Clubes paraibanos que receberam verba do Gol de Placa terão que devolver dinheiro aos cofres públicos

Walla Santos
Walla Santos


A confirmação da fraude foi dada após a conclusão do Procedimento de Investigação Preliminar (PIP), instaurado pelo Estado.

Os clubes paraibanos que receberam verba de forma fraudulenta do Programa Gol de Placa, terão que devolver os valores desviados, aos cofres públicos. (Foto: Walla Santos)

Os clubes paraibanos que receberam verba de forma fraudulenta do Programa Gol de Placa, terão que devolver os valores desviados, aos cofres públicos. A informação foi dada pela Secretaria da Fazenda da Paraíba (Sefaz), Controladoria-Geral do Estado (CGE) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.

A confirmação da fraude foi dada após a conclusão do Procedimento de Investigação Preliminar (PIP), instaurado pelo Estado, e segundo os órgãos envolvidos na investigação, o montante atinge a casa dos milhões.

O procedimento foi instaurada no dia 6 de novembro, através de uma portaria publicada no Diário Oficial do Estado.

Letácio Tenório Guedes, controlador-geral do Estado, informou que o processo conta com três etapas. A primeira foi a PIP que já está em fase de conclusão. Logo em seguida, será dado início ao Processo Administrativo de Responsabilização (PAR), que pode carretar em punições contra as associações. E, por fim, o processo será finalizado com o acordo de leniência, com a participação do Gaeco.

Quando houver a finalização do processo, será discutido a forma de pagamento da dívida por parte dos clubes.

O Gol de Placa foi criado para incentivar os torcedores de baixa renda a comparecerem aos jogos do futebol paraibano e ajudar financeiramente os clubes da Paraíba.

De acordo com a denúncia feita pelo jornal Folha de São Paulo, em janeiro de 2019, a fraude do Gol de Placa se deu com o uso de CPFs, de pessoas que nunca estiveram na Paraíba e até de pessoas já falecidas, por parte dos dirigentes dos clubes paraibanos, para justificar a troca de notas fiscais por ingressos.

clickpb.com.br

 


Luciano Cartaxo não leu Darwin e coloca sua própria evolução política em risco

 “Publicada em 1859 pelo cientista britânico Charles Darwin, a obra “Sobre a origem das espécies através da seleção natural” introduziu pela primeira vez a ideia da evolução por meio da seleção natural, opondo-se à versão cristã da criação do mundo”.


Muito bem: essa afirmação é “rasa” sob o ponto de vista da explicação que está no Google ou em qualquer projeto da Wikipédia que julgue sua pessoa ser real e confiável. Mas, como sou desconfiado, aponto um bom caminho: a enciclopédia Barsa on-line.

E nem preciso afirmar que, ao “copular” irmão com irmã, primo com prima, a seleção natural de Charles Darwin tem um destino inexorável. Com rigor científico, as gerações subsequentes nascem disformes, mais fracas, menos “dispostas” a atos contínuos das intempéries climáticas, e ainda menos à aptidão para batalhas contra grupos rivais.

No caso exposto à fala, pondo em cena dramática e puro suspense digno de Alfre Hitchcock, e claro exercendo toques literários necessários, o prefeito da Capital, Luciano Cartaxo, filiado ao PV por razões mil, corre perigo para fazer ou parir seu sucessor.

E já tratei desse tema em coluna anterior. Cartaxo segue a lista de “extinção” de outros prefeitos de João Pessoa que pouco ou nada fizeram para a Capital, a exemplo de Chico Franca e Carlos Mangueira. Ambos apenas realizaram pouco mais de 20% das suas promessas. E ainda estou sendo gentil


E aqui vale uma observação: O “Verde” troca de partido para aquele que lhe convém. Principalmente o que “contém” o pronome pessoal “EU”. Quanto ao seu “séquito”, estando aí seu secretariado, vale uma movimentação em alvoroço, pois a “caneta azul” do hoje “donatário” de João Pessoa não é para todo sempre, muito menos o embalsamamento e “vida eterna”.

