Governador Ricardo Coutinho tira a 40ª cidade paraibana do isolamento rodoviário



O governador Ricardo Coutinho inaugura nesta quarta-feira (4) a estrada que liga o entroncamento da PB-148 ao município de Parari. Esta será a 40ª cidade a sair do isolamento por meio de rodovias pavimentadas construídas pelo Governo do Estado dentro do Programa Caminhos da Paraíba. O investimento é de aproximadamente R$ 12 milhões, beneficiando mais de 22,6 mil habitantes de Serra Branca, Parari e Santo André. A solenidade está prevista para as 15h30.

Com essa inauguração, o governador Ricardo Coutinho cumpre mais uma etapa do compromisso que assumiu de tirar do isolamento asfáltico todas as cidades paraibanas. De acordo com dados do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), em 2011, existiam 54 cidades sem estradadas pavimentadas e agora já são 40 concluídas e entregues. As demais estão com as obras em andamento com previsão de conclusão até o final de 2016.

Somente nesta semana, Ricardo Coutinho está retirando do isolamento asfáltico mais quatro cidades paraibanas com a entrega da pavimentação das rodovias PB-228 (acesso a Passagem); PB-240 (São Sebastião do Umbuzeiro/São João do Tigre); PB-200 (Entroncamento da PB-148/Parari) e PB-200 (Serra Branca/Coxixola), representando um investimento total da ordem de R$ 40,4 milhões oriundos do Tesouro do Estado. No sábado (30), ele assinou a ordem de serviço para restauração da PB-386, que interliga Conceição/Divisa da Paraíba com o Ceará, com 17 km, na qual serão investidos R$ 6,1 milhões, beneficiando diretamente 18,7 mil habitantes.


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Secom-PB


Janot pede investigação de Manoel Jr. e Aguinaldo Ribeiro em principal inquérito da Operação Lava Jato


Janot pediu ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo, a inclusão das seguintes pessoas no inquérito que investiga os supostos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha.
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Por: Blog do Gordinho

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de três ministros do governo, do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e de parlamentares do PMDB, entre outros acusados, no principal inquérito da Operação Lava Jato. Os nomes dos deputados paraibanos Aguinaldo Ribeiro (PP) e Manoel Júnior (PMDB) constam na lista.

A petição chegou ao Supremo no dia 28 de abril, mas só foi tornada público hoje. Janot pediu ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo, a inclusão das seguintes pessoas no inquérito que investiga os supostos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha:

– Ex-presidente Lula;
– Ministros Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva;
– Senadores Jader Barbalho e Delcídio do Amaral;
– Deputados Eduardo Cunha, Eduardo da Fonte, Aguinaldo Ribeiro e André Moura; Arnaldo Faria de Sá, Altineu Cortes, Manoel Junior e Henrique Eduardo Alves;
– Assessor especial da presidência da República Giles Azevedo;
– Ex-ministros da Casa Civil Erenice Guerra e Antônio Palocci.

O procurador solicitou abertura de investigação contra o pecuarista José Carlos Bumlai, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto e o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual; Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da estatal, e Silas Rondeau, ex-ministro de Minas e Energia.

Ao pedir a inclusão de novos envolvidos no inquérito, que está em andamento desde o ano passado, Janot sustenta que houve um aprofundamento nas investigações. As acusações estão baseadas, principalmente, nas afirmações feitas pelo senador sem partido Delcídio do Amaral (MS) nos acordos de delação premiada.

“Esse aprofundamento das investigações mostrou que a organização criminosa tem dois eixos centrais. O primeiro ligado a membros do PT e o segundo ao PMDB. No caso deste, as provas colhidas indicam para uma subdivisão interna de poder entre o PMDB da Câmara dos Deputados e o PMDB do Senado Federal, disse.

Janot explicoou que estes dois grupos, embora vinculados ao mesmo partido, ao que parece, atuam de forma autônoma, tanto em relação às indicações políticas para compor cargos relevantes no governo quanto na destinação de propina arrecadada a partir dos negócios escusos firmados no âmbito daquelas indicações”, argumentou Janot.

