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Clima/Tempo

  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Papo d‘ Esquina




     CÁSSIO: ‘PERDEMOS A ELEIÇÃO PARA UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA’

    Mesmo depois de ter sofrido toda sorte de ataques dos petistas na semana que passada, o líder dos tucanos no Senado Cássio Cunha Lima, não se abateu e na convenção do PSDB o mesmo roubou a cena e defendeu a impugnação da candidatura da presidente Dilma pelo TSE – por práticas de crimes eleitorais’ , pois na sua visão por esse caminho o resultado seria muito mais rápido do que pelo TCU e PGR. Cássio Cunha Lima demonstrou na convenção que não teme que falem da sua cassação do cargo de governador do Estado da Paraíba e acusado pelo PT de golpe foi logo revidando dizendo ‘Golpe foi o que eles praticaram contra o povo brasileiro, nós perdemos eleição, não para a eleição para um partido político, nós fomos derrotados por uma organização criminosa que enganou e mentiu para o povo brasileiro’.


    MANOEL JUNIOR: ‘GERVÁSIO TEM QUE DECIDIR SE QUER SER PRESIDENTE DA ALPB OU VICE DE ESTELA BEZERRA

     


    Depois da reunião que o diretório realizou há duas semanas, agora é a vez de Manoel Júnior convocar um novo encontro da Executiva Municipal para o dia 11 (sábado), com o mesmo propósito de discutir a questão. O parlamentar, que defende candidatura própria e já foi logo avisando que Gervásio Maia que pretende que o PMDB faça aliança com o PSB do governador Ricardo Coutinho terá que seguir o que decidir os dirigentes peemedebistas, “Não tenho dúvida nenhuma de que a Executiva Municipal do PMDB vai fechar com candidatura própria. Isso é quase uma unanimidade dentro do partido”, afirma Manoel Júnior. O deputado federal aproveitou e disse ainda que Gervásio Maia que já foi eleito o próximo presidente da ALPB, tem que decidir se quer ser presidente do Legislativ ou ou vice de Estela Bezerra, depois da definição de que o PMDB terá candidatura à prefeito em 2016, vai começar a discutir alianças com outros partidos, como PSC, PR, PP, PSDB e montar, com esses e outros partidos, uma Frente das Oposições”, explica o peemedebista.

    CARTAXO PARA SUA REELEIÇÃO ACEITA ALIANÇA COM QUALQUER PARTIDO POLÍTICO.

    Muito mais por interesses pessoais dos vereadores do que por qualquer identidade política o prefeito Luciano Cartaxo conseguiu uma base de apoio jamais vista na história política de João Pessoa, ou seja, dos 27 vereadores ele chegou conta com 24 deles no inicio da sua gestão e agora já passando da metade do seu mandato o nosso alcaide conta ainda com pelo menos 23 vereadores fieis. Na semana que passou o mesmo admitiu aliança com o PSDB partido antagônico ao seu em todo o nosso País e também com o PMDB, alegando que esta última legenda faz parte da aliança em torno do governo federal. O danado é que num passado recente em 2014 os dirigentes petistas disseram que o PMDB era um partido decadente e que não servia para aliança e agora inexplicavelmente serve. Luciano Cartaxo tem que cuidar para no desespero de se reeleger fazer alianças que o povo não irá digerir, pois se isso acontecer o seu projeto político sairá chamuscado.

    CHARLITON MACHADO DESEJA MANTER ALIANÇA COM O PSB


    Já p presidente do PT na Paraíba, Charliton Machado, foi entrevistado no programa Rádio Verdade desta sexta-feira (3) na Arapuan FM e defendeu a manutenção da aliança dos petistas com o partido do governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB).Para Charliton, a aliança formada em 2014 não foi um pela ocasião, mas por um projeto para o Estado. “Eu, particularmente, defendo essa aliança. Temos que superar essa fase de projetos pouco duradores na Paraíba, precisamos de projetos mais consolidados”, colocou. Charliton na oportunidade fez questão de dizer que não pretende forçar a barra e que tal aliança tem que uma coisa espontânea e de vontade dos dirigentes de ambas as legendas. Considerando as declarações do prefeito Luciano Cartaxo que deseja o PMDBG e PSDB na sua aliança e agora com as declarações do presidente Charliton, seria um verdadeiro balaio de gatos de difícil compreensão para o eleitorado já tão ressabiado com a classe política.

    NONATO BANDEIRA NÃO DISPUTARÁ AS ELEIÇÕES DE 2016


    Por falar em eleições, após perder o seu amigo e apoiador Luciano Agra e ser derrotado das eleições municipais de 2014 na disputa por uma das 36 vagas na Assembleia Legislativa da Paraíba, o vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira (PSB), disse, em entrevista ao portal PB Agora, que não pretende entrar na disputa de 2016, seja para postular uma vaga majoritária, seja para buscar um espaço proporcional. Na verdade o mesmo anda bem escabreado com a falta de entrosamento com o prefeito Luciano Cartaxo, de quem é vice e parece que perdeu o entusiasmo para novas disputas e já avisou: “Se depender da minha parte, da minha opinião, eu não disputaria nenhum cargo eletivo nas eleições municipais de 2016”, mas isso ainda vai depender do partido”,


    A REDUÇÃO DA MAIORIDADE SÓ PREOCUPA NOSSOS GOVERNANTES EM RAZÃO DAS DESPESAS QUE FATALMENTE SURGIRÃO

    Tenho escrito reiteradas vezes aqui e no meu blog, sobre esse estranho e súbito interesse do governo e dos petistas e até mesmo dos governadores do Nordeste, inclusive o governador paraibano Ricardo Coutinho, em refutar a diminuição da idade penal. Nem precisa quebrar cabeça para entender que essas figuras querem a todo custo fugir das inevitáveis despesas que virão. O atrapalhado ministro da Justiça Eduardo Cardozo, candidamente disse recentemente em entrevista, que o Brasil tem hoje o dobro da população carcerária nos poucos presididos existentes e que ainda faltam ainda cumprir cerca de 400 mil mandados de prisão.