Mas continuo minha linha retilínea e uniforme de pensamento: Cartaxo busca emplacar um secretário seu como sucessor. E é óbvio que tal estratégia haraquiri não dará certo. Além de ser auxiliar, ele busca um vassalo da sua sigla partidária.

Em discussão e embate interno, temos Diego Tavares (Desenvolvimento Social), Zenedy Bezerra (Sedurv), Daniela Bandeira (Planejamento), Edilma Ferreira (Educação), Sachenka (Infraestrutura), Adalberto Fulgêncio (Saúde) e Socorro Gadelha (Habitação). Claro! Todos devorando um ao outro.

E como falei no começo do texto, ao citar Darwin, a consanguinidade, mesmo partidária, esfacela a diversidade genética de uma composição política, tornando-a fugaz. Frágil.


Como exemplo prático dessa afirmação, faz-se valer a oxigenação e diversificação dos cromossomos. Quanto mais heterogêneos, “misturados”, por assim dizer, melhor. Serão mais fortes. O oposto dos supostos candidatos do prefeito da Capital.

E, para encerrar, prova maior não há no processo inviável dos Cartaxo. Até um bloco de arrasto carnavalesco, chamado “Picolé de Manga”, administrado pela família, entrou em falência.

Então, o que dirá João Pessoa, caso essa lógica perversa continue?. Ou os Cartaxo entendem que a Capital não é seu feudo ou se retiram da vida pública. Simples assim!

 

Eliabe Castor
PB Agora


Ministro da Educação sobre feriado da República: “infâmia contra Pedro II”


Por Congresso Em Foco

Economista, Abraham Weintraub colabora com Bolsonaro desde a campanha eleitoralReproduçãoReprodução
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, criticou por meio de seu perfil no Twitter as comemorações nesta sexta-feira (15) em alusão à proclamação da República.

"Há 130 anos foi cometida uma infâmia contra um patriota, honesto, iluminado, considerado um dos melhores gestores e governantes da História (Não estou restringindo a afirmação ao Brasil)", disse sobre o imperador Dom Pedro II, que cedeu o comando do país em 15 de novembro de 1889 ao Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro presidente do regime republicano.

Abraham Weintraub

@AbrahamWeint
Não estou defendendo que voltemos à Monarquia mas...O que diabos estamos comemorando hoje? Há 130 anos foi cometida uma infâmia contra um patriota, honesto, iluminado, considerado um dos melhores gestores e governantes da História (Não estou restringindo a afirmação ao Brasil).

O chefe da pasta de Educação do governo de Jair Bolsonaro também criticou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e fez elogios à princesa Isabel, filha de Dom Pedro II ,e à dona Leopoldina, mulher de Dom Pedro I.


Abraham Weintraub

@AbrahamWeint
Para as feministas refletirem: o Império teve seus dois principais atos assinados por mulheres educadas, inteligentes e HONESTAS! Elas nos governaram bem antes de Dilma. A Lei Áurea e Nossa Independência foram assinadas respectivamente pela Princesa Isabel e por Dona Leopoldina.

Abraham Weintraub e seu irmão, o assessor especial da presidência da República Arthur Weintraub são, dentro do governo, os responsáveis pelos discursos mais inflamados contra políticos de esquerda que fazem oposição a Bolsonaro.


As primeiras do dia - Tião Lucena

 Um internauta que se identifica como Isnaldo Costa e que, pelo jeito de dizer, entende do assunto, postou fotos, vídeo e texto nas redes sociais desmentindo notícias de Brasília sobre a chegada das águas do São Francisco à Paraíba.

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Eis o que ele escreveu:

“Vista da Barragem Barro Branco, município de Custódia, distante a 9 km da EB 6 (sentido Monteiro), com um volume bastante baixo em relação ao nível de sangria para atingir o canal. A distância da Barragem Barro Branco até o emboque do túnel são 13 km e deste até o desemboque da galeria em Monteiro, são 15 km. A partir deste ponto são 140 km até o Açude Epitácio Pessoa. Diante da vazão liberada e do grande percurso, a água não chegará até dezembro de 2019 ao Açude Epitácio Pessoa. Informo ainda, com o volume atual 81.278,450 m3 (17,4%), o Açude Epitácio Pessoa atenderá as demandas requeridas. Ressaltamos sempre que a RACIONALIDADE acima de tudo”.