Nos novos elementos colhidos pela PGR, estão as delações de dirigentes da empreiteira Andrade Gutierrez, além dos fatos relatados por Delcídio do Amaral. Segundo Janot, as provas apuradas até o momento “indicam a existência de um esquema ilícito comandado e articulado por políticos integrantes especialmente do PT, do PMDB, e do PP”

PMDB da Câmara e no Senado

Segundo Janot, liderado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha, a cúpula do partido atuou na venda de requerimentos e emendas parlamentares para beneficiar empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.

“Conforme se verá, além de atuarem diretamente na indicação política de pessoas para postos importantes da Petrobras e da CEF [Caixa Econômica Federal] há evidências de que esse grupo o atuou também na ‘venda’ de requerimentos e emendas parlamentares, seja para beneficiar empresas, tais como o Grupo OAS, a Odebrechet e o Banco BTG, argumentou Janot.

Para o procurador, houve participação do senador Jader Barbalho (PMDB-PA) na nomeação de diretores da Petrobras em troca de pagamentos. Janot cita no pedido um dos acordos de delação premiada do senador Delcídio do Amaral.

“Em um jantar na casa de Jader Barbalho, em Brasília, na qual estavam presentes também Renan Calheiros, Sérgio Machado e Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró comprometeu-se a dar US$ 6.000.000,00 aos políticos do PMDB, cujo dinheiro das propinas seria proveniente dos contratos firmados pela Petrobras nas aquisições dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000”, diz o texto.

PP

Segundo Janot, o PP precisa ser incluído na investigação por participar do pagamento de propina na diretoria de Abastecimento da Petrobras, na gestão de Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Lava Jato.

“Com relação a integrantes do Partido Progressista, deve-se incluir na presente investigação os deputados Eduardo da Fonte e Aguinaldo Ribeiro que, preteridos na distribuição de vantagens indevidas, assumiram, a partir de 2011, o comando da agremiação partidária e o consequente controle da repartição de valores relativos ao esquema de corrupção da Diretoria de Abastecimento da Petrobras.”

PT

De acordo com Rodrigo Janot, a prática do PT “ao que tudo indica, era especialmente voltada à arrecadação de valores ilícitos, por meio de doações oficiais ao diretório nacional.

“As provas apontam para o envolvimento da seguinte autoridades com prerrogativa de foro: Edinho Silva, Ricardo Berzoini, Jacques Wagner e Delcídio do Amaral. Além destes, Luiz Inácio Lula da Silva, Antônio Palocci, Giles de Azevedo, Erenice Guerra, José Carlos Bumlai, Paulo Okamoto e José Gabrielli tiveram contra si colhidos inúmeros indícios de envolvimento no esquema criminoso objeto desta apuração.”

Lista completa dos envolvidos

1 – Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
2- Jaques Wagner (ministro do gabinete pessoal da Presidência da República);
3- Ricardo Berzoini (ministro da secretaria de governo)
4- Edinho Silva (ministro da secretaria de Comunicação Social (Secom);
5 – Senador Jader Barbalho (PMDB-PA)
6 – Delcídio do Amaral (sem partido – MS)
7 – Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados (PMDB-RJ)
8 – Eduardo da Fonte – deputado federal (PP-PE);
9 – Aguinaldo Ribeiro – deputado federal (PP-PB) – já é investigado no inquérito
10 – André Moura – deputado federal (PSC-SE)
11 – Arnaldo Faria da Sá – deputado federal (PTB-SP)
12 – Altineu Cortes – deputado federal (PMDB-RJ)
13 – Manoel Júnior – deputado federal (PMDB-PB)
14 – Henrique Eduardo Alves – deputado federal (PMDB-RN);
15 – Giles de Azevedo – assessor especial da presidência da República;
16 – Erenice Guerra (ex-ministra da Casa Civil);
17 – Antônio Palocci (ex-ministro da Casa Civil);
18 – Jose Carlos Bumlai (empresário);
19 – Paulo Okamoto (presidente do Instituto Lula);
20 – André Esteves (sócio do banco BTG Pactual)
21 – Silas Rondeau (ex-ministro de Minas e Energia)
22 – Milton Lyra (lobista);
23 – Jorge Luz (lobista)
24 – Sergio Machado (ex-presidente da Transpetro)
25 – José Gabrielli (ex-presidente da Petrobras);
26 – Lúcio Bolonha Funaro (doleiro);
27 – Alexandre Santos (ex-deputado federal);
28 – Carlos Willian (ex-deputado);
29 – João Magalhães (ex-deputado-federal)
30 – Nelson Bornier (prefeito de Nova Iguaçu (RJ).
31 – Solange Almeida (ex-deputada federal e prefeita Rio Bonito – RJ)