    A REDUÇÃO DA MAIORIDADE SÓ PREOCUPA NOSSOS GOVERNANTES EM RAZÃO DAS DESPESAS QUE FATALMENTE SURGIRÃO II

     

    Disse ainda Cardozo, que com a redução se terá que abrir de imediato cerca de 40 mil vagas para os menores que praticarem crimes hediondos, ou seja, é preferível que o povo - permitam o termo - se lasque na nas ruas, enfrentando esses delinquentes juvenis, podendo cada um de nós sermos mortos no primeiro semáforo ou mesmo em qualquer lugar. Como o Brasil teve dinheiro para gastar bilhões com estádios de futebol, muitos deles, hoje verdadeiros elefantes brancos, pode arcar com tais despesas. Quem gastou tanto e até perdoou divida de bilhões da FIFA, tem que ter recursos para trancafiar esses perigosos jovens, quem sabe até mesmo utilizando esses imprestáveis estádios como o de Brasília e o Pantanal em Manaus, bastando apenas adaptá-los dentro das normas de segurança exigido para um local de acolhimento de infratores. Fica a sugestão e a certeza de que nossas autoridades jamais se preocuparam verdadeiramente com os jovens e sim com as despesas por conta da mudança da legislação, ou seja, verdadeira hipocrisia dos nossos gestores.

    AINDA SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

    Quando ainda me encontrava na ativa, no governo Collor, todos os secretários de Segurança e outras autoridades da área foram convidados para a assinatura desse Estatuto dos Menores no Palácio do Planalto e eu em companhia do colega subsecretário de Segurança de Rondônia, Edson Simões, participei a contragosto dessa solenidade, em que Collor com o nariz levantado e olhando para todos por cima do ombro e cercado por todos os seus ministros sancionou esse tal ECA. Em seguida todos nós fomos convidados para irmos para o auditório do Palácio da Justiça, onde ali se faria uma solenidade para se comemorar essa grande inovação, um verdadeiro milagre e que iria mudar a questão dos menor infrator do Brasil.


    AINDA SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL II


    Naquele local apinhado de gente bem esquisita, inclusive nos trajes que usavam, foi franqueada a palavra a quem assim desejasse e o que ouvi de bobagens naquela ocasião e rasgados elogios a esse ECA, doía nos ouvidos e então resolvi que iria até a tribuna e ali iria solitariamente iria me colocar contra tudo que vi no ECA e dizer mais ou menos o que iria acontecer no futuro, ou seja, tudo aquilo que se constata no presente. Naquela oportunidade ainda cheguei a me levantar, ajeitar a gravata para ir até a tribuna, mas fui contido pelo colega, que me alertou que eu seria enxovalhado naquele recinto festivo e lotado de figuras exóticas com cabelos e roupas bem extravagantes, tendo então a contragosto permanecido quieto até o final da cerimônia. Hoje me arrependo muito de não ter me manifestado, levaria a num mínimo uma grande vaia, mas minhas colocações e previsões teriam ficado gravadas e hoje todas confirmadas.


    GOVERNO TENTA A TODO INSTANTE MUDAR O FOCO, ALIMENTANDO OUTRAS NOTICIAS.


    Na semana passada mais uma vez o governo utilizando uma mídia poderosa virou todos os holofotes para um pseudo racismo contra a jornalista negra. Maria Júlia Coutinho, mais conhecida como Maju, que substituiu a jornalista experiente em meteorologia Michelle, passando ela Maju a fazer a ‘Moça do Tempo’ no Jornal Nacional. O fato é que exatamente no dia dedicado ao combate ao racismo, do nada surgiu a noticia de que Maju que é casada com o publicitário Agostinho Paulo Moura, associado da agência Pepper (publicidade digital que oficialmente trabalhou na campanha virtual Dilma , estaria sendo hostilizada pela cor da sua pele.t Tendo tal assunto tomado toda semana e praticamente todos os noticiários televisivos, jornais impressos e eletrônicos.


    GOVERNO TENTA A TODO INSTANTE MUDAR O FOCO, ALIMENTANDO OUTRAS NOTICIAS. II

    A respeito do tema o jornalista Leonardo Costa, já foi levantando dúvidas sobre Os perfis e os comentários, que segundo ele seguem um padrão, claramente montado, isso foi feito para por a discussão em pauta, espere para ver nos próximos dias, vão chover projetos de leis polêmicas por ai. Diz o mesmo que tal moça passou todo esse tempo sem receber ataques racistas e de repente, por coincidência, do nada, recebe trocentos ataques no mesmo dia? ‘E exatamente numa semana em que a esquerda toma uma esfrega danada no debate nacional sobre o tema criminalidade? e prossegue ele; Está estranho o suficiente? Pois espere. Os ataques partiram de perfis de nomes como Arthur Frey (personagem de Game of Thrones) e Wilson Slade (vilão de Arrow). Nenhum deles encontrável no search do Facebook. Todos nomes "verdadeiríssimos" como Karl Jagger (sic).


    GOVERNO TENTA A TODO INSTANTE MUDAR O FOCO, ALIMENTANDO OUTRAS NOTICIAS III

    Continua Leonardo: ‘Para quem conhece a internet, outra estranheza: quase nenhum erro de ortografia, o que mostra um profissionalismo no ataque nunca antes visto na história dessa rede, que parece ter melhorado o nível quase por milagre nesta semana.Quem ganha com isso, senão a esquerda que tomou uma surra de cinta pontiaguda nesta semana, e precisa desviar o foco para falar mal dos ataques de ódio, que ela jura que são coisas de... direita. Para quem acha que é exagero, basta ver a quem a turma já está tentando associar os ataques - ao inimigo da vez, o platiforme Eduardo Cunha, que virou "direitista" por ser contra o PT.’ Tem razão Leonardo Costa, neste momento eles estão querendo por qualquer motivo desviar o foco. Na semana passada, utilizando uma mídia muito bem paga, passaram a semana inteira falando sobre a morte do cantor Cristiano Araujo, num exagero jamais visto em qualquer outro acidente automobilístico ocorrido no Brasil, nem mesmo com o extraordinário Airton Senna. Foi tanto exagero, que chegou um momento que ninguém aguentava mais ouvir nada sobre aquele triste evento. Eles conseguiram quase impossível, tornar Cristiano Araujo mais famoso morto do que enquanto viveu e cantou, pois boa parte dos brasileiros jamais tinha ouvido falar em tal cantor, no máximo ouviram aquela música berê, berê, bará, bará - o que convenhamos, ser muito pouco para tanta mídia e exploração da sua morte. Realmente estamos fritos com esse povo ai.

