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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    As belas da sexta - Fotos









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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Justiça determina retirada de ar de site com informações pessoais dos cidadãos




     

    Tudo Sobre Todos revela documentos de cidadãos, incluindo RG, CPF e endereço.

    A Justiça Federal do Rio Grande do Norte determinou a retirada do ar do site Tudo sobre Todos, que disponibiliza informações pessoais de brasileiros como endereço e CPF. A decisão divulgada hoje (30) é do juiz federal Magnus Augusto Costa Delgado, da 1ª Vara Federal, em liminar concedida a ação apresentada pelo Ministério Público Federal.
    O juiz federal determinou que empresas de internet não permitam o acesso ao site até a conclusão do processo. Na decisão, Magnus Augusto Costa registrou que, ao disponibilizar dados pessoais sem autorização dos titulares, o site “viola a Constituição Federal, atingindo-lhe o núcleo dos direitos e garantias individuais, mais especificamente, os direitos à intimidade e à vida privada”.
    Ao acessar o “Tudo sobre Todos” e digitar o nome completo de uma pessoa é possível visualizar de forma gratuita o cep da residência. Mediante pagamento, ficam disponíveis informações como CPF, endereço, data de nascimento, empresas e sociedades e prováveis redes sociais.
    O procurador da República no Rio Grande do Norte, Kleber Martins, que solicitou à Justiça Federal a retirada do site do ar, explica que a legislação brasileira proíbe a divulgação de dados pessoais sem que haja consentimento prévio dos titulares e alertou para o risco desse tipo de informação ser usado por criminosos que cometem golpes.
    “Essas informações interessam na realidade às pessoas que praticam golpes como aquelas que colhem dados de terceiros para abrir contas em banco, contrair empréstimos, pedir benefícios à previdência social e deixar o rombo em nome do titular da conta sem que ele sequer saiba disso”, disse Kleber Martins em entrevista ao Programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.
    O procurador disse que a decisão da Justiça Federal prevê a retirada imediata do site do ar, mas diz que a efetivação depende do emprego dos recursos tecnológicos. “Talvez demore um pouco, mas a decisão judicial deve ser cumprida no menor espaço de tempo possível. Acreditamos que nas próximas horas ou próximos dias isso deve ser cumprido”, estimou ele. Kleber Martins disse que os criadores do site ainda não foram identificados, mas ele já estuda incluir na ação final um pedido de condenação por danos morais coletivos.
    O juiz federal Magnus Augusto Costa Delgado determina que seja solicitado à Suécia a retirada provisória do site que está hospedado naquele país. Solicitou também dados completos das pessoas físicas que criaram e mantém o site, inclusive os números de registro do computador e endereço de e-mail.
    Agência Brasil


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Obras que saíram do papel em JP devem servir de “cabo eleitoral” para nome que RC decidir apoiar em 2016




     Duas grandes obras de mobilidade urbana, que estão sendo executadas pelo Governo do Estado em João Pessoa, Capital da Paraíba, devem servir de “cabo eleitoral” para o candidato que o governador Ricardo Coutinho (PSB) decidir apoiar nas eleições municipais de 2016.

    A análise é do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), que elegeu o Trevo de Mangabeira e o Viaduto do Geisel, como os dois grandes marcos da gestão socialista na Capital.

    “Com toda certeza essas duas obras serão os dois maiores cabos eleitorais do governador Ricardo, para onde ele apontar, ele levará, é um bom portfólio, obras que vão mudar uma realidade de duas comunidades bastante povoadas, obras que são cobradas há bastante tempo e que enfim saíram do papel”, destacou.

    Mesmo com as duas obras como credenciais, Galdino evitou confirmar se o PSB terá candidatura própria na Capital, ou se apoiará à reeleição do prefeito Luciano Cartaxo (PT).

    “O ponto chave é o PSB dialogar com os partidos que apóiam o governador Ricardo e montar uma estratégia, se é ter uma candidatura única das oposições, ou se é melhor ter diversas candidaturas, a receita é essa, dialogar para depois decidir”, pontuou.

    Galdino disse que sentiu a importância dessas duas obras de perto, na última semana, quando teve o privilégio de assumir o comando do Governo do Estado interinamente, ocasião em que cumpriu agenda administrativa visitando as obras que estão em execução na Capital.


    As obras executadas pelo Governo do Estado em Campina Grande também devem refletir positivamente no candidato que o PSB decidir apoiar na Rainha da Borborema.

    A escolha do nome, no entanto, assim como em João Pessoa, dependerá de diálogo e estratégia. Até 2016, muitas águas devem rolar.

    “Eu acho que os partidos devem dialogar com todos os partidos que apóiam o governador Ricardo e a partir desse dialogo, encontrar a estratégia melhor, se é ter uma candidatura única das oposições, ou se é melhor ter diversas candidaturas. O ponto chave é o PSB dialogar com os partidos que apóiam o governador Ricardo e montar uma estratégia. É uma receita só, para João pessoa e Campina Grande”, asseverou.


    PB Agora


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Reginaldo desiste de reeleição, mas topa se for enfrentar Marcus Odilon




    Reginaldo Pereira
    O prefeito de Santa Rita, Reginaldo Pereira (PRP), é o entrevistado desta quinta-feira (30) do jornalista Heron Cid para a MaisTV, canal de vídeo do Portal MaisPB. O gestor revelou desistência da reeleição em 2016. Somente uma candidatura do ex-prefeito Marcus Odilon seria capaz de lhe fazer mudar de ideia. Os dois são inimigos políticos há três décadas.

    Reginaldo fala sobre quem deve apoiar na cidade nas próximas eleições e acusa o vice-prefeito, Netinho de Várzea Nova, e Odilon de desviarem milhões da Prefeitura. O prefeito ainda apontou um prazo de validade dos PPCRs dos servidores. Para Pereira, se os Planos de Cargos, Carreira e Salários não forem alterados, em breve, 100% da receita será destinado ao pagamento da folha de pessoal.

     

    Écliton Monteiro – MaisPB


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Dilma veta extensão da regra de reajuste do salário mínimo para aposentadorias Nacional




    A presidenta Dilma Rousseff vetou a extensão da política de reajuste do salário mínimo a todos os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A correção do mínimo é calculada pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores mais a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

    Com o veto, os benefícios do INSS acima de um salário mínimo continuarão sendo reajustados somente pela variação do INPC.

    A proposta fazia parte da Medida Provisória 672, que prorroga até 2019 o atual cálculo de reajuste do salário mínimo, aprovada pelo Senado em junho. Dilma sancionou o texto parcialmente, com veto apenas à extensão do cálculo a todos os benefícios do INSS. O veto foi publicado hoje (30) no Diário Oficial da União. O texto voltará ao Congresso Nacional, que pode derrubar a decisão da presidenta.

