Morre o cantor português Roberto Leal, aos 67 anos

 
Artista luso-brasileiro lutava contra um câncer e estava internado desde a última quarta (15) num hospital de São Paulo

Divulgação(foto: Divulgação)
O cantor português Roberto Leal morreu na madrugada deste domingo, em São Paulo, vítima de um câncer. Divulgada no jornal lusitano O Público, a informação foi confirmada pelo político José Cesário, deputado do parlamento português e amigo do músico. "A tristeza é enorme! Portugal e o Brasil estão de luto. Até sempre!", publicou Cesário no Facebook.


Talentos da minha terra - Cantora e compositora Gabriela Grisi

Naturalidade: João Pessoa – PB

Nascimento: 10 de junho de 1991

Formação artístico-educacional: Canto Popular (2011) pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Atividades artístico-culturais: Cantora, compositora e instrumentista.

E-mail: gabigrisi@gmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/GabriellaGrisiBR

Considerada um dos novos talentos do cenário artístico paraibano, Gabriella Grisi se apaixonou pela música desde a infância, influenciada por sua avó, que tocava piano, e seu pai, que cantava como hobby.

Com apenas 9 anos de idade, subiu no palco pela primeira vez para fazer um dueto com o cantor Benito Di Paula, um dos grandes nomes da música popular brasileira.

Aos 13 anos, começou a estudar música por influência do seu irmão, que tinha ganhado um violão como presente de aniversário. Aos 14, iniciou os estudos em Teoria Musical, na Escola de Música Anthenor Navarro, onde cursou canto lírico por dois anos, com a professora Sara Martins, e piano durante três anos e meio, com o maestro Luiz Carlos Durier. Apesar da formação musical erudita, Gabriella se identificava mais com o estilo de música popular.

Sua primeira composição foi feita ainda na adolescência, com 16 anos de idade, quando uma de suas professoras sugeriu que ela escrevesse uma música como trabalho escolar. Com a ajuda dos amigos Cileninha e Rostand, a jovem escreveu a canção “Meninos do Brasil”.

Gabriella revelou como foram os seus primeiros passos na carreira artística. “Trabalhar com música desde cedo é uma decisão difícil. Pensei em trabalhar com outras coisas antes, mas como a arte e a música sempre foram muito presentes na minha vida, eu não consegui deixá-las de lado”.

Em 2008, participou do Festival Nacional de Arte (FENART), na cidade de João Pessoa (PB), em parceria com o grupo Voluntários da Pátria. No ano seguinte, começou a cursar Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), mas abandonou a graduação. A partir de então, sua família percebeu o quanto a carreira musical era a verdadeira paixão da cantora, e passou a apoiá-la. A artista ingressou no curso de Canto Popular da UFPB, estudando com a professora Daniella Gramani.

Multi-instrumentista, Gabriella toca violão, piano, guitarra, escaleta e flauta doce. Tem o hobby de escrever nas horas vagas. Sobre suas influências musicais, revelou: “Vou de Nina Simone a Jackson do Pandeiro. Adoro a música nordestina, como Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Antônio Barros e Cecéu, Caetano Veloso, Djavan e tantos outros artistas brasileiros”.

No ano de 2011, realizou um pocket show no sarau poético “O Corujão”, da Livraria Letras e Expressões, no estado do Rio de Janeiro. Na ocasião, Gabriella Grisi foi apresentada para a plateia pelo cantor Jorge Ben Jor.

Em 2013, como um dos resultados do curso de Canto Popular, a cantora montou o show “Cravo e Canela”, inspirado no livro “Gabriela”, do escritor Jorge Amado. Brincando com o universo de dualidade da personagem do romance, que misturava o sensual com o inocente, e o doce com o apimentado, a cantora preparou um repertório que misturava composições autorais e músicas de artistas nordestinos, como Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Lula Queiroga e Dominguinhos. O musical fez parte do Projeto Vozes e foi apresentado na Estação Cabo Branco, na cidade de João Pessoa (PB).