    Daudeth Bandeira e José de Souza Dantas, do livro: Invenções e descobertas em estilo cordel:

    “Os primeiro MAPAS foram inventados na Turquia, distam quase dez mil anos de Jesus e de Maria: o pessoal da Marinha nós da prova que já tinha noções de cartografia.. ”

    Esta coluna é publicada no http:www.blogdopedromarinho e em quatro portais


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    As belas da terça









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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Dilma sanciona Estatuto da Pessoa com Deficiência





    G1
    Dilma sanciona Estatuto da Pessoa com Deficiência
    A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira (6), em cerimônia no Palácio do Planalto, a lei que cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Segundo o governo, o objetivo da lei é assegurar os direitos das pessoas com deficiência, promover a equiparação de oportunidades, dar autonomia a elas e garantir acessibilidade no país.

    O texto foi aprovado pelo plenário do Senado em junho deste ano. O Palácio do Planalto não adiantou se a presidente vetará pontos do projeto aprovado pelo Congresso Nacional.

    Em seu discurso, a presidente afirmou que, por meio do estatuto, o Brasil dará "mais um passo" na garantia dos direitos da pessoa com deficiência. Na avaliação de Dilma, com o conteúdo com o qual a lei foi sancionada, será possível garantir "igualdade de oportunidades e autonomia" aos cidadãos com deficiência.

    Para a petista, o estatuto tornará o Brasil um país mais inclusivo, igualitário e mais justo. A uma plateia formada por pessoas com deficiência e parlamentares, Dilma destacou ser preciso "cultivar" e "perseguir" a tolerância e a convivência "com o diferente".

    "Esta é, sem dúvida, uma conquista muito importante. Faço questão de lembrar que o estatuto define também o que é discriminação em razão da deficiência, permitindo a punição dos infratores. Nesses tempos em que a tolerância e o respeito à diversidade sofrem restrições, barreiras, a tolerância e a convivência com o diferente é, para nós, algo que devemos cultivar, perseguir, algo que tem de ser um valor moral e ético para cada um de nós", disse a presidente, que foi aplaudida pela plateia.

    Dilma destacou, ainda, que as pessoas com deficiência têm sido "atores ativos" na construção dos direitos no Brasil e enalteceu o fato de as residências do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida serem adaptáveis para todos os cidadãos.

    De acordo com a lei, fica classificada como pessoa com deficiência o cidadão "que tem impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial que podem obstruir a sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas".

    Conforme a lei, será criado na internet o Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência para coletar, processar e disseminar informações que permitam a identificação e a caracterização socioeconômica da pessoa com deficiência, "bem como das barreiras que impedem a realização de seus direitos".

    O texto prevê a criação de um "auxílio-inclusão", que consiste em uma renda auxiliar para o trabalhador portador de deficiência. A renda extra passará a ser paga no momento da admissão do trabalhador. Atualmente, existe um benefício, chamado de Benefício da Prestação Continuada, que a pessoa com deficiência deixa de receber ao ser admitida. Para virar realidade, o pagamento da verba ainda dependerá da aprovação de outra lei regulamentando os critérios e o valor do auxílio.

    O projeto aprovado pelos senadores também permite que pessoas com deficiência intelectual casem legalmente, além de formarem união estável. O projeto permite que Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) seja utilizado para a compra de órteses e próteses.

    O texto também estabelece diversas cotas mínimas para deficientes: 3% de unidades habitacionais em programas públicos ou subsidiados com recursos públicos; 2% das vagas em estacionamentos; 10% dos carros das frotas de táxi devem ser adaptados; 5% dos carros de autoescolas e de locadoras de automóveis deverão estar adaptados para motoristas com deficiência; e 10% dos computadores de "lan houses" deverão ter recursos de acessibilidade para pessoa com deficiência visual.

    Conforme o projeto aprovado no Congresso, a avaliação da deficiência, "quando necessária", levará em conta: impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo; fatores socioambientais, psicológicos e pessoais; limitação no desempenho de atividades; e restrição de participação. Caberá ao poder Executivo criar os instrumentos para a avaliação da deficiência, segundo o texto.

    A lei prevê que "toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação".

    "Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e de fornecimento de tecnologias assistivas", diz o texto.

    Saúde

    Conforme o texto do estatuto aprovado pelo Senado, a pessoa com deficiência não poderá ser obrigada a se submeter a intervenção clínica ou cirúrgica, a tratamento ou a institucionalização forçada. Pela lei, o consentimento "prévio, livre e esclarecido" do cidadão será "indispensável" para a realização de quaisquer tratamentos, procedimentos, hospitalização ou pesquisa científica.

    "A pessoa com deficiência somente será atendida sem seu consentimento prévio, livre e esclarecido em casos de risco de morte e de emergência em saúde, resguardado seu superior interesse e adotadas as salvaguardas legais cabíveis", determina o texto aprovado pelo Congresso.

    Em seu discurso durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Pepe Vargas, defendeu que o estatuto seja implementado "na sua integralidade". "Não é só responsabilidade da União, é dos estados, do municípios e de toda a sociedade", afirmou.

    "É um dia muito feliz porque, depois de 15 anos de tramitação, o Congresso Nacional finalmente aprovou o estatuto, a Lei Brasileira da Inclusão, marco importante que fortalece o conjunto de políticas públicas que já vinham sendo desenvolvidas dentro do Plano Viver Sem Limites", completou o ministro.

    Vagas

    Após a cerimônia, o ministro-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Pepe Vargas, informou que a lei sancionada pela presidente determina que as empresas que tiverem entre 100 e 200 funcionários deverão ter 2% dos trabalhadores formados por pessoas com deficiências; 3%, no caso de empresas entre 201 e 500 funcionários; 4% nas companhias com 501 a mil empregados; e 5% nas empresas com mais de mil funcionários.


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Brasília: em meio à crise, Temer se reúne com Maranhão, presidente da CCJ





    José Maranhão, presidente da CCJ, e Michel Temer, em Brasília
    Num dia agitado e cheio de percalços para a articulação política da presidente Dilma Roussef, ameaçada de afastamento, o vice-presidente Michel Temer teve demorado encontro com o senador paraibano José Maranhão (PMDB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, no final da tarde desta segunda-feira, em Brasília.

    O encontro aconteceu no gabinete do vice. O senador José Maranhão, via assessoria, evitou dar detalhes da conversa e manteve o conteúdo em sigilo.

    Dia agitado – À imprensa nacional, Michel Temer disse hoje que, para Dilma, a possibilidade de afastamento do cargo, é “impensável”.

    Temer também descartou crise e saída dele da articulação do governo. Haviam boatos de o vice-presidente teria desistido da missão.