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O internauta, ainda postou este vídeo descrevendo com detalhes a atual situação da barragem de Custódia, aquela que recebe a água do Rio e a redistribui para a Paraíba. Assista:

 

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Ou seja, mais uma vez venderam gato por lebre ao povo de Campina Grande. A água pode não chegar e campinense vai mais uma vez racionar o precioso líquido para não ficar definitivamente sem ele.

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E de nada valeu o rincho.

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Só o meu PIB não cresce. Por que será?

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Continua pequenino e triste, olhando pro chão.

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Pequeno, triste e mole.

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Hoje é feriado, moçada!

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Mas cuidado com o “figo”!

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Senão, senão.

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Pergunta Marcos Pinto no Facebook e eu repergunto aqui: “Qui bixiga é essa de Milícia Gospel que inventaram?”

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Acho que funciona assim: “Vou te matar, aleluia!”

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O prefeito de João Pessoa deu nome de Luz, Paz e Amor a uma das ruas da Capital. Só não sei se combinou com os bandidos para não entrarem lá e transformarem a rua num recanto de choro, sangue e morte.

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Bolsonaro garante que quem for para o seu novo partido o fará só por amor.

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Tem vários tipos de amor. Inclusive o amor de rapariga, medido e pesado em “reais” intenções.

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, chega ao ministerio da Justiça e Segurança Pública, para reunião com o ministro, Sergio Moro
Olha o nivi: Bebiano contou que Bolsonaro lhe ofereceu uma Diretoria da Itaipu e Bebiano teria respondido que ele a guardasse onde a Itaipu fizesse rima.

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Viuge!


Julian Lemos confirma fala de Bebianno de que Bolsonaro foi quem citou dossiê sobre ‘suruba gay‘ de príncipe


Bebianno, exonerado do Governo Federal no começo do ano, disse que Bolsonaro o ligou às 4h da manhã do dia de anúncio do vice da chapa do PSL para a Presidência.


Por ClickPB
 

Gustavo falou que Julian estava em sua casa no momento da ligação e que passou o telefone para o paraibano, o qual ouviu a narração do presidente sobre o dossiê. (Foto: Divulgação)
O deputado paraibano, Julian Lemos (PSL), confirmou ao blog do Tales Faria, do UOL, que o presidente Jair Bolsonaro foi quem falou sobre o dossiê de uma ‘suruba gay‘ com a participação do príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Ele reafirmou o que já havia revelado Gustavo Bebianno, ex-chefe de Secretaria do Governo, o qual fez vídeo falando sobre o episódio.

Bebianno, exonerado do Governo Federal no começo do ano, disse que Bolsonaro o ligou às 4h da manhã do dia de anúncio do vice da chapa do PSL para a Presidência. E que o presidente lhe relatou a existência do dossiê que relacionava Luiz Philippe à suruba e também a gangues de ataques a moradores de rua.

Gustavo falou que Julian estava em sua casa no momento da ligação e que passou o telefone para o paraibano, o qual ouviu a narração do presidente sobre o dossiê.

Luiz Philippe de Orleans e Bragança seria o vice-presidente do Brasil, mas foi trocado por Hamilton Mourão após Bolsonaro receber a informação do dossiê. O príncipe nega a suruba e o envolvimento com agressão a moradores de rua.

 

Clickpb.com.br

 

 


Cássio não acena com possibilidade de disputar PMCG em 2020 e diz que processo sucessório será conduzido por Romero

 Apesar da acolhida calorosa dos campinenses durante a entrega das casas do Complexo Aluízio Campos ocorrida nessa segunda-feira (11), o ex senador Cássio Cunha Lima (PSDB) praticamente descartou a possibilidade de disputar a Prefeitura Municipal de Campina Grande em 2020.