No início de 2014, o show “Cravo e Canela” fez parte do Projeto Quintas Aumentadas, da Usina Cultural Energisa, na capital paraibana. No evento, Gabriella foi acompanhada pelos músicos Helinho Medeiros (teclado e acordeon), Gledson Meira (bateria), Léo Meira (guitarra), Adriano Ismael (contrabaixo), Léo Santos (percussão), Giovanna Maropo e Letícia Costa (backing vocal), com participação especial de Soraya Longo e do cantor Felipe Alcântara, do grupo Os Gonzagas.

Em 2015, Gabriella Grisi montou o show “O Afro-samba”, reunindo principalmente suas influências do jazz, samba e da música afro. A ideia do musical começou em São Paulo, quando a artista cantou “Berimbau” com o amigo e pianista Daniel Grajew, em um bar de jazz chamado All Of Jazz. “Na ocasião, o dono do bar me chamou pra fazer um show. Foi então que surgiu o insigth de fazer os afro-sambas com alguns elementos do jazz”, explicou a cantora.

O espetáculo foi feito em homenagem a Vinicius de Moraes e Baden Powell, e teve canções clássicas como “Samba da Benção”, “Canto de Ossanha”, “Pra que Chorar?” e “Berimbau”. Gabriella explicou que a escolha do repertório foi influenciada pelo disco “Os Afro-sambas”, de Vinicius e Baden, além de outras parcerias da dupla.

Com o acompanhamento dos músicos Daniel Pina (baixo), Felippe Francis (violão), Ricardo Brito (piano e direção musical) e Beto Preah (bateria), o show “O Afro-samba” foi apresentado no Restaurante Pontal do Cabo, na Praia do Cabo Branco, em João Pessoa.

Em 2016, a artista lançou pela internet seu EP intitulado “Cravo e Canela”. Com composições autorais, o disco conta com a participação da cantora Lucy Alves, na faixa “A Flor do Sertão”.

Gabriella Grisi tem um projeto no YouTube, chamado “Gabi Convida”, onde canta com amigos artistas. Em novembro de 2016, se mudou para Houston (EUA), para passar uma temporada aprimorando o inglês, tocando e seguindo seu sonho de divulgar a música brasileira pelo mundo.


Mega-Sena acumula e estimativa de prêmio é de R$ 120 milhões no próximo sorteio

Walla Santos
Walla Santos


A quina teve 154 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 47.474,72. Já a quadra teve 13.387 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 780,19.


Por G1
 

O prêmio acumulou pelo 12º sorteio seguido. (Foto: Walla Santos/ClickPB/Arquivo)
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.188 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (14) em São Paulo. O prêmio acumulou pelo 12º sorteio seguido.

Veja as dezenas sorteadas: 02 - 17 - 21 - 28 - 51 - 60.

A quina teve 154 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 47.474,72. Já a quadra teve 13.387 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 780,19.

A estimativa de prêmio do próximo concurso é de R$ 120 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.


Cida tacha de “infeliz” falas de presidente da ALPB sobre RC

 “De minha parte não tenho dificuldade” diz Romero sobre aproximação com João

A deputada estadual Cida Ramos, PSB, classificou como infeliz, durante entrevista essa semana, a fala do presidente da Casa, Adriano Galdino (PSB), que acusou o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) de atropelar, passar por cima, e, até mesmo, humilhar colegas para garantir a presidência do PSB na Paraíba, quando, na verdade, educadamente, poderia ter expressado o desejo de comandar a legenda.

“Acho uma fala infeliz. Ricardo procurou construir a maioria para que João pudesse governar de forma consensual para que essa casa tivesse uma contribuição muito forte na gestão de João. Eu acho que cada um é responsável pelo que fala, agora, a verdade, ela é única e é a verdade do povo da Paraíba”, disse.

Ainda ontem, em entrevista, o presidente da Casa avisou que deixaria os quadros do PSB paraibano assim que houvesse uma janela partidária. Ele adiantou que, mesmo que haja uma reconciliação entre Ricardo e João, a decisão dele já está tomada.