    MaisPB


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Após pesquisa da OAB, Cunha diz que órgão é cartel e não tem credibilidade





    Ao comentar pesquisa encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que aponta 74% dos entrevistados contrários ao financiamento empresarial de partidos e políticos, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criticou a entidade. Cunha, que é favorável ao financiamento privado, disse que a OAB é um cartel e que não tem credibilidade.

    "A OAB não tem muita credibilidade há muito tempo. As minhas críticas à OAB são constantes", afirmou Cunha. "A credibilidade deles, que não têm eleição direta, que não prestam contas como autarquia que eles são, esse roubo do exame da Ordem, com aqueles que não conseguem ter o direito a exercer a profissão pela qual eles prestaram vestibular, exerceram a faculdade e se formaram, a OAB tem uma série de questionamentos", afirmou.

    "A OAB é um cartel, é um cartel de uma eleição indireta, de uma série de poder feito com movimento de milhões sem fiscalização. Então, a OAB tem que ser questionada em muitos pontos dela, a OAB precisa ser mais transparente", disparou Cunha.

    O presidente da Câmara também direcionou seus ataques ao presidente da OAB, Marcus Vinicius Coêlho. Cunha criticou Coêlho por ele ter se manifestado contra a redução da maioridade penal e por ser próximo ao deputado petista Alessandro Molon (PT-RJ), que deve questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana a sessão em que a redução foi aprovada.

    "Se você pegar os folhetos de campanha pela eleição do Molon no Rio de Janeiro, ele (Coêlho) faz parte dos folhetos de campanha do Molon. Ele é um agente do Molon, é um apoiador do Molon", afirmou.

    Sobre a pesquisa, Cunha disse que avaliará o "grau de legitimidade" do levantamento.
    Fonte: Com informações do Uol
    Publicado Por: Bruna Veloso

    180graus.com

     


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Messi recusa prêmio de melhor da Copa América após nova decepção




    A organização da Copa América entregou os troféus de melhor goleiro e artilheiro aos chilenos Claudio Bravo e Eduardo Vargas, respectivamente, e de "Jogo Limpo" à seleção peruana. Em seguida, deveria ser entregue o prêmio dedicado ao melhor jogador do torneio, mas Messi não quis passar pelo constrangimento de receber mais um troféu individual após um vice-campeonato - também foi eleito o melhor da Copa do Mundo de 2014, em decisão contestada até mesmo por Diego Maradona e por Joseph Blatter, presidente da Fifa. A organização chilena, então, retirou o troféu do palco, sem anunciar um vencedor.

    Messi não conseguiu chutar uma bola sequer no gol chileno na decisão. Muito bem marcado (por vezes, com violência), o astro do Barcelona deu uma única grande arrancada, em jogada que terminou com Gonzalo Higuain desperdiçando um gol no último minuto do tempo normal. O jornal esportivo Olé dedicou um editorial bastante crítico à atuação de Messi e tratou como "ultrajante" a forma como o craque "caminhou em campo". A publicação disse que Messi "não representa os argentinos nos momentos mais importantes" e defendeu que a faixa de capitão deveria ser devolvida ao volante Javier Mascherano.

    Mascherano, inclusive, disse não entender a sequência de frustrações da equipe argentina. "Não consigo encontrar explicações, joguei três finais de Copa América e perdi as três. Perder é uma tortura, uma tristeza muito grande. Parece ser um karma que temos que viver", desabafou o ex-jogador do Corinthians, vice-campeão em 2004, 2007 e 2015. Mascherano ainda dividiu sua tristeza com seu companheiro de Barcelona. "Messi está destruído, é uma tortura que todos carregamos".
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    O atacante Ezequiel Lavezzi também falou sobre o estado de Messi após a final. "Leo é quem mais sente. É o melhor do mundo e se autopressiona". Para piorar, Messi soube depois que seus familiares foram hostilizados por torcedores chilenos no Estádio Nacional de Santiago - segundo a imprensa argentina, um de seus irmãos foi agredido com um soco e seus pais tiveram que ser encaminhados a uma área VIP. A Argentina não conquista um título com a seleção adulta desde a Copa América de 1993. Messi, no entanto, conquistou a Olimpíada de Pequim, em 2008, e o Mundial sub-20 de 2005 por seu país.
    180 Graus


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Receita deve liberar nesta semana consulta ao 2º lote de restituições





    A Receita Federal deve liberar nesta semana a consulta ao segundo lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2015.
    Segundo o calendário das restituições, o pagamento desse segundo lote será depositado no dia 15 deste mês. Normalmente, a consulta é liberada uma semana antes. Se a tendência for mantida, a consulta deve estar disponível nesta quarta-feira (8).

    O dinheiro das restituições é depositado na agência bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração. O valor é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização.
    Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte pode acessar o site da Receita Federal (URL encurtada: http://zip.net/bsn4Jn) ou ligar para o Receitafone, no número 146.

    Lotes de 2015 serão pagos até dezembro
    O pagamento das restituições de 2015 será feito em sete lotes. O último será pago em dezembro.
    1º lote: 15/06/2015
    2º lote: 15/07/2015
    3º lote: 17/08/2015
    4º lote: 15/09/2015
    5º lote: 15/10/2015
    6º lote: 16/11/2015
    7º lote: 15/12/2015

    A distribuição vai ser feita dando prioridade para pessoas com mais de 60 anos. Em seguida, a restituição será paga seguindo o critério de ordem de entrega.
    Para receber as restituições por este calendário, o contribuinte não pode ter caído na malha fina, ou seja, a declaração deve estar regular. Porém, o fato de não receber a restituição agora não significa necessariamente ter ficado retido na malha fina. Mas existe essa possibilidade. A Receita tem um sistema para verificar se a declaração está com algum problema e oferece oportunidade de corrigi-lo.
    180 Graus


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Democrata condiciona saída de vereador de JP do partido e coloca em xeque apoio a Cartaxo




     
    “Se o vereador Bosquinho quiser fazer essa opção, então ele fará sozinho e não com o DEM. É o mesmo caso do vereador Bira que era do PSB e votava no PT e lá na frente foi convidado a sair”
    Por: Ilana Almeida

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    Efraim Filho 2012O deputado federal Efraim Filho mantém firme o posicionamento do Democrata em não fazer aliança com PT e apoiar a reeleição do prefeito Luciano Cartaxo. O deputado sustentou a tese de candidatura própria e disse que parlamentares que não se adequarem as decisões do partido devem deixar a legenda.

    Efraim assegurou que para o partido existem as teses de aliança com o PSB se a parceria com o PT não for mantida ou candidatura própria. Na tarde de hoje, o parlamentar disse que pode ser o candidato, mas também destacou que o DEM tem outros nomes como os vereadores Lucas de Brito e Bosquinho.

