bens público. No caso da Prefeitura de João Pessoa, o Prefeito Luciano Cartaxo, é o retrato perfeito e acabado do descaso no trato dos bens adquiridos com recurso dos contribuintes e para servir esses mesmos contribuintes.

Alertado por um amigo, de que veículos que deveria estarem servindo as UPAS, se encontram indevidamente parados e se desgastando no pátio da Secretaria de Saúde, fui até lá realmente constatei o absurdo conforme demonstram as fotos.
Indagando a alguns servidores a razão do abandono daqueles veículos, fui informado que alguns deles basta quebrar uma simples peça, já fica ali indevidamente estacionado, quando poderia se encontrar trafegando e servindo a população.

Um servidor que pediu para não ser identificado revelou que a desordem reinante na Pasta tem muito a ver com as freqüentes mudanças de secretário e consequentemente dos demais cargos de direção, ocorrendo solução de continuidade, o que acarreta prejuízos aquela que deveria ser a Pasta mais importante da estrutura municipal.

Como existe hoje na Câmara Municipal, uma comissão de vereadores que visita as repartições municipais, na busca de irregularidades, seria o caso de a dita comissão visitar a Secretaria de Saúde para constatar a grave irregularidade e oficialmente solicitar explicações ao Prefeito Luciano Cartaxo e ao seu secretário de Saúde.


FHC lembra em livro da genitália que virou crise


 Pivô de escândalo presidencial há 20 anos, Lilian Ramos vive como celebridade em Roma
A foto no camarote da Marquês do Sapucaí com Lilian Ramos com uma genitália desnuda e o presidente Itamar Franco ao lado rendeu polêmica na imprensa e Congresso depois daquele Carnaval de 1994
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Imagem: Marcelo Carnaval/Agência O Globo

Num instante em que o valor do político brasileiro é medido pela quantidade de mochilas que ele recebeu da Odebrecht num cabaré, é interessante recordar que houve no Brasil um presidente atípico. Chamava-se Itamar Franco. A exemplo de Michel Temer, foi uma espécie de interlúdio entre um impeachment e a eleição seguinte. Balançou no cargo. Quase caiu. Mas o escândalo que estremeceu sua autoridade foi causado não por propinas ou desvios milionários de verbas públicas, mas por uma calcinha. Ou, por outra, o cargo de Itamar esteve por um fio em função da falta de uma calcinha. Fernando Henrique Cardoso desenterrou o caso no seu novo livro, o terceiro volume da série Diários da Presidência, que acaba de chegar às prateleiras.

A encrenca nasceu no Carnaval de 1994. Acompanhado de um séquito de auxiliares, Itamar foi ao Sambódromo, no Rio de Janeiro. Desimpedido, derreteu-se por Lilian Ramos, uma modelo que exibira suas formas no desfile da Escola de Samba Grande Rio. Olha daqui, repara dali, a foliã foi parar no camarote presidencial, ao lado de Itamar. Vestia apenas um camisão, que lhe recobria desde as formas do torso até o início das coxas. No mais, estava como viera ao mundo. Desavisado, Itamar deixou-se fotografar, de baixo para cima, ao lado da genitália desnuda de sua acompanhante. As imagens correram o noticiário. Seguiu-se em Brasília um estrépito mais forte do que o barulho de todas as baterias que haviam soado na avenida.

Ministro da Fazenda de Itamar, FHC conta que foi procurado pelo general Romildo Canhim, então ministro da Administração. Falando em nome dos comandantes militares, Canhim queria saber se o interlocutor toparia permanecer à frente da pasta onde se costurava o Plano Real na hipótese de Itamar ser afastado da Presidência da República. “Eu disse ao Canhim que não, que nem um dia”, escreveu o grão-tucano no seu livro. As memórias de FHC resultam de uma coleção de segredos e impressões que ele ditou para um gravador ao longo dos oito anos de sua presidência. No caso da crise da calcinha FHC foi econômico nas palavras. Absteve-se de revelar os detalhes.