    Na justificativa do veto, Dilma argumentou que a vinculação de todos os benefícios do INSS ao salário mínimo é inconstitucional. “Ao realizar vinculação entre os reajustes da política de valorização do salário mínimo e dos benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social - RGPS, as medidas violariam o disposto no Artigo 7º, inciso IV, da Constituição.”

    Além disso, segundo Dilma, o veto não fere a garantia constitucional de que os benefícios não sejam inferiores a um salário mínimo.

    De acordo com o Ministério da Previdência, a extensão das regras do mínimo para todos os aposentados e pensionistas teria impacto de R$ 9 bilhões nas contas da Previdência em 2015.



    Agência Brasil


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    MP processa Jota Júnior, Expedito Pereira e Sara Cabral






    Em apenas seis meses (de fevereiro a julho de 2015), o Ministério Público da Paraíba (PMDB), por meio da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Bayeux, ajuizou 18 ações civis públicas, sendo 13 delas por atos de improbidade administrativa. Dessas 18 ações, a metade tem como réu o ex-prefeito de Bayeux Josival Júnior de Sousa, o Jota Júnior (PMDB); outras duas ações envolvem o atual prefeito Expedito Pereira de Sousa (PSB); e uma outra a ex-prefeita Sara Maria Francisca Medeiros Cabral (DEM). Com cerca de 100 mil habitantes, o município de Bayeux está localizado na Região Metropolitana de João Pessoa.

    Dentre as nove ações civis públicas (ACPs) de improbidade administrativa contra Josival Júnior, está a que teve como motivo o descumprimento do repasse para as contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), no exercício financeiro de 2008. Outra ação de improbidade administrativa contra Jota Júnior (envolvendo mais outras seis pessoas) tem como motivo o desvio de verbas públicas cometidas contra o município de Bayeux.

    As outras ACPs que têm Jota Júnior como réu têm os seguintes motivos: irregularidades el licitação; irregularidades do exercício financeiro de 2007; dispensa da licitação na contratação da Fundação Franco Brasileira de Pesquisa e desenvolvimento (Fubras); irregularidades no contrato do Teatro Municipal de Bayeux; outra irregularidade nas verbas do Fundeb do exercício de 2006; ilegalidade na cessão de direitos e obrigações dos serviços de coleta municipal de resíduos sólidos; e irregularidades no termo de parceria e aditivo a esse mesmo termo de parceria do Centro de Geração de Empregos (Cegepo).

    O prefeito Expedito Pereira é réu nas ações civis públicas por improbidade administrativa tendo como motivos perseguições político-administrativas contra servidores públicos municipais e dirigentes sindicais; e outra por contratação irregular de servidores temporários. Já a ex-prefeita Sara Cabral é alvo de uma ação civil pública de ressarcimento ao erário, que tem como motivo irregularidades nos programas sociais sob a responsabilidade do Ministério do desenvolvimento Social e Combate à Fome. No caso de Sara, a Justiça decretou no dia 15 de junho deste ano a medida liminar de indisponibilidade dos bens da ex-gestora.

    De acordo com o relatório divulgado nesta quinta-feira (30) pela Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Bayeux, nos últimos seis meses do ano ainda foram registradas outras quatro ações contra o município de Bayeux, motivadas por desvio de função de servidores do município de Bayeux; para regularizar a Ouvidoria do Município; para regularizar o Portal de Transparência; e para convocar os concursados do último certame e exonerar os temporários.


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Gasolina fica mais cara a partir de sábado; preço médio passa para R$ 3,23




     
    A partir de 1º de agosto, o preço médio do litro da gasolina na Paraíba, sugerido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), deve subir para R$3,23. Neste valor já estão contidos os descontos de impostos, e o reajuste refere-se ao Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF). Contudo, há estabelecimentos no Estado que repassam o produto aos clientes com custo acima do limite estabelecido pelo Confaz, segundo mostrou o último levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP).
    Jornal da Paraíba


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Jeová anuncia licença e filho de presidente do TCE assume mandato na AL




     J
    Socialista recebeu emocionado a solidariedade do plenário durante a sessão desta quinta.
    Por: Blog do Gordinho

    JEOVÁ

    O deputado estadual Jeová Campos (PSB) anunciou nesta quinta-feira (30) que se afastará da Assembleia Legislativa por 121 dias em virtude de uma licença médica provocada pelo agravamento da sua diabetes.

    “Lamentavelmente tomarei essa difícil decisão. Suspenderei um bem que não é próprio: o nosso mandato. Infelizmente as circunstâncias da vida mudam o curso da nossa história. Pensei em fazer a cirurgia no último sábado, pois acreditava que não havia necessidade dessa licença. Porém, tive uma crise de hipertensão, que bateu 24 por 13, o que inviabilizou a cirurgia. Estou sob efeito de dez medicamentos ao mesmo tempo. Com triglicerídeo de 390 e glicose em jejum de 273. É uma situação extremamente delicada. Eu tinha uma escolha: ou fazer a cirurgia ou correr um sério risco de perder a vida”, afirmou.

    Jeová recebeu a solidariedade do plenário através de apartes e menções nos discursos dos colegas durante a sessão desta quinta-feira.

    Com a licença oficializada, assume o segundo suplente da sua coligação, Arthur Cunha Lima Filho (PRTB). O primeiro suplente Hervázio Bezerra (PSB) já ocupa a vaga de Lindolfo Pires (DEM), atual secretário de Representação Institucional em Brasília.


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    ‘Não queremos tocar fogo no circo’, diz governador tucano chamado por Dilma


    Ato Cruz
    Ato Cruz


    Josias de Souza 30/07/2015 16:15


    “Somos de oposição, mas não somos contra o Brasil”, disse ao blog o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo, sobre a decisão dos governadores do PSDB de aceitar o convite para dialogar com Dilma Rousseff. “No PSDB, não confundimos a instância do Executivo com a instância parlamentar. Cada um tem o seu papel. O meu papel e o de outros companheiros, como o Geraldo Alckmin, é o de governar. Para nós, quanto menos crise tiver, melhor. Queremos ajudar o país. Não queremos tocar fogo no circo.”

    Perillo afirmou que, submetidos aos efeitos da crise econômica, todos os governadores têm as mesmas preocupações. “Não importa o partido, sofremos as mesmas consequências. Apesar de o Centro-Oeste e Goiás crescerem mais do que a média do Brasil, a gente também enfrenta os desdobramentos da crise. Nenhum governador tem mais de onde cortar despesas. E as receitas minguam à medida que a atividade econômica se retrai. Cai a arrecadação. E a conta não fecha.”