    Muito embora seja da base de sustentação de Luciano Cartaxo na Câmara de Vereadores, Morais disse que Bosquinho pode mudar de posicionamento até as eleições e, se isso não acontecer, a relação dele deve ficar estremecida com o partido. “A relação dele vai ficar estremecida dependendo da decisão que ele tomar. Decisões pessoais serão respeitadas, mas teremos um posicionamento do partido”, destacou.

    Efraim Filho não descartou a possibilidade da saída de Bosquinho do partido. “Se o vereador Bosquinho quiser fazer essa opção, então ele fará sozinho e não com o DEM. É o mesmo caso do vereador Bira que era do PSB e votava no PT e lá na frente foi convidado a sair”, destacou.

    Aliança entre Democratas e PSB só será mantida no caso do partido romper com o prefeito Luciano Cartaxo. “Se a aliança não continuar, aí se abre uma nova perspectiva e só teremos definição após essa decisão for tomada. Há possibilidade de aliança com o PSB, mas só se eles não marcharem com o prefeito de João Pessoa”, disse Efraim.

    Efraim descartou possibilidade de parcerias com outras legendas como o PSDB ou PTB para eleições municipais. “O que temos são duas teses. Ou ficamos na aliança com o PSB ou lançamos um candidato”, reafirmou.

    O deputado afirmou que a aversão ao PT se deu diante dos ‘escândalos de corrupção’ e defendeu a saída da presidente Dilma. “Se provar que a presidente usou de recursos ilícitos para conseguir a vitória na eleição, se tiver provas e sustentação política, então Dilma não conclui esse mandato. Se o mandato fosse ganho no voto, se a vitória foi de forma legítima, ela deveria terminar o mandato bem ou mal. Mas se a máquina de corrupção da Petrobras, doadores dizendo que foram extorquidos para garantir as doações com planilhas, tabela de propina, se isso for provado, ela deve sair”.

    A posição de oposição do Democrata a o PT em âmbito nacional inviabiliza união com o partido na Paraíba e com demais partidos que defendam a reeleição do Prefeito de João Pessoa.

    blogdogordinho.com.br

     


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Processo do dinheiro voador que envolve Cássio e Olavinho foi instruído pelo juiz Sérgio Moro





    Postado por Tião Lucena


    Cópias da movimentação processual do inquérito 3404, que tem como um dos investigados o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), no episódio que que ficou conhecido na Paraíba como ‘Escândalo do Dinheiro Voador’ ou ‘Caso Concorde’, aportaram no Blog do Tião com uma novidade que vai deixar os envolvidos sem dormir direito: o juiz Sérgio Moro, por designação da ministra Rosa Weber, relatora do processo, foi quem cuidou da tramitação do dito cujo, levantando dados, descobrindo segredos e apontando culpados.

    Conforme os documentos, o processo, que tramita em segredo de Justiça no Supremo Tribunal Federal (STF,) sob a relatoria da ministra Rosa Weber, encontra-se atualmente na Procuradora Geral da República desde o dia 20 de fevereiro deste ano, aguardando parecer do procurador Rodrigo Janot.

    A atribuição

    “Desde logo, considerando o disposto no artigo 21-A do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, atribuo ao Juiz Federal Sergio Fernando Moro, magistrado instrutor, os poderes previstos no referido dispositivo, para doravante praticar os atos ali previstos e ordinatórios quanto ao trâmite deste inquérito”, despachou a ministra do STF em dezembro de 2012.

    Relembre o ‘Caso Concorde’

    No final da noite do dia 27 de outubro de 2006, antevéspera do segundo turno das eleições, fiscais da Justiça Eleitoral compareceram ao Edifício Concorde, localizado na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, com o intuito de verificar a denúncia de distribuição de dinheiro para compra de votos. Ao se dirigirem ao local indicado, precisamente à sala 103, o proprietário do imóvel, Olavo Cruz de Lira, não impediu que os fiscais adentrassem ao estabelecimento.

    No entanto, quando estavam deixando o prédio, os fiscais da Justiça Eleitoral foram informados por populares que alguém da sala 103 havia jogado alguns materiais para fora da janela, que acabaram caindo no telhado de proteção do estacionamento externo do Edifício Concorde. Depois disso, a Polícia Federal foi acionada.

    Ao subirem ao telhado do estacionamento, fiscais da Justiça Eleitoral e agentes da Polícia Federal encontraram uma caixa e um saco contendo várias contas de água e energia elétrica quitadas, títulos eleitorais, camisetas amarelas, além de vários maços de cédulas de R$ 50,00, totalizando R$ 304.050,00.

    Dois dias após, ao cumprirem mandado de busca e apreensão na sala 103 do Edifício Concorde, policiais federais apreenderam mais R$ 102.870,00 em espécie, uma pistola Calibre 380, computador, notebook, contas de água e energia, material de propaganda eleitoral e várias notas de controle de combustível. As duas apreensões em dinheiro totalizam, à época, R$ 406.920,00.

    Saiba mais
    Em dezembro de 2012, atendendo solicitação do Ministério Público Federal (MPF), a ministra Rosa Weber decretou a quebra do sigilo bancário do senador Cássio Cunha Lima e do empresário Olavo Cruz.
    Conforme um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do MPF, “Olavo Cruz de Lira e o ex-Governador da Paraíba, Cássio Rodrigues da Cunha Lima, teriam realizado várias movimentações financeiras tidas como atípicas, sendo o primeiro, na administração de empresa teria movimentado recursos paralelamente à sua contabilidade…”

    Segue ainda: “… e o segundo, conforme referido relatório, foi citado por instituição financeira em comunicação de operação atípica, também em nome de Olavo Cruz de Lira, no valor de R$ 1.468.158,00, no período de agosto/2006 a março/2009, dentre outras.”

    Devolução do dinheiro

     

    Diário-da-Justiça-contra-cássio_1

     




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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    FHC usa erosão de Dilma para se vingar de Lula


    Pedro Ladeira
    Pedro Ladeira

     
    Josias de Souza 


    “Eu ouvi durante 13 anos, quase sempre silenciosamente, alguém que dizia nunca antes na história. É verdade. Nunca antes na história se roubou tanto nesse país.” Ao parafrasear Lula na convenção nacional do PSDB, Fernando Henrique Cardoso parecia retirar um peso dos ombros. Soou como se enxergasse na erosão de Dilma Rousseff uma vingança retroativa por todos os ataques que Lula lhe fez desde 2002.