O episódio veio à luz pela primeira vez no final de 1994, nas páginas do livro “A História Real, trama de uma sucessão”, escrito por mim e pelo repórter Gilberto Dimenstein. A obra nasceu de um projeto que visava contar os bastidores da sucessão presidencial em que FHC, cavalgando o Plano Real, prevaleceu sobre Lula pela primeira vez. Entre janeiro de 1994 e a abertura das urnas, fizemos 124 entrevistas. A maioria dos entrevistados concordou em falar sob a condição de que as informações só fossem publicadas depois das eleições presidenciais.

Conversei com o general Romildo Canhim (1933-2006) por mais de três horas. Nessa conversa, ele relatou o que sucedera nas pegadas da aventura carnavalesca de Itamar. Antes de procurar FHC, Canhim tivera um longo encontro com o então ministro do Exército, general Zenildo de Lucena. Ouvira um relato sobre a inquietação dos quarteis com as cenas do Sambódromo. Preocupados, os ministos militares haviam discutido a encrenca numa reunião sigilosa.

Pela Constituição, o presidente da República é o “comandante em chefe” das Forças Armadas. E os ministros fardados avaliavam que, depois que Itamar posara em público ao lado de uma genitália sem camuflagem, esse preceito constitucional parecia revogado. Para eles, a dignidade do cargo de presidente fora, por assim dizer, carnavalizada, trincando o princípio da autoridade, tão caro para um militar quanto o ar que ele respira. Os ministro discutiram a sério a hipótese de substituição do presidente.

Os militares mencionavam um “complicador”. Como se não bastasse o presidente ter sido fotografado de mãos dadas com uma modelo sem calças, o então ministro da Justiça, Maurício Corrêa, entornara no Sambódromo mais álcool do que seria recomendável para uma pessoa na sua posição. Até as fotos, estáticas, denunciavam um Corrêa trôpego, copo de uísque na mão. Tramou-se negociar com Itamar a sua renúncia, abrindo espaço para uma solução constitucional.

O plano esbarrou na recusa de FHC de permanecer no cargo sem Itamar e na má qualidade das opções de substituto. Percorrendo a linha sucessória, a eventual renúncia de Itamar levaria, nessa ordem, aos presidentes da Câmara e do Senado, deputado Inocêncio Oliveira e senador Humberto Lucena. Que os militares consideraram desqualificados. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Octávio Gallotti, terceiro na linha de sucessão, era visto como um personagem fraco, sem pulso. A turma do quepe concluiu que a República nunca estivera em mãos tão débeis. Avaliou-se que o resultado da troca não compensaria o desgaste de uma articulação para a saída de Itamar.

Entretando, os comandantes militares decidiram que Itamar precisava lhes fornecer algo que pudessem exibir à tropa. O escalpo de Maurício Corrêa pareceu-lhes uma compensação adequada. Enxergaram em FHC a melhor pessoa para informar ao presidente sobre a conveniência de levar à bandeja a cabeça do ministro da Justiça, seu velho amigo. Acionado pelo general Romildo Canhin, FHC encontrou-se com Itamar fora da agenda, na Base Aérea de Brasília.

Ao farejar o cheiro de queimado, Itamar não opôs resistência à substituição do titular da Justiça. Tinha inclusive o nome de um substituto no bolso do colete: Alexandre Dupeyrat, um advogado que o assessorava no Planalto. Informados, os militares serenaram os ânimos. Mandaram circular pelos quartéis a informação sobre a queda iminente de Maurício Corrêa. Do Planalto, vazaram informações a respeito da decisão do presidente de trocar o titular da Justiça.

Maurício Corrêa ainda teria uma sobrevida de dois meses na Justiça. Itamar recusou-se a demiti-lo com humilhação. Deixou o posto a pretexto de disputar o governo de Brasília —candidatura que seria inviabilizada posteriormente. O caso da calcinha, por folclórico, escorregou naturalmente das manchetes para o esquecimento. Hoje, frequenta as páginas de livros como uma passagem pitoresca de um Brasil que ainda não sabia que seus flagelos se tornariam mais superlativos do que o Collorgate, escândalo que levou o vice Itamar à poltrona de presidente. A crise brasileira apaixonou-se pela desinência ‘ão’. E foi plenamente correspondida no mensalão, no petrolão, na recessão… Tudo isso mais o mochilão da Odebrecht, nova unidade monetária do país da corrupção.