Veja a resposta dos citados

Giles Azevedo

O assessor especial de Dilma Rousseff, Giles Azevedo, disse que não tem condições de se manifestar sobre o pedido da PGR porque não foi informado sobre o que estaria sendo apurado a seu respeito.

“Posso adiantar que não temo nenhuma investigação porque nunca cometi qualquer ato que desabone minha conduta como cidadão e como servidor público”, afirmou Giles, por meio de resposta enviada pela assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.

Jaques Wagner

O ministro chefe do Gabinete Pessoal da Presidência, Jaques Wagner, disse estar seguro de que todas suas ações sempre foram pautadas pela ética, legalidade e o interesse público, e acredita que, no fim das investigações, seu nome não será incluído no inquérito da lava jato.

“Estou tranquilo e confio nas investigações. Estou à disposição das autoridades e vou aguardar o resultado final”, afirmou o ministro.

Sobre a delação de Nestor Cerveró, de que sua eleição em 2006 teria sido proporcionada por dinheiro desviado da Petrobrás, o ministro Wagner informou que sem ter tido acesso ao conteúdo total do referido depoimento, prefere não antecipar sua posição.

Ricardo Berzoini

O ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, também se disse tranquilo e afirmou que não teve acesso às fundamentações do pedido de investigação.

“Indignado com mais um vazamento com claros objetivos políticos, sem que eu tenha acesso às fundamentações do pedido de investigação do PGR ao STF, manifesto minha total tranquilidade em relação às investigações, confiando que a verdade prevalecerá”, disse o ministro, por meio de sua assessoria de imprensa.

Agência Brasil


Denúncia contra Lula tem o peso de uma lápide


Josias de Souza 


O cronista Nelson Rodrigues ensinou que a morte é anterior a si mesma. Começa antes, muito antes. É todo um lento, suave, maravilhoso processo. O sujeito já começou a morrer e não sabe. Tome-se o caso de Lula. Fenece politicamente desde 2005, quando explodiu o mensalão. Mas demorou dez anos para que a Procuradoria-Geral da Repúlica providenciasse a lápide.

Veio na forma de uma denúncia e de uma petição ao STF. Na denúncia, o procurador-geral pede a conversão de Lula em réu por ter tentado comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró. Na petição, requisita a inclusão de Lula e outras 29 pessoas no “quadrilhão”, como é conhecido o principal inquérito da Lava Jato. Nesse texto, Janot esculpiu um epitáfio com cara de óbvio:

“Essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse.‘‘

A conclusão do procurador-geral elimina uma excentricidade dos governos do PT. Está chegando ao fim a era da corrupção acéfala. Janot fez, finalmente, justiça a Lula, protegendo-o de si mesmo. A pose de Lula diante da roubalheira não fazia jus à sua fama.

O mal dos partidos políticos, como se sabe, é que eles têm excesso de cabeças e carência de miolos. O PT sofre da mesma carência, mas com uma cabeça só. Desde que empinou a tese do “não sabia”, Lula vinha renegando sua condição de cérebro solitário do PT. Reivindicava o papel de cego atoleimado.