    “Eu ouvi dizer que privatizar era um crime”, tripudiou FHC, evocando outra obsessão que Lula atravessou na sua garganta. “Agora, vejo que o governo, premido pelas circunstâncias, apela para a iniciativa privada, porque no mundo de hoje tem que haver cooperação entre o Estado e o setor privado, para que a sociedade possa se beneficiar.”

    Aécio Neves, último a discursar no evento que o reelegeu presidente do PSDB, ecoou FHC: “Aqueles que sempre nos acusaram de privatistas agora, sem qualquer constrangimento, colocam importantes ativos da Petrobras à venda, entregando o patrimônio dos brasileiros na bacia das almas.”

    Marconi Perillo, que ocupara o microfone antes de FHC e Aécio, também tratara do tema. O governador tucano de Goiás, antigo desafeto de Lula, chamara o rival de “canalha”. E emendara:

    “Tenho refletido muito nos útimos dias sobre o petrolão. Fico pensando: imagine se o presidente Fernando Henrique não tivesse tido a coragem de privatizar a Vale, a CSN, a Embraer, as teles. Imaginem essas empresas nas mãos dos governos do PT. Não sobraria nada!”

    Logo que tomou posse pela primeira vez, em 2003, Lula usou contra FHC uma tática manjada na política: personalizou. Para tomar distância de dificuldades econômicas que incluíam uma taxa de inflação superior a 12%, Lula grudou no antecessor a pecha de administrador ruinoso. Acusou-o de lhe deixar uma “herança maldita”.

    Hoje, FHC insinua que, em verdade, seu rival estava atrás de um demônio que o eximisse de todo o exame do mal, a começar pelo mais difícil, que é o autoexame: “Ouço às vezes o Lula dizer que ele pegou o Brasil, em 2003, com 12% de inflação. É verdade. Sabe por quê? Porque, em 2002, todo mundo tinha medo que o Lula ganhasse. Ele ganhou e enfrentou a crise dele.”

    Ao transformar FHC numa espécie de demônio de estimação, Lula constrangeu o tucanato. A tal ponto que o PSDB manteve FHC e seu legado trancados no armário por pelo menos 12 anos. FHC foi praticamente ignorado em três campanhas presidenciais: duas de José Serra e uma de Geraldo Alckmin. O armário só foi integralmente aberto no ano passado, quando Aécio Neves devolveu o sábio do ninho à vitrine, enaltecendo-o.

    O governador paulista Geraldo Alckmin fez neste domingo, um afago tardio na alma de FHC. Algo que não fora capaz de encenar quando disputou a Presidência com Lula, em 2006. “Quero dizer, presidente Fernando Henrique, que por onde tenho andado eu ouço o povo. E o povo brasileiro está com saudade do governo Fernando Henrique.”

    Referindo-se à reeleição de Dilma como “o maior estelionato eleitoral de que foram vítimas os brasileiros”, Alckmin ironizou o esforço que Lula vem fazendo para se dissociar de sua criatura. “O Lula quer colocar seus próprios erros nos ombros do povo. Isso tudo para salvar a sua cabeça. Mas ora, Lula, o povo brasileiro não é bobo.”

    FHC tratou Dilma, última obra da gestão Lula, como uma tragédia nunca antes vista na história desse país. “Eu me recordo de situações muito difíceis do Brasil, desde a queda de Getúlio Vargas, em 1954. Eu já era professor da Universidade de São Paulo. Assisti o que aconteceu naquele momento e posteriormente.”

    Sobrevieram “várias crises, de todo tipo. Algumas militares. Outras civis. Vi a tragédia da renúncia do Jânio Quadros. Vi as dificuldades de manutenção de um governo como o de Jango Goulart, que se estava esvaindo por falta de apoio político. Eu era senador quando houve o impeachment do então presidente Fernando Collor.”

    Depois de enfileirar as crises do passado, FHC disse enxergar ao redor de Dilma uma encrenca ainda maior. “Eu raramente vi um momento como esse em que se acumulam crises de vários tipos. A crise econômica, cuja expressão mais direta é o sofrimento do povo, é o desemprego. O Congresso fragmentado. Um sistema que, no começo, se chamava de presidencialismo de coalizão e, hoje, é de cooptação, de compra. Estamos assistindo à desmoralização do funcionamento do atual sistema político e, simultaneamente, o início de um mal-estar social que tem tudo para se agravar. Tudo isso e mais a paralisia do Executivo. É muita crise ao mesmo tempo.”

    Nos seus dois mandatos, FHC também atravessou crises. Lula e Dilma dizem frequentemente que os dois mandatos do tucano não foram limpos, mas mal investigados. O procurador-geral era chamado de “engavetador-geral”, Dilma ficou rouca de tanto repetir na batalha que travou com Aécio no ano passado. Nesse enredo, escândalos como o da compra de votos da reeleicão e o das privatizações trançadas “no limite da irresponsabilidade” foram enterrados vivos.

    No varejo, FHC também sucumbiu sem muitas ressalvas ao fisiologismo. Fez isso com uma pitada de erudição. Alegou que a realidade o obrigara a sopesar as duas éticas de que falava Max Weber. Convenceu-se de que, para governar, tinha de trocar a pureza da ética da “convicção” pela conveniência da ética da “responsabilidade.” Disso resultou, por exemplo, que Renan Calheiros foi seu ministro da Justiça. E Jader Barbalho aparelhou um órgãos como a Sudam, convertido em usina de bilionários desvios.

    Sob Lula, o modelo da cooptação foi levado às fronteiras do paroxismo. As bombas que explodem no colo de Dilma foram armadas nas suas administrações. Uma delas, o petrolão, pode custar o encurtamento do segundo mandato da presidente, acredita FHC.

    Em reunião realizada no apartamento do senador tucano Tasso Jereissati, horas antes do início da convenção do PSDB, FHC recordara um diálogo que tivera com Itamar Franco na época em que ele era vice-presidente de um Fernando Collor em franca decomposição. “O Itamar me perguntou o que eu achava que iria acontecer. Eu respondi: ora, Itamar, você vai ser presidente da República.”

    Hoje, o tucanato aposta no abreviamento do mandato de Dilma. Não pela via do impeachment, mas por meio de uma cassação decretada pela Justiça Eleitoral. O empreiteiro-delator Ricardo Pessoa será inquirido no próximo dia 14 numa ação que o PSDB move no TSE contra Dilma e seu vice Michel Temer por abuso do poder político e econômico na campanha presidencial do ano passado.