Cássio, que já foi prefeito da cidade em três gestões, e está há quase 1 ano sem mandato, disse que sentiu a generosidade do povo campinense e pôde perceber que valeu a pena o seu tempo de atuação na política. No entanto, não deu pistas se entrará na corrida sucessória ao Palácio do Bispo.

– Claro que essa manifestação tão calorosa, tão comovente, alegra muito. Eu não faço uma associação política direta, imediata. O que fica é essa manifestação de carinho e de apreço. Com ou sem mandato, vou continuar trabalhando por Campina, pela Paraíba. Não há como não se emocionar, pois foi muito espontâneo. É um momento que eu guardarei pelo resto da minha vida. Foi muito forte e muito intenso – disse.

Ao ser questionado se possui pretensão de disputar a Prefeitura Municipal de Campina Grande em 2020, Cássio respondeu que não sente saudade da política e que está vivendo outro momento de sua vida, morando em Brasília.
Em entrevista à Rádio Panorâmica FM, ele disse que o processo sucessório será comandado pelo prefeito Romero Rodrigues (PSD) e o seu nome está sendo lembrando, bem como o de muitos agentes políticos dentro do campo da situação.

– A coordenação desse processo cabe ao prefeito Romero. São vários pré-candidatos com nomes expostos. Não sei mais se é o meu tempo de disputar eleição para prefeito. Já fui prefeito três vezes e tem gente mais jovem que eu, com mais vigor. Não sinto muita falta da política. A política não dá saudade, o que faz falta são as pessoas, o calor humano. Vamos dar tempo ao tempo – disse.

SL
PB Agora


PSB escolhe os substitutos de João, Veneziano e Edvaldo, que não aceitaram o comando de Ricardo Coutinho


Com a sua composição incompleta desde 10 de setembro, quando dela se afastaram o governador João Azevedo, o senador Veneziano Vital do Rego e o secretário Edvaldo Rosas , a Comissão Provisória do PSB estadual escolheu os substitutos dos renunciantes e agora está composta pelos seguintes membros:

Presidente – Ricardo Coutinho

Gervásio Maia: vice-presidente

Cida Ramos: secretária-geral

Jeová Campos: secretário especial

Buba Germano: secretário especial

Márcia Lucena: primeira secretária

Fábio Maia: secretário de Finanças.

Como se lembra o leitor, em 10 de setembro o governador João Azevedo enviou ofício ao PSB nacional renunciando a vice-presidência estadual do partido que o elegeu governador da Paraíba.

Azevedo havia sido indicado para ser vice-presidente estadual na comissão provisória e comandar, ao lado do ex-governador Ricardo Coutinho, a legenda no Estado, mas assinou ofício, ao lado do senador Veneziano e do secretário de Estado, Edvaldo Rosas, dando as costas ao ex-governador, afirmando não querer ficar no partido sob a Presidência de Ricardo Coutinho.

O trio esqueceu depressa que Ricardo Coutinho deixou de disputar o cargo de senador nas últimas eleições, para se dedicar, exclusivamente, a candidatura de João. Com a renúncia da candidatura de Coutinho ao Senado, Veneziano foi o escolhido para a vaga e, assim como João, teve o apoio incondicional do projeto socialista.

Além de João, o senador Veneziano e o secretário Chefe de Governo Edvaldo Rosas também assinaram o ofício (conforme trecho destacado) pedindo renúncia, reafirmando que não aceitam Coutinho na Presidência estadual do PSB.


STJ mantém pena de Talvane Albuquerque por assassinar deputada Ceci Cunha


Ex-deputado condenado a 103 anos por matar para assumir mandato teve recurso negado

Senador critica Bolsonaro por defender assassino de sua mãe, a deputada Ceci Cunha
Ceci Cunha foi assassinada a mando de Talvane Albuquerque: Fotos: Divulgação e Reprodução Rede Globo

Condenado a 103 anos de prisão por assassinar a deputada federal alagoana Ceci Cunha para assumir seu mandato, o ex-deputado federal Talvane Albuquerque teve negado seu pedido de anulação do Júri que o condenou em janeiro de 2012. O recurso foi rejeitado em decisão unânime da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na última terça-feira (12).