Se aceitar a denúncia da Procuradoria, o STF não irá apenas transformar Lula em réu. Restabelecerá a lógica, acomodando o personagem no topo da hierarquia da quadrilha.

Mirando para baixo, Janot disparou várias balas que muitos davam como perdidas. Requereu a inclusão no inquérito do “quadrilhão” de vários nomões do PT, do PMDB e da vizinhança de Dilma.

Gente como os ministros palacianos Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva; os ex-ministros Erenice Guerra, Antonio Palocci e Henrique Alves; os senadores Jader Barbalho e Delcídio Amaral; o deputado Eduardo Cunha… De quebra, foi alvejado o principal assessor de Dilma, Giles Azevedo.

Como se fosse pouco, Janot requereu a abertura de inquérito contra a própria Dilma, o advogado-geral do impeachment, José Eduardo Cardozo e, de novo, Lula. Acusa-os de tentar obstruir as investigações.

No início de março, quando foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento à Polícia Federal por ordem do juiz Sérgio Moro, Lula reagiu com uma entrevista de timbre viperino. “Se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo, porque a jararaca está viva.‘‘ Pois bem. Janot acertou a cabeça da víbora.

Lula estava zonzo desde o dia em que o doutor Moro atrapalhou sua nomeação para a Casa Civil jogando no ventilador os diálogos vadios captados em grampos legais. Numa conversa com Dilma, a jararaca destilara todo o seu veneno:

“Nós temos uma Suprema Corte totalmente acovardada, nós temos um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado, um Parlamento totalmente acovardado. […] Nós temos um presidente da Câmara fodido, um presidente do Senado fodido. Não sei quantos parlamentares ameaçados. E fica todo mundo no compasso de que vai acontecer um milagre e vai todo mundo se salvar…”

Depois disso, a Suprema Corte avalizou o rito do impeachment, o presidente da Câmara coordenou a goleada de 376 X 137, o presidente do Senado passou a flertar com o vice-presidente “conspirador”, os parlamentares traem madame gostosamente e Lula revela-se uma cobra sem veneno. Tornando-se réu, talvez chegue a 2018 mai perto da cadeia do que das urnas.

Quanto a Dilma, ninguém estranharia se o noticiário sobre sua Presidência migrasse da editoria de política para o espaço que os jornais reservam aos avisos fúnebres. Os curiosos lêem compulsivamente, à espera de uma surpresa agradável. Jurada de morte, madame tenta se convencer de que ainda está cheia de vida. Mas todos sabem, inclusive seus aliados, que, mais dia menos dia, acaba o seu dia a dia. Tudo passa, exceto o PMDB, que é imortal.


Rede pede ao Supremo afastamento de Cunha

Alan Marques Alan Marques

 
Josias de Souza 


O partido de Marina Silva, Rede Sustentabilidade, protocolou no STF nesta terça-feira uma ação que pede o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do cargo de presidente da Câmara. Por sorteio, a petição foi à mesa do ministro Marco Aurélio Mello, que será o relator.

Argumenta-se na ação que Cunha, já acomodado pelo STF no banco dos réus em processo da Lava Jato, não pode permanecer na linha de sucessão da República. Com o provável afastamento de Dilma Rousseff e a consequente ascensão do vice Michel Temer, Cunha passará a ser o número 2 da República, substituto eventual do presidente da República.

A legenda de Marina sustenta que um réu em ação penal não pode ser mantido em posição que o habilite a assumir a Presidência. Pede-se ao Supremo que aplique, por analogia, o artigo 86 da Constituição, que anota em seu primeiro parágrafo: “…o presidente ficará suspenso de suas funções: nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”.

Argumenta-se que a limitação imposta aos réus se aplciaria a todas as pessoas que, por força da Constituição, são passíveis de assumir a Presidência. Na linha de sucessão, quem vem depois de Cunha é o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Ele responde a nada menos que 12 inquéritos no STF, 11 relacionados à Lava Jato e um da Operação Zelotes.