    No desfecho idealizado no encontro do apartamento de Tasso, o PSDB participaria do jogo parado, esperando pela convocação de novas eleições. “Nós não somos os donos, nesse momento, do que vai acontecer nas semanas seguintes, nem nos meses seguintes”, afirmou FHC.

    A saída, acrescentou o ex-presidente tucano, “não pode ser outra, senão no absoluto respeito à Constituição. Respeitada a Constituição, que o devido processo legal avance e que se punam aqueles que roubaram o país. Isso é fundamental para que nós regeneremos a confiança em nós mesmos.” Em privado, FHC diz que a apuração não deve parar em Dilma. Precisa alcançar seu criador.

    No fundo, tudo é uma questão de saber que flagrantes de seus presidentes a história do Brasil realçará quando a posteridade puder falar. A posteridade pode ser traiçoeira. Mas FHC acha que seu verbete será mais vistoso que o de Lula. Num, o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal terão mais destaque do que as perversões políticas. Noutro, os escombros das ruínas de Dilma soterrarão os feitos do seu mentor.


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Dilma: eu não vou cair; não me atemorizam





    :
    Presidente Dilma Rousseff reage às investidas ‘de uma certa oposição um tanto quanto golpista‘ e desafia os que defendem seu impeachment a provar que ela algum dia "pegou um tostão" de dinheiro sujo: "Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso aí é moleza, é luta política"; ela diz respeitar o ex-presidente Lula, mas afirma não se sentir no volume morto: "Estou lutando incansavelmente para superar um momento bastante difícil na vida do país"; ela defende ainda as decisões sobre as contas de 2014, em análise no TCU: ‘Eu não acho que houve o que nos acusam. É interessante notar que o que nós adotamos foi adotado muitas vezes antes de nós‘; a presidente revela também que o governo prepara outras medidas fiscais para compensar as mudanças recentes feitas pelo Congresso: "Até o final do ano vou fazer o diabo para fazer a menor recessão possível. Já virei um pouco caixeiro viajante, vou continuar"


    247 – A presidente Dilma Rousseff reagiu ao golpismo da oposição e desafiou os que defendem seu impeachment a provar que ela algum dia "pegou um tostão" de dinheiro sujo.

    "Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso aí é moleza, é luta política", disse ela, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

    Segundo Dilma, não há base para cair: “Isso do ponto de vista de uma certa oposição um tanto quanto golpista. Eu não vou terminar por quê? Para tirar um presidente da República, tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real”. "Não me atemorizam", acrescenta.

    Quanto à declaração do Lula sobre o cenário político, diz que respeita muito o ex-presidente, “mas não me sinto no volume morto não. Estou lutando incansavelmente para superar um momento bastante difícil na vida do país”.

    A presidente Dilma afirma ter cometido erros no seu primeiro mandato (2011-2014), mas não coloca na lista as pedaladas fiscais. "Eu não acho que houve o que nos acusam", afirmou a petista sobre a análise que o TCU (Tribunal de Contas da União). "É interessante notar que o que nós adotamos foi adotado muitas vezes antes de nós.

    Ela disse ainda que "vai fazer o diabo" para reduzir os impactos da recessão econômica e revelou que o governo prepara outras medidas fiscais para compensar as mudanças recentes feitas pelo Congresso: "Até o final do ano vou fazer o diabo para fazer a menor [recessão] possível. Já virei um pouco caixeiro viajante, vou continuar"


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Para ex-presidente do STF, ‘Não há perigo de golpe‘




     
    : "Ninguém está blindado contra qualquer tipo de investigação. Eu não vejo perigo de golpe se as instituições controladoras do poder, o Ministério Público, a própria cidadania, o TCU, se todas essas instituições atuarem nos limites da Constituição, não há que se falar em golpe", disse o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral Carlos Ayres Britto, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura; em referência às apurações do TCU (Tribunal de Contas da União), sobre as pedalas fiscais, e do TSE, em ação movida pelo PSDB por crime na campanha, ele diz que, "pelo andar da carruagem, a situação não está boa em nenhuma das duas instâncias" para a presidente


    247 - Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral Carlos Ayres Britto afirmou nesta segunda-feira, 6, não ver “perigo de golpe” contra a presidente Dilma Rousseff:

    "Ninguém está blindado contra qualquer tipo de investigação. Eu não vejo perigo de golpe se as instituições controladoras do poder, o Ministério Público, a própria cidadania, o TCU, se todas essas instituições atuarem nos limites da Constituição, não há que se falar em golpe", disse.

    Em referência às apurações do TCU (Tribunal de Contas da União), sobre as pedalas fiscais, e do TSE, em ação movida pelo PSDB por crime na campanha, ele diz que a situação de Dilma "não está boa": "Pelo andar da carruagem, a situação não está boa em nenhuma das duas instâncias".


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Datafolha: 74%5 são contra financiamento privado






    Segundo pesquisa Datafolha realizada com 2.125 pessoas, apenas 16% são favoráveis a doações de empresas a campanhas políticas, enquanto 10% não opinaram; levantamento foi encomendado pela OAB, que é autora de uma ação no Supremo Tribunal Federal que pede o fim do financiamento privado; julgamento está travado desde que o ministro Gilmar Mendes pediu vistas, há um ano e três meses; "As suspeitas sobre a origem do dinheiro que abasteceu campanhas, conforme revelado em delações premiadas da Lava Jato, reforçam a necessidade de mudanças no sistema eleitoral brasileiro. O atual sistema contém brechas que permitem a eventual ‘legalização‘ de recursos ilícitos através de doações formais a campanhas eleitorais", defendeu o presidente da OAB, Marcus Vinícius Coêlho


    247 – Pesquisa Datafolha encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil e divulgada nesta segunda-feira 16 aponta que 74% dos entrevistados são contra doações de empresas a campanhas eleitorais. Das 2.125 pessoas que responderam às perguntas, apenas 16% são favoráveis ao financiamento privado, enquanto 10% não opinaram.

    Ainda segundo o levantamento, 79% acreditam que a corrupção é estimulada por doações de empresários para o financiamento de campanhas. Para 12%, não há essa relação, enquanto 3% responderam que combate a corrupção e 6% não tem opinião formada a respeito. As perguntas foram feitas em 135 municípios de todas as regiões do Brasil entre os dias 9 e 13 de junho. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

    A OAB é autora de uma ação no Supremo Tribunal Federal que pede o fim do financiamento privado de campanha. O julgamento está travado desde abril do ano passado, quando o ministro Gilmar Mendes pediu vistas do processo. Desde então, diversos protestos pediram para que o ministro devolva o caso para ser julgado no plenário, que já havia decidido a matéria, por 6 votos a 1 contra o financiamento privado.