    Perillo relatou que a principal reivindicação dos governadores é a de que o governo federal libere os Estados para contrair novos empréstimos, avalizando-os. “Goiás e vários Estados têm espaço fiscal para contrair esses empréstimos. Mas a União precisa liberar.” Ele se refere a linhas de crédito de organismos internacionais e também a financiamentos de bancos oficiais —Caixa, Banco do Brasil e BNDES.

    “Os governadores não podem pagar o pato do ajuste”, disse Perillo. “Se tivermos espaço para investir, para financiar PPPs [Parcerias Público-Privadas], vamos investir em infraestrutura e gerar empregos. Isso significa injeção direta na veia do emprego. Ajuda a tirar o país da letargia.”

    Afora o aval para o endividamento, Perillo informa que há outros temas que interessam aos governadores. Todos envolvem dinheiro. Como conciliar os interesses se a União economiza até no cafezinho? “Não vamos colocar a faca no peito da presidente”, disse Perillo. “Mas temos que levar a ela questões que são importantes. A liberação dos investimentos, por exemplo, criaria um círculo virtuoso em meio à crise.”

    “Outra questão que nos une é a segurança pública, hoje uma responsabilidade exclusiva dos governadores. Na campanha eleitoral, tanto a Dilma quanto o Aécio [Neves] falaram muito em criar um fundo nacional de segurança, para compartilhar responsabilidades. Depois da campanha veio essa crise. E ninguém falou mais no assunto. É preciso retomar.”

    Perillo prosseguiu: “O governo federal tem no Funpen, o Fundo Penitenciário Nacional, R$ 11 bilhões retidos para fazer superávit primário. Esse dinheiro deveria ser usado na construção de presídios. E nós somos obrigados a lidar com cadeias superlotadas. Temos um monte de sentenças pendentes de execução e não tem lugar para colocar os presos.”

    Segundo o governador goiano não há, por ora, convergência quanto à pretendida reforma do ICMS. O governo cogita criar um fundo de compensação para que nenhum Estado operca receita. O problema, diz Perillo, é que esse fundo está condicionado à repatriação de dinheiro enviado por brasileiros ao exterior ilegalmente. “Quem pode garantir que esse dinheiro existe no montante imaginado?”, indaga Perillo. “Se existir, quem assegura que será suficiente?”

    De resto, os governadores compartilham do receio de Dilma de que o Congresso continue a aprovar projetos criando novas despesas. “Essas coisas têm reflexo no caixa do governo federal, mas acabam impactando também as contas dos Estados.” Resta saber qual é o real poder dos executivos estaduais de influir no voto de parlamentares que insistem em impor derrotas ao governo no Legislativo.

    A presença dos governadores alterou a rotina de Brasília. Eles chegaram mais cedo para conversar antes do encontro com Dilma. Houve três reuniões. Numa, conversaram o peemedebista Luiz Fernando Pezão (Rio), o petista Fernando Pimentel (Minas) e os tucanos Geraldo Alckmin (São Paulo) e Perillo. Noutra, almoçaram juntos todos os governadores, exceto os do PSDB. Na terceira, foram à mesa apenas os gestores tucanos. No momento, todos se encontram no Palácio da Alvorada.


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Moro homologa delação de Mário Góis e adia depoimentos pára 2ª




     O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, decidiu remarcar para a próxima segunda (3) o depoimento de um dos presos, Mário Góis, que ocorreria hoje (30); medida foi tomada depois que Góis decidiu firmar acordo de delação premiada com o MPF; Góis é apontado como lobista e um dos operadores do esquema de corrupção em contratos da Petrobras

    Ivan Richard - Repórter da Agência Brasil

    O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, decidiu remarcar para a próxima segunda-feira (3) o depoimento de um dos presos, Mário Góis, agendado para hoje (30). A medida foi tomada depois que Góis decidiu firmar acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).

    Em despacho publicado no início da tarde, Moro determinou que sejam anexados ao processo, que apura crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, os termos do acordo de delação premiada assinado por Mário Góis e pelo MPF, além dos vídeos dos depoimentos prestados por ele na força-tarefa da Lava Jato. Um dos réus no processo é o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto

    Apontado como lobista e um dos operadores do esquema de corrupção em contratos da Petrobras, Góis está preso desde fevereiro, em Curitiba. De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, ele era responsável pelo repasse de propina das empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez ao ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque.

    As construtoras Odebrecht e Andrade Gutierrez negam participação no esquema investigado pela Lava Jato e o repasse de valores a agentes públicos ou políticos.

     

     

     


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Cattta Preta: ‘integrantes da CPI me intimidaram‘





    A advogada Beatriz Catta Preta afirmou em entrevista nesta quinta (30) ao Jornal Nacional que decidiu deixar os casos dos clientes que defendia na Operação Lava Jato porque se sentia ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras, sobretudo após o depoimento de Júlio Camargo (um dos ex-clientes dela) que citou o pagamento de 5 milhões de dólares ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB); ela disse que, devido às supostas ameaças, fechou o escritório e decidiu abandonar a carreira; "Não recebi ameaças de morte, não foram diretas, mas as ameaças são veladas, cifradas", diz; "Aumentou essa pressão, essa tentativa de intimidação a mim e a minha família após Júlio Camargo mudar a delação e acusar Eduardo Cunha", complementou; Catta Preta revelou ainda que Júlio Camargo apresentou provas do pagamento de propina a Cunha

    247 - A advogada Beatriz Catta Preta afirmou em entrevista nesta quinta-feira (30) ao Jornal Nacional que decidiu deixar os casos dos clientes que defendia na Operação Lava Jato porque se sentia ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras. Ela disse que, devido às supostas ameaças, fechou o escritório e decidiu abandonar a carreira.

    Abaixo os principais trechos:

    "Depois de tudo que está acontecendo e por zelar pela segurança dos meus filhos, decidir abandonar a carreira. Não recebi ameaças de morte, não foram diretas, mas elas vêm veladas, cifradas".

    "Aumentou essa pressão, essa tentativa de intimidação a mim e a minha família após Júlio Camargo mudar a delação e acusar Eduardo Cunha".

    "Júlio não fez antes [a denúncia contra Cunha] porque tinha medo, receio e medo de chegar ao presidente da Câmara".

    "Júlio apresentou provas sobre propinas a Eduardo Cunha"

    A advogada conduziu o acordo de delação premiada de nove dos 17 investigados na Operação Lava Jato que decidiram colaborar com a Justiça em troca de penas mais leves.