Em 10 dias, prejuízo da ‘Carne fraca‘ aproximam de meio bilhão de reais


 

Até agora, dez dias depois da deflagração da Operação Carne Fraca, as indústrias exportadoras de carne acumularam prejuízos que se aproximam de meio bilhão de reais. De acordo com entidades associativas dos produtores, os prejuízo somam US$ 136 milhões até este momento, que correspondem a quase R$430 milhões.
A repercussão da Operação Carne Fraca provocaram o banimento do Brasil de diversos mercados que compravam esses produtos no exterior, segundo as associações do setor.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), informa queo valor das mercadorias impedidas de embarcar no Porto de Santos, em carne bovina, totaliza US$ 96 milhões. Já no setor de carne suína e frango, as perdas chegaram aUS$40 milhões, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).


"Já temos 25 mercados com algum tipo de bloqueio, parcial ou total. Estamos, juntamente com o governo brasileiro em um esforço para apresentar os devidos esclarecimentos aos vários mercados que são nossos importadores, buscando restabelecer a situação das exportações", disse em nota o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra.
A situação não se agravou porque três países importadores de carne resolveram levantar o embargo ao produto Brasil. China, Chile e Egito deram a boa notícia neste sábado (25).

A União Européia, que em 2106 importou US$ 1,75 bilhão em carnes do Brasil, manteve a restrição para a carne brasileira dos estabelecimentos citados na Operação Carne Fraca.

O presidente Michel Temer agradeceu ao governo chinês em nota e afirmou estar confiante de que outros países seguirão o exemplo e voltarão a importar a carne brasileira.

O texto diz que a decisão de reabrir o mercado ao Brasil reconhece a "confiabilidade de nosso sistema de defesa agropecuária". "O posicionamento chinês é a confirmação de todo trabalho de esclarecimento levado a termo pelo governo brasileiro nestes últimos dias em todos os continentes", afirma a nota de Temer.

CARNE PREJUÍZOS MILIONÁRIOS


Esperteza - Raoni obtém acordo de indenização de R$ 4 milhões por ‘Danos espirituais‘



ÍNDIOS ABSORVERAM UM DOS MALES DO HOMEM BRANCO: A ESPERTEZA
 

OS DESTROÇOS, HÁ 11 ANOS.
Conhecidos pelo desenvolvimento de um tipo de esperteza que se aproxima da vigarice, absorvida do homem “civilizado”, um grupo de índios conseguiu convencer a empresa aérea Gol a pagar indenização de R$4 milhões por “danos espirituais” em razão do acidente com o Boeing da empresa que matou 154 pessoas, há onze anos, apos chocar-se com um jato Legacy, em Mato Grosso.
Ou seja: nada como uma boa grana para sanar "danos espirituais".

Os índios conseguiram até mesmo envolver instituições sérias nessa esperteza, que se certificaram do compromisso de a empresa entregar R$4 milhões a um “Instituto Cacique Raoni” para ser aplicado supostamente na construção de casas para cerca de cinqüenta índios. O acordo também possibilitou a Gol livrar-se de um problema, o resgate dos destroços, e do assedio permanente de índios pedindo dinheiro a representantes da empresa.

 OLHA OS ÍNDIOS DO NOROESTE.
Velho golpe
São conhecidos os golpes de esperteza de índios, como o que lhes rendeu a doação de área pública, em Brasília. Um grupo de supostos índios, um deles louro de olhos azuis que só falava francês, invadiu uma área destinada a um novo bairro de Brasília, o Noroeste, e fez barricadas para não deixar a área alegando tratar-se de “terra sagrada”, expressão muito usada em filmes de caubói americano. Ao final, era um grupo de 23 pessoas que diziam representar número quase idêntico de "etnias", originadas de vários Estados do Nordeste e do Sul.

Quando começou a polêmica, o médico Ernesto Silva, integrante da equipe de desbravadores que construiu Brasília, negou que houvesse índios na região onde a capital seria construída pelo então presidente Juscelino Kubitschek.