PB Agora


Loucuras relativas - Marcos Pires

Mãe Leca foi Diretora do Juliano Moreira por quase 4 anos e tinha colado no vidro do seu carro um adesivo enorme daquela maravilhosa instituição, que lhe permitia acesso ao estacionamento interno do manicômio.

Um dia ela estava conduzindo duas amigas a quem dera carona, quando o policial de uma blitz de trânsito mandou que parasse. O militar pediu que ela apresentasse seus documentos. Obvio que Mãe Leca, como sempre, esquecera a bolsa em casa. Mas não se fez de rogada. Mostrou o adesivo e disse ao policial: “- O senhor me permite pegar a bolsa na mala do carro? É que trabalho no Juliano Moreira e estou levando essas duas pacientes para internar. Como a mais alta é violenta, eu tive medo de deixar a bolsa ao alcance dela. Mas por favor, fique tomando conta das duas que eu pego rapidamente a bolsa na mala e apresento os documentos”. As amigas, ao ouvirem a conversa, entenderam a situação e simularam umas caras e gestos de loucura.

O militar aboticou os olhos e respondeu: “- Como é? A senhora quer que eu fique tomando conta sozinho dessas duas loucas, sendo que uma delas é violenta? Tá doida, minha senhora, pode ir embora”.

Já dois amigos meus (F. e A.) estavam voltando para casa depois de um fim de semana na farra.

A. adormeceu e F., muito presepeiro, estacionou em frente ao supermercado Extra, onde à época funcionava a Clinica São Pedro, que cuidava de alienados mentais. Sem que o amigo acordasse, disse ao atendente que se tratava de um louco furioso, que precisava ser internado, mas que tivessem cuidado porque ele era violento e tinha a mania de dizer que não era maluco. ”- Pode deixar, aqui todos dizem que não são doidos”. Em seguida, quatro parrudos enfermeiros colocaram uma camisa de força no dorminhoco que acordou brabo, dando pesadas e dizendo que era normal.

Rindo muito, F. dirigiu-se para casa, onde pretendia tomar um banho e voltar para liberar A.. Porém adormeceu e acordou dez horas depois. Correu à clínica para esclarecer a brincadeira, mas os médicos não acreditaram ser uma patuscada ante a fúria que o interno demonstrou ao rever F.. Foi necessário um laudo de J., psiquiatra amigo de ambos, para liberar A..

Durante muitos anos quando os dois se encontravam num bar, A. confundia as orelhas de F. com um tira-gosto.


Eu ouvi exatamente o contrário


Hervásio Bezerra disse, em entrevista radiofônica, que João não era o candidato de Ricardo.

Segundo ele, o candidato de Ricardo seria Gervásio, que deixou de ser por causa de estrepolias que aprontou ou fez.

Pois eu ouvi exatamente o contrário.

Quando ninguém falava de João como aspirante a qualquer cargo político, Ricardo pedia para eu espalhar que o próximo governador seria um rapaz de origem pobre, de Cruz das Armas.

E esse rapaz era João Azevedo.

Ricardo acreditou em João quando ninguém acreditava.

Nem o próprio Hervásio.

Que dizia, pelas ruas de Bananeiras, que com João não se ganharia a eleição.

Todo mundo de Bananeiras sabe disso.

 

blogdotiaolucena.com.br

 

 

Lá em Bananeiras Hervásio afirmava que João era um candidato ruim, que João não gostava de fazer campanha, que João preferia, nos fins de semana, tomar vinho em casa com a família.

Inclusive tinha um assessor de Hervásio em Bananeiras que chamava João de Joca.


Risco-país despenca para o menor patamar desde 2013 e Bolsonaro comemora

 

Presidente divulgou mensagem de confiança na recuperação do País
Redação Redação 14/09/2019 às 17:58 | Atualizado às 00:37
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Presidente Jair Bolsonaro em uma de suas caminhadas nos corredores do hospital, em São Paulo.
A queda do risco-país para o menor nível desde 2013 foi comemorada pelo presidente Jair Bolsonaro em mensagem no Twitter.