    Há algumas semanas, a CPI da Petrobras decidiu convocá-la para prestar esclarecimentos sobre a origem dos honorários pagos a ela pelos clientes investigados no escândalo da Petrobras. A OAB protestou dizendo que a iniciativa ameaça o direito de defesa no país. Nesta quinta, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, liberou a advogada de ter que prestar esclarecimentos à comissão.

    O requerimento de convocação de Catta Preta foi apresentado pelo deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), acusado por outro réu, o doleiro Alberto Youssef, de agir na CPI como "pau-mandado" de Cunha.

    Abaixo a matéria do G1:

    A advogada Beatriz Catta Preta afirmou em entrevista ao repórter César Tralli, na edição desta quinta-feira (30) do Jornal Nacional, que decidiu deixar os casos dos clientes que defendia na Operação Lava Jato porque se sentia ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras. Ela disse que, devido às supostas ameaças, fechou o escritório e decidiu abandonar a carreira.

    Após a aprovação no último dia 9 do requerimento que a convocou para depor à comissão, a advogada desistiu de continuar defendendo três clientes que fizeram acordo de delação premiada no âmbito da investigação do esquema de corrupção na Petrobras. Para o presidente da CPI, Hugo Motta (PMDB-PB), Catta Preta precisa explicar a origem do dinheiro recebido a título de honorários.

    Indagada sobre a origem das supostas tentativas de intimidação, Catta Preta respondeu: "Vem dos integrantes da CPI, daqueles que votaram a favor da minha convocação", declarou.

    O deputado Hugo Motta afirmou por meio da assessoria que a convocação para depoimento não significa perseguição à advogada. "O requerimento de convocação da advogada Beatriz Catta Preta foi aprovado por unanimidade no plenário da CPI da Petrobras. A vontade de investigar a origem dos honorários da advogada é suprapartidária, o que afasta de vez a acusação de perseguição", afirmou por meio de nota.

    Sem citar nomes, Catta Preta, especializada em acordos de delação premiada, disse que decidiu encerrar a carreira a fim de zelar pela segurança da família. "Depois de tudo que está acontecendo, e por zelar pela segurança da minha familia, dos meus filhos, eu decidi encerrar a minha carreira na advocacia. Eu fechei o escritório", declarou.

    Ela atuou em nove dos 18 acordos de delação premiada firmados por investigados da Operação Lava Jato com o Ministério Público. Esses nove delatores são os executivos Júlio Camargo e Augusto Mendonça (Toyo Setal); o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco; o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, a esposa dele, as duas filhas e dois genros. Embora tenha atuado nesses nove casos, se mantinha na defesa de três – Barusco, Julio Camargo e Augusto Mendonça.

    A advogada disse na entrevista ao JN que recebeu ameaças de maneira "velada". "Não recebi ameaças de morte, não recebi ameaças diretas, mas elas vêm de forma velada, elas vêm cifradas", disse.

    Ela afirmou que passou a sofrer intimidação depois que o empresário Júlio Camargo, que ela defendia, mudou o teor do que tinha afirmado. Inicialmente, em depoimento do acordo de delação premiada, ele disse que não tinha conhecimento de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras de pessoas com foro privilegiado. Depois, declarou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tinha pedido US$ 5 milhões de propina – o deputado nega.

    Depois da revelação, Catta Preta foi convocada para depor à CPI. "Vamos dizer que [depois do depoimento de Júlio Camargo] aumentou essa pressão, aumentou essa tentativa de intimidação a mim e à minha família", declarou.

    Indagada sobre o motivo pelo qual Júlio Camargo não tinha mencionado Eduardo Cunha na delação premiada, a advogada disse que foi por medo. "Receio. Ele tinha medo de chegar ao presidente da Câmara", disse. Segundo ela, ele mudou de ideia devido "à colaboração dele, a fidelidade, a fidedignidade da colaboração, o fato de que um colaborador não pode omitir fatos, não pode mentir".

    De acordo com a advogada, Camargo apresentou provas. "Todos os depoimentos prestados sempre vieram respaldados. Com informações, dados, documentos, provas definitivas. Nunca houve só o dizer por dizer", declarou.

    Nesta quinta, Eduardo Cunha não quis falar sobre o assunto. “Eu não comento sobre isso. Eu não comento isso. Então, pergunte à CPI. Sobre isso eu não falo", declarou. O advogado do deputado, Antonio Fernando de Souza, disse que as declarações de Júlio Camargo não fazem sentido.
    Catta Preta negou ter recebido mais de R$ 20 milhões de honorários. "Esse número é absurdo. Não chega perto da metade disso", disse.

    Segundo ela, o dinheiro foi recebido no Brasil por meio de transferência bancária ou em cheque, com emissão de nota fiscal e recolhimento de impostos.

    Nesta quarta, a pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, criticou a convocação pela CPI e autorizou a advogada a não se manifestar à comissão sobre assuntos que envolvam sigilo profissional, como o recebimento de honorários advocatícios. A data do depoimento da advogada à CPI ainda não foi marcada.

    "Se eu tiver que ir à CPI, infelizmente tudo o que eu vou poder dizer a eles é que eu mantenho o sigilo profissional e não vou revelar nenhum dado que esteja protegido por sigilo", declarou.

    A advogada também afirmou na entrevista que não se mudou para Miami (EUA) em razão das supostas ameaças, mas viajou de férias com os filhos para os Estados Unidos, onde permaneceu por 34 dias. "Nunca cogitei sair do país ou fugir do país como está sendo dito na imprensa", disse.


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  • 31.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    A governadores, Dilma fala em ‘Caminho da recuperação‘





    Ichiro Guerra/PR:
    "Conto com vocês. Quero dizer, do fundo do coração, que vocês podem contar comigo", disse a presidente aos 27 governadores, ao abrir encontro no Palácio da Alvorada nesta tarde; "Há muito que nós sabemos que o Brasil se passa nos estados e nos municípios. Se nós não tivermos um projeto de cooperação federativa, em que nos articulemos e façamos com que ela dê frutos e resultados, não estaremos trilhando o bom caminho. O bom caminho é aquele da cooperação", discursou Dilma; ela defendeu seu mandato, ressaltando que o cumprirá até o fim, em 2018, afirmou que a economia do Brasil tem condições de se recuperar e que a reunião desta quinta-feira tem papel importante na condução dos destinos do País
    30 DE JULHO DE 2015 ÀS 17:29


    247 – Em um discurso de cerca de meia hora na abertura da reunião com os 27 governadores e ministros do governo, no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff disse na tarde desta quinta-feira 30 que "o bom caminho é aquele da cooperação" e defendeu um "projeto de cooperação federativa".