    "As suspeitas sobre a origem do dinheiro que abasteceu campanhas, conforme revelado em delações premiadas da Lava Jato, reforçam a necessidade de mudanças no sistema eleitoral brasileiro. O atual sistema contém brechas que permitem a eventual ‘legalização‘ de recursos ilícitos através de doações formais a campanhas eleitorais", ressaltou o presidente da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, segundo reportagem da Folha.

    De acordo com ele, "o mais adequado para limpar o Brasil, além da devida punição de eventuais culpados, respeitada a Constituição e o amplo direito de defesa, é acabar com o investimento empresarial em eleições e tornar crime a utilização do dinheiro não contabilizado, o chamado caixa dois".


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  • 07.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Dilma faz primeiro movimento de resistência




    :
    Na reunião do Conselho Político que chamou para a noite desta segunda (6), no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff buscará o engajamento dos aliados em sua defesa no processo que representa a ameaça mais imediata de golpe, o julgamento das contas do governo de 2014; ela abrirá aos líderes e presidentes dos partidos aliados a defesa que apresentará até o dia 17 de julho ao TCU e garantirá que as práticas fiscais condenadas não estão sendo adotadas no atual governo; participam do encontro com os partidos, além dela e do vice Michel Temer, o advogado geral da União, Luís Inácio Adams, e os ministros Nelson Barbosa e Aloizio Mercadante; movimento de Dilma já desperta maior envolvimento de aliados; antes da reunião, líderes do PSD, PP e PR rechaçaram golpe e defenderam governo


    Tereza Cruvinel

    Na reunião do Conselho Político que chamou para esta noite no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff buscará o engajamento dos aliados em sua defesa no processo que representa a ameaça mais imediata de impeachment, o julgamento das contas do governo de 2014. Ela apresentará aos líderes e presidentes dos partidos aliados a defesa que apresentará até o dia 17 de julho ao TCU e garantirá que as práticas fiscais condenadas não estão sendo adotadas no atual governo. Participam do encontro com os partidos, além dela e do vice Michel Temer, o Advogado Geral da União, Luís Inácio Adams e os ministros Nelson Barbosa (responsável pela execução orçamentária) e Aloizio Mercadante, do Gabinete Civil.

    Fontes palacianas informam que a urgência imediatada é em relação ao processo originário do TCU, pois a ofensiva que mira a impugnação da chapa Dilma-Temer pelo TSE, a partir da rejeição das contas de campanha, tem ainda um longo percurso pela frente. O governo não tem muita esperança de evitar que o TCU recomende a rejeição das contas de governo, depois dos sinais de que está em curso naquela corte um julgamento político e não técnico. Mas o parecer do TCU não é um julgamento. Como o nome indica, é uma recomendação que o Congresso poderá acolher ou não. Por isso Dilma pedirá apoio aos aliados para rejeitar o parecer e aprovar as contas, ainda que com ressalvas, como tantas vezes já foi feito em relação a outros governos por infrações na execução orçamentária. Acredita o Planalto que os presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, darão celeridade ao julgamento das contas, embora existam tantas outras, inclusive uma do último ano da era FHC, esperando apreciação congressual. Caberá ao governo restaurar sua maioria para evitar a rejeição, o que levaria de fato à abertura de um processo contra a presidente por crime de responsabilidade.

    Antes de entrarem na reunião os líderes de três partidos aliados fizeram declarações bastante indicadoras de que estão dispostos a resistir à ofensiva da oposição para remover Dilma do cargo, seja através do julgamento das contas, seja através da rejeição de suas contas de campanha pelo TSE. Guilherme Campos, líder do PSD liderado pelo ministro Gilberto Kassab, declarou: “Somos legalistas. Quem ganhou tem um mandato a cumprir”. O líder do PR na Câmara, Maurício Quintella Lessa (AL), foi na mesma linha. “Somos contra o impeachment, que hoje carece de fato concreto. Eleição se dá a cada quatro anos”. Já o líder do PP, Eduardo da Fonte, afirmou: “Temos que ter mais responsabilidade para com o país. . Não podemos ficar apostando no quanto pior melhor.”

    Dilma fará hoje este primeiro movimento de resistência, antes de embarcar, amanhã, para a viagem à Rússia. Na sua ausência, Temer dará seguimento à estratégia de defesa contra a ofensiva que no final de semana saiu dos bastidores para a pregação pública do PSDB.


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  • 06.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Um desabafo, puro e simples, sem BUROCRACIA..Wilmar Uchoa Araujo




    Estamos num País desmoralizado, infestado de criminosos em TODAS as esferas e escalões do Poder.

    Atualmente, não mais se discutem os valores morais, a proteção da família, a honestidade, os anseios do povo etc.

    Nada disso hoje em nosso país tem valor.

    Se "solta" um assassino confesso porque a data do "carimbo de Protocolo" de sua prisão está ilegível; não se condena ou sequer se afasta um prefeito ladrão, porque o advogado alega que não se "ouviu" sua vizinha de casa de campo; libera-se um estuprador detido em flagrante porque o policial que o prendeu estava "à paisana"; etc e tal.

    Em resumo, não importa o "MÉRITO" do crime, mas sim os "acessórios" da investigação.

    Vejam que em todo o escandaloso e mafioso assalto aos cofres públicos, denominado de Lava-jato, o País assiste de forma passiva toda essa corja envolvida tentar, à todo custo e como única "defesa", desmoralizar o MPF, DPF e até os membros da Justiça Federal.

    Hoje, a nova "tese" para se desconstituir todas as provas apuradas pela polícia e p MPF é a suposta "escuta" que poderia ter sido colocada nas celas do DPF.
    Ora bolas, nesse momento e na "velocidade" que estão depenando os cofres do Brasil, quem de bom senso se importa se a polícia ouviu ou não conversas "reservadas"de LADRÕES?

    Comparo com a votação da redução da maioridade no Congresso, onde se questionam que A MAIORIA ESMAGADORA da população teve sua vontade aprovada PELA MAIORIA ESMAGADORA da Câmara, mas, UMA MINORIA de deputados questiona detalhes da tramitação da votação.

    Ora bolas, PERMITAM que a vontade DA MAIORIA da população seja atendida pela MAIORIA de seus representantes, pelo menos UMA VEZ!


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