Os índios invasores da área pública onde seria construído o Noroeste diziam até que ali se reunia, no passado, um certo “santuário de pajés”, algo que não encontra registro em qualquer estudo de antropologia brasileira. Até conseguiram apoio de jovens universitários que os ajudaram nas “barricadas”. Num primeiro momento, a FUNAI lhes negou apoio, mas depois de muitas críticas a instituição acabou endossando a esperteza. No fim de tudo, o golpe de esperteza deu certo: ganharam do governo do DF, às custas do contribuinte, uma área de mais de 22 hectares e a construção de 16 casas.


Protesto na Avenida Paulista poupa Temer e criticam lista fechada


A MULTIDÃO PROTESTOU CONTRA FORO PRIVILEGIADO, LISTA FECHADA E A IMPUNIDADE. (FOTO: AMANDA PEROBELLI/ESTADÃO CONTEÚDO)
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Os grupos que lideraram as manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff voltaram às ruas nesse domingo, 26, para defender a Operação Lava Jato e protestar contra a introdução da lista fechada com financiamento público eleitoral na reforma política. O público, porém, foi consideravelmente o menor de todos os atos que aconteceram na Avenida Paulista entre 2015 e 2016.

Os políticos, que no ano passado disputaram os microfones, dessa vez não apareceram. Entre os poucos que se arriscaram no ato estavam o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e o deputado Major Olímpio (SD-SP). Apesar de críticas pontuais, o presidente Michel Temer (PMDB) foi poupado, enquanto o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, foi criticado.

"Gilmar Mendes é uma vergonha nacional. Não está fazendo papel de juiz, mas de político", disse no microfone o advogado Luiz Flávio Gomes, líder do grupo "Quero um Brasil ético". Os organizadores não fizeram ainda estimativas oficiais, mas parte deles fala em 10 mil pessoas. A PM não divulgou a quantidade de presentes.

Os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), além do senador Aécio Neves (PSDB-MG), também foram criticados. Eles são acusados por parte dos manifestantes de tentarem promover um acordo para salvar a classe política diante das relações da Odebrecht.

O público não é maior que um dia normal de domingo, quando a Paulista fica fechada aos carros. No trecho de maior concentração, em frente ao Masp, onde está o carro do Vem Pra Rua, o público não lota nem um quarteirão.

"Deve ter umas 10 mil pessoas aqui, o que não é uma derrota. O tema agora é mais técnico", disse ao Estado Luiz Philippe Orleans de Bragança, trisneto da princesa Isabel e líder do Acorda Brasil.

No dia 13 de março do ano passado, o movimento atingiu seu ápice e reuniu 1 milhão de pessoas na Paulista, segundo os organizadores.

Líder do Vem Pra Rua, Rogério Chequer concorda que a pauta agora é mais complexa. "A pauta agora não é tão simples e binária como o Fora Dilma e o impeachment", afirma.

Os oito grupos que levaram carros de som para a Avenida Paulista convergiram sobre a defesa genérica da Lava Jato, o repúdio a qualquer tipo de anistia ao caixa 2, e contra a proposta de adotar lista fechada eleitoral com financiamento público. Mas existem algumas divergências. O NasRuas adotou lema "Armas pela vida" e espalhou faixas contra o estatuto do desarmamento.

Os "intervencionistas ", por sua vez, defenderam a intervenção dos militares e os monarquistas pediram a volta da família real ao poder.

O MBL, como de costume, aproveitou para promover seus líderes e potenciais candidatos em 2018. Camisetas e faixas com o nome a imagem de Kim Kataguiri foram colocadas em pontos estratégicos.

Em um discurso para um público esvaziado, o vereador Fernando Holiday (DEM-SP), coordenador nacional do MBL, focou críticas contra os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e o PT.

"O lugar de Lula não é no palanque. É na cadeia. Lula foi o chefe de quadrilha mais poderoso do país", disse. Segundo ele, Dilma não pode mais ostentar o título de mulher honrada. "Ela sabia das doações da Odebrecht".