Ele se refeiu ao fato de que nesta sexta-feira (13) o contrato de Credit Default Swap (CDS) de cinco anos do Brasil, que serve de termômetro para o risco-país, operou no nível de 118 pontos, menor patamar desde maio de 2013, conforme cotações da IHS Markit.

O CDS é um contrato financeiro que funciona como uma espécie de seguro contra o calote ao investidor.

“Risco-país cai para o menor nível desde 2013. Boas notícias não param de chegar”, escreveu Bolsonaro. “Aos poucos, com a ajuda de todos, podemos recuperar mais rapidamente nosso amado Brasil!”.


Brasil deve mostrar ao mundo que a especialidade do seu Exército é guerra na selva


‘Internacionalização‘ da Amazônia é coisa de quem acha que o Brasil não tem meio de defender-se de agressão externa

O Exército do Brasil é um dos maiores especialistas do mundo em guerra na selva, e os "neocolonialistas" deveriam saber disso - Foto: Exército Brasileiro.

Tipos como o francês Emmanuel Macron pregam a “internacionalização da Amazônia” por avaliarem que o Brasil não tem meios de defender-se de agressão externa. É um erro grosseiro, como advertiu Carlos Blanco de Morais, catedrático da Universidade de Lisboa. Ele lembra que Exército brasileiro é um dos melhores do mundo em combate na selva, e conhece bem o terreno. Diplomatas defendem no governo que o Brasil passe a alardear sua expertise para inibir fantasias colonialistas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A ideia é fazer exercícios militares de grande visibilidade, na Amazônia, até para educar quem sonha invadir o Brasil para “salvar a Amazônia”.

Um sujeito chamado Stephen Walt publicou na revista Foreign Policy, dos EUA, o artigo “Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?”

Após a redemocratização, o Brasil descuidou da defesa com base na crença ingênua de que a melhor defesa do pobre é a “força do direito”.

Pela lógica de “pobre bem comportado”, em vigor há anos, a segurança e o progresso do Brasil seriam decorrência da “confiança” dos ricos.

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Governo planeja minirreforma ministerial após votação das reformas


Alguns ministros têm tido desempenho tão aquém das expectativas que já podem arrumar as gavetas

Alguns ministros têm tido desempenho tão aquém das expectativas que já podem arrumar as gavetas. Foto: Marcos Corrêa/PR

O governo Bolsonaro deve realizar uma minirreforma ministerial após a aprovação das reformas da Previdência e Tributária. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, já pode começar a arrumar gavetas. Além de enroladíssimo, seu desempenho é considerado sofrível. O presidente Jair Bolsonaro só não cogita substituir os três ministros do núcleo duro do governo, dos quais se orgulha muito: Sérgio Moro (Justiça), Paulo Guedes (Economia) e Tarcísio Freitas (Infraestrutura). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Antes tida como “instável”, a ministra Damares (Direitos Humanos) se tornou das mais importantes do governo e deve permanecer no cargo.

Vai encolher, na reforma, o Ministério da Cidadania chefiado por Osmar Terra, união das pastas do Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social.

Após ver reduzidas suas atribuições, Onyx Lorenzoni (Casa Civil) está sob observação. Se não “encher os olhos do presidente”, vai dançar.


Edvaldo Rosas disse a Carlos Siqueira que governador vetava Ricardo na presidência do PSB


Por Flávio Lúcio

Tomei conhecimento hoje de um fato gravíssimo, que pode explicar os estranhos movimentos que encaminharam a Paraíba a um crise política de grandes proporções, e os interesses que subjazem, ocultos, nesse emaranhado de acontecimentos inexplicáveis, que desaguam todos na disputa pela presidência do PSB.

Trata-se de um telefonema do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, parabenizando Edvaldo Rosas logo após sua nomeação a uma das secretarias de governo atual. Após os parabéns, Siqueira fez um pedido mais que óbvio para Rosas: que ele “convencesse Ricardo a a assumir a presidência do PSB” na Paraíba.

A resposta de Edvaldo Rosas ao pedido deixou Carlos Siqueira sem fôlego: “O governador [João Azevedo] não quer”.