Renan também carrega sobre os ombros uma denúncia que a Procuradoria-Geral da República protocolou no STF há mais de três anos. Nela, o senador é acusado de custear com verbas de uma empreiteira despesas de um filho que teve fora do casamento. Porém, diferentemente do que sucedeu com Cunha, a denúncia contra Renan ainda não julgada pela Suprema Corte. Assim, o multi-investigado Renan não pode, por ora, ser chamado de réu.

Parlamentares de seis partidos —PSOL, PT, Rede, PCdoB, PDT e PPS— entregarão nesta terça ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, uma carta na qual pedem pressa na decisão sobre Cunha. Além da ação da legenda Rede, há no Supremo um pedido de afastamento de Cunha do seu mandato de deputado. Foi formulado em dezembro de 2015 pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot. A fundamentação é outra. Alegou-se que Cunha usa o poder político para obstruir e prejudicar investigações.


Segurança enquadra funcionário desviado para apoiar governistas no Senado


SENADOR EXIGIU REGRAS SOBRE PRESENÇA DE ASSESSORES NA COMISSÃO

SECRETÁRIO DO MJ É "ENQUADRADO" POR SEGURANÇA DA COMISSÃO DO IMPEACHMENT (FOTO: DIÁRIO DO PODER)
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Os dois funcionários do governo federal, desviados para assessorar senadores da base aliada da presidente Dilma na Comissão do Impeachment, foram alvos de questão de ordem do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) nesta terça-feira (3).
O pedido foi apresentado logo no início da sessão. Caiado solicitou regramento do acesso de servidores. De acordo com o senador, “se for para assistir, a televisão está transmitindo para todo o Brasil”.

O secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Gabriel de Carvalho Sampaio, foi barrado pela polícia legislativa do Senado na sessão desta terça. O Diário do Poder revelou em primeira mão, na sexta-feira (29), que o secretário prestava assessoria ao líder do governo na Casa, senador Humberto Costa (PT-PE).

Nesta segunda-feira (2), outra funcionária pública foi descoberta assessorando os governistas. Lilian Barros de Oliveira, da Advocacia-Geral da União foi acusada por Caiado de estar prestando trabalhando para a base aliada em horário de expediente da AGU, o que avaliou ser “inadmissível”.

Em resposta ao requerimento de Caiado, o presidente do colegiado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), enumerou quais os assessores estão autorizados a acompanhar os trabalhos. De acordo com Lira, há permissão para um assessor por senador, um assessor por liderança, dois assessores do Ministério da Justiça, dois do Tribunal de Contas da União e quatro da Advocacia Geral da União. Ainda de acordo com o presidente, foi a própria comissão que pediu o acompanhamento de assessores da AGU.


Corrupção - Janot pede ao STF inquérito para investigar Dilma por obstruir a Justiça

Dida Sampaio Dida Sampaio


DILMA E LULA ACUSADOS DE OBSTRUIR JUSTIÇA, O CRIME DE DELCÍDIO

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu que já há elementos suficientes para pedir a abertura de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dois serão investigados juntos, sob a acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.
Obstruir a ação da Justiça é um dos poucos crimes que dão cadeia na certa, no Brasil. O próprio senador Delcídio Amaral (ex-PT/MS), que na ocasião era o influente líder do governo Dilma no Senado, foi preso em flagrante quando foi gravado tentando comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que negociava um acordo de delação premiada.

A investigação tem como base a delação de Delcídio e o imbróglio causado pela tentativa de Dilma indicar Lula para ministro-chefe da Casa Civil. Para que a presidente seja formalmente alvo de inquérito no STF, o procedimento ainda precisa ser autorizado pelo ministro Teori Zavascki.

Para os procuradores do grupo de Janot, a nomeação de Lula para o ministério fez parte de um "cenário" em que foram identificadas diversas tentativas de atrapalhar as investigações criminais da Lava Jato, que apura o esquema de corrupção na Petrobras.