Mãe do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), Ceci Cunha foi assassinada na varanda de sua casa, junto com marido e familiares na mesma noite em que foi diplomada deputada federal, em 1998. O crime conhecido como “Chacina da Gruta”, em referência ao bairro onde residia, em Maceió (AL).

O médico e ex-deputado federal alagoano foi cassado e condenado pela autoria intelectual do assassinato. E também foram condenados pelo crime Jadielson Barbosa da Silva e José Alexandre dos Santos, a pena de 105 anos; Mendonça da Silva a 75 anos e sete meses, e Alécio César Alves Vasco, a 86 anos e cinco meses.

Junto com Ceci Cunha, foram assassinados seu marido, Juvenal Cunha da Silva; o cunhado Iran Carlos Maranhão Pureza e a mãe dele, Ítala Neyde Maranhão Pureza. Todos vítimas de dois pistoleiros que invadiram a casa e atiraram com armamento de grosso calibre, e utilizaram um carro para fugir.

O STJ rejeitou a tese da defesa do ex-deputado de que haveria uma suposta preclusão da decisão de pronúncia, que seria a pendência de um recurso que deveria ser apreciado antes do julgamento no Tribunal do Júri. E ainda tentou anular um quesito formulado, que considerou “amplo e genérico, diante de um fato de grande complexidade”, por perguntar aos jurados se o réu teria “concorrido ‘de qualquer modo’ para a perpetração dos crimes”.

Pena questionada

A defesa de Talvane Albuquerque tentou modificar o cálculo da pena de 103 anos de prisão definida, com o argumento de que deveria ser aplicada a continuidade delitiva, que se trata da aplicação da pena com base em “um só dos crimes, se idênticas, ou a mais grave, se diversas, aumentada, em qualquer caso, de um sexto a dois terços”.

A sugestão gerou divergência entre ministros, que analisaram o fato de o ex-parlamentar ter sido condenado pelos quatro homicídios ocorridos com as “mesmas condições de tempo, lugar, maneira de execução”. Mas prevaleceu o entendimento da ministra Laurita Vaz, que afastou a possibilidade de mudança, citando parecer do Ministério Público Federal.

“Muito embora se verifique in casu a mesma condição de tempo e modo de execução, os desígnios que motivaram as práticas dos quatro homicídios são autônomos entre si, uma vez que a morte da Deputada Federal Ceci Cunha tinha o móvel de garantir-se ao correu, Sr. Pedro Talvane Luís Gama de Albuquerque Neto, a assunção daquele cargo eletivo referido na qualidade de primeiro suplente, e as mortes dos Srs. Juvenal Cunha da Silva, Iran Carlos Maranhão Pureza e Ítala Neyde Maranhão Pureza, com a finalidade de assegurar a impunidade ou a vantagem daquele primeiro crime”, concluiu a ministra em seu voto.

Os advogados de Talvane obtiveram provimento parcial do questionamento sobre a aplicação do artigo 387, inciso IV, do Código de Processo Penal, diante da irretroatividade da lei penal mais gravosa. Por unanimidade, os ministros decidiram apenas para afastar a reparação de danos, com extensão dos efeitos aos corréus, de acordo com parecer do MPF. Ou seja, o recurso do ex-deputado foi parcialmente provido apenas para afastar a reparação de danos, com a extensão dos efeitos aos corréus. (Com informações do blog de Frederico Vasconcelos, da Folha)

Diariodopoder.com.br


Empresa brasiliense pediu R$ 300 mil por “identificar” navio grego como poluidor


Empresa brasiliense pediu R$ 300 mil por “identificar” navio grego como poluidor

Fonte do Ministério do Meio Ambiente confirmou à coluna que o Ibama se negou a pagar R$300 mil cobrados pela Hex, empresa brasiliense de tecnologia geoespacial, em troca da “descoberta” de que um navio grego seria o responsável pelo despejo do petróleo venezuelano no oceano Atlântico.