    "Conto com vocês. Quero dizer, do fundo do coração, que vocês podem contar comigo. Há muito que nós sabemos que o Brasil se passa nos estados e nos municípios. Se nós não tivermos um projeto de cooperação federativa, em que nos articulemos e façamos com que ela dê frutos e resultados, não estaremos trilhando o bom caminho. O bom caminho é aquele da cooperação", afirmou Dilma.

    A presidente defendeu seu mandato e, citando o processo democrático em que foram eleitos, ela e os governadores, ressaltou que o cumprirá até o fim, em 2018, em um recado para as tentativas de tirá-la do poder antes disso.

    "Temos um patrimônio em comum, expresso no fato de todos nós termos sidos eleitos num processo democrático bastante amplo no nosso país e todos nós temos esse dever em relação à democracia e ao voto democrático e popular. Nas últimas eleições, assumimos compromissos perante os eleitores, expressos nos nossos planos de governo de quatro anos, portanto, até 2018", declarou.

    Dilma conclamou todos a participarem de uma série de iniciativas, como a reforma do ICMS, e destacou que a economia do Brasil tem condições de se recuperar.

    "A economia brasileira é bem mais forte, sólida e bem mais resiliente do que era alguns anos atrás, quando enfrentou crises similares", lembrou. "Não nego as dificuldades, mas imagino que temos todas as condições de superar as dificuldades e enfrentar desafios. Queremos construir bases estruturais para um novo ciclo de desenvolvimento", acrescentou.

    A presidente admitiu que alguns Estados estão passando por dificuldades semelhantes às do governo federal e sugeriu que enfrentem os problemas "juntos". "Nós sabemos que o povo está sofrendo, e que nenhum governante pode se acomodar", disse. Segundo ela, a reunião desta quinta-feira tem papel importante na condução dos destinos do País.

    Abaixo, reportagens da Agência Brasil sobre o encontro:

    Dilma apela aos governadores por cooperação federativa para frear homicídios

    Marcelo Brandão – A presidenta Dilma Rousseff fez um apelo sobre a questão da segurança pública, na abertura da reunião com os governadores na tarde de hoje (30), no Palácio da Alvorada, em Brasília. Para ela, é necessária uma cooperação federativa, tendo como alvo as populações mais pobres, para frear o crescimento de homicídios.

    "Proponho uma cooperação federativa. Concentrada no esforço comum de todos nós, que integram os demais poderes do estado, em especial o Judiciário, para interrompermos os números de homicídios que façam uma pessoa ser assassinada a cada 10 minutos", disse a presidenta. "[Precisamos] desenvolver políticas sociais e de segurança em populações vulneráveis. Podemos interromper o número de homicídios, em um horizonte [que vai] de agora até 2018", completou.

    Durante o encontro, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, fará uma exposição sobre questões de segurança pública, para embasar as discussões da cooperação federativa proposta pela presidenta aos governadores. Eles começaram a chegar ao Palácio da Alvorada por volta das 16h. Em seguida, a presidenta, junto com uma equipe de ministros, sentou-se à mesa da reunião e fez o discurso de abertura. Estão presentes, entre outros, os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e do Planejamento, Nelson Barbosa, além de Cardozo.

    Pela primeira vez em seu segundo mandato, Dilma se reúne com os governadores de todas as regiões do país. Com exceção do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, representado pela vice-governadora Rose Modesto, os demais chefes dos Executivos estaduais e do Distrito Federal estão presentes no encontro.

    Entre os temas em pauta, destaca-se a reforma do Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços (ICMS), pois uma proposta sobre o tema está em vias de ser votada pelos senadores, assim que retornarem do recesso na próxima semana. Além das medidas que pretende apresentar, Dilma quer ouvir as demandas dos governadores.

    Dilma propõe a governadores parceria para enfrentar problemas e superar crise

    Paulo Victor Chagas – A presidenta Dilma Rousseff enumerou hoje (30), durante reunião com governadores de todos os estados, as causas que levaram à queda da arrecadação e à redução das receitas nos estados e na União. Ela citou fatos recentes, como a queda no preço das commodities e o aumento do dólar, que tiveram impacto sobre os "preços e a inflação". Dilma ressaltou que ela e os governadores foram eleitos e fizeram campanha em uma conjuntura "bem mais favorável" do que a atual.

    "Tudo isso não é desculpa para ninguém: é o fato de nós, como governantes, não podemos nos dar o luxo de não ver a realidade com olhos muito claros. Não podemos nos dar o luxo de ignorar a realidade", disse a presidenta. "Fomos obrigados, diante dos fatos, a promover o reequilíbrio no Orçamento. Estamos fazendo esforço grande", afirmou Dilma, citando os contingenciamentos feitos pelo governo neste ano. Segundo ela, o objetivo é colocar o Brasil na rota do crescimento e da geração de emprego.

    "Não nego as dificuldades, mas afirmo que o governo federal tem todas as condições de enfrentar as dificuldades, os desafios e, em um prazo bem mais curto que alguns pensam, assistir à retomada da economia brasileira", afirmou Dilma.

    Após enumerar as causas da atual crise e as medidas que tem adotado, Dilma complementou que é importante sempre estabelecer parcerias, cooperações e enfrentar problemas juntos. "Queremos construir parcerias em novo ciclo desenvolvimento", acrescentou a presidenta. Segundo ela, uma das parcerias será no âmbito da segurança pública, para reduzir a criminalidade.

    A presidenta ressaltou também que ela e os governadores foram eleitos em um processo democrático em 2014, para mandatos de quatro anos, até 2018. Ela defendeu as medidas que vem adotando para combater a crise econômica, que ocorre em um período de transição para um "novo ciclo de expansão" e crescimento.

    No início da reunião com os 26 governadores e uma vice-governadora dos estados de todas as regiões do país, a presidenta destacou o importante papel do encontro no destino e na condução do país. Dilma disse que ela e os governadores têm um "grande patrimônio em comum": o fato de terem sido eleitos em processo democrático bastante amplo no país.

    Segundo ela, o plano de governo de cada um dos mandatários tem um prazo de execução. "Todos nós temos deveres em relação à democracia, ao voto democrático popular. Fomos eleitos na última e maior mobilização democrática e, nessas eleições, assumimos compromissos perante o país e nossos eleitores. Esses compromissos expressos no plano de governo dão um quadro que temos de desenvolver com todas as ações, iniciativas e projetos, realizando esses compromissos no horizonte, no marco e ao longo do nosso período de governo de quatro anos – portanto até 2018."

    Durante a reunião entre a presidenta e os governadores, no Palácio da Alvorada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, fará uma exposição sobre o tema da segurança. Dilma convidou também o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, que auxilia a articulação política do governo, para explicar as medidas de impacto econômico em análise no Congresso Nacional.