Diariodopoder.com.br

 


Agruras de um prefeito - Marcos Pires


 

 

Criativos leitores, para evitar problemas imaginemos que em uma pequena cidade da França ou da Alemanha um Prefeito foi denunciado porque estaria proibindo um servidor de exercer a função para a qual prestara concurso. Na presença do Juiz o alcaide confirmou que realmente não estava permitindo o tal servidor de dirigir o ônibus escolar recém adquirido porque o histórico dele não recomendava: “- Imagine, Doutor Juiz, que uma vez ele dirigia uma ambulância daqui até a capital levando um paciente e o acompanhante. No caminho a ambulância capotou e os passageiros morreram. De outra feita levava para a cidade vizinha um time de futebol e no acidente que ele provocou só escaparam os reservas, porque viajavam em outra Kombi. O senhor acha que eu posso confiar nele para levar crianças à escola?”. O Juiz manteve a ordem; ele teria que colocar o servidor para dirigir porque se tratava de desvio de função. Num último apelo o Prefeito suplicou: “- Então, Doutor, deixa eu fazer uma coisa melhor; a prefeitura continua pagando o salário do servidor e eu o coloco à disposição da Justiça para ser seu motorista”. A Excelência voltou atrás imediatamente.

Meses depois foi chamado por outra autoridade que reclamava da queda do muro do cemitério, ocorrida há três meses sem qualquer providencia da municipalidade. Resolveu a questão rapidamente: “- Excelência, a cidade está sem agua há dois anos e o dinheiro só dá para os carros pipa. Vamos deixar o conserto do muro para quando chover, porque quem está lá dentro não tem como sair e quem está do lado de fora não quer entrar de jeito nenhum”.

Aliás, esse cemitério tem um outro momento interessante. Logo que o Prefeito assumiu, tratou de realizar concurso público para o cargo de coveiro, e foi avisado que os coveiros trabalham 24 horas e folgam 72 horas, de modo que contratou 3 coveiros. No entanto, num domingo à tarde em que havia necessidade de realizar um sepultamento, a esposa do plantonista avisou que o marido estava bebendo desde as 9 da manhã no bar de Isaura. O Prefeito foi até lá e realmente encontrou o coveiro morto de bêbado e atrevido: “- Vou abrir cova pra ninguém não, e se achar ruim na próxima eleição minha família vota no outro lado”.

Abismado, perguntei ao Prefeito qual foi a solução. “- Doutor Marcos, pelos 20 votos da família dele eu abriria mais 5 covas, quanto mais só aquela”.

 


Ato de Lula: Istoé aponta ‘patrocínio’ do Governo


 Dilma, Ricardo e Lula, durante viagem a Monteiro

A revista Istoé, desta semana, traz reportagem sobre o procedimento aberto pelo Ministério Público Federal da Paraíba para investigar indícios de uso da máquina pública do Estado da Paraíba no financiamento da estrutura e logística do ato político liderado pelos ex-presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT.

A publicação liga a estrutura do evento ao governador da Paraíba, Ricardo Coutinho.

“Embora o governador do estado Ricardo Coutinho (PSB), que ciceroneou Lula no evento, tenha afirmado que sua administração não investiu mais que a logística de segurança e saúde, alguns detalhes da festa contradizem o socialista”, contextualiza a revista.

“Como o cerimonialista que dava a palavra às autoridades que discursavam no evento. Ele é servidor da Secretaria de Governo, o que arrasta o governador para o centro de um escândalo. Afinal, ele bancou ou não a “reinauguração” das obras de transposição do rio?” interroga a Istoé.

Ainda de acordo com a publicação, essa não foi a única coincidência que aproxima Coutinho do encargo das despesas.

“O som e as tendas usadas no evento são de uma empresa chamada Júnior Produções e Eventos. Na verdade, a razão social do negócio é Hwj Construções e Incorporações Ltda. É para este último nome que constam diversos pagamentos empenhados pelo Governo da Paraíba. Só de 2011 até 2016, foram feitos repasses que ultrapassaram R$ 13 milhões. O aluguel das tendas custa até R$ 3,5 mil”.


MaisPB – Istoé


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