Desde o início, os técnicos do Ibama receberam com reservas o laudo da Hex apontando o navio Bouboulina como origem da poluição. Procurada, a empresa não respondeu aos questionamentos da coluna.

A posição do Ibama acabou fortalecida, no governo, pelo fato de as investigações não conseguirem confirmar os estudos da Hex.

Também procurado, o Inpe se recusou a referendar as conclusões da empresa brasiliense, preferindo se utilizar do próprio acesso a satélites.

O laudo culpando o navio Bouboulina foi acatado pela Polícia Federal, que, aliás, não tem expertise em investigações de crimes do gênero.


Vários outros laudos de rastreamento, no Brasil e Estados Unidos, também concluíram que o navio grego não foi a origem do óleo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Diariodopoder.com.br

 


Maia diz que MP de Bolsonaro será alterada para não afetar jornalistas


Por Congresso Em Foco 

Brasília - Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante início da Ordem do Dia (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O presidente Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a medida provisória que foi editada nesta semana pelo governo federal com a intenção de aumentar a inserção dos jovens no mercado de trabalho brasileiro será aprovada, mas só depois de passar por ajustes no Congresso. Um desses ajustes se refere à regulamentação da profissão de jornalistas. É que a MP 905 acaba com a obrigatoriedade do registro profissional de jornalistas e de mais 13 profissões - ponto que, segundo Maia, deve ser retirado do texto.

O posicionamento de Maia sobre o assunto foi divulgado nesta quinta-feira (14) pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Segundo a Fenaj, que já vinha criticando a proposta do governo federal, a queixa dos jornalistas foi levada ao presidente da Câmara por alguns profissionais da imprensa e também pelo ex-deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-BA), que é formado em jornalismo.

"Ele se solidarizou com os jornalistas brasileiros e salientou que os artigos que prejudicam a classe deverão ser retirados da Medida Provisória, principalmente o que acaba com a obrigatoriedade do registro profissional", informou a Fenaj. No Twitter, Rebelo confirmou que essa medida foi classificada como inaceitável por Maia. Segundo a Fenaj, a MP 905 será aprovada, então, sem interferir na regulamentação dos profissionais jornalistas.

Veja o que Rebelo contou da conversa com Maia:


Aldo Rebelo

@aldorebelo
Hoje à tarde falei com o o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre a absurda MP que revoga a obrigatoriedade de registro para a atuação profissional de jornalistas. O presidente Rodrigo Maia considerou os termos da MP inaceitáveis.

O ex-deputado afirmou também ter conversado com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que também teria se manifestado contra essa medida. Veja:


Aldo Rebelo

@aldorebelo
Colhi das conversas com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a impressão de que são grandes as possibilidades de o Congresso devolver a parte da MP 905 que revoga a obrigatoriedade de registro para a profissão de jornalista.

A medida provisória 905 propõe uma série de alterações nas leis trabalhistas com o objetivo de estimular a geração de empregos no país, já que a taxa de desemprego alcançou neste ano mais 12 milhões de pessoas em todo o Brasil, segundo o último dado divulgado pelo IBGE. Muitos pontos do texto, porém,tem sido questionados pela sociedade civil e pelos próprios parlamentares.

Até o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), já admitiu que pontos da medida provisória geraram críticas e devem ser alterados pelos parlamentares. Bezerra se referiu, sobretudo, ao artigo em que o governo propõe taxar o seguro-desemprego para compensar a desoneração da folha de pagamentos que foi oferecida às empresas que contratarem jovens.


ECONOMIA: PIB da Paraíba cresce quase 13% em sete anos, diz IBGE

 
Publicado por: Larissa Freitas em 14/11/2019 às 07:04


O crescimento acumulado do Produto Interno Bruto (PIB) da Paraíba entre os anos 2010 e 2017 foi de 12,9%. Os dados são do Sistema de Contas Regionais, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (14).

O resultado aponta que os valores acumulados estão acima da média do Brasil, de 3,7% e também do Nordeste, de 6,5%. Entre os estados da região Nordeste, a Paraíba apresentou o 3º melhor resultado no mesmo período.