    De acordo com o governador de Rondônia, Confúcio Moura, alguns mandatários foram escalados para falar sobre temas preestabelecidos. O acordo foi feito durante reunião prévia entre os governadores da base aliada, em um hotel de Brasília. O governador do Maranhão, Flávio Dino, falará sobre estabilidade política, e o da Paraíba, Ricardo Coutinho, sobre desenvolvimento econômico.

    "Estamos fazendo uma travessia para levar o Brasil a um lugar melhor, estamos atualizando as bases da economia e vamos voltar a crescer com todo nosso potencial", prometeu Dilma aos governadores, ao final de sua fala.

    Dilma diz a governadores que o povo está sofrendo e muita coisa precisa melhorar

    Marcelo Brandão e Paulo Victor Chagas - A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (30) que o Brasil passou a exigir muito dos governos e dos serviços públicos. "Nosso povo está sofrendo e muita coisa tem de melhorar", disse ela, durante reunião com governadores no Palácio da Alvorada. Dilma acrescentou que "nenhum governante pode se acomodar".

    "Esse Brasil passou a exigir muito dos governos, das empresas, dos hospitais, das escolas, da política, da justiça e de si mesmo. Nesse novo Brasil nenhum governante pode se acomodar. Muita coisa sabemos que precisa melhorar, principalmente porque sabemos que nosso povo está sofrendo, e quando sabemos isso, muita coisa tem que melhorar", afirmou a presidenta.

    Dilma ainda enfatizou que diferenças políticas não podem se sobrepor aos interesses do país, e que a cooperação entre os governos é uma obrigação constitucional.

    "Nós devemos cooperar cada vez mais, independentemente de nossas afinidades políticas. A cooperação federativa é uma exigência constitucional, é uma exigência da forma como nós organizamos o Estado e a sociedade brasileira. Nós também devemos respeitar a democracia, e devemos somar forças e trabalhar para melhor atender a população", acrescentou a presidenta.

    O encontro foi organizado também para que Dilma pudesse ouvir as demandas dos governadores. Ao terminar o seu discurso inicial, ela anunciou que alguns ministros fariam exposições sobre assuntos como a segurança pública e matérias de impacto financeiro no Congresso Nacional, mas disse que a palavra seria passada em seguida aos chefes dos Executivos estaduais.

    "Nós temos a humildade para receber críticas e sugestões e temos todo interesse na cooperação. Eu queria dizer aos senhores que eu, pessoalmente, sei suportar pressão e até injustiça. Isso é algo que qualquer governante tem que se capacitar e saber que faz parte de sua atuação", afirmou, antes de declarar que conta com os governadores e que eles podem contar com ela.

    Dilma disse que tem o "ouvido aberto e também o coração" para saber que o Brasil se desenvolveu e "não se acomoda". "É aquele Brasil que não se satisfaz com pouco, que sempre quer mais. É esse o Brasil que nós queremos cada vez mais, desenvolvido, crescendo cada vez mais", afirmou.

    Participam do encontro em Brasília os governadores e uma vice-governadora de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. Além de Dilma e do vice-presidente Michel Temer, pelo menos dez ministros do governo estão presentes.

    Os governadores começaram a chegar no Palácio da Alvorada por volta de 16h. Em seguida, a presidenta, junto com uma equipe de ministros, sentou-se à mesa da reunião e fez o discurso de abertura. Estão presentes, dentre outros ministros, o da Fazenda, Joaquim Levy, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, do Planejamento, Nelson Barbosa, além de Cardozo.

    Pela primeira vez em seu segundo mandato, Dilma se reúne com os governadores de todas as regiões do país. Com exceção do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), que será representado pela vice, Rose Modesto, os demais chefes dos Executivos estaduais e do Distrito Federal estão presentes no encontro.

    Entre os temas que estão em pauta no Palácio da Alvorada, em Brasília, a reforma do Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços (ICMS) terá importância especial, pois uma proposta sobre o tema está para ser votada pelos senadores, assim que retornarem do recesso na próxima semana.


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  • 30.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Datena diz que ‘Jamais apertará‘ a mão de Maluf




    Jornalista José Luiz Datena, pré-candidato do PP à prefeitura de São Paulo, rebateu nesta quinta-feira, 30, as críticas do deputado federal e ex-presidente nacional do PP, Paulo Maluf, que cobrou "coerência" do partido no apoio à eventual candidatura à reeleição de Fernando Haddad; "É evidente que jamais apertaria a mão dele para qualquer acordo político, nem para ser presidente de time de botão", disse Datena; o apresentador do Brasil Urgente disse que respeita Maluf "como homem", mas não "como político" e que o político "não manda mais nada" no PP

    SP 247 - Depois que o deputado federal e ex-presidente nacional do PP, Paulo Maluf, cobrou "coerência" do partido no apoio à eventual candidatura à reeleição de Fernando Haddad em São Paulo, o jornalista José Luiz Datena, potencial candidato do PP, rebateu o correligionário.

    "É evidente que jamais apertaria a mão dele para qualquer acordo político, nem para ser presidente de time de botão", disse Datena. O apresentador do Brasil Urgente disse nesta quinta-feira, 30, em entrevista à rádio Gaúcha, que respeita Maluf "como homem", mas não "como político". Datena disse também que Maluf "não manda mais nada" no PP.

    Para Paulo Maluf, "se existe Justiça neste país", o partido não negará o direito do prefeito Fernando Haddad (PT) disputar a reeleição em 2016. "Nós temos de ter o mínimo de coerência, e eu sou um homem coerente. Se nós elegemos o prefeito Fernando Haddad (PT), temos de dar o direito dele disputar um segundo mandato", disse Maluf


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  • 30.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Advogados dizem que Cunha age com lógica de gangue




     "Está em vigor a ‘moral da gangue‘, que acredita por triunfar pela vingança, intimidação e corrupção", afirmou a petição assinada por escritórios dos advogados Antônio Figueiredo Basto e Adriano Bretas, nas alegações finais da defesa do empresário Julio Camargo; o lobista acusou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de receber US$ 5 milhões em propina; segundo eles, os investigados "agem como crianças que desejam uma coisa, mas não suas consequências" e que ameaçam a Justiça "deixando no ar um lembrete: ‘Hoje investigado, amanhã faço a lei‘"
    30 DE JULHO DE 2015 ÀS 05:26

    247 – Nas alegações finais da defesa do empresário Julio Camargo, delator da Operação Lava Jato, advogados acusam o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e outros investigados por suspeita de corrupção de "agir com a lógica da gangue" para intimidar quem os delatores.