A dúvida que persiste ainda hoje na cabeça do presidente nacional do PSB é se, durante esse telefonema, Edvaldo Rosas falava mesmo em nome do João Azevedo, ou se assumiu uma posição politicamente tão grave sem mesmo consultá-lo.

Se a primeira hipótese for a verdadeira, fica revelado o mistério que persistia até agora sobre a importância que foi dada, a ponto de ser transformada num cavalo de batalha, à manutenção de Edvaldo Rosas na presidência do PSB, ao mesmo tempo em que passaria a acumular, não tivesse ele sido destituído, a condição de Secretário de Estado de João Azevedo.

Considerando que o governador realmente não queria que Ricardo Coutinho assumisse a presidência do PSB, como disse Edvaldo a Carlos Siqueira, ficaria explicitada que a estratégia de João Azevedo era isolar o ex-governador dentro do PSB, para depois, usando as armas que o governo dispõe, assumir o controle partidário.

No caso da segunda hipótese ser a verdadeira – que as palavras de Edvaldo Rosas não representavam a opinião do governador sobre a possibilidade de Ricardo assumir a presidência do PSB no estado, – teremos aí a explicitação de um movimento organizado, por dentro do governo e à revelia de João Azevedo, com o objetivo de produzir um racha do atual com o ex-governador.

Há, portanto, muito mais caroço nesse angu das divergências entre João Azevedo e Ricardo Coutinho, divergências que foram artificialmente potencializadas através da imprensa bolsonarista em sintonia com o que acontecia na Assembleia Legislativa.

Diante de uma revelação gravíssima, qual das hipóteses acima é a verdadeira, João Azevedo?


Dimitri Cervo lança o seu segundo CD autoral, gravado em Caracas, com a Orquestra Sinfônica da Venezuela

 

Com interpretações e qualidade sonora de excelência, “Música Sinfônica” reúne cinco obras do compositor e regente, gravadas em julho de 2018 em meio à delicada situação social e política do país vizinho.

 “Há na música de Dimitri Cervo um território de imaginação, de intensidades dos sons, de realização poética, e de fluência de um espírito musical generoso, lírico, amigo do encanto. Há também a expressão de uma identidade brasileira exuberante, bem desenhada em jardins sonoros que vão e vêm de Villa-Lobos e Burle Marx, da Amazônia e de nosso lastro indígena, da vitalidade telúrica de árvores imensas, que se erguem como sinais daquele vigor cósmico ambicionado pela Arte. Eis aqui a força da grande música na obra de um mestre em seu apogeu artístico.” Francisco Marshall

 Não existem barreiras, limites e fronteiras para a música, sejam culturais, políticas ou geográficas. Resultado dos trabalhos para um concerto autoral na série internacional da Orquesta Sinfónica de Venezuela, em Caracas, o compositor e regente Dimitri Cervo lança o seu segundo CD, Música Sinfônica, reunindo obras compostas entre 1998 e 2012. Sob condições políticas e sociais delicadas, o disco foi magistralmente gravado por Danilo Alvarez, engenheiro de som vencedor do Grammy Latino em 2017, pelo disco Fiesta, com o maestro venezuelano Gustavo Dudamel. O CD Música Sinfônica já se encontra nas plataformas digitais, e em duas semanas recebeu mais de 12 mil audições no Spotify.

Esse álbum é fruto da vivência de Dimitri Cervo com os músicos da orquestra e com diversos personagens da sociedade venezuelana, no contexto de um país assolado por uma crise de vasta magnitude. A importância e solidez do movimento El Sistema, projeto visionário criado pelo maestro José Antonio Abreu (1939-2018), fez os grupos orquestrais serem disseminados por toda a Venezuela, tornando-os laboratórios para o desenvolvimento de milhares de jovens, fazendo da música clássica um patrimônio de toda a sociedade. O sucesso desse projeto chamou a atenção do mundo. “Ao trabalhar com um grupo no qual os integrantes são oriundos do El Sistema pude sentir a força do legado do maestro Abreu: indivíduos imbuídos do espírito de comunhão, interdependência e solidariedade através da arte”, revela Cervo.