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Já em 2017, o PIB da Paraíba registrou uma queda de 0,1% no volume, em comparação ao ano de 2016. Junto com Rio de Janeiro e Sergipe, o estado foi um dos únicos do país a registrar variação negativa de volume. Apesar disso, o crescimento nominal, que não considera o desconto da inflação, foi de 5,6% no mesmo período e o montante atingiu R$ 62,39 bilhões.

O PIB paraibano teve uma participação de 6,5% no total do Nordeste e de 0,9% no nacional. Em termos de volume, a economia do estado se manteve estável. A variação em volume foi de -0,1%, influenciada pelo desempenho negativo da Indústria, de -4,5%, não compensada pela variação dos Serviços, de 0,5%.

Agropecuária foi o setor que mais cresceu na Paraíba
A agropecuária foi o grupo de atividade que mais cresceu em volume, com 8,9%, devido ao ganho de todas as atividades: agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.

Já a indústria registrou variação em volume negativa. Influenciaram no desempenho do setor os recuos em volume de indústrias extrativas, de construção e de indústrias de transformação.

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Por outro lado, a atividade eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação contribuiu de forma positiva por causa do aumento da produção de geradoras de energia eólica e do tratamento e distribuição de água e esgoto.

O grupo de atividade de serviços aumentou a participação em 0,7 ponto percentual, passando a concentrar 81% da economia do estado, em 2017.

 

Fonte: G1

Créditos: G1


João Azevedo não tem projeto. Ele sai do PSB em busca de um?


Por Flávio Lúcio

Finalmente, o grupo do governador João Azevedo anunciou o passo definitivo que os desafetos do ex-governador Ricardo Coutinho na política e na imprensa esperava ansiosamente.

Assim que Edvaldo Rosas soube que os deputados estaduais Buba Germano, Jeová Campos e Cida Ramos substituíriam João Azevedo, Veneziano Vital e ele próprio na Comissão Provisória estadual do PSB, o ex-presidente da legenda e atual Chefe de Governo, falando em nome do governador, disse que seu grupo vai buscar “outro projeto dentro do campo da esquerda” é que a “disputa no PSB é página virada”.

Essas declarações de Rosas merecem pelo menos duas observações.

Não se sabe o motivo de tanta demora para que esse anúncio fosse feito, afinal de contas, há semanas os três nomes substituídos haviam renunciado publicamente às indicações feitas pela Direção Nacional do PSB.

João Azevedo achava que os cargos vagos permaneceriam assim indefinidamente? Que o grupo liderado pelo ex-governador Ricardo Coutinho no PSB iria esperar até que houvesse uma reconsideração ou fosse anunciado o novo partido que João Azevedo pretende entrar para ser o dono, já que ele é “governador”?

Edvaldo Rosas fala também que o grupo “vai em busca de um novo projeto”.

Trata-se de uma estranha concepção de projeto essa. Primeiro, Rosas mostra que o grupo do governador não tem projeto, já que, ao que parece, o governador está à procura de um – quem sabe no PDT dos Feliciano, ou no Cidadania, de Nonato Bandeira, que, no caso do último, pertence àquela safra de partidos que se envergonham de serem chamados assim.

Essa lição, Edvaldo Rosas já deveria ter aprendido. Além de ser resultado de uma construção histórica e coletiva, todo projeto, portanto, pressupõe identidade política e ideológica que ganha forma e se aperfeiçoa. Todo projeto, enfim, tem objetivos de longo prazo para que possam ser compartilhados, tanto por seus militantes como por seus eleitores.

Por isso, Rosas confunde projeto com sigla partidária. Talvez não possa mesmo ser diferente disso, porque o grupo que capturou o Governo do Estado não parece ter nada em comum, além do interesse de ocupar e ampliar os espaços que já dispõem, no vácuo de poder ocasionado pela rasteira dada no ex-governador Ricardo Coutinho.

Depois de oito anos, o passado volta a bater as portas da Paraíba, mesmo depois de seu eleitorado ter se posicionado com clareza pela continuidade do projeto iniciado por Ricardo Coutinho.


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