Em parecer enviado ao Supremo, Janot diz que a decisão de Dilma (foto) de transformar Lula em ministro teve a intenção de "tumultuar" o andamento das investigações ao tentar retirar o caso do ex-presidente das mãos do juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância.

Esse entendimento foi reforçado após o vazamento de conversas telefônicas entre Dilma e Lula. Em uma delas, a presidente afirma que vai enviar o termo de posse com antecedência para que o petista use caso seja necessário.

Em sua delação, Delcídio também fez declarações nesse sentido. Ele citou como exemplo uma investida do Planalto sobre o Judiciário para influir nas investigações com a suposta indicação do ministro do Superior Tribunal de Justiça Marcelo Navarro Ribeiro Dantas.

A decisão de Janot de pedir uma investigação contra Dilma acontece no momento em que o Senado se prepara para votar o pedido de impeachment da presidente. Se o processo for aprovado pela maioria do plenário, Dilma ficará afastada do cargo por até 180 dias e o vice, Michel Temer, assume a Presidência no seu lugar.

Dilma, no entanto, continua com foro privilegiado até a análise sobre o processo que pede o seu afastamento ser concluída pelo Congresso. Por isso, a competência sobre os casos que envolvem Dilma permanece do Supremo.

No ano passado, Janot descartou a possibilidade de investigar a presidente mesmo após menção ao nome de Dilma por delatores da Lava Jato. Pela Constituição, alegou o procurador, não caberia uma investigação de presidente da República durante o mandato por atos alheios ao período e à função de presidente.

Lula
Nesta terça-feira, Lula foi denunciado pelo procurador-geral da República com base na delação de Delcídio. Ele e outras 29 pessoas também foram incluídos no principal inquérito da Lava Jato, conhecido como quadrilhão. Para Janot, a organização criminosa que atuou na Petrobras "jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dela participasse".

Na segunda, Janot havia enviado um pacote de pedidos de abertura de inquérito contra políticos com base na delação de Delcídio, entre eles o senador Aécio Neves (PSDB-AL) e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-AL).


Entendimento - Chefes militares já batem continência ao virtual presidente Temer


COMANDANTES DAS TRÊS FORÇAS JÁ ESTIVERAM NA VICE-PRESIDÊNCIA
 

MICHEL TEMER DURANTE UMA VISITA AO COMANDO MILITAR DO OESTE, AO LADO DO COMENDANTE DO EXÉRCITO, GENERAL EDUARDO DIAS DA COSTA VILLAS-BOAS (AO CENTRO, DE ÓCULOS).
 

Os três comandantes militares já bateram continência para o vice-presidente Michel Temer, até para reiterar o compromisso das Forças Armadas com a normalidade democrática e o respeito à Constituição. Para o staff de Temer, as reuniões foram importantes para sinalizar que as Forças Armadas jamais se deixariam utilizar pelo projeto de poder petista, como alguns próceres do governo Dilma Rousseff pretendiam. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Contaram ao ministro Aldo Rebelo (Defesa) que os comandantes militares foram recebidos por assessor de Michel Temer. Ele acreditou.

Os comandos da Aeronáutica e Marinha negam o encontro com Temer; o do Exército admite ter ido ao Jaburu apenas entregar um convite.

Dilma avaliou assinar decreto Estado de Defesa, no auge dos protestos que levaram entre 4 e 6 milhões às ruas, em favor do impeachment.

Consultados, comandantes militares recusaram apoio ao “Estado de Defesa”, que suprimiria sigilo até de telefonia e o direito de reunião.