O álbum inicia com Abertura Brasil 2012 Bis, obra estreada pela Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência de Leandro Carvalho, e uma das composições mais executadas do compositor. Para essa nova versão, bis, Cervo se inspirou nos aperfeiçoamentos que Beethoven realizou em sua abertura Leonora nº 3. Canauê, criada em 2007, é a nona e última obra da Série Brasil 2000, conjunto de obras para diversas forças instrumentais, na qual o compositor realiza uma síntese estética de elementos da música brasileira e do minimalismo. O Concerto para Flauta e Cordas é a quinta obra da Série Brasil 2010, uma nova série de obras dedicada a concertos solistas com orquestra de cordas, de câmara ou sinfônica, com estética hibridizada a partir de diversas influências. Ele é interpretado no CD pelo flautista James Strauss. Brasil Amazônico é a obra que inaugura a Série Brasil 2000, e foi apresentada pela primeira vez por Isaac Karabtchevsky e a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Encerrando o CD, “Toronubá”, criada no ano de 2000, foi escrita em memória aos índios brasileiros que resistiram à invasão Europeia a partir de 1500. Foi estreada na versão para orquestra de câmara pelos maestros Lutero Rodrigues e Guilherme Mannis, e, em 2011, Cervo realizou a versão para grande orquestra, estreada pela Orquestra Municipal de São Paulo, com regência de Wagner Polistchuk.

Dimitri Cervo

Nascido em 1968, é autor de obras multifacetadas como Toronubá, Renova-te e Abertura Brasil 2012, e um dos mais inventivos e destacados compositores da atualidade. A sua atuação abarca a composição e, como intérprete de sua obra, a regência e o piano. Em sua trajetória destacam-se estreias e reapresentações de obras como Abertura Brasil 2012 e Abertura Rio 450 Anos, pela Orquestra Sinfônica Brasileira; o Concertante para Tímpanos e a Abertura Rio 2014, obras encomendadas pela Orquestra Petrobras Sinfônica; e Toronubá, na turnê nacional da Sinfônica de Sergipe.

Em 2015 a Abertura Brasil 2012 foi apresentada no Festival de Campos de Jordão e na Sala São Paulo, sob a regência de Isaac Karabtchevsky. Em 2017, o compositor regeu Toronubá frente à Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, e realizou, ao piano solista, a estreia da Rapsódia Maracatu, para piano e orquestra, obra encomendada pela FUNARTE para a XXII Bienal do RJ. Em 2018, realizou um concerto autoral com a Orquestra Sinfônica da Venezuela, em Caracas, oportunidade na qual gravou o recém-lançado álbum Música Sinfônica. Ainda em 2018, as obras Toro-Lobiana e Abertura Brasil 2012 receberam as suas estreias norte-americanas pelo BoCoCelli, grupo de cellos do Conservatório de Boston, tendo sido também apresentadas em Viena e Seul. Em 2019, a sua obra Paisagens Brasileiras foi encomendada e apresentada no Salem Music Festival, NY.

Dimitri Cervo realizou os seus principais estudos musicais de piano, composição e regência, no Brasil (UFRGS), Itália (Accademia Chigiana) e Estados Unidos (University of Washington). Desde 2006 é professor associado do Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

 CD “MÚSICA SINFÔNICA” – Dimitri Cervo

Dist. TRATORE

Preço médio: R$ 39,00

 Ouvir online - https://open.spotify.com/album/3JryDxrpTBgCGy4K3zXuVq

CD físico disponível na Loja Clássicos http://www.lojaclassicos.com.br/

 FICHA TÉCNICA – CD “MÚSICA SINFÔNICA”

 Produzido por Dimitri Cervo e James Strauss

Engenheiro de Som - Danilo Alvarez

Masterização e Finalização - Marcos Abreu

Arte Gráfica - EROICA conteúdo - Caio Amon

Ilustração a partir do desenho - Jose Luis Salgueiro

Tradução - Aleph Cervo

Gravado entre os dias 9 e 13 de julho de 2018, em Caracas,

no Auditórium Emil Friedman


Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145
www.cezannecomunicacao.com.br


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