    "Está em vigor a ‘moral da gangue‘, que acredita por triunfar pela vingança, intimidação e corrupção", afirmou a petição assinada por escritórios dos advogados Antônio Figueiredo Basto e Adriano Bretas.

    Camargo afirmou em depoimento que Cunha recebeu US$ 5 milhões em propina por um contrato de navios-sonda da Petrobras. O deputado negou e disse que o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, o forçou a mentir.

    Os dizem que Cunha age "astuciosamente" para desacreditar os depoimentos do delator, e usa desde a maledicência até a CPI da Petrobras "para desencorajar" Camargo.

    Segundo eles, os investigados "agem como crianças que desejam uma coisa, mas não suas consequências" e que ameaçam a Justiça "deixando no ar um lembrete: ‘Hoje investigado, amanhã faço a lei‘".


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  • 30.07.2015 | Autor: Pedro Marinho

    Papo d‘ Esquina


    POR CIMA DE QUEDA COICE, PROCURADOR JANOT QUER QUE PF INVESTIGUE VITAL DO REGO

    Como se não já bastasse a denúncia do ex- tesoureiro da Prefeitura de Campina Grande Renan Trajano, de que Vital do Rego supostamente teria se beneficiado com dinheiro desviado da Prefeitura daquela cidade, eis que surge um novo pepino contra o mesmo, o de que ele Vital teria participado de uma reunião da então candidata à prefeita do grupo, Tatiana Medeiros, na qual, segundo a acusação, pediu empenho e engajamento de cerca de 150 servidores da gestão municipal, em troca da preservação de seus empregos. A apuração, de acordo com o Ministério Público Federal, investigará eventual crime eleitoral. O artigo 229 do Código Eleitoral prevê pena de prisão de até quatro anos para quem oferece vantagens aos eleitores.

    NEM MESMO O PETISTA FREI ANASTÁCIO COLOC FÉ NESSA PESQUISA DE LUCIANO CARTAXO

    O petista Frei Anastácio, colaborando com a desconfiança deste ignaro digitador, revelou para a imprensa que tem dúvidas dessa pesquisa dando índices tão altos para o se colega de legenda Luciano Cartaxo. Disse o Frei Anastácio ‘Não conheci a pesquisa, mas espero que seja verdade. As coisas na realidade não demonstram que ele esteja no auge de uma pesquisa, mas espero que ele esteja nesse patamar.’ O Frei ainda revelou mágoas com Cartaxo e seu grupo que na sua visão tentaram prejudicar a sua reeleição como deputado. Por fim disse que não crer na manutenção em 2016 da aliança do seu partido com o PSB de RC.

    72 DIAS DE ÓCIO POR ANO PARA OS DEPUTADOS PARAIBANOS

    A Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou, por unanimidade, em sessão extraordinária nesta quarta-feira (29), a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que amplia de 15 para 30 dias o recesso do meio do ano, mais conhecido como recesso junino. . O que eu estou tendo é a coragem de dar transparência a uma coisa que é escamoteada neste Poder”, disse. Ricardo Barbosa havia conseguido assinatura de todos os deputados, com exceção de Estela Bezerra e Raneiry Paulino, para aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que aumentou o recesso parlamentar do meio do ano. Danado foi ouvir o presidente da Assembleia Adriano Galdino, tentado justificar férias de 72 dias cada ano, explicar que a situação de parlamentar é diferente do trabalhador normal, pois mesmo fora do plenário o mesmo visitando suas base trabalha. Se engana o presidente da Casa de Epitácio Pessoa, o deputado é empregado sim e deve satisfações a todos aqueles que sufragaram o seu nome nas urna, o seu local de trabalho é no plenário, portanto o lazer e passeio nas bases, quase sempre em busca de mais votos, o mesmo deve fazer no fim de semana ou nos feriados, jamais utilizar tal pretexto para ampliar recessos parlamentares em dissonância com o que pensa a sociedade.

    PROJETO QUER INCLUIR SÍMBOLO AUTISTA EM PLACAS DE ATENDIMENTO PRIORITÁRIO

    Projeto do Vereador Lucas de Brito, quer incluir símbolo autista em placas de atendimento prioritário. Um projeto de lei apresentado pelo vereador Lucas de Brito (DEM) pretende tornar obrigatória a inclusão do símbolo mundial do transtorno do espectro autista em todas as placas de atendimento prioritário nas empresas privadas no município de João Pessoa. O texto foi formulado em consonância com a legislação que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Segundo a proposta, as placas de atendimento preferencial de empreendimentos como supermercados, bancos, farmácias, bares, restaurantes e similares devem incluir o símbolo mundial da conscientização em relação ao autismo. O símbolo se configura como uma fita, feita de peças de quebra-cabeça coloridas.

    OS BURACOS DE NOSSAS VIAS E O ETERNO CULPADO É SÃO PEDRO

    Chega a ser hilária as desculpas de nossas autoridades com relação aos inúmeros buracos que tomam conta de nossa cidade. Primeiro foi a Prefeitura de João Pessoa, que sempre arruma a desculpa de apontar São Pedro com as suas chuvas, como responsável pelos crateras que surgem inexplicavelmente pela cidade inteira, mas agora quem acusa o pobre do Santo é o DINIT, por conta da verdadeira cratera que apareceu na segunda-feira no viaduto da citada rodovia, causando o caos em boa parte da cidade, já que os motoristas optaram pelas ruas do Bessa e outras, comprovando que a nossa mobilidade precisa melhorar muito. Como tanto a Prefeitura quanto a DINIT usam material de péssima qualidade, e não existe fiscalização de tais serviços, os pavimentos como gelo ao sol e na impossibilidade de assumirem suas culpas colocam sempre a culpa nas costas de São Pedro que se continuar nessa campanha difamatória vai terminar mais impopular do que a própria Dilma Rousseff. A maior prova de que não existe nenhuma seriedade no trato do dinheiro público é que ontem 24 horas depois de fecharem tal buraco, eis que o mesmo reapareceu, causando novamente o caos. Pelo visto como já temos um viaduto Sonrisal, esse já pode se chamar de viaduto Sonrisal II.

    FERNANDO MILANEZ APOSTA QUE A ALIANÇA DO PSB E PT IRÁ PERDURAR

    Para aqueles que apostam que PSB e PT caminharão separados em 2016, o calejado vereador Fernando Milanez, pensa exatamente o contrário, ou seja, o mesmo aposta todas as suas fichas, que a aliança de 2012 será mantida e que Ricardo Coutinho estará no palanque em 2016, apoiando a reeleição de Luciano Cartaxo. A conferir.