Janot coloca Lula, PT e PMDB na Lava Jato


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu fazer um strike nesta terça-feira, incluindo diversos nomes na Operação Lava Jato e começando por ninguém menos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; além dele, Janot pediu investigações sobre peças importantes do governo da presidente Dilma Rousseff, como os ministros Jaques Wagner e Ricardo Berzoini; outro nome incluído por Janot foi o de Antônio Palocci, ex-chefe da Casa Civil; do PMDB, estão citados o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o senador Jader Barbalho (PMDB-PA); "As provas colhidas indicam para uma subdivisão interna de poder entre o PMDB da Câmara dos Deputados e o PMDB do Senado Federal", diz Janot; "Já no âmbito dos membros do PT, os novos elementos probatórios indicam uma atuação da organização criminosa de forma verticalizada"; ontem, ele havia pedido investigação contra o presidente do maior partido de oposição, senador Aécio Neves (PSDB-MG)


247 – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu fazer um strike nesta terça-feira, incluindo diversos nomes na Operação Lava Jato, entre eles, ninguém menos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Além de Lula, Janot pediu investigações sobre peças importantes do governo da presidente Dilma Rousseff, como os ministros Jaques Wagner e Ricardo Berzoini.

Outro nome incluído por Janot foi o de Antônio Palocci, ex-ministro-chefe da Casa Civil. Janot pede ainda investigação contra Edinho Silva, ministro da Secretaria de Comunicação Social, e Giles Azevedo, assessor especial da presidente Dilma Rousseff, bem como de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil, e do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli.

Do PMDB, estão citados o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o senador Jader Barbalho (PMDB-PA), assim como o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado.

"As provas colhidas indicam para uma subdivisão interna de poder entre o PMDB da Câmara dos Deputados e o PMDB do Senado Federal. Estes dois grupos, embora vinculados ao mesmo partido, ao que parece, atuam de forma autônoma, tanto em relação às indicações políticas para compor cargos relevantes no governo quanto na destinação de propina arrecadada a partir dos negócios escusos firmados no âmbito daquelas indicações", disse Janot.

"Já no âmbito dos membros do PT, os novos elementos probatórios indicam uma atuação da organização criminosa de forma verticalizada, com um alcance bem mais amplo do que se imagina no início e com uma enorme concentração de poder nos chefes da organização. As provas apontam para o envolvimento das seguintes autoridades com prerrogativa de foro: Edinho Silva, Ricardo Berzoini, Jaques Wagner, Delcídio do Amaral", acrescenta o procurador-geral.

Ontem, Janot havia pedido investigação contra o presidente do maior partido de oposição, senador Aécio Neves (PSDB-MG). Os inquéritos estão sendo solicitados a partir da delação do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS). Leia mais na reportagem da Agência Brasil:

PGR pede investigação de Lula e mais 29 envolvidos na Lava Jato

André Richter - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de três ministros do governo, do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e de parlamentares do PMDB, entre outros acusados, no principal inquérito da Operação Lava Jato.

 

A petição chegou ao Supremo no dia 28 de abril, mas só foi tornada público hoje. Janot pediu ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo, a inclusão das seguintes pessoas no inquérito que investiga os crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha:

 

- Ex-presidente Lula;
- Ministros Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva;
- Senadores Jader Barbalho e Delcídio do Amaral;
- Deputados Eduardo Cunha, Eduardo da Fonte, Aguinaldo Ribeiro e André Moura; Arnaldo Faria de Sá, Altineu Cortes, Manoel Junior e Henrique Eduardo Alves;
- Assessor especial da presidência da República Giles Azevedo;
- Ex-ministros da Casa Civil Erenice Guerra e Antônio Palocci.

 

O procurador solicitou abertura de investigação contra o pecuarista José Carlos Bumlai, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto e o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual; Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da estatal, e Silas Rondeau, ex-ministro de Minas e Energia.

 

Ao pedir a inclusão de novos envolvidos no inquérito, que está em andamento desde o ano passado, Janot sustenta que houve um aprofundamento nas investigações. As acusações estão baseadas, principalmente, nas afirmações feitas pelo senador sem partido Delcídio do Amaral (MS) nos acordos de delação premiada.