    LUIZ TORRES PREVER ALIANÇA ENTRE O PSB E PMDB E 2016

    Dentro dessa mesma linha de alianças para 2016, o secretário de Comunicação Luiz Torres, ver uma provável aliança entre o PSB e o PMDB em 2016 e revelou que tanto o governador Ricardo Coutinho quanto Jose Maranhão, podem sentar no próximo ano para sacramentar tal acordo, sepultando de vez a intenção do peemedebista deputado Manoel Junior, que almeja ser candidato pela sua legenda.

    MANOEL LUDGÉRIO VERSUS DODA DE TIÃO

    O deputado estadual Manoel Ludgério (PSD) rebateu, nesta terça-feira (28), acusações do deputado estadual Doda de Tião (PTB) de que ele estaria se insinuando para integrar a base do governo. “Eu não estou de forma alguma para integrar a base do governo. Agora eu faço política de forma civilizada”, se defendeu Ludgério. lembrando que o petebista tem pouca participação na Assembleia Legislativa, Ludgério atacou e chamou Doda de ‘deputado mudo’. Manoel Ludgério ainda acusou Doda de Tião de está perto do governo para proteger suas empresas familiares cidade de Queimadas. É preciso registrar que Ludgério e Doda têm como base eleitoral a cidade de Queimadas e toda essa confusão teve inicio quando Doda manifestou o desejo disputar no ano vindouro a Prefeitura daquela cidade. Seria bom descobrir qual que tem aquela Prefeitura que causa tanta briga assim.

    WILSON FILHO: PREFEITURA DE JP TEM DINHEIRO, MAS NÃO SABE ONDE GASTAR

    Em entrevista ao portal Maispb, o deputado Wilson Filho falou da possibilidade dele ser candidato a prefeito de João Pessoa pelo seu partido o PTB e já aproveitou o embalo, para criticar o prefeito da capital Luciano Cartaxo. Wilson Filho, que ora preside a CPI da Lava Jato na Câmara Federal, afirmou que a Prefeitura recebeu recursos federais, mas não sabe, ou não pode gastar, por falta de projetos. ”Tem dinheiro, mas não sabe onde gastar”. Se tal informação for verdadeira, ficará comprovado que o nosso prefeito não em uma boa equipe de assessores e que os prejudicados então seremos todos nós.

    DEPUTADO JUTAI SE ARREPENDE E QUER VOLTAR PARA BASE DO GOVERNO

    A política e os políticos realmente mudam como as nuvens. Para surpresa de todos, o deputado Jutai Menezez, que pulou do barco de Ricardo Coutinho na campanha passada para ficar com Cássio Cunha Lima, já ensaia retornar ao Jardim Girassol e participar do governo ocupando um cargo importante na estrutura, ou seja, a Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer prometida ao deputado Trócolli Junior, do PMDB. O oposicionista lembrou que votou favorável a aprovação das contas do governo e disse que existem membros do seu partido, o PRB, que defendem reaproximação com Ricardo Coutinho. O deputado garantiu que não tem problemas pessoais com o governador e disse que todos seus posicionamentos foram questionamentos a respeito da gestão e não do gestor. Como o gestor e a forma de gestão e a mesma, logo cai por terra a esfarrapada desculpa Jutai Menezes. Como RC já provou que é bem esperto em tais assuntos, dificilmente aceitará tal retorno, pois core o risco dele Jutai no futuro ter nova recaída.

    TROCA DE NOMES – LOURDINHA LUNA

    ‘Os logradouros públicos não deviam trocar de nomes, a não ser ouvido a sociedade e ratificada sua decisão pela Câmara Municipal. Em especial quando a designação é histórica ou ligada a um grande vulto. O VIADUTO DO GEISEL tem mais 40 anos, de sua iniciação. O conjunto data de 1973 quando o Presidente Ernesto Geisel, atendendo solicitação do Governador Ernani Sátyro enviou vultosas verbas para sua construção. Sem poder vir inaugurá-lo mandou sua filha AMALIA LUCY representá-lo. Quantos da classe média têm suas casas por esse feito, do Regime Militar. As gerações subsequentes devem saber em que circunstância e quem foi o doador do epíteto. A história deve ser contada, em sua integridade, seja qual tenha sido o estilo de governar. Passamos da Monarquia para a República e ninguém tirou das Avenidas o nome de Dom Pedro I, II, Princesa Leopoldina, Princesa Isabel, conde d ‘Eu. Vivemos a Era Vargas, ele caiu, mas as vias urbanas continuam sinalizadas, como na inauguração. Preservemos as designações do passado, para não frustrarmos o futuro.’ Parabéns Lourdinha, penso assim também e defendo que deveria ser preservado o nome por todos já conhecido. Este aprendiz de digitador entende que o Governador Ricardo Coutinho, nessa ânsia e ocupar espaços no PSB agradando a família do falecido governador pernambucano, foi longe demais, pois deveria se manter os nomes existentes e se realmente fosse para mudar o que não falta na nossa terra são bons nomes e só para citar apenas dois : o Ministro Celso Furtado e o Poeta Augusto dos Anjos, ambos merecedores de todas as honras, mas infelizmente esquecidos pelos nossos gestores.

    ALBÉRGIO GOMES MEDEIROS FALA DO AJUSTE FISCAL

    Albergio Gomes Medeiros - O desespero político demonstrado com essas reuniões que a mulher "sapiens" tem realizado segue evidenciado. De igual modo; o desespero em busca de recursos financeiros está cada vez mais assustador. Querem repatriar dinheiro do exterior sem origem ou; origem duvidosa; assim como; pasmem; novos tributos; por exemplo; instituir tributação sobre internet. Em breve tributarão o oxigênio que respiramos ao ar livre. Pois é meu caro Albergio, reduzir os 39 ministérios e milhares de cargos nem pensar, pelo contrário vai mesmo é aumentar mais 4.500 cargos para saciar e acalmar a base de apoio no Congresso Nacional e o pior, num momento da mais absoluta paz, apenas para agradar os militares vai adquirir no exterior alguns aviões caça, pela bagatela de R$18 bilhões, ou seja, o negócio mesmo é mandar tributos e aumentos nos lombos de nós pobres mortais brasileiros, que teimamos em apostar que o Brasil é o país do futuro, mas pelo visto só mesmo para eles, que se locupletam com tudo, restando para nós apenas as migalhas que caem das mesas dos banquetes. Por tudo isso resta uma certeza, a verdadeira mudança, não virá pelos políticos e muito menos através das forças militares e sim de nós o sofrido e escanteado povo brasileiro.

    Esta coluna é publicada no http: www.blogdopedromarinho.com e em quatro portais


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