"Esse aprofundamento das investigações mostrou que a organização criminosa tem dois eixos centrais. O primeiro ligado a membros do PT e o segundo ao PMDB. No caso deste, as provas colhidas indicam para uma subdivisão interna de poder entre o PMDB da Câmara dos Deputados e o PMDB do Senado Federal. Estes dois grupos, embora vinculados ao mesmo partido, ao que parece, atuam de forma autônoma, tanto em relação às indicações políticas para compor cargos relevantes no governo quanto na destinação de propina arrecadada a partir dos negócios escusos firmados no âmbito daquelas indicações", argumentou Janot.


Alckimin: Se Dilma sair, não volta mais

 
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), acredita que, feito, o “afastamento de Dilma Rousseff é praticamente definitivo”; ele atribuiu ao "lulopetismo a crise econômica e social mais grave dos últimos 80 anos"; de olho em 2018, ele voltou a defender que os tucanos não indiquem nomes para um ministério de Temer; “O PSDB deve apoiar as medidas de interesse do país sem precisar de nada em troca. Para defender o interesse público não é preciso ter cargos”


247 - Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), acredita que, feito, o “afastamento de Dilma Rousseff seja praticamente definitivo”: “O processo de afastamento ainda não se completou, mas, diferentemente de uma eleição, que quando termina você tem meses para se preparar, agora só se terá confirmação [de nova gestão] no dia do impedimento”.

Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, ele atribuiu ao "lulopetismo a crise econômica e social mais grave dos últimos 80 anos”. Segundo o governador, se não fizermos a reforma política, “os velhos fantasmas podem aparecer de novo. É muito difícil a governabilidade com 25 partidos na Câmara”.

De olho em 2018, ele voltou a defender que os tucanos não indiquem nomes para um ministério de Temer; “O PSDB deve apoiar as medidas de interesse do país sem precisar de nada em troca. Para defender o interesse público não é preciso ter cargos”


Lixo acumulado há vários dias, defronte a defronte a unidade de saúde do Bairro Costa e Silva

 Dia desses, tratei aqui sobre o Pospo de Saúde do Bairro Costa e Silva que se encontrava com vários aparelhos de ar-condiconados quebrados e também alguns equipamentos de atendimento dos dentistas, além da ausência total de medicoss para atender aos pacientes por volta das 15 horas. 

Ontem mais uma vez uma pessoa que trabalhava na minha casa e que eu evidentemente não vou nominar, já que a mesma sempre precisa junto com os seus filhos de atendimento naquela unidade de sáude,  ao passar por ali, já que mora nas redondezezas, verificou o  acumullo de lixo exatamente na parada de ônibus que fica exatamente defronte a Unidade de Pronto Artendimento, comprovando assim, o descaso da nossa Prefeitura com aqueles que necessitam do transporte público, bem como com os pacientes que procuram aquela unidade e encontra muito lixo acumulado por dias, atraindo, insetos e outros animais.

Como a Vigilância sanitária pertence a propria Prefeitura fica dificil até saber a quem recorrer. Que tal o Ministério Público adotar providencias?

 

 


Posse de Rui César de Vasconcelos Leitão na Cadeira Nº. 29, do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP

 Instituto Histórico e Geográfico Paraibano - IHGP

Fundado em 7 de setembro de 1905
Declarado de Utilidade Pública pela Lei no 317, de 1909
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O Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), Historiador Joaquim Osterne Carneiro, tem a honra de convidar Vossa Excelência e família, para a Sessão Solene de posse do Historiador Rui César de Vasconcelos Leitão na Cadeira Nº. 29, que tem como Patrono Carlos de Gouvêa Coêlho, vaga com o falecimento da Historiadora Adylla Rocha Rabello. O empossasdo será saudado pelo Historiador Nelson Coêlho da Silva, ocupante da Cadeira Nº. 49, que tem como Patrono Raul Campelo Machado.


Data: 07 de maio 2016
Horário: 17:00 horas
Local: Sede do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano
Rua Barão do Abiaí, 64
CEP 58013 – 080 João Pessoa PB
Fone (83) 3222-0513


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